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6.3.09
Há anos recluso em sua casa, Michael Jackson fez uma coletiva de imprensa em Londres para anunciar que voltará a se apresentar numa turnê em julho. O cantor, que de uns anos para cá só era fotografado por paparazzi e com o rosto semicoberto, impressionou por sua aparência cada vez mais esquisita. O site do Huffington Post aproximou as imagens.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/post.asp?t=michael-jackson-mostra-cara-que-cara&cod_Post=166393&a=12
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Há anos recluso em sua casa, Michael Jackson fez uma coletiva de imprensa em Londres para anunciar que voltará a se apresentar numa turnê em julho. O cantor, que de uns anos para cá só era fotografado por paparazzi e com o rosto semicoberto, impressionou por sua aparência cada vez mais esquisita. O site do Huffington Post aproximou as imagens.


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Garoto morreu na quinta-feira, mas, até o início da tarde desta sexta-feira, inquérito ainda não havia sido instaurado

Apesar de se passarem quase 24 horas da morte de um garoto de 3 anos durante um procedimento médico no Centro Geral de Pediatria, no bairro Santa Efigênia, região Centro-Sul de BH, até o início da tarde desta sexta-feira a Polícia Civil ainda não havia instaurado inquérito para apurar as circunstâncias da morte.
O garoto morreu na tarde desta quinta-feira, após ser submetido a um procedimento de dilatação do esôfago.
De acordo com a assessoria da Polícia Civil, o caso deve ser encaminhado para o 2º Distrito Policial, no centro da capital, mas, na unidade, a informação não foi confirmada.
O menino teria chegado ao hospital na quarta-feira, juntamente com os pais, para verificar seu estado de saúde, já que ele havia recebido tratamento no local outras vezes por conta da ingestão de substância tóxica, há alguns meses.
Após sofrer complicações durante a dilatação, ele passou quase 24h internado em estado grave no CTI do hospital, onde morreu.
O enterro ocorre na tarde desta sexta-feira no cemitério Bom Jesus, no município de Campo Belo, Centro-Oeste de Minas.


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Garoto morreu na quinta-feira, mas, até o início da tarde desta sexta-feira, inquérito ainda não havia sido instaurado

Apesar de se passarem quase 24 horas da morte de um garoto de 3 anos durante um procedimento médico no Centro Geral de Pediatria, no bairro Santa Efigênia, região Centro-Sul de BH, até o início da tarde desta sexta-feira a Polícia Civil ainda não havia instaurado inquérito para apurar as circunstâncias da morte.
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De acordo com a assessoria da Polícia Civil, o caso deve ser encaminhado para o 2º Distrito Policial, no centro da capital, mas, na unidade, a informação não foi confirmada.
O menino teria chegado ao hospital na quarta-feira, juntamente com os pais, para verificar seu estado de saúde, já que ele havia recebido tratamento no local outras vezes por conta da ingestão de substância tóxica, há alguns meses.
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O menino teria chegado ao hospital na quarta-feira, juntamente com os pais, para verificar seu estado de saúde, já que ele havia recebido tratamento no local outras vezes por conta da ingestão de substância tóxica, há alguns meses.
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O garoto morreu na tarde desta quinta-feira, após ser submetido a um procedimento de dilatação do esôfago.
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O menino teria chegado ao hospital na quarta-feira, juntamente com os pais, para verificar seu estado de saúde, já que ele havia recebido tratamento no local outras vezes por conta da ingestão de substância tóxica, há alguns meses.
Após sofrer complicações durante a dilatação, ele passou quase 24h internado em estado grave no CTI do hospital, onde morreu.
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O garoto morreu na tarde desta quinta-feira, após ser submetido a um procedimento de dilatação do esôfago.
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O menino teria chegado ao hospital na quarta-feira, juntamente com os pais, para verificar seu estado de saúde, já que ele havia recebido tratamento no local outras vezes por conta da ingestão de substância tóxica, há alguns meses.
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Uma menina de 8 anos foi internada em coma no início da semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Nesta sexta-feira (6), foi confirmada pela polícia a suspeita de estupro.
O pai da criança, um pedreiro, levou a menina ao hospital dizendo que ela havia sofrido uma queda. A equipe médica desconfiou da versão devido à gravidade dos ferimentos da criança, que apresentava fraturas no fêmur e em quatro costelas, além sinais de abuso sexual e traumatismo craniano.
O pai da menina prestou depoimento à polícia mas foi liberado por falta de provas. Ele é apontado como o principal suspeito das agressões, mas negou ter praticado qualquer tipo de violência contra a filha em depoimento à Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCA).
Ele se recusa a fazer exame de DNA , o que confirmaria a suspeita de estupro.
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Uma menina de 8 anos foi internada em coma no início da semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Nesta sexta-feira (6), foi confirmada pela polícia a suspeita de estupro.
O pai da criança, um pedreiro, levou a menina ao hospital dizendo que ela havia sofrido uma queda. A equipe médica desconfiou da versão devido à gravidade dos ferimentos da criança, que apresentava fraturas no fêmur e em quatro costelas, além sinais de abuso sexual e traumatismo craniano.
O pai da menina prestou depoimento à polícia mas foi liberado por falta de provas. Ele é apontado como o principal suspeito das agressões, mas negou ter praticado qualquer tipo de violência contra a filha em depoimento à Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCA).
Ele se recusa a fazer exame de DNA , o que confirmaria a suspeita de estupro.
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O pai da menina prestou depoimento à polícia mas foi liberado por falta de provas. Ele é apontado como o principal suspeito das agressões, mas negou ter praticado qualquer tipo de violência contra a filha em depoimento à Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCA).
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O pai da menina prestou depoimento à polícia mas foi liberado por falta de provas. Ele é apontado como o principal suspeito das agressões, mas negou ter praticado qualquer tipo de violência contra a filha em depoimento à Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCA).
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Adolescente disse que sofria abuso há muito tempo, mas resolveu denunciar o pai ao saber que irmã mais nova também havia sido vítima do suspeito

Um homem de 36 anos foi preso na noite desta quinta-feira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, após denúncia de sua filha de 14 anos de que era molestada pelo pai.
A própria menina procurou a 204ª Cia da polícia Militar para contar que há muito tempo o pai costumava passar a mão pelo seu corpo e lhe fazia várias propostas de fugir com ele. A menina ainda disse, segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia, que o pai a ameaçava de morte, caso contasse para alguém estes fatos.
De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
O homem foi preso em flagrante por atentado violento ao pudor, no bairro São Januário, e encaminhado à 3ª Delegacia de Plantão de Ribeirão das Neves. O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência.


