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24.1.09
Membro de criança de 3 anos foi arrancado em acidente com máquina de lavar em Nova Iguaçu

Rio - Um menino de 3 anos teve o braço direito arrancado ao mexer numa máquina de lavar. O acidente foi na casa da criança, no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele foi submetido a uma cirurgia de reimplante ontem, no Hospital Geral de Saracuruna, em Duque de Caxias, e segundo o diretor da unidade, o neurocirurgião Manoel Moreira, passa bem.
O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, quando o garoto aproveitou a distração e abriu a porta da máquina de lavar, colocando o braço quando o rotor ainda funcionava na posição de centrifugar. “O braço da criança foi puxado, torcido, quebrado e arrancado”, disse o diretor da unidade.
O menino foi socorrido pelo tio, que levou o garoto para o Hospital da Posse, em um caminhão. Antes, colocou o braço arrancado de Lucas dentro de um balde de gelo até o Hospital da Posse, de onde foi transferido em helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Saracuruna, que é referência na Baixada Fluminense em cirurgia de reimplante.
Cinco horas de cirurgia
Foi realizada uma cirurgia multidisciplinar com a participação de um ortopedista, um cirurgião vascular, um neurocirurgião e um microcirurgião. A operação demorou cinco horas, com a fixação dos fragmentos ósseos e a interligação de artérias e veias.
O neurocirurgião Manoel Moreira disse que o menino ainda não tem previsão de alta e que ficará internado pelo tempo de 48 horas a 72 horas, prazo em que há risco de acontecer trombose. Em seguida, segundo Moreira, será feita outra cirurgia para que os movimentos sejam recuperados.
O médico disse que a rapidez com que o menino chegou ao hospital, com o braço arrancado preservado no gelo, ajudou no sucesso da cirurgia.
No ano passado, uma menina de 9 anos também teve um braço arrancado por máquina de lavar e foi submetida a reimplante. “A cirurgia do garoto foi um sucesso, mas é certo que os movimentos do braço arrancado nunca serão os mesmos que os do outro braço”.


fonte: O DIA ONLINE
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Membro de criança de 3 anos foi arrancado em acidente com máquina de lavar em Nova Iguaçu

Rio - Um menino de 3 anos teve o braço direito arrancado ao mexer numa máquina de lavar. O acidente foi na casa da criança, no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele foi submetido a uma cirurgia de reimplante ontem, no Hospital Geral de Saracuruna, em Duque de Caxias, e segundo o diretor da unidade, o neurocirurgião Manoel Moreira, passa bem.
O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, quando o garoto aproveitou a distração e abriu a porta da máquina de lavar, colocando o braço quando o rotor ainda funcionava na posição de centrifugar. “O braço da criança foi puxado, torcido, quebrado e arrancado”, disse o diretor da unidade.
O menino foi socorrido pelo tio, que levou o garoto para o Hospital da Posse, em um caminhão. Antes, colocou o braço arrancado de Lucas dentro de um balde de gelo até o Hospital da Posse, de onde foi transferido em helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Saracuruna, que é referência na Baixada Fluminense em cirurgia de reimplante.
Cinco horas de cirurgia
Foi realizada uma cirurgia multidisciplinar com a participação de um ortopedista, um cirurgião vascular, um neurocirurgião e um microcirurgião. A operação demorou cinco horas, com a fixação dos fragmentos ósseos e a interligação de artérias e veias.
O neurocirurgião Manoel Moreira disse que o menino ainda não tem previsão de alta e que ficará internado pelo tempo de 48 horas a 72 horas, prazo em que há risco de acontecer trombose. Em seguida, segundo Moreira, será feita outra cirurgia para que os movimentos sejam recuperados.
O médico disse que a rapidez com que o menino chegou ao hospital, com o braço arrancado preservado no gelo, ajudou no sucesso da cirurgia.
No ano passado, uma menina de 9 anos também teve um braço arrancado por máquina de lavar e foi submetida a reimplante. “A cirurgia do garoto foi um sucesso, mas é certo que os movimentos do braço arrancado nunca serão os mesmos que os do outro braço”.


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Membro de criança de 3 anos foi arrancado em acidente com máquina de lavar em Nova Iguaçu

Rio - Um menino de 3 anos teve o braço direito arrancado ao mexer numa máquina de lavar. O acidente foi na casa da criança, no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele foi submetido a uma cirurgia de reimplante ontem, no Hospital Geral de Saracuruna, em Duque de Caxias, e segundo o diretor da unidade, o neurocirurgião Manoel Moreira, passa bem.
O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, quando o garoto aproveitou a distração e abriu a porta da máquina de lavar, colocando o braço quando o rotor ainda funcionava na posição de centrifugar. “O braço da criança foi puxado, torcido, quebrado e arrancado”, disse o diretor da unidade.
O menino foi socorrido pelo tio, que levou o garoto para o Hospital da Posse, em um caminhão. Antes, colocou o braço arrancado de Lucas dentro de um balde de gelo até o Hospital da Posse, de onde foi transferido em helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Saracuruna, que é referência na Baixada Fluminense em cirurgia de reimplante.
Cinco horas de cirurgia
Foi realizada uma cirurgia multidisciplinar com a participação de um ortopedista, um cirurgião vascular, um neurocirurgião e um microcirurgião. A operação demorou cinco horas, com a fixação dos fragmentos ósseos e a interligação de artérias e veias.
O neurocirurgião Manoel Moreira disse que o menino ainda não tem previsão de alta e que ficará internado pelo tempo de 48 horas a 72 horas, prazo em que há risco de acontecer trombose. Em seguida, segundo Moreira, será feita outra cirurgia para que os movimentos sejam recuperados.
O médico disse que a rapidez com que o menino chegou ao hospital, com o braço arrancado preservado no gelo, ajudou no sucesso da cirurgia.
No ano passado, uma menina de 9 anos também teve um braço arrancado por máquina de lavar e foi submetida a reimplante. “A cirurgia do garoto foi um sucesso, mas é certo que os movimentos do braço arrancado nunca serão os mesmos que os do outro braço”.


fonte: O DIA ONLINE
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Membro de criança de 3 anos foi arrancado em acidente com máquina de lavar em Nova Iguaçu

