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28.1.09
SÃO PAULO - A polícia investiga a morte de Cristina da Quinta Schemkel, 16 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava em São Vicente, na Baixada Santista, na noite do último domingo. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Santos, a adolescente foi morta por esganadura. A polícia suspeita de homicídio, mas aguarda os laudos oficiais.
O corpo da adolescente foi achado pela irmã. As duas viviam juntas no apartamento. Segundo a polícia, o apartamento estava fechado por dentro. A irmã saiu para trabalhar, por volta das 7 horas de domingo e teria visto Cristina se mexendo. Quando retornou, às 19 horas, chamou a adolescente, que estava deitada. Quando foi sacudir a irmã, percebeu que o corpo estava rígido e pediu ajuda da polícia.
Conforme o boletim de ocorrência, quando a PM chegou a adolescente estava deitada sobre um colchão no chão, já sem vida, e apresentava um hematoma do lado esquerdo do pescoço.
Segundo o investigador Ricardo Félix, do 2º Distrito Policial de São Vicente, onde o caso está sendo investigado, pessoas próximas às irmas serão intimadas a depor. A polícia quer saber quem esteve no apartamemento no último domingo.
- Foi apreendida a filmagem do circuito fechado do prédio. Aguardamos os laudos oficiais - afirmou.


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SÃO PAULO - A polícia investiga a morte de Cristina da Quinta Schemkel, 16 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava em São Vicente, na Baixada Santista, na noite do último domingo. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Santos, a adolescente foi morta por esganadura. A polícia suspeita de homicídio, mas aguarda os laudos oficiais.
O corpo da adolescente foi achado pela irmã. As duas viviam juntas no apartamento. Segundo a polícia, o apartamento estava fechado por dentro. A irmã saiu para trabalhar, por volta das 7 horas de domingo e teria visto Cristina se mexendo. Quando retornou, às 19 horas, chamou a adolescente, que estava deitada. Quando foi sacudir a irmã, percebeu que o corpo estava rígido e pediu ajuda da polícia.
Conforme o boletim de ocorrência, quando a PM chegou a adolescente estava deitada sobre um colchão no chão, já sem vida, e apresentava um hematoma do lado esquerdo do pescoço.
Segundo o investigador Ricardo Félix, do 2º Distrito Policial de São Vicente, onde o caso está sendo investigado, pessoas próximas às irmas serão intimadas a depor. A polícia quer saber quem esteve no apartamemento no último domingo.
- Foi apreendida a filmagem do circuito fechado do prédio. Aguardamos os laudos oficiais - afirmou.


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SÃO PAULO - A polícia investiga a morte de Cristina da Quinta Schemkel, 16 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava em São Vicente, na Baixada Santista, na noite do último domingo. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Santos, a adolescente foi morta por esganadura. A polícia suspeita de homicídio, mas aguarda os laudos oficiais.
O corpo da adolescente foi achado pela irmã. As duas viviam juntas no apartamento. Segundo a polícia, o apartamento estava fechado por dentro. A irmã saiu para trabalhar, por volta das 7 horas de domingo e teria visto Cristina se mexendo. Quando retornou, às 19 horas, chamou a adolescente, que estava deitada. Quando foi sacudir a irmã, percebeu que o corpo estava rígido e pediu ajuda da polícia.
Conforme o boletim de ocorrência, quando a PM chegou a adolescente estava deitada sobre um colchão no chão, já sem vida, e apresentava um hematoma do lado esquerdo do pescoço.
Segundo o investigador Ricardo Félix, do 2º Distrito Policial de São Vicente, onde o caso está sendo investigado, pessoas próximas às irmas serão intimadas a depor. A polícia quer saber quem esteve no apartamemento no último domingo.
- Foi apreendida a filmagem do circuito fechado do prédio. Aguardamos os laudos oficiais - afirmou.


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SÃO PAULO - A polícia investiga a morte de Cristina da Quinta Schemkel, 16 anos, encontrada morta dentro do apartamento onde morava em São Vicente, na Baixada Santista, na noite do último domingo. Segundo o Instituto Médico Legal (IML) de Santos, a adolescente foi morta por esganadura. A polícia suspeita de homicídio, mas aguarda os laudos oficiais.
O corpo da adolescente foi achado pela irmã. As duas viviam juntas no apartamento. Segundo a polícia, o apartamento estava fechado por dentro. A irmã saiu para trabalhar, por volta das 7 horas de domingo e teria visto Cristina se mexendo. Quando retornou, às 19 horas, chamou a adolescente, que estava deitada. Quando foi sacudir a irmã, percebeu que o corpo estava rígido e pediu ajuda da polícia.
Conforme o boletim de ocorrência, quando a PM chegou a adolescente estava deitada sobre um colchão no chão, já sem vida, e apresentava um hematoma do lado esquerdo do pescoço.
Segundo o investigador Ricardo Félix, do 2º Distrito Policial de São Vicente, onde o caso está sendo investigado, pessoas próximas às irmas serão intimadas a depor. A polícia quer saber quem esteve no apartamemento no último domingo.
- Foi apreendida a filmagem do circuito fechado do prédio. Aguardamos os laudos oficiais - afirmou.


