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26.1.09
RIO - O número de novos casos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, 51.941 pessoas foram diagnosticadas com hanseníase, enquanto em 2007 foram 40.126. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
Segundo coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores.
- Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles - explica.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do país. São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no país. Ministério da Saúde lançará cartilha sobre a hanseníase
Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, na próxima semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém, no Pará, a cartilha "Como ajudar no controle da Hanseníase", direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, realizada todos os anos na última semana de janeiro.
O objetivo é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que o agente comunitário deve fazer ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável.
Na próxima semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.


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RIO - O número de novos casos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, 51.941 pessoas foram diagnosticadas com hanseníase, enquanto em 2007 foram 40.126. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
Segundo coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores.
- Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles - explica.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do país. São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no país. Ministério da Saúde lançará cartilha sobre a hanseníase
Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, na próxima semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém, no Pará, a cartilha "Como ajudar no controle da Hanseníase", direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, realizada todos os anos na última semana de janeiro.
O objetivo é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que o agente comunitário deve fazer ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável.
Na próxima semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.


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RIO - O número de novos casos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, 51.941 pessoas foram diagnosticadas com hanseníase, enquanto em 2007 foram 40.126. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
Segundo coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores.
- Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles - explica.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do país. São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no país. Ministério da Saúde lançará cartilha sobre a hanseníase
Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, na próxima semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém, no Pará, a cartilha "Como ajudar no controle da Hanseníase", direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, realizada todos os anos na última semana de janeiro.
O objetivo é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que o agente comunitário deve fazer ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável.
Na próxima semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.


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RIO - O número de novos casos de hanseníase no Brasil caiu 23% entre 2003 e 2007. A melhoria da atenção à saúde, principalmente na rede básica, é apontada como um dos motivos para a queda na detecção de novos registros da doença. Em 2003, 51.941 pessoas foram diagnosticadas com hanseníase, enquanto em 2007 foram 40.126. O recuo foi ainda mais significativo na população com menos de 15 anos, com índice de queda de 27% (4.181, em 2003, contra 3.048, em 2007).
Segundo coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores.
- Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles - explica.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do país. São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no país. Ministério da Saúde lançará cartilha sobre a hanseníase
Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, na próxima semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém, no Pará, a cartilha "Como ajudar no controle da Hanseníase", direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, realizada todos os anos na última semana de janeiro.
O objetivo é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que o agente comunitário deve fazer ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável.
Na próxima semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.


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Segundo coordenadora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH), Maria Aparecida de Faria Grossi, o foco na detecção precoce da doença contribui para a melhora dos indicadores.
- Como a doença tem um longo período de incubação, a ocorrência de casos em crianças e adolescentes está relacionada à transmissão recente. Isso significa que esses jovens estão vivendo em focos ainda ativos, com adultos infectados, e com circulação do bacilo causador da doença. É fundamental identificar não apenas os doentes, mas também as pessoas que convivem com eles - explica.
A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas e avermelhadas no corpo. Ela tem cura, mas, se não detectada e tratada precocemente, pode causar incapacidades e deformidades. Os sintomas demoram de dois a cinco anos para aparecerem. O tratamento da hanseníase está disponível gratuitamente na rede que integra o Sistema Único de Saúde (SUS).
Também entre 2003 e 2007, o número de pacientes em tratamento passou de 79.908 para 41.549 (redução de 48%). A intensificação do tratamento de poliquimioterapia e a melhoria na assistência ao paciente refletem no aumento dos índices de cura. De acordo com a coordenadora, para prevenir e controlar a hanseníase, é necessário implementar ações educativas, em parceria com estados e municípios. Para tanto, o Ministério da Saúde tem coordenado esforços junto aos gestores locais para que as medidas sejam implementadas.
Um estudo do Ministério da Saúde aponta que os novos casos da doença estão concentrados em dez grandes áreas do país. São 1.173 municípios brasileiros, principalmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, que registraram 53,5% dos casos novos detectados entre 2005 e 2007. Em termos populacionais, os municípios avaliados concentram 17,5% dos residentes no país. Ministério da Saúde lançará cartilha sobre a hanseníase
Para potencializar as ações contra a hanseníase, o Ministério da Saúde lançará, na próxima semana, durante o Fórum Mundial da Saúde, em Belém, no Pará, a cartilha "Como ajudar no controle da Hanseníase", direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). O lançamento foi programado para a Semana Mundial de Combate à Hanseníase, realizada todos os anos na última semana de janeiro.
O objetivo é encaminhar cerca de 200 mil exemplares às Secretarias Estaduais de Saúde, que ficam encarregadas de repassar aos municípios. O material traz informações sobre o que o agente comunitário deve fazer ao suspeitar de hanseníase, quais sinais e sintomas devem chamar a atenção e quais orientações ele deve passar ao paciente sobre o tratamento.
A publicação também valoriza a importância de desmistificar a doença e o preconceito em relação aos portadores. Destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento garantem uma vida com qualidade para as pessoas atingidas pela hanseníase, diminuindo e prevenindo seqüelas, permitindo viver de forma saudável.
Na próxima semana, também voltará ao ar campanha publicitária que tem o objetivo de estimular a prevenção e eliminar o preconceito contra o portador da doença. Serão peças para rádio e TV, além de folders e cartazes que orientarão o cidadão sobre os sintomas e sinais que indicam o risco da doença.