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Um homem de 36 anos foi preso na noite desta quinta-feira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, após denúncia de sua filha de 14 anos de que era molestada pelo pai.
A própria menina procurou a 204ª Cia da polícia Militar para contar que há muito tempo o pai costumava passar a mão pelo seu corpo e lhe fazia várias propostas de fugir com ele. A menina ainda disse, segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia, que o pai a ameaçava de morte, caso contasse para alguém estes fatos.
De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
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De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
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De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
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De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
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A própria menina procurou a 204ª Cia da polícia Militar para contar que há muito tempo o pai costumava passar a mão pelo seu corpo e lhe fazia várias propostas de fugir com ele. A menina ainda disse, segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia, que o pai a ameaçava de morte, caso contasse para alguém estes fatos.
De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
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Adolescente disse que sofria abuso há muito tempo, mas resolveu denunciar o pai ao saber que irmã mais nova também havia sido vítima do suspeito

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A própria menina procurou a 204ª Cia da polícia Militar para contar que há muito tempo o pai costumava passar a mão pelo seu corpo e lhe fazia várias propostas de fugir com ele. A menina ainda disse, segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia, que o pai a ameaçava de morte, caso contasse para alguém estes fatos.
De acordo com a adolescentes, a última vez que tinha sido molestada pelo pai havia cerca de 3 dias, mas, na noite desta quinta-feira, sua irmã, de 6 anos, lhe contou que tinha tomado banho com o pai, que a teria beijado na boca e colocado o pênis na boca dela.
O homem foi preso em flagrante por atentado violento ao pudor, no bairro São Januário, e encaminhado à 3ª Delegacia de Plantão de Ribeirão das Neves. O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência.


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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

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Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
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O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
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"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
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O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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OSLO (Reuters) - A seca de 2005 na Amazônia matou árvores e liberou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.
O relatório diz que as florestas tropicais da África e da América Latina podem acelerar o aquecimento global se o clima se tornar mais seco neste século. As plantas absorvem o dióxido de carbono quando crescem, e o liberam quando morrem e apodrecem.
"A Floresta Amazônica foi surpreendentemente sensível à seca", disse Oliver Phillips, professor de ecologia tropical da Universidade Leeds (Inglaterra), responsável pelo estudo, que envolveu 68 cientistas e foi publicado na revista Science.
Eles estimaram que a floresta tenha absorvido em média 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano desde a década de 1980, mas perdido 3 bilhões na seca de 2005, que matou árvores e retardou o crescimento das plantas.
"O impacto total foi de 5 bilhões de toneladas adicionais de dióxido de carbono na atmosfera. É mais do que as emissões anuais da Europa e do Japão combinadas", disse Phillips.

SAVANA
Paradoxalmente, o acúmulo na floresta antes de 2005 pode ter sido ajudado pelo aquecimento global, que estimulou o crescimento das plantas.
Mas o Painel Climático da ONU projetou num relatório de 2007 que o aumento das temperaturas pode provocar mais secas e "levar a uma substituição gradual da floresta tropical pela savana" na Amazônia oriental até meados do século.
O novo estudo disse que a seca de 2005 afetou especialmente algumas espécies de madeira macia, como palmeiras. Em nota, o botânico peruano Abel Monteagudo, participante do estudo, afirmou que "a seca ameaça a biodiversidade também".
Segundo Phillips, o maior acúmulo de carbono na Amazônia desde a década retrasada já ajudou a desacelerar o aquecimento global. "Não é porque temos recebido este subsídio que podemos contar com ele para sempre", disse.
Governos de todo o mundo estão envolvidos nas negociações que devem levar à adoção de um novo tratado climático global em dezembro, em Copenhague. Mas muitos países relutam em aceitar cortes mais profundos nas emissões industriais, por causa da atual crise econômica.
Muitos países desejam que medidas contra o desmatamento sejam parte do acordo. O desmatamento, muitas vezes devido a queimadas para dar lugar a lavouras e pastos, representa cerca de 20 por cento das emissões por atividades humanas.

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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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Severino Antinori (foto) afirma ter usado células de pais estéreis para engravidar três mulheres, que deram à luz duas meninas e um menino saudáveis há nove anos
O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos. Famoso por auxiliar uma mulher de 63 anos a engravidar, Antinori não apresentou provas de seu suposto feito, mas afirmou ter usado uma técnica chamada “transferência nuclear”, que seria uma “melhoria” da técnica usada para clonar a ovelha Dolly, em 1996. O ginecologista afirmou que os três pais das crianças eram estéreis e que usou as células deles para conseguir gerar a gravidez nas mulheres. “Eram dois meninos e uma menina, com nove anos hoje. Eles nasceram saudáveis e estão com a saúde excelente hoje”. Em novembro de 2001, Antinori causou polêmica semelhante ao anunciar que usaria a técnica de clonagem para ajudar casais que não poderiam ter filhos. No início do mesmo ano, Antinori fez uma previsão de que poderia conseguir completar com sucesso a clonagem humana na metade de 2003. Se sua declaração desta quarta-feira (4) for verdadeira, Antinori já teria tido sucesso com a técnica ao fazer tais comentários no início da década. Quando veio ao Brasil, em novembro de 2006, para participar de um simpósio em Ribeirão Preto, Antinori também mencionou a existência dos clones. "Não são monstros", disse ele, referindo-se a três crianças que viviam no leste europeu e teriam entre três e cinco anos, resultados positivos de suas experiências com clonagem humana. Ao contrário do que afirma na entrevista mais recente, o italiano dizia ter clonado um menino e duas meninas. Citando a necessidade de respeitar a privacidade das famílias, Antinori disse que não poderia fazer mais revelações sobre os casos de sucesso. Ao falar do episódio, o médico usou o termo “clonar”, mas, segundo a agência de notícias francesa AFP, depois que o repórter de Oggi citou que a técnica é proibida na Itália, Antinori preferiu falar de “terapias inovadoras” e de “recodificação genética”. No fim de fevereiro, o médico causou mais polêmica ao confirmar que faria inseminação artificial em uma mulher cujo marido está em coma por conta de um tumor no cérebro.O polêmico ginecologista italiano Severino Antinori afirmou, em entrevista à revista semanal Oggi, que clonou três bebês e que eles vivem uma vida saudável hoje em dia, na Europa oriental. De acordo com Antinori, os bebês - dois meninos e uma menina - têm nove anos.


