notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
12.3.09
A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar

A trágica história da menina de 9 anos que se submeteu a um aborto de gêmeos depois de estuprada pelo padrasto mereceu comentários do novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Atual arcebispo de Belém, Dom Orani, que vai suceder Dom Eusébio Scheidt no dia 19 de abril, diz em um artigo que não sabe "como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes" e pergunta por que "essas coisas (o crime) ainda acontecem?".


A Pergunta que não foi feita
Na semana passada estivemos, junto com todo o presbitério da Arquidiocese de Belém, no "deserto" do retiro espiritual e as informações nos chegavam poucas e entrecortadas. O retiro sempre é um tempo de reflexão e aprofundamento da vida espiritual, em vista de uma caminhada de conversão e maior aproximação de Deus.
Ao retornar para a missão diária vi a discussão em torno do caso da criança que teve outra criança abortada na região Nordeste e o destaque que algumas emissoras de comunicação deram, principalmente aquelas mandadas por grupos religiosos independentes.
Não posso acreditar que os direitos humanos sejam só para um lado, assim como não sei como cristãos conseguem defender o assassinato de inocentes. É realmente interessante o fato e o destaque que foi dado!
Mesmo considerando que para Igreja, segundo o Direito Canônico, o fato da morte de um inocente indefeso é um ato que tira da comunhão eclesial a pessoa que o pratica, porém depende também da liberdade de consciência com que a pessoa está ao fazê-lo.
Quando uma pessoa que, tendo seus desequilíbrios emocionais, é capaz de usar sexualmente e brutalmente de uma criança a sociedade deveria se perguntar: "porque chegamos a isso?"
Do modo que coisas se movem no mundo, é bem capaz que o que hoje é crime amanhã seja virtude, como já aconteceu em muitas outras situações - veja-se nesse caso toda a campanha pró-aborto.
Na sexta-feira passada, a Caritas Metropolitana assinou, em nome da Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese, um convênio com um hospital que passará a ajudar a acolher mulheres em situação de risco devido a esse tipo de problema.
Diante de um fato deparado por nós nesse mesmo dia, a magistratura só soube oferecer um tipo de ajuda: a de matar a criança por nascer e ainda ameaçando a mãe da menor que estava nessa situação. Fala-se tanto de direitos para todos e critica-se a Igreja por defender a todos.
Interessante é o depoimento da mãe da adolescente, que testemunhou que o único lugar em que não foi maltratada e sim respeitada foi o escritório da Caritas. Em todos os demais lugares só recebeu acusações e maus tratos. Interessante e confuso esse nosso mundo!
Mas a pergunta ainda continua: por que essas coisas acontecem? A nossa resposta está na mudança de época e de cultura que ora vivemos. A desvalorização da vida, da família, dos valores, da fé acabou conduzindo-nos a um estilo de vida hedonista, subjetivista, consumista e laxista, que parece não ter volta. Mas nós acreditamos que o nosso mundo tem jeito! É essa nossa esperança e nossa luta!
As situações degradantes e complexas irão aumentar enquanto não avançarmos para uma sociedade moderna, onde as pessoas se respeitam, respeitam a vida e sabem cultivar valores. Enquanto vivermos na "idade da pedra", resolvendo as coisas matando os inocentes e criando violência em nossa frágil sociedade, o homem sempre terá saúde da utopia do "mundo novo".
Gostaria muito que pensássemos sobre esses caminhos por onde hoje andamos enquanto vivemos a Quaresma e a Campanha da Fraternidade, que questiona justamente as bases de nossa sociedade.
Da resposta que dermos a essas interrogações dependerá o nosso futuro.


fonte:EXTRA ON LINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:27  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar


Informação foi dada por Andresa Sales em depoimento ao MP. Exame feito em hospital de SP mostra apenas um batimento cardíaco.


A dona-de-casa Andresa Sales, de 35 anos, afirmou em seu depoimento ao Ministério Público nesta quarta-feira (11) que um médico que ela acredita se chamar Sérgio teria perguntado: “Você que é a mãe dos gêmeos, que morreu o bebê no parto?”. Andresa alega que estava grávida de gêmeos, mas apenas uma criança foi entregue à família no hospital de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
A dona-de-casa tem exames que comprovam a gravidez gemelar. Entretanto, um ultrassom feito em um hospital da Zona Sul de São Paulo no dia 18 de fevereiro, nove dias antes do parto, descreve a freqüência cardíaca de apenas um bebê. De acordo com o hospital, se ela estivesse grávida de gêmeos o exame mostraria a freqüência cardíaca de dois fetos.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo acredita na hipótese de erros nos exames que apontaram gêmeos. “Pelo menos um exame que está documentado está equivocado. Agora a gente precisa é avaliar os outros exames”, disse Wladimir Taborda, assessor da Secretaria de Saúde. Os promotores do Ministério Público ouviram a dona de casa em um hospital de Itaquaquecetuba, também na Grande São Paulo, onde ela permanece internada. “Ela lembrou praticamente todos os exames que ela fez durante a gravidez, e agora nós vamos atrás desses hospitais e postos de saúde”, disse o promotor Sílvio Loubeh. No depoimento, Andresa diz que o primeiro ultrassom feito na gestação, em uma clínica em São Paulo, já acusava gestação de gêmeos. E que todos os exames feitos em um hospital de Ferraz de Vasconcelos indicavam duplo batimento cardíaco no útero.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:15  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

O príncipe e a duquesa chegaram ao Rio de Janeiro por volta das 12h.Duquesa da Cornuália recebeu flores da paciente Kely Valente no Into.