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O corpo da adolescente foi achado pela irmã. As duas viviam juntas no apartamento. Segundo a polícia, o apartamento estava fechado por dentro. A irmã saiu para trabalhar, por volta das 7 horas de domingo e teria visto Cristina se mexendo. Quando retornou, às 19 horas, chamou a adolescente, que estava deitada. Quando foi sacudir a irmã, percebeu que o corpo estava rígido e pediu ajuda da polícia.
Conforme o boletim de ocorrência, quando a PM chegou a adolescente estava deitada sobre um colchão no chão, já sem vida, e apresentava um hematoma do lado esquerdo do pescoço.
Segundo o investigador Ricardo Félix, do 2º Distrito Policial de São Vicente, onde o caso está sendo investigado, pessoas próximas às irmas serão intimadas a depor. A polícia quer saber quem esteve no apartamemento no último domingo.
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RIO - O prefeito Eduardo Paes formalizou hoje a inclusão do Rio no leque de cidades que participarão da terceira edição da Hora do Planeta, movimento mundial de mobilização da sociedade contra o aquecimento global, organizado pela entidade de conservação ambiental WWF. Conhecido mundialmente como Earth Hour, o movimento será promovido pela primeira vez no Brasil e o Rio foi a primeira cidade a aderir à iniciativa. O conselho diretor do WWF-Brasil espera conseguir o apoio de outras cinco capitais para o evento, que acontecerá em 28 de março.
Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
Em todo o Brasil, o WWF espera mobilizar mais de 12 milhões de pessoas para a Hora do Planeta. A organização negocia a participação de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvador no evento.


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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
Em todo o Brasil, o WWF espera mobilizar mais de 12 milhões de pessoas para a Hora do Planeta. A organização negocia a participação de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvador no evento.


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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
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Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
Em todo o Brasil, o WWF espera mobilizar mais de 12 milhões de pessoas para a Hora do Planeta. A organização negocia a participação de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvador no evento.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes formalizou hoje a inclusão do Rio no leque de cidades que participarão da terceira edição da Hora do Planeta, movimento mundial de mobilização da sociedade contra o aquecimento global, organizado pela entidade de conservação ambiental WWF. Conhecido mundialmente como Earth Hour, o movimento será promovido pela primeira vez no Brasil e o Rio foi a primeira cidade a aderir à iniciativa. O conselho diretor do WWF-Brasil espera conseguir o apoio de outras cinco capitais para o evento, que acontecerá em 28 de março.
Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
Em todo o Brasil, o WWF espera mobilizar mais de 12 milhões de pessoas para a Hora do Planeta. A organização negocia a participação de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvador no evento.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes formalizou hoje a inclusão do Rio no leque de cidades que participarão da terceira edição da Hora do Planeta, movimento mundial de mobilização da sociedade contra o aquecimento global, organizado pela entidade de conservação ambiental WWF. Conhecido mundialmente como Earth Hour, o movimento será promovido pela primeira vez no Brasil e o Rio foi a primeira cidade a aderir à iniciativa. O conselho diretor do WWF-Brasil espera conseguir o apoio de outras cinco capitais para o evento, que acontecerá em 28 de março.
Nesse dia, a população será convidada a apagar as luzes da sala de casa por uma hora, das 20h30 às 21h30. Para marcar a adesão do Rio e chamar atenção para a causa, a prefeitura anunciou hoje que serão desligadas as luzes de alguns dos principais monumentos do Rio, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Jockey Club, o Parque do Flamengo e a Orla de Copacabana na hora do evento. A segurança será reforçada nesses locais.
Em todo o Brasil, o WWF espera mobilizar mais de 12 milhões de pessoas para a Hora do Planeta. A organização negocia a participação de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Salvador no evento.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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LIMA - Os visitantes e moradores do conjunto arqueológico de Machu Picchu e seus arredores não poderão mais comprar nem consumir bebidas em embalagens descartáveis, a partir de abril. A medida contribui para o combate à contaminação, segundo fontes municipais.
O conselho municipal de Machu Picchu aprovou, entre novembro passado e este mês, uma série de medidas para proibir a venda e o consumo de bebidas em garrafas de plástico e determinou um prazo, até 17 de abril próximo, às empresas distribuidoras para que adequem as novas embalagens a esta legislação.
"Aqui em Machu Picchu é incrível como se consomem estas embalagens e como são poluentes. As pessoas não se conscientizam de usar uma embalagem descartável e depois dispensá-la em local adequado. Simplesmente jogam fora", disse à EFE a chefe da Área de Meio Ambiente e Recursos Naturais da municipalidade, Marcela Moreno.
"O plástico é um dos insumos de contaminação e, neste momento, estamos tratando de voltar ao que era antes: como, por exemplo, comprar em bolsas de papel e de tela", acrescentou.
O pessoal de limpeza da municipalidade recolhe diariamente uma média de 18 sacos de garrafas plásticas, número que pode subir ou baixar dependendo da quantidade de visitantes no sítio arqueológico, disse Moreno.
Machu Picchu é uma cidadela inca que recebe até três mil visitantes ao dia nas temporadas mais movimentadas de turismo. O acesso é feito por trem ou a pé em caminhadas de vários dias pelo chamado Caminho Inca. Em dezembro do ano passado, o município reuniu mil garrafas de cor verde numa semana, para armar uma árvore de Natal de cinco metros de altura. Um detalhe que chamou a atenção é que as embalagens desta cor são as menos consumidas no local.
Marcela Moreno, que é bióloga, disse que para o município "é difícil o transporte de todo tipo de resíduos", motivo pelo qual há uma máquina picadora para reduzir as garrafas a pedaços. O material recolhido pelo município é entregue a empresas de reciclagem privadas, que o leva à cidade de Arequipa, onde existem fábricas produtoras e distribuidores de bebidas. Já os vizinhos de Machu Picchu separam seus dejetos em sacolas diferentes para os resíduos orgânicos e inorgânicos.