Rio - Um menino de 3 anos teve o braço direito arrancado ao mexer numa máquina de lavar. O acidente foi na casa da criança, no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele foi submetido a uma cirurgia de reimplante ontem, no Hospital Geral de Saracuruna, em Duque de Caxias, e segundo o diretor da unidade, o neurocirurgião Manoel Moreira, passa bem.
O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, quando o garoto aproveitou a distração e abriu a porta da máquina de lavar, colocando o braço quando o rotor ainda funcionava na posição de centrifugar. “O braço da criança foi puxado, torcido, quebrado e arrancado”, disse o diretor da unidade.
O menino foi socorrido pelo tio, que levou o garoto para o Hospital da Posse, em um caminhão. Antes, colocou o braço arrancado de Lucas dentro de um balde de gelo até o Hospital da Posse, de onde foi transferido em helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Saracuruna, que é referência na Baixada Fluminense em cirurgia de reimplante.
Cinco horas de cirurgia
Foi realizada uma cirurgia multidisciplinar com a participação de um ortopedista, um cirurgião vascular, um neurocirurgião e um microcirurgião. A operação demorou cinco horas, com a fixação dos fragmentos ósseos e a interligação de artérias e veias.
O neurocirurgião Manoel Moreira disse que o menino ainda não tem previsão de alta e que ficará internado pelo tempo de 48 horas a 72 horas, prazo em que há risco de acontecer trombose. Em seguida, segundo Moreira, será feita outra cirurgia para que os movimentos sejam recuperados.
O médico disse que a rapidez com que o menino chegou ao hospital, com o braço arrancado preservado no gelo, ajudou no sucesso da cirurgia.
No ano passado, uma menina de 9 anos também teve um braço arrancado por máquina de lavar e foi submetida a reimplante. “A cirurgia do garoto foi um sucesso, mas é certo que os movimentos do braço arrancado nunca serão os mesmos que os do outro braço”.


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Membro de criança de 3 anos foi arrancado em acidente com máquina de lavar em Nova Iguaçu

Rio - Um menino de 3 anos teve o braço direito arrancado ao mexer numa máquina de lavar. O acidente foi na casa da criança, no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Ele foi submetido a uma cirurgia de reimplante ontem, no Hospital Geral de Saracuruna, em Duque de Caxias, e segundo o diretor da unidade, o neurocirurgião Manoel Moreira, passa bem.
O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, quando o garoto aproveitou a distração e abriu a porta da máquina de lavar, colocando o braço quando o rotor ainda funcionava na posição de centrifugar. “O braço da criança foi puxado, torcido, quebrado e arrancado”, disse o diretor da unidade.
O menino foi socorrido pelo tio, que levou o garoto para o Hospital da Posse, em um caminhão. Antes, colocou o braço arrancado de Lucas dentro de um balde de gelo até o Hospital da Posse, de onde foi transferido em helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Saracuruna, que é referência na Baixada Fluminense em cirurgia de reimplante.
Cinco horas de cirurgia
Foi realizada uma cirurgia multidisciplinar com a participação de um ortopedista, um cirurgião vascular, um neurocirurgião e um microcirurgião. A operação demorou cinco horas, com a fixação dos fragmentos ósseos e a interligação de artérias e veias.
O neurocirurgião Manoel Moreira disse que o menino ainda não tem previsão de alta e que ficará internado pelo tempo de 48 horas a 72 horas, prazo em que há risco de acontecer trombose. Em seguida, segundo Moreira, será feita outra cirurgia para que os movimentos sejam recuperados.
O médico disse que a rapidez com que o menino chegou ao hospital, com o braço arrancado preservado no gelo, ajudou no sucesso da cirurgia.
No ano passado, uma menina de 9 anos também teve um braço arrancado por máquina de lavar e foi submetida a reimplante. “A cirurgia do garoto foi um sucesso, mas é certo que os movimentos do braço arrancado nunca serão os mesmos que os do outro braço”.


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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



fonte:G1
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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



fonte:G1
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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Estudante de 19 anos está em coma. Dois suspeitos foram presos. Terceiro está foragido.
Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Uma jovem de 19 anos está em coma após ser baleada em uma tentativa de assalto na sexta-feira (23) à noite na cidade de Goiânia, em Goiás. O crime aconteceu quando ela entrou no carro do namorado, de 25 anos. Os assaltantes anunciaram o crime e a balearam na cabeça. Dois suspeitos, de 18 e 23 anos, estão presos. Um terceiro, que teria dado cobertura, está foragido.

Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Depois de ser atingida, os dois assaltantes fugiram com o carro e com a jovem no banco de trás. Algumas quadras à frente, abandonaram o carro. O namorado encontrou e a levou para o hospital. O estado dela é grave. Na mesma noite, os suspeitos roubaram outro carro e passaram a noite em uma boate. Foram presos tentando guinchar esse carro usado na fuga. Antes de cometerem os crimes, os assaltantes filmaram eles próprios dançando e rindo com as armas. Também tiraram fotos.



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Site 'Cosmetic Surgeon' listou as seis modificações mais esquisitas.Há desde bifurcação na língua, chifres na cabeça até 'óculos-piercing'.


fonte:G1
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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

fonte:G1
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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

fonte:G1
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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Visitação à sala com 440 crânios é restrita a pesquisadores.Museu foi criado em 1930 e pertence à Unifesp.

A sala é pequena e dispõe apenas de três estantes, que vão do chão até quase o teto, e uma mesa com algumas cadeiras. Em cada prateleira, crânios de homens, mulheres e crianças, reunidos para formar o Museu de Crânios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criado na década 1930. A sala é trancada a chave e poucos têm acesso livre ao museu. Um deles é o professor-titular Ricardo Smith, chefe da disciplina de anatomia da universidade. Quem esperava que um museu só de crânios seria escuro, empoeirado e com ares de abandonado se engana. O museu, conta o professor, é um dos maiores e mais organizados do mundo e atrai pesquisadores de vários países.

Cada um dos 440 crânios do lugar é numerado, e cada número corresponde a uma página de um antigo caderno, que está amarelado e é manuseado com cuidado pelo professor. “Eu cuido um pouco, e sou responsável pelo museu”, diz. Procurando por um número aleatório, de qualquer andar da estante, dá para saber o nome, sexo, com quantos anos a pessoa morreu, o motivo da morte e até se ela era casada ou não. Alguns crânios são de pessoas que não foram identificadas, mas para o professor, isso não faz diferença.

“Para nós, todos têm um significado, têm nome, têm história de vida. Quem respeita o morto vai respeitar o vivo”, afirma Smith, que está na universidade há 40 anos. O zelo pelo acervo do museu é tão grande que os estudantes de medicina não têm acesso à sala. “Se entram, vão passar um crânio de um para outro e pode virar uma bagunça”, justifica.