A duquesa da Cornuália e esposa do príncipe de Gales Charles, Camilla Parker, visitou o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira (12). Logo na chegada, ela recebeu flores da paciente Kely Valente, de 13 anos, de Belém do Pará. A menina ficou muito emocionada e contou que ninguém na cidade dela acreditou quando disse que ia conhecer uma duquesa. “Foi uma honra terem me escolhido", disse Kely, disse Kely, que estava numa cadeira de rodas porque sofreu uma cirurgia nos joelhos, no último dia 4. A mãe de Kely, Francisca de Fátima, contou que a filha foi desacreditada por vários médicos, mas, no Into, passou por cirurgias e já conseguiu andar novamente. “A perninha dela era toda tortinha. Ela estava desenganada, me diziam que ela nunca mais iria andar. Mas aqui eles fizeram o possível para isso. Ela já está andando e vai até de ônibus para a escola”, contou. Camilla Parker, sempre sorridente, agradeceu as flores. Ela também conversou com pacientes idosos que sofrem de osteoporose e deu até conselhos. "É muito importante caminhar e pegar sol", disse ela à Maria Aparecida Carvalho Rebelo, de 67 anos. Em seguida, Camilla cumprimentou a filha de Maria Aparecida, Lucilane, e disse: "Ela tem sorte de ter uma filha como você. É muito importante o cuidado da família". Já o paciente Armando Rinaldi, de 81 anos, aproveitou para tecer elogios à duquesa. “Agradeci por tudo que ela tem feito em prol dos idosos”, contou. Acompanhada de uma tradutora, a duquesa bebeu água durante um lanche que foi oferecido no hospital. O objetivo era apresentar à duquesa o trabalho realizado no Into na área de osteoporose, que inclui um Ambulatório de Osteoporose Masculina, criado em 2004 com o objetivo de obter dados para alertar a população masculina da doença. Com a visita da duquesa, o instituto espera manter um intercâmbio de informações com instituições britânicas envolvidas no tratamento e na prevenção da osteoporose. Geraldo Motta, diretor do Into, e o médico Salo Buksman, coordenador do projeto de osteoporose masculina, também acompanharam Camilla. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, que também acompanhou o encontro, a duquesa demonstrou interesse nos projetos realizados no Brasil em relação à osteoporose. “Eles têm um projeto interessante que prevê a possibilidade de a pessoa desenvolver osteoporose nos dez seguintes. Nosso objetivo é desenvolver uma parceria e trazer esse estudo para o Brasil”, explicou o secretário.
Antes de deixar o Into, Camilla conheceu ainda a nova sede do instituto, que está sendo construída no prédio onde funcionava o Jornal do Brasil, na Zona Portuária do Rio. Em seguida, segurando as flores que havia recebido de Kely, cumprimentou mais uma vez funcionários e pacientes que se aglomeravam num dos corredores com celulares em punho, em busca de uma imagem da visita real. Sua visita durou 40 minutos e, às 14h40, a duquesa deixou o hospital. Do lado de fora, curiosos também se aglomeravam em frente ao prédio do Into.
Nesta tarde, o príncipe Charles discursou no Palácio do Itamaraty, no Centro, onde defendeu o desenvolvimento sustentável para o fim da crise mundial.
Na programação do casal real, está ainda a visita a favela da Maré. Lá, os dois devem conhecer projetos sociais da Ong Luta Pela Paz. De lá, partem para o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, depois de encontrar jovens empreendedores do Youth Business International no Brasil.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:09  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

SÃO PAULO - O adolescente de 15 anos que deu uma rasteira na diretora da escola na terça-feira, depois de ter sido repreendido por mau comportamento, foi expulso ontem da unidade em que estudava e transferido outra. O garoto era aluno da 8ª série do Ensino Fundamental na Escola Estadual João Vieira de Almeida, na Zona Oeste da capital, e, segundo outros estudantes, agrediu a diretora Vera Lúcia Copola depois que ela pediu que ele deixasse a sala.
Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o estudante será encaminhado para outra unidade da rede. O nome da escola que vai recebê-lo não foi divulgado. Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no 19 DP (Vila Maria), a diretora havia sido chamada por uma professora à sala porque o aluno estava indisciplinado e atrapalhava a aula.
Alunos contaram que a diretora pediu de forma educada para o adolescente deixar a sala. Ele, então, levantou-se da cadeira e depois de chamá-la "guria" deu a rasteira. Vera caiu, batendo a a cabeça e as costas no chão e também machucou o pulso.
O garoto foi levado pela PM para a delegacia, onde não quis falar com ninguém. Ao pai ele disse ter se sentido humilhado na frente dos colegas.
SERÁ QUE FAZ ISSO EM CASA TAMBÉM???
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:47  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

A família da adolescente Isabela Escudero Leite, de 16 anos, espalhou outdoors pelos pontos mais movimentados da cidade de Campinas, em São Paulo, para pedir a doação de medula óssea. A adolescente possui um tipo raro de leucemia chamada de bifenotípica. Os outdoors foram custeados por amigos da família.
- A Isabela tem os dois tipos de leucemia, a linfoide e mioloide - explica a mãe, a assistente social Odete Escudero.
Segundo Odete, Isabela teve os primeiros sintomas em dezembro de 2007, quando passou a sentir muito sono. Como era início de férias escolares, a mãe achou que era apenas cansaço. Após as férias, em fevereiro de 2008, surgiram manchas na pele e febre.
- O sono era sinal da doença e não sabíamos. Viajamos em férias para Caldas Novas, em Goiás, e quando voltamos ela começou a apresentar pequenas manchas vermelhas na pele, como picadas de mosquito, e febre. Fomos ao médico acreditando que pudesse ser alguma alergia e foi diagnosticada a leucemia - diz Odete.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o problema da doação é a compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível fora da família do paciente é, em média, de uma em um milhão.
Mesmo dentro da família a chance não é grande. Entre irmãos que tenham o mesmo pai e a mesma mãe a chance de encontrar um doador é de 25%.
Isabela não tem irmãos da mesma mãe e do mesmo pai. Pelo menos 15 primos, seis tios, o pai, a mãe a avó e uma irmã por parte de pai já fizeram os testes e o resultado foi negativo.
O tratamento de Isabella começou no ano passado, com radioterapia e quimioterapia. Agora, a adolescente faz apenas quimioterapia de manutenção. Em 2008, ela não conseguiu frequentar as aulas. Este ano, voltou a estudar e está no 1º ano do Ensino Médio.
- Já perdi a conta de quantas pessoas fizeram o teste - diz a mãe.
Odete explica que quem quiser fazer o teste poderá estar ajudando a salvar outras vidas. Em Campinas, devem ser procurados o Hemocentro da Unicamp e do Hospital Mário Gatti. A família tem uma lista em outras cidades de postos onde pode ser feito o teste
Segundo a mãe de Isabela, os anúncios já estão surtindo efeito. O número de ligações de pessoas interessadas em doar o órgão aumentou.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde pode doar a medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. A medula se recompõe em apenas 15 dias e o incômodo que o doador vai sentir é passageiro. A internação é de, no mínimo, 24 horas.
A indicação de transplante foi dada pelos médicos em abril do ano passado e, desde então, começou a procura por doadores. Odete não sabe dizer quanto tempo Isabella pode esperar.
- Não pergunto o tempo, prefiro confiar em Deus e que ela estará bem e lutar pelo doador - afirma.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:41  comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar

Veja alguns trechos resumidos da matéria escrita na Revista Consultor Júridíco, que esclarece à respeito de como o processo pela guarda do menino Sean, vem sendo conduzido:

O americano David Goldman está proibido de mencionar em seu site Bring S. Home (Traga S. para casa) os nomes de dois advogados brasileiros, retirando do ar as ofensas praticadas contra eles. A determinação é da juíza Marisa Simões Mattos, da 13ª Vara Cível do Rio de Janeiro e faz parte de um acervo de decisões judiciais que contam a história da disputa pela guarda do filho, de 8 anos, que Goldman teve com a empresária Bruna Bianchi, morta recentemente, e o padrasto da criança, com quem Bruna estava casada. Bruna Bianchi (filha dos proprietários do restaurante Quadrifóglio, do Rio de Janeiro) conheceu David Goldman em Milão, na Itália. Os dois namoraram, conheceram as respectivas famílias, casaram-se em 1999, nos Estados Unidos e foram morar em Nova Jersey. Do relacionamento deles nasceu S., em 2000.Bruna trabalhava e o menor ficava com o pai que cuidava dele durante o dia, já que David Goldman não tinha um horário formal de trabalho. Em junho de 2004, Goldman autorizou Bianca e o filho a passarem férias no Rio de Janeiro. Tinham passagem de volta marcada para 11 de julho de 2004. Goldman levou a mulher para o aeroporto. Dois dias depois ela ligou do Brasil dizendo que não retornaria mais com o filho para os EUA e condicionou a visita do pai à criança à sua aceitação do divórcio, na Justiça brasileira.Em seguida, a mãe ingressou com uma ação de guarda da criança na Vara de Família do Rio. Para isto, contratou um advogado com quem acabou se casando em 2007. Em agosto último, Bruna morreu, durante o parto da filha do seu segundo casamento.A partir de então, David Goldman intensificou sua luta para ficar com o filho, por entender que, na ausência da mãe, seu direito de pai é líquido e certo. Não é o que pensa o advogado, que ingressou com ação na Justiça pedindo o reconhecimento da paternidade afetiva do menino, com a substituição do nome do pai biológico da certidão de nascimento. Ele ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual. Também na Justiça estadual, o advogado conseguiu uma liminar para proibir jornais de divulgar o fato. A Folha de S. Paulo foi um dos jornais notificados. Segundo seu pai, há decisão também contra a TV Record e o Correio Brasiliense.David Goldman, nos Estado Unidos, recorreu às autoridades americanas registrando o “seqüestro” de seu filho nos termos da Convenção sobre os Aspectos Civis do Seqüestro Internacional de Crianças, de 1980 — a Convenção de Haia. Por esta convenção, o Brasil deve localizar a criança e promover sua devolução para que o caso seja julgado pela Justiça do país onde o menor morava antes.Leia, a seguir, os vários desdobramentos jurídicos do caso:Bruna Bianchi versus George David Goldman Bruna embarcou dos Estados Unidos com o filho no dia 16 de junho de 2004 para passar 15 dias de férias no Brasil. Em 8 de julho entrou com ação de posse e guarda na 2ª Vara da Família do Rio de Janeiro. No dia 28 de julho, a juíza Márcia Maciel Quaresma concedeu a Tutela Antecipada para dar a Bianca a guarda provisória do menino.Por orientação do seu advogado, David Goldman não se manifestou nos autos. A orientação foi para que ele não entrasse em acordo com a mulher, nem mesmo na Justiça, para não descaracterizar o “seqüestro” do menor, à luz da Convenção de Haia.Em 26 de julho de 2006, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva deu a sentença de mérito dando definitivamente a guarda de S. à mãe. Goldman recorreu contra a decisão no Tribunal de Justiça. A 8ª Câmara, em 27 de fevereiro de 2007, manteve a decisão. “O estudo social, peça idônea, elaborada por profissional vinculada ao juízo da 2ª Vara de Família, não deixa dúvida quanto ao fato de o menor (que já está no Brasil há mais de dois anos) encontrar-se bem adaptado ao ambiente que lhe foi propiciado pela mãe, interagindo significativamente com os colegas de classe, sendo, portanto, uma criança normal e feliz”. No dia 25 de julho de 2006, Bruna ingressou com outra ação na 2ª Vara de Família, na qual pedia o divorcio litigioso. Como consta na sentença, ela mesma se encarregou de citar Goldman que, aconselhado por advogados, deixou de ingressar nos autos para não descaracterizar o que considerava “seqüestro” de seu filho. A decisão do divórcio foi tomada pelo juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva em julho de 2007.Em setembro de 2004, o americano infressou com uma ação civil no Tribunal de Nova jersey contra bruna e seus pais, incluídos como réus, por terem participado do "sequestro". Bruna foi intimada a apresentar em 48 horas o filho à Justiça americana, conforme prevê a Convenção de Haia e a determinação não foi cumprida e eles receberam multa.Buscaram um acordo e David recebeu 150 mil dólares a título de pagamento de honorários advocatícios e retirou da ação os antigos sogros.Paralelamente ao processo da Justiça americana, Goldman em novembro igressou com uma ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, para o cumprimento da convenção de Haia, para a mãe devolver o menino para os Estados Unidos. Com base nessa expressão - "salvo quando for provado que a criança já se encontra integrada no seu novo meio" - a Justiça Federal rejeitou o pedido. Foram três decisões desfavoráveis - primeira instância. Na 3ª Turma do STJ a decisão foi mantida, mas o entendimento não foi unânime.A morte da mãe de seu filho fez o americano acreditar que poderia reaver o menino. O agravo que tinha impetrado perdeu o sentido, pois ação era contra Bruna. No mesmo mês em que Bruna morreu, o advogado João Paulo, agora viúvo de Bruna recorreu à 2ª Vara de Família, com Pedido de Tutela Antecipada contra o pai biológico.A decisão foi dada no mesmo dia e deu a guarda do menor ao advogado,para que a criança não operca o afeto que vem desfrutando nesse momento. No dia 7 de setembro, Goldman chega ao Brasil acompanhado da mãe com a pretensão de assumir a guarda da criança, diante da morte de bruna e foi surpreendido pela ação declaratória. Seus defensores recorreram, mas o recurso foi negado pelo desembargador Adriano Celso Guimarães. Entraram com o pedido para que o pai biológico visitasse o filho que também foi negado.David Goldman, além de publicar detalhes do caso em seu site, procurou uma assessoria de imprensa que divulgou o fato para os jornais.A família contestou e o juiz Ricardo Lafayete Campos atendeu o pedido , mas se contradisse. " Não há, todavia como impedir o pai biológico ou seus patronos, de falarem sobre o menor ou mesmo de dar entrevistas a respeito do processo em curso, mas a mídia foi impedida de falar." Agora há na 16ªVara de Família o pedido de busca e apreensão do menor.A AGU requereu para o caso de o pedido não ser atendido de imediato, que o juízo proibisse o padrasto de sair do Rio de Janeiro, a fixação de visitas ao menor pelo pai biológico e por fim, o deslocamento da ação de paternidade socioafetiva movida na Vara de Família estaduais. Esse pedido não foi atendido pelo juiz Rafael de souza pereira Pinto, por não ver motivo.O único que foi atendido foi o de conceder o direito do pai biológico a visitar seu filho , mas quando chegou na residência da família o menino não se encontrava lá. Goldman voltou para os Estados Unidos e os advogados brasileira entraram com nova ação na 13ªVara Cível., pedindo indenização pelas entrevistas dadas por Goldman e pediram ainda que o juíz proiba o americanos de divulgar o processo. A juíza marisa Simões atendeu ao pedido e ordenou que fossem retiradas da Internet as ofensas já feitas.Procurado pela reportagem da revista Consultor Jurídico , o padrasto do menor disse que não vai se manifestar para proteger a criança. Ricardo Samariola Junior, advogado de David Goldman, não se manifesta porque há decisões que estão em segredo de Justiça


fonte:Consultor Jurídico
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:27  ver comentários (2) comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto , em Iraí (RS), deu à luz nesta quarta-feira. Com 2,8 quilos e 45 centímetros, a filha nasceu de cesárea, por volta das 11h15m, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.
A menina estava internada desde a semana passada no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, em um dos cinco leitos da Casa da Gestante, destinada a grávidas com risco moderado.
O abuso aconteceu quando a menina tinha ainda 10 anos. Desde os seis meses de idade, a garota era criada por uma tia de sua mãe biológica e pelo marido dela. O casal, na época da adoção, que não foi legalizada, morava em Novo Hamburgo, onde a criança nasceu.
Logo após a denúncia na delegacia, o padrasto sumiu. A criança relatou, inicialmente, que o filho era de um menino, mas acabou admitindo que manteve relações sexuais com o padrasto por três vezes, a partir de julho de 2008.
Segundo os médicos, tanto a menina quanto o bebê passam bem. Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia na manhã desta quarta-feira, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.
Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.




