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27.1.09
Respiração boca-a-boca manteve criança viva até chegada de uma ambulância.

Um bebê britânico sobreviveu graças aos conhecimentos de primeiros socorros dos pais e às instruções recebidas em uma ligação telefônica. Os pais da criança fizeram respiração boca-a-boca e conseguiram mantê-lo vivo até a chegada de uma ambulância. O bebê, de apenas dez semanas, nascera dois meses prematuro. Pelo telefone, uma socorrista deu instruções passo a passo para o pai, que as repassava à mãe. A mãe da criança conta que as lembranças do episódio parecem confusas e diz que teve sorte por ter feito o bebê respirar novamente - a tempo para a chegada dos paramédicos. Depois do incidente, o menino voltou a ganhar peso e parece ter se recuperado totalmente.


FONTE: O ESTADÃO
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Respiração boca-a-boca manteve criança viva até chegada de uma ambulância.

Um bebê britânico sobreviveu graças aos conhecimentos de primeiros socorros dos pais e às instruções recebidas em uma ligação telefônica. Os pais da criança fizeram respiração boca-a-boca e conseguiram mantê-lo vivo até a chegada de uma ambulância. O bebê, de apenas dez semanas, nascera dois meses prematuro. Pelo telefone, uma socorrista deu instruções passo a passo para o pai, que as repassava à mãe. A mãe da criança conta que as lembranças do episódio parecem confusas e diz que teve sorte por ter feito o bebê respirar novamente - a tempo para a chegada dos paramédicos. Depois do incidente, o menino voltou a ganhar peso e parece ter se recuperado totalmente.


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Respiração boca-a-boca manteve criança viva até chegada de uma ambulância.

Um bebê britânico sobreviveu graças aos conhecimentos de primeiros socorros dos pais e às instruções recebidas em uma ligação telefônica. Os pais da criança fizeram respiração boca-a-boca e conseguiram mantê-lo vivo até a chegada de uma ambulância. O bebê, de apenas dez semanas, nascera dois meses prematuro. Pelo telefone, uma socorrista deu instruções passo a passo para o pai, que as repassava à mãe. A mãe da criança conta que as lembranças do episódio parecem confusas e diz que teve sorte por ter feito o bebê respirar novamente - a tempo para a chegada dos paramédicos. Depois do incidente, o menino voltou a ganhar peso e parece ter se recuperado totalmente.


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Um bebê britânico sobreviveu graças aos conhecimentos de primeiros socorros dos pais e às instruções recebidas em uma ligação telefônica. Os pais da criança fizeram respiração boca-a-boca e conseguiram mantê-lo vivo até a chegada de uma ambulância. O bebê, de apenas dez semanas, nascera dois meses prematuro. Pelo telefone, uma socorrista deu instruções passo a passo para o pai, que as repassava à mãe. A mãe da criança conta que as lembranças do episódio parecem confusas e diz que teve sorte por ter feito o bebê respirar novamente - a tempo para a chegada dos paramédicos. Depois do incidente, o menino voltou a ganhar peso e parece ter se recuperado totalmente.


FONTE: O ESTADÃO
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Respiração boca-a-boca manteve criança viva até chegada de uma ambulância.

Um bebê britânico sobreviveu graças aos conhecimentos de primeiros socorros dos pais e às instruções recebidas em uma ligação telefônica. Os pais da criança fizeram respiração boca-a-boca e conseguiram mantê-lo vivo até a chegada de uma ambulância. O bebê, de apenas dez semanas, nascera dois meses prematuro. Pelo telefone, uma socorrista deu instruções passo a passo para o pai, que as repassava à mãe. A mãe da criança conta que as lembranças do episódio parecem confusas e diz que teve sorte por ter feito o bebê respirar novamente - a tempo para a chegada dos paramédicos. Depois do incidente, o menino voltou a ganhar peso e parece ter se recuperado totalmente.


FONTE: O ESTADÃO
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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


FONTE:G1
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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
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O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
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O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Ele chegou a participar de uma patrulha sem ser notado pelos 'colegas'.Jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial.
Um adolescente de 14 anos foi detido pela polícia de Chicago (EUA) após se passar por um policial, segundo o jornal norte-americano "Chicago Tribune". Ele chegou a participar de uma patrulha e só foi descoberto depois de cinco horas.
O jovem não estava armado e não chegou a conduzir o carro policial. Segundo o responsável pelo patrulhamento, Dan Dugan, os agentes notaram que faltava em seu uniforme uma estrela que faz parte da regulamentação interna.A polícia disse ainda que está investigando como o caso demorou tanto tempo para ser detectado. Dugan destacou que o jovem decidiu se disfarçar porque sonha em ser um agente, e não por "má intenção". Segundo a porta-voz da polícia, Monique Bond, o adolescente teria se familiarizado com alguns procedimentos dos agentes porque uma vez participou de um programa para jovens interessados em policiamento.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:56  comentar

Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Hieronim Kapuscinski foi multado por causa do uso inadequado do carro.Polícia apreendeu cavalo até que ele possa transportá-lo adequadamente.
Os carros de passeio têm diversas utilidades, mas o polonês Hieronim Kapuscinski inovou ao carregar um cavalo dentro de seu veículo, um Fiat Uno, em uma estrada próxima a Varsóvia, capital da Polônia. Flagrado pela polícia, ele foi multado em cerca de R$ 160.
O motorista havia comprado o animal e estava levando ele para sua fazenda. Kapuscinski acabou multado por causa do uso inadequado do carro. A polícia também apreendeu o cavalo até que ele possa transportá-lo de forma adequada.


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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


FONTE:ODIA ONLINE
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:30  comentar

Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


FONTE:ODIA ONLINE
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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


FONTE:ODIA ONLINE
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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
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O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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Petrolina (PE) - O primeiro caso de infecção por micobactéria em Pernambuco é investigado no município de Petrolina, no sertão de Pernambuco. A vítima seria um paciente que realizou uma cirurgia de vesícula por laparoscopia em outubro de 2008.
A contaminação ocorre por meio de equipamentos cirúrgicos infectados, utilizados principalmente em operações de viodeolaparoscopia, além de procedimentos com vídeos e intervenções estéticas (implantes de próteses de silicone e cirurgias plásticas). A dificuldade de esterilização seria o principal motivo de infecção dos equipamentos.
O paciente procurou a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), no Recife, para fazer a denúncia. Técnicos da agência estão em Petrolina realizando diversos exames em pacientes que tenham feito cirurgias plásticas ou videocirurgias, além dos hospitais.
Segundo o coordenador geral da Apevisa, Jaime Brito, o paciente passou por exames laboratoriais e avaliação clínica, na qual foi detectada a presença da micobatéria na amostra sanguínea.
"Aguardamos a avaliação final dos exames para confirmar, de fato, se esse é o primeiro caso da infecção no Estado", explicou Jaime. Atualmente, o paciente está em tratamento com antibióticos, cuja duração pode ser de quatro a seis meses.
Os sintomas da infecção por micobactéria podem levar até um ano para se manifestar. Na maioria dos casos, ela se apresenta através de dores na região operada, febre e dificuldade de cicatrização, essa última considerada o principal indício da presença da bactéria. Em alguns casos, pode ocorrer a formação de tumores no local.


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Passo Fundo (SC) - Um bebê de 10 meses morreu na tarde de segunda-feira, em Passo Fundo (RS), afogado em um balde. Segundo informações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o menino morreu ao cair no balde, enquanto a mãe dava banho em seu irmão gêmeo.
O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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Passo Fundo (SC) - Um bebê de 10 meses morreu na tarde de segunda-feira, em Passo Fundo (RS), afogado em um balde. Segundo informações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o menino morreu ao cair no balde, enquanto a mãe dava banho em seu irmão gêmeo.
O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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Passo Fundo (SC) - Um bebê de 10 meses morreu na tarde de segunda-feira, em Passo Fundo (RS), afogado em um balde. Segundo informações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o menino morreu ao cair no balde, enquanto a mãe dava banho em seu irmão gêmeo.
O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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Passo Fundo (SC) - Um bebê de 10 meses morreu na tarde de segunda-feira, em Passo Fundo (RS), afogado em um balde. Segundo informações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o menino morreu ao cair no balde, enquanto a mãe dava banho em seu irmão gêmeo.
O pai e a mãe socorreram o bebê para o Hospital São Vicente de Paula, mas ele chegou sem vida à unidade. O menino será enterrado nesta terça-feira. Ainda não há previsão de quando será o depoimento dos pais.


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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 13:53  comentar

Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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link do postPor anjoseguerreiros, às 13:53  comentar

Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Por dentro das artérias Uma nova área da Medicina, a radiologia intervencionista, realiza operações pelo corpo inteiro usando os vasos como via de acesso. Muitas vezes alcança áreas inacessíveis ao bisturi comum.