Museu de Anatomia
Menos restrito que o Museu de Crânios, o de Anatomia também impressiona. São três estantes, que também cobrem do chão até o teto, preenchidas de membros e órgãos humanos conservados em formol ou em um método que usa glicerina. Este museu não é tão restrito quanto o de crânios, os estudantes de medicina têm livre circulação e até há visitas guiadas para visitantes de escolas.
O museu recebe ainda a visita de quem está passando, olha pela janela e fica curioso. ‘A pergunta que mais ouço aqui é: ‘É de verdade mesmo?’”, conta o professor. O questionamento vem logo à cabeça porque os órgãos são tão conservados e perfeitos que parecem de mentira mesmo. Seja estudante de medicina ou não, o Museu de Anatomia é uma verdadeira aula sobre o corpo humano só de observar todo o material exposto. Dá para ver como funciona os sistemas circulatório, respiratório e nervoso. “Você pode olhar um corpo de várias maneiras, tudo depende da visão que você tem do corpo humano”, diz Smith.

Doação de corpos
Smith conta que o número de pessoas interessadas em doar o corpo para estudo quando morrerem tem crescido desde que se tornou público o desejo da ciclista Márcia Regina de Andrade Prado, de 40 anos. Ela morreu no dia 14 de janeiro após ser atropelada na Avenida Paulista, e seu corpo foi entregue à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estudo. O professor não se sente muito confortável ao falar da ciclista, que era amiga de funcionários da universidade. O corpo dela, conta Smith, deverá levar alguns anos para ser usado como instrumento de estudo por causa da comoção gerada pelo acidente. “Nós vamos esperar uns quatro anos, mais ou menos”, calcula.

Serviço :
Museu de Crânios e de Anatomia da Unifesp Rua Botucatu, 740 (Edifício Leitão da Cunha), Vila Clementino. Visitas apenas com agendamento prévio. Telefone: (11) 5576- 4261.

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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


fonte:G1
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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
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Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


fonte:G1
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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Conhecidas como iPS, elas são idênticas às células-tronco embrionárias.Célula adulta tem DNA reprogramado para poder transformar tecidos.

Cientistas cariocas produziram pela primeira vez no Brasil uma linhagem de células-tronco de pluripotência induzida.
Conhecidas pela sigla iPS - induced pluripotent stem cells, em inglês -, elas são idênticas às células-tronco embrionárias, com a vantagem de que não necessitam de embriões para sua obtenção.
Em vez disso, a pluripotência (capacidade para se transformar em qualquer tecido do organismo) é induzida "artificialmente" em uma célula adulta, por meio da reprogramação de seu DNA.
O projeto foi realizado nos laboratórios do neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do biomédico Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca), com apoio dos alunos de pós-graduação Bruna Paulsen e Leonardo Chicaybam.
A parceria começou em 2008, depois que Rehen deu uma palestra no Inca. Foi o casamento perfeito: "O Stevens sabia cultivar as células-tronco e a gente sabia produzir os vetores virais para infectar as células", conta Bonamino.
Sem complicações
A técnica não reduz a importância do estudo das células embrionárias "autênticas", mas diminui a necessidade de destruir embriões para a produção de novas linhagens pluripotentes.
Além de facilitar imensamente a produção de células-tronco oriundas dos próprios pacientes, já que não há limite no número de células adultas que podem ser reprogramadas nem é preciso passar pelas complicações técnicas (e éticas) de fabricar ou clonar um embrião para pesquisa.
Comunidade científica terá acesso
Apenas quatro outros países já possuem linhagens de células iPS registradas na literatura científica: Japão, Estados Unidos, China e Alemanha.
A pesquisa brasileira produziu, simultaneamente, em menos de um ano, uma linhagem iPS de células humanas e outra de camundongo. Ambas serão disponibilizadas gratuitamente para a comunidade científica. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
Revista Veja
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
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Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
Revista Veja
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
Revista Veja
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
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Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
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Uma cirurgia no intestino é a nova arma na luta contra a doença. A técnica ainda é experimental, mas seus resultados são impressionantes

