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4.3.09
RECIFE - A gravidez de gêmeos de uma menina de 9 anos, que teria sido estuprada pelo padrasto em Alagoinha, na região agreste de Pernambuco, foi interrompida nesta manhã, no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, da Universidade de Pernambuco (UPE). A informação foi confirmada pela diretora-geral da unidade de saúde, Fátima Maia.
Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
A menina passa bem e será submetida a uma curetagem. O procedimento é feito para retirar o restos de sangue e placenta, evitando o risco de infecções.


fonte:JB ONLINE
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RECIFE - A gravidez de gêmeos de uma menina de 9 anos, que teria sido estuprada pelo padrasto em Alagoinha, na região agreste de Pernambuco, foi interrompida nesta manhã, no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, da Universidade de Pernambuco (UPE). A informação foi confirmada pela diretora-geral da unidade de saúde, Fátima Maia.
Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
A menina passa bem e será submetida a uma curetagem. O procedimento é feito para retirar o restos de sangue e placenta, evitando o risco de infecções.


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Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
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Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
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Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
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Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
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Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
A menina passa bem e será submetida a uma curetagem. O procedimento é feito para retirar o restos de sangue e placenta, evitando o risco de infecções.


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RECIFE - A gravidez de gêmeos de uma menina de 9 anos, que teria sido estuprada pelo padrasto em Alagoinha, na região agreste de Pernambuco, foi interrompida nesta manhã, no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, da Universidade de Pernambuco (UPE). A informação foi confirmada pela diretora-geral da unidade de saúde, Fátima Maia.
Segundo Fátima, a menina recebeu na noite de ontem um medicamento que provoca contrações no útero e expeliu os dois fetos por volta das 10h. A diretora-geral informou que o procedimento segue o protocolo do Ministério da Saúde em casos de gravidez de risco ou quando a gestante foi vítima de estupro.
De acordo com o hospital, a gravidez era considerada de risco, já que a menina pesa 36 kg e mede 1,36 m. - Ela é muito pequena. O útero não tem estrutura para segurar uma, ainda mais de duas crianças - disse Fátima.
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Uma pesquisa de três universidades europeias descobriu o que os cientistas acreditam ser a causa dos cabelos grisalhos.
Os cientistas da Universidade de Bradford, Grã-Bretanha trabalharam em conjunto com os especialistas das Universidades Mainz e de Luebeck, da Alemanha.
Eles descobriram que os cabelos grisalhos são causados pelo grande acúmulo de peróxido de hidrogênio devido ao desgaste do folículo, o que bloqueia a pigmentação natural do cabelo.
A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
da Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental. Segundo o líder do estudo, Karin Schallreuter, os especialistas examinaram culturas de células de folículos capilares humanos.
Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
"A descoberta é um grande avanço na compreensão da descoloração do cabelo e traz novas ideias para combater o problema", disse Schallreuter.
"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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Uma pesquisa de três universidades europeias descobriu o que os cientistas acreditam ser a causa dos cabelos grisalhos.
Os cientistas da Universidade de Bradford, Grã-Bretanha trabalharam em conjunto com os especialistas das Universidades Mainz e de Luebeck, da Alemanha.
Eles descobriram que os cabelos grisalhos são causados pelo grande acúmulo de peróxido de hidrogênio devido ao desgaste do folículo, o que bloqueia a pigmentação natural do cabelo.
A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
da Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental. Segundo o líder do estudo, Karin Schallreuter, os especialistas examinaram culturas de células de folículos capilares humanos.
Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
"A descoberta é um grande avanço na compreensão da descoloração do cabelo e traz novas ideias para combater o problema", disse Schallreuter.
"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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Os cientistas da Universidade de Bradford, Grã-Bretanha trabalharam em conjunto com os especialistas das Universidades Mainz e de Luebeck, da Alemanha.
Eles descobriram que os cabelos grisalhos são causados pelo grande acúmulo de peróxido de hidrogênio devido ao desgaste do folículo, o que bloqueia a pigmentação natural do cabelo.
A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
da Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental. Segundo o líder do estudo, Karin Schallreuter, os especialistas examinaram culturas de células de folículos capilares humanos.
Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
"A descoberta é um grande avanço na compreensão da descoloração do cabelo e traz novas ideias para combater o problema", disse Schallreuter.
"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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Uma pesquisa de três universidades europeias descobriu o que os cientistas acreditam ser a causa dos cabelos grisalhos.
Os cientistas da Universidade de Bradford, Grã-Bretanha trabalharam em conjunto com os especialistas das Universidades Mainz e de Luebeck, da Alemanha.
Eles descobriram que os cabelos grisalhos são causados pelo grande acúmulo de peróxido de hidrogênio devido ao desgaste do folículo, o que bloqueia a pigmentação natural do cabelo.
A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
da Federação das Sociedades Americanas para Biologia Experimental. Segundo o líder do estudo, Karin Schallreuter, os especialistas examinaram culturas de células de folículos capilares humanos.
Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
"A descoberta é um grande avanço na compreensão da descoloração do cabelo e traz novas ideias para combater o problema", disse Schallreuter.
"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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Os cientistas da Universidade de Bradford, Grã-Bretanha trabalharam em conjunto com os especialistas das Universidades Mainz e de Luebeck, da Alemanha.
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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
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"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
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Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
"A descoberta é um grande avanço na compreensão da descoloração do cabelo e traz novas ideias para combater o problema", disse Schallreuter.
"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
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Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
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"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
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"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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A perda da cor nos cabelos é aceita como parte do processo de envelhecimento, mas especialistas afirmam que a compreensão de como o cabelo fica grisalho pode ajudar na descoberta de uma forma de prevenção.
A pesquisa foi publicada na revista científica Faseb ,
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Por estas análises, os cientistas descobriram que o acúmulo de peróxido de hidrogênio foi causado pela redução de uma enzima que "quebra" o peróxido de hidrogênio, que o transformaria em água e oxigênio.
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"Não são apenas as loiras que mudam a cor do cabelo com peróxido de hidrogênio", disse Gerald Weissman, editor chefe da revista Faseb.
"Todas as nossas células capilares fabricam um pouquinho de peróxido de hidrogênio, mas, à medida que envelhecemos, este pouquinho se transforma em muito. Nós clareamos o pigmento de nosso cabelo de dentro para fora e nosso cabelo fica cinza e, então, branco", acrescentou.