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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI62974-15227,00-MAMIFERO+MAIS+AMEACADO+DO+MUNDO+E+FILMADO.html

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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI62974-15227,00-MAMIFERO+MAIS+AMEACADO+DO+MUNDO+E+FILMADO.html

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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI62974-15227,00-MAMIFERO+MAIS+AMEACADO+DO+MUNDO+E+FILMADO.html

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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do Rinoceronte de Java, uma espécie ameaçada de extinção que vive na Indonésia e no Vietnã e que tem apenas 60 exemplares vivos

A organização não-governamental WWF divulgou nesta quinta-feira (5) raras imagens do mamífero mais ameaçado de extinção atualmente, o Rinoceronte de Java. De acordo com a WWF, as últimas pesquisas sobre animal apontam que existem apenas 60 deles vivos na natureza, a maior parte nas florestas da Indonésia. O Rinoceronte de Java é avesso ao contato com o homem e poucas vezes foi fotografado, pois costuma fugir assim que ouve um barulho estranho. Segundo a WWF, muitos dos especialistas da organização que trabalham na preservação do rinoceronte jamais haviam visto um deles. Até que recentemente o grupo decidiu instalar 34 câmeras nas florestas do parque Ujung Kulong para conseguir capturar imagens do animal e conseguir novas informações sobre seu comportamento. Em maio, um rinoceronte foi filmado destruindo uma das câmeras, mas as imagens divulgadas agora fornecem informações inéditas.
Em uma das filmagens, um macho, uma fêmea e um filhote aparecem andando na lama. Em outra, o macho aparece sozinho, também na lama. Em uma filmagem noturna, uma fêmea corre atrás de um porco. Segundo a WWF, foi a primeira vez que os pesquisadores viram o Rinoceronte de Java atacando outro animal, e machos e fêmeas dividindo o mesmo território.
A WWF mobilizou uma série de organizações de proteção ambiental para tentar evitar a extinção do Rinoceronte de Java. No parque Ujung Kulong há cerca de 50 animais, população que tem boas chances de sobreviver pois deu sinais de reprodução. O parque nacional Cat Tien, no Vietña, tem cerca de dez rinocerontes, mas não há sinais de que eles estejam se reproduzindo.



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CHICAGO, EUA (AFP) - Quatro crianças e uma mulher adulta morreram e outra criança ficou gravemente ferida em um massacre na cidade americana de Cleveland, Ohio, informou a polícia local.
A polícia está à procura, na zona oeste da cidade, do homem apontado como autor do massacre, identificado como Davon Crawford, de 33 anos. Policiais bloquearam as ruas da área e um helicóptero sobrevoa a região para localizar o suspeito.
Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
O jornal local Cleveland Plains-Dealer informa que uma das vítimas era a mãe das crianças.
Crawford já tem um histórico de violência, incluindo um período na prisão em 2002 por um caso de violência doméstica que também envolveu armas e crianças, completa o Plains-Dealer.


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CHICAGO, EUA (AFP) - Quatro crianças e uma mulher adulta morreram e outra criança ficou gravemente ferida em um massacre na cidade americana de Cleveland, Ohio, informou a polícia local.
A polícia está à procura, na zona oeste da cidade, do homem apontado como autor do massacre, identificado como Davon Crawford, de 33 anos. Policiais bloquearam as ruas da área e um helicóptero sobrevoa a região para localizar o suspeito.
Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
O jornal local Cleveland Plains-Dealer informa que uma das vítimas era a mãe das crianças.
Crawford já tem um histórico de violência, incluindo um período na prisão em 2002 por um caso de violência doméstica que também envolveu armas e crianças, completa o Plains-Dealer.


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Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
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Crawford já tem um histórico de violência, incluindo um período na prisão em 2002 por um caso de violência doméstica que também envolveu armas e crianças, completa o Plains-Dealer.


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A polícia está à procura, na zona oeste da cidade, do homem apontado como autor do massacre, identificado como Davon Crawford, de 33 anos. Policiais bloquearam as ruas da área e um helicóptero sobrevoa a região para localizar o suspeito.
Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
O jornal local Cleveland Plains-Dealer informa que uma das vítimas era a mãe das crianças.
Crawford já tem um histórico de violência, incluindo um período na prisão em 2002 por um caso de violência doméstica que também envolveu armas e crianças, completa o Plains-Dealer.


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CHICAGO, EUA (AFP) - Quatro crianças e uma mulher adulta morreram e outra criança ficou gravemente ferida em um massacre na cidade americana de Cleveland, Ohio, informou a polícia local.
A polícia está à procura, na zona oeste da cidade, do homem apontado como autor do massacre, identificado como Davon Crawford, de 33 anos. Policiais bloquearam as ruas da área e um helicóptero sobrevoa a região para localizar o suspeito.
Todas as vítimas, com exceção de uma, eram crianças, confirmou à imprensa o tenente Thomas Stacho.
"Até onde sei, ele (Crawford) é o pai de algumas das crianças", afirmou o oficial.
A polícia informou que um menino conseguiu fugir de uma residência em um bairro de classe média de Cleveland, onde os tiros foram disparados por volta das 20H00 de quinta-feira (22H00 de Brasília), e pediu ajuda. Quando os oficiais chegaram ao local, o suspeito já havia fugido a pé.
O jornal local Cleveland Plains-Dealer informa que uma das vítimas era a mãe das crianças.
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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Aparentemente inofensivos, desenhos animados como Scooby-Doo e Pokémon podem tornar crianças agressivas. A conclusão é de um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, publicado na quinta-feira na revista especializada Journal of Applied Development Psychology.
Os psicólogos interrogaram 95 meninas de 10 e 11 anos sobre seus programas de TV favoritos, cujos conteúdos foram classificados como violento e de agressão verbal e indireta. Na programação, apareceram seriados como Lost, Buffy, a Caça-Vampiros e American Idol e desenhos como Scooby-Doo e Pokémon.
Para a surpresa de muitos, a produção voltada especialmente para crianças de até 7 anos de idade continha os mais altos níveis de violência. Nela, foram registrados 26 atos de agressão por hora, contra cinco em programas dirigidos ao público geral e 9 nos considerados impróprios para menores de 14 anos.
De acordo com os pesquisadores, as crianças associam os personagens de desenhos como atores de verdade e imitam na escola as agressões verbais vistas na TV. "Além do mais", disseram os cientistas, "os efeitos da agressão física televisionada se mostraram extensos, a tal ponto de serem associados a comportamentos negativos entre meninas". Entre as más-condutas observadas, estava a tendência de excluir outras crianças de grupos de amizade.