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RECIFE - A Secretaria da Mulher deflagrou no final de semana uma campanha em treze municípios da região metropolitana de Recife a campanha "Basta de violência contra a mulher", com distribuição de panfletos, adesivos, folders, e carros de som. A campanha envolveu até a própria secretária, Cristina Buarque, que foi às ruas da Zona Sul fazer panfletagem.
Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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RECIFE - A Secretaria da Mulher deflagrou no final de semana uma campanha em treze municípios da região metropolitana de Recife a campanha "Basta de violência contra a mulher", com distribuição de panfletos, adesivos, folders, e carros de som. A campanha envolveu até a própria secretária, Cristina Buarque, que foi às ruas da Zona Sul fazer panfletagem.
Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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RECIFE - A Secretaria da Mulher deflagrou no final de semana uma campanha em treze municípios da região metropolitana de Recife a campanha "Basta de violência contra a mulher", com distribuição de panfletos, adesivos, folders, e carros de som. A campanha envolveu até a própria secretária, Cristina Buarque, que foi às ruas da Zona Sul fazer panfletagem.
Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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RECIFE - A Secretaria da Mulher deflagrou no final de semana uma campanha em treze municípios da região metropolitana de Recife a campanha "Basta de violência contra a mulher", com distribuição de panfletos, adesivos, folders, e carros de som. A campanha envolveu até a própria secretária, Cristina Buarque, que foi às ruas da Zona Sul fazer panfletagem.
Mas pelo menos no domingo, a resposta não foi tão significativa. Sete mulheres foram assassinadas em Pernambuco no fim de semana. A violência doméstica não poupou nem mesmo as crianças. Uma menina de quatro anos foi assassinada. Dentro de casa e pelo padrasto. Ele espancou tanto Maria Eduarda Monteiro que a garota teve traumatismo craniano, foi socorrida em um hospital público de Recife mas não resistiu.


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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



fonte:G1
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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



fonte:G1
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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



fonte:G1
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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Garota estava nua em um buraco numa chácara no Recanto das Emas. Ela estava desaparecida desde o último sábado (10).

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a morte da menina Caroline Marcoline da Silva, de apenas seis anos, que foi encontrada morta num buraco em uma chácara, no Recanto das Emas (DF), neste sábado (17). A criança estava desaparecida desde o último sábado (10) e a família já havia distribuído panfletos tentando encontrar Caroline. Segundo os policiais, há indícios de violência sexual na criança, que foi encontrada nua. As roupas estavam ao lado do buraco em que ela estava. Os investigadores acreditam que ela já estava há alguns dias no local porque o corpo apresentava sinais de decomposição. Ao lado do buraco, os policiais também encontraram um celular, que pode servir para o início das investigações. Ainda não há suspeitos. Os peritos do instituto de criminalística vão tentar descobrir o motivo da morte da garota.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

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Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



fonte:G1
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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.
Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê. A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

“Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte.

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

“O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio. Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.



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Joia com diamantes caiu no vaso de um restaurante em Phoenix, EUA. Operação de resgate, com 8 horas de duração, consumiu US$ 6 mil.

O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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Joia com diamantes caiu no vaso de um restaurante em Phoenix, EUA. Operação de resgate, com 8 horas de duração, consumiu US$ 6 mil.

O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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Joia com diamantes caiu no vaso de um restaurante em Phoenix, EUA. Operação de resgate, com 8 horas de duração, consumiu US$ 6 mil.

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O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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Joia com diamantes caiu no vaso de um restaurante em Phoenix, EUA. Operação de resgate, com 8 horas de duração, consumiu US$ 6 mil.

O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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Joia com diamantes caiu no vaso de um restaurante em Phoenix, EUA. Operação de resgate, com 8 horas de duração, consumiu US$ 6 mil.

O encanador Mike Roberts, de Phoenix (Arizona, EUA), virou herói após recuperar um anel de diamantes de 7 quilates que caiu na privada do restaurante Black Bear Diner. Roberts, que segura a joia nesta foto divulgada sábado (24), levou oito horas para recuperar o anel pertencente a um casal da Califórnia. Foram gastos US$ 6 mil nessa operação de ‘resgate’; o anel está avaliado em US$ 70 mil.



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Modelos de luxo trazem cristais swarovski e matelassê. Bichos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê.

Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Modelos de luxo trazem cristais swarovski e matelassê. Bichos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê.

Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Modelos de luxo trazem cristais swarovski e matelassê. Bichos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê.

Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
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“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Modelos de luxo trazem cristais swarovski e matelassê. Bichos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê.

Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Modelos de luxo trazem cristais swarovski e matelassê. Bichos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê.

Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
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Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
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Cães e gatos também pode ser transportados em carrinhos como os de bebê. Para quem ainda não arrumou as malas e os pet para aproveitar esse finzinho de férias, ainda dá tempo.
Com o mercado cada vez mais segmentado, já há empresas com malas de rodinha, mochilas, carrinhos de bebê e bolsas de matelassê, com couro sintético de crocodilo e cristais swarovski para quem quer levar o melhor amigo do homem para viajar ou passear sem perder a pose.
Cristais Swarovski
“Tem que levar em conta onde a pessoa vai andar com o pet na hora de escolher o transporte dele. Mas hoje a pessoa quer o conforto do animal e ficar elegante também, né?”, brinca Roger Appolinário, da Pharo, que desenhou bolsas e caixas de transporte em couro sintético imitando couro de crocodilo, tecidos em xadrez e com cristais swarovski. Algumas têm abertura no topo e nas laterais para facilitar a vida do dono e do bicho, além de guia para prender a coleira e revestimento acolchoado.
“Têm umas que são bolsas mesmo, que é para quem quer passear. Para quem for viajar, tem que optar por mais conforto. O animal precisa ter espaço para ficar em pé e conseguir dar uma volta de 360º”, pondera ele, que vende para pet shops e para o consumidor final, modelos a partir de R$ 360, para cães e gatos de até 6 kg.
Mala pet de rodinhas
Entre as opções no mercado estão a Bag Dog, que é uma espécie de mochila, com espaço para o animal colocar as patinhas e alça, ou umas que mais parecem sacolas mesmo. Nelas, o bicho fica em pé, sentado ou deitado, apenas com a cabeça para fora. Há ainda carrinhos semelhantes aos de bebê, revestidos por tela nas laterais e até malas de rodinha. “Elas são invenção nossa. São feitas com a mesma mão-de-obra das fábricas de mala, com couro, estrutura metálica e forro. Quando se puxa a alça, em vez de inclinada, ela permanece na horizontal”, explica o inventor René Arciprete, da Carminha Dos Fashion, que só vende para pet shops, e informa que a novidade custa em torno de R$ 300 no mercado.
Serviço
Pharo - http://www.portalpharo.com.br/ Carminha Dog Fashion - http://www.carminhadogfashion.com.br/ Pet Fast - http://www.petfast.com.br/ Pet Supermarket - http://www.petsupermarket.com.br/ Pet Society - http://www.petsociety.com.br/
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SÃO PAULO - O juiz Iassin Isa, titular da Vara da Infância e da Juventude de Santo Amaro, na Zona Sul da capital, solicitou ao governo do estado que avalie a possibilidade de criação de um internato público, em regime integral, para que crianças e jovens possam estudar, trabalhar e dormir. A ideia do juiz é colocar em um internato o garoto F., de 12 anos, detido pelo menos dez vezes dirigindo carros furtados na cidade.
- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
O Diário de S.Paulo procurou neste domingo a Secretaria, mas nem a assessoria de imprensa, nem a titular da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro, atenderam aos telefonemas.


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SÃO PAULO - O juiz Iassin Isa, titular da Vara da Infância e da Juventude de Santo Amaro, na Zona Sul da capital, solicitou ao governo do estado que avalie a possibilidade de criação de um internato público, em regime integral, para que crianças e jovens possam estudar, trabalhar e dormir. A ideia do juiz é colocar em um internato o garoto F., de 12 anos, detido pelo menos dez vezes dirigindo carros furtados na cidade.
- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
O Diário de S.Paulo procurou neste domingo a Secretaria, mas nem a assessoria de imprensa, nem a titular da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro, atenderam aos telefonemas.


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SÃO PAULO - O juiz Iassin Isa, titular da Vara da Infância e da Juventude de Santo Amaro, na Zona Sul da capital, solicitou ao governo do estado que avalie a possibilidade de criação de um internato público, em regime integral, para que crianças e jovens possam estudar, trabalhar e dormir. A ideia do juiz é colocar em um internato o garoto F., de 12 anos, detido pelo menos dez vezes dirigindo carros furtados na cidade.
- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
O Diário de S.Paulo procurou neste domingo a Secretaria, mas nem a assessoria de imprensa, nem a titular da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro, atenderam aos telefonemas.


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SÃO PAULO - O juiz Iassin Isa, titular da Vara da Infância e da Juventude de Santo Amaro, na Zona Sul da capital, solicitou ao governo do estado que avalie a possibilidade de criação de um internato público, em regime integral, para que crianças e jovens possam estudar, trabalhar e dormir. A ideia do juiz é colocar em um internato o garoto F., de 12 anos, detido pelo menos dez vezes dirigindo carros furtados na cidade.
- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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- Pedi à Secretaria Estadual de Educação a abertura de um grupo de estudo para a criação de um internato público a fim de atender estudantes do Ensino Fundamental - afirma o juiz.
O juiz recebeu o aval dos pais de F. para a internação do garoto em uma escola em período integral, para evitar que ele vá para a Fundação Casa (ex-Febem).
Somente neste domingo, segundo Isa, 22 adolescentes deram entrada na Fundação Casa por tráfico e roubo. Na avaliação do juiz, a passagem do adolescente pela entidade poderia influenciá-lo negativamente.
O juiz pediu uma vaga em uma instituição privada no Paraná, onde pretendia internar F., mas, diante da resposta negativa, recorreu ao Estado e ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda), a quem solicitou a recomendação de um internato que possa receber o menino.
- Ele já trabalhou. Aos 8 anos, empurrava carrinho e recolhia sucata para vender e limpava carro. Foi depois disso que mudou - afirma Isa.
Segundo o juiz, a mãe culpa a "moda" pelos crimes do filho, dizendo que F. quer ter novas roupas e tênis de marca. Os pais do menino estão desempregados. Isa pediu ao Governo Federal a inclusão da família em programas sociais.
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SÃO PAULO - Uma jovem de 18 anos foi baleada pelo ex-namorado, na Vila Recreio, em Barrinha, cidade a 347 quilômetros da capital, na noite de sábado. Segundo a polícia, Antonio Soares de Souza, de 32 anos, estava em um bar em frente à casa da garota, quando decidiu entrar na residência. No registro na delegacia consta que ele tirou a jovem para fora e a jogou na rua.
Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

E QUE NÃO SAIA MAIS DE LÁ!