Em sete anos, o diabetes arruinou a saúde da funcionária pública Legínia Miranda. Com o organismo combalido pela doença, ela estava ficando cega. Sua pressão arterial, sempre alta, atingia por vezes inacreditáveis 22 por 16 (o normal é 12 por 8). Legínia vivia abatida por um cansaço permanente e uma depressão profunda. A moléstia lhe impingia uma rotina penosa – comprimidos antidiabéticos, injeções de insulina, dieta austeríssima. Mesmo assim, sua glicemia não baixava. Girava em torno dos 300 miligramas de glicose por decilitro de sangue, mas freqüentemente chegava a 520 (o normal é 100, no máximo). Em 2005, aos 54 anos e prestes a se aposentar por invalidez, Legínia concordou em passar por um tratamento ainda experimental contra o diabetes tipo 2. Às 7 da manhã de 5 de novembro, ela deu entrada no centro cirúrgico do Hospital de Especialidades, em Goiânia. Nove horas depois, a doença já dava sinais de arrefecimento. Sem nenhum medicamento, sua glicemia baixou para 160 – um patamar jamais alcançado nos anos precedentes. Legínia experimentou uma melhora que, em outros tempos, seria chamada de milagrosa. Hoje, sua pressão está normal e a glicemia gira em torno dos 70 miligramas de glicose por decilitro de sangue. Com a visão recuperada, ela não precisa mais de óculos – nem para ler. À mesa, apesar da dieta equilibrada, delicia-se sem medo com pudim de leite e quindim. Nada, porém, se compara à felicidade de acompanhar as estripulias de Ana Carolina, a neta de 1 ano e 2 meses. Legínia agora tem fôlego. "Eu nasci de novo", diz a funcionária pública. Legínia é personagem de uma das mais arrojadas e fascinantes linhas de tratamento do diabetes tipo 2 – a intervenção cirúrgica.
A operação para conter o diabetes é diferente de qualquer outra. Ela não se destina a trocar um órgão que funciona mal por outro em boas condições, como nos transplantes. Tampouco é feita para a implantação de um corpo estranho no organismo, de modo a fazê-lo trabalhar melhor. A cirurgia do diabetes combina simplicidade e engenhosidade. Os médicos estão conseguindo, com pequenas modificações na anatomia do intestino delgado, regular a produção de insulina no pâncreas e, com isso, restaurar as taxas de glicemia aos níveis normais. Em outras palavras, eles conseguem reverter o diabetes. A cirurgia é fruto de uma constatação nova e surpreendente: a de que o diabetes é uma disfunção cujas origens ultrapassam as fronteiras do pâncreas, o órgão produtor de insulina – hormônio responsável por retirar as moléculas de glicose da circulação sanguínea e levá-las para dentro das células, onde são transformadas em energia. O diabetes surge da falta ou da ineficiência da insulina, o que leva ao acúmulo de glicose no sangue. E o que é que o intestino delgado tem a ver com isso? Tudo. Com 6,5 metros de comprimento e 4 centímetros de diâmetro, cheio de dobras e reentrâncias, o intestino delgado, além de promover a digestão e a absorção dos alimentos, funciona como uma espécie de fábrica de incretinas, a família de hormônios capaz de potencializar a secreção de insulina. Elas ajudam a baixar as taxas de glicose no sangue, sobretudo depois das refeições, quando esses níveis tendem a explodir. O bisturi entra para corrigir essas falhas e restabelecer a sintonia entre os hormônios do aparelho digestivo e a insulina.
A experiência com um dos métodos foi relatada na edição de agosto passado da revista Surgical Endoscopy, da Sociedade Americana de Cirurgiões Gastrointestinais e Endoscópicos. O autor do artigo é o cirurgião Áureo Ludovico De Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia. Ele é o criador da técnica de interposição do íleo, feita por laparoscopia. A cirurgia consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago; prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina, o hormônio do apetite. Isso leva à perda de peso e, assim, diminui a resistência à insulina. Dos 39 pacientes citados no artigo da revista americana, quase 90% ficaram completamente livres do diabetes. De cada dez, três saíram do hospital sem necessidade de nenhuma medicação antidiabética – uma cura praticamente instantânea. "Se apenas metade desses resultados puder ser repetida, teremos uma revolução no tratamento do diabetes", diz Alfredo Halpern, endocrinologista, da Universidade de São Paulo. A cirurgia tem efeito, ainda, sobre uma série de outras doenças associadas ao diabetes – hipertensão, colesterol alto e triglicérides em excesso.
Há três semanas, uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Mount Sinai, em Nova York, esteve no Brasil para aprender a técnica criada por De Paula. Eles vão começar a testá-la nos Estados Unidos. O sucesso da experiência BRASILEIRA serviu de incentivo para que os americanos se lançassem nessa empreitada. Até então, eles não haviam tomado essa iniciativa porque, lá, os protocolos de pesquisas com seres humanos são muito mais rigorosos e demorados. Outro grupo envolvido no tratamento cirúrgico do diabetes é o coordenado pelo cirurgião José Carlos Pareja, chefe do Serviço de Cirurgia Bariátrica e Metabólica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inspirado na técnica desenvolvida pelo médico italiano Francesco Rubino e batizado de exclusão duodenal, o método isola o duodeno e 40% do jejuno do processo digestivo. Com isso, o alimento chega menos degradado ao íleo e estimula a ação das incretinas. Até agora, Pareja operou quinze doentes. Todos tomavam injeções de insulina e antidiabéticos orais diariamente. Depois da cirurgia, os quinze se livraram das picadas, mas nenhum conseguiu abandonar a medicação por boca.
O paulista Divaldo Faria de Mello, de 46 anos, passou por essa cirurgia. Em 2003, por causa do diabetes, ele teve de amputar dois dedos do pé direito, machucados durante uma partida de futebol. O excesso de glicose no sangue impediu que as feridas se cicatrizassem. A vida de Mello pode ser dividida entre antes e depois da cirurgia. Diz ele: "Não ter de tomar injeção todos os dias e conseguir comer de tudo, até feijoada, é uma bênção".
Os médicos da Unicamp pretendem testar duas outras técnicas cirúrgicas contra o diabetes. . É provável que, num futuro não muito longínquo, vários tipos de operação convivam no catálogo de tratamentos disponíveis.
Alguns especialistas costumam alarmar-se com o que seria uma epidemia de diabetes tipo 2 já em curso no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em 2025 os doentes somarão 330 milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, estima-se que metade das crianças negras e hispânicas nascidas em 2000 desenvolverá a doença em algum momento de sua vida. Não importa o mecanismo pelo qual o distúrbio surge, o fato é que os estímulos externos são decisivos. Em especial, a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Por esse ângulo, o diabetes tipo 2 é uma doença culturalmente provocada. Vencer suas causas culturais, portanto, pode ser, para a maioria dos doentes em potencial, uma maneira menos dolorosa do que tomar picadas diárias de insulina sintética ou entrar na faca.
Reportagem de Adriana Dias Lopes e Anna Paula Buchalla
Revista Veja
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RIO - O pré-vestibular comunitário Vetor está com inscrições abertas para turmas em 2009. Os interessados devem comparecer neste sábado, dia 24, das 10h às 15h na Paróquia Santa Mônica, Avenida Ataulfo de Paiva 527, subsolo, no Leblon. É preciso levar o CPF original e pagar uma taxa de R$ 10. Outras datas para inscrição serão dias 7, 14 e 28 de fevereiro, também das 10h às 15h e dias 4 e 5 de março, no horário das 19h às 21h.
Outras informações podem ser obtidas no site ou pelo telefone 8857-2436 (Diogo).

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RIO - A notícia se espalhou voando pela Fonte na Saudade, na Lagoa, onde atualmente é difícil encontrar alguma janela aberta. Um morcego mordeu a economista aposentada Nora Larani, de 70 anos, dentro de sua casa. Por conta disso, ela passou os últimos 30 dias tomando vacina, soros e antibióticos, como noticiou anteontem a coluna Gente Boa. Segundo a aposentada, o local da mordida foi no rosto, próximo ao olho direito:
Moradora há 15 anos da Rua Ministro Armando de Alencar, que fica perto da Fonte da Saudade, a aposentada agora só dorme com as janelas fechadas.
Técnicos da Fundação RioZoo explicaram que existem cerca de 1.150 espécies de morcegos, porém apenas três se alimentam de sangue, sendo que apenas a espécie Desmodus rotundus, morde mamíferos. No Rio de Janeiro, por ser uma cidade litorânea, a espécie que mais se desenvolve é a Artibeus lituratus, conhecida como "'morcego das frutas".

JÁ HOUVE UM CASO NA MINHA FAMÍLIA...NA GÁVEA
QUAL ESPÉCIE SERIA????
MORCEGO DAS FRUTAS COM CERTEZA NÃO FOI!!!!!


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RIO - A notícia se espalhou voando pela Fonte na Saudade, na Lagoa, onde atualmente é difícil encontrar alguma janela aberta. Um morcego mordeu a economista aposentada Nora Larani, de 70 anos, dentro de sua casa. Por conta disso, ela passou os últimos 30 dias tomando vacina, soros e antibióticos, como noticiou anteontem a coluna Gente Boa. Segundo a aposentada, o local da mordida foi no rosto, próximo ao olho direito:
Moradora há 15 anos da Rua Ministro Armando de Alencar, que fica perto da Fonte da Saudade, a aposentada agora só dorme com as janelas fechadas.
Técnicos da Fundação RioZoo explicaram que existem cerca de 1.150 espécies de morcegos, porém apenas três se alimentam de sangue, sendo que apenas a espécie Desmodus rotundus, morde mamíferos. No Rio de Janeiro, por ser uma cidade litorânea, a espécie que mais se desenvolve é a Artibeus lituratus, conhecida como "'morcego das frutas".