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Substituição de músculos?
Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Substituição de músculos?
Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Pesquisas realizadas por nossa equipe e por outros cientistas ao redor do mundo têm mostrado que células-tronco (CT) de tecido adiposo e cordão umbilical têm o potencial de formar células musculares. A grande questão é que mesmo que haja substituição de músculos, como você sugere Sig, sem os neurônios motores, seriam músculos não funcionais, inertes. Sem as células nervosas, que controlam e enviam estímulos, os músculos acabam se atrofiando e morrendo.

Temos que controlar a diferenciação das CT antes de injetá-las
Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


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Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
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O que há de novo?
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Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

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Vimos recentemente o caso do menino israelense que recebeu injeções de células-tronco, aparentemente retiradas de fetos, e que desenvolveu tumores. É verdade que foi numa clínica em Moscou, não credenciada, e ninguém sabe o que foi injetado. Mas o risco de se formarem tumores é real. Além disso, pode acontecer que as células se diferenciem em um tecido distinto daquele que queremos. Imagine por exemplo se ao invés de formar músculos essas células formassem tecido ósseo? Ou cartilagem? Seria um desastre.

O que há de novo?
Uma equipe internacional de pesquisadores de ELA acaba de descobrir um novo gene, chamado FUS responsável por uma das formas hereditárias de ELA, a ELA6. Acaba de ser publicado na revista Science. Esse gene tem múltiplas funções nos neurônios motores. Ele regula como os RNAs mensageiros são criados, modificados e transportados para produzir proteínas. Embora as formas hereditárias de ELA sejam raras (elas correspondem a 10% dos casos), os mecanismos que causam as diferentes formas de ELA têm muito em comum. Essa importante descoberta do gene FUS abre novos caminhos para futuras e importantes terapias. Ela foi feita por uma colaboração internacional entre pesquisadores da Grã Bretanha e dos Estados Unidos o que demonstra o grande envolvimento dos cientistas em pesquisas com ELA. E a boa notícia é que uma dessas pesquisadoras, a doutora Agnes Nishimura que se encontra na Inglaterra foi nossa aluna e continua sendo uma das nossas grandes colaboradoras.

Chegaremos lá
Quem conhece pessoas com esclerose lateral amiotrófica entende perfeitamente a angústia e pressa em achar um tratamento. Também temos pressa, e muita. O que posso lhes garantir é que existem inúmeros cientistas ao redor do mundo trabalhando para isto com diferentes abordagens. Apesar das inúmeras e importantes pesquisas, as células-tronco não são a única saída. Cada uma dessas descobertas é um tijolinho a mais na compreensão da ELA abrindo novas perspectivas de tratamentos. Quando se discutem novas possibilidades terapêuticas a ELA é uma doença que está no topo das prioridades. Chegaremos lá.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:17  comentar

O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:52  comentar

O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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O cantor americano Chris Brown foi indiciado pela agressão contra a sua namorada, a cantora Rihanna. O rapper responderá pelos crimes de agressão e ameaça de morte e pode ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão.
De acordo com o site TMZ, a promotoria pública de Los Angeles, na Califórnia, conseguiu provas mais convincentes sobre as agressões de Brown a Rihanna e decidiu indiciar o rapaz. Fontes disseram ao site que, na noite da agressão, no dia 8 de fevereiro, a própria cantora teria dito aos policiais que há algum tempo era vítima de violência doméstica, um crime considerado hediondo nos Estados Unidos.
Brown teria de comparecer a um tribunal ainda nesta quinta-feira, informou a procuradoria do distrito de Los Angeles.
Rihanna teria dito que a agressão na noite do Grammy não era a primeira e que os ataques de Chris Brown estavam ficando "mais violentos" com o passar do tempo. Fotos tiradas no dia seguinte à agressão mostram o rosto da cantora bastante machucado, repleto de escoriações e inchaços.
Rihanna, de 21 anos, cujo nome verdadeiro é Robyn Fenty, foi mencionada na queixa como "Robyn F.". Ela não havia sido identificada anteriormente pelas autoridades como a vítima. O indiciamento foi apresentado uma semana após Brown e Rihanna terem se reconciliado, segundo revistas de celebridade. Antes da suposta briga, eles haviam namorado por cerca de um ano.


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SÃO PAULO - Após chamar a atenção de um aluno de 20 anos, que estava com os pés sobre a mesa, uma professora de 32 anos, foi agredida com um tapa no rosto dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Carlos Castilho, em Guapiaçu, a 440 quilômetros da capital, na região de São José do Rio Preto.
O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:45  comentar