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/25/homem-atira-em-ex-namorada-de-18-anos-no-interior-de-sp-754136625.asp

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

E QUE NÃO SAIA MAIS DE LÁ!


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/25/homem-atira-em-ex-namorada-de-18-anos-no-interior-de-sp-754136625.asp

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

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Na queda ela bateu com a cabeça na sarjeta. Em seguida, Souza disparou quatro vezes contra a vítima. Dois tiros acertaram a cabeça e o ombro. A família da vítima tentou linchar o agressor. O homem foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma. Foram apreendidos com ele dois revólveres calibre 32. Ele foi levado para a cadeia de Jaboticabal.

E QUE NÃO SAIA MAIS DE LÁ!


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/25/homem-atira-em-ex-namorada-de-18-anos-no-interior-de-sp-754136625.asp

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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

OLHO NELES!!!
TÃO CARO E FALTANDO 20 FOLHAS!!!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:49  comentar

Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

OLHO NELES!!!
TÃO CARO E FALTANDO 20 FOLHAS!!!!!!


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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

OLHO NELES!!!
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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

OLHO NELES!!!
TÃO CARO E FALTANDO 20 FOLHAS!!!!!!


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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
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- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
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- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

OLHO NELES!!!
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Rio - Das 1669 unidades de material escolar de 47 marcas de produtos diferentes como, cadernos, guaches, colas, massas de modelar, papel A4 e elásticos, analisadas até o momento pelos técnicos no laboratório de Pré-Medidos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem/RJ), apenas o caderno da marca Expiral de 96 folhas apresentou irregularidade; já que, das vinte unidades analisadas, duas tinham diferença de vinte folhas a menos do que a registrada na embalagem.
Durante duas semanas fiscais da Superintendência de Metrologia Legal do Ipem/RJ visitaram, com a operação "Volta às Aulas", lojas e papelarias da Zona Norte, Zona Sul, Zona Oeste e Centro da cidade. A determinação para que a operação fosse realizada partiu da presidente do instituto, Soraya Santos, após reclamações de consumidores recebidas através da ouvidoria do órgão.
- Desde o início de janeiro nossos atendentes já receberam cerca de 23 ligações de consumidores com algum tipo de dúvida com relação ao material escolar. Isso mostra que eles estão atentos aos seus direitos - afirmou.
Ela esclareceu, ainda, que durante todo o ano, fiscais do Ipem/RJ realizam blitzes periódicas nos estabelecimentos, porém, quando existe a proximidade de uma data festiva ou início do ano letivo essas operações são intensificadas.
- Nos exames realizados no laboratório pedimos que os fabricantes dos produtos apreendidos mandem um representante para acompanhar os testes, se ele encaminha ou não, isso não é da nossa conta; de qualquer maneira iremos realizar a perícia do produto e, caso seja constatada alguma irregularidade, ele estará sujeito à multa que varia de R$ 100 a R$ 60 mil - garantiu Soraya. Em caso de dúvida com relação a qualquer produto adquirido, os consumidores devem ligar para 0800-2823040, que funciona de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



link do postPor anjoseguerreiros, às 11:37  comentar

ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

QUE CONSIGAM!!!



