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11.3.09

RIO - Cerca duas décadas depois de se tornar município, finalmente Belford Roxo vai conhecer o rosto de seu patrono. O município não tem bustos, estátuas nem fotos do engenheiro que, ao lado de Paulo de Frontin, conseguiu a proeza de trazer, em apenas seis dias, água ao Rio de Janeiro - isso em pleno século XIX. Hoje, no entanto, a história do então inspetor geral de Obras Públicas Raymundo Teixeira Belford Roxo permanece esquecida.
Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

A reprodução do medalhão foi cedida o site do GLOBO pelo Clube de Engenharia do Rio de Janeiro


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:10  comentar


RIO - Cerca duas décadas depois de se tornar município, finalmente Belford Roxo vai conhecer o rosto de seu patrono. O município não tem bustos, estátuas nem fotos do engenheiro que, ao lado de Paulo de Frontin, conseguiu a proeza de trazer, em apenas seis dias, água ao Rio de Janeiro - isso em pleno século XIX. Hoje, no entanto, a história do então inspetor geral de Obras Públicas Raymundo Teixeira Belford Roxo permanece esquecida.
Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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RIO - Cerca duas décadas depois de se tornar município, finalmente Belford Roxo vai conhecer o rosto de seu patrono. O município não tem bustos, estátuas nem fotos do engenheiro que, ao lado de Paulo de Frontin, conseguiu a proeza de trazer, em apenas seis dias, água ao Rio de Janeiro - isso em pleno século XIX. Hoje, no entanto, a história do então inspetor geral de Obras Públicas Raymundo Teixeira Belford Roxo permanece esquecida.
Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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RIO - Cerca duas décadas depois de se tornar município, finalmente Belford Roxo vai conhecer o rosto de seu patrono. O município não tem bustos, estátuas nem fotos do engenheiro que, ao lado de Paulo de Frontin, conseguiu a proeza de trazer, em apenas seis dias, água ao Rio de Janeiro - isso em pleno século XIX. Hoje, no entanto, a história do então inspetor geral de Obras Públicas Raymundo Teixeira Belford Roxo permanece esquecida.
Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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RIO - Cerca duas décadas depois de se tornar município, finalmente Belford Roxo vai conhecer o rosto de seu patrono. O município não tem bustos, estátuas nem fotos do engenheiro que, ao lado de Paulo de Frontin, conseguiu a proeza de trazer, em apenas seis dias, água ao Rio de Janeiro - isso em pleno século XIX. Hoje, no entanto, a história do então inspetor geral de Obras Públicas Raymundo Teixeira Belford Roxo permanece esquecida.
Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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Leia artigo de Eloy dos Santos sobre a história de Belford Roxo e sobre a mudança na grafia de seu nome
- Com a exceção de uma escola que se chama Belford Roxo, as pessoas pouco sabem da história do patrono da cidade, que era um visionário - afirmou o historiador William Campos, atual secretário de Educação da cidade.


Para o prefeito Alcides Rolim, o aparecimento da imagem do engenheiro, que traz à tona toda sua história, é um acontecimento positivo para os moradores do município, que de acordo com o IBGE é atualmente o quarto mais pobre do estado.
- Finalmente o patrono do município de Belford Roxo tem rosto. A auto-estima dos nossos moradores está mais valorizada. Podemos olhar com orgulho esse retrato de um dos maiores gênios da engenharia brasileira. Em meu discurso de posse cheguei a citar o trabalho e as realizações do nosso patrono como um exemplo a seguir. Vejo a localização de seu retrato como um bom presságio. É um bom sinal para todos nós - afirmou.
A façanha de encontrar a imagem, que já era motivo de gozação entre os moradores da cidade, coube ao jornalista da Secretaria de Comunicação de Belford Roxo Eloy dos Santos e à museóloga Priscila Felipe Ribeiro, do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi a partir de um pedido de pesquisa feito por Eloy que a museóloga conseguiu localizar um medalhão com as gravuras.


- Ele foi o primeiro a pedir essa pesquisa. Foi então que eu encontrei a medalha. Ela faz parte do arquivo do Clube de Engenharia, que está sendo todo organizado e, em breve, deve ser aberto ao público. No entanto, não foram encontradas fotos, apenas o medalhão - explicou Priscila, que lembrou que agora eles devem pesquisar a origem do medalhão e como ela veio parar nos arquivos do Clube de Engenharia.
O jornalista contou que foi a partir de uma curiosidade pessoal que resolveu começar a pesquisa. Foram mais de cinco meses à procura da imagem até finalmente conseguir localizar o medalhão. Ele chegou a fazer buscas na Biblioteca Nacional e em livros antigos, mas sem sucesso. - É parte da minha 'obsessão' em resgatar figuras históricas que estão no limbo da historiografia deste país sem memória. Além disso, em meu contato pessoal com muitos belford-roxenses ouvi sempre uma mesma frase: 'a gente vive numa cidade com um patrono sem rosto! Como seria esse Belford Roxo?' - lembrou.
De acordo com o secretário de Educação do município, a partir deste mês a cidade terá uma série de atividades envolvendo a história de seu patrono. De acordo com William Campos, até outubro, quando será realizada a prova Brasil, Serão realizadas festas, concursos e até torneios desportivos que vão girar em torno do nome de Belford Roxo.

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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
A criança foi encontrada sem roupa no local. A polícia suspeita de que ela tenha sofrido violência sexual. Peritos do Instituto Carlos Éboli foram ao local examinar o corpo para confirmar a informação. O local onde a criança foi encontrada fica próximo a uma pequena comunidade localizada atrás do antigo laboratório da Shering.


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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
A criança foi encontrada sem roupa no local. A polícia suspeita de que ela tenha sofrido violência sexual. Peritos do Instituto Carlos Éboli foram ao local examinar o corpo para confirmar a informação. O local onde a criança foi encontrada fica próximo a uma pequena comunidade localizada atrás do antigo laboratório da Shering.


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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
A criança foi encontrada sem roupa no local. A polícia suspeita de que ela tenha sofrido violência sexual. Peritos do Instituto Carlos Éboli foram ao local examinar o corpo para confirmar a informação. O local onde a criança foi encontrada fica próximo a uma pequena comunidade localizada atrás do antigo laboratório da Shering.


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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
A criança foi encontrada sem roupa no local. A polícia suspeita de que ela tenha sofrido violência sexual. Peritos do Instituto Carlos Éboli foram ao local examinar o corpo para confirmar a informação. O local onde a criança foi encontrada fica próximo a uma pequena comunidade localizada atrás do antigo laboratório da Shering.


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RIO - Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na manhã desta quarta-feira, um homem apontado como assassino de uma menina de 5 anos em Curicica, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Wanderlei Moraes Alves, o suspeito foi levado para a 32ª DP (Jacarepaguá). A menina Vitória de Souza Santos desapareceu no último sábado quando brincava com outras crianças na Rua Recanto do Outeiro e seu corpo foi encontrado num valão no dia seguinte.
A criança foi encontrada sem roupa no local. A polícia suspeita de que ela tenha sofrido violência sexual. Peritos do Instituto Carlos Éboli foram ao local examinar o corpo para confirmar a informação. O local onde a criança foi encontrada fica próximo a uma pequena comunidade localizada atrás do antigo laboratório da Shering.


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RIO - A Polícia Federal prendeu 72 pessoas suspeitas de participar de quadrilha internacional de tráfico de animais no Rio de Janeiro e em mais oito estados. Somente no Rio, foram 42 presos. Ao todo, foram expedidos 102 mandados de prisão em todo o Brasil, 59 deles no Rio. A organização criminosa traficava animais silvestres para o exterior e para comércio nas feiras de Caxias, Honório Gurgel e Areia Branca, no Estado do Rio. A polícia estima que o bando chegava a negociar 500 mil animais por ano.
No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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RIO - A Polícia Federal prendeu 72 pessoas suspeitas de participar de quadrilha internacional de tráfico de animais no Rio de Janeiro e em mais oito estados. Somente no Rio, foram 42 presos. Ao todo, foram expedidos 102 mandados de prisão em todo o Brasil, 59 deles no Rio. A organização criminosa traficava animais silvestres para o exterior e para comércio nas feiras de Caxias, Honório Gurgel e Areia Branca, no Estado do Rio. A polícia estima que o bando chegava a negociar 500 mil animais por ano.
No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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RIO - A Polícia Federal prendeu 72 pessoas suspeitas de participar de quadrilha internacional de tráfico de animais no Rio de Janeiro e em mais oito estados. Somente no Rio, foram 42 presos. Ao todo, foram expedidos 102 mandados de prisão em todo o Brasil, 59 deles no Rio. A organização criminosa traficava animais silvestres para o exterior e para comércio nas feiras de Caxias, Honório Gurgel e Areia Branca, no Estado do Rio. A polícia estima que o bando chegava a negociar 500 mil animais por ano.
No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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RIO - A Polícia Federal prendeu 72 pessoas suspeitas de participar de quadrilha internacional de tráfico de animais no Rio de Janeiro e em mais oito estados. Somente no Rio, foram 42 presos. Ao todo, foram expedidos 102 mandados de prisão em todo o Brasil, 59 deles no Rio. A organização criminosa traficava animais silvestres para o exterior e para comércio nas feiras de Caxias, Honório Gurgel e Areia Branca, no Estado do Rio. A polícia estima que o bando chegava a negociar 500 mil animais por ano.
No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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No condomínio Americas Park, na Barra da Tijuca, a polícia conseguiu prender o suspeito de ser o principal articulador da venda internacional. O tcheco Tomas Novotny, porém, nega as acusações.
De acordo com a PF, a rota internacional funcionava com a ajuda de vários grupos. Os animais capturados no Maranhão seguiam por via terrestre até a Bahia e depois de avião para Portugal e República Tcheca. O pagamento era recebido pela namorada de Tomas em Belo Horizonte.
Em Duque de Caxias, Ana Rita de Oliveira, de 68 anos, também foi presa. Dona Ana, como é chamada pelos comparsas, seria chefe de um dos grupos que atuava na venda de animais na feira de Caxias.
Pelo menos 450 agentes federais participam da ação que cumpre também 140 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Maranhão, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há procurados também em Portugal, Suíça e Republica Tcheca.
Entre as espécies mais negociadas estão diversos tipos de aves, jibóias, onças-pintadas, veados-mateiros e macacos-prego.
De acordo com o Ministério Público, a feira de Caxias é um dos principais pontos de venda de animais silvestres no país. Grande parte dos animais vendidos vêm do Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, onde atuam duas grandes quadrilhas de caçadores. Eles vendem a diversos grupos de comerciantes intermediários, que revendem os animais tanto para consumidores finais quanto para outros comerciantes que atuam em feiras. A feira de Caxias recebe ainda animais do Pará, Bahia, Uberlândia, Paraná e São Paulo, onde também atuam quadrilhas de caçadores e intermediários.

Policiais militares participavam da quadrilha
Pelo menos quatro policiais militares participavam da venda de animais, sendo que alguns tiveram a prisão preventiva decretada. Também havia a participação de funcionários de empresas de ônibus, que auxiliam os intermediários no transporte clandestino, intermunicipal ou interestadual, nos compartimentos de cargas. O grupo de caçadores da Reserva do Tinguá, que inicialmente supunha-se ser a origem dos animais, atua principalmente na caça esportiva e no fornecimento de carnes exóticas para restaurantes locais.
Grande parte dos réus tem antecedentes em crimes ambientais, caçando há muito tempo, sendo este o principal motivo da decretação das prisões preventivas. Alguns foram presos em flagrante durante a investigação e mesmo assim continuaram a praticar crimes depois de soltos. Os presos usavam formas cruéis de captura e transporte, muitas vezes confinando centenas de animais em pequenas caixas. Quando verificavam que seriam alvos de fiscalização, livravam-se dos animais mutilando suas asas ou dando descarga. Quase todos os investigados negociavam animais em extinção.
De acordo com o procurador da República responsável pela investigação, Renato Machado, os detidos devem responder por caça ilegal com a agravante de que os animais estão em extinção e provinham de unidades de conservação. Outros crimes imputados são maus-tratos aos animais, receptação e formação de quadrilha. Os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, onde serão ouvidos.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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RIO - Seis bandidos armados com facas e pistolas invadiram uma casa durante a madrugada desta quarta-feira na Rua Ermenegildo de Barros, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa. No início da tarde, a polícia já havia identificado uma parte do bando. Os bandidos fizeram quatro pessoas reféns por cerca de duas horas e meia. No assalto, os criminosos roubaram uma série de objetos de valor, entre celulares, dinheiro e DVDs. O bando fugiu no carro de uma das vítimas, que foram levadas para a 7ª DP (Santa Teresa). As duas jovens que sofreram violência sexual, têm idade entre 19 e 24 anos. Elas foram encaminhadas para exame de corpo de delito.
O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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O prédio invadido fica no mesmo terreno onde funciona uma casa de eventos culturais e artísticos. A polícia acredita que os bandidos tenham entrado pela mata que fica nos fundos do terreno. O delegado titular da 7ª DP (Santa Teresa), Marco Antônio da Silva, disse que os bandidos que invadiram o casarão na Rua Ermenegildo de Barros seriam os mesmos que invadiram uma casa na madrugada de terça-feira no bairro, fazendo uma moradora refém.
Pela manhã, o delegado esteve no casarão assaltado em Santa Teresa. Peritos também foram ao local para fazer um novo exame. Policiais militares também voltarão ao local do crime para fazer buscas na região. Ninguém foi preso até o momento.
Os moradores da Rua Hermenegildo Barros reclamam que, frequentemente, há cortes de energia e problemas de falta de iluminação na via. Segundo eles, pouco antes do crime, faltou energia nas casas, das 23h25m até 1h da madrugada. Eles contam que já reclamaram na Light, mas o problema ainda é constante e prejudica a seguarança no bairro.
O comandante responsável pelo batalhão policial que cuida do bairro, coronel Sérgio Mendes, disse à Rádio CBN que a Polícia Militar vem fazendo um policiamento preventivo mas, por Santa Teresa ser um bairro residencial, fica muito vulnerável a ação de bandidos.

Segundo assalto a residência no bairro
Foi o segundo assalto no bairro nesta semana. Na segunda-feira, seis homens armados assaltaram uma casa na Estrada Dom Joaquim Mamede, também em Santa Teresa. A moradora contou que viveu momentos de tensão, mas que não foi agredida. Armados com facas e pistolas, os ladrões invadiram a casa pelo andar térreo, pulando o muro, e mantiveram a moradora Maria do Rosário de Almeida Braga sob a mira das armas.
Os frequentes assaltos em Santa Teresa fizeram com que a a Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast) marcasse um debate sobre a segurança pública no bairro. Segundo os representantes da associação, o objetivo é buscar alternativas para combater os assaltos contra moradores e turistas no bairro. O encontro será às 19h do próximo dia 12, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo.


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BRASÍLIA - A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desta quarta-feira incluiu um "Chaves" no nome do príncipe Charles. Segundo a agenda de Lula, o príncipe de Gales - que se chama Charles Philip Arthur George Mountbatten-Windsor - seria "Charles Philip Arthur Chaves". No final da manhã, o erro foi corrigido. Lula receberá o príncipe às 17h30m.
Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
Esta é a quarta visita de Charles ao Brasil e a primeira na companhia de Camilla. Ele já esteve aqui em 1978, 1991 e 2002.


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BRASÍLIA - A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desta quarta-feira incluiu um "Chaves" no nome do príncipe Charles. Segundo a agenda de Lula, o príncipe de Gales - que se chama Charles Philip Arthur George Mountbatten-Windsor - seria "Charles Philip Arthur Chaves". No final da manhã, o erro foi corrigido. Lula receberá o príncipe às 17h30m.
Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
Esta é a quarta visita de Charles ao Brasil e a primeira na companhia de Camilla. Ele já esteve aqui em 1978, 1991 e 2002.


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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
Esta é a quarta visita de Charles ao Brasil e a primeira na companhia de Camilla. Ele já esteve aqui em 1978, 1991 e 2002.


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Herdeiro do trono britânico, o príncipe Charles e sua mulher, Camilla Parker Bowles, duquesa da Cornualha, serão recebidos, também nesta quarta-feira, pelos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer. Mudanças climáticas, desmatamento da Amazônia e proteção do meio ambiente devem ser os temas predominantes na conversa.
O príncipe Charles e Camila visitarão ainda, Rio de Janeiro, Manaus e Santarém (PA). De acordo com a embaixada britânica, durante a estada no Brasil, se reunirão com líderes empresariais brasileiros e britânicos, a fim de aproveitar a experiência da comunidade de negócios no combate às mudanças climáticas. Depois irão para o Equador.
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RIO - O modelo americano David Goldman, que disputa a guarda de seu filho com a brasileira Bruna Bianchi, já falecida , chegou no fim da manhã desta quarta-feira ao Hotel Marriot, em Copacabana, na Zona Sul. Ele está sendo escoltado por uma agente da Polícia Federal, que o recebeu no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Goldman veio dos Estados Unidos para fazer exames pedidos pela Justiça brasileira e tem um encontro com o filho.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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RIO - O modelo americano David Goldman, que disputa a guarda de seu filho com a brasileira Bruna Bianchi, já falecida , chegou no fim da manhã desta quarta-feira ao Hotel Marriot, em Copacabana, na Zona Sul. Ele está sendo escoltado por uma agente da Polícia Federal, que o recebeu no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Goldman veio dos Estados Unidos para fazer exames pedidos pela Justiça brasileira e tem um encontro com o filho.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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RIO - O modelo americano David Goldman, que disputa a guarda de seu filho com a brasileira Bruna Bianchi, já falecida , chegou no fim da manhã desta quarta-feira ao Hotel Marriot, em Copacabana, na Zona Sul. Ele está sendo escoltado por uma agente da Polícia Federal, que o recebeu no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Goldman veio dos Estados Unidos para fazer exames pedidos pela Justiça brasileira e tem um encontro com o filho.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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RIO - O modelo americano David Goldman, que disputa a guarda de seu filho com a brasileira Bruna Bianchi, já falecida , chegou no fim da manhã desta quarta-feira ao Hotel Marriot, em Copacabana, na Zona Sul. Ele está sendo escoltado por uma agente da Polícia Federal, que o recebeu no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Goldman veio dos Estados Unidos para fazer exames pedidos pela Justiça brasileira e tem um encontro com o filho.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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RIO - O modelo americano David Goldman, que disputa a guarda de seu filho com a brasileira Bruna Bianchi, já falecida , chegou no fim da manhã desta quarta-feira ao Hotel Marriot, em Copacabana, na Zona Sul. Ele está sendo escoltado por uma agente da Polícia Federal, que o recebeu no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Goldman veio dos Estados Unidos para fazer exames pedidos pela Justiça brasileira e tem um encontro com o filho.
David soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.
A diplomacia brasileira quer evitar uma saia justa e com isso desviar a reunião de temas considerados importantes para o Brasil, como os desdobramentos da crise financeira internacional. O grupo que mantém um site bilíngue de apoio a David Goldman organiza uma manifestação em frente à Casa Branca durante o encontro entre os dois presidentes. Eles pretendem fretar três ônibus para levar 200 manifestantes de New Jersey e Nova York até Washington. Mas Goldman não deverá estar presente.
David tenta recuperar o filho desde 2004, quando Bruna viajou para o Rio durante uma visita aos pais e não voltou mais aos Estados Unidos. Em agosto do ano passado ela morreu ao dar à luz a primeira filha com o novo marido, o advogado João Paulo Lins e Silva, que hoje detém a guarda do garoto. O caso foi parar nas grandes redes de TV e jornais dos EUA. A história foi tema especial nos programas Larry King Live e NBC Today Show, onde a secretária de Estado, Hillary Clinton, transformou a briga em um assunto diplomático.


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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

Assista ao vídeo que mostra como o depoimento de crianças é tomado




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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

Assista ao vídeo que mostra como o depoimento de crianças é tomado




link do postPor anjoseguerreiros, às 13:08  ver comentários (4) comentar

O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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O cantor de pagode, ex-cantor gospel, Evandro Gomes Correia, 35 anos, está foragido da polícia desde o final do ano passado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público, por homicídio qualificado pela morte da ex-mulher, Andréia Cristina Nóbrega Bezerra, de 31 anos, e tentativa de homicídio do filho do casal, de 6 anos.
Andréia e o filho caíram do terceiro andar do prédio onde moravam, em Guarulhos, de uma altura de aproximadamente sete metros. Segundo o promotor Marcelo Alexandre de Oliveira, autor da denúncia, Evandro agrediu fisicamente a ex-mulher e anunciou que mataria ela e o filho. Desesperada, Andréia pegou Lucas e pulou da janela.
- Se ela não tivesse se atirado, ele teria matado os dois com a faca - disse o promotor.
A polícia concluiu nas investigações que Andréia soltou Lucas sobre o parapeito do prédio, e em seguida se jogou, para escapar do ex-marido. A queda da criança foi amortecida. Lucas sofreu fratura no maxilar e ficou cinco dias internado.
Imagens gravadas pela câmera de segurança do prédio mostram o momento em que Evandro deixou o prédio, sem olhar para o corpo da mulher ou para o local onde populares tentavam resgatar seu filho. Algumas horas após a tragédia, Evandro chegou à porta da delegacia, mas acabou desistindo de se apresentar porque soube que seria preso em flagrante.
O cantor concedeu entrevistaao jornal Diário de S.Paulo., onde chegou a afirmar que Andréia teria se matado e tentado matar o filho.
- Minha vida virou de ponta cabeça. Não consigo dormir, não posso ver meu filho, trabalhar, nem sair mais na rua - diz ele.
O advogado de defesa do cantor, Ademar Gomes, diz que o único crime eventualmente cometido por seu cliente seria o de omissão de socorro.
- O crime eventualmente cometido por Evandro, de omissão de socorro, tem pena de um a seis meses ou pagamento de multa. Portanto, não existe razão para um pedido de prisão preventiva. Se for denunciado, deverá se beneficiar de acordo com a lei 9.099 (crimes leves)- diz o advogado.

A verdade
O filho do cantor foi ouvido por psic[ologas, com todo apoio emocional necessário e confirmou que o pai espancou a mãe e a ameçou com uma faca, tendo inclusive feito o desenho da cena.

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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:52  comentar

MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

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Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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MP e CPI da Pedofilia deflagram ação contra abuso sexual em SP
O Ministério Público Estadual e a CPI da Pedofilia realizam uma grande operação para prisão de acusados em três cidades paulistas nesta quarta-feira: São José do Rio Preto, Catanduva e São Paulo.
Segundo o site "Passando a Limpo", o clima é de tensão e desespero em algumas casas catanduvenses. Logo pela manhã, policiais de São José do Rio Preto chegaram à Catanduva para o cumprimento de cinco mandados de prisão contra os suspeitos de pertencerem à rede de pedofilia que está sendo investigada na cidade. Todo o quarteirão do prédio onde o usineiro mora estava cercado por policiais que revistaram tudo, inclusive moradores que entravam e saíam. Na casa do bosque, onde reside um médico e seu filho, ninguém atendeu os policiais. Porém, há informações de que teria sido chamado um chaveiro para abrir as portas e portões. Em São Paulo, um rapaz já está detido e sendo encaminhado para a delegacia de Polícia.

Jornal Notícias da Manhã
Duas pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira, dia 11 de março, por suposto envolvimento com rede de pedofilia em Catanduva. Operação designada pelo D-Inter 5, de São José do Rio Preto cumpre na cidade 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro de prisão.
Nas primeiras horas do dia, viaturas de polícia acompanhadas com promotores de justiça cercaram o apartamento de um averiguado, na Rua Alagoas, e a casa do médico, na Rua São Joaquim da Barra.
A polícia entrou no apartamento da Alagoas e levou de lá documentos. Informações extra-oficiais dão conta de que o averiguado não estava no local. Na casa do médico, os policiais tiveram que pular o muro para conseguir entrar. De lá levaram a CPU de um computador, vídeos e fotografias.
Desde as 10 horas, duas viaturas e um promotor de justiça estão em uma residência da Rua Santa Catarina, onde residiria a mãe de um dos averiguados. A polícia aguarda no local um mandado para poder entrar na casa, já que os proprietários não estão no local.
Promotores de São Paulo acompanham a operação em Catanduva. Um dos presos foi removido agora de manhã do Fórum de Catanduva para São José do Rio Preto. O outro estaria detido na Capital Paulista.
Informações oficiais sobre a operação e os presos somente serão transmitidas a imprensa após o término da operação em entrevista coletiva que será realizada em São José do Rio Preto.
Para vereador, caso tomou proporções políticas
O vereador Marcos Crippa (PTB) criticou na sessão da Câmara Municipal de terça-feira, dia 10, o prefeito Valdomiro Lopes (PSB), de São José do Rio Preto, por ter oferecido ônibus para transportar pessoas de Catanduva para depor na CPI. Disse que o assunto tomou proporções políticas.
“Nos preocupa, nos coloca numa situação vergonhosa, difícil. Catanduva hoje está com o nome jogado no lixo, na lama. O que nos preocupa de forma contundente é que nós estamos vendo pessoas que não tem nada a ver com a história sendo acusadas”, lamentou. Acusou Valdomiro Lopes. “Não tenho fontes, mas o prefeito queria que CPI fosse a Rio Preto ouvir pessoas de Catanduva. Manda ele cuidar da cidade dele”, exaltou.
Crippa falou do padre Jeová, cuja notícia foi veiculada na TV Record. “Pessoas que não tem nada a ver com a história acharam meio de colocá-lo junto no crime. No domingo, na televisão, apareceu o caso do padre Jeová. Ligaram fatos do padre Jeová aos casos de pedofilia”. Criticou o senador Romeu Tuma (PTB), membro da CPI da Pedofilia: “Declaração do senador, sem saber a verdade da história. Houve manifestação da própria juíza e do bispo sobre o padre Jeová. Tuma declarou que vão ouvir o padre. Onde queremos chegar? Qualquer informação que for passada será esse estardalhaço.”
O parlamentar cobrou ação da comissão dos direitos humanos. “Cadê a comissão que não vai até essas famílias? Vai esperar liquidá-las? A imprensa nacional está tirando proveito disso. Alguém é culpado por isso. Alguém deve ser responsabilizado. Estão ligando fatos e colocando todo mundo no mesmo lugar. Famílias estão sendo destruídas. Quem fez tem que pagar por isso, ser responsabilizado, condenado”, enfatizou.
Disse que o advogado do padre Jeová frisou que é de interesse da TV Record falar dos padres. “Onde nós estamos? São pessoas, seres humanos que estão sendo acusados. Já foram condenados, em exposição para o mundo.”
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:27  comentar

Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Para o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, o estupro cometido pelo padrasto da menina de 9 anos que estava grávida de gêmeos não é mais grave que o aborto. A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), no lançamento da Campanha da Fraternidade 2009. Dando continuidade às polêmicas a respeito da interrupção da gravidez da garota de Alagoinha, no Agreste de Pernambuco, ele chegou a comparar o procedimento, realizado no Centro de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife, ao Holocausto, massacre de nazistas que matou seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Na quarta-feira (4), dia em que a gravidez foi interrompida, Dom José disse que todos que participaram do aborto e o apoiaram estavam automaticamente excomungados da Igreja Católica, mas declarou que o padrasto da menina, que está preso no Agreste e será indiciado por estupro, não poderia ser punido com a excomunhão.
“Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão. Foi um pecado gravíssimo, mas, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente”, enfatizou.
Como após as declarações da Arquidiocese o caso da menina repercutiu nos principais jornais do mundo, até mesmo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou indignação com o discurso do arcebispo, chegando a ser mais contundente que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defendeu os médicos que fizeram o aborto legal.
“Como cristão e como católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse. Não é possível que uma menina estuprada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida”, declarou Lula durante o lançamento do Programa Território de Paz, em Vitória, no Espírito Santo.
Reunidas em Fortaleza, no Ceará, entidades médicas divulgaram moção de apoio à equipe do Cisam e criticaram a interferência da Igreja. “Repudiamos a postura de julgamento religioso dos profissionais pelo representante maior da Igreja Católica em Pernambuco, que lembra os tempos da Inquisição”, diz o documento.
A garota recebeu alta do Cisam na manhã de sexta-feira (6), quando seguiu com a mãe para um abrigo providenciado pela Secretaria Executiva da Mulher. A irmã mais velha da menina, que é deficiente e também foi violentada, foi trazida do interior para a capital pernambucana nesta sexta.
Do JC Online - Penambuco
Com informações do Jornal do Commercio e de Agências
Veja o que diz à respeito o blog Interzone
O arcebispo de Olinda, dom José Cardoso Sobrinho, declara:
"Eu não excomunguei os envolvidos no aborto da Menina de 9 Anos. "
É verdade. A imprensa, por desconhecimento dos ritos e leis canônicas da Igreja Católica, distorceu um pouco os fatos, ao publicar que o arcebispo excomungou os envolvidos. Ele apenas anunciou que, segundo as leis da Igreja, eles estariam excomungados. Isso se forem católicos. O caso está repercutindo até fora do Brasil, porque uma sentença de excomunhão anunciada pela Igreja Católica sempre provoca surpresa e choque no meio religioso, já que a Igreja costuma ser bem tolerante com as faltas de seus fiéis e, somente em casos drásticos, costuma expulsá-los de suas fileiras.
Porém, o que aconteceu com os médicos e a mãe da menina trata-se de uma penalidade "latae sententiae", ou seja, um caso de excomunhão automática no qual o fiel torna-se imediatamente um "excomungado" no exato momento em que comete o delito (ou pecado) condenado pela Igreja católica.
São passíveis de receber a excomunhão por "latae sententiae", os fiéis católicos que:

■ profanarem as espécies sagradas (o pão e o vinho consagrados);■ praticarem violência física contra o Sumo Pontíficie;■ (no caso de ser um sacerdote) absolverem em confissão o seu cúmplice no pecado da carne (sexo) ;■ (no caso de ser um bispo ou arcebispo) consagrarem ilícitamente outro bispo sem mandato pontifical;■ (no caso de ser um confessor) violarem diretamente o segredo da Confissão (contar a um terceiro os pecados que o fiel disse-lhe no confessionário);■ Cometerem apostasia: Segundo o código do Direito Canônico de 1983, atualizado em 1998, apostasia é o repúdio total à fé cristã, ou a recusa em submeter-se à autoridade do Papa ou à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos;■ Praticarem a Heresia;■ se tornarem cismáticos;■ praticarem abortos

A excomunhão é uma das sanções mais graves que podem ser aplicadas a um seguidor do catolicismo. Na religião católica, excomungar é expulsar oficialmente um membro da Igreja (fiel comum ou religioso) e negar-lhe explicitamente a esperança de salvação que Cristo ofereceu a todos os homens. Na crença católica, se você morrer excomungado, você estará automaticamente além de toda salvação, porque não estará mais ligado ao Corpo Místico de Cristo, que é a união de todas as almas com o espírito de Deus, através da comunhão dos Santos. Isto é, a comunhão de todos aqueles que crêem em Deus e em Jesus Cristo como seu salvador. Reter ou expulsar um fiel faz parte de um daqueles direitos que Jesus concedeu aos seus apóstolos quando falou em "ligar e desligar" na terra e no Céu. Ou em perdoar pecados ou rete-los. Muitos católicos ignoram, por exemplo, que o confessor tem o direito de negar-lhe a absolvição, caso suspeite que não exista realmente arrependimento naquela confissão. E se não houver arrependimento, então não pode haver absolvição. Naquele seriado OZ, por exemplo, existe uma cena em que o padre nega explicitamente a absolvição a um prisioneiro.Quanto eu era criança, as minhas amiguinhas de outras religiões diziam que para as meninas católicas era tudo muito fácil. Bastava pecar e depois ir na igreja confessar que estará tudo certo. Nossa! Como é fácil ser católica e blá, blá, blá. Bom... Elas não sabiam e eu também não, mas descobri depois que não é tão fácil assim. Nem tão simples. Deus é bom e perdoa sempre, porém não é burro.A confissão não envolve apenas arrependimento ou vontade de se purificar de uma culpa. Ela envolve conversão, ou seja, a vontade sincera de mudar de vida e não voltar a cometer novamente o erro praticado. Se não existir essa intenção, ou, pelo contrário, se o católico vai se confessar de forma mal intencionada, pretendendo sair da Igreja e voltar a praticar tudo novamente, sua confissão será inválida. Você pode enganar seus pais, seus amigos, sua congregação, o sacerdote e até mesmo sua própria consciência, porém não pode enganar a Deus.A mesma coisa acontece com a excomunhão. Alguns amigos no Orkut perguntaram: "Mas e daí? Os padres acaso pedirão carteirinha de sócio para negar ao excomungado o acesso a uma missa ou aos sacramentos?"Lógico que não. Se o padre souber da condição do excomungado, certamente negar-lhe-á os sacramentos, mas, mesmo no caso do excomungado enganar o sacerdote e recebe-los, eles não serão válidos. Pior, se ele insistir em agir assim estará incorrendo em profanação (no caso de ir à missa e receber a comunhão, por exemplo), aumentando ainda mais o seu pecado diante das leis religiosas. Outro exemplo é se ele se casar na Igreja. Nesse caso o seu casamento não será válido e se a sua condição for descoberta, será anulado oficialmente; se o excomungado receber a Unção dos enfermos ou o Crisma, ídem. Também não serão válidos.É que, segundo a doutrina, os sacramentos só concendem a graça divina aqueles que estão unidos ao corpo de cristo, assim o católico só poderá a usufuir plenamente da graça concedida através dos sacramentos se a pena da excomunhão for retirada.
Lógico que, para aqueles que não acreditam ou não são católicos, isso tudo não passa de bobagem, porém, para os católicos praticantes, a ameaça de excomunhão é assustadora.
Update:Porém, nota-se que até mesmo entre aqueles auto-denominados "praticantes" a ameaça de excomunhão não parece ser levada muito à sério. O médico que praticou o aborto, por exemplo, se diz católico praticante e não parece preocupado diante do anúncio de sua excomunhão.Segundo ele, é a segunda vez que lhe anunciam isso.O motivo é que os católicos em geral, mesmo aqueles que vivem enfiados debaixo das franjas das batinas dos bispos, desconhecem completamente os fundamentos (e até mesmo absurdos) de sua fé. Creem através de osmose. A fé deles não é amadurecida. Creio que de todos os católicos existentes no mundo, praticantes mesmo, aqueles que realmente conhecem os fundamentos de sua fé e os aceitam, somente uns 5%. Ou menos.
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Subiu para 15 o número de mortos na tragédia em uma escola alemã, nesta quarta-feira, na cidade de Winnenden, a 20 km de Stuttgart (sudoeste da Alemanha). O atirador, um jovem de 17 anos, ex-aluno da escola segundo as autoridades, foi morto pela polícia em uma troca de tiros a 40 quilômetros da escola. Dois policiais foram feridos pelo criminoso.
Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Subiu para 15 o número de mortos na tragédia em uma escola alemã, nesta quarta-feira, na cidade de Winnenden, a 20 km de Stuttgart (sudoeste da Alemanha). O atirador, um jovem de 17 anos, ex-aluno da escola segundo as autoridades, foi morto pela polícia em uma troca de tiros a 40 quilômetros da escola. Dois policiais foram feridos pelo criminoso.
Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Fabrizio Bensch/Reuters

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O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Fabrizio Bensch/Reuters

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O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
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Fabrizio Bensch/Reuters

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O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Fabrizio Bensch/Reuters

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O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
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Fabrizio Bensch/Reuters

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O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
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Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:12  comentar

Subiu para 15 o número de mortos na tragédia em uma escola alemã, nesta quarta-feira, na cidade de Winnenden, a 20 km de Stuttgart (sudoeste da Alemanha). O atirador, um jovem de 17 anos, ex-aluno da escola segundo as autoridades, foi morto pela polícia em uma troca de tiros a 40 quilômetros da escola. Dois policiais foram feridos pelo criminoso.
Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Subiu para 15 o número de mortos na tragédia em uma escola alemã, nesta quarta-feira, na cidade de Winnenden, a 20 km de Stuttgart (sudoeste da Alemanha). O atirador, um jovem de 17 anos, ex-aluno da escola segundo as autoridades, foi morto pela polícia em uma troca de tiros a 40 quilômetros da escola. Dois policiais foram feridos pelo criminoso.
Fabrizio Bensch/Reuters

Policiais e paramédicos prestam atendimento às vítimas de tragédia em escola na Alemanha; número de mortos pode aumentar
O jovem entrou na escola secundária Albert Zeller, encapuzado, na manhã desta quarta-feira , por volta das 9h30 (5h30 de Brasília), e abriu fogo indiscriminadamente com uma pistola automática. Segundo testemunhas, os estudantes tentaram fugir pela janela.
De acordo com o site Spiegel Online, o atirador matou nove estudantes e três professores na escola. Em seguida, fugiu em um carro e matou outras três, entre elas dois pedestres. O primeiro chamado para a polícia foi feito às 9h33, por funcionários da escola.
De acordo com a imprensa local, os moradores da cidade, de cerca de 28 mil habitantes, estão em choque. Os estudantes da escola, que tem cerca de 2.000 alunos, são adolescentes com idades entre 12 e 18 anos.
Versões
A imprensa alemã chegou a informar que o jovem havia cometido suicídio no estacionamento de um shopping depois de ter sequestrado um homem. Segundo a versão apresentada, a vítima estaria em um carro quando foi sequestrada pelo atirador.
Segundo o jornalista da rádio de Stuttgart, Philipp Grohm, o atirador estava armado com uma pistola metralhadora. "O criminoso simplesmente abriu fogo ao seu redor", afirmou uma testemunha em entrevista ao canal NTV.
Segundo o jornal local "Winnender Zeitung", o atirador teria passagem pela polícia. Depois do massacre, o adolescente fugiu em direção ao centro da cidade e foi perseguido pela polícia, que contou com o apoio de cães farejadores e helicópteros.
As autoridades retiraram todos os estudantes da escola e emitiram um alerta aos motoristas da região, com a recomendação de evitar as estradas da região.
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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


Trecho da entrevista, retirado do blog de Wilson Gomes
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


Trecho da entrevista, retirado do blog de Wilson Gomes
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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Em Sobral, Ceará, uma dona de casa foi violentada sexualmente por sue filho e comoveu a todos com seu depoimento em uma rádio local, nesta segunda-feira. Disse que estava assistindo a um programa de televisão na noite de sexta-feira, quando o filho chegou em casa demonstrando que estaria drogado e embriagado. Obrigou que a mãe fosse para o quarto. Armado com uma faca artesanal ele pediu que a mãe deitasse na cama e tirasse a roupa. "A todo momento ele me chamava de mãe, enquanto eu respondia: "Meu filho não faça isso comigo". "Vou fazer sim porque você é uma prostituta".
Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


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Ela disse que em todo momento teve medo de morrer e que seu filho teve duas relações sexuais num intervalo de três horas.
Já menos abalada, ela disse para o repórter que está entragando o filho para justiça. "Espero que a polícia o encontre e coloque na cadeia ; eu não tenho mais condições de ter ele como filho".
"Tenho vergonha quando saio na rua e as pessoas comentam: Esta foi a mulher que o filho estuprou", finalizou a dona de casa.
Em dezembro de 2008, em São Paulo, uma aposentada de 60 anos denunciou o filho de 25 à polícia por supostamemte tê-la estuprado duas vezes na manhã da véspera de Natal na casa da família, no bairro Jardim Santo André. A aposentada relatou que o jovem, usuário de drogas, estava "alucinado" quando ela foi acordá-lo, às 6h30 da manhã da quarta-feira. Sem motivo aparente, ele a ameaçou com um punhal, obrigou-a a ir a outro quarto e a despir-se para, em seguida, violentá-la. Ele ameaçou matá-la caso denunciasse o estupro à polícia e a violentou duas vezes.
Notícias como essas estão se tornando cada vez mais frequentes. Os facilitadores são sempre o álcool e as drogas, principalmente o crack. As mulheres devem ter coragem de denunciar estes abusos, para que os culpados sejam punidos e tratados.
O ditado que diz "em briga de casal, não se mete a colher" é inadequado. Devemos sim, denunciar todo tipo de agressão à mulher, pois este crime necessita destas testemunhas para ser punido.


Trecho da entrevista, retirado do blog de Wilson Gomes
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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

Leia na próxima semana: "Disciplina: um ato de amor"
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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
Utilize uma linguagem simples e adequada à faixa etária da criança. Não adianta falar muito com crianças pequenas; por outro lado, com as maiores, não há nada de educativo em dizer: "Porque não e ponto!"

5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
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5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

Leia na próxima semana: "Disciplina: um ato de amor"
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Você está arrancando seus poucos cabelos, porque não consegue fazer com que seus filhos lhe obedeçam. Já não aguenta mais gritar com eles e tentá-los colocar de "castigo"? Teme, que no futuro próximo, tenha de recorrer a um juiz para educá-los?
Calma! Não é necessário chegar a extremos, se você observar algumas regras básicas na educação.
A primeira e mais importante de todas: "é dando que se recebe". Sim. Não podemos exigir do outro, aquilo que não conseguimos fazer ou ser. Não adianta exigir de um filho que ele não fume, se você mais parece uma chaminé! Nem pensar em dizer: "Faça o que eu digo; não o que eu faço!O exemplo é fundamental em educação e vale para todos: pais e professores.
Além dessa regra primordial, há outras que podem ajudar bastante na hora de lidar com seus filhos.

1. SEMPRE DÊ O EXEMPLO ( não custa repetir!)
Se você quer que seu filho nunca falte com a verdade, não deve pedir que ele diga ao "chato"do cobrador , que você não está!

2. ESTIPULE QUAIS SÃO OS SEUS VALORES
Antes de mais nada, você deve ter em mente o que considera importante; o que espera de seus filhos; o que acha admissível ou não. Exigir que um adolescente não fale palavrão pode ser importante para alguns e não tanto para famílias que costumam se comunicar dessa maneira.

3. NÃO ABRA EXCEÇÕES
Uma vez definido o que será considerado aceitável, não mude a toda hora de idéia, de acordo com seus próprios interesses.
Pais inconstantes, têm filhos com mau comportamento pois eles sempre estarão testando, para ver até onde poderão ir.

4. EXPLIQUE AS REGRAS, ANTES DE APLICÁ-LAS
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5. BATER NÃO RESOLVE
Explicada as regras da família, de nada adianta gritar, bater e transformar a relação em uma guerra. Basear a educação dos filhos em "terrorismo" somente provoca o desgaste de ambas as partes. Seu filho deve obedecer por respeito e amor, não por temor.
Você deve explicar que para toda ação há uma responsabilidade e que é preciso avaliar as consequências antes de agir.

Mas e quando conversar já não resolve? Entra em ação a disciplina, que é diferente do tão temido "castigo". O castigo é uma espécie de "multa"ou o preço que você paga, por se desviar das regras e regulamentos estabelecidos.
Disciplinar o seu filho mostra que você se preocupa com ele. Aplicá-la pode ser considerado um ato de amor. Mas é pré-requisito que seu filho saiba que você gosta dele!

Leia na próxima semana: "Disciplina: um ato de amor"
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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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PORTO ALEGRE - O supervisor Lucien Reis, de 54 anos, e o divulgador Lucien Lima, de 22 anos, trabalham na mesma empresa de operações de marketing em Porto Alegre. Os dois colegas de trabalho nem imaginavam que a coincidência de terem o mesmo nome revelaria laços entre ambos. Os dois Lucien são pai e filho que ficaram separados durante anos.
A pronúncia do nome incomum, Lucien, de origem francesa, iniciou a aproximação dos dois funcionários. O mais velho tentava ensinar o mais novo a pronunciar seu nome, quando a conversa passou para o lado pessoal.
- Quis saber quem havia escolhido o nome dele. Quando me disse que tinha sido a própria mãe, fiquei ainda mais curioso e perguntei outras coisas - revela o supervisor.
Lucien Lima contou a Reis que a mãe dele havia tido um relacionamento rápido com o pai dele, mas quis homenageá-lo no nome.
- Ela disse que o nome era o mesmo do meu pai. Foi um relacionamento rápido, mas minha mãe o amava - contou o divulgador.
Ao saber que o jovem não conhecia o pai, o supervisor pediu uma descrição da mãe. Logo, não restaram dúvidas.
- Gelei com tanta coincidência. Eu caí para trás - relembra Lucien filho.
- E eu caí para frente. Foi um choque - dispara o pai, aos risos.
Foram esses detalhes que levaram ao encontro de pai e filho. A mãe de Lucien confirmou a história e disse que o caso não foi para a frente porque Lucien Reis tinha outro relacionamento. Hoje, além de colegas de empresa, os dois são amigos e Lucien frequenta inclusive a casa do pai.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:10  comentar

RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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RIO e BIRMINGHAM, Estados Unidos - Um homem fez uma série de ataques na terça-feira, matando dez pessoas, entre elas parentes, em dois condados do estado americano do Alabama, antes de se suicidar. Michael McLendon matou a mãe ao incendiar sua casa, os avós, a tia e o tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas, de acordo com os investigadores. Autoridades ainda tentam estabelecer, nesta quarta-feira, a cronologia dos eventos e o que motivou McLendon.
- Ele disparou em pessoas comuns que estavam indo para seus trabalhos - disse a senadora estatal Harry Anne Smith à rede americana CNN. Smith representa o condado Geneva, onde nove das vítimas foram mortas.
Apesar de autoridades terem identificado todas as vítimas, parte dos nomes não será divulgada até que os parentes sejam notificados. Os ataques começaram por volta das 16h (horário local) na casa onde McLendon vivia com a mãe, Lisa, na cidade de Kinston, perto da fronteira com a Flórida, no Condado Coffee.
Um pedestre viu o incêndio na casa e alertou autoridades. Dentro da residência, os bombeiros acharam o corpo de Lisa McLendon. Segundo o investigador Robert Preachers, a mãe não foi morta pelo fgo, mas sim por tiros.
O homem foi então para o condado de Geneva. Lá, ele matou o avô, a avó, o tio e a tia que estavam em uma varanda, perto da cidade de Samson. A mulher de um vice-xerife que morava em uma casa da mesma rua também foi morta a tiros, juntamente com seu filho. Uma segunda criança foi levada para um hospital na Flórida em estado grave.
McLendon, armado com uma arma semi-automática, também matou a tiros um homem que vivia em um trailer. O atirador seguiu depois para uma estrada onde disparou pelo menos sete balas contra um carro da polícia. Um policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. As duas últimas vítimas foram uma mulher morta em um posto de gasolina na estrada e um homem que estava em frente a uma loja.
A polícia perseguiu o atirador até a fábrica Reliable Metal, localizada em Geneva, uma área industrial a cerca de 19 quilômetros a sul de Samson, onde o criminoso fez cerca de 30 disparos. Um dos tiros atingiu o chefe de polícia de Geneva, Frankie Lindsey, que foi salvo pelo colete à prova de balas. Segundo fontes oficiais, o atirador entrou na empresa, onde já havia trabalhado, e então se matou.
- Este é o pior incidente de violência que tenha memória o Departamento de Segurança Pública dessa região - disse seu diretor, Christopher Murphy.
Em 2002, um homem matou seis membros da família de sua namorada em Luverne, no estado do Alabama. O autor dessa matança, Westly Devon Harris, foi declarado culpado e condenado a morte em 2005.


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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O pai do menino Sean diz que o encontro entre os dois presidentes, neste mês, pode ajudar sua causa

A luta do modelo americano David Goldman para obter a custódia de seu filho, Sean Bianchi Goldman, de 8 anos, deverá estar na pauta do encontro entre os presidentes Lula e Barack Obama ainda neste mês, nos Estados Unidos. Goldman diz ter esperanças que os dois chefes de governo reconheçam que sua causa é justa e o ajudem a vencer a batalha judicial que trava contra a família da mãe de Sean, Bruna, que morreu de parto no ano passado. Nesta entrevista a ÉPOCA, por telefone, Goldman diz nunca ter entendido os motivos de a brasileira ter deixado os EUA e levado seu filho. Afirma que está cansado de tanto batalhar na Justiça, mas que vai até o fim. Goldman falou sobre o breve reencontro com o filho, no mês passado, e da esperança de recuperar seu “tesouro”.


ÉPOCA – No mês passado, o senhor se encontrou com seu filho, Sean, pela primeira vez depois de quatro anos. Como foi esse encontro? David Goldman – Foi em um condomínio no Rio de Janeiro. Ele veio com uma psiquiatra e estava muito receptivo. Nós nos abraçamos e foi lindo. Eu segurei o choro; estava tão feliz em vê-lo. Vimos juntos as fotos de sua família nos Estados Unidos. Sean se lembra dos avós (americanos), das pescarias, da canoagem. É um menino maravilhoso. A conversa aconteceu em inglês. Depois de aprender a língua nos Estados Unidos, ele frequentou uma escola americana no Brasil. Em nenhum momento discutimos se ele gostaria de ficar comigo ou no Brasil. Evitei esse tipo de conversa. Só queria que meu filho soubesse quanto eu sinto saudade e quanto quero ficar com ele. Queria que soubesse que, durante quatro anos, tentei vê-lo e até trouxe comigo ao Brasil a avó dele e outras pessoas próximas. Cheguei a esperar duas semanas para vê-lo (mas sem resultados).
ÉPOCA – Por que Bruna o deixou? Como era sua relação com ela? Goldman – Sinceramente, não sei os motivos que a levaram de volta ao Brasil. Eu nunca soube que ela tivesse outra pessoa no país. Eu a amava, amava a família dela e a minha família também gostava dela. Até onde eu sei, nós tínhamos uma relação como a de qualquer outro casal. Tirávamos férias juntos, saímos para namorar. No começo, em uma conversa por telefone, até os pais de Bruna disseram que não a estavam entendendo (Bruna pediu a guarda definitiva de Sean). Ela dizia que não voltaria mais a Nova Jersey. Dizia que era no Brasil que tinha família, amigos etc. Ela ainda disse que eu era um cara maravilhoso e um ótimo pai e que estava feliz por termos um filho, mas que queria morar no Brasil.
”Não sabia nada sobre a relação de Bruna com João Paulo. A família nem me avisou da morte dela”
ÉPOCA – Por que não tentou reatar a relação? Goldman – Ela não me deu opções. Não me deixou voltar ao Brasil e tentar continuar a relação com ela.
ÉPOCA – Desde que seu filho partiu dos EUA, o senhor levou um ano para viajar para o Brasil para tentar encontrá-lo. Por quê? Goldman – Desde o primeiro momento, eles não me deixariam ver Sean a não ser que eu assinasse papéis renunciando sua custódia. Fui aconselhado pelos meus dois advogados (o dos EUA e o do Brasil) a não vir porque cairia numa batalha judicial no Brasil. Qualquer acordo sobre a custódia de meu filho deveria ser realizado no país de origem, onde nós moramos, onde nos casamos e onde Sean nasceu, ou seja, nos Estados Unidos.
ÉPOCA – Se sua relação era tão boa com a família de Bruna, por que se tornou tão ruim? E por que o senhor os acusa de mentir? Goldman – No momento em que passei a discordar deles, tornei-me um inimigo. Quando fui à Justiça dizer que queria meu filho de volta, então tudo se transformou. No primeiro ano, eles receberam os papéis dizendo que o que estavam fazendo era violação dos direitos da Convenção de Haia e que, segundo os juízes americanos, Sean deveria retornar aos Estados Unidos.
ÉPOCA – O senhor tinha conhecimento sobre a relação entre Bruna e o advogado João Paulo Lins e Silva? No processo consta que eles se conheciam havia quatro anos. Goldman – O que eu sei é que ela ficou casada com ele por dez meses antes de morrer. Não sabia nada sobre a relação deles. A família de Bruna nem me avisou da morte dela.
ÉPOCA – A família de Bruna afirma que o senhor exigiu US$ 150 mil para interromper o processo de custódia de seu filho? Goldman – É mentira! A verdade está na Justiça. O retorno de Sean aos Estados Unidos não tem nada a ver com isso. Os US$ 150 mil fizeram parte de um acordo realizado nos tribunais de Nova Jersey, onde dei entrada com o processo para obter a guarda da custódia de Sean. Esse dinheiro foi para pagar as despesas processuais e, em troca, os pais de Bruna, réus do processo, seriam excluídos (a corte americana considerou os avós maternos como réus do processo).
ÉPOCA – A que o senhor credita o fato de em agosto passado a Justiça brasileira ter dado a guarda provisória de Sean ao padrasto logo após a morte de Bruna? O senhor mencionou que a família do padrasto tem influência nos tribunais. Goldman – Não sei explicar a razão de a corte brasileira ter tomado essa decisão. Pode ser porque a família dele (o advogado João Paulo Lins e Silva) seja influente. Pode ser, não sei.
ÉPOCA – A custódia de Sean deverá estar na pauta do encontro entre o presidente Lula e o presidente Barack Obama que acontecerá ainda neste mês. O que o senhor espera desse encontro? Goldman – Espero que, pelo fato de serem os líderes dos dois países envolvidos, eles venham a reconhecer que o que está acontecendo está errado e, esperançosamente, vão me ajudar a ter o meu filho de volta.
ÉPOCA – Caso ganhe a custódia permanente, como o senhor pretende sustentar Sean? Goldman – Tenho um emprego full time como professor de navegação e estou ainda trabalhando como modelo.
ÉPOCA – Qual é o próximo passo? Goldman – O caso está nos tribunais federais e não sei quando sairá a decisão. Eu tenho de passar pela mesma briga judicial que já tive com Bruna (ele perdeu a custódia para ela). Tudo de novo. E agora esse cara novo que se casou com ela. Estou cansado, mas nunca vou desistir. Sean é meu sangue, minha carne. Ele é meu filho. Eu tenho saudade de tudo em relação a ele. De brincar de bola com ele, de andar de barco, fazer lição de casa, tudo me dá saudade. Ele é meu tesouro.
ÉPOCA – O senhor pensa em se casar novamente? Goldman – Não. Meu foco está em trazer meu filho de volta e nós nos reencontrarmos e curarmos juntos essa ferida.

Kátia Mello


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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:26  comentar

Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:26  comentar

Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:26  comentar

Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó do menino que está numa disputa judicial entre Brasil e Estados Unidos, diz que a criança é "sangue de seu sangue" tanto quanto do pai, o americano David Goldman

ÉPOCA – Silvana, como foi seu primeiro encontro com David Goldman? Silvana Bianchi – Minha primeira impressão de David foi normal. Um modelo americano. Quando se tem filho da idade da Bruna na época, 23 anos, não adianta arguir. Ela me disse em Milão, onde se conheceram: "Estou apaixonada, ele é maravilhoso, vamos nos casar". Eles se casaram em Nova Jersey em 1999 porque ela estava grávida. O casamento foi averbado também aqui no Rio. O Sean nasceu em maio de 2000. Pesava mais de 4 quilos, foi um parto muito difícil. E o casamento começou a dar sinais de crise. O trabalho dele como modelo não era muito seguro nem regular. Ele fazia catálogo para venda de camisas. A Bruna começou a vender biquíni, fazer massagens para ajudar no orçamento da casa.
ÉPOCA – Sean é considerado tão brasileiro quanto americano? Silvana – O nascimento de Sean foi registrado em outubro de 2000 no consulado brasileiro de Nova York e também aqui no Rio. Ele é considerado brasileiro nato. Pode ser presidente do Brasil se ele quiser. A certidão de nascimento também foi registrada no Brasil.
ÉPOCA – Por que Bruna decidiu se separar do marido? Silvana – Primeiro, ela começou a se sentir sobrecarregada. Trabalhava dentro e fora de casa. Quando o Sean estava com oito meses, Bruna começou a sustentar a casa porque o marido teve uma doença virótica séria e não tinha plano de saúde. Ela dava aulas de italiano. Contratou uma baby-sitter. Só fui saber disso tudo em detalhe quando ela veio ao Brasil de férias em 2004. Foi quando ela me disse: "Mãe, o meu casamento acabou. Eu não aguento mais, não vou voltar. A gente não tem mais nenhuma vida íntima, meu casamento é uma farsa. Eu vivo sozinha. Ele briga o tempo inteiro, tem horas que ele é muito violento, dá socos, quebra armário". E ela disse: eu fico com medo de ficar lá sozinha nos Estados Unidos com ele.
ÉPOCA – Vocês (os avós maternos, Silvana Bianchi e Raimundo Carneiro) foram pegá-la nos Estados Unidos? Silvana – Não. Fomos à festinha de 4 anos do Sean, e ela disse "vamos passar umas 3 semanas no Rio de Janeiro", por isso viajamos juntos. Dias depois de ter chegado, ela me falou que não queria voltar. Como o casamento tinha sido registrado no consulado brasileiro lá e aqui no Rio, tanto fazia ela se divorciar lá ou aqui. Então ela ligou para o David e pediu que ele viesse para o Brasil resolver essa situação. Ela disse a ele que se sentia tremendamente infeliz, que não iria voltar e que queria dar seguimento à carreira dela. Ela tinha ido para Milão fazer doutorado em Moda numa das melhores universidades. Em Nova Jersey ela tinha um mero emprego de professora de italiano na escola e essa não era a sua vocação nem sua profissão. No Brasil, ela disse que teria um campo enorme de trabalho. E ela tinha medo do marido. Pediu várias vezes que ele viesse ao Brasil, para que o Sean não sentisse tanto o afastamento dele. Nós oferecemos passagem aérea, hospedagem em hotel para que ele ficasse no Rio e eles pudessem discutir o que iriam fazer. Mas ele em momento nenhum aceitou nossa oferta. Sempre dizendo, meu lugar é aqui (nos EUA), seu lugar também, você venha para cá discutir. Assim que a Bruna chegou e decidiu que não ia mais voltar, imediatamente contratou um advogado. Em momento nenhum a família Lins e Silva foi advogada da Bruna no processo todo. Um juiz deu a guarda provisória do Sean para a Bruna porque uma criança pequena não pode ficar desassistida, não pode ficar sem um tutor. A Bruna teve a guarda provisória ainda dentro do prazo que o David havia dado para a viagem. Ele diz que a Bruna fugiu e sequestrou o menino. Ela veio com autorização, não fugiu. Mas, para permanecer com o filho aqui, ela teria de ter a guarda decretada por um juiz, e ela teve. Aí começou a batalha judicial. E a gente o tempo inteiro pedia a ele que viesse. Que viesse conversar, e sempre oferecíamos passagem. Ele nunca veio. Ele esteve, até a morte da Bruna, umas cinco, seis vezes no Brasil, durante quatro anos. Mas não nos procurava. Um dia o assistente de nosso advogado nos contou que o tinha visto dentro de um tribunal. Mas ele nunca nem nos avisou.
ÉPOCA – Bruna havia trazido todos os seus pertences? Silvana – Não, ela deixou a documentação dela toda e inclusive talão de cheques. Ele (David) pegou e falsificou a assinatura dela e raspou o resto da conta dela (nos Estados Unidos). Temos provas, guardamos todos esses cheques. E a conta não era conjunta.
ÉPOCA – Quando Bruna conheceu João Paulo Lins e Silva? Silvana – Bruna e João Paulo se conheceram seis meses depois da separação, foram apresentados pela madrinha do Sean, Samantha Mendes.
ÉPOCA – David diz que tentava ver o Sean e vocês impediam. Silvana – Graças a Deus hoje mesmo chegou a mim um documento dizendo que os advogados instruíram que ele não visse o filho enquanto não acabasse esse processo. Ele jogou uma acusação completamente caluniosa contra nós, dizendo que não permitíamos que ele visse o filho. Agora, depois que a gente pediu os documentos, os papéis comprovando que o juiz proibia essas visitas, algo que um juiz não faria, e ele não tem esses papéis, então seus advogados resolveram vir a público e dizer que foi por orientação deles. Isso depois de terem nos caluniado no mundo inteiro. Foi muito doloroso para nós. Nós éramos cúmplices de um sequestro que não existiu.
ÉPOCA – Por que ele não viu o filho durante esses quatro anos? Silvana – Porque os advogados disseram a ele que, se ele visse o Sean, isso iria descaracterizar o processo por violação da Convenção de Haia. Ou seja, ele pegou isso, torceu, e nos acusou de uma coisa absolutamente falsa. Ele poderia ter visto o filho. Dizer que a gente nunca o deixou ver o filho é muita loucura. Ele vinha sim ao Brasil, mas era para ver advogados e ir a tribunais. Em momento nenhum ele pediu para visitar o Sean. Ele preferiu seguir o conselho dos advogados, era maior sua preocupação com o processo do que o amor tão grande que ele diz sentir pelo menino. Porque, se esse processo demorasse 20 anos, ele ia ficar 20 anos sem ver o filho.
ÉPOCA – Pai e filho se falavam ao telefone? Silvana – Eles se falavam sempre no início, embora ele dissesse que a gente batia o telefone na cara. A gente tem documentação de mais de três horas ao telefone por mês de conversas entre eles no primeiro ano de separação. Ele mandava email para o filho, a Bruna abria email e lia para o filho.
ÉPOCA – David diz que vocês devolviam os presentes que ele mandava para o filho sem sequer abrir a caixa. Silvana – No Natal e nos aniversários do Sean, eles (a família americana) mandavam caixa com camiseta, livrinho, chiclete. David nos acusa de devolver os presentes. Eu tenho toda a documentação mostrando que pegávamos as caixas. Somente uma foi devolvida porque estávamos viajando e, quando voltamos, ao ver o papel, a caixa já tinha sido devolvida. Mas tenho papéis da Receita Federal mostrando que a gente ia no Correio coletar as caixas.
ÉPOCA – Sean sempre soube que tinha um pai biológico? Silvana – Sempre. Nunca escondemos isso dele, ao contrário.
ÉPOCA – Quais providências ele tomou quando Bruna disse que não ia mais voltar? Silvana – Ele abriu processo acusando a Bruna de sequestro e de violação da Convenção de Haia, e nos acusava de proibi-lo de ver o filho. Nuns documentos, ele propõe um acordo para fazer o divórcio nos Estados Unidos. Esse acordo nos deixou estarrecidos. Ele pedia que a Bruna voltasse para os Estados Unidos, voltasse para o emprego que tinha, voltasse a pagar o seguro-saúde para a família toda, que desse a ele a guarda do filho e ela visse o filho de 15 em 15 dias. Foi esse acordo que ele propôs a ela em 2005.
ÉPOCA – Por que vocês pagaram 150 mil dólares ao David? Silvana – Como nós viajamos no mesmo avião, ele colocou uma ação totalmente infundada dizendo que seríamos co-autores de um sequestro. Ele abriu um processo civil em Nova Jersey dizendo que a gente tinha ajudado a sequestrar Sean. Fomos aos Estados Unidos nos defender. Era toda uma má fé premeditada para nos extorquir. Porque ele sabia que nada disso tinha acontecido e ele continuava a nos acusar de impedi-lo de ver o filho. Quando chegamos à Corte, a primeira proposta para ele retirar a queixa de sequestro era de 500 mil dólares. Negocia daqui, negocia dali, chegou-se a 150 mil dólares. Nosso advogado disse então: fechem o acordo porque, se isso continuar por mais tempo, vocês vão gastar isso para continuar se defendendo.
ÉPOCA – O contato telefônico entre pai e filho foi regular nesses anos todos? Silvana – Depois que a Bruna ganhou a guarda definitiva e ela deixou de ser considerada sequestradora, em junho de 2007, e o caso não era mais considerado uma violação do Tratado de Haia, aí as ligações praticamente acabaram mesmo. Além disso, ele nunca mandou dinheiro nenhum. Nenhum tostão. E a Bruna nunca pediu. Ele era totalmente ausente nisso. Já era difícil ele dar algum dinheiro quando ela morava lá. E quando veio em 2007 a Brasília para a audiência sobre o divórcio, continuou afirmando que minha filha era bígama. Mais outra calúnia.
ÉPOCA – Ele parou de telefonar? Silvana – Só ligava nos aniversários. E algumas outras vezes. Quando aconteceu isso com a Bruna [a morte no parto de Chiara, em agosto do ano passado], meu mundo ruiu. Imediatamente deixei meu trabalho no restaurante [Quadrifoglio], e pensei: meu Deus agora, o que a gente vai fazer? Uma bebezinha recém-nascida, o Sean, e o João Paulo, que trabalha durante o dia. Eu pensei, vou levar todos para minha casa, porque posso dar conta. A Chiara está num quarto, com a enfermeira, eu e meu marido no outro, o Luca (irmão da Bruna) no terceiro, e Sean e João Paulo dividem um quarto. Estamos fazendo obras num apartamento que pertencia a minha mãe e fica no nosso condomínio, para o João Paulo se mudar com as crianças.
ÉPOCA – Depois que a Bruna morreu, os dois lados se apressaram em pedir a guarda do Sean. Silvana – João solicitou imediatamente a guarda do Sean porque um menor não pode ficar desassistido. Dizem que o juiz deu a guarda muito rápido, mas era urgente.
ÉPOCA – Não passou nem um instante pela cabeça de vocês telefonar para o David e dizer "bem, agora que a Bruna não está mais aqui, vamos nos encontrar e tentar uma guarda compartilhada do Sean?"Silvana – Não, porque ele havia abandonado o filho durante mais de quatro anos. E porque o João e o Sean já eram pai e filho. Sean ama o João, se sente muito feliz com o João. É muito amado. Jamais passou pela nossa cabeça uma guarda compartilhada com uma pessoa que era um estranho para o Sean, e há quatro anos não o via.
ÉPOCA – Vocês não chegaram a comunicar a ele que a Bruna havia morrido? Silvana – Não. Nós não tínhamos mais contato. Ele deve ter sabido por jornais.
ÉPOCA – Ele veio ao Brasil nessa ocasião? Silvana – Dez dias depois da morte da Bruna, ele veio aqui como se fosse pegar o Sean como uma mala, botar embaixo do braço e levar. Trouxe a mãe dele dos Estados Unidos, e veio com uma equipe da NBC, para filmar o reencontro de um pai amoroso e seu filho. Um filho que não via o pai amoroso havia quatro anos e meio. A memória de uma criança até quatro anos não é tão forte. Ele chegou aqui na porta, e essa visita foi negada por um juiz, porque essa criança tinha acabado de perder a mãe, e o pai chegava com equipe de TV. O juiz disse: "se ele esperou tanto tempo para ver o filho, pode esperar mais uns dias". E a família pôde respirar um pouco.
ÉPOCA – David disse que vocês esconderam o filho dele quando tentou visitá-lo. Silvana – Perto do dia 12 de outubro, um feriado, Sean estava com o João em Angra dos Reis, ele chegou com dois oficiais da Justiça, dois agentes da Polícia Federal, deixou lá fora no carro a equipe da NBC e os funcionários do consulado americano que o acompanham feito sombra. Não deixaram avisar que havia alguém subindo. Tocaram a campainha, eram 8h da manhã. A enfermeira disse que havia Polícia Federal dentro do apartamento. Revistaram a casa inteira, por trás das cortinas, embaixo das camas, para ver se o Sean não estava escondido aqui. Viram que ele não estava. Me tiraram da cama, recebi a polícia de robe. Essa foi a visita que ele diz que a gente escondeu o Sean. Ele não avisou que vinha. Fez uma surpresa e, como era feriado, o Sean tinha ido com o João passar o feriado na casa dos amigos.
ÉPOCA – Por que, na sua opinião, este caso ganhou tanta repercussão se existem mais de 40 casos parecidos entre ex-cônjuges americanos e brasileiros? Silvana – Por causa do embaixador americano no Brasil. Ele está intervindo no caso. David fez um blog depois que a Bruna morreu (bringseanhome.org). Ele vendeu boné, camiseta, chaveiro com a fotografia do filho menor que ele tanto ama. Isso é um desrespeito a uma criança no seu íntimo. Ele vendeu até avental da cozinha com a fotografia da Bruna. Um desrespeito à mulher morta. Ele acabou tirando do ar por ver que não pegava muito bem.
ÉPOCA – Como o Sean está vendo tudo isso? Silvana – Ele sabe de tudo. E está muito aborrecido. Tudo que nós fizemos nos últimos seis meses, como não podíamos falar por causa do segredo de Justiça, foi pensando em preservar o Sean. Mas o David jogou tudo na internet, para quem quisesse botar a foto do Sean na cabeça com o boné e quem quisesse cozinhar que usasse o avental com o rosto da Bruna. E também camisetas contra o Brasil.
ÉPOCA – No momento, como está o processo? Silvana – Ele e o menino se encontraram aqui no condomínio em fevereiro. Agora, a decisão é da Justiça. Tenho confiança de que a Justiça brasileira vai fazer o melhor para o Sean.
ÉPOCA – O David diz que o Sean é sangue do seu sangue e nunca irá desistir de seu filho. Silvana – O Sean é sangue do meu sangue também. É filho de minha filha que morreu. Eu convivo com esse menino há quase cinco anos diariamente, desde 2004. O que passa na minha cabeça quando esse menino chega perto de mim à noite, me abraça, e diz “Nonna (vó em italiano), estou com saudades da minha mãe”. O que você faz? A gente se abraça e chora junto. Porque eu também tenho saudade de sua mãe, Sean, muita. Então, ele me tem como uma mãe agora. Ele me chamava, quando era menor, de “mãe 2”.
ÉPOCA – Seu medo é sofrer agora uma segunda perda depois de perder sua filha, em agosto do ano passado? Silvana – Seria uma perda de mãe mesmo porque eu sou a figura materna hoje. É em mim que ele confia, na hora de noite, se o pai ainda não chegou para trabalhar. Eu o trato como se ele fosse meu filho mais novo. Dizem que ser avó é ser mãe duas vezes. É exatamente isso. Eu hoje sou uma mulher dedicada à casa e às crianças.
ÉPOCA – O David, como pai biológico, deve realmente querer o filho de volta. O que vocês acham disso? Silvana – Nós queremos o bem do Sean em primeiro lugar. Eu acho que o Sean tem direito de viver com quem ele quiser. O Sean vai dizer se quer ou se não quer ir para os Estados Unidos. Uma pessoa que deixa o filho desassistido por mais de quatro anos, uma pessoa que nunca deu um tostão pra educação do filho, para a saúde do filho, para o lazer do filho, uma pessoa que nunca veio visitar o filho para ver se ele estava bem ou estava mal, somente depois que a ex-mulher morreu. Será que ele quer mesmo esse filho? Ou quer o que o filho representa para ele?

Ruth de Aquino


fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63403-15227,00-SEAN+TEM+A+MIM+COMO+UMA+MAE.html
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Em entrevista a ÉPOCA, Silvana Bianchi, avó