SÃO PAULO - Após chamar a atenção de um aluno de 20 anos, que estava com os pés sobre a mesa, uma professora de 32 anos, foi agredida com um tapa no rosto dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Carlos Castilho, em Guapiaçu, a 440 quilômetros da capital, na região de São José do Rio Preto.
O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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SÃO PAULO - Após chamar a atenção de um aluno de 20 anos, que estava com os pés sobre a mesa, uma professora de 32 anos, foi agredida com um tapa no rosto dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Carlos Castilho, em Guapiaçu, a 440 quilômetros da capital, na região de São José do Rio Preto.
O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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SÃO PAULO - Após chamar a atenção de um aluno de 20 anos, que estava com os pés sobre a mesa, uma professora de 32 anos, foi agredida com um tapa no rosto dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Carlos Castilho, em Guapiaçu, a 440 quilômetros da capital, na região de São José do Rio Preto.
O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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SÃO PAULO - Após chamar a atenção de um aluno de 20 anos, que estava com os pés sobre a mesa, uma professora de 32 anos, foi agredida com um tapa no rosto dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Carlos Castilho, em Guapiaçu, a 440 quilômetros da capital, na região de São José do Rio Preto.
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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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O agressor cursa o 1º ano do Ensino Médio, no turno da noite. Segundo a Polícia Militar, o aluno confessou ter agredido a professora, mas disse que ela o teria xingado. A professora nega. A professora teria visto o aluno com os pés sobre a mesa e pediu que ele se sentasse direito. O aluno reagiu com um tapa. Policiais foram chamados. O agressor assinou um termo circunstanciado elaborado pela própria PM e liberado em seguida. A professora foi encaminhada ao pronto-socorro. Ou seja, o tapa foi forte o suficiente para machucá-la ou pode ter sido mais do que um.
A agressão ocorreu na quarta-feira. Segundo a Secretaria Estadual da Educação, um conselho escolar - formado por professores e pais de alunos - vai se reunir nesta sexta para decidir se o agressor será suspenso ou terá de ser transferido.


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SÃO PAULO - Subiu para 36 o número de crianças que teriam sofrido abusos sexuais em Catanduva, no noroeste de São Paulo, e a Justiça pediu a quebra de sigilo telefônico de 22 suspeitos de envolvimento na rede de pedofilia.
Por determinação da Justiça um psicólogo e uma assistente social do fórum visitaram famílias no bairro onde mora a maioria das 24 crianças vítimas da rede de pedofilia. No atendimento eles descobriram que outros 12 menores tiveram contato com os suspeitos de envolvimento no caso. Sobe então para 36 o número de crianças que teriam sofrido abuso sexual. As famílias de todos os menores serão chamadas para prestar depoimento à polícia e à CPI da pedofilia, que marcou uma audiência na cidade para ouvir as crianças e os suspeitos. Os senadores só pediram a quebra de sigilo telefônico de nove pessoas, entre elas um médico, um empresário e um comerciante. Eles são suspeitos de envolvimento com a rede de exploração sexual infantil.
Crianças já ouvidas pela polícia disseram que eram obrigadas a tirar fotos sem roupas, mas as imagens não foram localizadas. A suspeita é de que as fotos tenham sido publicadas em sites de pedofilia na internet.
A CPI da pedofilia ofereceu benefício para o borracheiro José Barra Nova, que está preso no centro de detenção provisória de São José do Rio Preto, para que ele forneça informações que possam ajudar nas investigações, mas o suspeito não aceitou . Além dele, outras três pessoas estão detidas: o sobrinho do borracheiro e dois menores de 16 e 17 anos. Todos foram reconhecidos pelas crianças.
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Por determinação da Justiça um psicólogo e uma assistente social do fórum visitaram famílias no bairro onde mora a maioria das 24 crianças vítimas da rede de pedofilia. No atendimento eles descobriram que outros 12 menores tiveram contato com os suspeitos de envolvimento no caso. Sobe então para 36 o número de crianças que teriam sofrido abuso sexual. As famílias de todos os menores serão chamadas para prestar depoimento à polícia e à CPI da pedofilia, que marcou uma audiência na cidade para ouvir as crianças e os suspeitos. Os senadores só pediram a quebra de sigilo telefônico de nove pessoas, entre elas um médico, um empresário e um comerciante. Eles são suspeitos de envolvimento com a rede de exploração sexual infantil.
Crianças já ouvidas pela polícia disseram que eram obrigadas a tirar fotos sem roupas, mas as imagens não foram localizadas. A suspeita é de que as fotos tenham sido publicadas em sites de pedofilia na internet.
A CPI da pedofilia ofereceu benefício para o borracheiro José Barra Nova, que está preso no centro de detenção provisória de São José do Rio Preto, para que ele forneça informações que possam ajudar nas investigações, mas o suspeito não aceitou . Além dele, outras três pessoas estão detidas: o sobrinho do borracheiro e dois menores de 16 e 17 anos. Todos foram reconhecidos pelas crianças.
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Por determinação da Justiça um psicólogo e uma assistente social do fórum visitaram famílias no bairro onde mora a maioria das 24 crianças vítimas da rede de pedofilia. No atendimento eles descobriram que outros 12 menores tiveram contato com os suspeitos de envolvimento no caso. Sobe então para 36 o número de crianças que teriam sofrido abuso sexual. As famílias de todos os menores serão chamadas para prestar depoimento à polícia e à CPI da pedofilia, que marcou uma audiência na cidade para ouvir as crianças e os suspeitos. Os senadores só pediram a quebra de sigilo telefônico de nove pessoas, entre elas um médico, um empresário e um comerciante. Eles são suspeitos de envolvimento com a rede de exploração sexual infantil.
Crianças já ouvidas pela polícia disseram que eram obrigadas a tirar fotos sem roupas, mas as imagens não foram localizadas. A suspeita é de que as fotos tenham sido publicadas em sites de pedofilia na internet.
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Crianças já ouvidas pela polícia disseram que eram obrigadas a tirar fotos sem roupas, mas as imagens não foram localizadas. A suspeita é de que as fotos tenham sido publicadas em sites de pedofilia na internet.
A CPI da pedofilia ofereceu benefício para o borracheiro José Barra Nova, que está preso no centro de detenção provisória de São José do Rio Preto, para que ele forneça informações que possam ajudar nas investigações, mas o suspeito não aceitou . Além dele, outras três pessoas estão detidas: o sobrinho do borracheiro e dois menores de 16 e 17 anos. Todos foram reconhecidos pelas crianças.
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:57  comentar

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:57  comentar

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:57  comentar

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:57  comentar

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, criticou nesta quinta-feira o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou os médicos e a família da menina de 9 anos de Alagoinha (a 230 km de Recife), que fez um aborto após ser estuprada e engravidar de gêmeos.
A garota realizou o aborto na quarta-feira (4). De acordo com o hospital que realizou o procedimento, o estado de saúde dela é bom. O padrasto da menina confessou o abuso.
"Eu acho que a posição da Igreja é extrema, radical, inadequada, me parece um contrassenso diante do que aconteceu", disse o ministro ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" nesta quinta.