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ROMA - A cidade de Veneza, que a cada ano recebe 21,6 milhões de turistas, está tentando sobreviver a esta invasão apoiando-se na internet para conseguir que as visitas sejam mais organizadas e durem mais de um dia. Segundo os dados publicados pelos meios de comunicação italianos,do total de visitantes que recebe, 15 milhões permanecem apenas um dia e 885 mil são passageiros de cruzeiros que permanecem apenas algumas horas. Este é um tipo de turismo que deixa pouca receita e os custos para a administração municipal, que atravessa 'grandes problemas econômicos', segundo o prefeito, Massimo Cacciari. Mas, sobretudo, destaca a prefeitura, o turismo se concentra em temporadas específicas como festas e o tradicional carnaval de fevereiro, o que gera graves problemas de gestão para a pequena cidade.
Diante destas dificuldades, a prefeitura de Veneza lançou uma campanha para estimular um turismo mais organizado, com visitantes mais dispostos a permanecer vários dias na cidade.
"Venha a Veneza, mas reserve antes pela internet", é a mensagem da prefeitura de Veneza para suas novas iniciativas, acrescentando que o turista vai encontrar 'uma cidade mais habitável' e que, além disso, vai economizar.
O município lançou assim o portal de Internet www.veniceconnected.com para que, a partir de 1º de fevereiro, os turistas possam reservar todos os serviços que a cidade oferece e desfrutar de descontos. Na página da internet será possível obter descontos para transportes públicos, estacionamento e para entrar em todos os museus municipais. O visitante encontrará para cada serviço diferentes preços, segundo a época do ano, e, poderá assim, economizar em sua viagem escolhendo um período com menor movimento de turistas.
A prefeitura oferece em seu portal pacotes para atrair outro tipo de turismo: com 3 dias de estacionamento, bilhete para o 'vaporetto' e acesso a meios de transporte por 72 horas e bilhete para dois museus, inclui brinde para o cassino e conexão gratuita para a internet com acesso a internet sem fio (wi fi) em vários pontos da cidade. Pelo site, este pacote custará 209,30 euros com uma economia de 31,70 euros, mas, além disso, vai escolher um dia 'azul', quer dizer, de baixa temporada.
Os administradores da 'Sereníssima' esperam assim aumentar as entradas para fazer frente a uma situação econômica que atravessa uma cidade com numerosos problemas.
"Veneza não tem dinheiro. Não pode restaurar igrejas, nem seus monumentos", sustenta o prefeito, que disse que o patrimônio cultural da cidade "está em perigo".
Cacciari informou que a cidade recebe ajuda do Estado somente para construir o "Moisés" - o polêmico e faraônico sistema de diques que tentará frear o movimento das ondas que carcome a cidade e que custará 4,5 bilhões de euros - mas que para o restante, não 'há um euro'.
Por isso, para arrecadar fundos, entre as tantas iniciativas, a partir de 1 de fevereiro os turistas terão que pagar até 3 euros ao dia para usar os banheiros públicos.
A já polêmica medida prevê que os turistas tenham que comprar o WC Card, um cartão com o qual poderão ter acesso aos sanitários públicos.
Prefeitura de Veneza vai cobrar dos turistas a partir de 1º de fevereiro até 3 euros (R$ 9) por dia pelo uso de banheiros públicos, como medida para aliviar os problemas econômicos que atravessa. O preço para uso dos banheiros dependerá do período do ano, já que em momentos de grande fluxo turístico como o carnaval, que este ano será celebrado de 14 a 19 de fevereiro, custará 3 euros ao dia. Na baixa temporada, o valor cai para 1,5 euro.
A cidade dos canais apresentou esta semana novas propostas para, através da internet, facilitar aos turistas o planejamento para suas viagens a Veneza, entre elas a possibilidade de reservas a "WC Card", um cartão para uso dos serviços públicos de higiene.
O WC Card pode ser reservado pela internet. Na alta temporada, o preço de uso dos banheiros químicos será de 2 euros (R$ 6).
Os cerca de 60 mil moradores de Veneza também terão que usar os cartões se precisar usar os banheiros fora de casa, porém, por um preço mais em conta (0,25 centavos de euro). Para os maiores de 60 anos o uso é gratuito.
O jornal local "A República" classificou a medida de excessiva. O prefeito de Veneza, Massimo Cacciari, justificou a medida, assegurando que "a cidade não tem dinheiro para restaurar igrejas e monumentos" e que esta seria uma medida de arrecadar fundos.

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RIO - Ir à praia e resistir à crescente quantidade de guloseimas oferecidas por ambulantes é difícil. Coco, queijo na brasa, abacaxi, mate de galão, sacolé, milho, sanduíche, ostra, empada, esfirra... Os petiscos são saborosos, mas também são ricos em calorias e gorduras. E, com exceção dos industrializados, nunca se sabe ao certo a procedência desses alimentos, nem de que forma foram manipulados e armazenados. De acordo com a reportagem de Antônio Marinho deste domingo, tudo isto associado ao calor aumenta muito a chance de alguém vir a ter infecções e intoxicações intestinais
Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
Além disso, o valor calórico de alimentos vendidos na praia é alto Vilma Blondet, do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF, sugere optar por alimentos leves, com baixo valor energético e grande conteúdo de água para hidratar.


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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
Além disso, o valor calórico de alimentos vendidos na praia é alto Vilma Blondet, do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF, sugere optar por alimentos leves, com baixo valor energético e grande conteúdo de água para hidratar.


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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
Além disso, o valor calórico de alimentos vendidos na praia é alto Vilma Blondet, do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF, sugere optar por alimentos leves, com baixo valor energético e grande conteúdo de água para hidratar.


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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
Além disso, o valor calórico de alimentos vendidos na praia é alto Vilma Blondet, do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF, sugere optar por alimentos leves, com baixo valor energético e grande conteúdo de água para hidratar.


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Para início de conversa, na praia só estão liberados comestíveis industrializados, aprovados por órgãos competentes, segundo a Vigilância e Fiscalização Sanitária do Rio. Nenhum alimento pode ser manipulado ou preparado na hora, justamente para evitar as infecções e intoxicações, cujos sintomas aparecem de seis até 72 horas.
Além disso, o valor calórico de alimentos vendidos na praia é alto Vilma Blondet, do Departamento de Nutrição e Dietética da UFF, sugere optar por alimentos leves, com baixo valor energético e grande conteúdo de água para hidratar.


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PASSEIO NAS ÁGUAS LÍMPIDAS DO TIETÊ

SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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PASSEIO NAS ÁGUAS LÍMPIDAS DO TIETÊ

SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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PASSEIO NAS ÁGUAS LÍMPIDAS DO TIETÊ

SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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PASSEIO NAS ÁGUAS LÍMPIDAS DO TIETÊ

SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
Ppara quem não sabe, o sistema de trólebus é histórico na cidade: funciona há mais de 60 anos!