JÁ HOUVE UM CASO NA MINHA FAMÍLIA...NA GÁVEA
QUAL ESPÉCIE SERIA????
MORCEGO DAS FRUTAS COM CERTEZA NÃO FOI!!!!!


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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

Consultor: Professor. Azor José de Lima

fonte:Boletim FAPESP

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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

Consultor: Professor. Azor José de Lima

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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

Consultor: Professor. Azor José de Lima

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Acidentes e Intoxicações: Picadas de formigas
Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Formigas são insetos que se organizam socialmente, pertencentes à ordem Hymenoptera, superfamília Formicoidea. Sua estrutura social é complexa, compreendendo inúmeras operárias e guerreiras (formas não capazes de reprodução) e rainhas e machos alados(com azas), que determinarão o aparecimento de novas colônias. Algumas espécies são portadoras de um aguilhão (ferrão) abdominal ligado a glândulas de veneno. A picada pode ser muito dolorosa e pode provocar complicações tais como anafilaxia, necrose e infecção secundária. A subfamília Ponerinae inclui a Paraponera clavata, a formiga tocandira, cabo-verde ou formiga vinte-e-quatro-horas de cor negra, capaz de atingir 3 cm de comprimento e encontrada nas Regiões Norte e Centro-Oeste. Sua picada é extremamente dolorosa e pode provocar edema e eritema no local, ocasionalmente acompanhada de fenômenos sistêmicos(gerais). (calafrios, sudorese, taquicardia). As formigas de correição, gênero Eciton (subfamília Dorilinae), ocorrem na selva amazônica, são carnívoras e se locomovem em grande número, predando(atacando) pequenos seres vivos. Sua picada é pouco dolorosa. De interesse médico são as formigas da subfamília Myrmicinae, como as formigas-de-fogo ou lava-pés (gênero Solenopsis) e as formigas saúvas (gênero Atta). As formigas-de-fogo tornam-se agressivas e atacam em grande número se o formigueiro for perturbado. A ferroada é extremamente dolorosa e uma formiga é capaz de ferroar 10-12 vezes, fixando suas mandíbulas na pele e ferroando repetidamente em torno desse eixo, o que leva a uma pequena lesão dupla no centro de várias lesões pustulosas. As espécies mais comuns são a Solenopsis invicta, a formiga lava-pés vermelha, originária das Regiões Centro-Oeste e Sudeste (particularmente o Pantanal Mato-Grossense) e a Solenopsis richteri, a formiga lava-pés preta, originária do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. A primeira é responsável pelo quadro pustuloso clássico do acidente. O formigueiro do gênero tem características próprias: possui inúmeras aberturas e a grama próxima não é atacada, podendo haver folhas de permeio à terra da colônia. As saúvas, comuns em todo o Brasil, podem produzir cortes na pele humana com as potentes mandíbulas. O veneno da formiga lava-pés (gênero Solenopsis) é produzido em uma glândula conectada ao ferrão e cerca de 90% é constituído de alcalóides oleosos, onde a fração mais importante é a Solenopsin A, de efeito citotóxico. Menos de 10% têm constituição protéica, com pouco efeito local, mas capaz de provocar reações alérgicas em determinados indivíduos. A morte celular provocada pelo veneno promove diapedese de neutrófilos no ponto da ferroada. Imediatamente após a picada, forma-se uma pápula urticariforme de 0,5 a 1,0 cm no local. A dor é importante, mas, com o passar das horas, esta cede e o local pode se tornar pruriginoso. Cerca de 24 horas após, a pápula dá lugar a uma pústula estéril, que é reabsorvida em 7 a 10 dias. Acidentes múltiplos são comuns em crianças, alcoólatras e incapacitados, pois pouco reagem ao ataque e nem fogem do local onde estão sendo atacados. Pode haver infecção secundária das lesões, causada pelo rompimento da pústula pelo ato de coçar. Processos alérgicos em diferentes graus podem ocorrer, sendo inclusive causa de óbito. O paciente atópico é mais sensível. Infecção secundária é mais comum, podendo ocorrer abscessos, celulites, erisipela.O diagnóstico é basicamente clínico.O tratamento do acidente por Solenopsis sp (lava-pés) deve ser feito pelo uso imediato de compressas frias locais, seguido da aplicação de corticóides tópicos. A analgesia(diminuição da dor) pode ser feita com paracetamol e há sempre a indicação do uso de anti-histamínicos por via oral. Acidentes maciços ou complicações alérgicas têm indicação do uso de prednisona, 30 mg, por via oral, diminuindo-se 5 mg a cada 3 dias, após a melhora das lesões. Anafilaxia ou reações respiratórias do tipo asmático são emergências que devem ser tratadas prontamente. Em todas essas eventualidades é necessário um socorro urgente.

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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Agência FAPESP – Um estudo feito no Estado de São Paulo pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) concluiu que um em cada quatro produtos comercializados em academias de ginástica como suplementos nutricionais para praticantes de atividade física tem substâncias de natureza esteroidal não declaradas nos rótulos.
O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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O trabalho analisou 111 produtos comercializados na capital e no interior paulista, apreendidos pelos serviços de vigilância sanitária locais. As análises, realizadas por meio de técnica conhecida por screening por cromatografia em camada delgada, foram realizadas no Laboratório de Antibióticos e Hormônios do Instituto Adolfo Lutz, órgão vinculado à Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.
Do total de 28 amostras (25,5%) que apresentaram substâncias esteroidais destinadas ao desenvolvimento de massa muscular, 7% tinham sais de testosterona em suas fórmulas. “A identificação dos sais indica que esses produtos contêm esteróides anabolizantes e estão sendo vendidos ilegalmente”, disse Maria Regina Walter Koschtschak, pesquisadora da Seção de Antibióticos do IAL que participou das análises, à Agência FAPESP.
“Em contrapartida, 18,5% dos suplementos analisados também apresentaram substâncias de natureza esteroidal, mas que não pudemos identificar com precisão devido à falta de padrões de comparação com outras substâncias puras.”
Esteróides anabolizantes são drogas fabricadas para substituir a testosterona, o hormônio masculino fabricado pelos testículos que ajuda no crescimento dos músculos (efeito anabólico) e no desenvolvimento das características sexuais masculinas (efeito androgênico).
“A importância do estudo está na demonstração dos riscos que muitos atletas no Brasil correm ao consumir substâncias desconhecidas, ainda mais se tratando de drogas perigosas que oferecem efeitos colaterais muito variados”, afirmou Maria Regina.
Segundo ela, duas portarias de 1998 da legislação brasileira regulamentam os suplementos fixando identidade e características mínimas de qualidade, excluindo os produtos que contenham substâncias farmacológicas estimulantes, hormônios e outras substâncias consideradas como doping pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).
O levantamento também apontou que 85,6% dos suplementos analisados não apresentavam informações de procedência e, das demais amostras, 5,4% eram nacionais e 9%, importadas. O trabalho mostrou ainda que a forma mais frequente de apresentação dos produtos foi a de cápsula, representando 41% do total de amostras analisadas, por apresentar uma maior facilidade na manipulação e incorporação de outras substâncias farmacologicamente ativas.

Consumo popular


De acordo com o trabalho, alguns dos fatores que contribuem para a explosão de consumo dessas substâncias são o apelo da publicidade, a prática do fisiculturismo e o culto exagerado ao corpo, que enfatiza o desenvolvimento muscular conhecido como vigorexia.
Além disso, a disponibilidade e o livre acesso pela internet aos suplementos nutricionais no comércio internacional e, no Brasil, o consumo nas academias de ginásticas sem orientação de profissionais de saúde resultaram na popularização do uso desses produtos por atletas profissionais e amadores.
“Como consequência da explosão do consumo dos alimentos para praticantes de atividade física e dos suplementos vitamínicos e minerais, estimativas mostram que o mercado mundial desses produtos movimenta cerca de US$ 46 bilhões por ano”, contou Maria Regina.
Os hormônios precursores de testosterona apresentam efeitos androgênicos e forte atividade anabólica. “Teoricamente, essas substâncias aumentam a produção de hormônios masculinos por meio do incremento da concentração de precursores exógenos de testosterona. De acordo com os regulamentos do COI, esses hormônios estão classificados na categoria de esteróides anabólicos proibidos”, explicou.
Outro estudo para a detecção de anabolizantes, coordenado pela Comissão Médica do COI, revelou que 94 das 634 amostras de suplementos nutricionais, provenientes de 215 fabricantes de 31 países, continham substâncias não declaradas que poderiam levar a um teste positivo de doping aos usuários desses suplementos.
De acordo com a pesquisadora do Instituto Adolfo Lutz, outro fator que influenciou o crescimento do consumo dos suplementos nutricionais foi a passagem do controle desses produtos, em 1994, nos Estados Unidos, do Food and Drug Administration (FDA) para o Dietary Supplement Health and Education (DSHEA).
“O DSHEA define os suplementos dietéticos como sendo aqueles que suprem as necessidades de um ou mais nutrientes, como vitaminas, minerais e enzimas. Além dessas substâncias, são permitidos extratos vegetais, aminoácidos, melatonina e precursores da testosterona, chamados de pró-hormônios, entre os quais a androsteniona, a dehidroepiandrosterona e o androstenediol”, disse Maria Regina.
A pesquisadora destaca que, quando ingeridas sem orientação médica, essas substâncias podem causar problemas como impotência sexual, desordens menstruais, insônia, dor de cabeça, acne, aumento dos níveis de colesterol, problemas cardíacos, crescimento indevido de pelos, aumento de agressividade, engrossamento da voz, aumento da pressão sanguínea e até infarto do miocárdio.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Polícia das Bahamas deteve duas pessoas para interrogatório sobre um suposto complô para extorquir dinheiro do ator americano John Travolta, depois da morte acidental de seu filho.
Jett Travolta morreu aos 16 anos na casa de veraneio da família na ilha caribenha no dia 2 de janeiro.
Um dos detidos pelas autoridades é o motorista de ambulância Tarino Lightbourne, que levou o adolescente para o hospital. Tarino havia falado publicamente sobre as tentativas de reanimar Jett.
A senadora Pleasant Bridgewater também foi detida.
Nenhum dos dois foi indiciado até o momento, de acordo com a polícia das Bahamas. As autoridades não revelaram do que se tratava a extorsão.
Meios de comunicação sugeriram que o ator foi vítima de uma chantagem. Travolta teria sido informado de que fotos de seu filho morto seriam divulgadas caso ele se recusasse a pagar US$ 20 milhões. Mas informações posteriores sugeriram que este não seria o caso, de acordo com o correspondente da BBC em Los Angeles, Rajesh Mirchandani.
O filho de Travolta aparentemente caiu no banheiro após sofrer um colapso, ferindo a cabeça. Seu corpo foi cremado nas Bahamas e as cinzas levadas para a Flórida, onde a família mora.
Jett era o único filho de John Travolta e Kelly Preston. O casal tem uma filha, Ella Blue, nascida em 2000.



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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
fonte:G1

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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
fonte:G1

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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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Diretor da escola quer que adolescentes pintem o cabelo de castanho.Estudantes se recusam a tingir o cabelo com um tom mais escuro.
As estudantes Raegan Booth, de 16 anos, e Aby Western, de 15, disseram que foram ameaçadas de expulsão pelo diretor da escola, David Alexander, se não tingissem o cabelo de castanho, segundo o jornal inglês "Daily Mail".Elas afirmaram que estão sendo obrigadas a seguir o rigoroso código da escola Rednock, em Dursley (Reino Unido). Para o diretor, as duas estudantes estão muito loiras após terem tingido o cabelo, o que iria contra as regras.
No entanto Raegan argumenta que, em nenhum momento, o estatuto escolar proíbe as meninas de tingirem o cabelo de loiro. Segundo ela, iria contra as regras se elas "tivessem pintado o cabelo de azul, roxo, verde ou vermelho".
"O diretor diz que ele apenas segue as regras", afirmou Raegan. "Penso que isso é errado, pois a quantidade de tintura não afeta nossa capacidade na escola", destacou a estudante de 16 anos.
A adolescente, porém, se recusa a pintar o cabelo com um tom mais escuro. O pai de Raegan, Martin Booth, também questiona as regras da escola. Segundo ele, sua filha é um modelo de aluna e está estudando muito para os exames.
"Acredito que o problema é como você interpreta as regras. Temos que torná-las mais claras para os alunos e pais", afirmou Martin Booth.
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RIO - Pesquisadores de uma empresa privada afirmaram, nesta sexta-feira, que receberam autorização para realizar os primeiros testes nos Estados Unidos para tratamentos com células-tronco embrionárias humanas. Segundo o presidente da empresa de biotecnologia Geron, Thomas Okarma, a FDA (Food and Drug Administration - agência federal americana responsável pelo controle de alimentos e questões de saúde) aprovou os testes. Serão usadas células-tronco humanas liberadas em 2001 para estudos pelo ex-presidente George W. Bush, que se opunha à sua utilização, alegando restrições morais e religiosas.
Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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RIO - Pesquisadores de uma empresa privada afirmaram, nesta sexta-feira, que receberam autorização para realizar os primeiros testes nos Estados Unidos para tratamentos com células-tronco embrionárias humanas. Segundo o presidente da empresa de biotecnologia Geron, Thomas Okarma, a FDA (Food and Drug Administration - agência federal americana responsável pelo controle de alimentos e questões de saúde) aprovou os testes. Serão usadas células-tronco humanas liberadas em 2001 para estudos pelo ex-presidente George W. Bush, que se opunha à sua utilização, alegando restrições morais e religiosas.
Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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RIO - Pesquisadores de uma empresa privada afirmaram, nesta sexta-feira, que receberam autorização para realizar os primeiros testes nos Estados Unidos para tratamentos com células-tronco embrionárias humanas. Segundo o presidente da empresa de biotecnologia Geron, Thomas Okarma, a FDA (Food and Drug Administration - agência federal americana responsável pelo controle de alimentos e questões de saúde) aprovou os testes. Serão usadas células-tronco humanas liberadas em 2001 para estudos pelo ex-presidente George W. Bush, que se opunha à sua utilização, alegando restrições morais e religiosas.
Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
- Isso teria acontecido antes se não fosse pelas políticas ridículas de Bush - disse Okarma à CNN sobre seus testes com células-tronco embrionárias humanas, acrescentando que sua empresa gastou US$ 45 milhões na preparação para conseguir a aprovação para a experiência.



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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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Os primeiros testes serão realizados a partir de meados do ano com até 10 pacientes com lesões na medula espinhal. O objetivo principal será verificar se injetar células-tronco embrionárias nos pacientes é seguro, mas Okarma disse à rede de televisão americana CNN que os pesquisadores também vão procurar sinais de recuperação. Cientistas vão monitorar os pacientes por um ano para verificar se recuperaram alguma atividade nas áreas lesadas.
- Se houver qualquer movimento sob a lesão, eles vão medi-lo e registrá-lo - disse o presidente da Geron à CNN.
Os pacientes que participarão dos testes apresentam lesões há no máximo 14 dias, que os deixaram completamente paralisados entre a terceira e a décima vértebras. Segundo a CNN, os testes usarão células-tronco coletadas de embriões que não foram aproveitados em clínicas de fertilização e seriam descartados.
As células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer célula do corpo humano, são coletadas de embriões com até cinco dias de formação que são destruídos após a coleta destas células, levando críticos a afirmarem que este processo interrompe uma vida. A polêmica nos EUA em torno da questão levou à proibição total do uso de recursos públicos nas pesquisas com células-tronco embrionárias até 2001, quando Bush autorizou recursos apenas para estudos com células já existentes. Na época, poucas pesquisas em andamento puderam ser aproveitadas e o então presidente vetou revisões de sua lei.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve ao menos aliviar as restrições, que segundo pesquisadores impedem pesquisas que ajudariam a desenvolver tratamentos para doenças como Alzheimer, mal de Parkinson e diabetes. Para o presidente da Geron, que não usou recursos federais na sua pesquisa, as restrições impostas por Bush "devastaram a área".
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VITÓRIA - A Modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, que teve as mãos e os pés amputados devido a uma infecção generalizada, morreu às 2h30m deste sábado. Ela foi duas vezes finalista do concurso Miss Mundo Brasil. No blog da jovem, que era mantido atualizado, a causa da morte foi "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos. Segundo o site G1, a morte foi confirmada por funcionários do hospital Dório Silva, em Serra (na Grande Vitória), onde estava internada desde o dia 3.
Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
Em nome da família, agradeço a todas as pessoas que passaram por esse site, mandando mensagens de amor e solidariedade. É importante ressaltar que nos 20 anos de vida da Mari, ela viveu intensamente e foi muito feliz.
Obrigado a todos que doaram sangue. Aproveitamos pra pedir que continuem doando, pois nos hospitais em todo Brasil e no mundo sempre existirão aqueles que necessitam.
Em breve postarei a história de luta que a Mariana sempre teve, objetivando dar uma vida digna aos seus pais.
Iniciarei também, uma campanha de ajuda para a família, que tinha na Mari a esperança de um futuro melhor.
Um grande abraço e um beijo no coração de todos."

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VITÓRIA - A Modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, que teve as mãos e os pés amputados devido a uma infecção generalizada, morreu às 2h30m deste sábado. Ela foi duas vezes finalista do concurso Miss Mundo Brasil. No blog da jovem, que era mantido atualizado, a causa da morte foi "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos. Segundo o site G1, a morte foi confirmada por funcionários do hospital Dório Silva, em Serra (na Grande Vitória), onde estava internada desde o dia 3.
Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
Em nome da família, agradeço a todas as pessoas que passaram por esse site, mandando mensagens de amor e solidariedade. É importante ressaltar que nos 20 anos de vida da Mari, ela viveu intensamente e foi muito feliz.
Obrigado a todos que doaram sangue. Aproveitamos pra pedir que continuem doando, pois nos hospitais em todo Brasil e no mundo sempre existirão aqueles que necessitam.
Em breve postarei a história de luta que a Mariana sempre teve, objetivando dar uma vida digna aos seus pais.
Iniciarei também, uma campanha de ajuda para a família, que tinha na Mari a esperança de um futuro melhor.
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Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
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Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
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Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
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Confira a íntegra do texto sobre o falecimento
"É com grande tristeza que informo o falecimento da Mari, hoje, 2:30h. A causa da morte, segundo a certidão do hospital foi a "sepse grave, infecção urinária e hemorragia abdominal" o que gerou a falência múltipla dos órgãos.
Em nome da família, agradeço a todas as pessoas que passaram por esse site, mandando mensagens de amor e solidariedade. É importante ressaltar que nos 20 anos de vida da Mari, ela viveu intensamente e foi muito feliz.
Obrigado a todos que doaram sangue. Aproveitamos pra pedir que continuem doando, pois nos hospitais em todo Brasil e no mundo sempre existirão aqueles que necessitam.
Em breve postarei a história de luta que a Mariana sempre teve, objetivando dar uma vida digna aos seus pais.
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BRASÍLIA. O gato Billy, um animal de estimação no município de Antônio João (MS), recebeu repasses mensais de R$ 20 do Bolsa Família, no ano passado. O animal pertencia ao coordenador do Bolsa Família na cidade, Eurico Siqueira Rosa, que fraudou o cadastro e registrou o bichano como beneficiário do programa federal.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
SÓ O GATO?
MUITA GENTE QUE TEM DINHEIRO E TRABALHO TAMBÉM RECEBE!!!!