Mais crítica
Após participar de reunião com o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), Temporão voltou a falar sobre o caso.
"Fiquei impactado pelos dois eventos, pela agressão contra essa menina e pela reação da igreja. A postura da igreja é retórica e não tem respaldo no Judiciário. A igreja tem uma opinião, mas a saúde trabalha em defesa da vida", afirmou.
Minc também fez críticas. "Como cidadão, fiquei muito revoltado com a atitude da igreja. A igreja que deveria em tese ajudar as pessoas ainda cria essa situação. Você acaba criminalizando a vida", disse Minc.
O arcebispo disse ontem ao Diário de Pernambuco que estava preocupado com a iminência do "assassinato de duas crianças" e que tentou evitar o aborto ao longo do dia.
Na opinião do arcebispo, devemos procurar observar a lei de Deus, que está acima de qualquer lei humana. "Nós temos no Brasil leis humanas que são contra a lei de Deus, tais como o divórcio e o aborto. Quem acredita em Deus ou em outra vida procura cumprir a lei maior. O quinto mandamento diz: "Não matarás". Não podemos matar um inocente. Quem faz aborto é excomungado. A lei de Deus deve estar sempre acima da lei dos homens."
Segundo Dom José, "o princípio moral da igreja é: não se pode fazer mal com finalidade boa. Temos que cuidar da saúde dela, salvar a vida dela. O meio para salvar a vida da mãe não pode ser matar os filhos. Se fosse assim, seria permitido roubar para distribuir entre os pobres porque os fins justificariam os meios."
O secretário estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco, Roldão Joaquim, caracterizou o estupro e a gravidez da menina como uma "selvageria"que precisa ser punida. "Eu não imaginava que alguém fosse possível de cometer algo como isso. Por isso, nós vamos redobrar os esforços para que o suspeito continue preso e pague pela selvageria", disse Joaquim.
Rodrigo Pellegrino, secretário-executivo de Justiça e Direitos Humanos da pasta, disse que o papel da secretaria é prestar segurança à família caso ela venha a sofrer algum tipo de ameaça.
"A pedofilia deve ser combatida de forma contundente e estruturalmente, mas nesse caso, especificamente, tem uma natureza mais cruel. Isso se trata de uma situação de barbárie, de bestialidade. O caso choca o povo de Pernambuco", disse Pellegrino.
Para a advogada Gabriela Amazonas, do Centro Dom Helder Camara, ONG que trabalha principalmente com o processo de responsabilização do agressor e acompanhamento da vítima, a possibilidade do aborto legal deve ser considerada pela família .
"É um caso gravíssimo, mas não é a primeira vez. No centro temos um caso bastante parecido com uma criança de dez anos. Com ela não foi possível fazer o aborto, mas eu acredito que nesse caso os médicos que a atendem devem trabalhar com essa possibilidade", disse.
Segundo ela, o tipo de caso mais comum de abuso infantil em Pernambuco ocorre no âmbito familiar, geralmente com crianças pequenas.
"Quando ouvimos um adolescente relatando o abuso, descobrimos que isso ocorria desde que ele era pequeno", afirma Amazonas.
Para ela, é preciso que a polícia investigue também a conivência da família com o abuso, comum nesse tipo de caso.
Revolta
O caso provocou revolta e tensão nos cerca de 14 mil moradores do pequeno município encravado no agreste de Pernambuco. "Eu acho uma coisa absurda. A cidade está chocada. Isso é muito triste", disse a balconista de farmácia Terezinha Oliveira, 60.
"É o padrasto dela! Isso é um absurdo. O comentário das ruas só é esse. O povo tentou até pegar ele para linchá-lo mesmo, aí a polícia teve que tirar ele de perto do povo", disse a dona da casa Salete de Almeida, 44, que mora a poucos metros da casa onde a vítima mora.
O caso é investigado pela Polícia Civil do município, mas é possível que ele fique detido no município vizinho por questões de segurança.

Legislação
Veja os casos em que o aborto é amparado legalmente:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Art. 123 - Matar, sob a influência do estado puerperal, o próprio filho, durante o parto ou logo após:Pena - detenção, de 2 (dois) a 6 (seis) anos.Aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento
Art. 124 - Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhoprovoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.Aborto provocado por terceiro
Art. 125 - Provocar aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.
Art. 126 - Provocar aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Parágrafo único - Aplica-se a pena do artigo anterior, se a gestante não é maior de 14 (quatorze) anos, ou é alienada ou débil mental, ou se o consentimento é obtido mediante fraude, grave ameaça ou violência. Forma qualificada
Art. 127 - As penas cominadas nos dois artigos anteriores são aumentadas de um terço, se, em conseqüência do aborto ou dos meios empregados para provocá-lo, a gestante sofre lesão corporal de natureza grave; e são duplicadas, se, por qualquer dessas causas, lhe sobrevêm a morte.
Art. 128 - Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante; Aborto no caso de gravidez resultante de estupro
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal
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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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BRASÍLIA - Uma decisão tomada nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) demonstra a indisposição dos ministros para conceder a qualquer preso o benefício de recorrer em liberdade de sentença judicial. No mês passado, um julgamento do STF sacramentou o direito de réus recorrerem em liberdade. Na decisão, os ministros deixaram claro que seria preciso analisar caso a caso antes de conceder esse direito. Nesta quinta, por cinco votos a quatro, foi determinado o retorno à prisão de Marcus Fabrizzio Domingues, ex-técnico da Receita Federal em Manaus condenado por liderar um esquema de fraudes em importações. Ele tinha recebido habeas corpus para ser solto pelo próprio STF em maio de 2004, quando outros ministros integravam o tribunal.
No julgamento desta quinta, levou-se em conta a fundamentação da juíza federal que o prendeu. Ela diz na sentença que Domingues "demonstrou personalidade construída para o crime", que "jamais expressou arrependimento pelas condutas criminosas", e que, por isso, ele "não pode estar no convívio social do qual desfrutam homens de bem". Domingues foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão
Domingues foi condenado por formação de quadrilha, facilitação de contrabando, corrupção passiva, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro público. A sentença foi de 33 anos e oito meses de prisão, além de multa e perda do cargo. O esquema chegava a render R$ 10 milhões por mês em cobranças ilegais de impostos na Zona Franca de Manaus.
Segundo a Lei 9.613, de 1998, que trata de lavagem de dinheiro, os condenados por este crime devem ser presos sem recorrer em liberdade. A exceção fica para casos especiais, decididos pelo juiz que decretou a prisão. No caso, a prisão foi determinada pela juíza da 3ª Vara da Justiça Federal do Amazonas.
Os advogados do condenado argumentaram, em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que o réu é primário e ficou solto durante a investigação. Defenderam também o princípio da presunção da inocência, segundo o qual uma pessoa só pode ser considerada culpada quando se esgotarem as possibilidades de recursos judiciais. Para os advogados, a regra estabelecida na lei da lavagem é inconstitucional.
Ao analisar o recurso do condenado, o relator, ministro Marco Aurélio Mello, concordou com a defesa e sugeriu que o artigo da lei sobre lavagem de dinheiro fosse considerado inconstitucional. Ricardo Lewandowski, Eros Grau e Cezar Peluso concordaram com a tese.
- O réu foi solto em 2004. Não é razoável que ele seja recolhido novamente à prisão - argumentou Lewandowski.
No entanto, a maioria do tribunal considerou as razões apresentadas pela juíza da primeira instância suficientes para manter Domingues preso. Votaram dessa forma Ellen Gracie, Carlos Alberto Direito, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, que costumam votar em prol dos réus para garantir-lhes o direito de recorrer em liberdade, não estavam presentes à sessão.
O STF também decidiu que foragidos podem recorrer da condenação, mesmo sem se apresentar à Justiça.


