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9.3.09
SÃO PAULO - Pelo menos 54 crianças, todas alunas da Escola Municipal Quinzinho do Amaral e com idades entre 7 e 9 anos, tiveram de ser levadas à Santa Casa de Laranjal Paulista, a 153 km de São Paulo, após uma reação alérgica provocada por sementes de uma aroeira. Tudo começou após uma brincadeira, antes da entrada na escola.
Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
O assunto deve ser discutido entre a direção da escola e pais e responsáveis, numa reunião marcada para a próxima quarta-feira.


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SÃO PAULO - Pelo menos 54 crianças, todas alunas da Escola Municipal Quinzinho do Amaral e com idades entre 7 e 9 anos, tiveram de ser levadas à Santa Casa de Laranjal Paulista, a 153 km de São Paulo, após uma reação alérgica provocada por sementes de uma aroeira. Tudo começou após uma brincadeira, antes da entrada na escola.
Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
O assunto deve ser discutido entre a direção da escola e pais e responsáveis, numa reunião marcada para a próxima quarta-feira.


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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
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A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
O assunto deve ser discutido entre a direção da escola e pais e responsáveis, numa reunião marcada para a próxima quarta-feira.


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Pouco antes das 13h da última sexta-feira, ao passarem por uma praça, a 600 metros da escola, os alunos viram sementes da árvore espalhadas pelo chão. Decidiram, segundo Aimê Gomes da Cruz, secretaria da Educação do município, fazer uma brincadeira que consistia em colocar as sementes dentro de garrafas d'água, sacudir o vasilhame e despejar o líquido nos colegas. Outros pegaram as sementes e começaram a passar pelo corpo de outras crianças.
Na hora não houve reação. Depois de 15 minutos, as crianças começaram a ter coceiras - diz a secretária.
A direção da escola então decidiu levar os alunos para a Santa Casa de Misericórdia de Laranjal Paulista em um ônibus escolar. Segundo a direção do hospital, 54 crianças foram atendidas. Todas, sem hematomas mais graves, receberam alta no mesmo dia. Contudo, segundo a Santa Casa, o contato da semente com a pele pode provocar reações mais graves em pessoas com alergia, como falta de ar ou obstrução da respiração.
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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


fonte:G1

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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


fonte:G1

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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
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O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

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O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


fonte:G1

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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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Internada, Andressa Sales tem exames que mostram gravidez de gêmeos. Promotora de Ferraz de Vasconcelos aguarda melhoria de sua saúde.

O Ministério Público de São Paulo quer ouvir ainda nesta segunda-feira (9) a dona-de-casa Andressa Sales, de 35 anos, que tem exames que comprovariam a gravidez de gêmeos, mas saiu da sala de parto com apenas um bebê. O caso aconteceu semana passada em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. A mulher está internada em um hospital em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana, onde passou por uma limpeza cirúrgica na região da cesariana, porque alguns pontos se soltaram. Segundo os médicos, o quadro dela é estável, mas ainda sem previsão de alta. De acordo com a promotora Daniela Hashinoto, de Ferraz de Vasconcelos, a dona-de-casa se recupera da cirurgia utilizando um balão de oxigênio, o que impediu o depoimento durante a manhã. Ela afirmou que aguarda a recuperação da mulher para ouvi-la ainda durante esta tarde. Caso não seja possível, o depoimento pode ocorrer na manhã de terça-feira (10).
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso. O delegado responsável também quer ouvir a dona-de-casa, mas isso só vai ocorrer depois que ela receber alta. A equipe médica que fez o parto será ouvida apenas após o depoimento dela.
Segundo a promotora, como não é possível apressar o depoimento de Andressa devido ao seu estado de saúde, o Ministério Público analisa a possibilidade de adiantar os pedidos para levantar os prontuários nos hospitais onde a mulher fez seu pré-natal. “Queremos tentar fazer os pedidos entre hoje [segunda] e amanhã [terça], mesmo sem as declarações dela.”

Choque
O marido de Andressa diz que desde o início da gestação eles foram informados que teriam dois filhos. Mas, no dia do parto, uma médica comunicou o nascimento de um só bebê. “Ela falou que tinha um bebê só, e me chamou para dentro da sala e me mostrou a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque”, disse o estudante Rodrigo Triano. A família diz que Andressa fez exames em pelo menos três hospitais públicos, e que todos comprovariam a gravidez de gêmeos. Um ultrassom feito na véspera do parto aponta imagens que seriam das duas crianças. O laudo traz ainda as medidas e até o peso de cada um dos bebês. Mas a Secretaria Estadual da Saúde, responsável pelo hospital, informou que houve um erro na ultrassonografia, e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados da família discordam.


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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


fonte:G1
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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


fonte:G1
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Restos encontrados em vala comum de vítimas de peste bubônica pertenciam a uma mulher.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros.

"Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.


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Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada.Eles têm corações, pulmões e estômagos separados.

Com 57 anos, os norte-americanos Ronnie e Donnie Galyon são os gêmeos siameses mais velhos do mundo. Os irmãos têm surpreendido os médicos, já que superaram a esperança de vida que havia sido prognosticada para eles, segundo o tabloide inglês "The Sun". Quando Maureen Galyon deu à luz em 1951, em Dayton, no estado de Ohio (EUA), não tinha ideia que estava esperando dois bebês. Na época, o pai descartou fazer uma cirurgia para separá-los, pois acreditava que a possibilidade de sobrevivência seria mínima.
Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada.Eles têm corações, pulmões e estômagos separados.

Com 57 anos, os norte-americanos Ronnie e Donnie Galyon são os gêmeos siameses mais velhos do mundo. Os irmãos têm surpreendido os médicos, já que superaram a esperança de vida que havia sido prognosticada para eles, segundo o tabloide inglês "The Sun". Quando Maureen Galyon deu à luz em 1951, em Dayton, no estado de Ohio (EUA), não tinha ideia que estava esperando dois bebês. Na época, o pai descartou fazer uma cirurgia para separá-los, pois acreditava que a possibilidade de sobrevivência seria mínima.
Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Com 57 anos, os norte-americanos Ronnie e Donnie Galyon são os gêmeos siameses mais velhos do mundo. Os irmãos têm surpreendido os médicos, já que superaram a esperança de vida que havia sido prognosticada para eles, segundo o tabloide inglês "The Sun". Quando Maureen Galyon deu à luz em 1951, em Dayton, no estado de Ohio (EUA), não tinha ideia que estava esperando dois bebês. Na época, o pai descartou fazer uma cirurgia para separá-los, pois acreditava que a possibilidade de sobrevivência seria mínima.
Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Com 57 anos, os norte-americanos Ronnie e Donnie Galyon são os gêmeos siameses mais velhos do mundo. Os irmãos têm surpreendido os médicos, já que superaram a esperança de vida que havia sido prognosticada para eles, segundo o tabloide inglês "The Sun". Quando Maureen Galyon deu à luz em 1951, em Dayton, no estado de Ohio (EUA), não tinha ideia que estava esperando dois bebês. Na época, o pai descartou fazer uma cirurgia para separá-los, pois acreditava que a possibilidade de sobrevivência seria mínima.
Quando Ronnie e Donnie Galyon nasceram, segundo dados médicos, havia apenas um caso de gêmeos siameses para cada 100 mil nascimentos. Além disso, 60% nasciam mortos. Na época, eles ficaram internados no hospital por 29 meses.
Hoje, os gêmeos siameses estão com a saúde debilitada. Eles sofrem de escoliose e artrite, além estarem acima do peso. Eles só podem ficar de pé por um período curto de tempo e raramente saem para o lado de fora da residência. Apesar das dificuldades, Ronnie e Donnie têm uma estreita relação e atualmente vivem em sua própria casa em Dayton. Segundo Jim, irmão mais novo dos siameses, "eles têm quatro braços e quatro pernas” e conseguem se coordenar perfeitamente. Os gêmeos têm corações, pulmões e estômagos separados, mas têm unidos o tubo digestivo e possuem um intestino e um conjunto de órgãos sexuais. Um dos problemas que irrita os irmãos é justamente a falta de uma relação física com uma mulher.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

fonte:G1
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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

fonte:G1
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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

fonte:G1
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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

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O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
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A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

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O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Luana Cleci nasceu com 56 centímetros, em Alecrim (RS), nesta quinta (5).Ela foi transferida para a UTI da Santa Casa de Porto Alegre.

Uma menina de 6,1 quilos e 56 centímetros nasceu na tarde desta quinta-feira (5), no Hospital de Caridade de Alecrim, cidade gaúcha de mesmo nome e que fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Luana Cleci Lichkoviski foi transferida para um hospital em Santa Rosa (RS) no mesmo dia. Neste domingo (8), o bebê foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Porto Alegre, onde segue internado, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Alecrim.
A secretaria informou ainda que a mãe já recebeu alta médica e está em casa, na zona rural de Alecrim. Ela deve ser levada para Porto Alegre nesta quarta-feira (11), quando deve começar a amamentar a filha.
De acordo com Jorge Leandro Krechowiecki, secretário de Saúde de Alecrim, a criança passa bem, mas apresenta uma pequena cardiopatia em decorrência do peso acima do normal. "Ainda não temos um retorno técnico da Santa Casa de Porto Alegre, mas o quadro de saúde do bebê é estável e só está internado para acompanhamento. A menina irá para casa assim que estiverA mãe, a agricultora Maria da Cruz da Silva, 40 anos, tem outros cinco filhos. "Todos foram de parto normal. Apenas neste caso, após a ecografia realizada três dias antes do parto é que foi descoberto o tamanho do bebê", disse Jorge Leandro. mais forte e respirando melhor".

Mandioca
O médico que realizou o parto, Paulo Dorneles, disse ao G1 que a alimentação da mãe pode ter relação com o tamanho da criança. "As pessoas comem muito amido, muita batata e mandioca aqui na região. Isso poderia ser um fator para a criança crescer um pouquinho, mas não explicaria esse tamanho todo".
Ele disse ainda que a ecografia indicou 40 semanas de gestação, mas a previsão do parto era para o dia 20 deste mês. "Por isso ela foi transferida para Santa Rosa e depois para Porto Alegre. Era necessária uma avaliação mais detalhada para saber se o bebê tem problema respiratório ou cardíaco"
Outra suspeita para justificar o tamanho da criança seria a diabete gestacional da mãe, mas a hipótese foi descartada, segundo Dorneles.

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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


fonte:G1
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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

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No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


fonte:G1
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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Morador ficou arranhado, mas conseguiu expulsar o animal.Cortado durante a invasão, canguru deixou rastro de sangue pela casa.

Um canguru deu um susto no australiano Beat Ettlin e em sua família. O animal quebrou uma janela e invadiu o quarto do casal.
No começo, ele ficou aliviado por não se tratar de um assalto, mas o alívio durou pouco.
Descontrolado, o animal pulou repetidamente sobre a cama do casal. Ettlin, sua mulher e sua filha de nove anos esconderam-se debaixo dos lençóis.
Depois, o animal foi até o quarto do outro filho do casal, que tem dez anos.
A confusão na casa da família em Garran, subúrbio de Camberra, durou alguns minutos, até que Ettlin conseguiu deter o canguru, de cerca de 40 quilos e 1,76 metro, e mandá-lo para fora de casa.
O canguru escondeu-se em uma floresta próxima, de onde provavelmente ele saiu. O animal, que cortou-se ao quebrar a janela, deixou um rastro de sangue pela casa. Ettlin ficou com arranhões, mas sua mulher e filhos não se machucaram. Um especialista australiano da Universidade de Queensland disse que os cangurus raramente invadem casas, mas já o fizeram no passado ao entrar em pânico.


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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:14  ver comentários (7) comentar


Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Testemunha diz que padre Jeová praticava festas com menores; pároco é acusado de pagar para encontros com jovens rapazes

O padre Jeová, da Paróquia Santa Terezinha, está sendo acusado de promover festas de menores em sua casa no Residencial Acapulco e durante os encontros aliciar jovens do sexo masculino para encontros sexuais. A informação - com fotos do padre e gravação de entrevista com um desses rapazes - foi divulgada na noite de ontem pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. O padre não foi localizado para falar sobre as acusações. A reportagem apresentava um resumo do caso de pedofilia que está sendo apurado pela polícia e que será alvo de uma sessão da CPI de pedofilia. No meio da matéria, a surpresa. Além de mostrar fotos de todos os suspeitos, inclusive do médico residente no Jardim do Bosque, apontou que a CPI do Senado investigará denúncia de que um padre catanduvense - no caso Jeová - também era adepto de práticas homossexuais com rapazes menores. Além da foto do padre e imagens da paróquia, a reportagem da Record encontrou um desses jovens que decidiu falar. E o que falou foi surpreendente. Ele informou que participava das festas na casa do padre, regadas a bebidas alcóolicas, e com a participação de outros jovens, todos do sexo masculino. O padre então escolheria uma companhia e chegava a pagar até R$ 150, 00 para ir para "o quarto".
Na reportagem, o repórter dá a entender que as denúncias partiram e teriam sido confirmadas por vizinhos do padre. Com a testemunha gravada, as autoridades deverão agir. O padre já teria sido chamado a prestar esclarecimentos. A CPI da Pedofilia receberá uma cópia da fita e detalhes sobre as festas, seus participantes. O rapaz entrevistado pela Record poderá ser chamado para depor.
Nesta semana, a Igreja vem sendo alvo de críticas por conta da excomunhão de médicos que realizaram aborto em uma criança de nove anos, grávida de gêmos e vítima de abusos sexuais do padrasto. O episódio envolvendo o nome de um padre catanduvense, e nessas condições, deverá colocar mais lenha na fogueira.


Os portões de entrada da casa do médico acusado de envolvimento no caso de Catanduva foram pichados com as frases: “Ta na mira” e “Papa anjo”

Na manhã de domingo, dia 8, a casa do médico Wagner Gonçalves e de seu filho, Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, averiguada no inquérito policial do caso de pedofilia, amanheceu pichada.
Com exclusividade, a reportagem do Notícia da Manhã, esteve no local e acompanhou a ocorrência.
Segundo as informações da Polícia Militar, por volta das 11 horas às viaturas foram chamadas pelos moradores para comparecer na Rua São Joaquim da Barra, no Jardim do Bosque.
No local, constatou-se pichadas nos portões de entrada da residência, as frases “Ta na mira” e “Papa anjo”.
De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, a moradora não soube informar o horário do delito e quantas pessoas participaram. “Tudo indica que as frases foram pichadas, em razão da suspeita de envolvimento de um morador da casa, no caso de pedofilia”, disse o policial.
Os moradores se negaram a falar sobre o fato.
Durante a manhã, compareceram no local a equipe da Rocam e Comando da Polícia Militar.
O caso
O advogado José Luís Oliveira de Lima, que assumiu o caso na quinta-feira, dia 5, e que defende o médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, filho do médico Wagner Gonçalves, afirmou que seu cliente é inocente.
Durante coletiva realizada no escritório do advogado Pascoal Belotti, o advogado da família Gonçalves disse que confia na serenidade e imparcialidade das autoridades que investigam o caso, e que os comentários surgidos na cidade são acusações mentirosas.
“O Dr. Wagner é médico há 35 anos, e é respeitado na sociedade. Por causa dessas acusações, está passando por um momento difícil”, disse o advogado.
Na manhã de sexta-feira, dia 6, a delegada Rosana da Silva Vanni, responsável pelo inquérito policial, ouviu o médico Wagner Gonçalves e sua esposa.
“O médico chorou durante o depoimento prestado à delegada. Imagine um homem de reputação ilibada ter uma acusação leviana na família. Qualquer pessoa humana fica abalada com a situação. Não há nada para esconder, todas as perguntas foram respondidas para a delegada. O importante é que o filho do médico passou por 11 reconhecimentos e nenhuma criança o reconheceu como suposto autor, isto é que vale”, explicou Lima.
Outra questão apresentada durante a coletiva foi o fato das crianças terem falado no dia do reconhecimento que o averiguado havia mudado as suas características.“Eu não tive a leitura nos autos, mas posso afirmar que o meu cliente jamais pintou o cabelo, mudou a sua fisionomia, isso é ficção”, disse Lima.
Com relação ao reconhecimento de duas crianças que passaram defronte à residência localizada no Jardim do Bosque, o advogado de defesa repetiu para a imprensa que as crianças olharam para o averiguado e não o reconheceram.
CPU
Durante o inquérito, a delegada que preside o caso, há cerca de 15 dias foi à casa da família do médico para apreender uma CPU, porém o equipamento não foi localizado. No dia dos fatos, a autoridade afirmou que a mãe do médico, por telefone, afirmou que o equipamento estava no conserto, mas o advogado disse que a CPU havia sido encaminhada para o consultório do pai.
“Há mais de 10 dias, o Dr. Pascoal entregou à autoridade policial o notebook do meu cliente. Qualquer perícia é capaz de identificar se teve ou não alguma fraude, por isso não há o que temer”, explicou Lima.
Azulejo da piscina
Durante questionamento ao advogado sobre os depoimentos das crianças que afirmavam existir no azulejo da piscina da casa no Jardim do Bosque o desenho de um golfinho, Lima esclareceu que, se for confirmado que realmente existe esse tipo de desenho no azulejo, rasgará a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil.
O advogado disse que o seu cliente não tem nenhum envolvimento com os averiguados e com os fatos. “Eu vou examinar o inquérito e vou ao Senado para analisar se até o momento existe alguma posição inadequada”, finalizou Lima
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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Lisboa - O Ministério Público de Zurique, Suíça, não vai permitir que a cidadã brasileira que alega ter sido agredida por neo-nazis regresse ao Brasil porque quer avaliar o seu estado mental, afirma hoje o jornal brasileiro Estadão online.
De acordo com o diário, se se provar que Paula Oliveira mentiu às autoridades, "a pena será mais dura", mas se se revelar a existência de problemas psiquiátricos, a condenação será mais leve e a cidadã poderá regressar ao Brasil.
A advogada brasileira, de 26 anos, é suspeita de ter mentido sobre a alegada agressão que diz ter sofrido há cerca de três semanas na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Paula Oliveira disse ainda na altura que estava grávida de três meses, de gémeos, e que teria sofrido um aborto logo depois do ataque.
Fotos divulgadas pela imprensa brasileira mostram várias marcas no corpo da jovem, feitas por estiletes, que formam a sigla SVP, iniciais em alemão do Partido do Povo Suíço, de extrema-direita.
Entretanto, a Procuradoria de Zurique garantiu em Fevereiro que a cidadã brasileira tinha confessado a encenação do ataque, que se tinha auto-mutilado e que não estava grávida.
Na altura, as autoridades suíças abriram um processo contra a brasileira.
Numa reunião entre o advogado de Paula Oliveira e o procurador do caso, na terça-feira, o passaporte da brasileira não foi devolvido e ficaram agendados novos interrogatórios.
Uma nova decisão sobre a entrega do passaporte só será tomada dentro de duas semanas.
De acordo com o advogado, a confissão de Paula Oliveira às autoridades suíças "não tem valor" e só seria levado em conta o que ela "dissesse perante a justiça", lê-se no jornal.
O Estadão online diz ainda que o "Ministério Público de Zurique admitiu que a versão contada à polícia não seria suficiente para que o caso fosse encerrado e ela condenada".


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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 12:09  comentar

Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 12:09  comentar

Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 12:09  comentar

Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 12:09  comentar

Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 12:09  comentar

Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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Memorando em Resposta a carta enviada ao Conanda e publicada pela Imprensa Brasileira

“É de meu conhecimento que correspondencia fora adiantada a Imprensa Brasileira, escrita por Joao Paulo Lins e Silva com o proposito de ser sua versao para acontecimentos ligados ao caso Goldman.

A vasta maioria do que foi representado contem depoimentos que nao sao apoiados pelos fatos, e sao apenas hearsay (conversas ocorridas), e portanto nao eh necessario responder a tais acusacoes, principalmente porque nao irrelevantes as determinacoes feitas de acordo com a Convencao de Haia.

A Convencao de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Criancas eh uma investigacao limitada: Se uma crianca fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residencia e por um dos pais que tinha custodia, ou que obteria custodia, para remocao ou retencao? Se a resposta for sim, o retorno da crianca eh obrigatorio.

Entretanto, sera sem duvida util para a avaliacao de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente a entender este caso, a avaliar os varios pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentacao provenientes de ambas as partes nas cortes dos EStados Unidos, o que contradizem esta carta.

As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade nao so eh errado como diminui a importancia do Governo e Judiciario Brasileiros que agora apoiam a aplicacao [de Haia] para o retorno da crianca aos Estados Unidos. Seus comentarios podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair [as pessoas] das obrigacoes do Tratado. Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondencia uma linha temporal que pela primeira vez contem admissoes que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sordida historia, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman em entrar com o seu processo judicial em Agosto de 2004.

Processo Original de Custodia no Brasil


Sr. Lins e Silva descreve as alegacoes como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna “decidiu” nao retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele eh cauteloso ao dizer que ela fez esta decisao somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparicoes que ela fez a Vara de Familia Brasileira ela contou outra historia, que fora uma separacao planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisao, como o seguinte:

“Em junho, apos uso do poder de persuasao, a solicitante pode vir ao Rio de janeiro na companhia de seu filho…continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separacao”

A historia dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Familia Brasileira no caso em New Jersey e anexou a traducao das decisoes da corte brasileira as suas peticoes nos Estados Unidos, varios meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil ha apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas “continuou com o acordo que ela havia iniciado”. Tal linguagem tinha apenas o proposito de falsamente representara ao juiz no Brasil de que sua presenca era apenas o resultado de separacao conjugal planejada por ambas as partes.

O Sr. Lins e Silva agora confirma a estrategia que Bruna empregou em seus processos “durante o periodo de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho…apareceu perante a corte brasileira e pediu a custodia de Sean, que foi rapidamente dada”. Neste breve “periodo autorizado”, os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na “Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentacao anexada e totalmente adaptado:. Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisao apos chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora “matriculado” na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a crianca a um dos muitos psicologos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participacao do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos, e rejeitados perante as cortes de New Jersey.

Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo nao poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte oficialmente, e tambem por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data qme que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondencia ja era esperado, o r. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissao do proprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamacoa de custodia nao havia sido servida ate 22 de dezembro de 2004). Ja fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente nao fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era obvio que as alegacoes que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.


Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva


As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança, de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um “funcionário judicial em Brasília”. Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos, continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.

Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava “sob o seu cuidado” desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que “em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos”. Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta, quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão, estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estavisse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em Outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta. O facto que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como “Papai”, de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman o “americano” foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.

Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente “foi incapaz de localizá-lo”, isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data.Se a Sra. Goldman e sua família tivessen sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então porque eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004 é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia


A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seraim imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil. O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução. Apesar do Sr. David Lins e Silva descrever David como ter ” perdido repetidamente”, ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean, tinha sua residência habitual efectivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean. No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.

O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que “ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe” desmente o facto do Sr. Lins e Silva, e seu pai , que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil. A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente order do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal o acesso foi bem fundamentada, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações. Sr. Lins da Silva está correcto em descrever que imediatamente após a morte de sua esposa ele decidiu “tomar uma iniciativa jurídica …”, na verdade, ele aplicou, novamente em segredo, para ter o nome de David Goldman retirado da Certidão de Nascimento brasileira de Sean, bem como os nomes dos avós paternos.

Mr. Goldman então incluiu Sr. Lins e Silva em sua petição de Haia para afirmar a continuação da retenção indevida de Sean, somente quando se tornou claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não iria honrar com as ordens dos tribunais dos Estados Unidos seus direitos como o pai de Sean e retornar a custódia de Sean para seu pai. Mr. Goldman foi consistentemente aconselhado a confiar no processo judicial internacional na aplicação da Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis de sequestro da criança por parte do governo e do judiciário no Brasil. Confiando no conselho das autoridades centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não iniciou nenhuma das sanções penais disponíveis nos Estados Unidos, nem procurou contactar qualquer mídia em relação a este caso, enquanto o assunto permaneceu pendente nos tribunais brasileiros. Mr. Goldman nunca contratou um consultor de imprensa. Uma vez que Bruna morreu, e o segredo e os esforços inadequados contenciosos foram expostos, Mr. Goldman concordou relutantemente para iniciar o árduo processo diplomático, e para permitir a sua estória a ser contada em público, quando ele descobriu sobre a morte de Bruna e a retenção de Sean por Sr. Lins e Silva.

Não estando mais sobrecarregado pelas deturpações de Bruna Goldman e de sua família, ou da influência secreta do Sr. Lins e Silva, espera-se que o Tratado Internacional de Direito, nos quais ambos os países contam para com o bem-estar e proteção de todos os seus cidadãos não será mais utilizada erroneamente.”

Patricia E. Apy


Advogada de David Goldman

7 de Março de 2009



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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FLORIANÓPOLIS - O tornado que atingiu a serra catarinense neste domingo e o temporal, que caiu também sobre Vale do Itajaí e Florianópolis, deixaram 367 desabrigados, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina. Dois municípios decretaram situação de emergência: Ponte Alta, na serra, e Camboriú, no Vale do Itajaí. Pelo menos 14 municípios do estado registraram estragos provocados pela chuva forte, vendaval e a queda de granizo entre o domingo e a madrugada desta segunda-feira.
Em Ponte Alta, um tornado, que durou cerca de 30 minutos e foi acompanhado de chuva de granizo, destelhou mais de 500 casas. Lavouras de milho e soja foram destruídas e árvores foram arrancadas na zona rural. Duas pessoas ficaram feridas. De acordo com a Defesa Civil, 80 pessoas ficaram desabrigados ou desalojadas. O abastecimento de luz e água foi comprometido.
Até mesmo o hospital da cidade foi afetado. Os 56 leitos da Fundação Médico Social Rural de Ponte Alta foram atingidos pela chuva. Seis pacientes que estavam internados no momento do tornado foram liberados, devido ao risco que corriam dentro do hospital. O prefeito da cidade decretou situação de emergência.
Em Camboriú, no Vale do Itajaí, a chuva deixou 245 desabrigados. Em Brusque, na mesma região, uma forte chuva provocou alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas.
Em Florianópolis, as chuvas provocaram estragos principalmente no norte da ilha. Casas e ruas ficaram alagadas em Canasvieiras e nos bairros Rio Vermelho, Vargem Pequena, Ingleses e Vargem do Bom Jesus. Há 16 pessoas desalojadas e seis desabrigadas na capital catarinense.
A chuva também atingiu o litoral, o Vale do Itajaí e o sul . Além de Florianópolis, Brusque e Criciúma também acionaram a Defesa Civil Estadual.
A BR-116 chegou a ficar interrompida durante uma hora no trecho entre Ponte Alta e a BR-470 devido à queda de árvores sobre a pista. Estradas do interior também foram danificadas, e pontes podem estar em risco.
Em Brusque, no Vale do Itajaí, uma forte chuva começou às 17h deste domingo e o município registrou pontos de alagamentos e deslizamentos. Vinte pessoas estão desabrigadas e o deslocamento na cidade está complicado.
Em Ituporanga, um temporal destelhou casas e derrubou árvores na manhã de domingo. O vento provocou a queda de postes. Casas e ruas foram alagadas.
Em Itajaí a ligação entre o município e Balneário Camboriú foi comprometida até o início da noite de domingo por causa de alagamentos e deslizamentos de terra. Uma rua no bairro Cabeçudas foi interditada devido ao risco do desmoronamento. Ruas ficaram alagadas no bairro Ariribá. A escola municipal na região também foi atingida.
O vento forte destruiu lavouras, residências e derrubou postes da rede de distribuição de energia nas cidades de cidades de Turvo, Ermo, Timbé do Sul, Morro Grande e Meleiro De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), os maiores volumes de chuva ocorreram no Planalto Sul e no litoral. Em Itapoá, litoral norte, choveu 140,8 milímetros neste domingo. Painel, na Serra, registou 100,6 milímetros de água e Itajaí, também no Litoral Norte, registrou 98,2 milímetros. A Defesa Civil está em alerta nos próximos dias devido à previsão de chuva intensa, principalmente entre o Planalto e o litoral catarinense. Enchentes e mortes
Entre novembro e dezembro do ano passado, ao menos 136 pessoas morreram vítimas das enchentes em Santa Catarina. Milhares ficaram desabrigadas.
Na ocasião, os municípios mais castigados foram Ilhota, Luiz Alves, Itajaí e Blumenau. Várias regiões dessas cidades ficaram submersas. Os estragos atingiram plantações e comprometeram o abastecimento de várias cidades, pois várias rodovias ficaram alagadas.
Após a chuva, foram registrados dezenas de casos de leptospirose nas cidades mais atingidas pelas enchentes, principalmente em Itajaí.



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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  ver comentários (2) comentar

Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:34  ver comentários (2) comentar

Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

Por Leonardo Sarmento, do blog "Mosaico de Lama"
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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

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Excomunhão.
Na religião católica, consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que desassociação em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada colectivamente. O fiel fica proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiáticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico, sendo uma das três mais duras.
O Código de Direito Canônico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão: Profanação das espécies sagradas; Violência física contra o Pontífice; Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne; Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical; Violação direta do segredo da Confissão; Apostasia ( Renegação de uma religião ou renúncia à fé religiosa; ABJURAÇÃO); Heresia; Cisma; Aborto.
Um pequeno adendo à questão:
Como se percebe a excomunhão não se aplica às lascívias da carne e sim em relação a questões da fé... Ora, mas o Código Canônico já prevê punições para este tipo de crime e se a Igreja não as aplica é porque não houve determinação de aplicá-las... Verdade, que não são sanções de natureza grave, privativas de liberdade, mas de qualquer forma prevêem a demissão do estado clerical.
Diga-se de passagem, para a Igreja até mesmo o matrimônio ,como se sabe, constitui delito. No título V do livro VI do Código Canônico, que trata dos Delitos contra Deveres Especiais, lemos:
Cân. 1394 - § 1. Salva a prescrição do cân. 194 § 1 nº 3, o clérigo que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em suspensão latae sententiae; e, se, admoestado, não se recuperar e persistir em dar escândalo, pode ser gradativamente punido com privações ou até mesmo com a demissão do estado clerical.
§ 2. O religioso de votos perpétuos, não-clérigo, que tenta matrimônio, mesmo só civilmente, incorre em interdito latae sententiae, salva a prescrição do cân. 694.
Cân. 1395 - § 1. O clérigo concubinário, exceto o caso mencionado no cân. 1394, e o clérigo que persiste no escândalo em outro pecado externo contra o sexto mandamento do Decálogo sejam punidos com suspensão. Se persiste o delito depois de advertências, podem-se acrescentar gradativamente outras penas, até a demissão do estado clerical.
§ 2. O clérigo que de outro modo tenha cometido delito contra o sexto mandamento do Decálogo, se o delito foi praticado com violência, ou com ameaças, ou publicamente, ou com menor abaixo de dezesseis anos, seja punido com justas penas, não excluída, se for o caso, a demissão do estado clerical.
O Código Canônico como se percebe prevê punições para os crimes sexuais dos sacerdotes, inclusive para os casos de sexo com menores. Curioso é não termos notícias de que alguma autoridade eclesiástica tenha privado os milhares de padres pedófilos de seus estados clericais... O máximo que se percebe são transferências de paróquia, o que permite inclusive ao padre relapso encontrar carnes novas para satisfação de sua lascívia...
Em 2007, a Corte Superior de Los Angeles ratificou o maior acordo já pago por uma diocese católica nos Estados Unidos a 508 pessoas que sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes: 660 milhões de dólares em indenizações. Para poder desembolsar tais cifras, a Igreja teve de vender várias propriedades. Vários padres foram condenados e cinco bispos e arcebispos declararam falência ante a impossibilidade de indenizar em dinheiro os danos.
O escândalo veio à tona em 2002, em Boston (Massachusetts), onde mais de 500 supostas vítimas de abusos apresentaram queixas. O caso acabou com a entrega de 85 milhões de dólares aos querelantes. Em dezembro do mesmo ano, a arquidiocese aceitou desembolsar 60 milhões de dólares para chegar a um acordo com 45 supostas vítimas de padres pedófilos. Em 2004, a diocese de Orange (Califórnia) pagou 100 milhões de dólares para encerrar 90 processos e, em 2005, a também californiana Oakland entregou 56 milhões a suas 56 vítimas. Em 2006, a diocese de Convington (Kentucky) pagou 84 milhões de dólares a 350 vítimas de abusos.
Como se percebe, pelos lados dos EUA o bolso da Igreja Católica anda sentindo os desprazeres da carne...
O elo de ligação:
Sabemos que em caso de estupro ou de risco à vida da mãe nossa legislação admite a interrupção do período gestacional se o feto tiver até 4 meses, que era o caso da menina pernambucana, que engravidou como resultado do estupro de seu próprio padrasto. Nada mais tórrido e abominável...
O bispo Dom José Cardoso Sobrinho, com o aval do Papa Bento XII alegou bizarramente, que neste caso a lei humana contrariaria a lei de Deus, que seria contra a morte...
Caberiam perguntas: E no período da Inquisição, a morte seria sagrada? Quanto às leis de Deus, seriam aquelas escritas pelos pedófilos da Igreja Católica?
Em uma época de ausências, quando a igreja poderia ter o papel de congregar espíritos desvalidos, a Igreja Católica se mantém em berço esplêndido, distante de toda uma realidade social, que há muito salta aos olhos, pregando a mais pura e santa hipocrisia... Mantém-se firmes contra a adoção de métodos contraceptivos, contra qualquer tipo de aborto, mas complacente com a pederastia eclesiática...
A ausência de discernimento de suas opiniões é tão profunda, que excomunga-se quem salvou a vida de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e lamenta-se pelo estuprador, que permanece uma de suas ovelhas em uma espécie de telhado de vidro ou compaixão pelos que lhe são semelhantes... Que valores são esses? Os valores da pederastia? Com esta morfética linha de pensamento cadaveril, fez-se ferver o mercado da fé no último século, provocando o nascimento de verdadeiras biroscas da fé, que hoje se transformaram em megas instituições de poder, que exploram a mais profunda"demência" humana, que se joga a procura ou da "salvação" ou da enganação de suas almas...

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O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

Leia sobre o pior inimigo do câncer de próstata: "o preconceito" http://www.atribunamt.com.br/medicina-e-saude/preconceito-e-maior-inimigo-contra-cancer-de-prostata/

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O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

Leia sobre o pior inimigo do câncer de próstata: "o preconceito" http://www.atribunamt.com.br/medicina-e-saude/preconceito-e-maior-inimigo-contra-cancer-de-prostata/

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

Leia sobre o pior inimigo do câncer de próstata: "o preconceito" http://www.atribunamt.com.br/medicina-e-saude/preconceito-e-maior-inimigo-contra-cancer-de-prostata/

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O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

Leia sobre o pior inimigo do câncer de próstata: "o preconceito" http://www.atribunamt.com.br/medicina-e-saude/preconceito-e-maior-inimigo-contra-cancer-de-prostata/

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O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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O câncer de próstata (CP) é o tumor mais comum em homens com mais de 50 anos de idade. Com os progressos da Medicina e de outras áreas que interferem com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores àquela. Conclui-se, portanto, que mais casos de CP serão diagnosticados. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia (câncer).
A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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A próstata é uma glândula secretora que faz parte do sistema reprodutor masculino, situada imediatamente abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Em um adulto jovem pesa cerca de 20 gramas e temo tamanho de um limão pequeno. É responsável pela maior parte do volume do sêmen produzido para ejaculação.
À medida que o homem envelhece, o fluxo de urina pode se tornar lento ou é difícil começar a urinar. Em alguns casos, o fluxo pára completamente e é preciso introduzir uma sonda até o interior da bexiga para drená-la. Isso é mais frequentemente causado por um tumor benigno, denominado hiperplasia benigna da próstata. Mas, algumas vezes, pode ser acompanhado por um tumor maligno, conhecido como câncer de próstata.
O câncer de próstata é o desenvolvimento de células defeituosas na glândula prostática, causando dificuldade para urinar devido ao estreitamento da passagem a partir da bexiga.
O problema é que essas células podem se espalhar para os tecidos vizinhos e se desenvolverem ou serem levadas pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, onde começam a crescer, chegando a um quadro de difícil controle.
Atualmente o câncer de próstata é o que mais atinge os homens com idade acima de 50 anos. Aproximadamente, um em cada 8 homens , nesta faixa etária, poderá desenvolver a doença.
É comum também, não aparecer nenhum sintoma. Daí a importância do Exame Preventivo da Próstata, que identifica o tumor na sua fase inicial, quando a cura completa ainda é possível.

Como diagnosticar o Câncer de Próstata
A partir dos 45 anos de idade os homens devem procurar um urologista para realizar, anualmente, uma avaliação da próstata.
Isto é feito por meio do toque retal, que avalia se o tamanho da próstata está alterado, e de um exame de sangue, que detecta os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico). Se algum desses exames apresentar alteração, o médico irá solicitar uma biópsia da próstata e só então poderá ser dado um diagnóstico definitivo.
Tratamentos Disponíveis
A cirurgia de câncer de próstata chama-se prostatectomia radical e consiste na retirada de toda a próstata, das vesículas seminais e do tecido que as envolve.
A radioterapia utiliza a radiação para destruir as células do tumor. É uma opção para quem não quer ou não pode fazer a cirurgia, porém não tem a mesma eficácia. Também é indicada em casos em que a doença se espalhou, pra diminuir as dores, evitar que o câncer continue destruindo as células e como tratamento auxiliar depois da cirurgia.

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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Estudo mostra que, em área com alta densidade de prédios, concentração do gás poluente é maior no topo dos edifícios
Morador do térreo, porém, é mais atacado por óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono; dados saíram de medição no centro da cidade


Quem mora nos andares altos dos prédios em São Paulo tem a vantagem de manter os pulmões um pouco mais afastados do material particulado exalado pelos escapamentos dos carros. Um novo estudo, porém, mostra que nas áreas com grandes concentrações de edifícios essas pessoas estão mais suscetíveis a um outro tipo de poluente: o ozônio (O3).
A conclusão veio de uma medição da distribuição vertical desse gás realizada pelo LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), ligado à Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). O ozônio é hoje o poluente que mais preocupa os órgãos ambientais e o que mais tem provocado dias com qualidade do ar ruim no Estado.
Um prédio de 19 andares na região da República, no centro da capital paulista, foi usado no estudo. A medição ocorreu no lado externo do prédio. Enquanto a média diária de concentração no térreo foi de 22,89 microgramas de O3 por metro cúbico, no 4º andar foi de 38,35 e no 19º andar foi de 58,82 (veja quadro à direita). Já a concentração de dióxido de nitrogênio NO2, um outro poluente, se reduz com a altitude.
Segundo a bióloga Ana Julia Lichtenfels, que executou o estudo do LPAE, a concentração maior de ozônio no alto se deve ao fato de que a substância depende de luz solar para se formar. Em áreas com grande concentração de prédios, há muita sombra nas partes mais baixas, por isso o ozônio persegue quem está no alto. "É ilusão achar que, ao estar longe dos carros, as pessoas estão protegidas da poluição", diz.
Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), diz que o resultado do estudo do LPAE faz sentido."Medições no pico do Jaraguá também encontraram alta concentração de ozônio", diz. Ela explica que os óxidos de nitrogênio -que formam O3 na presença de luz solar- por outro lado também podem reagir com o ozônio, destruindo-o. Por isso, perto dos carros a concentração do O3 é menor.
A pesquisa também mapeou como a poluição se manifesta horizontalmente em uma rua transversal ao Minhocão, via expressa elevada que liga o centro ao oeste de São Paulo. Junto à via suspensa, onde há muitos poluentes emitidos pelos carros, a concentração de ozônio é menor do que em trechos um pouco mais afastados, nas ruas perpendiculares.
Diferentemente de quem mora em andares altos, quem está perto dos veículos sofre mais diretamente os efeitos de outros poluentes: material particulado, monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio. "Por isso, desaconselhamos a correr em locais como a avenida Sumaré, muito próximo aos escapamentos", diz Martins.


Cortina reduz o poluente em casa

Maria Helena Martins acredita que o nível de ozônio do lado de fora dos prédios deve ser maior do que na área interna. Segundo ela, a concentração varia dependendo da ventilação do apartamento e se a cortina fica aberta ou fechada, por exemplo."O ozônio é muito reativo. Reage com carpete, com borracha, parede, materiais sintéticos. Sabe quando a borracha de mangueira fica grudenta? Ou quando aquela roupa azul fica meio roxa? Pode ser ação do ozônio. O oxigênio também faz isso", diz. "Quando o ozônio reage, acaba sumindo."
Já a pesquisadora da USP Ana Julia Lichtenfels acredita que o comportamento do poluente deve ser o mesmo dentro e fora -mas o LPAE ainda não coletaou dados específicos para avaliar isso. Ela conta que esse tipo de medição já foi realizada em salas da Faculdade de Medicina da USP, na movimentada av. Dr. Arnaldo, mas para outro poluente: o material particulado (sólidos e líquidos pulverizados que ficam em suspensão no ar)."Medimos a concentração dentro e fora da sala e verificamos que a concentração infelizmente é a mesma. Ou seja, se você está próximo a um corredor de tráfego, a concentração de material particulado de ambiente interno se mostra semelhante à do externo", diz a pesquisadora. Ela defende que as medições de interiores sejam voltadas mais diretamente ao efeito sobre a saúde.

Fonte: Folha de São Paulo
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Polícia Civil afirma que 15 PMs integram grupo de extermínio chamado "Os Highlanders", que seria responsável por 12 mortes
Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

André Caramante - Folha de São Paulo
Leia a íntegra do relatório final da Polícia Civil www.folha.com.br/090672
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Polícia Civil afirma que 15 PMs integram grupo de extermínio chamado "Os Highlanders", que seria responsável por 12 mortes
Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

André Caramante - Folha de São Paulo
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Polícia Civil afirma que 15 PMs integram grupo de extermínio chamado "Os Highlanders", que seria responsável por 12 mortes
Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

André Caramante - Folha de São Paulo
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Polícia Civil afirma que 15 PMs integram grupo de extermínio chamado "Os Highlanders", que seria responsável por 12 mortes
Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

André Caramante - Folha de São Paulo
Leia a íntegra do relatório final da Polícia Civil www.folha.com.br/090672
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Polícia Civil afirma que 15 PMs integram grupo de extermínio chamado "Os Highlanders", que seria responsável por 12 mortes
Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Relatório final segue hoje para a Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP); cinco das vítimas foram encontradas decapitadas

O relatório final da Polícia Civil sobre a decapitação de um deficiente mental conclui que existe um grupo de extermínio na Polícia Militar de São Paulo integrado por ao menos 15 policiais e um comerciante, acusados de participação nas mortes de 12 pessoas só em 2008.Dos PMs investigados, 14 são do 37º Batalhão, na zona sul de São Paulo, e um é integrante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar). Os PMs e o comerciante estão presos. Uma das 12 vítimas do suposto grupo criminoso é o deficiente mental Antonio Carlos Silva Alves, 31, o Carlinhos.O documento obtido pela Folha tem 63 páginas e compara a atuação desse suposto grupo com a do "Esquadrão da Morte" -associação de policiais criada nos anos 60 que eliminava supostos bandidos e que se disseminou pelo país. O relatório será entregue hoje à Promotoria do Júri de Itapecerica da Serra (Grande SP). "Highlanders"Entre abril e outubro de 2008, cinco pessoas foram encontradas decapitadas, o que levou o grupo a ser chamado de "Os Highlanders". As outras sete vítimas foram baleadas. Dos 12 mortos, 11 viviam nas áreas de Capão Redondo, Parque Santo Antônio e Jardim Herculano. Um dos decapitados, cujo corpo foi achado no dia 23 de outubro -quando a Folha revelou com exclusividade a investigação dos PMs-, não foi identificado até agora.Nesta década, quatro grupos de extermínio supostamente criados por policiais foram investigados em São Paulo -Ribeirão Preto (313 km de SP), Guarulhos e Osasco (Grande SP) e, no ano passado, PMs do 18º Batalhão, na zona norte da capital. Em todos os casos, a conclusão foi de que as mortes foram casos isolados, e não ação de um grupo organizado. InvestigaçãoForam os depoimentos de testemunhas de 11 dessas 12 mortes que levaram a Polícia Civil a apontar os PMs como suspeitos pelos crimes. Seis dos mortos foram vistos em carros da PM -do 37º Batalhão e da Rota- antes da descoberta de seus corpos. No caso da chacina, testemunhas declararam ter visto 3 dos 15 policiais acusados no local."Estamos diante de uma organização criminosa formada por células, sendo certo que alguns achacam, alguns arrebatam, alguns executam, outros acobertam", diz o relatório, assinado por Ivan Jerônimo da Silva, chefe da equipe de investigadores que atuou no caso.A Promotoria de Itapecerica encaminhará o relatório para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), também do Ministério Público.O próximo passo será investigar se os PMs suspeitos eram ligados a oficiais da corporação. Um deles, o coronel Eduardo Félix, atual comandante da Tropa de Choque e terceiro na hierarquia da PM, é citado no relatório -testemunhas e PMs acusados declararam, em depoimento, que um dos soldados presos tem ligação com o coronel, de quem seria protegido.

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Munido de estatísticas e fatos estarrecedores, o advogado criminalista e articulista da Folha Luís Francisco Carvalho Filho mostra no livro "A Prisão" como o sistema prisional brasileiro falha na recuperação e reintegração de cidadãos.
O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u351830.shtml
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Munido de estatísticas e fatos estarrecedores, o advogado criminalista e articulista da Folha Luís Francisco Carvalho Filho mostra no livro "A Prisão" como o sistema prisional brasileiro falha na recuperação e reintegração de cidadãos.
O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u351830.shtml
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Munido de estatísticas e fatos estarrecedores, o advogado criminalista e articulista da Folha Luís Francisco Carvalho Filho mostra no livro "A Prisão" como o sistema prisional brasileiro falha na recuperação e reintegração de cidadãos.
O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

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O livro alerta para o desinteresse político sobre o assunto e o custo humano que a prisão representa para a sociedade brasileira. Divulgação

Advogado criminalista mostra estatísticas e fatos estarrecedores
O problema não é apenas brasileiro, lembra Luís Francisco, que apresenta no livro relatos sobre a história da prisão humana no mundo. Nas prisões dos Estados Unidos há cerca de 2 milhões de delinquentes, dos quais expressivo percentual vive em condições muito ruins, sobretudo nas cadeias estaduais.
Leia abaixo alguns trechos do livro:

"A prisão priva o homem de elementos imprescindíveis à sua existência,como a luz, o ar e o movimento.(Hildebrando Thomaz de Carvalho, "Hygiene das Escolas e das Prisões", 1917)"
"Em 16 de outubro de 2001, Augusto Sátiro de Jesus, 45, funcionário de uma rede de restaurantes havia 18 meses, foi detido em flagrante delito com uma coxa e uma sobrecoxa de frango, com prazo de validade vencido, no interior de sua mochila. Sem dinheiro para comprar comida, segundo sua versão, correu o risco de passar pelo crivo da vigilância dos patrões com o produto do "crime", avaliado pela polícia em R$ 0,90. Preso por furto qualificado (por ter abusado da confiança do empregador), sem assistência de advogado, ele permaneceria 16 dias numa cela de 12 metros quadrados com outros 25 homens, num dos muitos distritos policiais da cidade de São Paulo.
Cerca de um ano antes, duas jovens advogadas paulistanas foram procuradas por um homem negro, acompanhado da mulher e de uma criança de colo, em situação jurídica inusitada, que poderia fazer parte da narrativa de Lewis Carroll em Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Condenado à prisão, ele recebera autorização para passar o fim de semana com a família. Por motivo de doença, apresentara-se à portaria da penitenciária com atraso. Foi simplesmente impedido de entrar. O funcionário da recepção fechou arbitrariamente as portas da prisão para ele, deixando-o do lado de fora --"livre" e perplexo, ameaçado de ser considerado fugitivo e perder o prontuário de bom comportamento. As advogadas, acostumadas a formular pedidos de liberdade, viram-se na contingência de requerer sua prisão, o que, evidentemente, logo se deferiu. Dias depois, receberiam um telefonema de agradecimento, quando também souberam que o preso, como retaliação, fora punido com isolamento."
" As prisões brasileiras são insalubres, corrompidas, superlotadas, esquecidas. A maioria de seus habitantes não exerce o direito de defesa. Milhares de condenados cumprem penas em locais impróprios. "
" Há uma mistura estrategicamente inconcebível de pessoas perigosas e não-perigosas. Há tuberculosos, aidéticos e esquizofrênicos sem atendimento. O cheiro e o ar que dominam as carceragens do Brasil são indescritíveis, e não se imagina que nelas é possível viver. "
" Do lado de fora dos muros, os índices de criminalidade violenta aumentam, os sentimentos de impunidade e insegurança se generalizam. As leis e os magistrados tendem a ser cada vez mais severos. O sistema judiciário é profundamente desigual. A exclusão econômica aumenta ainda mais a freguesia das prisões."
" A imagem do país no exterior se deteriora: entidades internacionais de defesa dos direitos humanos têm sistematicamente condenado as terríveis condições de vida dos presídios brasileiros. O sistema é visto como um rastilho de pólvora e fator de incentivo à violência. Não só pela desumanidade medieval que patrocina, mas pela absoluta ausência de interesse político em relação ao que acontece em seu interior. "

Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u351830.shtml
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O Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou o pianista João Carlos Gandra da Silva Martins e seu ex-sócio na construtora Entersa, Rubens Kaufman, por crimes contra a ordem tributária no caso Paubrasil, esquema ilegal de arrecadação para as campanhas de Paulo Maluf em 1990 e 1992.As penas de prisão foram substituídas por penas restritivas de direito. Cabe recurso. O réu Ettore Gagliardi teve a prescrição reconhecida, por ter mais de 70 anos.Na denúncia -rejeitada pelo então juiz federal João Carlos da Rocha Mattos-, a Paubrasil Engenharia, da qual Martins era sócio, emitia notas fiscais "frias" a empresas doadoras. A contabilidade da Entersa foi fraudada."Estou bem consciente da minha inocência", afirmou João Carlos Martins. "Nunca tomei decisões sobre a Entersa. Sempre assumi minha responsabilidade na Paubrasil". A Folha não conseguiu ouvir Kaufman. A assessoria de Paulo Maluf disse que o deputado "não tem nada a ver com o caso Paubrasil".


Fonte: Folha On-line
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O Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou o pianista João Carlos Gandra da Silva Martins e seu ex-sócio na construtora Entersa, Rubens Kaufman, por crimes contra a ordem tributária no caso Paubrasil, esquema ilegal de arrecadação para as campanhas de Paulo Maluf em 1990 e 1992.As penas de prisão foram substituídas por penas restritivas de direito. Cabe recurso. O réu Ettore Gagliardi teve a prescrição reconhecida, por ter mais de 70 anos.Na denúncia -rejeitada pelo então juiz federal João Carlos da Rocha Mattos-, a Paubrasil Engenharia, da qual Martins era sócio, emitia notas fiscais "frias" a empresas doadoras. A contabilidade da Entersa foi fraudada."Estou bem consciente da minha inocência", afirmou João Carlos Martins. "Nunca tomei decisões sobre a Entersa. Sempre assumi minha responsabilidade na Paubrasil". A Folha não conseguiu ouvir Kaufman. A assessoria de Paulo Maluf disse que o deputado "não tem nada a ver com o caso Paubrasil".


Fonte: Folha On-line
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O Tribunal Regional Federal da 3ª Região condenou o pianista João Carlos Gandra da Silva Martins e seu ex-sócio na construtora Entersa, Rubens Kaufman, por crimes contra a ordem tributária no caso Paubrasil, esquema ilegal de arrecadação para as campanhas de Paulo Maluf em 1990 e 1992.As penas de prisão foram substituídas por penas restritivas de direito. Cabe recurso. O réu Ettore Gagliardi teve a prescrição reconhecida, por ter mais de 70 anos.Na denúncia -rejeitada pelo então juiz federal João Carlos da Rocha Mattos-, a Paubrasil Engenharia, da qual Martins era sócio, emitia notas fiscais "frias" a empresas doadoras. A contabilidade da Entersa foi fraudada."Estou bem consciente da minha inocência", afirmou João Carlos Martins. "Nunca tomei decisõ