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7.3.09

CHICAGO - Os otimistas vivem mais e com mais saúde que os pessimistas, disseram pesquisadores americanos na quinta-feira, em um estudo que deve dar aos pessimistas mais uma razão para resmungar.
Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
E para os pessimistas que acham que não há nada a fazer, ela diz:
- Não tenho tanta certeza de que seja verdade. Simplesmente não sabemos.


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:42  comentar


CHICAGO - Os otimistas vivem mais e com mais saúde que os pessimistas, disseram pesquisadores americanos na quinta-feira, em um estudo que deve dar aos pessimistas mais uma razão para resmungar.
Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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- Não tenho tanta certeza de que seja verdade. Simplesmente não sabemos.


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Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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- Não tenho tanta certeza de que seja verdade. Simplesmente não sabemos.


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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
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As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
E para os pessimistas que acham que não há nada a fazer, ela diz:
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Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
E para os pessimistas que acham que não há nada a fazer, ela diz:
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Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
E para os pessimistas que acham que não há nada a fazer, ela diz:
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Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh examinaram as taxas de mortalidade e a incidência de doenças crônicas entre participantes do estudo Iniciativa da Saúde Feminina, que acompanha mais de 100 mil mulheres com mais de 50 anos desde 1994.
As otimistas - ou seja, aquelas que sempre esperam o melhor - tinham 14% menos probabilidade de morrer de qualquer causa do que as pessimistas, e 30% menos chance de morrer do coração, após oito anos de acompanhamento.
As otimistas também tinham menor tendência à hipertensão, à diabete e ao tabagismo.
A equipe liderada por Hilary Tindle também avaliou mulheres altamente desconfiadas de outras pessoas -um grupo que foi chamado de "cinicamente hostil", pessoas que concordam com frases do tipo "Muitas vezes tive de receber ordens de pessoas que não sabiam tanto quanto eu" ou "É mais seguro não confiar em ninguém".
- As mulheres cinicamente hostis tinham 16% mais probabilidade de morrer (durante o período do estudo) em comparação com as mulheres que eram menos cinicamente hostis (ou seja, que confiavam mais nas pessoas) - disse Tindle por telefone.
Essas mulheres também tinham uma propensão 23% maior de morrerem de câncer.
Tindle disse que o estudo não prova que atitudes negativas tenham efeitos negativos sobre a saúde, mas afirmou que os resultados sugerem alguma ligação.
- Acho que realmente precisamos de mais pesquisa para criar terapias que atinjam as atitudes das pessoas, para ver se elas podem ser modificadas e se tal modificação é benéfica à saúde.
E para os pessimistas que acham que não há nada a fazer, ela diz:
- Não tenho tanta certeza de que seja verdade. Simplesmente não sabemos.


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
Flávia Tavares


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A apresentadora completa 80 anos amanhã, mas, na gravação de seu programa, demonstra uma agilidade de garota

Hebe Camargo chega aos estúdios do Complexo Anhanguera, onde são produzidos os programas do SBT, por volta do meio-dia - uma hora antes da gravação de seu show começar. Ela desce da Mercedes-Benz preta com toda sua loirice já armada e escovada e o sorriso espremido entre os dentes e estampado no rosto. Distribui beijinhos e comentários do tipo "mas que olhinho azul mais lindinho" para sua equipe e desaparece agilmente a caminho do camarim. Destreza que poderia impressionar em uma mulher que fará 80 anos amanhã. Mas que, por algum motivo, combina com ela.Com mais de cinco décadas como apresentadora de TV, Hebe diz ainda sentir um friozinho na espinha antes de entrar no palco. Pode até ser um clichê, mas ela fala como se fosse a primeira veterana a admitir isso na história. Como faz com todos os clichês que desfila em seu programa, alguns dos quais ajudou a criar. Ou vai dizer que você nunca apertou os lábios para imitar a loira e soltar um "Que graccciiinnnhhhaaa!"?Já maquiada - ela faz questão de cílios postiços e detesta batom vermelho, revela o maquiador Eduardo -, Hebe recebe a reportagem no camarim para confessar, entre outras coisas, que passou férias e carnaval sozinha. Não gostou. "Sempre brinco com esse assunto de namorado, mas a verdade é que faz muita falta ter um companheiro que te queira bem", diz, num tom abaixo do usual. Viúva desde 2000, quando morreu seu segundo marido, Lélio Ravagnani, ela não tem netos. O filho Marcello não se casou. "Eu a-do-ra-ria ter uma netinha. Já imaginou ela com todas as minhas joias?", esparrama-se. Revela também que adoraria ter um programa infantil. "As crianças me adoram e fazem festa quando me encontram. Vai ver pensam que eu sou a Xuxa."Ela atribui sua longevidade no ar à autenticidade com que trata público e convidados. De fato, fica difícil identificar se, nos bastidores, Hebe age como se tivesse meia dúzia de câmeras apontadas para ela ou se, diante das câmeras, age como se não tivesse nenhuma. Sua persona foi muito bem construída como a da mulher rica, até perua, mas simples, pé no chão. As joias que ostenta não a distanciam da dona de casa e, ao mesmo tempo, mantêm a apresentadora próxima das altas rodas. A plateia de senhoras que lotava o estúdio na segunda-feira puxou um Parabéns para Você no intervalo, mas a loira vai celebrar mesmo seu aniversário na Disney, com 80 convidados que vão de Lucília Diniz a Tom Cavalcante.Descendo de um elevador prateado no palco, de salto alto, calça legging e uma saída de praia que converteu em figurino, Hebe leva suas fãs aos berros de "Linda, linda!" na abertura do programa. No canto, a animadora quase não tem trabalho para empolgar a mulherada. A apresentadora abre sua performance com um "editorial" sobre corrupção. Antes da gravação, ela havia pedido aos cinegrafistas que captassem imagens de uma reportagem da revista Veja de 25 de fevereiro, sobre o PMDB. "Pior é que ela vai falar desse assunto mesmo, não tem jeito", suspira a produtora. Muito criticada por sua proximidade com Paulo Maluf, Hebe agora só fala de política de forma mais genérica. Pede transporte público, educação, honestidade. E algumas mulheres na plateia acenam positivamente com a cabeça, como se estivessem ganhando a voz que normalmente não têm.Seus convidados daquela tarde - o programa vai ao ar às 20 h - são o pagodeiro Alexandre Pires e o sertanejo Eduardo Costa, novo sucesso nas rádios populares. Quando é a vez de Costa cantar, claro que ele faz de tudo para agradar a madrinha de tantos iniciantes e vai a toda hora beijar sua mão e cantar olhando em seus olhos. Mas Hebe o dirige com a autoridade de quem sabe tudo de programas de auditório e aponta para o público como quem diz: "Agrade a elas, não a mim!" Ele obedece.Num próximo momento, entram no palco novos contratados do SBT, que lançaram seus programas ao longo desta semana. A modelo Isabella Fiorentino se derrete toda em elogios para a loira. A novata Lígia Mendes também. Aquela rasgação de seda se estende por longos minutos, mas é tudo parte do script de visitar a Hebe. Só o cenário que anda diferente. Seu famoso sofá está agora viajando o Brasil, ladeado por um totem de papelão da apresentadora, colhendo ainda mais elogios para ela.O quadro seguinte tem feito enorme sucesso entre as telespectadoras e voltou ao ar a pedido da comandante, apesar do gosto extremamente duvidoso. É o "Jornal da Hebe", em que ela divide uma bancada com Celso Portiolli para anunciar notícias bizarras sobre vibradores, homens que quebram dezenas de melancias com a cabeça, e por aí vai. Mas, indagada sobre o atual nível da programação da TV brasileira, justifica suas escolhas. "A televisão está muito vulgarizada mesmo. As novelas imitam demais a vida, não há necessidade de levar tanta violência às histórias. Realmente, não evoluímos, não, nós andamos para trás."O programa acaba e ela manda seus beijinhos para a plateia, junto com as flores vermelhas que sempre distribui. Sai correndo do palco, porque anda com a agenda lotada. Atualmente, Hebe, que começou a carreira como cantora, tem se dedicado à gravação de um novo CD, produzido por Guto Graça Mello. Sem revelar muito do repertório, garante que são músicas "lindíssimas" e anuncia o próximo passo. Ela quer fazer um DVD. "Para isso, terei que voltar a fazer shows. Vou amar voltar a Porto Alegre, ao Rio, a Belo Horizonte", empolga-se. É a tal vitalidade que combina com a loira. Ela fala da idade com humor. "Agora que a imprensa inteira está atrás de mim, fico pensando ?será que eles estão fazendo isso porque acham que vou morrer e querem ficar com arquivo? Será que é arquivo morto??" Está mais para o contrário.
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
Enviado por Tânia Fusco -
7.3.2009



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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
Enviado por Tânia Fusco -
7.3.2009



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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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7.3.2009



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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?

Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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CHICAGO - Ter sobrepeso na região abdominal pode afetar a capacidade pulmonar, indica estudo feito com 120 mil pessoas na França. O alerta dos médicos reforça os últimos estudos científicos, que ligam o excesso na região da cintura a uma série de problemas de saúde.
A obesidade abdominal tem sido associada ao diabetes, à pressão arterial elevada e às doenças cardiovasculares, e ao um quadro perigoso de saúde conhecido com síndrome metabólica. Agora, os pesquisadores mostram que ter vários centímetros a mais na cintura pode comprometer o funcionamento dos pulmões e ser tão prejudicial à capacidade respiratória quanto o tabagismo e a obesidade comum.

O estudo, realizado na França, acompanhou a saúde de 120 mil pessoas. Os pesquisadores avaliaram periodicamente a capacidade pulmonar dos participantes, levando em consideração hábitos como o de fumar e o de beber, e também seu contexto demográfico. Junto com a avaliação pulmonar, foram feitos testes que avaliam a saúde metabólica, como a medição da cintura e do índice de massa corporal (IMC).
"Existe uma relação estreita entre a quantidade de gordura abdominal e a capacidade pulmonar, independente de danos prévios no pulmão ou de um quadro de síndrome metabólica" escreve a médica Natalie Leone, do Instituto Francês para a Saúde e a Investigação, na edição deste mês do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.
Segundo a OMS, mulheres com mais de 89 centímetros de circunferência abdominal e homens com mais de 101 centímetros de barriga se encaixam no quadro de obesidade abdominal.
Outros estudos já apontaram uma ligação entre o mau funcionamento pulmonar e uma incidência maior de hospitalização causada por doenças cardíacas.
Apesar de a pesquisa não deixar isto claro, os pesquisadores acreditam que a gordura abdominal prejudicaria o funcionamento do diafragma e da musculatura peitoral. O excesso de gordura também aumenta a inflamação no corpo, deixando o organismo mais suscetível a vários tipos de doenças.
- Ainda que os motivos não estejam claros, acredito que há informações o suficiente para as pessoas entenderem que precisam controlar a medida da cintura como forma de evitar complicações pulmonares. A quantidade de gordura abdominal está se tornando, cada vez mais, um indicador de saúde - afirma o médico Paul Enright, da Universidade do Arizona.


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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SÃO PAULO - A radiação solar chegou, esta semana, a níveis extremos, na maior parte do Brasil. A orientação dos médicos é redobrar os cuidados com a exposição ao sol. Na escala, que mede o risco da exposição ao sol e que vai de 0 a 16, a maioria das capitais brasileiras está registrando níveis extremos. O alerta foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em Brasília, por exemplo, o índice chegou a 13.
- A falta de nuvens, em conjunto com a temperatura, que está elevada, faz com que esses raios sejam maiores - afirma a meteorologista Márcia Seabra.
Os raios ultravioleta são emitidos pelo sol. A camada de ozônio que existe na atmosfera serve de filtro, mas não consegue barrá-los completamente. As nuvens refletem boa parte desses raios. Mas, quando não há nebulosidade e, dependendo da época do ano, os raios atingem a Terra com toda intensidade. Ao meio-dia, a radiação chega ao máximo.
Por isso, a proteção é indispensável. Vale guarda-chuva e o que estiver à mão.
- Resolvi colocar chapéu. Trazer garrafa d'água - conta uma mulher.
Com a radiação elevada, os cuidados com a saúde devem ser redobrados e muitos médicos já fazem um novo alerta: a exposição ao sol deve ser evitada entre 8h e 18h e não apenas entre 10h e 16h.
- Novos conceitos falam o seguinte: que agora, o sol das 8h às 10h é o sol que envelhece a pele. O sol das 10h às 16h é o sol que queima a pele, mas é o sol que dá mancha, que dá câncer. Então, fica aquela escolha: das 8h às 10h, você envelhece. Das 10h em diante, você queima e mancha - explica o dermatologista Erasmo Tokarski


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RIO - A Alpargatas deu início ao recall de 210 mil unidades de Havaianas para crianças vendidas nos Estados Unidos devido à presença de uma quantidade de chumbo acima da permitida na pintura decorativa destes calçados, informa o site da entidade de proteção ao consumidor americano, a U.S. Consumer Product Safety Commission.
Em parceria com a fabricante, que anunciou o recall de forma voluntária, o órgão americano aconselha os consumidores a interromperem o uso do produto imediatamente, embora não tenha sido reportado nenhum incidente relacionado aos chinelos.
Estas Havaianas alvos do recall devem ser devolvidas à Alpargatas nos EUA para que o cliente receba o ressarcimento. De acordo com a U.S. Consumer Product Safety Commission, o preço do produto varia entre US$ 15 e US$ 24 o par.
Os nomes dos modelos em questão são: Baby Estampas, Baby Pets, Kids Apple, Kids Fairy, Kids Flores, Kids Lighthouse, Kids Monsters, Kids Surf, Baby Letrinhas, Kids Sports, Kids Candies, Kids Fun, Kids Love, Kids Sereias, Kids Speed, Kids Lucky Bug, Kids Pets, Kids Rock, Kids Slim, Kids Wonder Woman, Kids Small Flowers and Kids Tropical w/Kit. Sandálias sem a pintura não serão trocadas
Em reportagem na edição da última quarta-feira do jornal "Folha de S.Paulo", Márcio Utsch, presidente da Alpargatas no Brasil, afirma que a tinta com chumbo foi usada em apenas um lote das sandálias, vendido só nos EUA, e que foi trocada por outro tipo de substância.
"Descobrimos o excesso de chumbo em um teste. Ninguém nos acionou. Decidimos, voluntariamente, fazer o recall", afirmou o executivo.


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Em parceria com a fabricante, que anunciou o recall de forma voluntária, o órgão americano aconselha os consumidores a interromperem o uso do produto imediatamente, embora não tenha sido reportado nenhum incidente relacionado aos chinelos.
Estas Havaianas alvos do recall devem ser devolvidas à Alpargatas nos EUA para que o cliente receba o ressarcimento. De acordo com a U.S. Consumer Product Safety Commission, o preço do produto varia entre US$ 15 e US$ 24 o par.
Os nomes dos modelos em questão são: Baby Estampas, Baby Pets, Kids Apple, Kids Fairy, Kids Flores, Kids Lighthouse, Kids Monsters, Kids Surf, Baby Letrinhas, Kids Sports, Kids Candies, Kids Fun, Kids Love, Kids Sereias, Kids Speed, Kids Lucky Bug, Kids Pets, Kids Rock, Kids Slim, Kids Wonder Woman, Kids Small Flowers and Kids Tropical w/Kit. Sandálias sem a pintura não serão trocadas
Em reportagem na edição da última quarta-feira do jornal "Folha de S.Paulo", Márcio Utsch, presidente da Alpargatas no Brasil, afirma que a tinta com chumbo foi usada em apenas um lote das sandálias, vendido só nos EUA, e que foi trocada por outro tipo de substância.
"Descobrimos o excesso de chumbo em um teste. Ninguém nos acionou. Decidimos, voluntariamente, fazer o recall", afirmou o executivo.


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Em parceria com a fabricante, que anunciou o recall de forma voluntária, o órgão americano aconselha os consumidores a interromperem o uso do produto imediatamente, embora não tenha sido reportado nenhum incidente relacionado aos chinelos.
Estas Havaianas alvos do recall devem ser devolvidas à Alpargatas nos EUA para que o cliente receba o ressarcimento. De acordo com a U.S. Consumer Product Safety Commission, o preço do produto varia entre US$ 15 e US$ 24 o par.
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Em reportagem na edição da última quarta-feira do jornal "Folha de S.Paulo", Márcio Utsch, presidente da Alpargatas no Brasil, afirma que a tinta com chumbo foi usada em apenas um lote das sandálias, vendido só nos EUA, e que foi trocada por outro tipo de substância.
"Descobrimos o excesso de chumbo em um teste. Ninguém nos acionou. Decidimos, voluntariamente, fazer o recall", afirmou o executivo.


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Em parceria com a fabricante, que anunciou o recall de forma voluntária, o órgão americano aconselha os consumidores a interromperem o uso do produto imediatamente, embora não tenha sido reportado nenhum incidente relacionado aos chinelos.
Estas Havaianas alvos do recall devem ser devolvidas à Alpargatas nos EUA para que o cliente receba o ressarcimento. De acordo com a U.S. Consumer Product Safety Commission, o preço do produto varia entre US$ 15 e US$ 24 o par.
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Em reportagem na edição da última quarta-feira do jornal "Folha de S.Paulo", Márcio Utsch, presidente da Alpargatas no Brasil, afirma que a tinta com chumbo foi usada em apenas um lote das sandálias, vendido só nos EUA, e que foi trocada por outro tipo de substância.
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Em parceria com a fabricante, que anunciou o recall de forma voluntária, o órgão americano aconselha os consumidores a interromperem o uso do produto imediatamente, embora não tenha sido reportado nenhum incidente relacionado aos chinelos.
Estas Havaianas alvos do recall devem ser devolvidas à Alpargatas nos EUA para que o cliente receba o ressarcimento. De acordo com a U.S. Consumer Product Safety Commission, o preço do produto varia entre US$ 15 e US$ 24 o par.
Os nomes dos modelos em questão são: Baby Estampas, Baby Pets, Kids Apple, Kids Fairy, Kids Flores, Kids Lighthouse, Kids Monsters, Kids Surf, Baby Letrinhas, Kids Sports, Kids Candies, Kids Fun, Kids Love, Kids Sereias, Kids Speed, Kids Lucky Bug, Kids Pets, Kids Rock, Kids Slim, Kids Wonder Woman, Kids Small Flowers and Kids Tropical w/Kit. Sandálias sem a pintura não serão trocadas
Em reportagem na edição da última quarta-feira do jornal "Folha de S.Paulo", Márcio Utsch, presidente da Alpargatas no Brasil, afirma que a tinta com chumbo foi usada em apenas um lote das sandálias, vendido só nos EUA, e que foi trocada por outro tipo de substância.
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SÃO LUÍS - A Polícia Civil divulgou nesta tarde o retrato falado da suspeita de ter sequestrado uma criança de dentro do hospital Santa Casa de Misericórdia de São Luís(MA) , no início da tarde desta sexta-feira. A suspeita é morena, aparenta ter 30 anos de idade, 1,65m de altura e tem um sinal no rosto.
De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
Depois, a mãe do bebê informou que, antes de ir para o centro cirúrgico, uma mulher a teria abordado e perguntado se ela não sabia de alguém que estivesse interessado em dar uma criança.

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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
Depois, a mãe do bebê informou que, antes de ir para o centro cirúrgico, uma mulher a teria abordado e perguntado se ela não sabia de alguém que estivesse interessado em dar uma criança.

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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
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De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
Depois, a mãe do bebê informou que, antes de ir para o centro cirúrgico, uma mulher a teria abordado e perguntado se ela não sabia de alguém que estivesse interessado em dar uma criança.

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SÃO LUÍS - A Polícia Civil divulgou nesta tarde o retrato falado da suspeita de ter sequestrado uma criança de dentro do hospital Santa Casa de Misericórdia de São Luís(MA) , no início da tarde desta sexta-feira. A suspeita é morena, aparenta ter 30 anos de idade, 1,65m de altura e tem um sinal no rosto.
De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
Depois, a mãe do bebê informou que, antes de ir para o centro cirúrgico, uma mulher a teria abordado e perguntado se ela não sabia de alguém que estivesse interessado em dar uma criança.

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SÃO LUÍS - A Polícia Civil divulgou nesta tarde o retrato falado da suspeita de ter sequestrado uma criança de dentro do hospital Santa Casa de Misericórdia de São Luís(MA) , no início da tarde desta sexta-feira. A suspeita é morena, aparenta ter 30 anos de idade, 1,65m de altura e tem um sinal no rosto.
De acordo com dados fornecidos pelo hospital, a menina teria nascido com 3,750 quilogramas, 48 centímetros, pele branca, olhos escuros e cabelos pretos. Ela recebeu o nome de Clara Fernanda Jurema Dutra.
A mãe da criança, Luzinete Garcês Jurema, de 31 anos, só soube do desaparecimento da filha hoje pela manhã através da mãe, Berenice Garcês Jurema e da irmã, Luziane Jurema. Ao saber que a criança havia sido levada do hospital, Luzinete entrou em desespero e teve que ser medicada com calmantes.
Depois, a mãe do bebê informou que, antes de ir para o centro cirúrgico, uma mulher a teria abordado e perguntado se ela não sabia de alguém que estivesse interessado em dar uma criança.

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RIO - Uma mulher morreu na madrugada deste sábado após ter tido, supostamente, o lado errado do cérebro operado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha. A equipe médica foi afastada e, caso seja comprovada a hipótese de erro médico, a Secretaria Estadual de Saúde e a Defesa Civil vão denunciar o cirurgião envolvido ao conselho de ética do Conselho Regional de Medicina (Cremerj). Verônica Cristina do Rego, de 31 anos, deveria ser submetida a uma cirurgia no lado esquerdo do cérebro, mas foi operada no lado direito.
De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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RIO - Uma mulher morreu na madrugada deste sábado após ter tido, supostamente, o lado errado do cérebro operado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha. A equipe médica foi afastada e, caso seja comprovada a hipótese de erro médico, a Secretaria Estadual de Saúde e a Defesa Civil vão denunciar o cirurgião envolvido ao conselho de ética do Conselho Regional de Medicina (Cremerj). Verônica Cristina do Rego, de 31 anos, deveria ser submetida a uma cirurgia no lado esquerdo do cérebro, mas foi operada no lado direito.
De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
- Confirmo todo o relato. A direção está ciente do ocorrido. Inclusive o médico envolvido já está afastado e a chefia do serviço a que ele pertence também já está toda afastada para a gente poder esclarecer o caso - afirmou - Rubem Rosa.

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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
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De acordo com a família, Verônica sofreu uma queda em casa, no domingo passado, e bateu com a cabeça no vaso sanitário. Na segunda-feira, ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas. O laudo, assinado pelo médico Alexandre Legara Machado, apontava a necessidade de uma cirurgia urgente uma vez que o impacto da queda havia criado um coàgulo no lado esquerdo da cabeça dela.
Segundo a irmã de Verônica, Alba Valéria Barros, a equipe, comandada pelo cirurgião Pedro Ricardo Mendes, fez a operação no mesmo dia, mas ele operou o lado errado.
- Ele abriu o lado direito da cabeça dela e depois jogou ela no CTI, como se nada tivesse acontecido - denunciou.
Alba diz que, quando chegou ao hospital, na quinta-feira, a irmã estava sendo levada para a sala de cirurgia novamente, dessa vez para operar o lado certo do cérebro. Depois da segunda operação ela voltou para o CTI e morreu na madrugada deste sábado. A família, que já tinha registrado queixa, esteve nesta sábado novamente na delegacia.
- Vamos aguardar a investigação. Alguém vai ter que pagar por isso. Minha irmã perdeu a vida com 31 anos e deixou dois sobrinhos, um de 12 e outro de 10 anos. Quem vai ter que ficar com meus sobrinhos sou eu. Eles não têm com quem ficar. Não entendo como um médico faz uma coisa dessas. Isso não se faz nem com bicho - se indignou Alba Valéria.
Rubem Rosa, chefe de equipe do hospital Getúlio Vargas, confirmou a denúncia e disse que a direção do hospital já instaurou uma sindicância interna.
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Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
Enviado por Jorge Antonio Barros -
7.3.2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
Enviado por Jorge Antonio Barros -
7.3.2009



link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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7.3.2009



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Muitas vezes os leitores deste blog são muito mais ágeis do que o blogueiro. Eu já havia pensado em comentar o caso do estupro de uma menina de 9 anos pelo próprio padastro, quando o caso foi ganhando dimensão e virou o tema de discussão na caixa de comentários do blog.
Esse caso tem uma sequência de barbaridades que me dá a sensação de que o Brasil está cada vez mais distante de um debate maduro sobre a segurança e criminalidade. Primeiro, uma criança é estuprada e engravidada de gêmeos pelo próprio padastro. Os médicos conseguem salvar a vida da grávida e fazer um aborto, que é previsto dentro da lei. Depois do silêncio sobre o estupro, uma autoridade eclesiástica vem condenar os médicos que fizeram o aborto legal.
O Direito Canônico da Igreja Católica - que torna automática a excomunhão de quem praticar aborto - pode ser muito últil mas apenas para quem pertence àquela igreja. Eu, que não sou católico, confesso não estou nada preocupado como Direito Canônico.
Mas o que me preocupou de verdade foi ouvir o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, dizer que aborto é mais grave que estupro e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, a maior vítima desses dois tipos de crime. O estupro é considerado um crime hediondo no Brasil. As leis dos homens podem definir os crimes maiores e menores. Mas diante da lei de Deus, que o arcebispo apregoa seguir, não há pecados maiores nem menores. Não sou teólogo, mas pelo pouco que conheço, a Bíblia não autoriza ninguém a dizer que um pecado é mais ou menos grave do que outro. Essa escala de valores é transmitida de acordo com a cultura de cada povo ou grupo.
O aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: no caso de estupro e de risco de vida para a mãe. Imagino que ninguém em sã consciência é a favor do aborto, embora o problema mais grave desse "pecado" é que seja praticado contra o próprio corpo da mulher, colocando em risco sua própria vida. O aborto pode ser um considerado um homicídio culposo, sim, mas marcado pelo intenso debate sobre a individualidade do feto. A Bíblia considera o feto uma vida humana que não pode ser ceifada (não matarás). Decidir que vida terá direito a prosseguir fora do útero é sem dúvida uma intervenção humana nos planos insondáveis de Deus, mas só Ele tem o poder de julgar aqueles que tentam se passar por Deus.
Já o estupro está claro que é um crime contra o corpo e alma da vítima, mais precisamente da mulher. Pode deixar sequelas irreparáveis, talvez piores do que para quem se sentiu culpado por decidir por abortar um feto. A pena prevista no Código Penal é de 6 a dez anos de reclusão (artigo 213). O crime foi considerado hediondo a partir de 1990.
Pelo pouco entendimento que tenho de assuntos teológicos, a cruz simboliza a comunhão entre Deus e entre os homens (uma haste é horizontal e outra vertical). Como a cruz também é um símbolo do catolicismo, imagino, portanto, que a Igreja Católica pense que a comunhão com Deus também pressuponha comunhão entre os homens. E como pode haver comunhão perfeita com Deus se uma pessoa ofende e despreza outra pessoa, com a prática de crimes como estupros, assaltos, sequestros, homicídios, torturas? A meu ver todos esses criminosos deveriam ser excomungados.
Mas o arcebispo de Olinda acha que o correto é excomungar os médicos que fizeram um aborto legal. Essa atitude do reverendíssimo me lembra aquela frase infeliz dita um dia pelo pequeno grande político Paulo Maluf durante sua candidatura às eleições presidenciais em 89: "Estupra mas não mata". A atitude do arcebispo ecoa no meu ouvido exatamente assim: "Estupra, mas não aborta".
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:28  comentar


SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Uma mulher que estaria grávida de gêmeos deixou a sala de parto, em uma maternidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, com apenas um bebê. Pior: a família ainda tem dúvidas de que a criança seja mesmo filho de Andressa Sales, de 35 anos. A criança deverá ser submetida a um exame de DNA. Andressa diz que sempre foi informada pelos médicos e que fez exames que comprovam que estaria grávida de gêmeos. O hospital afirma que ela não estava esperando dois bebês.
- Falou que tinha um bebê só e mostrou para mim a barriga dela aberta e o útero. Fiquei em estado de choque - relata Rodrigo Triano, pai dos supostos gêmeos.
A família tem em mãos documentos que comprovariam a gravidez de gêmeos. Em novembro do ano passado, Andressa recebeu um atestado com a recomendação de repouso absoluto. Aos cinco meses de gravidez, ela se afastou do trabalho por causa da pressão alta. No ultrassom, feito na véspera do parto, as fotos mostram imagens que seriam dos dois bebês. O laudo traz ainda as medidas dos fetos e até o peso deles: um com mais de 2,8 quilos e outro com cerca de 2,7 quilos.
Um especialista diz que o exame é autêntico, mas em alguns casos o profissional pode ser induzido ao erro.
- Olhando o ultrassom, o exame corresponde à documentação de uma gestação gemelar. Agora a documentação é definida pelo médico no momento da realização do exame. Em algumas circunstâncias do exame - se o exame é realizado muito rapidamente ou se a paciente é um pouco mais obesa - pode ser que um colega, acreditando que seja uma gestação gemelar, seja induzido por uma informação errada a fazer um exame errado - explica o especialista em medicina fetal Adolfo Liao.
A direção do hospital onde Andressa fez o parto não gravou entrevista. Em nota, a secretaria estadual da Saúde informou que houve um erro no ultrassom e que Andressa sempre esteve grávida de apenas um bebê. Os advogados dela discordam.
- Não é cabível esse argumento de que houve erro. Não se suporta essa hipótese até porque especialistas já analisaram e atestaram: não tem como errar. É muito estranho - afirma o advogado Wilson Freire de Oliveira.
O Ministério Público também entrou no caso. Os promotores e o delegado que chefia a investigação ainda não definiram quando vão convocar os médicos do hospital para prestar depoimento. Antes de ouvir a equipe médica, eles querem avaliar os outros exames feitos por Andressa e ouvir a versão dela.
Os parentes de Andressa chegaram a temer que o outro bebê estivesse ainda na barriga dela, mas um ultrassom feito nesta sexta-feira no hospital, em Itaquaquecetuba, apontou que ela está com uma infecção pós-parto. Neste sábado, ela poderá ser operada novamente.
Enquanto isso, a família cuida do pequeno Gabriel. O menino que tem apenas sete dias de vida, vai ser submetido a um exame de DNA porque a família suspeita que ele não é filho verdadeiro de Andressa.
- Já falamos com o delegado e eles vão pedir um exame de DNA para comprovar se é filho. Porque do jeito que está a gente nem pode mais acreditar nisso - diz o sogro de Andressa, Moisés Triano.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou também que vai encaminhar o caso ao Conselho Regional de Medicina.
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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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SÃO PAULO - Cerca de 110 armas foram levadas por criminosos, durante a madrugada desta sexta-feira, do Centro de Treinamento Tático (CTT), em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. De acordo com a secretaria de Segurança Pública de São Paulo, um inventário feito pelo Exército confirmou que foram levadas 89 pistolas e 22 fuzis do local. A informação inicial era de que os ladrões haviam roubado 14 fuzis e 40 pistolas iguais às usadas pela polícia de São paulo.
Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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Durante a tarde desta sexta, policiais encontraram uma pistola, dois revólveres e munição nas proximidades do centro de treinamento. Gorros e mochilas que podem ter sido usados pelos criminosos também foram encontradas. Todo o material foi encaminhado para a perícia, que buscará impressões digitais nos objetos.
O Centro de Treinamento fica no mesmo terreno em que está instalada a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), fabricante de munições. A entrada principal da CBC é protegida com câmeras, cercas de arames cortantes e vigilantes fortemente armados. Porém, na parte dos fundos, por onde os bandidos entraram, não há o mesmo aparato. Pelo menos 12 homens armados caminharam cerca de três quilômetros por uma trilha num matagal vizinho, normalmente usada por motoqueiros, para chegar ao centro de tiro. Ali, eles renderam o único segurança de plantão. O porta-voz do centro afirmou que a segurança do local era responsabilidade da CBC.
- Como a segurança é coordenada pela CBC, que é dona da fábrica e do terreno, nós do centro não temos o que dizer - afirmou o porta-voz do centro de treinamento, Aluízio Falcão Filho.
A CBC divulgou nota durante a tarde afirmando que arrendava o terreno para o centro e que mantinha relações comerciais com ele. No entanto, a CBC afirma que as empresas eram independentes e que o centro deveria cuidar de sua própria segurança. A fábrica de armas CBC declarou que é impossível vigiar toda a área cercada pela mata e que por isso dá prioridade à segurança da produção de armas. O Exército, que dá autorização para a guarda de armas, abriu uma sindicância para investigar o caso.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, cobrou uma posição do Exército. Ele criticou o esquema de segurança do local. Fora do estabelecimento, a segurança é de responsabilidade da Polícia Militar, vinculada à Secretaria de Segurança Pública.
- As armas estavam guardadas em lugar absolutamente inseguro, num clube de tiro. O vigia fecha a porta à noite e vai embora, só fica um alarme. Não fica nenhum funcionário. Um verdadeiro absurdo - disse Marzagão.
- É nossa prioridade trabalhar para recuperar essas armas. Realmente é um risco para a comunidade e para a própria polícia - disse Mazargão.
A Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a investigação porque há informações de que o investigador Fabio Fanganillo seria sócio do centro de tiros.
Mais de 200 policiais trabalharam na busca das armas nesta tarde. A investigação já mostrou que os bandidos se preocuparam com detalhes para chegar ao depósito das armas. Em lugares de difícil acesso da trilha usada por eles, os criminosos usaram entulho para garantir a entrada e a saída do carro que levou o armamento. A ação foi logo depois que trinta vigilantes deixaram o centro. Quando o ônibus saiu pela portaria principal, os assaltantes entraram pelos fundos. Eles dominaram o homem que tomava conta das armas e o obrigaram a abrir três portas que davam acesso ao cofre, que estava destravado. O funcionário conseguiu acionar o alarme, os assaltantes perceberam e saíram apressados carregando tudo o que podiam.


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colaboradores: carmen e maria celia

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