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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
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fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
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fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
fonte:Revista VEJA







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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



Ronaldo França e Silvia Rogar , do Rio de Janei
ro
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UM MENINO E DOIS PAÍSES

Mãe brasileira foge para o Rio com o filho que teve com um americano, casa-se de novo, morre – e o garoto? Volta para o pai nos EUA? Fica com o padrasto no Brasil? O caso está virando um enrosco diplomático entre os países



ELES DOIS QUEREM SEAN

Goldman, que mantém o quarto de seu filho Sean intocado há mais de quatro anos, e a criança na companhia do seu padrasto em Búzios, no litoral do Rio: oito viagens ao Brasil e acusações até de doença degenerativa e incapacitante

As paredes são pintadas de um azul claro, assim como o teto de meia-água. A janela é ampla, o quarto é bem iluminado e tudo está no lugar: os brinquedos de pelúcia sobre a cama, os livros na pequena estante de TV, os sapatos alinhados ao rodapé, as roupas penduradas no cabide. Só o aquário não tem peixes, mortos durante um corte de energia elétrica.

"Quero que fique tudo como estava quando ele foi embora", disse David Goldman, na quarta-feira passada, ao receber VEJA em sua casa, em Tinton Falls, no estado de Nova Jersey, referindo-se ao filho, Sean, que foi levado pela mãe há quatro anos e meio para o Brasil. Na mesma Quarta-Feira de Cinzas, Sean estava em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, onde passou o Carnaval numa luxuosa casa de frente para o mar, na companhia de familiares. Nestes últimos quatro anos e meio, pai e filho viram-se apenas uma vez, há menos de um mês, e somente por algumas horas, na área externa de um condomínio residencial no Rio e sob a vigilância de um psicólogo. "Nossos laços não se desfizeram", constatou Goldman, rememorando o encontro. "Ele ainda é o meu menino." Será?

A disputa pela guarda de Sean Bianchi Goldman é uma história talhada para um filme. Começou com um caso de amor no glamoroso mundo da moda em Milão e está virando um crescente desconforto diplomático entre Brasil e Estados Unidos. Em 1997, o americano David Goldman vivia em Milão como modelo, esbanjando sua estampa em 1,86 metro de altura e 80 quilos. Conheceu a brasileira Bruna Bianchi, bonita e culta, que estudava moda. Apaixonaram-se, mudaram-se para Nova Jersey. Ela engravidou, casaram-se em 1999 e Sean nasceu em 25 de maio de 2000. Na aparência, viviam uma vida feliz. Mas algo ia mal. Em 16 de junho de 2004, Goldman levou mulher, filho e sogros ao aeroporto para embarcar para curta temporada no Rio, como faziam de vez em quando. "Indo para o embarque, ela se virou para mim e fez nosso gesto de ‘eu te amo’. Posso vê-la fazendo isso." Bruna nunca mais voltou. Do Rio, ela ligou dizendo que o casamento acabara e que Goldman só reveria Sean se, entre outras condições, lhe desse a guarda definitiva do filho. Goldman relembra: "A voz dela estava estranha. Era metálica, sem emoção".



DEMORA É CRUEL

Amorim e Hillary, na semana passada: eles tocaram no caso, mas com os punhos de renda


A guarda da criança caiu no emaranhado jurídico, mas um capítulo trágico mudou tudo. No Rio, Bruna casou-se de novo, com o advogado João Paulo Lins e Silva, do clã que há um século produz medalhões do direito. Em 22 de agosto passado, ao dar à luz Chiara, sua única filha com Lins e Silva, Bruna morreu em decorrência de complicações do parto. Com isso, em quatro anos, a vida de Sean atravessou um turbilhão dramático: foi levado do pai americano, perdeu a mãe brasileira, ganhou uma meia-irmã e, num lance surpreendente, teve sua guarda concedida ao padrasto. Temendo que Goldman pudesse pegar o filho de volta com a morte de Bruna, Lins e Silva, seis dias depois do falecimento da mulher, pediu à Justiça a guarda do menino alegando "paternidade socioafetiva". Com agilidade incomum, a Justiça atendeu a seu pedido no mesmo dia. Goldman aterrissou no Brasil dez dias depois. Chegou certo de que, como pai biológico, levaria o filho de volta. Descobriu que a guarda havia sido concedida para Lins e Silva.

Além dos contornos dramáticos, a história tem mistérios. Um deles: por que Bruna tomou uma decisão tão radical como a de sequestrar o próprio filho do pai? Bruna entrou no Brasil com autorização de Goldman para ficar com o garoto até 18 de julho de 2004. Depois dessa data, a permanência da criança no Brasil passou a violar a Convenção de Haia, que versa sobre sequestro internacional de crianças por um dos pais. Por que fez isso? "Ela nunca reclamou de nada da nossa vida", diz Goldman. Mas é óbvio que alguma coisa ia mal. A família de Bruna, que não fala publicamente do caso porque corre sob segredo judicial, tem insinuado que Goldman é um aproveitador. Enquanto eram casados, Bruna sustentava a casa dando aulas de italiano, e a vida sexual do casal era um deserto. Goldman nunca pediu para ver o filho e não atendia a seus telefonemas. Ávido por dinheiro, pegou 150 000 dólares em troca da retirada do nome dos ex-sogros do primeiro processo. Não tem renda nem emprego fixos. É portador de uma doença degenerativa, o que o impede de cuidar da criança.