link do postPor anjoseguerreiros, às 12:14  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


BAGDÁ - Mountazer al-Zaidi, o jornalista iraquiano de 30 anos que se tornou conhecido no mundo inteiro por ter lançado seus sapatos contra o ex-presidente George W. Bush, foi condenado nesta quinta-feira (12/03) em Bagdá a três anos de prisão pela corte criminal iraquiana.Mountazer al-Zaidi, acusado de agressão contra um chefe de Estado estrangeiro durante uma visita oficial e detido desde meados de dezembro em uma prisão na zona verde, o setor ultraprotegido de Bagdá, se declarou inocente na abertura da audiência. A sentença foi declarada em pouco menos de meia hora."Longa vida ao Iraque", gritou o jornalista ao ouvir o veredicto do juiz Abdel Amir al-Roubaie, disse seu advogado Yahia Attabi, acrescentando que vai apelar da decisão.O veredicto foi lido na presença do acusado e de seus 25 advogados, porque a família e os jornalistas foram impedidos de entrar na sala da audiência.Segundo a defesa, o juiz explicou que levou em conta a idade do acusado e o fato de esta ser sua primeira condenação.O jornalista, que trabalha para Al-Baghdadiya, uma rede iraquiana com sede no Cairo, corria risco de pegar até 15 anos de prisão.Na confusão da saída da sala de audiência, a família e os jornalistas tinham escutado os advogados dizerem "quatro anos de prisão". As pessoas então começaram a gritar "É um tribunal americano! Cachorros!". "É um tribunal político", acusou seu irmão Oudai. "Mountazer é tratado como um prisioneiro de guerra", continuou.Clamando inocência, o jornalista explicou ao juiz que perguntou a ele se era inocente que "sim", que sua "reação foi natural, como teria sido a de qualquer outro iraquiano".Cerca de 200 pessoas, próximas a Zaidi, jornalistas e advogados aguardaram o término da audiência em frente à Corte criminal que julga habitualmente casos de terrorismo.Aberta em 19 de fevereiro, o processo de Mountazer al-Zaidi, desconhecido até lançar seus sapatos contra Bush, em 14 de dezembro, em plena entrevista coletiva à imprensa do ex-presidente americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se revoltou com o discurso sobre a natureza da visita de Bush ao país.A defesa do jornalista tentou provar que Bush fez uma visita surpresa e não uma visita oficial e, assim, invalidar o argumento da acusação.No início da audiência, o juiz anunciou que o ex-presidente americano realizou de fato uma "visita oficial", segundo as informações do governo iraquiano.Em 19 de fevereiro, Zaïdi havia justificado sua atitude pela extrema emoção que sentiu ao ver "o responsável dos crimes cometidos no Iraque"."Ele é o maior responsável dos assassinatos cometidos contra meu povo e eu quis modestamente fazer alguma coisa pelas vítimas", afirmou. "Ele falava das vitórias e das conquistas (americanas) no Iraque, mas eu o que eu vejo em termos de conquistas, é um milhão de mártires, o sangue derramado, as mesquitas perseguidas, as iraquianas estupradas, os iraquianos humilhados".Ele se levantou e gritou ao presidente americano que realizada esta última visita no Iraque: "foi o beijo do adeus, seu cachorro", antes de lançar seus sapatos, que não atingiram o alvo.O jornalista contou que foi agredido e torturado com choque elétrico após o incidente por um general.Os irmãos dele anunciaram que estão tentando processar Bush, Nuri al-Maliki e seus seguranças por "tortura" numa corte belga ou espanhola.


Fonte: France Press
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:41  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar


Dados de levantamento do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, revelam que das 2.330 vítimas de abuso sexual atendidas no hospital em 2008, 1.103 eram menores de 12 anos. O número representa 47,3% de todos os atendimentos realizados no local. Crianças e adolescentes até 17 anos representam 76% dos atendimentos do ano passado. Os números são do programa Bem-Me-Quer, do Ambulatório de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington.
Segundo o levantamento, as queixas de abuso sexual contra pessoas do sexo masculino cresceram 30,8% em 2008, comparadas ao ano anterior. No ano passado, 306 pessoas do sexo masculino procuraram o serviço do Bem-Me-Quer, contra 234 em 2007.
A psicóloga do ambulatório, Daniela Pedroso, ressalta que a maior parte das vítimas atendidas no hospital é de família pobre, em geral, da Zona Leste da capital paulista.
“Os abusos são feitos normalmente por pessoas da família. O abuso contra criança é feito por pessoas conhecidas, geralmente pai, padrasto, tio, avô. Diferente da violência contra a mulher adulta, em que o agressor é desconhecido, e acontece na rua”, diz a psicóloga.
Apesar de os sintomas das vítimas geralmente não serem claros, alguns sinais de alteração podem indicar que a criança esteja sendo abusada. Entre as mudanças estão alterações no sono, queda brusca no rendimento escolar, urinar na cama ou nas calças, ter medo inexplicável de ficar sozinho na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico e realizar brincadeiras agressivas com brinquedos ou pequenos animais.

Fonte: Correio Brasiliense



Investigação da Polícia Civil resultou, ontem, na prisão de um homem de 41 anos, residente no bairro Jardim das Oliveiras. Ele deve responder por pelo menos quatro crimes, entre eles tráfico de drogas. Com o acusado foram apreendidas trouxinhas de substância aparentando ser maconha.
No entanto, outra característica chama a atenção das autoridades. Ele confessa ter mantido relações sexuais com as duas filhas - 21 e 17 anos. Com a jovem teria inclusive dois filhos-netos. A prática sexual com a menina teria iniciado aos quanto estaria com 13 anos. Nesta semana as crianças devem ser submetidas a exame de DNA. O homem deve responder também por estupro e ameaça.
As duas filhas residem com o homem. Mas, de acordo com as investigações, o pai mantinha a de 17 anos sob cárcere privado, para que não o delatasse. O envolvido é separado da esposa.