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BRASÍLIA. O gato Billy, um animal de estimação no município de Antônio João (MS), recebeu repasses mensais de R$ 20 do Bolsa Família, no ano passado. O animal pertencia ao coordenador do Bolsa Família na cidade, Eurico Siqueira Rosa, que fraudou o cadastro e registrou o bichano como beneficiário do programa federal.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
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O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
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BRASÍLIA. O gato Billy, um animal de estimação no município de Antônio João (MS), recebeu repasses mensais de R$ 20 do Bolsa Família, no ano passado. O animal pertencia ao coordenador do Bolsa Família na cidade, Eurico Siqueira Rosa, que fraudou o cadastro e registrou o bichano como beneficiário do programa federal.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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BRASÍLIA. O gato Billy, um animal de estimação no município de Antônio João (MS), recebeu repasses mensais de R$ 20 do Bolsa Família, no ano passado. O animal pertencia ao coordenador do Bolsa Família na cidade, Eurico Siqueira Rosa, que fraudou o cadastro e registrou o bichano como beneficiário do programa federal.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
SÓ O GATO?
MUITA GENTE QUE TEM DINHEIRO E TRABALHO TAMBÉM RECEBE!!!!


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BRASÍLIA. O gato Billy, um animal de estimação no município de Antônio João (MS), recebeu repasses mensais de R$ 20 do Bolsa Família, no ano passado. O animal pertencia ao coordenador do Bolsa Família na cidade, Eurico Siqueira Rosa, que fraudou o cadastro e registrou o bichano como beneficiário do programa federal.
Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
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O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informou que a irregularidade foi constatada pela prefeitura em novembro. O servidor foi afastado e o Ministério Público deverá processá-lo. O MDS anunciou que vai cobrar ressarcimento dos valores pagos indevidamente. Patrus admite erro na porta de saída para beneficiados pelo Bolsa Família
A oferta de cursos profissionalizantes na área da construção civil, principal aposta do governo para criar uma porta de saída no Bolsa Família, esbarra na falta de alunos. Das 185 mil vagas disponíveis no país, só 9.530 (5%) já foram preenchidas. O baixo número de inscritos surpreendeu o governo. As aulas estavam previstas para começar ano passado, mas só deverão ter início em fevereiro ou março.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, admitiu erros. O maior teria sido a tentativa de mobilizar as prefeituras durante a campanha eleitoral.
Patrus evitou comentar as declarações do ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que criticou a oferta das ações de "porta de saída" ao Bolsa Família para os beneficiados de mais baixa renda. Nesta quinta, em entrevista ao GLOBO, Mangabeira disse que não adianta dar essa formação à população miserável, e que o foco devem ser trabalhadores mais próximos da classe média.
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RIO - O caso da modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, internada em estado gravíssimo com quadro de infecção urinária que levou a complicações como a amputação de suas mãos e pés é raro em jovens, mas pode acontecer se o sistema imunológico do paciente estiver enfraquecido ou se o atendimento médico tiver sido errado ou demorado. Esta é a avaliação do médico Ricardo Lima, chefe do Centro Terapia Intensiva do Hospital Samaritano e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva.
- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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RIO - O caso da modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, internada em estado gravíssimo com quadro de infecção urinária que levou a complicações como a amputação de suas mãos e pés é raro em jovens, mas pode acontecer se o sistema imunológico do paciente estiver enfraquecido ou se o atendimento médico tiver sido errado ou demorado. Esta é a avaliação do médico Ricardo Lima, chefe do Centro Terapia Intensiva do Hospital Samaritano e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva.
- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
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RIO - O caso da modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, internada em estado gravíssimo com quadro de infecção urinária que levou a complicações como a amputação de suas mãos e pés é raro em jovens, mas pode acontecer se o sistema imunológico do paciente estiver enfraquecido ou se o atendimento médico tiver sido errado ou demorado. Esta é a avaliação do médico Ricardo Lima, chefe do Centro Terapia Intensiva do Hospital Samaritano e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva.
- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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RIO - O caso da modelo capixaba Mariana Bridi, de 20 anos, internada em estado gravíssimo com quadro de infecção urinária que levou a complicações como a amputação de suas mãos e pés é raro em jovens, mas pode acontecer se o sistema imunológico do paciente estiver enfraquecido ou se o atendimento médico tiver sido errado ou demorado. Esta é a avaliação do médico Ricardo Lima, chefe do Centro Terapia Intensiva do Hospital Samaritano e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva.
- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
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- Qualquer processo infeccioso começa quando bactérias liberam toxinas que atacam o organismo. O organismo começa a se defender, e esta defesa muitas vezes envolve a formação de pequenos trombos, ou obstruções nos vasos sanguíneos. Quando uma infecção se espalha pelo corpo e muitos trombos se formam, pode acontecer de o paciente entrar em sepse (infecção generalizada), e sofrer falência de órgãos. É mais comum ver uma falência dos pulmões ou dos rins. No caso desta jovem, houve primeiro a falência na circulação dos membros, o que levou à amputação das mãos e dos pés - explica Lima.
" Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro "
Segundo o especialista, o quadro da modelo não é comum em jovens, que costumam ter bons vasos sanguíneos e um sistema imunológico mais eficiente para combater infecções. Para ele, o mais provável é que a modelo tenha demorado a receber um tratamento médico adequado. Como a infecção urinária é relativamente comum, principalmente em mulheres, ele alerta também que a demora em procurar atendimento médico dificulta o tratamento.
- Como é um quadro comum, muitas já partem para a automedicação porque acham que sabem qual o remédio que devem tomar. Porém, o organismo acaba ficando resistente aos antibióticos, e nem sempre o antibiótico usado em uma crise anterior serve para uma nova crise. Nos casos de infecção urinária, é muito importante fazer um exame de urina para identificar o tipo de bactéria e o melhor medicamento para o quadro - alerta o médico.
Ricardo Lima afirma que as complicações acontecem quando existe demora em se obter o tratamento adequado para o caso.
- Quanto mais demorado o diagnóstico, mais difícil o combate ao problema. As bactérias se espalham e ficam resistentes, aumentando a chance de complicações. Todo tratamento depende de três fatores: da defesa imunológica do paciente, da quantidade de germes no organismo, e do tipo de germe. Quanto mais resistente o germe, mais difícil o tratamento - completa.
O médico alerta que um especialista deve ser procurado assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Eles costumam ser a urgência e a dificuldade para urinar, o sangue na urina, a febre e os calafrios.
- Quando o paciente sente dor na lombar, por exemplo, é sinal de que a infecção já subiu para os rins. O mais importante é procurar um médico no primeiro sinal de que há algo errado, e nunca tomar um medicamento sem o aval do especialista.


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colaboradores: carmen e maria celia

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