Goldman diz que as acusações vão da mentira à manipulação. Diz que é mentira que não tivessem vida sexual, que não atendia às ligações do filho ou que não pediu para vê-lo. Afirma que esteve oito vezes no Brasil com esse objetivo. Confirma que fez acordo de 150 000 dólares, para poder enfrentar as despesas da batalha jurídica pelo filho, e não para vender sua guarda. "Com advogados em dois países, custas processuais e viagens internacionais, ele já gastou mais de 300 000 dólares", contabiliza seu advogado no Brasil, Ricardo Zamariola Junior. Goldman não tem emprego ou renda fixa, mas não vive no ócio. Faz bicos como modelo e corretor imobiliário e tira seu sustento com passeios turísticos de barco na costa de Nova Jersey. Cobra 600 dólares por seis horas. Sua agenda para o verão está tomada. Por fim, a doença de que é portador, a síndrome de Guillain-Barré, mata apenas de 3% a 5% dos pacientes. Goldman já passou por uma crise que o deixou semanas no hospital, mas ele se recuperou sem sequelas. A seu favor, há o fato de que tudo isso pode ser motivo para uma mulher pedir o divórcio do marido, mas nada disso justifica tirar do pai o direito de conviver com seu filho.

Ou justifica? Até aqui, a Justiça brasileira tem entendido que Sean já está adaptado ao seu novo meio. Com base nisso, o juiz Gerardo Carnevale Ney da Silva assinou sentença em que deu a guarda definitiva do menino à mãe em 2006. O juiz Carnevale é figura central no caso. Além da guarda para Bruna, ele lhe deu o divórcio em 2007 e, em agosto passado, concedeu a jato a guarda provisória do garoto ao padrasto. Consultado, falou: "O que posso dizer é que decisões nas varas estaduais levam em conta interesses da criança, não dos pais". Depois da morte da mãe, Sean passou a morar com os avós maternos, a meia-irmã e o padrasto num condomínio de luxo no Jardim Botânico, na Zona Sul da cidade. Divide as manhãs entre aulas de basquete e jiu-jítsu. Estuda à tarde na Escola Parque, colégio frequentado pela classe média alta carioca, e tem sessões de psicoterapia. A Convenção de Haia, espinha dorsal dos argumentos de Goldman, prevê que a criança sequestrada seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas também prevê que, depois de um ano, há que se levar em conta a adaptação da criança.


A VIDA NUM TURBILHÃO

Bruna, Sean e Goldman, em visita à Disney, e uma foto recente em que Sean aparece com a meia-irmã, Chiara



"Depois de tanto tempo, deve-se considerar o que será melhor para o menino", diz William Duncan, secretário-geral adjunto da Conferência de Haia em direito internacional privado. Sean parece bem adaptado. Chama Lins e Silva de pai com naturalidade e leva uma vida de qualidade material muito superior à da imensa maioria das crianças brasileiras. Mas sua adaptação só teve tempo de sedimentar-se devido à tradicional demora da Justiça brasileira – e não porque seu pai não o quis de volta. Goldman acionou a Justiça americana. Ganhou, mas não levou. Será justo deixá-lo sem o filho? Quando o caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, dois ministros, Ari Pargendler e Carlos Alberto Direito, tocaram no ponto fulcral: a permanência do garoto no Brasil é o sequestro continuado de uma criança. "O que estamos fazendo ao admitir que a consolidação da situação, de fato, pelo tempo, impede o retorno?", perguntou-se Direito. "Estamos admitindo que qualquer pessoa possa burlar a Convenção de Haia, retirando o filho do país de origem, e aqui permanecer debaixo de um processo que pode ser moroso." Os dois foram voto vencido.

Na batalha pelo filho, Goldman acionou deputados e senadores americanos, e está conseguindo mobilizar o governo e a opinião pública americana em favor de sua causa. Em março, quando o presidente Lula estiver em Washington para visitar Barack Obama, haverá protesto em frente à Casa Branca. Na semana passada, em encontro com a secretária de Estado, Hillary Clinton, o chanceler Celso Amorim ouviu um pedido para agilizar o assunto. Amorim respondeu que o governo brasileiro fará o melhor, mas que o caso corre na Justiça. Em resumo: a diplomacia se mexeu, mas usa aqueles mesmos punhos de renda que levam anos para produzir resultado. Isso é aceitável quando se discute um acordo comercial ou um novo tratado, mas é uma crueldade quando se trata da vida de uma criança.



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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:06  comentar

RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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RIO - O caso do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, morta ano passado, ganhou nesta quinta-feira mais um capítulo na TV americana. O pai do menino de 8 anos foi entrevistado na CNN por Larry King, num dos mais importantes programas da TV dos EUA. O apresentador também conversou com Helvécio Ribeiro, tio da estilista. De acordo com fontes, após o programa, Helvécio teria recebido recebido ameaças de morte por telefone e pela internet.
Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
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Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
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Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
David contou sua versão ao apresentador dizendo que foi pego de surpresa com a decisão de Bruna. Helvécio Ribeiro, tio de Bruna, contestou na entrevista a informação de que David tenha sido proibido de ver o filho e reclamou da forma como o pai tem tratado o caso, explorando, segundo ele, a imagem do menino.


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Os dois apresentaram as versões que vêm mantendo diante a briga judicial pela guarda do menino. Aos 4 anos, o menino foi trazido ao Brasil pela mãe, que vivia com David nos Estados Unidos. Quando ela chegou ao país, Bruna informou ao marido que desejava a separação. O pai do menino alega que, desde então, foi proibido de ver o filho, o que é negado pela família de Bruna. Ela faleceu no parto no ano passado, mas o padrasto do menino requereu a guarda do menino, que teve contato uma única vez com o pai biológico desde a morte da mãe.
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