Fonte: Só Notícias(Atualizado às 8h23)
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar





Representantes declararam apoio à equipe médica afirmando que o procedimento foi 'irrepreensível'
Carmen Pompeu, de O Estado de S. Paulo

FORTALEZA - Representantes dos Conselhos Regionais e Sindicatos de Medicina do Nordeste divulgaram uma nota de apoio à conduta da equipe médica do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), da Universidade de Pernambuco, em realizar o aborto na menina de nove anos vítima de violência sexual. "Tal procedimento caracteriza um aborto legal, correto e irrepreensível do ponto de vista técnico e ético", diz o documento.

A posição foi tomada durante o I Encontro dos Conselhos de Medicina do ano de 2009 (I ENCM 2009), que prossegue até sexta-feira, 13, no Hotel Ponta Mar, em Fortaleza. O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, apoia a iniciativa.
Na nota, os médicos lamentaram a polêmica em torno do caso. Eles também repudiaram a postura de julgamento religioso dos profissionais médicos pelo representante da Igreja Católica em Pernambuco, o arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho. De acordo com eles, a excomunhão anunciada pelo arcebispo "lembra os tempos da inquisição".

Filme
Para prevenir casos de violência como o da menina que acabou grávida de gêmeos depois de ser estuprada pelo próprio padrasto, o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) elaborou o filme "Pela Vida... Pelo Tempo", exibido durante o I ENCM 2009.
De acordo com o responsável pelo argumento do filme, a ideia é mobilizar a sociedade para a construção de uma sociedade justa e democrática. "Pela Vida... Pelo Tempo" relata problemas como fome, miséria e exclusão social em ambientes como o sertão, o agreste, a zona da mata e a cidade grande.
O filme tem 40 minutos. Metade é documental e a outra metade ficção. Ele está sendo exibido em escolas e comunidades para promover o debate. Segundo a atriz Fernanda Soveral, a iniciativa provoca a discussão sobre a situação da mulher e sobre a saúde pública, numa preocupação com a saúde física e social das pessoas.
As tomadas foram gravadas durante uma caravana promovida pelo Cremepe, que percorreu durante quatro anos todos os municípios de Pernambuco. É relatada uma situação de completa penúria. São citados casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência contra a mulher, estudantes sendo transportados em pau de arara, falta de qualidade na escola, falta de remuneração justa para os professores, saúde de péssima qualidade, desemprego, falta de oportunidade, o crack chegando em todos os municípios, e o trabalho escravo.

link do postPor anjoseguerreiros, às 10:18  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

No total foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão: duas pessoas foram presas


A Operação Fênix desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate e Repressão ao Crime Organizado (GAERCO) – Núcleo São José do Rio Preto, do Ministério Público, e pelos promotores André Luiz Nogueira da Cunha e Noemi Correa de Catanduva, cumpriu durante a manhã de quarta-feira, dia 11, 20 mandados de busca e apreensão e duas prisões, das quatro expedidas pela 2ª Vara Criminal de Catanduva.
O Senador Magno Malta, responsável pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia, solicitou apoio do GAERCO.
A ação contou com o apoio de diversos membros do Ministério Público e aconteceram em Catanduva, São José do Rio Preto, Bauru e São Paulo, simultaneamente.
O objetivo da operação foi verificar a possibilidade de existência de uma organização criminosa, devido ao número de vítimas no caso de pedofilia. As declarações das crianças envolvidas foram o principal ponto das investigações.
Nas primeiras horas, vários endereços foram visitados pelos promotores com apoio da Polícia Militar. Na residência do médico do Jardim do Bosque, os policiais precisaram pular o muro para adentrar no imóvel. Após diligências, foram apreendidos uma CPU, fitas de vídeo, fotografias e outros objetos.
Simultaneamente, o apartamento de um empresário averiguado, localizado na Rua Alagoas, também foi averiguado e alguns objetos apreendidos. Em seguida, com a descoberta do endereço da residência do empresário, a polícia deslocou-se para a Rua Santa Catarina, onde também foram apreendidos uma CPU e documentos. A casa de um outro empresário foi averiguada e apreendido um aparelho eletrônico.
Todo o material apreendido foi encaminhado ao Fórum de Catanduva e posteriormente conduzido para a Delegacia Seccional de São José do Rio Preto.
Durante toda a manhã, outras residências foram averiguadas pelos promotores de justiça, nos bairros Parque Glória, Bom Pastor e Jardim Alpino. As duas prisões aconteceram em Catanduva e São Paulo.
O fato parou a cidade de Catanduva, toda a movimentação foi acompanhada pela população nas residências vistoriadas, o trânsito ficou prejudicado próximo ao horário do almoço com o aumento do fluxo de veículos.