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


Fonte: PsiqueWeb
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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


Fonte: PsiqueWeb
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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


Fonte: PsiqueWeb
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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


Fonte: PsiqueWeb
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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


Fonte: PsiqueWeb
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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como "perversões", uma denominação ainda usada no meio jurídico.
A Parafilia, pela própria etimologia da palavra, diz respeito à "para" de paralelo, ao lado de, "filia" de amor à, apego à. Portanto, para estabelecer-se uma Parafilia, está implícito o reconhecimento daquilo que é convencional (estatisticamente normal) para, em seguida, detectar-se o que estaria "ao lado" desse convencional.
Mas como definir o que é normal? O médico inglês Havelock Ellis afirma que "todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe."
Culturalmente se reconhece o sexo convencional como sendo heterossexual, coital, com finalidade prazerosa e/ou procriativa, momentaneamente monogâmico.
Veja que o termo atrelado às condições sexuais supracitadas é "convencional" , evitando-se o termo "normal", devido ao fato das pessoas confundirem (erroneamente) o "não-normal" com o "patológico".
O DSM-IV fala das Parafilias como uma sexualidade caracterizada por impulsos sexuais muito intensos e recorrentes, por fantasias e/ou comportamentos não convencionais, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo. Trata-se de uma perturbação sexual qualitativa constando no CID(Código Internacional de Doenças) como Transtornos da Preferência Sexual, o que não deixa de ser absolutamente verdadeiro, já que essa denominação reflete o principal sintoma da Parafilia.
Está configurada a Parafilia quando há necessidade de se substituir a atitude sexual convencional por qualquer outro tipo de expressão sexual, sendo este substitutivo a preferida ou única maneira da pessoa conseguir excitar-se. Assim sendo, na Parafilia os meios se transformam em fins, e de maneira repetitiva, configurando um padrão de conduta rígido o qual, na maioria das vezes, acaba por se transformar numa compulsão opressiva que impede outras alternativas sexuais.
Algumas Parafilias incluem possibilidades de prazer com objetos, com o sofrimento e/ou humilhação de si próprio ou do parceiro(a), com o assédio à pessoas pre-púberes ou inadequadas à proposta sexual. Estas fantasias ou estímulos específicos, entre outros, seriam pré-requisitos indispensáveis para a excitação e o orgasmo.
Em graus menores, às vezes, a imaginação fantasiosa do parafílico encontra solidariedade com o(a) parceiro(a) na iniciativa, por exemplo, de transvestir-se de sexo oposto ou de algum outro personagem para conseguir o prazer necessário ao orgasmo.
Quanto ao grau, a Parafilia pode ser leve, quando se expressa ocasionalmente, moderada, quando a conduta é mais freqüentemente manifestada e severa, quando chega a níveis de compulsão.
A Psiquiatria Forense se interessa, predominantemente, pela forma grave, que para se caracterizar exige os seguintes requisitos:
1. Caráter opressor, com perda de liberdade de opções e alternativas. O parafílico não consegue deixar de atuar dessa maneira.
2. Caráter rígido, significando que a excitação sexual só se consegue em determinadas situações e circunstâncias estabelecidas pelo padrão da conduta parafílica.
3. Caráter impulsivo, que se reflete na necessidade imperiosa de repetição da experiência.
Essa compulsão da Parafilia severa pode vir a ocasionar atos delinqüenciais, com severas repercussões jurídicas. É o caso, por exemplo, da pessoa exibicionista, a qual mostrará os genitais a pessoas publicamente, do necrófilo que violará cadáveres, do pedófilo que espiará, tocará ou abusará de crianças, do sádico que produzirá dores e ferimentos deliberadamente, e assim por diante.
Ao analisar o agressor sexual dentro do Código Penal, deve-se estudar a conduta sexual de cada individuo particularizado, deve-se ter em mente que estes delitos também podem ser cometidos por indivíduos considerados "normais", em determinadas circunstâncias (como uso de drogas e/ou álcool, por exemplo). Também é importante levar em conta que as Parafilias não são, só por si mesmas, obrigatoriamente produtoras de delitos, e nem acreditar que os delitos sexuais são mais freqüentemente produzidos por pessoas com Parafilias.
Os delitos sexuais mais comuns são: violação, abuso sexual desonesto, estupro, abuso sexual de menores, exibicionismo, prostituição, sadismo, etc, mais ou menos nessa ordem.
Para o estudo do delito sexual da Parafilia (delito parafílico), deve-se considerar que a existência pura e simples da Parafilia não justifica nenhuma condenação legal, desde que essas pessoas não transgridam e vivam em sua privacidade sem prejudicar terceiros. Não devemos confundir a eventual intolerância sócio-cultural que a Parafilia desperta, com necessidade de apenar-se o parafílico.
A orientação profissional, quando acontece, precisa convencer a pessoa a tomar consciência de que deve viver sua sexualidade parafílica com a mesma responsabilidade civil da sexualidade convencional e que, apesar dela não ser responsável por suas tendências, ela o é em relação à forma como as vive. A Parafilia deve ajustar-se às normas de convivência social e respeito ao próximo.
Há referências científicas sobre o fato de muitos indivíduos parafílicos apresentarem um certo mal estar antecipatório ao episódio de descontrole da conduta, mal estar este que alguns autores comparam com os pródromos das epilepsias temporais. Não raras vezes essas pessoas aborrecem-se com seu transtorno e, por causa da compulsão, acham-se vítimas de sua própria doença.

Psicopatia Sexual e Parafilia
Como já dissemos, a Parafilia, por si só, não implica em delito obrigatoriamente. Muitas vezes trata-se, no caso de delito sexual, de uma psicopatia sexual e não de Parafilia. Os comportamentos parafílicos são modos de vida sexual simplesmente desviados do convencional, sem alcançar, na expressiva maioria das vezes, o grau de verdadeira psicopatia sexual. Assim sendo, os comportamentos sexopáticos não se limitam a condutas parafílicas e, comumente, podemos encontrar uma sexualidade vivida de forma bastante psicopática.
Também deve ser suspeitada de psicopatia sexual quando há Maldade na atitude perpetrada, isto é, quando o contraventor é indiferente à idéia do mal que comete, não tem crítica de seu desvio e nem do fato deste desvio produzir dano a outros. O sexopata goza com o mal e experimenta prazer com o sofrimento dos demais. Ainda de acordo com o perfil sociopático (ou psicopático), seu delito sexual costuma ser por ele justificado, distanciando-se da autocrítica. Normalmente dizem que foram provocados, assediados, conduzidos, etc.
Um dos cenários comuns à psicopatia sexual é a falta de escrúpulos do psicopata. Normalmente ele reduz sua vítima ao nível de objeto, destruindo-a moralmente através de escândalos, mentiras e degradação. Comumente ele tenta atribuir à vítima um caráter de cumplicidade, alegando com freqüência que "ele não é o único".
Outra peça comum ao teatro psicopático é a Refratariedade, ou seja, a incapacidade que eles têm de corrigir seu comportamento, seja por falta de crítica, seja por imunidade às atitudes corretivas (não aprendem pelo castigo). Quando se submetem voluntariamente a alguma terapia é, claramente, no sentido de despertar complacência, condescendência e aprovação. Depois de conquistada nova confiança, invariavelmente reincidem no crime.
No próximo artigo entenda as parafilias mais comuns: exibicionismo, fetichismo, frotteurismo, pedofilia, masoquismo, sadismo, fetichismo transvéstico, voyeurismo


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A polícia alemã apreendeu material de propaganda e gravações de grupos musicais neonazistas nesta quarta-feira em uma operação coordenada e de alcance nacional por mais de 200 domicílios e escritórios em todo o país.
Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

Folha On-line com Associated Presse, Efe e Reuters
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A polícia alemã apreendeu material de propaganda e gravações de grupos musicais neonazistas nesta quarta-feira em uma operação coordenada e de alcance nacional por mais de 200 domicílios e escritórios em todo o país.
Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

Folha On-line com Associated Presse, Efe e Reuters
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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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A polícia alemã apreendeu material de propaganda e gravações de grupos musicais neonazistas nesta quarta-feira em uma operação coordenada e de alcance nacional por mais de 200 domicílios e escritórios em todo o país.
Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

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A polícia alemã apreendeu material de propaganda e gravações de grupos musicais neonazistas nesta quarta-feira em uma operação coordenada e de alcance nacional por mais de 200 domicílios e escritórios em todo o país.
Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

Folha On-line com Associated Presse, Efe e Reuters
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Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

Folha On-line com Associated Presse, Efe e Reuters
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A polícia alemã apreendeu material de propaganda e gravações de grupos musicais neonazistas nesta quarta-feira em uma operação coordenada e de alcance nacional por mais de 200 domicílios e escritórios em todo o país.
Segundo a polícia de Stuttgart, que coordenou a ação, os agentes apreenderam abundante material, gravações e CDs. A Procuradoria de Stuttgart preparava a operação há meses, em coordenação com o Departamento Federal de Polícia (BKA), com sede em Wiesbaden.
A produção e venda de música de direita que promove uma agenda extremista ou ódio racial são crimes na Alemanha. O principal objetivo da ação é confiscar itens proibidos, como músicas, para evitar a difusão dos extremistas.
Mais de 60 anos depois da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, estes grupos ainda são um problema na Alemanha, principalmente na parte leste do país, ex-comunista, onde o desemprego é quase o dobro que a taxa do oeste.
De acordo com a imprensa alemã, há pelo menos cem suspeitos de serem neonazistas no alvo das investigações. A polícia informa que as buscas ocorreram em todos os 16 Estados, mas não diz se alguém foi preso.

Folha On-line com Associated Presse, Efe e Reuters
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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

da Efe, em Roma
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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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Beppino Englaro, pai de Eluana, a italiana que passou 17 anos em estado vegetativo até ter os aparelhos que a mantinham viva desligados após a autorização da Justiça, vai denunciar por difamação e calúnia todos aqueles que o chamaram de assassino.
O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
A cerimônia e o enterro foram totalmente privados, com a participação de cerca de 200 pessoas entre familiares e amigos.

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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
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O advogado dele, Massimiliano Campeis, disse ao jornal "Messaggero Veneto", que a ação legal para pedir ressarcimento "envolverá dezenas de pessoas".
"Quem chamou Beppino de homicida ou assassino terá que responder nos tribunais", disse Campeis, acrescentando que também vai denunciar por estes mesmos crimes quem se referir assim a Amato de Monte, anestesista responsável pela equipe que ajudou Eluana a morrer ao retirar sua sonda alimentícia.
O advogado acrescentou que o dinheiro arrecadado com as indenizações será doado à associação "Por Eluana", que a família quer criar para continuar sua luta para que na Itália se aprove uma lei justa sobre o testamento vital.
"Se até agora ficamos em silêncio e não respondemos aos ataques, não quer dizer que não tenhamos anotado todas as declarações", ameaçou o advogado.
Englaro é investigado, junto com os 13 integrantes da equipe médica que ajudou a sua filha a morrer, pelo promotor de Udine (nordeste da Itália), Antonio Biancardi, após as numerosas denúncias recebidas pelo suposto homicídio de Eluana.
Eluana Englaro, 38, ficou em coma após sofrer um acidente automobilístico em 1992 e morreu em 9 de fevereiro passado na clínica La Quiete, em Udine, depois que lhe retiraram a alimentação e a hidratação artificiais, como autorizou a Suprema Corte italiana, a pedido de sua família.
A Igreja Católica se opôs firmemente ao fato de a família de Eluana ter ajudado em sua morte, por considerar o ato um homicídio.
Eluana Englaro foi enterrada no dia 12 de fevereiro no túmulo da família na localidade de Paluzza, próxima a cidade de Udine, após uma cerimônia da qual seus pais não participaram.
Apesar de a família ter expressado de início seu desejo de não realizar um funeral, mas apenas uma bênção, uma cerimônia religiosa acabou sendo realizada, da qual Beppino e sua mulher, Saturna Minuti, não participaram para evitar o assédio da imprensa.
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A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

da Ansa, em Roma
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A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

Fonte: Folha On-line
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:52  comentar

Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

Fonte: Folha On-line
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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
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Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

Fonte: Folha On-line
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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

Fonte: Folha On-line
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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Uma alemã foi condenada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Zwickau a oito anos de prisão pelos homicídios de dois de suas três filhas. Os corpos das três meninas foram encontrados em dezembro de 2007 em uma mala, um congelador e um suporte de vasos, em três casas na cidade de Plauen, no leste da Alemanha.
Susann F. foi declarada culpada "sem dúvidas" da morte de duas das filhas, enquanto os indícios de responsabilidade na morte da terceira não puderam ser comprovados.
As três meninas, Celine, Lisa e Marie, morreram pouco depois de nascerem, em fevereiro de 2002, janeiro de 2004 e setembro de 2005, aparentemente por omissão, após as quais ela escondeu seus corpos.
Durante um primeiro interrogatório, a mulher disse que as filhas morreram "de maneira repentina". Devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres, não foi possível determinar a causa das mortes.
O pai das crianças não foi acusado de nenhum dos crimes porque os promotores dizem que ele não morava com a mulher. Susann afirmou ainda que manteve as três gestações em segredo e nem sequer seu namorado sabia, já que aparentemente não queria ter filhos.
Susann tem ainda dois filhos --de um e sete anos--, que moram em um orfanato desde que ela foi detida, há um ano.
Semelhança
O caso é parecido com o de Sabine Hilschinz, alemã que foi condenada a 15 anos de prisão por matar nove de seus filhos recém-nascidos entre 1992 e 1998.
Para o julgamento de Susann, a promotoria se baseou nas atas do processo de Hilschinz por ser um caso semelhante. A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, enquanto a defesa solicitou a absolvição.
Susann foi declarada mentalmente apta para ser acusada criminalmente pelos atos, afirmou um psiquiatra durante o julgamento da ré nesta terça-feira (3) em Frankfurt an der Oder, no leste da Alemanha.
Uma série de infanticídios tem ocorrido na Alemanha nos últimos anos. Algumas clínicas instalaram uma comporta para que mães desesperadas coloquem os filhos não-desejados em uma tentativa de salvar vidas. Estas comportas são caixas aquecidas que disparam um alarme quando crianças são colocadas.

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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:57  comentar

Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


fonte:G1
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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


fonte:G1
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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


fonte:G1
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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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Vítima levou coronhadas na cabeça e arranhões nas costas.Ele contou que não enfrentou suspeitos porque eles estavam armados.


Com machucado na cabeça, devido às coronhadas que levou e arranhões pelas costas depois de rolar pelo paredão da Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul, o empresário e advogado Marcelo José de Souza Luiz Viana, de 43 anos, se recupera em casa dos ferimentos sofridos durante o assalto na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo o pai do empresário, Telmo Viana, Marcelo foi medicado e sedado pelo médico da família.
Telmo não soube informar sobre o estado da namorada do filho, a publicitária Paula Guimarães Barreto, de 31 anos. Depois de ter os pertences roubados, o casal foi empurrado pelos suspeitos no paredão da Avenida Niemeyer.
Marcelo contou ao pai que ele e a namorada foram rendidos pouco depois da meia-noite, na saída de um restaurante da Lagoa, na Zona Sul, por quatro homens. Os suspeitos – dois deles armados – desceram de um Pajero e entraram no carro do casal. “Ele disse que, quando viu a Pajero emparelhar, achou até que era alguém conhecido. Mas os bandidos foram entrando no carro. Eles queriam dinheiro e, como os caixas eletrônicos já estavam fechados, queriam que meu filho dissesse onde morava. Como ele deu o endereço errado, meu filho levou coronhadas na cabeça. Meu filho tentou acalmá-los. Ele disse que eram quatro rapazes magrinhos, que se não estivessem armados, ele teria até como enfrentá-los”, contou o pai da vítima.

Na mira por 40 minutos
Telmo lembrou ainda que o casal ficou sob a mira dos suspeitos por cerca de 40 minutos. Eles estavam muito agitados. Os suspeitos roubaram joias, relógio, dinheiro e documentos de Marcelo e da namorada. O empresário contou também que ao chegar ao paredão da Avenida Niemeyer, os suspeitos ordenaram que eles saíssem do carro e ficassem de pé na mureta. Eles empurraram o casal e fugiram no Audi do empresário.
Marcelo contou ao pai, que Paula conseguiu se agarrar nas pedras, enquanto ele rolou mais para baixo, ficando preso numa árvore. Paula conseguiu subir o paredão e pediu socorro a uma patrulha do 23º BPM (Leblon), que passava pela Avenida Niemeyer. Os policiais ajudaram a resgatar o empresário. “Não foi sequestro ou vingança. Foi assalto mesmo. Os caras queriam dinheiro e falavam isso o tempo inteiro, segundo meu filho. Eles foram empurrados no paredão por maldade”, disse Telmo, acrescentando que a polícia encontrou o carro do empresário num dos acessos da favela da Rocinha, em São Conrado, com o painel todo destruído. Na 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado durante a madrugada, policiais informam que não sabem sobre o andamento das investigações nem se há pistas dos suspeitos. A delegada titular Tércia Amoedo não foi encontrada para comentar o caso.

Caminho à beira-mar
A Avenida Niemeyer liga o bairro do Leblon a São Conrado, na Zona Sul. No caminho, à beira-mar, fica a Favela do Vidigal e o Mirante da Niemeyer, de onde é possível avistar praias famosas da cidade, como Leblon e Ipanema.


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'Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas', diz Danijel Hrnjic.Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil).

O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
Ele disse pretende deixar a Bósnia e Herzegovina, pois a Justiça o obrigou a pagar um empréstimo que não foi feito por ele. Danijel argumenta que perdeu o documento de identidade e quem o encontrou fez o empréstimo em seu nome.


fonte:G1
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'Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas', diz Danijel Hrnjic.Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil).

O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
Ele disse pretende deixar a Bósnia e Herzegovina, pois a Justiça o obrigou a pagar um empréstimo que não foi feito por ele. Danijel argumenta que perdeu o documento de identidade e quem o encontrou fez o empréstimo em seu nome.


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'Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas', diz Danijel Hrnjic.Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil).

O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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'Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas', diz Danijel Hrnjic.Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil).

O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
Ele disse pretende deixar a Bósnia e Herzegovina, pois a Justiça o obrigou a pagar um empréstimo que não foi feito por ele. Danijel argumenta que perdeu o documento de identidade e quem o encontrou fez o empréstimo em seu nome.


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O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
Ele disse pretende deixar a Bósnia e Herzegovina, pois a Justiça o obrigou a pagar um empréstimo que não foi feito por ele. Danijel argumenta que perdeu o documento de identidade e quem o encontrou fez o empréstimo em seu nome.


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'Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas', diz Danijel Hrnjic.Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil).

O bósnio Danijel Hrnjic, que mora na cidade de Donji Vakuf, colocou à venda pela internet um de seus rins, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar suas dívidas e mudar para o Reino Unido, segundo o jornal croata "24 Sata". "Estou vendendo o meu rim para me livrar das dívidas e fazer um novo começo", afirmou Danijel, de 32 anos, que é casado com Kadima, com quem tem dois filhos pequenos. Danijel colocou o rim à venda por 27 mil libras (cerca de R$ 91 mil). Além do órgão, ele anúncio na internet a intenção de vender sua casa, carros e armas antigas.
Ele disse pretende deixar a Bósnia e Herzegovina, pois a Justiça o obrigou a pagar um empréstimo que não foi feito por ele. Danijel argumenta que perdeu o documento de identidade e quem o encontrou fez o empréstimo em seu nome.


fonte:G1
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Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


fonte:G1
(*Com informações do Diário Catarinense)
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:25  comentar


Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


fonte:G1
(*Com informações do Diário Catarinense)
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Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


fonte:G1
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Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

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Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

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Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

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O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

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Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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Corpo deve ser enterrado nesta quarta-feira, em Lages.Prefeitura deve vistoriar todos os parques das escolas em Joinville.

Prefeitura de Joinville (SC) informou que está prestando assistência aos pais da menina de 5 anos que morreu na manhã da terça-feira (3) em um centro de educação infantil. O suporte de madeira do balanço em que ela estava cedeu e caiu sobre a criança. “Parece que a ficha ainda não caiu. A gente nunca espera receber uma notícia dessas. Não consigo acreditar que a minha princesinha se foi”, disse o pai da menina, Zenaldo Kruger. O corpo de Kelly Kristyn Kruger, de 5 anos, está sendo velado em Lages (SC), onde moram os avós da vítima. O enterro também será na cidade, nesta quarta-feira (4). A Prefeitura de Joinville providenciou o traslado do corpo para Lages, o funeral e a assistência psicológica à família.
A administração municipal decretou luto oficial de três dias por causa da morte da menina.

Acidente

O laudo do Instituto Médico Legal aponta que a criança sofreu traumatismo cranioencefálico. Os pais de Kelly receberam a notícia do acidente por telefone, mas só souberam da morte da filha quando chegaram ao CEI. Uma outra menina, de 4 anos, que também estava no balanço, foi levada para o hospital. Ela teria sido atingida no rosto e no peito.

Investigações

Segundo a Prefeitura de Joinville, uma vistoria no brinquedo no qual ocorreu o acidente foi feita em agosto de 2008. Na ocasião, nenhuma anormalidade foi detectada. Em 13 de janeiro deste ano, um novo contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Após o acidente, o prefeito instituiu também uma Comissão de Avaliação de Segurança nas escolas da rede municipal de ensino que vai trabalhar paralelamente à empresa contratada em janeiro. O parque do centro de educação está interditado por tempo indeterminado até que todas as informações necessárias pela perícia sejam concluídas. Uma sindicância administrativa será aberta pela Secretaria de Educação, paralelamente ao inquérito investigativo da Polícia Civil. As aulas deverão ser retomadas na quinta-feira (5).


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FLORIANÓPOLIS - Começou na tarde desta terça-feira no Fórum de Joaçaba, a 431 quilômetros de Florianópolis, o depoimento dos dois jovens de 18 anos suspeitos de terem violentado uma adolescente de 16 anos em uma festa na cidade. As imagens do crime foram divulgadas na internet. A imprensa não pôde acompanhar o depoimento por conta de um acordo entre os advogados de defesa, acusação e o juiz Fernando Cordiolli.
Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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FLORIANÓPOLIS - Começou na tarde desta terça-feira no Fórum de Joaçaba, a 431 quilômetros de Florianópolis, o depoimento dos dois jovens de 18 anos suspeitos de terem violentado uma adolescente de 16 anos em uma festa na cidade. As imagens do crime foram divulgadas na internet. A imprensa não pôde acompanhar o depoimento por conta de um acordo entre os advogados de defesa, acusação e o juiz Fernando Cordiolli.
Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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FLORIANÓPOLIS - Começou na tarde desta terça-feira no Fórum de Joaçaba, a 431 quilômetros de Florianópolis, o depoimento dos dois jovens de 18 anos suspeitos de terem violentado uma adolescente de 16 anos em uma festa na cidade. As imagens do crime foram divulgadas na internet. A imprensa não pôde acompanhar o depoimento por conta de um acordo entre os advogados de defesa, acusação e o juiz Fernando Cordiolli.
Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
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Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
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Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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FLORIANÓPOLIS - Começou na tarde desta terça-feira no Fórum de Joaçaba, a 431 quilômetros de Florianópolis, o depoimento dos dois jovens de 18 anos suspeitos de terem violentado uma adolescente de 16 anos em uma festa na cidade. As imagens do crime foram divulgadas na internet. A imprensa não pôde acompanhar o depoimento por conta de um acordo entre os advogados de defesa, acusação e o juiz Fernando Cordiolli.
Os dois suspeitos podem responder por estupro e coautoria, divulgação de imagem íntima e fornecimento de bebida alcoólica para menor de idade. As testemunhas podem ser punidas por omissão de socorro. Mais de 10 pessoas serão ouvidas durante a audiência.
Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou os adolescentes envolvidos por não terem dado assistência à vítima. Um deles foi denunciado pela prática de estupro e encaminhado ao Centro de Internamento Provisório de Joaçaba (CIP). Cinco adolescentes já foram processados pelo Juizado da Infância e Juventude (JIJ) por não terem prestado socorro à vítima.
A garota estava inconsciente pela ingestão excessiva de bebida alcoólica. Ela foi levada a um dos banheiros da casa e teria sido violentado por um adolescente de 16 anos e os dois rapazes de 18 anos.


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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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PORTO ALEGRE - As buscas pela estudante Terezinha Camargo de Moraes, de 16 anos, estão mobilizando a comunidade do município de Casca, no norte gaúcho. Nesta tarde, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Kegler Duarte, afirmou que policiais estiveram em uma cidade da região seguindo pistas que poderiam levar à garota, mas Terezinha não foi encontrada. Terezinha, que é aluna interna do convento Casa Mater Dei, está desaparecida desde o último dia 22.
- Nós estamos nos esforçando. Por meio de depoimentos, estamos tentando localizar esta menina. A Polícia Civil está envolvida no caso - disse o delegado.
A Brigada Militar também trabalha na busca da adolescente. Segundo o sargento Rodanjo Gabriel, da BM de Casca, diariamente dezenas de pessoas ligam para o posto policial da cidade para dar informações sobre o possível paradeiro da menina.
Mas a grande maioria das ligações é trote, o que acaba prejudicando o trabalho da polícia. Gabriel disse ainda que nunca houve tanta união entre órgãos de segurança e comunidade local entorno de uma causa.
- Creio que se alguém souber algo e escutar no rádio pode ajudar - disse a estudante Ana Maria Silveira, da vizinha cidade de Marau, que não conhece Terezinha, mas colabora na procura.
Terezinha sumiu quando participava do Carnaval de rua de Casca.

Ela queria ser freira, diz pai

O pai da adolescente não acredita que a filha possa ter fugido de casa. Pai de outros três filhos, Sebastião Lemos de Morais busca informações por conta própria sobre o paradeiro da garota e, desde o domingo de carnaval, quando a adolescente sumiu, percorre matas próximas à cidade na tentativa de achar o corpo ou vestígios. (leia também: Mães de desaparecidos protestam na Sé contra falta de cadastro nacional que ajude a localizar seus filhos.
- Ela queria terminar os estudos, ser freira e ir morar em Angola. Ela é uma guria bonita, bonita mesmo. Muita gente dizia que podia ser modelo, mesmo não sendo alta. Nunca tive uma discussão com a minha filha, que é muito querida, alegre - diz Sebastião.
A cidade de Casca, de onde Terezinha sumiu, tem apenas 4 mil habitantes. Fica a 219 km de Porto Alegre, à margem da rodovia que liga Passo Fundo à serra gaúcha. A adolescente tinha ido ver o carnaval de rua da cidade com tios e acabou saindo de perto junto com duas amigas. Em seguida, passou a conversar com um rapaz que mora há oito meses na cidade. E., de 21 anos, é natural de Porto Alegre e trabalhava como funileiro até se mudar para Casca, onde faz serviços gerais.
Por volta de 2h, E. teria se prontificado a levar a adolescente para casa. Na versão dele, a garota foi deixada na frente do restaurante onde a mãe dela trabalha. Depois disso, não foi mais vista. Ele disse que deixou a menina na frente do restaurante e em seguida saiu com uma garota de programa, com quem acabou dormindo. O álibi dele foi confirmado pela garota de programa - diz o delegado Rodrigo Duarte.
O delegado afirma que surgiu a informação de uma pessoa que diz ter visto uma adolescente, com as mesmas características de Terezinha, pedindo carona num posto de combustíveis à margem da rodovia que corta a cidade.
O pai da adolescente diz que, nas buscas pela cidade, obteve informações de que a garota de programa esteve com o rapaz e viu Terezinha com ele.
- Ela teria até alertado que a menina era menor de idade - diz Sebastião.
Proibido de sair da cidade, o rapaz continua na pequena Casca.
Terezinha passava o ano todo no convento e só ia para a casa dos pais nas férias ou feriados, como o de carnaval.
- Até o momento só sabemos que a adolescente estava com o rapaz até 2h. Não temos indício de que ela possa ter fugido - afirma o delegado.
Sebastião afirma que, mesmo que não quisesse ser freira, a menina poderia ter conversado com a família.
- Não tinha motivo para ela nos deixar nesta situação. Estou desolado, esgotado. Não tenho esperança de encontrar minha filha viva. Ele pode ter entregado a menina a outra pessoa - desabafa.
Terezinha é conhecida pelas amigas como uma garota calma e estudiosa e que não teria motivos para fugir de casa, primeira hipótese levantada nesses casos. Na escola em que frequentou o 1º ano do Ensino Médio, o Colégio Estadual Santiago, próximo ao convento, ela tinha notas boas e excelente comportamento.



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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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CURITIBA - Uma menina de 8 anos de idade morreu atropelada na frente da própria casa, em Colombo, região metropolitana de Curitiba, pelo ônibus escolar em que tinha acabado de desembarcar nesta segunda-feira. Gabriely Straub da Silva estudava na 3ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Eny Caldeira, no bairro do Bacacheri, em Curitiba, e utilizava transporte escolar desde quando estudava no Jardim III, há três anos. O motorista fugiu do local.
Testemunhas disseram que ela teria descido do ônibus e ainda conversou com uma amiga antes de atravessar a rua. A tia dela, Deise Straub Cordeiro, contou que o motorista, Nivaldo Ribeiro dos Santos, iria arrancar o ônibus e o avô, o taxista Julio Straub Cordeiro, teria batido no vidro do ônibus avisando que a criança ainda não tinha atravessado a estreita rua do bairro Alto Maracanã em direção ao portão da casa. Porém, Santos acabou acelerou em lugar de frear. Gabriely morreu em poucos instantes. O motorista fugiu com medo de ser linchado por populares que começaram a se aglomerar no local.
O corpo de Gabriely foi retirado debaixo do ônibus pela avó dela, Irene Maria da Conceição. A menina morava com os dois avós maternos e com a mãe. O motorista que a atropelou a levava desde o início deste ano letivo. Segundo a tia, a menina não queria ir para a escola na segunda-feira e teria dito que o motivo seria porque ela não gostava do motorista.
O enterro foi na tarde desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Os avós maternos não puderam acompanhar por estarem em estado de choque.
Não havia no ônibus um monitor para auxiliar as crianças nas travessias de ruas. A coordenadora da ONG Criança Segura, Ingrid Stammer, disse que os pais devem verificar se o veículo de transporte escolar está com a licença em dia, se o motorista passou por treinamento para transportar crianças e se há cintos de segurança individuais para cada passageiro.
- Para veículos que transportam crianças pequenas, deverá haver um monitor para auxiliar a travessia da rua e manter a ordem dentro dele - explicou.
Ela acrescentou que tanto os carros de passeio quanto ônibus e vans que transportam estudantes devem parar para desembarque preferencialmente em locais tranquilos e com a criança descendo direto na calçada e sendo cuidada até entrar na escola.
Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Polícia Civil do Alto Maracanã. A delegada Márcia Regina Marcondes apurará se houve ato de negligência por parte do motorista.
- Há uma discussão acadêmica por parte dos especialistas em delitos de trânsito que acreditam que casos como estes podem ser classificados como homicídio doloso eventual (em que uma pessoa assume os riscos de matar outra mesmo que sem intenção) - explicou a delegada.
O motorista, que não foi localizado depois do atropelamento, entrou em contato com a delegacia nesta terça-feira e um depoimento com a presença dele foi marcado para a manhã de quinta-feira.


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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Lanchonetes fast food estariam estimulando a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis com os brindes´
SÃO PAULO - O Ministério Público Federal em São Paulo informou nesta terça-feira, 3, que recomendou que as redes de fast food Burger King, Bob's e McDonald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação, que também foi enviada para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que se manifeste sobre o tema.

O procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, avaliou que os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira. "O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou.

O McDonald's e o Burger King informaram que ainda não foram notificados pelo Ministério Público Federal sobre a recomendação de suspender a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. A rede Bob's também afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. De acordo com o MP, as empresas têm dez dias para responder a recomendação.

Com as promoções "Lanche Bkids", "Trikids" e "McLanche Feliz", as redes Burger King, Bob's e McDonald's, respectivamente, vendem brinquedos junto com um lanche, batata frita e refrigerante. As promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam personagens de desenhos animados aos lanches.

Segundo destacou o procurador, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o "uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil". Para Schusterschitz, este público não completou sua formação crítica e não possui "capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção".

O procurador também chamou atenção para o fato que o Código reitera que a decisão de consumir alimentos deve ser tomada levando-se em conta a qualidade da dieta e não pode "ser ofuscada pelo impulso ou desejo de apropriação de um brinquedo ou objeto com apelo infantil". "A atração do consumidor infantil pela alavanca de brinquedos e produtos com apelo para as crianças retira fundamentalmente o aspecto crítico ou avaliativo sobre o que comer e por que comer", disse o procurador.

Em 2006, o McDonald's assinou um termo de conduta com o MP para que os brinquedos que acompanham o McLanche Feliz fossem também vendidos separadamente. O objetivo da medida era impedir a venda casada dos brinquedos com o lanche. Entretanto, o MP ressaltou que com a "preocupação na saúde da criança, na sua formação e na incompleta condição de seu entendimento", a recomendação enviada às redes de fast food quer retirar os brinquedos como forma de alavancagem para a venda de alimentos de baixo valor nutritivo.

Procurada pela Agência Estado, a rede Bob's afirmou que ainda não havia recebido nenhuma notificação do Ministério Público e acrescentou que assim que receber o documento, irá responderá ao MP dentro do prazo estipulado. Procuradas pela reportagem, as redes McDonald's e Burguer King disseram que iriam se manifestar sobre o assunto apenas no final da tarde de hoje.

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Feito de pedras, sarcófago foi encontrado em pedaços e seria da 19ª dinastia egípcia
Detalhes da tumba encontrada na cidade de Saqqara, que fica a 40 km do Cairo.

CAIRO - Uma tumba de mais de 3.200 anos foi encontrada por arqueólogos na cidade egípcia de Saqqara, 40 quilômetros ao sul do Cairo. O sarcófago era de uma mulher da nobreza e foi feito com pedras, segundo o Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA).
No local, já foram encontradas pirâmides destruídas, tumbas de reinados antigos e outras mais recentes, da era romana.


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Feito de pedras, sarcófago foi encontrado em pedaços e seria da 19ª dinastia egípcia
Detalhes da tumba encontrada na cidade de Saqqara, que fica a 40 km do Cairo.

CAIRO - Uma tumba de mais de 3.200 anos foi encontrada por arqueólogos na cidade egípcia de Saqqara, 40 quilômetros ao sul do Cairo. O sarcófago era de uma mulher da nobreza e foi feito com pedras, segundo o Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA).
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Feito de pedras, sarcófago foi encontrado em pedaços e seria da 19ª dinastia egípcia
Detalhes da tumba encontrada na cidade de Saqqara, que fica a 40 km do Cairo.

CAIRO - Uma tumba de mais de 3.200 anos foi encontrada por arqueólogos na cidade egípcia de Saqqara, 40 quilômetros ao sul do Cairo. O sarcófago era de uma mulher da nobreza e foi feito com pedras, segundo o Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA).
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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

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754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

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754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

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754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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754 km2 foram destruídos, mas n.º pode ser maior porque nuvens cobriam 76% da região
O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

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O desmatamento na Amazônia atingiu, em um período de três meses, o equivalente a uma área de 91 mil campos de futebol. Entre novembro de 2008 e janeiro deste ano, a devastação da floresta atingiu 754,3 km2, de acordo com dados captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados ontem.
Os números mostram uma queda de 70,2% de desmatamento comparado com o período de novembro de 2007 a janeiro de 2008, quando foram registrados 2.527 km2 de floresta derrubada. Essa alta taxa de desflorestamento levou o governo, no início do ano passado, a adotar uma série de medidas, como a Operação Arco de Fogo, chamada à época de "maior investida policial na Amazônia Legal", envolvendo mais de 300 integrantes da Polícia Federal, Força Nacional de Segurança e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os dados deste ano, no entanto, podem ser piores. No período medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 76% da área monitorada estava coberta por nuvens, o que impediu a captação de imagens de desmatamento pelo sistema. Acre, Amazonas, Amapá e Roraima praticamente não foram acompanhados por causa das condições meteorológicas. Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esse dado não impede a comemoração na redução do desmatamento. "No ano passado, também houve uma grande cobertura por nuvens." No período 2007/2008, a área coberta por nuvens foi de 69%. "Se a área monitorada fosse muito diferente, o número poderia ser questionado. Mas a queda do desmatamento é três vezes mais significativa do que a diferença de cobertura", avaliou.Minc atribuiu a redução à adoção de medidas de fiscalização. Para ele, os efeitos da crise econômica ainda não podem ser sentidos na atividade de desmatamento. "Não deu tempo. Isso deve ser visto a partir de abril", afirmou. Tradicionalmente, todas as vezes em que há aumento de preços de commodities, o desmatamento aumenta. Movimento inverso também ocorre, mas, para Minc, tais reflexos não são imediatos.O ministro anunciou que este ano deverão ser publicados editais para contratação de mil fiscais da área de meio ambiente. Parte deles vai para o Instituto Chico Mendes, parte para o Ibama. Quatro aviões foram contratados para fazer o monitoramento de áreas suspeitas de desmatamento. Ele lembrou ainda que o monitoramento do desmatamento será ampliado. "Na revisão do Plano do Clima, em março do próximo ano, já deverão ser incluídas metas para redução de desmatamento de outros biomas."A área campeã de desmatamento foi o Pará, com 318,7 km2 de floresta derrubada. Em segundo lugar vem Mato Grosso, com 272,3 km2, seguido do Maranhão, com 88,4 km2. Para a delegada da Polícia Federal Fernanda Santos, o fato de o Maranhão figurar entre Estados com maior atividade de desmatamento é explicado pelo aumento da fiscalização em outras áreas, consideradas prioritárias. "Houve uma migração para áreas de menor fiscalização", afirmou. A expectativa agora é que haja um aumento do número de policiais para fiscalizar a atividade no Estado.Dados revelados pelo Deter mostram que as áreas de desmatamento apresentam um traçado muito semelhante ao das rodovias na região: BR-163, BR-364 e Transamazônica. Um fenômeno que não surpreende o ministro. "É uma tendência conhecida, mas que pode ter seus efeitos neutralizados."

DESTRUIÇÃO

754,3 quilômetrosquadrados foi a área desmatada na Amazônia no trimestre de novembro de 2008 e janeiro de 2009318,4 quilômetrosquadrados foi a área derrubada no Pará, o Estado que mais desmatou no período

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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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link do postPor anjoseguerreiros, às 07:40  ver comentários (2) comentar


SALVADOR - Dados divulgados nesta terça-feira sobre o avanço da dengue no estado da Bahia mostram que o estado vem registrando cerca de 222 novos casos a cada dia, desde o início de janeiro. O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) revela que o estado já tem 11.570 os casos da doença este ano. Os números foram contabilizados até a terceira semana de fevereiro. Desde janeiro, houve aumento de 248% dos casos, na comparação com o ano passado.
Os dados divulgados até a primeira semana de fevereiro, apontaram que houve 6.567 notificações da dengue clássica no estado. Na segunda e terceira semanas de fevereiro foram registrados mais 5.003 novos casos. Segundo a secretaria, dez cidades concentram 73% dos casos: Jequié, Porto Seguro, Itabuna, Itororó, Jacobina, Ipiaú, Presidente Dutra, Barreiras, Salvador e Andaraí.

Ainda de acordo com o boletim oficial da secretaria de Saúde, existem 291 casos suspeitos da forma grave da doença, a dengue hemorrágica, em 50 cidades. Destes, 85 já foram confirmados, em 21 cidades. Segundo a secretaria, Jequié (29 casos e 2 óbitos), Porto Seguro (6 casos e 4 óbitos), Itabuna (3 casos e 3 óbitos) são os municípios onde há casos graves da doença.

Para a coordenadora de controle de doenças de transmissão vetorial da Secretaria da Saúde do Estado, Jesuina Castro, deve haver três vezes mais casos do que os notificados.
Nesta segunda-feira, o menino Lucas Cardoso Bastos, 8 anos, morreu de dengue clássica. A morte de Júlia Santos Lima, de 9 anos, ainda está sendo investigada. Ambos estavam internados no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, sul da Bahia. O hospital atendeu mais de 900 pessoas com a doença neste início de ano.
Nesta terça, pelo menos 25 agentes estão visitando o bairro da Mata Escura, um dos bairros com maior índice de infestação, para prevenir a doença. Acompanhados de chaveiros, guardas municipais e autorização judicial, os agentes estão entrando em imóveis fechados. A cada 100 casas, de sete a oito possuem focos da doença. É o maior índice de infestação do país. A previsão é realizar um mutirão por mês. Outros bairros que vão receber a visita de agentes de saúde são o Nordeste de Amaralina, Escada e Rio Sena, no subúrbio.
Em Minas Gerais, o crescente número de casos de dengue também assusta. Em Belo Horizonte, a preocupação é com os pátios de veículos apreendidos. São sete na cidade e, em alguns, há carros abandonados há anos. O ambiente é perfeito para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, já que há pneus e carros abertos.
Em Timóteo, no Vale do Aço, uma mulher pode ter morrido de dengue hemorrágica.
Este ano, 2.700 casos já foram notificados em Belo Horizonte; 500 só na semana passada. Dois mil e oitocentos adolescentes de uma associação profissionalizante estão sendo treinados pela administração municipal para ajudar no combate nos bairros em que moram.
Na zona norte de Belo Horizonte, a mais atingida da cidade, os postos de saúde vão ter horário de atendimento ampliado e uma unidade de hidratação com 40 leitos começou a funcionar nesta terça-feira.



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