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29.1.09
RIO - Morreu na manhã desta quinta-feira, aos 95 anos, Hélio Gracie, patriarca do clã Gracie e grande difusor do jiu-jitsu no Brasil.
O lutador estava internado desde quarta-feira no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis, região serrana do Rio, e morreu lá. O hospital informou que Gracie, que sofria de leucemia aguda, morreu de falência múltipla dos órgãos.
Hélio deverá ser sepultado no Cemitério Municipal de Petrópolis, às 16h45 desta quinta. Sua última aparição pública ocorreu em dezembro, durante a cerimônia de passagem de faixas realizada pela Gracie Humaitá no Iate Clube Jardim Guanabara.


fonte:JB ONLINE
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RIO - Morreu na manhã desta quinta-feira, aos 95 anos, Hélio Gracie, patriarca do clã Gracie e grande difusor do jiu-jitsu no Brasil.
O lutador estava internado desde quarta-feira no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis, região serrana do Rio, e morreu lá. O hospital informou que Gracie, que sofria de leucemia aguda, morreu de falência múltipla dos órgãos.
Hélio deverá ser sepultado no Cemitério Municipal de Petrópolis, às 16h45 desta quinta. Sua última aparição pública ocorreu em dezembro, durante a cerimônia de passagem de faixas realizada pela Gracie Humaitá no Iate Clube Jardim Guanabara.


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O lutador estava internado desde quarta-feira no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis, região serrana do Rio, e morreu lá. O hospital informou que Gracie, que sofria de leucemia aguda, morreu de falência múltipla dos órgãos.
Hélio deverá ser sepultado no Cemitério Municipal de Petrópolis, às 16h45 desta quinta. Sua última aparição pública ocorreu em dezembro, durante a cerimônia de passagem de faixas realizada pela Gracie Humaitá no Iate Clube Jardim Guanabara.


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RIO - Morreu na manhã desta quinta-feira, aos 95 anos, Hélio Gracie, patriarca do clã Gracie e grande difusor do jiu-jitsu no Brasil.
O lutador estava internado desde quarta-feira no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis, região serrana do Rio, e morreu lá. O hospital informou que Gracie, que sofria de leucemia aguda, morreu de falência múltipla dos órgãos.
Hélio deverá ser sepultado no Cemitério Municipal de Petrópolis, às 16h45 desta quinta. Sua última aparição pública ocorreu em dezembro, durante a cerimônia de passagem de faixas realizada pela Gracie Humaitá no Iate Clube Jardim Guanabara.


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O lutador estava internado desde quarta-feira no Hospital da Beneficência Portuguesa, em Petrópolis, região serrana do Rio, e morreu lá. O hospital informou que Gracie, que sofria de leucemia aguda, morreu de falência múltipla dos órgãos.
Hélio deverá ser sepultado no Cemitério Municipal de Petrópolis, às 16h45 desta quinta. Sua última aparição pública ocorreu em dezembro, durante a cerimônia de passagem de faixas realizada pela Gracie Humaitá no Iate Clube Jardim Guanabara.


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RIO - O buraco na Estrada do Campinho, em Campo Grande, onde na última segunda-feira o carro em que estava o servidor Luiz Gonzaga da Silva caiu, foi tapado ontem pela prefeitura. O secretário municipal de Obras, Luiz Antônio Guaraná, atirou a culpa pela morte de Luiz sobre o proprietário do terreno, que teria fechado uma vala em sua propriedade e causado o alagamento que abriu o buraco na pista.
É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:10  comentar

RIO - O buraco na Estrada do Campinho, em Campo Grande, onde na última segunda-feira o carro em que estava o servidor Luiz Gonzaga da Silva caiu, foi tapado ontem pela prefeitura. O secretário municipal de Obras, Luiz Antônio Guaraná, atirou a culpa pela morte de Luiz sobre o proprietário do terreno, que teria fechado uma vala em sua propriedade e causado o alagamento que abriu o buraco na pista.
É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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RIO - O buraco na Estrada do Campinho, em Campo Grande, onde na última segunda-feira o carro em que estava o servidor Luiz Gonzaga da Silva caiu, foi tapado ontem pela prefeitura. O secretário municipal de Obras, Luiz Antônio Guaraná, atirou a culpa pela morte de Luiz sobre o proprietário do terreno, que teria fechado uma vala em sua propriedade e causado o alagamento que abriu o buraco na pista.
É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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RIO - O buraco na Estrada do Campinho, em Campo Grande, onde na última segunda-feira o carro em que estava o servidor Luiz Gonzaga da Silva caiu, foi tapado ontem pela prefeitura. O secretário municipal de Obras, Luiz Antônio Guaraná, atirou a culpa pela morte de Luiz sobre o proprietário do terreno, que teria fechado uma vala em sua propriedade e causado o alagamento que abriu o buraco na pista.
É um irresponsável o dono do terreno que tapou a vala e criou o alagamento. A vala passa dentro do terreno dele. Ele vai tomar uma multa, mas a irresponsabilidade dele causou a morte de uma pessoa - disse Guaraná.
- Quem tem valas passando dentro de terrenos particulares tem a obrigação de mantê-las limpas e desimpedidas - acrescentou.
Proprietário do terreno, o policial militar Marcial Pereira Simão disse que a administração anterior do Município teria aberto a vala para limpar duas manilhas e não fechado o buraco.
O posto de saúde Mário Rodrigues Cid, de Santa Margarida, em Campo Grande, tinha ontem três profissionais de plantão: dois clínicos-gerais e um pediatra. Luiz Gonzaga, de 54 anos, passou mal no início da noite de segunda-feira e foi levado ao posto pelo afilhado. Como não havia médicos de plantão, resolveu ir para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, mas, no caminho, o carro caiu na cratera da Estrada do Campinho. Luiz morreu, provavelmente de infarto.
No último dia 8, a Associação de Moradores de Santa Margarida enviou uma carta às autoridades de Saúde, informando que "desde novembro a comunidade encontra-se desassistida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".


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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:59  comentar

Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


fonte:G1
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O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


fonte:G1
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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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Reboque com 64 pneus foi usado para mudar residência de lugar.Ela foi transferida para abrir espaço para uma nova construção.

O norte-americano Doug Kraemer transferiu sua casa de 60 toneladas de lugar em White Bear Lake, no estado de Minnesota (EUA), passando por cima de um lago congelado, segundo reportagem publicada nesta terça-feira (28) pelo jornal "The Star Tribune". O enorme reboque no qual a casa de dois andares foi colocada contava com 64 pneus. A residência foi levada de Manitou Island para o Matoska Park, percorrendo menos de 100 metros, segundo o jornal. A mudança atraiu muitos curiosos. "Quantas vezes você chega a ver uma casa sobre o gelo?, perguntou Monty Fagnan. "Foi muito legal", disse Sara Hanson, destacando que essa foi a primeira vez que viu algo tão pesado passar sobre o lago congelado. A casa de Doug Kraemer foi transferida de lugar para abrir espaço para a uma nova construção. Kraemer disse que comprou a casa, construída no final dos anos 1880, por cerca de US$ 40 mil e decidiu preservá-la por causa de sua história. "Vai ser um ganho para todos", disse. Terry Semple, da empresa que deslocou a casa de lugar, disse que foi a primeira vez que realizou um projeto desse tipo. Ele afirmou ainda que testou o gelo regularmente e estima que havia cerca de 24 centímetros de espessura.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
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McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
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McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Após o incidente, juiz aumentou o valor da fiança para US$ 1 milhão.McGowan ficou irritado porque o juiz se recusou a trocar o advogado.
Acusado de sequestro e assalto, o norte-americano Weusi McGowan, de 37 anos, atirou fezes em seu advogado e nos jurados durante julgamento em um tribunal de San Diego (EUA).
McGowan tinha levado um saco de fezes para o tribunal. O promotor Christopher Lawson disse que o réu estava irritado porque o juiz Jeffrey Fraser se recusou a trocar o defensor público Jeffrey Martin.
Após o incidente, o juiz aumentou o valor da fiança do réu, de US$ 250 mil para US$ 1 milhão.O magistrado também cancelou o júri, destacando que McGowan terá de arranjar um novo advogado. Fraser marcou uma nova audiência para o dia 6 de fevereiro.


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Ele foi ensinado desde os quatro meses de idade a usar o banheiro.'Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...', disse a dona

É comum os papagaios aprenderem a falar, mas um foi além e sabe usar o banheiro na Suécia. O pássaro chamado Emil, de 10 anos, foi ensinado desde os quatro meses de idade a usar a privada corretamente, de acordo com a proprietária Yasmin Mughal.
"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


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É comum os papagaios aprenderem a falar, mas um foi além e sabe usar o banheiro na Suécia. O pássaro chamado Emil, de 10 anos, foi ensinado desde os quatro meses de idade a usar a privada corretamente, de acordo com a proprietária Yasmin Mughal.
"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


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É comum os papagaios aprenderem a falar, mas um foi além e sabe usar o banheiro na Suécia. O pássaro chamado Emil, de 10 anos, foi ensinado desde os quatro meses de idade a usar a privada corretamente, de acordo com a proprietária Yasmin Mughal.
"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


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"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


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"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


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É comum os papagaios aprenderem a falar, mas um foi além e sabe usar o banheiro na Suécia. O pássaro chamado Emil, de 10 anos, foi ensinado desde os quatro meses de idade a usar a privada corretamente, de acordo com a proprietária Yasmin Mughal.
"Percebemos que cada vez que o tirávamos da gaiola, ele queria fazer cocô. Então, pensamos que o melhor lugar para ele seria o banheiro. Colocamos Emil na privada e dissemos para ele fazer c...", disse Yasmin.


fonte:G1
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Jogador é acusado de agressão sexual por uma mulher de 18 anos; fato teria ocorrido no dia 14

SÃO PAULO - O "inferno" na vida de Robinho está apenas começando após a denuncia de abuso sexual por parte de uma mulher de 18 anos. Nesta quinta-feira, o tabloide inglês Daily Star não hesitou em escrever a palavra estupro para definir o que o atacante brasileiro teria cometido numa boate em Ledds, no dia 14 deste mês.
Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Jogador é acusado de agressão sexual por uma mulher de 18 anos; fato teria ocorrido no dia 14

SÃO PAULO - O "inferno" na vida de Robinho está apenas começando após a denuncia de abuso sexual por parte de uma mulher de 18 anos. Nesta quinta-feira, o tabloide inglês Daily Star não hesitou em escrever a palavra estupro para definir o que o atacante brasileiro teria cometido numa boate em Ledds, no dia 14 deste mês.
Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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SÃO PAULO - O "inferno" na vida de Robinho está apenas começando após a denuncia de abuso sexual por parte de uma mulher de 18 anos. Nesta quinta-feira, o tabloide inglês Daily Star não hesitou em escrever a palavra estupro para definir o que o atacante brasileiro teria cometido numa boate em Ledds, no dia 14 deste mês.
Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Na reportagem, Robinho teria dito que está abismado com a atitude da mulher em denunciá-lo, já que não fez nada de errado, e que pretende limpar o seu nome, já que sua família está sofrendo com a má repercussão do caso, e que se sentiu muito mal ao prestar depoimento, pois não seria uma pessoa de má índole.Robinho, que é casado e possui um filho de 18 meses de idade, prestou depoimento na última segunda-feira e cedeu mostras de seu DNA para exames forenses, uma vez que a suposta vítima teria provas da agressão sexual.Enquanto aguarda o inquérito policial, Robinho segue com sua rotina de treinos e jogos pelo Manchester City, que declarou oficialmente total apoio ao jogador brasileiro.Algo similar já aconteceu com outras celebridades do futebol, na Inglaterra, sendo o mais famoso o caso envolvendo o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, que também foi acusado de agressão sexual, mas foi inocentado.
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Imagens do circuito de segurança do prédio mostram um homem entrando no prédio; corpo foi achado na cama

SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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Imagens do circuito de segurança do prédio mostram um homem entrando no prédio; corpo foi achado na cama

SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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Imagens do circuito de segurança do prédio mostram um homem entrando no prédio; corpo foi achado na cama

SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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Imagens do circuito de segurança do prédio mostram um homem entrando no prédio; corpo foi achado na cama

SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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SÃO PAULO - Oito pessoas já foram ouvidas sobre a morte da adolescente Léia Cristina da Quinta Schemkel, de 16 anos. Ela foi encontrada morta no apartamento onde morava com a irmã no domingo, 25, em São Vicente, no litoral sul paulista. Duas das pessoas ouvidas sobre a morte da jovem eram amigas íntimas dela.

O diário pessoal da adolescente foi usado para dar informações sobre pessoas próximas à vítima, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. A vítima foi achada morta sobre o colchão. Não havia sinais de violência e foram encontradas manchas roxas em seu pescoço.

As imagens do circuito interno de segurança mostram a chegada do homem, às 7h20 da manhã do domingo, meia hora depois que a irmã da vítima saiu para trabalhar. Ele fica no portão e só consegue entrar quando um morador sai do prédio. Já no corredor, ele tenta abrir a porta que dá acesso à escadaria, mas não consegue. A última imagem do suspeito mostra ele olhando para cima.

Depois de ver a gravação, o delegado Jorge Álvaro Cruz, que investiga o caso, voltou ao local do crime para verificar a possibilidade de o assassino ter escalado o muro. As suspeitas da polícia só serão confirmadas com o laudo do Instituto Médico-Legal, que vai indicar o horário da morte da adolescente. Por enquanto, a hipótese mais provável é de que a jovem tenha sido morta enquanto dormia.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Durante séculos ela foi aclamada e desejada. Há alguns anos caiu em desgraça. Agora, uma escritora quer recuperar do limbo culinário a boa reputação da gordura animal

Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Uma bela peça de bacon, brilhante e gorda (como essa aí de cima) é capaz de despertar reações diversas. Confrontadas com uma quase obscena porção de sabor na forma de pouca carne e muita gordura, algumas pessoas reagem como se estivessem envolvidas num drama shakespereano: “Horror, horror, horror!” Outras se entregam a devaneios imemorais. Afinal, a mesma gordura que desde os primódios da civilização representava a sobrevivência da espécie, passou a ser temida como se em sua pródiga matéria se encerrassem todas as mazelas da alimentação moderna.Hoje, um pedaço de filé marmorizado costuma ser tão evitado quanto a própria gordura - um tabu nestes tempos supostamente saudáveis. De ingrediente valorizado, a boa gordura animal passou a ser execrada publicamente, pois vem geralmente associada a doenças. Foi banida para o purgatório dos ingredientes que, de tão bons, só podem fazer mal. Não fosse só escandalosamente maniqueísta, tal concepção provou ser equivocada.

Gordura, dizem os cientistas, é importante para o funcionamento do corpo. Ela também é responsável por fazer aflorar os sabores dos alimentos e há quem acredite na existência de um receptor nas papilas gustativas para identificá-la (assim como existem aqueles que reconhecem o doce, salgado, amargo, ácido e umami). Chefs de cozinha conhecem o papel da boa gordura animal na culinária. Nossos avós também. “Dependendo do que vai ser preparado e da técnica, gordura de porco e de frango aumentam muito o sabor dos pratos”, diz Tommy Wong, chef do restaurante chinês Ton Roi. Nos últimos 30 anos o consumo de gordura animal caiu consideravelmente, mas em seu lugar entraram açúcares, gorduras industrializadas e farinhas refinadas. O resultado, segundo os defensores da gordura: perdeu-se em sabor e ganhou-se em peso.Agora, a “vilã” conta com uma sóbria, porém contudente, defesa. Em Fat, a escritora Jennifer McLagan maldiz as gorduras criadas pelo homem (a margarina, as polinsaturadas) e faz uma apologia ao consumo responsável e equilibrado de um de seus ingredientes favoritos, a gordura animal.O Paladar aproveitou a revanche da gordura para testar três receitas do livro. Coube ao chef André Mifano, do Vito (R. Pascoal Vita, 329, 3032-1469) executar o cookie, a gordura aromatizada e o spaghetti de manteiga e sálvia. Entusiasta da carne de porco, que para ele lembra “família e a comida boa da infância”, Mifano também ensina duas receitas de seu restaurante, a salada com pancetta e queijo de cabra e a barriga de porco recheada com nozes. Rica em gordura, sabor e texturas, a barriga de porco do Vito sai do forno com a pele estalando de crocante e é a grande estrela da casa. Não precisa resistir. É só não exagerar.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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Manifestação paralisa trens, metrôs e escolas francesas; fazendeiros começam a levantar bloqueios após 11 dias

PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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PARIS - Trabalhadores franceses temerosos com a crise econômica global realizam uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. A manifestação deixou milhões de crianças sem professores e reduziu o número de funcionários em hospitais e no setor de transporte. Os funcionários do setor ferroviário lideram o que está sendo chamado de "Quinta-feira Negra" na França.

As demissões em massa anunciadas na Europa nas últimas semanas fazem com que milhares de pessoas tomem as ruas das principais capitais europeia em protesto contra seus governos. Na Grécia, fazendeiros bloquearam estradas. Na Islândia, o governo já caiu depois de protestos na semana passada. Bulgária, Letônia e Lituânia também enfrentam manifestações.

Em Paris, usuários dos trens desafiaram as frias temperaturas e seguiram de bicicleta, a pé e até em barcos para trabalhar. Uma lei de 2007 determina que um número mínimo de trabalhadores continue na ativa, mas os trens disponíveis estavam superlotados. A greve enfureceu o governo conservador do presidente Nicolas Sarkozy, que espera que a paralisação dure apenas um dia. Sarkozy não comentou o fato e, segundo auxiliares, acompanha os desdobramentos no palácio presidencial.

Havia nas ruas da capital muitas mulheres e homens usando bicicletas para trabalhar. As marchas em protesto estavam programadas para todo o dia, em cerca de 200 cidades do país. Milhares de professores, carteiros e funcionários do setor médico estavam parados. Muitos bancos foram fechados e funcionários do setor industrial de empresas que demitiram também cruzaram os braços.

No 11.º dia de protestos na Grécia, fazendeiros começaram a levantar os bloqueios nas estradas de todo o país depois de aceitar um pacote de apoio do governo, embora muitos manifestantes e mantenham os protestos. O setor rural exige aumento nos subsídios e abatimentos nos impostos para compensar as perdas. Os bloqueios são abertas por alguns momentos durante o dia.

O governo de coalizão da Islândia renunciou no início da semana como consequência da crescente crise econômica que envolve o país. Na semana passada, uma série de atos públicos foi organizada para protestar contra a atuação do governo na crise econômica. Os manifestantes acusaram as autoridades de tentar levar o país à ruína.

Na Bulgária, centenas de pessoas pedem por reformas no sistema econômico e social nas duas últimas semanas de protestos contra o governo. Estudantes, professores, ativistas ambientais, médios e servidores públicos participaram de um ato na frente do parlamento de Sofia, pedido por uma reação do governo ou sua renúncia. No início do mês, centenas de manifestantes entraram em confrontos com a polícia, quebrando janelas e danificando carros na cidade durante um ato contra a corrupção e a lentidão das reformas para enfrentar a crise econômica.

Na Letônia, um protesto com mais de 10 mil pessoas se transformou em tumulto, quando manifestantes tentaram invadir o Parlamento no dia 16 de janeiro. Na mesma data, policiais da Lituânia lançaram bombar de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que lançaram pedras contra o Parlamento em protesto pelos cortes nos gastos com segurança social. A polícia afirma que 80 pessoas foram presas e 20 feridas.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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SÃO PAULO - O jovem de 19 anos que passou 37 dias sequestrado e foi libertado nesta quarta-feira de um cativeiro no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, perdeu 10 quilos no cativeiro. Segundo a polícia, ele era mantido amarrado na cama e os sequestadores o alimentavam apenas para que não morresse.
Três pessoas foram presas e a polícia procura mais envolvidos no crime, incluindo o chefe da quadrilha que, segundo informações obtidas depois das prisões, passava pelo cativeiro pelo menos uma vez por semana.
O rapaz foi levado por sequestradores no dia 23 de dezembro passado, após sair de um restaurante no Itaim Bibi, na Avenida Juscelino Kubitscheck. Filho de um empresário da construção civil, ele foi libertado antes que a família pagasse o resgate exigido pelo bando.
A polícia monitorava a casa de alvenaria havia dois dias, após receber uma denúncia anônima. Lá dentro, o rapaz estava sob o poder de dois homens e uma mulher, que foram surpreendidos pelos policiais.
Segundo o delegado-titular do 92 DP (Parque Santo Antônio), Carlos Alberto Delaye Carvalho, com os criminosos foram encontrados um revólver calibre 38, uma pistola automática e dois telefones celulares. Os objetos foram apreendidos e encaminhados à perícia, e o trio, indiciado por extorsão mediante sequestro.


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RIO - Dois estabelecimentos que serviam comida foram fechados em Copacabana durante uma fiscalização em bares e restaurantes da subprefeitura da Zona Sul, na noite de quarta-feira. Os agentes da operação, que teve a participação da secretaria de Meio Ambiente, da Vigilância Sanitária e da 5ª Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização, encontram fezes de rato e insetos mortos na cozinha do restaurante Traíra Chopp Center, na Rua Joseph Bloch, 40, Loja C.
- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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RIO - Dois estabelecimentos que serviam comida foram fechados em Copacabana durante uma fiscalização em bares e restaurantes da subprefeitura da Zona Sul, na noite de quarta-feira. Os agentes da operação, que teve a participação da secretaria de Meio Ambiente, da Vigilância Sanitária e da 5ª Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização, encontram fezes de rato e insetos mortos na cozinha do restaurante Traíra Chopp Center, na Rua Joseph Bloch, 40, Loja C.
- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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RIO - Dois estabelecimentos que serviam comida foram fechados em Copacabana durante uma fiscalização em bares e restaurantes da subprefeitura da Zona Sul, na noite de quarta-feira. Os agentes da operação, que teve a participação da secretaria de Meio Ambiente, da Vigilância Sanitária e da 5ª Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização, encontram fezes de rato e insetos mortos na cozinha do restaurante Traíra Chopp Center, na Rua Joseph Bloch, 40, Loja C.
- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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- O bar foi multado e fechado imediatamente, porque não tinha condições mínimas de funcionamento, tamanha era a sujeira - disse Paulo Heráclito, administrador da 5ª Região Administrativa, que abrange os bairros do Leme e Copacabana.
A operação cerrou as portas de outro bar que funcionava ilegalmente na Rua Figueiredo Magalhães, número 950. O estabelecimento, que não tinha nenhum tipo de alvará, teve as mesas e cadeiras recolhidas e as portas arriadas.
Na Avenida Atlântica, o restaurante Pars In, no número 1424, foi multado pela Secretaria do Meio Ambiente por ter o volume de som acima do permitido para o horário. A Vigilância Sanitária aplicou outra multa pelas condições irregulares de higiene. A fiscalização contou ainda com o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar e de policiais civis das 12ª DP e 13ª DP.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
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O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
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O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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TÓQUIO - Um homem de mais de 80 anos enterrou o equivalente a cerca de US$ 4 milhões no jardim da sua casa, na cidade de Imari, no Sul do Japão, e acabou sem um centavo. O idoso decidiu esconder o dinheiro por causa da baixa rentabilidade do sistema bancário do país asiático, mas a estratégia acabou sendo descoberta por ladrões.
O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando o idoso fez a denúncia, mas só foi confirmado pela polícia agora. Inicialmente, os agentes acreditavam que a história era uma invenção do homem. Dois meses depois do furto, o idoso morreu.
"Pus o dinheiro no jardim já que os juros no banco são muito baixos e não valiam a pena", disse o octagenário à Polícia ao apresentar a denúncia. O Banco Central do Japão mantém a taxa básica de juros em torno de 0% durante os últimos anos.
Policiais continuam investigando o desaparecimento da fortuna.


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VEJA NA ÍNTEGRA, O TEXTO PUBLICADO ONTEM PELA FOLHA DE SÃO PAULO, ASSINADO PELO DR. ROGER ABDELMASSIH, ACUSADO POR EX-PACIENTES, DE ABUSO SEXUAL.

AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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VEJA NA ÍNTEGRA, O TEXTO PUBLICADO ONTEM PELA FOLHA DE SÃO PAULO, ASSINADO PELO DR. ROGER ABDELMASSIH, ACUSADO POR EX-PACIENTES, DE ABUSO SEXUAL.

AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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VEJA NA ÍNTEGRA, O TEXTO PUBLICADO ONTEM PELA FOLHA DE SÃO PAULO, ASSINADO PELO DR. ROGER ABDELMASSIH, ACUSADO POR EX-PACIENTES, DE ABUSO SEXUAL.

AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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VEJA NA ÍNTEGRA, O TEXTO PUBLICADO ONTEM PELA FOLHA DE SÃO PAULO, ASSINADO PELO DR. ROGER ABDELMASSIH, ACUSADO POR EX-PACIENTES, DE ABUSO SEXUAL.

AS DUAS FACES DA MOEDA
Roger Abdelmassih

Ainda não compreendi qual é a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta

"O sentimento mais comum entre os homens é o da má vontade" (Pedro Nava)


NO DOMINGO 11 de janeiro, quando baixei o vidro para brincar com meu amigo cadeirante, o que fazemos todos os dias no cruzamento da avenida 9 de Julho, vi que o rosto sempre sorridente estava sério. Ele tomou a iniciativa da conversa: "Força doutor, o senhor é maior do que tudo isso; fé em Deus que tudo vai passar". Faltaram-me as palavras. Estendi-lhe a mão e agradeci emocionado.Compreendi que o meu amigo havia lido a matéria da sexta, ou as do sábado, e que sabia do drama que eu começara a viver. E que, apesar dos horrores lidos, confiava em mim. O que ainda não compreendi é o porquê de tudo isso. Qual a verdadeira motivação para esse movimento que mais se caracteriza como sanha de vendeta, que se expressa em denúncias esvaziadas de sentido, em acusações perversas, subjetivas, sem materialidade, que embutem em si mesmas minha condenação perante a opinião pública. As fontes diversas e o ódio silencioso, sedimentado há décadas, são assustadores -incompreensíveis.É certo que sou o representante mais conhecido no Brasil de uma especialidade médica que não consegue, ainda, 100% de resultados. Nesses 20 anos de clínica em medicina reprodutiva, tenho lidado -abertamente- com as mais variadas expressões de frustração de pacientes que não conseguiram atingir seus objetivos.É certo que, em 65 anos de vida, cometi erros -muitos, até- como marido e pai de família, como profissional, como amigo, como ser apenas humano que sou. É certo que "eu sou eu e minhas circunstâncias" (Ortega y Gasset) e que muitos antipatizam com as minhas circunstâncias. E é certo, acima de tudo, que não sou merecedor de tantas e tamanhas atitudes de desforra, de julgamento à revelia na praça pública das páginas da imprensa -uma demonstração inequívoca de ressentimentos, de justiça selvagem manifestada à moda tribal, ao arrepio da Justiça.Sei que a vingança faz parte da natureza humana, mas não pode haver Estado de Direito quando o fórum adequado para que a justiça prevaleça é substituído por retaliações como essa a que estou sendo submetido, acolhidas e divulgadas da forma como têm sido.Toda a notoriedade que tenho, e que parece incomodar a tantos, foi conquistada unicamente em consequência do meu trabalho e dos resultados obtidos. Trabalho tenazmente, 14 horas diárias em média, não poupo investimentos em aperfeiçoamento do meu pessoal, em tecnologia de ponta e, especialmente, em pesquisa básica (a única clínica particular que mantém um centro de pesquisa básica), na busca do melhor resultado possível contra a infertilidade.Lutei como poucos por essa causa e tenho a certeza de que servi para elevar a qualidade da reprodução humana assistida no Brasil. Lutei muito pelos casais inférteis e conquistei cerca de 8.000 vitórias, quase 8.000 crianças que deram sentido à vida de casais, que realizaram o desejo de formar famílias.Seria uma incoerência, uma estupidez, uma insanidade se fosse eu o moto propulsor da destruição de casamentos, de futuras famílias que eu ajudaria a formar. Não faz sentido. A verdade tem mais de um lado, e quem quer conhecê-la precisa ver a moeda por inteiro. Esse movimento de ressentimentos vingativos tem uma história de quase dois anos, cujos documentos serão apresentados no momento adequado, ao fórum adequado para sopesar as provas. Há cerca de dois anos venho sendo atacado, por meio da internet. E-mails impressionantemente agressivos e ameaçadores, distribuídos para toda a minha família, para a imprensa e para a classe médica. Comunidades em sites de relacionamento, blogs e fóruns estampavam a mesma falácia que hoje ganha espaço na grande imprensa. No começo, parecia uma ação isolada. Mas o que poderia ser um moderno e já cotidiano crime de "cyberbullying", do qual são vítimas tanto adolescentes quanto prestadores de serviços, como um médico, acabou virando esse pesadelo. O meu silêncio não é como o silêncio das pedras. É um silêncio cheio de sons e de cores, e sobretudo de respeito à Justiça e, até, às pessoas que estão me acusando, pois, pasme quem quiser, eu tenho minhas explicações, especialmente para as mentiras, para as fantasias e para as fofocas que ganham espaço na imprensa e que tentam desonrar a minha dignidade como pessoa humana -fundamento constitucional, direito pétreo que me vem sendo negado. Sei que a vida é feita de luta e de obstáculos e que é preciso coragem moral para adaptar-se a tempos de angústia como estes, que requerem paciência e resignação. Mas é preciso, também, contar com o apoio da família -que está ao meu lado- e com a solidariedade dos amigos para fortalecer a fé em Deus e a certeza de que a Justiça será soberana.Agradeço sinceramente as incontáveis manifestações de conforto que venho recebendo, especialmente aquelas que demonstram confiança no meu caráter. Meu querido amigo cadeirante tem razão: tudo vai passar.

ROGER ABDELMASSIH , 65, médico especialista em reprodução humana assistida, é sócio-diretor da Clínica e Centro de Reprodução Humana Assistida Roger Abdelmassih e membro do Comitê Executivo da Sociedade Internacional de Andrologia. Foi fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Andrologia.Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento
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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
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A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
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A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
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RIO - A crise mundial prejudicou estudantes brasileiros que viajaram em programas de emprego temporário. Dez mil embarcaram no fim do ano passado e muitos tiveram que voltar antes do tempo.
A viagem era a grande oportunidade. Pedro ia aprender inglês, ganhar salário em dólar e depois viajar pelos Estados Unidos. Mas assim que desembarcou recebeu a notícia. "Não estavam contratando".
" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
A mãe de Thaíza mostra que, no contrato assinado no Brasil, a agência se comprometeu a conseguir uma nova colocação se não houvesse vaga.
- Nós vamos correr atrás dos nossos direitos - desabafa.



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" Não tinha condições de me manter sem trabalhar (Pedro/estudante) "
A cafeteria que daria uma vaga ao estudante alegou que a crise financeira impediu a contratação.
- Não tinha condições de ficar me mantendo sem trabalhar, sem ter dinheiro para me sustentar lá - diz o estudante.
Se para os estudantes sobra frustração, para as famílias também fica um grande prejuízo. Na maioria dos casos, os pais sacrificam o orçamento da casa na esperança de fazer da viagem um investimento na educação dos filhos.
- A gente estava pensando que ele, trabalhando lá, ajudaria de alguma forma a pagar a própria faculdade - planeja o pai Josemar Augusto de Lima.
A família da estudante Thaíza Braga também gastou as economias, mas ela nunca foi contratada.
- A gente, na primeira noite, dormiu no chão, no carpete que tinha lá. Estavam 8ºC - diz Thaíza.
Segundo a Associação das Operadoras de Intercâmbio, as agências são obrigadas a dar apoio aos estudantes. Mas as vagas são responsabilidade do empregador americano.
- Dependendo da modalidade do programa, o aluno vai saber exatamente quais são as cláusulas contratuais em relação a esse emprego. Agora, a garantia da manutenção do emprego sai da alçada da empresa de intercâmbio - explica Maura Leão, da Associação de Empresas e Operadoras de Intercâmbio.
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Todo mundo está querendo tirar uma casquinha da fama de Barack Obama. Até mesmo os traficantes. É o que está acontecendo no condado de Sullivan, em Nova York. Para alavancar as vendas, os traficantes puseram o nome do presidente americano nas embalagens de heroína vendidas nas ruas. Obama não está sozinho nas "homenagens" dos criminosos. Policiais da região já encontraram papelotes inusitados: Heroína Bin Laden -Ecstasy Harry Potter- Cocaína Teletubbies e outros...

ONDE VAMOS PARAR???????

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Todo mundo está querendo tirar uma casquinha da fama de Barack Obama. Até mesmo os traficantes. É o que está acontecendo no condado de Sullivan, em Nova York. Para alavancar as vendas, os traficantes puseram o nome do presidente americano nas embalagens de heroína vendidas nas ruas. Obama não está sozinho nas "homenagens" dos criminosos. Policiais da região já encontraram papelotes inusitados: Heroína Bin Laden -Ecstasy Harry Potter- Cocaína Teletubbies e outros...

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SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  ver comentários (2) comentar

SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

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SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

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A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
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- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
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A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:16  comentar

SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

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SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

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SÃO PAULO - O resgate de um bebê de 8 meses durante um temporal que alagou parte da cidade de São Paulo na terça-feira não pôs fim ao sofrimento da criança. Jéssica, que tem uma doença considerada rara, terá de passar por um transplante de fígado. Ela foi transportada para o hospital por um helicóptero da Polícia Militar depois que a ambulância em que estava com a família quebrou no meio de um alagamento na Rodovia Fernão Dias, bem próximo a São Paulo.
A família, de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, viajou 700 quilômetros até São Paulo. O helicóptero que a resgatou levou apenas 12 minutos para chegar. De lá, ela foi levada diretamente para o hospital.
- Eu fiquei emocionado. A criançinha tão pequeninha daquele jeito... Foi o único resgate, mas valeu pelo mês inteiro - disse Jeferson Maximiano, enfermeiro do resgate.
A criança veio para São Paulo para se consultar no Hospital AC Camargo, o único da América Latina que pode dar a ela o tratamento adequado. Nesta quarta-feira, logo na primeira consulta, os médicos confirmaram que ela vai mesmo precisar de um transplante de fígado. O bebê nasceu com atresia, uma doença rara que, no caso de Jéssica, bloqueia as vias biliares. O fígado endurece, perde suas funções, e a única saída é o transplante.
- Passada essa fase difícil, a tendência é a normalidade - disse Carlos Lotfi, diretor do hospital.
A criança vai entrar na lista de espera por um órgão. Crianças têm prioridade e há chances de achar um doador na própria família.
- Eu quero já fazer apelo para as pessoas que podem doar. Não só para a minha filha, mas para todas que estão na fila - afirmou a mãe da criança, Odéia Inácio Sousa.

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