Suspeitos de pedofilia somem antes de mobilização policial
Segundo o jornalista Paulo Lopes, até o final da noite de ontem estavam foragidos o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 29, e o empresário José Emanuel Volpon Diogo, 44. Logo pela manhã, policiais da Operação Fênix os procuraram em Catanduva (SP), mas não foram localizados
A polícia não teve dificuldade para prender em Catanduva Eduardo Augusto Arquino, 19, almoxarife da Usina de Açúcar e Álcool Cerradinho, e em São Paulo André Luiz Cano Centurion, filho de um comerciante.
Mas PMs tiveram de pular o muro da casa de um dos suspeitos, o médico endocrinologista Rodrigo, porque a mãe dele recusou-se a abrir o portão. Na casa de Diogo, houve a necessidade da presença de um chaveiro.
Adriano Salles Vani, advogado de Diogo, disse que o seu cliente estava viajando a negócios. José Luís Oliveira Lima, defensor de Rodrigo, falou que não sabia onde se encontrava o médico.
Os dois criminalistas criticaram o ‘show pirotécnico’ que foi, segundo eles, a operação. Nesta quinta, vão pedir habeas corpus a seus clientes para evitar que sejam presos.
Para eles, não existe nenhuma rede de abuso de crianças, mas, de comprovado, um pedófilo, o borracheiro José Barra Nova de Melo, conhecido como Zé da Pipa, que foi preso há mais de um mês.
O promotor João Santa Terra Júnior, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado) de São José do Rio Preto, disse que a operação foi deflagrada em decorrência de novos depoimentos de crianças e adolescentes.
Ele não quis comentar a suspeita de que houve vazamento de informação, o que explicaria o sumiço do médico e do empresário um dia antes da operação.
“Foi apreendido farto material que vai ser analisado”, disse o promotor. Foram confiscados filmes fotográficos, DVDs, fitas VHS, monitores de computadores e CPUs.
A declaração dos advogados de defesa
A reportagem do jornal Notícia da Manhã procurou pelos advogados de defesa dos averiguados ,que tiveram os nomes citados em documento da CPI de Pedofilia. Para ambos, o mandado de prisão é ilegal.
De acordo com o advogado do médico, José Luís Oliveira Lima, não há provas nos autos que incriminem o seu cliente, o que torna a decisão da magistrada ilegal.
“É desprovida de fatos, de circunstâncias, de provas contra o meu cliente”, afirma Lima.
O advogado ressalta que ainda não se acha disponível à defesa a cópia dos autos. “Tão logo eu tenha acesso às cópias, vou entrar com pedido de habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completa.
Até o final da tarde de ontem, Lima não havia mantido contato com seu cliente.
O advogado Adriano Vanni, que defende o empresário afirma que seu cliente está viajando a trabalho há uma semana. Ele considera a decisão da juíza Sueli Juarez Alonso “uma verdadeira violência, sem precedentes”.
Segundo Vanni, o empresário colocou-se à disposição da Justiça. “Ele foi chamado pela autoridade policial, atendeu ao chamamento, prestou declarações, passou a tarde inteira na delegacia e também por 11 reconhecimentos que resultaram negativos, é óbvio”, declara.
Assim como Lima, o advogado do empresário considera o mandado de prisão ilegal.
“A única menção que existia contra ele era por causa da caminhonete que parava na escola. Mas o diretor já disse que meu cliente nunca abriu a porta, nunca entrou criança no veículo. Inclusive no período das férias ele parava lá com sua caminhonete, e nem criança tinha na escola”.
A defesa do empresário aguarda da juíza as cópias do mandado de prisão para que seja expedido o habeas corpus. Para o advogado, a decisão da magistrada é “estranha”.
“Ela ouve as pessoas no gabinete dela e ela decide. Ela investiga e julga. É óbvio que isso contamina o feito. Você investiga e você julga, é claro que você vai aprovar o que investigou”, esclarece Vanni.
“É um absurdo fazer isso com um pai de família tão conceituado na cidade. Na vida dele pregressa não tem uma mácula, ele não é bandido. Não tem uma criança reconhecendo ele, imputando nenhum ato de atentado violento ao pudor. Um pai de família, de quase cinqüenta anos, tem que passar por isso? Por um mandado de prisão temporária por 30 dias? É uma violência sem tamanho”, finaliza.
A reportagem do Notícia da Manhã conversou com o advogado Kelver Rodrigues que responde pelo funcionário de uma usina de Catanduva preso ontem temporariamente. Ele afirmou que vai analisar nos próximos dias qual o procedimento a ser tomado em sua defesa. O advogado do filho do empresário, preso em São Paulo, não foi localizado.
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrará com o colega americano, Barack Obama, no próximo sábado (14), em Washington. Caso Obama aborde a disputa pela guarda de um menino de oito anos, filho de um americano, e que está no Brasil com a família da mãe, Lula dirá que o assunto deve ser resolvido pela Justiça, informa reportagem de Letícia Sander, Kennedy Alencar e Denise Menchen publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O assunto ganhou repercussão na imprensa americana e é tratado como fator de estresse diplomático com o Brasil. O assessor da Presidência para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, diz, no entanto, que o governo brasileiro não acredita que Obama toque no tema.
O pai do garoto, o americano David Goldman, vivia com a brasileira Bruna Bianchi em Nova Jersey desde 1999 --o menino nasceu em 2000. Segundo ele, em 2004, Bruna levou o menino ao Brasil de férias, mas, ao chegar ao país, avisou que queria o divórcio e que manteria o filho no Rio. O pai diz que a criança é mantida ilegalmente no Brasil.
Goldman disputa a guarda do menino. No ano passado, a brasileira morreu após o parto de sua filha com o segundo marido. O padrasto, João Paulo Lins e Silva, é quem hoje detém a guarda do filho de Goldman.
No começo deste mês, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, aumentou a pressão contra o Brasil ao pedir a devolução do garoto. Na ocasião, em entrevista à rede americana NBC, Hillary disse que já levou o assunto "aos níveis mais altos" do governo brasileiro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:37  ver comentários (2) comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

Nossa leitora que prefere não se identificar, enviou-nos ontem notícia recebida direto do Supremo Tribunal de Justiça

Quarta-feira, 11 de Março de 2009 Médico especialista em fertilização in vitro terá acesso a nomes que denunciaram crimes sexuais

O médico Roger Abdelmassih, dono de uma clínica de fertilização em São Paulo, conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) uma liminar que dá a ele o direito de saber as identidades das mulheres que o acusam de crimes sexuais. Só depois disso ele deverá ser ouvido pela polícia.
Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora da Reclamação (RCL) 7825, a decisão tem por base a Súmula Vinculante 14, do STF, que garante aos advogados das partes o acesso aos autos a fim de exercerem o direito de ampla defesa. A súmula vale para toda a Administração Pública federal, estadual e municipal nos poderes Executivo e Judiciário.
A Reclamação foi ajuizada pelos advogados de Abdelmassih por causa da negativa da juíza de direito do Departamento de Inquéritos e Polícia Judiciária de São Paulo de fornecer os nomes das pacientes que o acusam de tentar atacá-las sexualmente durante o tratamento de infertilidade. A proteção dos nomes é prevista no Provimento 32/00 da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo.
Abdelmassih argumenta que seria essencial saber se as mulheres que o acusam foram, de fato, pacientes da clínica e que, a partir disso, poderá consultar dados anotados em seus respectivos prontuários. “Não há como exercer a defesa sem ao menos saber quem o acusa”, alegaram seus advogados.
Na mesma decisão para que a defesa conheça as identidades das denunciantes, a ministra Ellen responsabilizou o médico e seus representantes legais a guardá-las em sigilo para evitar a exposição dessas pessoas.
A defesa havia pedido a concessão de liminar para suspender o curso do inquérito ou o indiciamento do médico. No entanto, a ministra Ellen deferiu o pedido parcialmente, apenas para garantir o acesso da defesa aos nomes das supostas ofendidas.


Segunda tentativa

A defesa de Abdelmassih já havia tentado a mesma liminar no dia 4 de março, quando o médico teria uma audiência na qual ele seria indiciado formalmente, segundo informou sua defesa. O depoimento estava marcado para as 11h30 na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, onde foi instaurado o inquérito. Contudo, a Reclamação com pedido de liminar só foi protocolada no Supremo às 17h25 de 4 de março – e, portanto, depois do horário marcado para a audiência. Por esse motivo, a ministra Ellen havia declarado a liminar prejudicada.Os advogados, mais tarde, informaram que a audiência para indiciamento acabou não acontecendo naquela data e foi adiada para o dia 10 de março. Nesse mesmo dia houve a decisão da ministra Ellen Gracie no sentido do deferimento parcial da liminar requerida.Processos relacionadosRcl 7825