A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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A foto que você vê é de um aneurisma da aorta abdominal — essa artéria apresentava uma dilatação tão anormal que suas paredes se romperam. Oito em cada dez portadores do problema morrem quando isso acontece. O desafio dos médicos é reconstruir esse vaso, o maior e um dos mais importantes do nosso corpo, antes que seja fatal. Até bem pouco tempo atrás a única saída era rasgar o abdômen do paciente da altura do peito até um ponto abaixo do umbigo e consertar de perto a anormalidade.
Em seguida a recuperação em uma UTI podia levar dias, com grandes chances de o indivíduo não resistir. Hoje, porém, tudo pode se resolver com um furo do tamanho da ponta de uma caneta, depois de uma anestesia local. A recuperação? Dura apenas algumas horas. O que permite a proeza é a radiologia intervencionista. Para leigos ela poderia ser traduzida como uma cirurgia feita por imagens. A área recém-nascida da Medicina — para você ter idéia, só chegou no Brasil em 2002, o que para a ciência é anteontem — começa a se popularizar.
"Ela permite desde abrir caminho em vasos entupidos até tratar alguns tipos de tumor", explica o professor Francisco César Carnevale, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que, para se tornar um dos maiores conhecedores desse novo campo, estudou mais de dez anos em vários países do mundo, aprendendo as diversas aplicações da radiologia intervencionista. Afinal, só o tempo lapida a perícia necessária para viajar pelas artérias com ferramentas miniaturizadas e com tecnologia de ponta.
Nas operações da radiologia intervencionista quase não há sangue ou risco de complicações e infecções. Não à toa, são conhecidas nos meios médicos como cirurgias sem bisturi e sem traumas. Tudo começa com um fio-guia que é inserido na artéria do paciente por um furo que varia de reles 1 milímetro a 5 milímetros, no máximo. Ele merece o nome que tem: define a trajetória de todo o procedimento. Logo depois, pelo mesmo buraco, passa um cateter.
Para enxergar o que acontece dentro desse caminho — onde está e por onde pode seguir — o cirurgião libera na corrente sangüínea pequenas doses de um contraste, substância que vai tornar os vasos visíveis para o aparelho de angiografia — algo como um super-raio X que fornece cerca de 30 imagens digitais por minuto.
"Temos um conhecimento detalhado da anatomia e sabemos exatamente quais os caminhos que devemos seguir para alcançar até mesmo o mais fino e profundo dos vasos", explica o professor Carnevale. A propósito, artérias muito finas nem de longe são um problema. "Há até cateteres com o diâmetro de um fio de cabelo", conta.
É com imagens assim que o médico realiza as operações. As duas mostram o mesmo paciente antes e depois daintervenção cirúrgica. Na foto A você vê um aneurisma da aorta abdominal que se rompeu. Repare que não dá para identificar a artéria da direita, pois ofluxo de sangue foi interrompido.Na foto B é possível ver a endoprótese. É essa rede metálica que faz as vezes de parede arterial e normaliza a corrente sangüínea.

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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Da laranja se aproveita tudo, até o bagaço. Nele está a pectina, que diminui a assimilação de gorduras, combate doenças e tem zero de caloria.

A parte branca entre os gomos de uma laranja pode ser até mais preciosa que o sumo. É lá que está a pectina, uma fibra solúvel que, no intestino, vira uma espécie de gel que emagrece e faz bem para a saúde. É que quando o tal gel se forma é capaz de diminuir a assimilação de açúcares e gorduras e também impedir a reabsorção do colesterol. Mais: além de ajudar a combater a taxa de LDL (colesterol ruim), a pectina é benéfica até para quem tem diabete, já que controla a taxa de glicose no sangue. Por isso, cada vez que comemos o bagaço da laranja estamos aproveitando o que há de melhor na fruta.A fibra, aliás, é um verdadeiro "detergente" para o organismo, já que promove uma eficiente varredura retirando metais e toxinas (provenientes tanto de frutas e verduras com agrotóxicos como de poluentes) indesejáveis no corpo. O bagaço ainda ajuda na digestão dos alimentos gordurosos, favorecendo o trabalho dos intestinos grosso e delgado. Então, será por isso que a laranja sempre acompanha feijoadas e churrascos? Exatamente. A pectina é ótima para dietas. Por ser rica em fibras, promove uma melhor mastigação e, com isso, proporciona maior saciedade.Essa substância poderosa também é encontrada em outra frutas como maçã, banana, beterraba, cenoura, repolho, nozes, ervilha e quiabo. Mas é na laranja que ela está presente em maior quantidade. Cada unidade tem cerca de 2 gramas de pectina. Mas é preciso salientar que quem faz dieta de emagrecimento não deve exagerar no consumo de laranja. Lembre-se que o organismo necessita de 3 a 5 porções diárias de frutas. Se você comer apenas apenas laranjas, talvez extrapole demais o limite das calorias indicadas para perder peso. Procure ingerir só duas ou três unidades por dia.

Todo o poder da laranja
Considerada a mais valiosa das frutas, a laranja deve ser consumida o ano todo. Rica em vitamina C e sais minerais, tem ainda uma quantidade enorme de fitoquímicos, substâncias naturalmente produzidas pelo organismo que previnem doenças crônicas, como a osteoporose e o câncer. Ela também é responsável por ações antiinflamatórias e antioxidantes, que evitam o envelhcimento precoce dos tecidos.Especialista acreditam que a laranja diminui a tensão pré-menstrual, o estresse e ajuda a reduzir o risco de diabete e alguns tipos de câncer, como o de cólon, e aneurismas, graças a um de seus componentes, o glutarato. E mais: pesquisadores da Universidade de Western Ontario, no Canadá, acabaram de provar que o consumo diário de 3 copos de suco de laranja ajuda a combater o coleterol.
Propriedades da Pectina- Possui alto teor de vitaminas A, complexo B, C, ferro;- Tem ação cicatrizante;- Diminui o nível de colesterol;- Previne gripes e resfriados;- Desintoxica o organismo;- Ajuda a combater a prisão de ventre;- Pode reduzir o risco de câncer, diabete e acidentes vasculares.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Rio - Um grupo de 40 professores, do Colégio Paulo Freire, vai percorrer o 'Caminho Darwin', que atravessa 2, 2 km do Parque Estadual da Serra da Tiririca, por onde o naturalista inglês, autor da teoria da evolução das espécies, passou em 1832, quando esteve no Brasil. O bicentenário do nascimento de Charles Darwin é comemorado este ano, com importância mundial. O evento será realizado amanhã, às 15h. O encontro no parque será na Unidade de Conservação do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente.
Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Segundo André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Inea, da Secretaria estadual do Ambiente, "o projeto conceitual Caminho Darwin é objeto de cooperação técnica com a UFF (Universidade Federal Fluminense).
- Será realizado um concurso interno para escolher o projeto dos marcos e sinalização interpretativa. Com isso, garantimos transparência e participação de diferentes setores sociais nas iniciativas de governo e na gestão das áreas protegidas - disse ele.
A área está sendo preparada para funcionar como uma grande sala de aula ao ar livre. "A Mata Atlântica que tanto fascinou Darwin, e o conhecimento científico legado por ele são elementos a serem trabalhados com alunos de diversas faixas etárias", complementou Evandro Sathler, coordenador do projeto Caminho Darwin.
Criado em 1992 graças a uma intensa mobilização comunitária, o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) é um polo de ecoturismo e lazer na Região Oceânica de Niterói e motivo de vários investimentos. Sua subsede foi reformada, com a implantação do Posto de Informação ao Visitante; recuperação, limpeza e sinalização das trilhas e acessos, com 40 placas em padrão internacional; produção de folhetos e cartazes informativos, e aprimoramento do serviço de combate a incêndios. Estão previstas, ainda, através de convênio com a UFF, a construção de passarelas, rampas para cadeirantes e placas em linguagem Braille, para deficientes visuais.
Randal Keynes, tataraneto de Darwin, está acompanhando as homenagens ao redor do mundo, e emocionou-se com a que o Brasil prestou a uma das maiores celebridades de todos os tempos. As comemorações envolvem, ainda, uma réplica do navio Beagle, partindo da Inglaterra com destino a Salvador e, em seguida, a Niterói, onde Darwin conheceu o Parque e deslumbrou-se com sua diversidade biológica. Uma visita à Fazenda Itaocaia, em Maricá, onde hospedou-se Darwin, em 1832, consta das celebrações.
- Com 2.260 hectares, o parque protege áreas de Mata Atlântica, restinga, mangue e banhados, o que o torna um refúgio para a fauna e uma área de crescente interesse para a pesquisa científica e educação ambiental - informou Adriano Lopes de Melo, administrador do Peset.
- Além disso, o local atrai visitantes em grupos para atividades como caminhadas, mergulho, escalada e rapel. Seu ponto mais elevado é o Alto Mourão, com 412 metros de altura - disse.
Para visitações de grupos escolares ou excursões, o agendamento deve ser feito com 15 dias de antecedência, através do telefone (21) 2638- 4813, das 9h às 17h ou pelo e-mail falecom@parqueserradatiririca.org. A entrada é franqueada ao público.


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Restaurante conta com enfermeiras em vez de garçonetes.Cliente pode optar por refeição na sala cirúrgica estilizada.

Um restaurante na capital da Letônia, Riga, decidiu inovar e criou um ambiente que lembra um hospital. Idealizado por Maris Revalds, o "Hospitalis" foi criado com ajuda de vários hospitais da Letônia e do Museu de Medicina.
Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
fonte:G1
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Restaurante conta com enfermeiras em vez de garçonetes.Cliente pode optar por refeição na sala cirúrgica estilizada.

Um restaurante na capital da Letônia, Riga, decidiu inovar e criou um ambiente que lembra um hospital. Idealizado por Maris Revalds, o "Hospitalis" foi criado com ajuda de vários hospitais da Letônia e do Museu de Medicina.
Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Um restaurante na capital da Letônia, Riga, decidiu inovar e criou um ambiente que lembra um hospital. Idealizado por Maris Revalds, o "Hospitalis" foi criado com ajuda de vários hospitais da Letônia e do Museu de Medicina.
Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Um restaurante na capital da Letônia, Riga, decidiu inovar e criou um ambiente que lembra um hospital. Idealizado por Maris Revalds, o "Hospitalis" foi criado com ajuda de vários hospitais da Letônia e do Museu de Medicina.
Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Um restaurante na capital da Letônia, Riga, decidiu inovar e criou um ambiente que lembra um hospital. Idealizado por Maris Revalds, o "Hospitalis" foi criado com ajuda de vários hospitais da Letônia e do Museu de Medicina.
Tanto o interior do "Hospitalis" quanto o menu, que é elaborado pelo chef Aris Bendiks, foram concebidos para lembrar um hospital. As paredes são brancas, o chão tem azulejos brilhantes e as paredes são decoradas com objetos cirúrgicos. Se o cliente desejar, ele pode se tornar um paciente e optar por uma refeição na sala cirúrgica estilizada, por exemplo. Em seu site, o "Hospitalis" destaca que é um restaurante sério e que a decoração não é apenas uma brincadeira.
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Mulher deu à luz óctuplos na segunda-feira (26).Seis meninos e duas meninas nasceram de cesariana.

Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


fonte:G1
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Mulher deu à luz óctuplos na segunda-feira (26).Seis meninos e duas meninas nasceram de cesariana.

Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


fonte:G1
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Mulher deu à luz óctuplos na segunda-feira (26).Seis meninos e duas meninas nasceram de cesariana.

Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Mulher deu à luz óctuplos na segunda-feira (26).Seis meninos e duas meninas nasceram de cesariana.

Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Mulher deu à luz óctuplos na segunda-feira (26).Seis meninos e duas meninas nasceram de cesariana.

Os médicos que participaram da cesariana dos óctuplos nascidos na segunda-feira em Los Angeles, na Califórnia, disseram que esperavam o nascimento de apenas sete bebês.
"Foi um choque, principalmente com o oitavo bebê", disse a médica Karen Maples.
A mãe, os seis meninos e as duas meninas estão em bom estado. Segundo os médicos, os bebês pesam entre pouco mais de meio quilo e um quilo e meio.
"As crianças gritavam e choravam muito vigorosamente. Sua mãe se encontra muito bem. As expectativas são boas", disse Harold Henry, um dos médicos do hospital.
Os médicos do hospital têm esperança de que os oito bebês sobrevivam, embora tenham esclarecido que as próximas 72 horas serão cruciais.
"Teremos que prestar muita atenção e ter muito cuidado nos próximos dias", frisou Henry.
Segundo o "Los Angeles Times", o primeiro parto de óctuplos nos EUA ocorreu em Houston, no Texas, em 1998. Na ocasião, foram seis meninas e dois meninos. Uma das crianças morreu uma semana depois.
O hospital disse que não vai divulgar o nome e a procedência da mãe, nem se ela passou por inseminação artificial.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Casal e duas filhas foram mortos no dia 14 de janeiro. Suspeitos foram presos na madrugada desta terça em Americana.

A polícia de Americana, a 127 km de São Paulo, prendeu na madruga desta terça-feira (27) três suspeitos de assassinar um casal e suas duas filhas no dia 14 de janeiro. O empresário Robson Douglas Tempesta e sua mulher, Ana Paula Tempesta, foram atingidos por 16 tiros. As duas filhas do casal, Camila, de 8 anos e Laura, de 1 ano e meio, foram mortas por estrangulamento e encontradas por um lavrador às margens de uma rodovia em Elias Fausto, a 126 km da capital paulista. Os investigadores suspeitam de vingança, já que Tempesta, empresário do ramo de eventos, respondia a processos por dívidas não pagas e estelionato.


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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


fonte:G1
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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


fonte:G1
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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

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Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

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Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

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Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

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Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Segundo ele, filho levou choque ao encostar na grade de brinquedo. Parque foi interditado nesta segunda-feira pelo Corpo de Bombeiros.

Eu perdi um pedacinho do meu coração. Agora eu quero justiça", disse Cléber de Oliveira Tavares, 31 anos, durante o velório do seu filho na tarde desta segunda (26). O menino Alexandre, de 10 anos, morreu em um parque em Padre Miguel, na Zona Oeste, no último domingo (25). A suspeita é de que ele tenha sido eletrocutado. O corpo está sendo velado em uma igreja Batista em Realengo, na Zona Oeste do Rio. No velório, parentes e amigos da vítima demonstravam indignação com a morte do menino. A mãe estava inconsolável. Na ocasião, Cléber contou que foi levar o filho para soltar pipa na praça onde estava instalado o parque.
Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
Segundo o tenente-coronel Luiz Rodrigues, do quartel de Campinho, o parque foi interditado porque funcionava sem autorização. "O parque funcionava clandestinamente. O proprietário não tinha documentação necessária para instalar o parque na região". Os brinquedos foram desmontados nesta manhã.


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Ele explicou que não viu o acidente, mas que os amigos do menino, que também soltavam pipa no local, disseram que o menino tomou um choque ao encostar na grade de um dos brinquedos. "Eu não estava perto. O meu sobrinho é que chamou, falando 'Tio, o Alexandre tá caído no chão durinho'", disse, e completou. "Aquilo ali não podia ficar ligado. Como aconteceu com ele, poderia acontecer com qualquer criança". Ele descartou a possibilidade da linha da pipa ter encostado no brinquedo. "Ele já tinha 'voado' com a pipa. Ele tava enrolando a linha. Acho que foi nessa hora que ele encostou na grade", explicou. O pai do menino contou que ficou indignado quando viu o parque funcionando na noite de domingo (25), após o acidente. "O mesmo brinquedo que causou a morte do meu filho estava funcionando. Então eu fui na 34a DP (Bangu), falei com a delegada, e ela mandou interditar o local", disse.

Parque interditado
Bombeiros da Diretoria de Diversões Públicas interditaram na manhã desta segunda-feira (26) o parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, onde Alexandre morreu no fim de semana.
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Acidente ocorreu no início desta manhã em Porto Ferreira, interior de SP. Segundo Polícia Rodoviária Estadual, outras 17 pessoas ficaram feridas.
Um ônibus que vinha de Formosa (GO) com destino a São Paulo tombou e caiu no canteiro central da Rodovia Anhanguera, na altura do km 223, em Porto Ferreira, a 228 km da capital paulista. O acidente ocorreu por volta das 5h30 desta terça-feira (27). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, quatro pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas, duas delas presas nas ferragens. As vítimas foram encaminhadas para hospitais de Porto Ferreira; Pirassununga, a 221 km da capital paulista; e Descalvado, a 243 km. Por volta das 7h50, ainda de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o veículo permanecia caído no canteiro central da via e equipes continuavam prestando atendimento no local. O trânsito era tranqüilo porque não havia movimentação intensa de carros.


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Acidente ocorreu no início desta manhã em Porto Ferreira, interior de SP. Segundo Polícia Rodoviária Estadual, outras 17 pessoas ficaram feridas.
Um ônibus que vinha de Formosa (GO) com destino a São Paulo tombou e caiu no canteiro central da Rodovia Anhanguera, na altura do km 223, em Porto Ferreira, a 228 km da capital paulista. O acidente ocorreu por volta das 5h30 desta terça-feira (27). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, quatro pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas, duas delas presas nas ferragens. As vítimas foram encaminhadas para hospitais de Porto Ferreira; Pirassununga, a 221 km da capital paulista; e Descalvado, a 243 km. Por volta das 7h50, ainda de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o veículo permanecia caído no canteiro central da via e equipes continuavam prestando atendimento no local. O trânsito era tranqüilo porque não havia movimentação intensa de carros.


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Acidente ocorreu no início desta manhã em Porto Ferreira, interior de SP. Segundo Polícia Rodoviária Estadual, outras 17 pessoas ficaram feridas.
Um ônibus que vinha de Formosa (GO) com destino a São Paulo tombou e caiu no canteiro central da Rodovia Anhanguera, na altura do km 223, em Porto Ferreira, a 228 km da capital paulista. O acidente ocorreu por volta das 5h30 desta terça-feira (27). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, quatro pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas, duas delas presas nas ferragens. As vítimas foram encaminhadas para hospitais de Porto Ferreira; Pirassununga, a 221 km da capital paulista; e Descalvado, a 243 km. Por volta das 7h50, ainda de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o veículo permanecia caído no canteiro central da via e equipes continuavam prestando atendimento no local. O trânsito era tranqüilo porque não havia movimentação intensa de carros.


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Um ônibus que vinha de Formosa (GO) com destino a São Paulo tombou e caiu no canteiro central da Rodovia Anhanguera, na altura do km 223, em Porto Ferreira, a 228 km da capital paulista. O acidente ocorreu por volta das 5h30 desta terça-feira (27). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, quatro pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas, duas delas presas nas ferragens. As vítimas foram encaminhadas para hospitais de Porto Ferreira; Pirassununga, a 221 km da capital paulista; e Descalvado, a 243 km. Por volta das 7h50, ainda de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, o veículo permanecia caído no canteiro central da via e equipes continuavam prestando atendimento no local. O trânsito era tranqüilo porque não havia movimentação intensa de carros.


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Acidente ocorreu no início desta manhã em Porto Ferreira, interior de SP. Segundo Polícia Rodoviária Estadual, outras 17 pessoas ficaram feridas.
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Problema começou a 1h30 desta terça (27), na Vila Carrão. Rua Diamante Preto teve que ser interditada.
O rompimento de uma adutora na Rua Diamante Preto, na Vila Carrão, Zona Leste da cidade, causou a abertura de um grande buraco e a formação de uma “piscina no local”. O problema começou por volta da 1h30 desta terça-feira (27).
rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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Problema começou a 1h30 desta terça (27), na Vila Carrão. Rua Diamante Preto teve que ser interditada.
O rompimento de uma adutora na Rua Diamante Preto, na Vila Carrão, Zona Leste da cidade, causou a abertura de um grande buraco e a formação de uma “piscina no local”. O problema começou por volta da 1h30 desta terça-feira (27).
rua é uma travessa da Avenida Carrão. Devido ao problema, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o trânsito na Rua Diamante Preto, entre as ruas Carlos Silva e Flamengo. Por volta das 7h, ninguém trabalhava no local. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), que ainda não tinha informações sobre o ocorrido no local.


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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


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Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


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SÃO PAULO - Dez anos após o crime, o governo do estado de São Paulo foi condenado a pagar R$ 177 mil a uma ex-aluna da rede estadual de ensino que foi estuprada dentro da escola em horário de aula. O crime aconteceu no dia 17 de setembro de 1999, em Hortolândia, a 105 km da capital. Quando o crime ocorreu, a menina tinha apenas 12 anos e ficou muito ferida.
Ela estudava na 5ª série do ensino fundamental na Escola Estadual Jardim Santa Clara. Naquela manhã, a garota saiu da classe no início da segunda aula para ir ao banheiro. Como não era horário de intervalo, os corredores estavam vazios.
Quando entrou, foi dominada pelo desempregado Nodeci Correia, que estava escondido em uma das cabines dos vasos sanitários. Ele arrastou a menina para dentro de um dos boxes, tirou a camiseta dela e enrolou em volta de sua cabeça, tapando sua boca e olhos.
Nodeci começou a espancar a menina e a ameaçou de morte caso ela gritasse. Depois, bateu a cabeça da garota contra a parede várias vezes e a estuprou. Instantes depois, algumas pessoas entraram no banheiro. Nodeci se assustou com o barulho e saiu correndo do local. Ele atravessou o pátio correndo e pulou o muro para fugir.
Durante a fuga, o estuprador deixou cair o RG. A menina foi socorrida por colegas e professores e levada para um hospital da região. Com o documento em mãos, a polícia chegou ao suspeito. Ele foi reconhecido pela vítima e confessou o crime.
O criminoso contou à polícia que estava passando pela rua, na frente da escola, quando resolveu olhar por cima do muro. Como não havia ninguém, pulou para dentro e cometeu o estupro. Ele foi ao banheiro feminino, se escondeu e esperou aparecer a primeira vítima. Naquele horário, não havia Ronda Escolar da PM na escola, que também não contava com vigias ou seguranças.
Segundo o Tribunal de Justiça (TJ), em 27 de janeiro de 2000 o estuprador foi condenado a 9 anos de prisão. Em 19 de agosto de 2003, a Justiça condenou o governo estadual a pagar 50 salários-mínimos da época para vítima. O governo foi condenado por não ter garantido a segurança e integridade física de uma aluna dentro da escola, no horário de aula. A defesa recorreu, por considerar o valor irrisório diante da violência do fato. Em novembro passado, o TJ mudou a indenização para R$ 40 mil, corrigidos desde a data do estupro até a data do pagamento. De acordo com a defesa da vítima, atualmente seriam R$ 177 mil.
Hoje aos 21 anos, a jovem ainda vive em Hortolândia com os pais. Ela não trabalha, ficou seriamente traumatizada com o episódio e tenta terminar o ensino médio. Logo após o episódio, a garota mudou de escola. Pagamento pode levar mais 10 anos
O governo do estado de São Paulo não recorreu da sentença e o caso já está "transitado em julgado", o que significa que não cabem mais recursos de nenhuma das partes. Ademar Gomes, advogado da família da vítima, já ingressou com pedido de execução da sentença.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) não confirma a informação. Porém, afirma que, se não couber mais recurso, pagará a dívida como manda a Justiça.
De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, "o juiz determinará a expedição de um título precatório que entrará na fila de pagamento". Precatórios são títulos de dívidas judiciais que a prefeitura, o governo estadual e o governo federal devem pagar (geralmente referentes a indenizações), de acordo com um cronograma pré-definido.
Na prática, isso significa que a jovem pode ter que esperar mais 10 anos para receber sua indenização. Em 2008, o governo de São Paulo pagava os precatórios referentes a 1998. O governo do estado informa que antes de entrar com uma ação na Justiça por indenização, pode ser mais rápido procurar a PGE e tentar um acordo sem processo. Indenização por abuso na Febem foi bem mais alta
Em março de 2007, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 860 mil a uma ex-funcionária da Febem (atual Fundação Casa). A educadora, de 32 anos, foi estuprada por quatro internos durante uma rebelião na unidade em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em 2005. A vítima ainda não recebeu a indenização que, corrigida, passaria de R$ 1 milhão.
Segundo o advogado Francisco Mouzinho Magalhães, que acompanhou o caso até o ano passado, o Governo havia apelado da decisão no Tribunal Superior do Trabalho. O recurso, último possível, não foi julgado. O benefício se estende ao marido da educadora, também ex-funcionário da Febem, feito refém na rebelião.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/27/dez-anos-depois-justica-manda-estado-indenizar-menina-estuprada-dentro-de-escola-em-177-mil-754157239.asp
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Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

E AS PESQUISAS CONTINUAM!


Fonte: PORTAL WWW.GLOBO.COM EM 29.10.08
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Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

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Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

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Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

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Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
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Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

E AS PESQUISAS CONTINUAM!


Fonte: PORTAL WWW.GLOBO.COM EM 29.10.08
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link do postPor anjoseguerreiros, às 09:53  comentar

Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

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Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
O trabalho está sendo conduzido em parceria com a empresa PHC Pharma Consulting, com sede em São Paulo.

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Estudo é o primeiro de que se tem notícia em solo nacional. Pesquisa está sendo feita no Hospital Israelita Albert Einstein.
Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
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Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
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Cientistas e médicos brasileiros estão testando em humanos o potencial de uma erva amazônica para o tratamento do câncer. É possivelmente a primeira vez que o Brasil submete um medicamento dessa natureza, obtido em solo nacional, aos rigorosos testes médicos para a aprovação de uma nova droga.
A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
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A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
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No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
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A planta é a avelós (nome científico Euphorbia tirucalli), típica das regiões norte e nordeste do País. Sua ação medicinal já era mencionada na cultura popular, o que motivou a indústria farmacêutica a analisar sua ação em células em cultura e em animais. Os resultados foram bastante promissores.
Ao que tudo indica, a substância age nas células do câncer induzindo a apoptose, uma espécie de suicídio celular. “É o que chamamos de morte celular programada”, explicou ao G1 Auro Del Giglio, gerente do programa integrado de oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos coordenadores do estudo. “Em células normais, é um procedimento que acontece para a renovação das células, com as antigas dando lugar às novas. Mas nas células do câncer isso quase nunca acontece, e a idéia é exacerbar essa tendência.”
Com isso, a droga tem o potencial para, se não fazer regredir, pelo menos conter ou reduzir o avanço da doença, induzindo a apoptose de muitas das células do tumor. Não custa lembrar que o câncer é basicamente um agrupamento de células que se rebelaram contra o corpo, multiplicando-se enlouquecidamente e consumindo os recursos do organismo todo em prol de seu próprio crescimento. Simples de descrever, dificílimo de tratar.
SEM APRESSAR CONCLUSÕES
In vitro, a droga funcionou contra colônias de células de câncer de mama, melanoma e outros tipos de tumor. Mas ainda não dá para dizer que o remédio vá funcionar em humanos. “Nesse primeiro estudo, de fase 1, o que a gente faz é descobrir a dose certa”, diz Del Giglio. “É um estudo para identificar a toxicidade e a segurança do medicamento.”
No momento, cinco pacientes estão passando por esse procedimento no Hospital Israelita Albert Einstein. A idéia é concluir o estudo até o fim do ano e iniciar a fase 2 — que envolve um grupo maior de pacientes com o objetivo de identificar o real potencial da droga como tratamento para tipos específicos de tumores em 2009.
A partir daí, os cientistas já miram buscar aprovação da droga para que chegue às prateleiras, embora tenham ainda de ser conduzidas outras duas fases de estudos, de grande porte, para concluir o ciclo pelo qual passam todos os medicamentos antes de obter aprovação das autoridades competentes.
A despeito da fase preliminar dos estudos, a equipe está animada com os avanços. “Do que eu tenho notícia, é o primeiro estudo rigoroso conduzido com um medicamento herbal brasileiro para câncer”, diz Del Giglio. “Está todo mundo muito entusiasmado justamente por conta disso.”
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colaboradores: carmen e maria celia

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