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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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SÃO PAULO - Na década de 30, programa típico de paulistano era passear pela Praça da Sé. Homens de terno e mulheres de sapato de salto alto iam à Sé para assistir a filmes no cine-teatro Santa Helena, localizado num palacete de mesmo nome. Era um cinema chique, com escadarias de mármore de carrara e decoração art nouveau. Esses mesmos senhores e senhoras iam elegantemente vestidos à confeitaria Dulca, inaugurada em 1951 na Rua Dom José de Barros e mais tarde localizada na Rua Vieira de Carvalho, onde está até hoje.
Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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Na década de 20, num descampado de 1 milhão de metros quadrados, foi aberta a Rua venezuela. Ela alagava quando chovia. A empresa proprietária do empreendimento, a Companhia City, fez a drenagem do local, construiu um galeria subterrânea e colocou calçamento. Era o surgimento do primeiro bairro-jardim da cidade, o Jardim América. E o tradicional Salão do Automóvel de São Paulo teve sua primeira edição em 1923, no Palácio das Indústrias, no Parque D. Pedro, no centro da cidade.
Na década de 70, a cidade assistiu à última regata realizada no Rio Tietê, antes dele se tornar poluído e mal-cheiroso. Nos anos 50, era possível nadar e pescar nele. Um pouco antes, nos anos 20, descansar à beira de sua águas límpidas era muito comum para quem procurava um pouco de lazer. E pertinho da Rua da Consolação, no centro, havia lazer para quem gostava de futebol: existia um campo onde foi realizada a primeira final do campeonato paulista, em 1902. O São Paulo Athletic Club venceu o Paulistano por 2 a 1. Os estádios do Pacaembu e Morumbi nem existiam.
Essas são histórias que poucos paulistanos conhecem. Se perderam no tempo com a industrialização e modernização da cidade. Os hábitos mudaram, o terno para os passeios na Sé foi abolido e o Tietê deixou de ser um ponto de encontro dos habitantes da capital. Mas para os paulistanos ligados em história, há uma forma de resgatar a memória da cidade. Existem arquivos que preservam imagens, documentos, manuscritos que podem ser consultados para quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a cidade onde mora. Um visita a esses arquivos é como um passeio num túnel do tempo. Saiba onde é possível conhecer a história da cidade:
Arquivo Histórico Municipal (Praça Coronel Fernando Prestes, 152, telefone 3396.6000) - Há manuscritos do século XVI e documentos oficiais da cidade. Possui acervo com coleções de móveis e objetos usados no período colonial. É possível encontrar mapas da capital e atas das votações feitas pelos vereadores, entre outras dcoumentos históricos. O arquivo fica no prédio Ramos de Azevedo, construído na década de 20, onde funcionou a Escola Politécnica. Estão catalogadas lá, por exemplo, as cerca de 400 obras de arte em locais públicos.
Arquivo do Estado (Rua Voluntários da Pátria, 596, Santana, telefone 2221.1924) - Documentos oficiais, como registro de terras ou tombamento de bens rústicos, inventários e testamentos, mapas, cópias de revistas e jornais de época podem ser encontrados no local. Reúne cerca de 1 milhão de imagens, entre negativos, cópias fotográficas, postais, caricaturas, ilustrações e plantas. Entre eles, estão os acervos do jornalista Samuel Wainer, com fotografias do jornal Última Hora e Aqui São Paulo (parcialmente tratado), e Diários Associados (este ainda não organizado).
Memorial do Imigrante (Rua Visconde de Parnaíba, 1316, 2692.1866) - Funcionou como uma hospedaria para receber as levas de imigrantes que chegaram à cidade no século passado. Seu arquivo permite fazer pesquisas de pessoas que passaram pela hospedaria, que está aberta ao público. Um memorial mostra como era a vida dos primeiros imigrantes que chegaram à cidade. O memorial fica numa área construída ao lado da estrada de ferro e é possível fazer um passeio numa Maria Fumaça, como na década de 20.
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 - Telefone 3397.4000) - O Arquivo Multimeios foi criado em 1975 e tem um acervo composto por 900.000 documentos, divididos entre registros visuais (negativos, contatos, ampliações, slides, microformas), audiovisuais (fitas de áudio, videoteipes, filmes 16mm/ super8mm) e documentos escritos (catálogos, programas, folhetos, press releases, convites, cartazes, fotos publicitárias, mapas, plantas, scripts, roteiros, textos de pesquisa, entre outros). O material pode ser reproduzido. Durante vinte anos (1977-97) pesquisadores selecionaram espetáculos de dança, que ocorreram na cidade São Paulo, para serem fotografados.
Secretaria Municipal de Planejamento - A Sempla possui um excelente arquivo digital com dados dos 11 censos demográficos feitos no município. Há até o número de estrangeiros residente na cidade por país de origem. Além disso, os interessados têm acesso a um rico banco de fotos sobre a cidade. O endereço para pesquisa é: http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/historico/index.php
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BERLIM - Um motorista de 23 anos perdeu o controle do carro em uma curva e terminou parando no telhado de uma igreja na pequena cidade de Limbach-Oberfrohna, no Oeste da Alemanha. Segundo a polícia, o homem dirigia em alta velocidade e, depois de ser retirado do telhado por uma equipe de resgate, foi levado para um hospital da região gravemente ferido. Sua identidade não foi revelada.
O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
- Para o automóvel, a rampa se comportou como uma pista de salto de esqui - disse Knut Wagner, da polícia de Chemnitz.


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BERLIM - Um motorista de 23 anos perdeu o controle do carro em uma curva e terminou parando no telhado de uma igreja na pequena cidade de Limbach-Oberfrohna, no Oeste da Alemanha. Segundo a polícia, o homem dirigia em alta velocidade e, depois de ser retirado do telhado por uma equipe de resgate, foi levado para um hospital da região gravemente ferido. Sua identidade não foi revelada.
O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
- Para o automóvel, a rampa se comportou como uma pista de salto de esqui - disse Knut Wagner, da polícia de Chemnitz.


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BERLIM - Um motorista de 23 anos perdeu o controle do carro em uma curva e terminou parando no telhado de uma igreja na pequena cidade de Limbach-Oberfrohna, no Oeste da Alemanha. Segundo a polícia, o homem dirigia em alta velocidade e, depois de ser retirado do telhado por uma equipe de resgate, foi levado para um hospital da região gravemente ferido. Sua identidade não foi revelada.
O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
- Para o automóvel, a rampa se comportou como uma pista de salto de esqui - disse Knut Wagner, da polícia de Chemnitz.


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BERLIM - Um motorista de 23 anos perdeu o controle do carro em uma curva e terminou parando no telhado de uma igreja na pequena cidade de Limbach-Oberfrohna, no Oeste da Alemanha. Segundo a polícia, o homem dirigia em alta velocidade e, depois de ser retirado do telhado por uma equipe de resgate, foi levado para um hospital da região gravemente ferido. Sua identidade não foi revelada.
O acidente espetacular teria sido provocado por uma pequena ladeira que teria funcionado como rampa para o carro. O veículo teria se chocado em alta velocidade contra um posto policial e capotado em seguida. O carro foi catapultado a mais de 35 metros de altura e só parou quando caiu no telhado da igreja, de onde teve que ser retirado com ajuda de um guincho.
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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

QUE CONSIGAM SAIR DESSA!!!!


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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
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A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
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Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

QUE CONSIGAM SAIR DESSA!!!!


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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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SÃO PAULO - Os trabalhadores saem de várias cidades do noroeste paulista e embarcam muito cedo rumo às fazendas. A viagem leva até duas horas. A paisagem é de plantações dos dois lados da estrada por muitos quilômetros. Lá, se concentra a maior parte da produção de laranja e cana do Brasil. Mas a roça perdeu um pouco da tranqüilidade caipira. Mesmo tão longe dos centros urbanos, um mal da cidade avança pelo campo: drogas, principalmente o crack e a maconha.
Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
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Quem consegue vaga, pode contar com o otimismo do padre. "É possível recuperá-los sim, ninguém nasceu usando droga".

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Um grupo de colhedores de laranja confessa fazer uso da droga durante o serviço. Um homem diz que a maioria dos trabalhadores usa droga porque "hoje é comum". Um trabalhador chega a dizer que, ao usar drogas, ele trabalha melhor.
Dos 45 trabalhadores do pomar, pelo menos 10 usam algum tipo de droga. Como o trabalho rural exige muito esforço, principalmente nas culturas canavieiras, a droga é usada para amenizar o desgaste físico provocado pelo trabalho no campo. Mas o crack vicia rapidamente e pode levar o usuário á morte principalmente por arritmia, onde o coração bate de forma diferente e perde ritmo das suas batidas, infarto do miocárdio ou derrames.
O crack é um subproduto da pasta base de cocaína e tem uma ação muito mais potente que ela, que é um estimulante do sistema nervoso central. O uso do crack deixa a pessoa aparentemente mais confiante, mais forte, mais potente, alivia o cansaço, diminui o sono e o apetite
Só no estado de São Paulo, 600 mil pessoas trabalham na área rural, entre elas, 250 mil no corte de cana e 100 mil na colheita da laranja. No município de Palmares Paulista, a população que é de 10 mil moradores passa para quase 14 mil nas épocas de safra. Os trabalhadores são contratados por empreiteiros e ganham de acordo com o que produzem. Alguns chegam a cortar mais de 10 toneladas de cana por dia, e recebem 2,5 mil em um mês.
Hoje, o trabalhador do corte da cana perde diariamente oito litros de líquido do seu organismo, corre mais de 12 quilômetros por dia e movimenta mais de 30 mil podões por dia. Este é o esforço físico de um super atleta mas com uma contrapartida totalmente inferior: ele não tem alimentação correta, não tem descanso adequado pra desempenhar essa função e esse desgaste acaba induzindo o trabalhador ao uso da droga.
Um empreiteiro, que supervisiona o trabalho em um pomar, acredita que a droga só piora o desempenho do trabalhador. Ele diz que, em seis anos de trabalho, acha que o trabalhador fica mais sonolento.
- Flagrei algumas vezes, tentei orientar, dar advertência, mas é muito difícil acabar com tudo isso - conta.
Quem fiscaliza a atividade é o próprio Ministério do Trabalho, inclusive quando recebe denúncias de tráfico de drogas.
- Muitas vezes, quando estamos chegando os traficantes já fugiram e deram fim às drogas que estariam ali - conta o gerente regional do Ministério do Trabalho Antônio Valério Morillas Júnior.
Um caso recente chamou a atenção das autoridades. Um gerente de uma fazenda na região de Pirassununga, foi preso por pagar os trabalhadores com maconha e cocaína. Luís Aparecido da Silva, em depoimento, confessou o crime e aguarda julgamento no presídio da cidade de Itirapina.
Metade dos internos de uma casa de recuperação do noroeste é formada por trabalhadores rurais. Gente que foi em busca da falsa sensação de mais disposição para o trabalho, perdeu o emprego e hoje, luta pra conseguir ficar longe da droga.
- Com o crack eu cheguei ao fundo do poço, eu trabalhava, pegava meu pagamento, fumava tudo, não tinha mais contato com a família e cheguei a ficar quatro dias dentro de um buraco usando drogas, não queria saber de nada - confessa um dos internos.
A casa abriga 45 pessoas, mas o coordenador do local, Padre Osvaldo Rosa, diz que é impossível atender todos os pedidos de internação.
- A procura é de 80 a 100 pedidos por mês, nós conseguimos acolher de 15 a 20 pessoas mensal - completa.
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RIO - A secretária municipal de Cultura, Jandira Feghali, anunciou na manhã desta segunda-feira a interdição de quatro das dez lonas culturais do município do Rio. De acordo com laudo da Defesa Civil Municipal, as lonas culturais de Guadalupe, Realengo, Anchieta e Maré não apresentam condições para receber artistas e público. A maioria delas está com problemas na rede elétrica e hidráulica e nas arquibancadas.
A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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A lona de Anchieta é considerada a mais precária. A arquibancada corre risco de desabamento. Além disso, a rede elétrica está desencapada em vários trechos, inclusive próximo ao público, e há infiltrações no teto. De acordo com a Secretaria de Cultura, os riscos de queda de materiais, incêndio e curto-circuito existem também nas outras unidades condenadas.
De acordo com a secretária, a Prefeitura abrirá licitação para manutenção dessas lonas em fevereiro e espera no prazo de quatro meses de reforma entregá-las de volta ao público. Durante esse tempo, a prefeitura vai procurar palcos alternativos para as oficinas e apresentações já agendadas para as lonas interditadas. Quando não houver disponibilidade de outro espaço na vizinhança, as atividades serão canceladas.
A melhoria das lonas culturais foi uma promessa feita por Jandira antes mesmo de assumir a secretaria municipal. A rede, comandada pelo subsecretário de Projetos Especiais, Mário del Rei, também deve ser expandida nos próximos anos. O primeiro bairro a receber uma nova lona será a Pavuna, escolhida por ter um dos menores índices de desenvolvimento humano do município.

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RIO - O menino Alexandre da Silveira, de 10 anos, morreu enquanto estava num brinquedo de um parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, no domingo. Conforme reportagem exibida no telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo ele pode ter sido eletrocutado. Segundo a polícia, Alexandre estava num brinquedo quando teria recebido uma descarga elétrica. A criança chegou a ser levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. O corpo de Alexandre será sepultado na tarde desta segunda-feira, no Cemitério do Murundu, em Realengo.
Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/01/26/menino-de-10-anos-morre-em-parque-de-diversoes-em-padre-miguel-754144155.asp
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RIO - O menino Alexandre da Silveira, de 10 anos, morreu enquanto estava num brinquedo de um parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, no domingo. Conforme reportagem exibida no telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo ele pode ter sido eletrocutado. Segundo a polícia, Alexandre estava num brinquedo quando teria recebido uma descarga elétrica. A criança chegou a ser levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. O corpo de Alexandre será sepultado na tarde desta segunda-feira, no Cemitério do Murundu, em Realengo.
Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
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A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
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No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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RIO - O menino Alexandre da Silveira, de 10 anos, morreu enquanto estava num brinquedo de um parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, no domingo. Conforme reportagem exibida no telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo ele pode ter sido eletrocutado. Segundo a polícia, Alexandre estava num brinquedo quando teria recebido uma descarga elétrica. A criança chegou a ser levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. O corpo de Alexandre será sepultado na tarde desta segunda-feira, no Cemitério do Murundu, em Realengo.
Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/01/26/menino-de-10-anos-morre-em-parque-de-diversoes-em-padre-miguel-754144155.asp
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RIO - O menino Alexandre da Silveira, de 10 anos, morreu enquanto estava num brinquedo de um parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, no domingo. Conforme reportagem exibida no telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo ele pode ter sido eletrocutado. Segundo a polícia, Alexandre estava num brinquedo quando teria recebido uma descarga elétrica. A criança chegou a ser levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. O corpo de Alexandre será sepultado na tarde desta segunda-feira, no Cemitério do Murundu, em Realengo.
Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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Com a morte da criança, os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira. A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica. Descarga elétrica em Realengo
No domingo, Um jovem morreu vítima de descarga elétrica. Adriano da Silva Mattos, de 17 anos, tentava pegar uma pipa que caiu dentro de uma oficina em Realengo, Zona Norte do Rio, e acabou sendo eletrocutado. De acordo com os bombeiros, ele encostou em uma corrente que estava em contato com fios desencapados.
A polícia abriu inquérito e disse que o dono da oficina terá que responder na Justiça pela morte do rapaz, já que a corrente estava eletrificada e não havia nenhuma placa que indicasse o perigo. O delegado responsável pelo caso informou que o dono do terreno onde funciona a oficina já foi identificado e que ele prestará depoimento ainda esta semana. Os laudos da perícia devem ficar prontos em 30 dias.




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