Veja também dois comentários interessantes retirados do blog do jornalista Paulo Lopes
Infelizmente, é a Lei!
Éra previsível que a defesa utiliza-se de todas as artimanhas juridicas para protelar o depoimento deste maníaco.Lembro que a decisão do STF é em caráter liminar, diga-se "temporário".O que vemos é a "falta de sintonia" do Poder Judiciário, neste caso o STF, com a opinião pública, que na maioria das vezes, favorece, mesmo que temporáriamente ao acusado, ainda mais quando a Sociedade e as vítimas clamam por Justiça rápida, mas o que se nota é a celeridade apenas para os "ilustres". A sensação é de impunidade, ainda bem que é só "sensação", mas passa.Lembro que, a Delegacia da Mulher e o Ministério Público trabalham adequadamente para apresentar a denúncia em Juízo, e após esta manobra, irão tomar as providências necessárias.Apesar desta liminar ser revoltante, esta se garantindo o "direito a ampla defesa" do acusado, o que não poderá ser alegado mais tarde, ao contrário das vítimas que lutam para conseguir provar o assédio sexual, o...A opinião pública ja condenou ética e moralmente este monstro. Seu dia a dia é correr atrás do seu prejuízo comercial, e não faz isto para restituir sua moral, ja que seria impossível, nesta vida.Este tarado chegou a um situação pessoal insustentável, diria literalmente, que só tem a perder, "dinheiro", quanto ao resto, perdeu faz muito tempo.Alguém em são consciência dos fatos, faria um tratamento em sua clínica, ou mesmo uma simples consulta! Só mesmo por curiosidade de ver o monstro "ao vivo".Quem tem a perder, ainda mais, é tão sómente ele.Como disse alguém neste Blog, "ele esta perdendo de goleada", mas digo mais, "ele ja perdeu, só esperamos o ápito final", enquanto isto tudo são dibres, que não valem nada no resultado final.Paciência! A punição virá. 20:58
Anônimo disse...
Não entendo nada sobre os trâmites da justiça. Mas será que qualquer um quando é chamado à Polícia para prestar esclarecimentos tem acesso à ministra do STF para protegê-lo da possibilidade de "falar bobagens"? O caso não está sendo investigado a nível Estadual? O que foi fazer na esfera Federal? Ou será que o advogado dele tem mais "amiguinhos" por lá? Como é esse lance de ampla defesa? Ele já vai na Polícia para se defender? Não haverá uma fase específica para isso? O Ministério Público nem o acusou... Ou será que ele está "enfiando a carapuça"? E os funcionários da clínica, serão ouvidos em que fase? Será que o STF vai consentir em que toooooodos sejam ouvidos e o acusado seja poupado e tenha o privilégio de só falar por último? O estranho é que no começo ele "gostava" de falar sobre o assunto, até publicou matéria assinada... Agora não quer mais falar por que?21:55
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:49  comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

O homem de 23 anos que confessou ter violentado e engravidado a enteada de nove anos, em Alagoinha (230 km de Recife), tentou se matar na prisão utilizando um fio de náilon para cortar os pulsos há cerca de uma semana.
De acordo com a Secretaria Executiva de Ressocialização do Estado, ele foi atendido após o companheiro de cela acionar a segurança do presídio de Pesqueira, município vizinho a Alagoinha. Os ferimentos foram superficiais.
O fato só foi divulgado nesta quarta-feira pela secretaria, que diz que vai aumentar o monitoramento e evitar novas tentativas de suicídio. De acordo com o superintendente estadual de Segurança Penitenciária, Isaac Vanderley, ele está deprimido e recebe atendimento psicológico.
O homem foi preso no dia 27. Segundo a polícia, ele confessou ter abusado sexualmente das duas enteadas --uma de nove anos e outra de 14 anos, que possui problemas mentais-- por cerca de três anos, desde o momento em que passou a morar com a família.
A mais nova, que possui 1,36 metro e 33 quilos, ficou grávida de gêmeos e foi submetida a um aborto na semana passada. Ela, a mãe e a irmã estão em um abrigo em local não divulgado. As meninas estão recebendo atendimento médico e psicológico. A mãe da menina diz que não pretende retornar com a família para Alagoinha.
O delegado que investiga o caso, Antônio Luiz Dutra, pediu à Justiça um prazo maior para concluir o inquérito. Ele diz que pretende ouvir novamente a mãe para investigar se ela foi conivente com o padrasto. No primeiro depoimento, ela negou ter conhecimento dos abusos.

Manifesto
O Fórum de Mulheres de Pernambuco realizou nos últimos dois dias uma caravana nas cidades da Zona da Mata Sul do Estado para conversar com as mulheres sobre o direito do aborto e sobre violência contra a mulher. A intenção do movimento é realizar a caravana em diferentes regiões todo mês.
RENATA BAPTISTA - da Agência Folha, em Recife


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:23  ver comentários (2) comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

RECIFE - Ao comemorar 472 anos nesta quinta-feira, a cidade de Recife relembra que boa parte de seu desenvolvimento, ao longo da história, se deve ao povo judeu. A cidade recebeu a primeira leva desses imigrantes ainda no século XVI. Na época, a Inquisição forçou a saída dos judeus chamados sefarditas, que viviam na Península Ibérica. Eles vieram na condição de cristãos-novos, com suas identidades disfarçadas.
Os judeus se integraram e transformaram a paisagem pernambucana. A primeira ponte construída no Recife e no Brasil, a Maurício de Nassau, teve como engenheiro um judeu, Baltazar da Fonseca. A rua do Bom Jesus, no Recife Antigo, um dos pontos mais visitados pelos turistas, foi aberta também por judeus. A primeira sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, fica no Recife.
Eles também trouxeram costumes que se incorporaram ao cotidiano dos pernambucanos. Varrer a casa da porta para dentro, contar as estrelas e fazer faxina na sexta-feira, por exemplo, são alguns deles.
O surgimento da primeira estrela marca o início de um novo dia pelo calendário judaico e por isso elas são contadas.
- Sexta-feira é considerado dia de faxina provavelmente por um costume de origem judaica. A limpeza é feita para receber o Shabat (dia do Descanso) não só espiritualmente, mas também preparando a atmosfera da casa para essa chegada - explica a historiadora Tânia Kaufman.