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VITÓRIA - A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, que teve a ponta dos dedos da mão e parte do pé amputados devido a uma pneumonia bacteriana, começa a ter os aparelhos de respiração retirados progressivamente nesta quarta-feira. Ela está no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, desde o dia 31 de dezembro e, segundo o último boletim médico, divulgado nesta quarta-feira, o quadro é de alto risco, sem previsão de alta.
De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
Caso semelhante aconteceu com a modelo capixaba Mariana Bridi , de 20 anos, que teve mãos e pés amputados, após um choque séptico causado por infecção urinária. Ela morreu na madrugada de sábado, dia 24.
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VITÓRIA - A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, que teve a ponta dos dedos da mão e parte do pé amputados devido a uma pneumonia bacteriana, começa a ter os aparelhos de respiração retirados progressivamente nesta quarta-feira. Ela está no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, desde o dia 31 de dezembro e, segundo o último boletim médico, divulgado nesta quarta-feira, o quadro é de alto risco, sem previsão de alta.
De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
Caso semelhante aconteceu com a modelo capixaba Mariana Bridi , de 20 anos, que teve mãos e pés amputados, após um choque séptico causado por infecção urinária. Ela morreu na madrugada de sábado, dia 24.
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VITÓRIA - A nutricionista Aline Winkler Borges, de 23 anos, que teve a ponta dos dedos da mão e parte do pé amputados devido a uma pneumonia bacteriana, começa a ter os aparelhos de respiração retirados progressivamente nesta quarta-feira. Ela está no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, desde o dia 31 de dezembro e, segundo o último boletim médico, divulgado nesta quarta-feira, o quadro é de alto risco, sem previsão de alta.
De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
Caso semelhante aconteceu com a modelo capixaba Mariana Bridi , de 20 anos, que teve mãos e pés amputados, após um choque séptico causado por infecção urinária. Ela morreu na madrugada de sábado, dia 24.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
Caso semelhante aconteceu com a modelo capixaba Mariana Bridi , de 20 anos, que teve mãos e pés amputados, após um choque séptico causado por infecção urinária. Ela morreu na madrugada de sábado, dia 24.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
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De acordo com os médicos, a pneumonia bacteriana evolui para um choque séptico quando a bactéria cai na corrente sanguínea e causa complicações circulatórias, o que, no caso de Aline, levou à amputação de extremidades do corpo.
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
Veja em destaque na tela, a íntegra de sua declaração.
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A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
Veja em destaque na tela, a íntegra de sua declaração.
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
Veja em destaque na tela, a íntegra de sua declaração.
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
Veja em destaque na tela, a íntegra de sua declaração.
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A repórter LILIAN CHRISTOFOLETTI , do jornal Folha de São Paulo , responsável pela publicação das primeiras denúncias contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos escreveu ontem , com colaboração de Márcio Pinho, que já são 61, as ex-pacientes que acusam de crimes sexuais o médico, considerado um dos maiores especialistas em fertilização in vitro no Brasil. Apenas ontem, dez mulheres procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo dizendo terem sido vítimas de investidas do médico. Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, o número cresceu após o jornal "O Estado de S.Paulo" ter publicado anteontem uma entrevista com Abdelmassih, na qual ele diz que as mulheres podem ter sofrido alucinações provocadas por um anestésico usado durante o tratamento, o propofol. "Algumas mulheres nos procuraram dizendo que se sentiram revoltadas e ofendidas com a declaração do médico e resolveram contar o que havia acontecido com elas", afirmou o promotor Carneiro. Das mulheres que acusam o médico, 30 disseram que as tentativas de abuso sexual teriam ocorrido quando não estavam sedadas -teriam sido agarradas por ele no consultório, quando estavam sozinhas. O caso veio a público no dia 9 de janeiro, quando a Folha publicou que o Ministério Público e a polícia estavam investigando o especialista. Naquele momento, havia oito depoimentos contra o médico. A gora são 61denúnicas e mesmo assim, apenas a rede Bandeirantes de TV tem noticiado sobre o caso, ainda que sem muito destaque. Datena, em seu programa de ontem chegou a comentar que acha estranho tantas mulheres fazendo a mesma declaração; ele ainda diz, que se o médico fosse pobre, já estaria "em cana".
A afirmação dos advogados de que desconhecem o nome das vítimas e por isso não podem falar a respeito de seus depoimentos revela-se infundado , pois, são várias as ex-pacientes que já saíram do anonimato. A estudante de moda Helena Leardini, 39, é uma das denunciantes que aceitou revelar sua identidade . Ela conta que procurou a clínica de Abdelmassih em 2003 e acertou um pagamento de R$ 30 mil por três tentativas de fertilização in vitro. A primeira vez não deu certo, e ela começou a segunda tentativa. "Estava sozinha com o dr. Roger no consultório, sem sedação. Estava normal, ele tinha me chamado para uma conversa. Quando ele se levantou, me prensou contra a mesa. Segurou o meu rosto com as duas mãos e tentou me beijar na boca. Cerrei os dentes. Ele babou em mim, deixou o meu rosto babado, um nojo", diz. A ex-paciente afirma ter empurrado o médico. "Saí da clínica muito nervosa. Contei o que tinha acontecido para a minha irmã, que é advogada. Ela me disse que seria muito difícil eu provar o que dizia, que isso poderia ter ocorrido só comigo. À noite, contei para o meu marido. Como tínhamos pago R$ 30 mil e não queríamos deixar o dinheiro para trás, decidimos continuar o tratamento", disse. Helena engravidou de gêmeas. "Fiquei muito feliz por ter engravidado, mas acho que ele deve pagar pelo que fez."
Ontem, a Folha telefonou 14 vezes para advogados de Abdelmassih, mas ninguém ligou de volta. Na clínica, informaram que apenas os advogados poderiam falar sobre o caso. O médico tem negado todas as acusações, diz que vai levar "um caminhão" de testemunhas a seu favor e afirma que pode haver um complô contra ele. Sobre as pacientes que afirmam ter sido assediadas por ele e que continuaram o tratamento, Abdelmassih afirma que esse comportamento é "muito estranho".
Os advogados de defesa, apesar de não terem sido localizados pela reportagem, assinaram uma nota publicada pela Folha, na seção leitores:
"Em entrevista concedida a um outro jornal, o Dr. Roger Abdelmassih mencionou possíveis efeitos colaterais do uso do anestésico propofol, como alucinações, delírios e comportamento amoroso, entre outros. Diferentemente do que pode sugerir a reportagem "Acusações contra médico já chegam a 61" (Cotidiano, ontem), o estudo não foi encomendado pelo médico nem tampouco reflete sua principal tese de defesa. As pesquisas científicas citadas pelo médico foram extraídas de um relatório feito pelo FDA -Food and Drug Administration-, órgão governamental dos Estados Unidos, de inegável seriedade, que faz rígido e minucioso controle de medicamentos antes de terem a comercialização aprovada. Não por outro motivo, a bula do medicamento alerta os pacientes sobre a possibilidade de a droga causar desinibição sexual, conforme, aliás, foi admitido pelo próprio laboratório que a produz em reportagem publicada na segunda-feira passada no jornal "O Estado de S. Paulo". ANTONIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA e ADRIANO SALLES VANNI, advogados do doutor Roger Abdelmassih (São Paulo, SP)
Vale ressaltar , que o mesmo órgão citado pelos advogados de defesa, o FDA, também relata que a porcentagem de casos que tem "comportamento amoroso" indicado como reação adversa é, na verdade, de 1%."
O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) realizou ontem uma fiscalização na clínica do médico . O resultado da fiscalização será anexado às cerca de dez sindicâncias abertas pelo conselho a pedido das ex-pacientes, por suposto crime de atentado violento ao pudor e por eventuais práticas de sexagem de embriões. Segundo os advogados, a fiscalização é vista com tranquilidade pelo médico.
Hoje, o médico Roger Abdelmassih publicou uma declaração na Folha de São Paulo, onde se diz alvo de uma "sanha de vendeta", com origem em "fofocas", "fantasias" e "mentiras".
Veja em destaque na tela, a íntegra de sua declaração.
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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
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Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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RIO - No Pará, uma ameaça à saúde da população. O Conselho Regional de Odontologia (CRO) denunciou falsos dentistas que agem livremente no estado, em consultórios irregulares e sem higiene alguma, e provocam até a morte de pacientes. O CRO acredita que pelo menos 270 falsos dentistas estejam atuando no Pará, principalmente no interior do estado. O interior do Maranhão também tem sofrido com a atuação de dentistas práticos , que não possuem diploma.
- O exercício ilegal da odontologia, moldagem ou qualquer outro tipo de procedimento dentro da boca do paciente é prerrogativa do cirurgião dentista - afirma o presidente do CRO do Pará, Mário Moreira Júnior.
Em alguns consultórios, os falsos dentistas oferecem serviços, embora ressaltem que não são profissionais. Num deles, antes mesmo do exame bucal, o falso dentista define qual é a prótese que o paciente deve usar.
- Nós mesmos fazemos o molde. Eu indico para as pessoas a melhor prótese para elas usarem. Com certeza, a gente indica a melhor. Mas eu não sou dentista - diz o falso dentista, flagrado por uma câmera escondida.
Outra falsa dentista, prefere debochar:
- Eu não sou dentista. Eu tenho algum crachá? Estou com roupa branca?

Presidente da Comissão de Ética do CRO local, Roberto Souza Pires alerta para os problemas que podem ser causados pela atuação destes falsos dentistas.
- Desde uma simples infecção, como hepatite B, C e a própria Aids, a pessoa pode adquirir em ambientes insalubres, ambiente que não tem as mínimas condições de higiene - afirmou.
O exercício ilegal da profissão de dentista é crime com pena prevista de seis meses a dois anos de detenção. Em 2006, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, Gilmar Ferreira dos Santos, de 25 anos, morreu depois que um falso dentista tentou extrair um dente dele. Ozildo Ferreira dos Santos, pai de Gilmar, afirma que não sabia que o dentista não era formado.
- Sabia que era dentista, porque esteve por aqui extraindo dente, mas não sabia se era formado ou não era. Infelizmente, meu filho já foi e não volta mais - lamentou.


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A americana Owl Power Company, que fabrica sistemas de energia limpa, lançou neste mês um equipamento que pode resolver dois problemas de bares e restaurantes em uma única tacada. O Vegawatt transforma óleo de cozinha usado em energia elétrica e água quente.
Do tamanho de uma geladeira, a engenhoca gera de 10% a 25% da energia elétrica necessária para os estabelecimentos, segundo a fabricante. Além da economia, o sistema ainda dá fim para um dos mais poluentes resíduos do segmento de food service: o óleo usado nas frituras. O Vegawatt pode ser financiado por US$ 435 mensais, durante cinco anos. A economia esperada é de US$ 850 por mês. Quem tem dinheiro em caixa, também pode pagar US$ 22.000 à vista e recuperar o investimento em três anos.
Enquanto a novidade não chega no Brasil, nada de jogar o óleo de sua cozinha no lixo ou no ralo. Além de entupir a tubulação da rede de esgoto (o que encarece sua manutenção), um único litro de óleo contamina 20.000 litros de água potável, segundo a Sabesp. Se você já encaminha o óleo da sua empresa para reciclagem, compartilhe com a gente qual foi a solução encontrada.


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Enquanto a novidade não chega no Brasil, nada de jogar o óleo de sua cozinha no lixo ou no ralo. Além de entupir a tubulação da rede de esgoto (o que encarece sua manutenção), um único litro de óleo contamina 20.000 litros de água potável, segundo a Sabesp. Se você já encaminha o óleo da sua empresa para reciclagem, compartilhe com a gente qual foi a solução encontrada.


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Enquanto a novidade não chega no Brasil, nada de jogar o óleo de sua cozinha no lixo ou no ralo. Além de entupir a tubulação da rede de esgoto (o que encarece sua manutenção), um único litro de óleo contamina 20.000 litros de água potável, segundo a Sabesp. Se você já encaminha o óleo da sua empresa para reciclagem, compartilhe com a gente qual foi a solução encontrada.


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A previsão é que ele receba alta até o próximo sábado (31). Cantor faz 50 anos no dia 4 de fevereiro.

O cantor e compositor Zeca Pagodinho está internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio por causa de uma pneumonia. Segundo a assessoria do artista, ele começou a ter febre e sentir dores há alguns dias. Na terça-feira (27) fez exames de sangue e raio-X e foi constatado o quadro da doença. O artista optou em fazer o tratamento, que consiste no uso de antibióticos intravenosos e exercícios respiratórios, internado no hospital “para ter mais disciplina”, informou a assessoria. A previsão é que ele receba alta até o próximo sábado (31).
Segundo a assessoria do hospital, o paciente encontra-se em bom estado geral.Zeca faz 50 anos no dia 4 de fevereiro e pretende comemorar com a família, e depois fazer uma festa para os amigos. O cantor vai desfilar nas escolas de samba Portela, Grande Rio e Império Serrano durante o carnaval do Rio.



fonte:G1
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O cantor e compositor Zeca Pagodinho está internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio por causa de uma pneumonia. Segundo a assessoria do artista, ele começou a ter febre e sentir dores há alguns dias. Na terça-feira (27) fez exames de sangue e raio-X e foi constatado o quadro da doença. O artista optou em fazer o tratamento, que consiste no uso de antibióticos intravenosos e exercícios respiratórios, internado no hospital “para ter mais disciplina”, informou a assessoria. A previsão é que ele receba alta até o próximo sábado (31).
Segundo a assessoria do hospital, o paciente encontra-se em bom estado geral.Zeca faz 50 anos no dia 4 de fevereiro e pretende comemorar com a família, e depois fazer uma festa para os amigos. O cantor vai desfilar nas escolas de samba Portela, Grande Rio e Império Serrano durante o carnaval do Rio.



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Segundo a assessoria do hospital, o paciente encontra-se em bom estado geral.Zeca faz 50 anos no dia 4 de fevereiro e pretende comemorar com a família, e depois fazer uma festa para os amigos. O cantor vai desfilar nas escolas de samba Portela, Grande Rio e Império Serrano durante o carnaval do Rio.



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Segundo a assessoria do hospital, o paciente encontra-se em bom estado geral.Zeca faz 50 anos no dia 4 de fevereiro e pretende comemorar com a família, e depois fazer uma festa para os amigos. O cantor vai desfilar nas escolas de samba Portela, Grande Rio e Império Serrano durante o carnaval do Rio.



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Segundo a assessoria do hospital, o paciente encontra-se em bom estado geral.Zeca faz 50 anos no dia 4 de fevereiro e pretende comemorar com a família, e depois fazer uma festa para os amigos. O cantor vai desfilar nas escolas de samba Portela, Grande Rio e Império Serrano durante o carnaval do Rio.



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Grupos cobrem estruturas públicas com peças de tricô customizadas.

Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
saiba mais
"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Grupos cobrem estruturas públicas com peças de tricô customizadas.

Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
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Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
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Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
saiba mais
"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
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Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
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"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

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Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Um movimento criado nos Estados Unidos vem ganhando adeptos ao redor do mundo: o de cobrir propriedades públicas com tricô.
Os grupos já "embrulharam" árvores, corrimãos, postes de luz, hidrantes, semáforos e outras estruturas públicas com tricô.
Chamado de Yarn Bombing (Bombardeio de novelos, em tradução livre), o movimento começou com a americana Magda Sayeg há três anos em Houston, no Texas.
Sayeg cobriu o trinco da porta de sua loja de roupas com tricô e chamou a atenção do público. O interesse pelo detalhe de tricô a inspirou para criar o grupo KnittaPlease e reunir interessados no mesmo tipo de trabalho manual.
saiba mais
"A idéia é bombardear a cidade com trabalhos de arte tricotados e vibrantes, embrulhar com tricô coisas simples, como uma garrafa de cerveja a monumentos públicos e estruturas urbanas", disse Sayeg.
Sayeg criou um website para publicar fotos dos monumentos e objetos cobertos com o tricô e formou a base para outros grupos também publicarem os objetos tricotados ao redor do mundo.
O movimento já se espalhou por países como Holanda, Suécia, Finlândia, Canadá, China, Austrália e Grã-Bretanha.

Ousadia
Um dos projetos mais ousados já realizados por Sayeg foi cobrir um ônibus com tricô.
Segundo ela, o trabalho levou uma semana e contou com dezenas de voluntários.
"Usamos agulhas bem grossas e dezenas de novelos para cobrir o veículo todo", disse ela.
Ela diz que o movimento é uma forma de "grafitti", mas com lã.
"Usar o tricô como forma de grafitti é um fenômeno interessante e não há outro hobby melhor do que esse", disse ela.
No Canadá, um livro sobre o movimento está previsto para ser publicado até o final deste ano.
Yarnbombing: The Art of Knit Graffiti (Yarnbombing: A Arte do Grafitti de tricô), de Mandy Moore and Leanne Prain, vai trazer fotos e a história dos primeiros grupos do movimento.
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Criança de oito meses sofre de uma doença no fígado. Ela estava em ambulância que quebrou na Rodovia Fernão Dias.

O bebê de oito meses resgatado na noite desta terça-feira (27) pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar, passou a noite no Hospital A.C. Camargo, localizado no Centro de São Paulo. O helicóptero resgatou a criança de uma ambulância quebrada na Rodovia Fernão Dias, na altura de Guarulhos, na Grande São Paulo.
A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
A chuva forte que atingiu a capital paulista causou transtornos em quase toda a cidade. Foram 28 pontos de alagamento nas zonas Leste, Norte e Oeste.

fonte:G1
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Criança de oito meses sofre de uma doença no fígado. Ela estava em ambulância que quebrou na Rodovia Fernão Dias.

O bebê de oito meses resgatado na noite desta terça-feira (27) pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar, passou a noite no Hospital A.C. Camargo, localizado no Centro de São Paulo. O helicóptero resgatou a criança de uma ambulância quebrada na Rodovia Fernão Dias, na altura de Guarulhos, na Grande São Paulo.
A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
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Criança de oito meses sofre de uma doença no fígado. Ela estava em ambulância que quebrou na Rodovia Fernão Dias.

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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
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Criança de oito meses sofre de uma doença no fígado. Ela estava em ambulância que quebrou na Rodovia Fernão Dias.

O bebê de oito meses resgatado na noite desta terça-feira (27) pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar, passou a noite no Hospital A.C. Camargo, localizado no Centro de São Paulo. O helicóptero resgatou a criança de uma ambulância quebrada na Rodovia Fernão Dias, na altura de Guarulhos, na Grande São Paulo.
A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
A chuva forte que atingiu a capital paulista causou transtornos em quase toda a cidade. Foram 28 pontos de alagamento nas zonas Leste, Norte e Oeste.

fonte:G1
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
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Criança de oito meses sofre de uma doença no fígado. Ela estava em ambulância que quebrou na Rodovia Fernão Dias.

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A menina sofre de problemas no fígado e pode necessitar de um transplante. Ela estava com a mãe e o tio, que permaneceram no hospital. A criança deve passar por uma consulta com um especialista às 9h30 desta quarta-feira (28), segundo o hospital.
No horário do resgate, a chuva provocava lentidão no trânsito de São Paulo e havia faixas da estrada interditadas por alagamento.
A menina é de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, e deve passar a noite com a família em uma casa de apoio na capital paulista.
A chuva forte que atingiu a capital paulista causou transtornos em quase toda a cidade. Foram 28 pontos de alagamento nas zonas Leste, Norte e Oeste.

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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
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Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia prendeu um homem que se passava por médico para aplicar golpes em taxistas das zonas norte, sul e no centro de São Paulo. O falsário andava de jaleco com o seu nome e tinha até um receituário e carimbo para enganar as vítimas. A prisão ocorreu porque um taxista que havia sido enganado conseguiu a foto do criminoso em um dos hospitais em que ele o havia deixado e espalhou a imagem por unidades médicas da Zona Norte, região onde foi enganado.
Segundo a polícia, Uilian Jardim Santos, de 25 anos, que tinha até um estetoscópio, entrava dentro de um hospital, saía logo em seguida e chamava um táxi de um ponto nas proximidades. Ele pedia ao motorista de praça que o levassem a outro hospital na mesma região. Ao chegar no destino, mandava que esperasse por ele. Minutos depois, Uilian voltava para o táxi, dizendo ao motorista que precisava de uma quantia que variava de R$ 50 a R$ 70 para pagar uma taxa de renovação de contrato. O estelionatário dizia que o empréstimo seria pago quando os dois retornassem ao hospital de onde haviam partido.
Uilian, então, deixava o motorista esperando, entrava novamente no hospital, e voltava minutos depois, dizendo ao motorista para retornar para o ponto de onde haviam partido. Quando chegavam lá, o criminoso dizia que iria pegar o dinheiro dentro do prédio, entrava por uma porta e fugia por outra.
- Ele já vinha aplicando esse golpe há dois meses e disse que tentava pegar dois taxistas por dia - diz o delegado João Gregórios, assistente do 20 DP (Água Fria), área onde ocorreu a prisão.
Uilian só foi para a cadeia pois um taxista que tinha caído no golpe depois de transportar o falsário do Hospital Estadual do Mandaqui para o Hospital da Polícia Militar (HPM), ambos na Zona Norte, voltou ao Mandaqui e conseguiu a imagem do estelionatário nas câmeras de segurança do local. Na última quinta-feira, um segurança do HPM que havia visto a foto do criminoso o reconheceu e chamou a polícia. Os policiais conseguiram encontrar uma vítima que havia caído no golpe no próprio dia e, por isso, Uilian foi preso em flagrante. Até agora, seis pessoas já reconheceram o acusado.



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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
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O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
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SÃO PAULO - A polícia apresentou nesta terça-feira os dois acusados da morte do médico ortopedista, José Luis Bernardi, assassinado em Taubaté, no domingo de carnaval de 2007. O crime teria sido cometido pela ex-mulher e o amante dela. Foram quase dois anos de investigações. O casal, que confessou a autoria do crime, foi apresentado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
O corpo do médico foi encontrado na estrada do Pinheirinho, em Taubaté, com um tiro na cabeça. Na época, a mulher do médico alegou que o marido teria sido vítima de latrocínio - assalto seguido de morte. Mas as investigações levaram a polícia a acreditar que ela e o amante foram os responsáveis pelo crime.
No depoimento dado à polícia, o casal contou detalhes da ação. A mulher do médico confessou que, na noite de domingo, deu remédio ao marido para que ele ficasse dopado. Em seguida, o levou até um posto de gasolina, em São José dos Campos, onde o amante pegou a vítima e foi encontrar um matador, que cometeria o homicídio.
Mas o homem contratado por R$ 4.500 não apareceu. Então, o amante trouxe a vítima até Taubaté. Na estrada, a vítima acordou e tentou reagir, mas o amante deu um tiro na cabeça dele.
A polícia gravou escutas telefônicas, ouviu testemunhas e pediu a prisão temporária do casal até que eles confessassem a autoria do crime.
- Nós fizemos interceptações telefônicas buscando elementos de prova que pudessem estar unindo os dois com o cometimento do crime - disse o delegado da DIG, Marcelo Duarte.
Corpo do médico foi encontrado em uma estrada, com um tiro na cabeça
O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias. O delegado responsável pelo caso ainda vai ouvir os acusados para definir alguns detalhes. Mas já é certo que os dois serão indiciados por homicídio triplamente qualificado.
Nos próximos dias a polícia pretende fazer a reconstituição do crime. Segundo o delegado, se forem condenados, os dois podem pegar até 20 anos de prisão cada.


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SÃO PAULO - Um bebê de apenas 3 meses morreu, vítima de traumatismo craniano, após cair dos braços do irmão de 12 anos, na noite de segunda-feira, na Vila Baiana, em Guarujá, litoral sul de São Paulo. A polícia acredita em acidente e vai instaurar inquérito para apurar o caso.
Segundo as declarações do adolescente à polícia, sua mãe havia saído de casa para registrar o bebê e pediu que ele tomasse conta da criança. O menino contou que balançava o irmão nos braços para que ele dormisse. A criança teria se mexido e caído no chão, batendo a cabeça. Após perceber o ferimento, o garoto pediu ajuda, mas o bebê já chegou sem vida ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária.
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Segundo as declarações do adolescente à polícia, sua mãe havia saído de casa para registrar o bebê e pediu que ele tomasse conta da criança. O menino contou que balançava o irmão nos braços para que ele dormisse. A criança teria se mexido e caído no chão, batendo a cabeça. Após perceber o ferimento, o garoto pediu ajuda, mas o bebê já chegou sem vida ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária.
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RIO - Rodolfo Muanis, irmão do estudante de engenharia naval Victor Emanuel Muanis, que morreu vítima de um tiro quando conversava com amigos perto do bar Lanches Novo Centro , na Rua Sílvio Romero, na Lapa, divulgou nesta terça-feira uma carta pedindo que o crime não fique impune. Ele lembra que o caso ocorreu na madrugada do dia 16, mas apenas no dia 20, quando o rapaz morreu, foi feita perícia no local e o caso começou a ser investigado.
Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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RIO - Rodolfo Muanis, irmão do estudante de engenharia naval Victor Emanuel Muanis, que morreu vítima de um tiro quando conversava com amigos perto do bar Lanches Novo Centro , na Rua Sílvio Romero, na Lapa, divulgou nesta terça-feira uma carta pedindo que o crime não fique impune. Ele lembra que o caso ocorreu na madrugada do dia 16, mas apenas no dia 20, quando o rapaz morreu, foi feita perícia no local e o caso começou a ser investigado.
Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
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Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
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De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
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De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
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- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
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RIO - Rodolfo Muanis, irmão do estudante de engenharia naval Victor Emanuel Muanis, que morreu vítima de um tiro quando conversava com amigos perto do bar Lanches Novo Centro , na Rua Sílvio Romero, na Lapa, divulgou nesta terça-feira uma carta pedindo que o crime não fique impune. Ele lembra que o caso ocorreu na madrugada do dia 16, mas apenas no dia 20, quando o rapaz morreu, foi feita perícia no local e o caso começou a ser investigado.
Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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RIO - Rodolfo Muanis, irmão do estudante de engenharia naval Victor Emanuel Muanis, que morreu vítima de um tiro quando conversava com amigos perto do bar Lanches Novo Centro , na Rua Sílvio Romero, na Lapa, divulgou nesta terça-feira uma carta pedindo que o crime não fique impune. Ele lembra que o caso ocorreu na madrugada do dia 16, mas apenas no dia 20, quando o rapaz morreu, foi feita perícia no local e o caso começou a ser investigado.
Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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RIO - Rodolfo Muanis, irmão do estudante de engenharia naval Victor Emanuel Muanis, que morreu vítima de um tiro quando conversava com amigos perto do bar Lanches Novo Centro , na Rua Sílvio Romero, na Lapa, divulgou nesta terça-feira uma carta pedindo que o crime não fique impune. Ele lembra que o caso ocorreu na madrugada do dia 16, mas apenas no dia 20, quando o rapaz morreu, foi feita perícia no local e o caso começou a ser investigado.
Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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Um dos trechos da carta , divulgada durante a missa de sétimo dia, diz o seguinte: "Não sei o que pode ser feito, se podem colocar um promotor para acompanhar o caso, ou algo do tipo. Mas o fato é que meu irmão foi baleado na sexta-feira de madrugada e a polícia só resolveu investigar de verdade de onde veio o tiro quando ele faleceu, na terça-feira, e a imprensa noticiou o fato. Que país é este em que os crimes só são investigados para dar satisfação à mídia? É um absurdo. E agora que a notícia já sumiu dos jornais tenho medo de que a polícia, na sua morosidade, enterre as investigações se não ficarmos em cima. Eu vou à luta pelos meus direitos, que são de interesse de todos os cidadãos de bem".
O laudo da perícia do local e o resultado de balística devem sair esta semana. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para 2253 1177 (Disque-Denúncia) e 3399-5070 (7 DP).
No bar, acontecia um pagode que vem sendo motivo de protestos de moradores da região. A rua é uma das saídas do bairro de Santa Teresa em direção ao Centro da Cidade.
De baixo, é possível ver vários prédios que ficam de frente para o local onde aconteceu o crime. Na semana passada, o delegado Marcos Antônio da Silva, que preside o inquérito, disse não ter uma linha de investigação definida sobre as causas do crime, embora esteja investigando duas hipóteses mais prováveis.
- Nós ainda não temos fechada uma linha da causa que resultou na morte de Victor. É evidente que ele morreu do tiro. Há uma possibilidade de um tiro ter partido de cima de um prédio, mas também não podemos descartar a possibilidade de que algum entrevero ali perto envolvendo outro grupo possa ter causado o tiro. Nós estamos ouvindo testemunhas.
Na semana passada, ele disse que a hipótese menos provável é que o tiro tenha partido da favela do Fallet, que fica na região, embora fora do campo de visão da rua.

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RIO - A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, afirmou que os alunos considerados analfabetos funcionais serão separados em classes especiais no ano letivo de 2009. Em março, a prefeitura fará testes de português e matemática para avaliar o conhecimento dos estudantes. As crianças cujos níveis de escrita e leitura forem considerados críticos serão deslocadas para as novas turmas. Um trabalho especial de alfabetização está sendo preparado em parceria com o Instituto Ayrton Senna.
A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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RIO - A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, afirmou que os alunos considerados analfabetos funcionais serão separados em classes especiais no ano letivo de 2009. Em março, a prefeitura fará testes de português e matemática para avaliar o conhecimento dos estudantes. As crianças cujos níveis de escrita e leitura forem considerados críticos serão deslocadas para as novas turmas. Um trabalho especial de alfabetização está sendo preparado em parceria com o Instituto Ayrton Senna.
A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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RIO - A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, afirmou que os alunos considerados analfabetos funcionais serão separados em classes especiais no ano letivo de 2009. Em março, a prefeitura fará testes de português e matemática para avaliar o conhecimento dos estudantes. As crianças cujos níveis de escrita e leitura forem considerados críticos serão deslocadas para as novas turmas. Um trabalho especial de alfabetização está sendo preparado em parceria com o Instituto Ayrton Senna.
A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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A previsão da secretaria é que as novas turmas estejam formadas até o mês de abril, para um trabalho de oito meses, detalha reportagem de Ruben Berta na edição desta quarta-feira do Globo. No fim do ano, os estudantes passarão por uma nova avaliação, para se saber se os objetivos foram alcançados e se há condição de retorno às classes de origem. São considerados analfabetos funcionais aqueles alunos que não conseguem escrever plenamente ou entender o que leem. Além das turmas especiais, haverá reforço também nas convencionais.
Na terça-feira, o prefeito Eduardo Paes publicou no Diário Oficial o decreto que cria as novas diretrizes para a avaliação escolar na rede pública municipal. O conceito Insuficiente vai retornar ao histórico escolar dos alunos. O primeiro ciclo de três anos do ensino fundamental está mantido, mas o restante voltará ao sistema seriado, com possibilidade de reprovação a cada ano. Caberá ao conselho de classe a palavra final.
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RIO - Os sites dos jornais ingleses 'The Sun' e 'The Times' publicaram na noite desta terça-feira uma denúncia de estupro contra o atacante Robinho, do Manchester City e da seleção brasileira. Segundo os veículos, o brasileiro foi detido pela polícia inglesa e só deixou a delegacia pela manhã após pagar fiança.
Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
O Manchester City enfrenta o Newcastle nesta quarta-feira e, a princípio, Robinho estará em campo a partir das 17h45 (horário de Brasília).

SERÁ???????????????????


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RIO - Os sites dos jornais ingleses 'The Sun' e 'The Times' publicaram na noite desta terça-feira uma denúncia de estupro contra o atacante Robinho, do Manchester City e da seleção brasileira. Segundo os veículos, o brasileiro foi detido pela polícia inglesa e só deixou a delegacia pela manhã após pagar fiança.
Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
O Manchester City enfrenta o Newcastle nesta quarta-feira e, a princípio, Robinho estará em campo a partir das 17h45 (horário de Brasília).

SERÁ???????????????????


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RIO - Os sites dos jornais ingleses 'The Sun' e 'The Times' publicaram na noite desta terça-feira uma denúncia de estupro contra o atacante Robinho, do Manchester City e da seleção brasileira. Segundo os veículos, o brasileiro foi detido pela polícia inglesa e só deixou a delegacia pela manhã após pagar fiança.
Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
O Manchester City enfrenta o Newcastle nesta quarta-feira e, a princípio, Robinho estará em campo a partir das 17h45 (horário de Brasília).

SERÁ???????????????????


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Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
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Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
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Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
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Robinho teria ido no dia 14 de janeiro a uma boate em Leeds chamada Space, onde estava uma estudante de 18 anos da Universidade Yorkshire, que alega ter sido atacada pelo jogador de 25 anos. Chris Nathaniel, porta-voz de Robinho, negou as acusações.
- Robinho nega veementemente qualquer acusação de má conduta ou envolvimento criminal e está feliz para prestar mais esclarecimentos se solicitado - diz Nathaniel.
O Manchester City ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Os policiais britânicos planejavam ouvir Robinho durante o período de treinamentos do Manchester City em Tenerife, na Espanha, na semana passada, mas foram surpreendidos com a atitude do jogador de partir sem explicação de volta para o Brasil. Ele havia embarcado para São Paulo por "razões pessoais", mas sem autorização do clube e, por isso, foi multado em cerca de R$ 1 milhão.
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