Varrer a casa de frente para trás é outro legado dos judeus.
- Eu varro começando da frente para trás. Porque dizem que, se for ao contrário, a gente está botando as pessoas para fora de casa - diz a estudante Maria Giane de Barros, moradora de Salgueiro, no Sertão pernambucano.
- Esse é um costume que é um respeito à mezuzá, uma caixinha onde há um dos mandamentos do judaísmo. A mezuzá é colocada no umbral direito da porta de entrada. É considerado desrespeito varrer a casa levando o lixo e passar por ela. Mas há uma outra explicação: o morto sai pela porta da frente da casa e é em respeito a essa passagem que o lixo não deve passar pela porta da frente - explica Tânia Kaufman.
Judeus foram donos de engenhos de açúcar
O período em que Maurício de Nassau esteve no Recife (entre 1637 e 1644), quando aceitou o convite da Companhia das Índias Ocidentais para assumir o governo no Brasil, foi o mais significativo. Na indústria açucareira, 30% dos engenhos de Pernambuco chegaram a pertencer a judeus ou cristãos-novos. Nassau ofereceu empréstimos para a recuperação desses engenhos de açúcar e respeitou as diferentes crenças religiosas.
- Esses cristãos-novos eram senhores de engenho, mas, principalmente, financiadores. Eles já estavam envolvidos com o comércio do açúcar na ilha da Madeira, e tinham uma renda - explica a pesquisadora Janaína Guimarães.
Segundo ela, o engenho Camaragibe, que deu origem à cidade de Camaragibe, o engenho Guerra, que hoje está situado ao lado da Refinaria, o engenho Apipucos, o engenho Torre, o engenho Madalena, todos pertenceram a cristãos-novos em algum momento. Isso está registrado em documentos históricos do período, incluindo também engenhos da Paraíba e Alagoas.
- O Recife, antes dos holandeses, era meramente o porto dos portugueses. Um porto com poucos armazéns e algumas casas de pescadores. Durante o período holandês, a área urbana da cidade foi expandida pelo menos cinco vezes. E desta expansão, pelo menos 20% das casas construídas nos aterros feitos no Recife foram feitas por mãos judias - afirma o pesquisador Daniel Breda.
Três séculos depois da primeira imigração, Pernambuco voltou a receber judeus. A partir de 1880, o Recife se tornou o porto de entrada para mais de 1,5 milhão de judeus que deixavam para trás suas casas na Romênia, Polônia e Rússia, fugindo da perseguição nazista na Europa Oriental.
- Várias aldeias judias foram incendiadas na Rússia apenas por diversão. Em países como Polônia e Áustria o anti-semitismo também vinha crescendo já no final do século XIX e início do século XX. Uma parte importante desses judeus que imigraram desses países termina no porto do Recife, onde constituem uma comunidade importante. Essa foi a segunda grande imigração de judeus para Pernambuco no Nordeste - diz a pesquisadora Cecília Legarda.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

SÃO PAULO - O resultado de um exame médico pode provocar uma reviravolta no caso de Andresa Calixto Sales, de 35 anos, que estaria grávida de gêmeos. Há cerca de 15 dias, ela deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. O SPTV teve acesso, com exclusividade, a um exame que contraria o que foi divulgado até agora. Uma cardiotocografia realizada por Andresa num hospital da zona sul da capital, nove dias antes do parto, mostra a frequência cardíaca de apenas um feto. Em casos de gravidez gemelar, o laudo do exame mostraria dois gráficos, em vez de um como está no documento.
Até o momento, todos os exames apresentados por Andresa à polícia e ao Ministério Público apontavam uma gestação de gêmeos. A polícia também está investigando o caso e quer ouvir a equipe médica que fez o parto.
Nesta quarta-feira Andresa foi ouvida pelo Ministério Público. Segundo o promotor, Sílvio Loubeh, ela disse que fez exames em pelo menos três hospitais públicos e todos comprovaram a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto mostra imagens dos bebês. O promotor disse que vai requerer os exames dos hospitais.
- O importante agora é conseguir os exames e mandá-los para a análise de peritos especialistas - afirma Loubeh.
A Secretaria Estadual da Saúde responsável pelo Hospital de Ferraz Vasconcelos informou que houve um erro no ultrassom.
- Pelo menos um exame, que está documentado, está equivocado. Agora o que a gente precisa é avaliar os outros exames, se é que existem, nos vamos avaliar oportunamente - afirma o assessor técnico da Secretaria de Saúde, Wladmir Taborda.
Andresa está internada num hospital de Itaquaquecetuba. No fim de semana, ela passou por um procedimento cirúrgico porque os pontos da cesariana se soltaram.

Família acredita em gravidez de gêmeos
A família de Andresa não duvida que de ela esperava gêmeos. De acordo com o marido dela, Rodrigo Triano, de 19 anos, todos os exames que estavam em poder da família já foram entregues ao Ministério Público e à polícia. Ele e outros familiares já prestaram depoimento. A equipe médica que participou do parto ainda deve ser ouvida. Sobre o depoimento de Andresa, Triano disse que ela revelou vários detalhes aos promotores.
- Ela contou, por exemplo, que pouco antes do parto, uma médica a examinou com um sonar e mostrou o batimento dos dois corações - afirmou Triano, que estava com a mulher, na tarde desta quarta-feira no hospital em Itaquaquecetuba. Ela só deve ter alta na próxima sexta-feira. - A gente quer saber o que ocorreu com o nosso filho. Ela foi internada à noite e nenhum familiar pode ficar. O médico pediu para a gente voltar às 9h do dia seguinte e, quando chegamos, o parto já tinha ocorrido, por volta das 8h40m. Às 9h20m, quando entrei na sala de parto, a médica ainda me mostrou o útero dela, que ainda estava aberto, dizendo que só tinha um bebê - afirma Triano.
O bebê Gabriel, que está com a avó paterna, foi registrado nesta terça-feira, quando completou 12 dias, na presença do advogado da família. Na próxima semana, ele deve passar por uma coleta de sangue para exame de DNA. O exame foi pedido pelo próprio Ministério Público em ação cautelar de produção antecipada de provas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:05  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:50  comentar

BRASÍLIA - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta projeto que reduz o direito à prisão especial previsto na legislação. Serão excluídos do texto pessoas com curso superior, padres, pastores, bispos evangélicos e pais de santo, entre outros. O texto segue para votação no plenário do Senado.
O projeto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, teve sua origem na proposta elaborada, em 2000, por uma comissão de juristas criada pelo Poder Executivo.
O substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), prevê que o rol de pessoas que passam a ter direito à prisão especial, bem mais restrito, será integrado por pessoas com as seguintes atribuições: ministros de Estado; governadores, senadores, deputados federais e estaduais; prefeitos e vereadores; membros das Forças Armadas; magistrados, delegados e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública; membros dos tribunais de Contas; e cidadãos que já tiveram exercido efetivamente a função de jurado, salvo quando excluídos dessa lista por motivo de incapacidade para o exercício da função.
- O objetivo é igualar o cumprimento da pena, sem distorções. Por que o Pimenta Neves tem direitos que uma pessoa que não tem curso superior não tem? - disse Demóstenes Torres.
A matéria também apresenta algumas modificações no Código Penal como a implantação do monitoramento eletrônico de presos beneficiados por indultos.
Outra medida destina-se a ampliar os valores de fiança, especialmente para quem cometer o chamado crime do colarinho branco (como um desfalque a bancos, por exemplo). Nesse caso, o juiz poderá fixar fiança máxima de R$ 93 milhões. A proposta determina ainda que a autoridade policial somente poderá conceder fiança nos casos de infração cuja pena privativa de liberdade máxima não seja superior a quatro anos. Substitutivo diz que prisão também deve ser comunicada ao MP
O texto ainda estabelece a necessidade de a prisão ser também comunicada ao Ministério Público. O texto também eleva para 80 anos a idade em que pessoa submetida a prisão preventiva poderá, por decisão do juiz, contar com a substituição dessa medida pela prisão domiciliar (atualmente a idade é de 70 anos). A proposta estabelece ainda que a prisão preventiva terá duração máxima de 180 dias em cada grau de jurisdição.


tags: