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23.1.09
Conforme publicamos em texto anterior,"POR QUE A MÍDIA SE CALA?" estamos nos perguntando até agora por que a TV GLOBO, tem ignorado completamente o caso do médico Roger Abdelmassih, 65 anos, de São Paulo, objeto há quatro meses de um inquérito policial , por suspeita de abuso sexual de pacientes.
Quando a investigação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 9, pela repórter Lilian Cristofoletti (foto menor), nove mulheres haviam prestado depoimento contra Abdelmassih; uma semana depois, o número tinha aumentado para 33, se incluído um testemunho que estava sendo colhido na sexta-feira. A jornalista da Folha denunciou o escândalo e , fora uma breve declaração do médico ao mesmo jornal, não se tem notícias do mesmo em nenhum noticiário da Globo. O que mais chama atenção é que não há referência a nenhuma das supostas vítimas do médico, que até o momento passam de 40 mulheres, sendo duas, publicamente reveladas! Nós , particularmente, só temos tido acesso a informações sobre o caso, através da Rede Bandeirantes e Gazeta.
Até a semana passada, todas as denúncias investigadas no inquérito eram de atentado violento ao pudor, que engloba qualquer ato forçado de natureza sexual, menos estupro, definido pela lei como a penetração genital. Parte das mulheres disse ter sido assediada dentro do consultório pelo médico, que tentou beijá-las e acariciá-las à força. Reagiram, e o assédio não avançou. Outras afirmam que estavam sedadas durante o abuso e só vieram a se dar conta depois. Na quinta-feira, dia 15, uma paciente, que hoje mora em Minas Gerais, entrou em contato com o Ministério Público para fazer o que, se confirmado, configuraria a primeira denúncia de estupro. O inquérito policial trata ainda de um tipo de denúncia paralela: pacientes que acusam o médico de lhes ter proposto a utilização de material genético – óvulos e espermatozoides – que não o delas ou o de seus maridos, sem que estes soubessem, depois que as primeiras tentativas de fertilização não surtiram efeito.
Seria a extensa lista de pacientes globais que faz com que ,em lugar do "espalhafato" feito no caso Nardoni e Eloá, só tenhamos silêncio ? Tom Cavalcanti; Luisa Thomé; Carlos Alberto Nóbrega; Renan Calheiros; Pelé; Moacyr Franco; César Filho; Brito Júnior são alguns deles.
Nas página da revista 'Quem", de 23 de janeiro de 2009, é possível ver uma matéria "possívelmente " paga, pois não se realizou em 18 de janeiro de 2009, como dá a entender, mas sim, em 19 de março de 2006. Qual a razão, para neste exato momento em que o médico deveria ser primeira página de matéria policial, a revista relembrar um acontecimento social realizado há dois anos atrás?
Hoje é um dia de muita emoção para mim", dizia dr. Roger, brincando com a estrelinha concebida em sua clínica. "Me senti assim no sucesso da primeira gestação in vitro. Agradeço a Deus por tudo isso, sou instrumento Dele", afirmou o urologista e andrologista, casado há 39 anos e pai de 5 filhos. "Espero que você continue este trabalho maravilhoso que faz", disse Roberto Carlos, grande amigo do médico, que cantou no evento. "Cada vez mais vou investir em tecnologia e pesquisa", avisou dr. Roger, emendando: "Já investi milhares de dólares nas últimas duas décadas. Pesquisa básica é cara, mas fundamental. Muitas vezes perdi, mas não me arrependo. A ciência ganhou sempre e cerca de 4 000 famílias estão felizes. Essa é minha fortuna."
Parece que a "fortuna" de Roger Abdelmassih é maior do que pensamos.........manipular a Rede Globo exige um cacife alto!
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Conforme publicamos em texto anterior,"POR QUE A MÍDIA SE CALA?" estamos nos perguntando até agora por que a TV GLOBO, tem ignorado completamente o caso do médico Roger Abdelmassih, 65 anos, de São Paulo, objeto há quatro meses de um inquérito policial , por suspeita de abuso sexual de pacientes.
Quando a investigação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 9, pela repórter Lilian Cristofoletti (foto menor), nove mulheres haviam prestado depoimento contra Abdelmassih; uma semana depois, o número tinha aumentado para 33, se incluído um testemunho que estava sendo colhido na sexta-feira. A jornalista da Folha denunciou o escândalo e , fora uma breve declaração do médico ao mesmo jornal, não se tem notícias do mesmo em nenhum noticiário da Globo. O que mais chama atenção é que não há referência a nenhuma das supostas vítimas do médico, que até o momento passam de 40 mulheres, sendo duas, publicamente reveladas! Nós , particularmente, só temos tido acesso a informações sobre o caso, através da Rede Bandeirantes e Gazeta.
Até a semana passada, todas as denúncias investigadas no inquérito eram de atentado violento ao pudor, que engloba qualquer ato forçado de natureza sexual, menos estupro, definido pela lei como a penetração genital. Parte das mulheres disse ter sido assediada dentro do consultório pelo médico, que tentou beijá-las e acariciá-las à força. Reagiram, e o assédio não avançou. Outras afirmam que estavam sedadas durante o abuso e só vieram a se dar conta depois. Na quinta-feira, dia 15, uma paciente, que hoje mora em Minas Gerais, entrou em contato com o Ministério Público para fazer o que, se confirmado, configuraria a primeira denúncia de estupro. O inquérito policial trata ainda de um tipo de denúncia paralela: pacientes que acusam o médico de lhes ter proposto a utilização de material genético – óvulos e espermatozoides – que não o delas ou o de seus maridos, sem que estes soubessem, depois que as primeiras tentativas de fertilização não surtiram efeito.
Seria a extensa lista de pacientes globais que faz com que ,em lugar do "espalhafato" feito no caso Nardoni e Eloá, só tenhamos silêncio ? Tom Cavalcanti; Luisa Thomé; Carlos Alberto Nóbrega; Renan Calheiros; Pelé; Moacyr Franco; César Filho; Brito Júnior são alguns deles.
Nas página da revista 'Quem", de 23 de janeiro de 2009, é possível ver uma matéria "possívelmente " paga, pois não se realizou em 18 de janeiro de 2009, como dá a entender, mas sim, em 19 de março de 2006. Qual a razão, para neste exato momento em que o médico deveria ser primeira página de matéria policial, a revista relembrar um acontecimento social realizado há dois anos atrás?
Hoje é um dia de muita emoção para mim", dizia dr. Roger, brincando com a estrelinha concebida em sua clínica. "Me senti assim no sucesso da primeira gestação in vitro. Agradeço a Deus por tudo isso, sou instrumento Dele", afirmou o urologista e andrologista, casado há 39 anos e pai de 5 filhos. "Espero que você continue este trabalho maravilhoso que faz", disse Roberto Carlos, grande amigo do médico, que cantou no evento. "Cada vez mais vou investir em tecnologia e pesquisa", avisou dr. Roger, emendando: "Já investi milhares de dólares nas últimas duas décadas. Pesquisa básica é cara, mas fundamental. Muitas vezes perdi, mas não me arrependo. A ciência ganhou sempre e cerca de 4 000 famílias estão felizes. Essa é minha fortuna."
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Quando a investigação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 9, pela repórter Lilian Cristofoletti (foto menor), nove mulheres haviam prestado depoimento contra Abdelmassih; uma semana depois, o número tinha aumentado para 33, se incluído um testemunho que estava sendo colhido na sexta-feira. A jornalista da Folha denunciou o escândalo e , fora uma breve declaração do médico ao mesmo jornal, não se tem notícias do mesmo em nenhum noticiário da Globo. O que mais chama atenção é que não há referência a nenhuma das supostas vítimas do médico, que até o momento passam de 40 mulheres, sendo duas, publicamente reveladas! Nós , particularmente, só temos tido acesso a informações sobre o caso, através da Rede Bandeirantes e Gazeta.
Até a semana passada, todas as denúncias investigadas no inquérito eram de atentado violento ao pudor, que engloba qualquer ato forçado de natureza sexual, menos estupro, definido pela lei como a penetração genital. Parte das mulheres disse ter sido assediada dentro do consultório pelo médico, que tentou beijá-las e acariciá-las à força. Reagiram, e o assédio não avançou. Outras afirmam que estavam sedadas durante o abuso e só vieram a se dar conta depois. Na quinta-feira, dia 15, uma paciente, que hoje mora em Minas Gerais, entrou em contato com o Ministério Público para fazer o que, se confirmado, configuraria a primeira denúncia de estupro. O inquérito policial trata ainda de um tipo de denúncia paralela: pacientes que acusam o médico de lhes ter proposto a utilização de material genético – óvulos e espermatozoides – que não o delas ou o de seus maridos, sem que estes soubessem, depois que as primeiras tentativas de fertilização não surtiram efeito.
Seria a extensa lista de pacientes globais que faz com que ,em lugar do "espalhafato" feito no caso Nardoni e Eloá, só tenhamos silêncio ? Tom Cavalcanti; Luisa Thomé; Carlos Alberto Nóbrega; Renan Calheiros; Pelé; Moacyr Franco; César Filho; Brito Júnior são alguns deles.
Nas página da revista 'Quem", de 23 de janeiro de 2009, é possível ver uma matéria "possívelmente " paga, pois não se realizou em 18 de janeiro de 2009, como dá a entender, mas sim, em 19 de março de 2006. Qual a razão, para neste exato momento em que o médico deveria ser primeira página de matéria policial, a revista relembrar um acontecimento social realizado há dois anos atrás?
Hoje é um dia de muita emoção para mim", dizia dr. Roger, brincando com a estrelinha concebida em sua clínica. "Me senti assim no sucesso da primeira gestação in vitro. Agradeço a Deus por tudo isso, sou instrumento Dele", afirmou o urologista e andrologista, casado há 39 anos e pai de 5 filhos. "Espero que você continue este trabalho maravilhoso que faz", disse Roberto Carlos, grande amigo do médico, que cantou no evento. "Cada vez mais vou investir em tecnologia e pesquisa", avisou dr. Roger, emendando: "Já investi milhares de dólares nas últimas duas décadas. Pesquisa básica é cara, mas fundamental. Muitas vezes perdi, mas não me arrependo. A ciência ganhou sempre e cerca de 4 000 famílias estão felizes. Essa é minha fortuna."
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Quando a investigação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 9, pela repórter Lilian Cristofoletti (foto menor), nove mulheres haviam prestado depoimento contra Abdelmassih; uma semana depois, o número tinha aumentado para 33, se incluído um testemunho que estava sendo colhido na sexta-feira. A jornalista da Folha denunciou o escândalo e , fora uma breve declaração do médico ao mesmo jornal, não se tem notícias do mesmo em nenhum noticiário da Globo. O que mais chama atenção é que não há referência a nenhuma das supostas vítimas do médico, que até o momento passam de 40 mulheres, sendo duas, publicamente reveladas! Nós , particularmente, só temos tido acesso a informações sobre o caso, através da Rede Bandeirantes e Gazeta.
Até a semana passada, todas as denúncias investigadas no inquérito eram de atentado violento ao pudor, que engloba qualquer ato forçado de natureza sexual, menos estupro, definido pela lei como a penetração genital. Parte das mulheres disse ter sido assediada dentro do consultório pelo médico, que tentou beijá-las e acariciá-las à força. Reagiram, e o assédio não avançou. Outras afirmam que estavam sedadas durante o abuso e só vieram a se dar conta depois. Na quinta-feira, dia 15, uma paciente, que hoje mora em Minas Gerais, entrou em contato com o Ministério Público para fazer o que, se confirmado, configuraria a primeira denúncia de estupro. O inquérito policial trata ainda de um tipo de denúncia paralela: pacientes que acusam o médico de lhes ter proposto a utilização de material genético – óvulos e espermatozoides – que não o delas ou o de seus maridos, sem que estes soubessem, depois que as primeiras tentativas de fertilização não surtiram efeito.
Seria a extensa lista de pacientes globais que faz com que ,em lugar do "espalhafato" feito no caso Nardoni e Eloá, só tenhamos silêncio ? Tom Cavalcanti; Luisa Thomé; Carlos Alberto Nóbrega; Renan Calheiros; Pelé; Moacyr Franco; César Filho; Brito Júnior são alguns deles.
Nas página da revista 'Quem", de 23 de janeiro de 2009, é possível ver uma matéria "possívelmente " paga, pois não se realizou em 18 de janeiro de 2009, como dá a entender, mas sim, em 19 de março de 2006. Qual a razão, para neste exato momento em que o médico deveria ser primeira página de matéria policial, a revista relembrar um acontecimento social realizado há dois anos atrás?
Hoje é um dia de muita emoção para mim", dizia dr. Roger, brincando com a estrelinha concebida em sua clínica. "Me senti assim no sucesso da primeira gestação in vitro. Agradeço a Deus por tudo isso, sou instrumento Dele", afirmou o urologista e andrologista, casado há 39 anos e pai de 5 filhos. "Espero que você continue este trabalho maravilhoso que faz", disse Roberto Carlos, grande amigo do médico, que cantou no evento. "Cada vez mais vou investir em tecnologia e pesquisa", avisou dr. Roger, emendando: "Já investi milhares de dólares nas últimas duas décadas. Pesquisa básica é cara, mas fundamental. Muitas vezes perdi, mas não me arrependo. A ciência ganhou sempre e cerca de 4 000 famílias estão felizes. Essa é minha fortuna."
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Quando a investigação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 9, pela repórter Lilian Cristofoletti (foto menor), nove mulheres haviam prestado depoimento contra Abdelmassih; uma semana depois, o número tinha aumentado para 33, se incluído um testemunho que estava sendo colhido na sexta-feira. A jornalista da Folha denunciou o escândalo e , fora uma breve declaração do médico ao mesmo jornal, não se tem notícias do mesmo em nenhum noticiário da Globo. O que mais chama atenção é que não há referência a nenhuma das supostas vítimas do médico, que até o momento passam de 40 mulheres, sendo duas, publicamente reveladas! Nós , particularmente, só temos tido acesso a informações sobre o caso, através da Rede Bandeirantes e Gazeta.
Até a semana passada, todas as denúncias investigadas no inquérito eram de atentado violento ao pudor, que engloba qualquer ato forçado de natureza sexual, menos estupro, definido pela lei como a penetração genital. Parte das mulheres disse ter sido assediada dentro do consultório pelo médico, que tentou beijá-las e acariciá-las à força. Reagiram, e o assédio não avançou. Outras afirmam que estavam sedadas durante o abuso e só vieram a se dar conta depois. Na quinta-feira, dia 15, uma paciente, que hoje mora em Minas Gerais, entrou em contato com o Ministério Público para fazer o que, se confirmado, configuraria a primeira denúncia de estupro. O inquérito policial trata ainda de um tipo de denúncia paralela: pacientes que acusam o médico de lhes ter proposto a utilização de material genético – óvulos e espermatozoides – que não o delas ou o de seus maridos, sem que estes soubessem, depois que as primeiras tentativas de fertilização não surtiram efeito.
Seria a extensa lista de pacientes globais que faz com que ,em lugar do "espalhafato" feito no caso Nardoni e Eloá, só tenhamos silêncio ? Tom Cavalcanti; Luisa Thomé; Carlos Alberto Nóbrega; Renan Calheiros; Pelé; Moacyr Franco; César Filho; Brito Júnior são alguns deles.
Nas página da revista 'Quem", de 23 de janeiro de 2009, é possível ver uma matéria "possívelmente " paga, pois não se realizou em 18 de janeiro de 2009, como dá a entender, mas sim, em 19 de março de 2006. Qual a razão, para neste exato momento em que o médico deveria ser primeira página de matéria policial, a revista relembrar um acontecimento social realizado há dois anos atrás?
Hoje é um dia de muita emoção para mim", dizia dr. Roger, brincando com a estrelinha concebida em sua clínica. "Me senti assim no sucesso da primeira gestação in vitro. Agradeço a Deus por tudo isso, sou instrumento Dele", afirmou o urologista e andrologista, casado há 39 anos e pai de 5 filhos. "Espero que você continue este trabalho maravilhoso que faz", disse Roberto Carlos, grande amigo do médico, que cantou no evento. "Cada vez mais vou investir em tecnologia e pesquisa", avisou dr. Roger, emendando: "Já investi milhares de dólares nas últimas duas décadas. Pesquisa básica é cara, mas fundamental. Muitas vezes perdi, mas não me arrependo. A ciência ganhou sempre e cerca de 4 000 famílias estão felizes. Essa é minha fortuna."
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Vulcão Citlaltépetl fica a 5.747 metros acima do nível do mar.Casamento teve a presença de um juiz e de testemunhas.

A mexicana Magda Olivia Alvarado, de 37 anos, e o alemão Andree Hickethier, de 40, casaram-se no topo do vulcão mais alto do México, o Citlaltépetl, que fica a 5.747 metros acima do nível do mar.
Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


fonte:G1
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Vulcão Citlaltépetl fica a 5.747 metros acima do nível do mar.Casamento teve a presença de um juiz e de testemunhas.

A mexicana Magda Olivia Alvarado, de 37 anos, e o alemão Andree Hickethier, de 40, casaram-se no topo do vulcão mais alto do México, o Citlaltépetl, que fica a 5.747 metros acima do nível do mar.
Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


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A mexicana Magda Olivia Alvarado, de 37 anos, e o alemão Andree Hickethier, de 40, casaram-se no topo do vulcão mais alto do México, o Citlaltépetl, que fica a 5.747 metros acima do nível do mar.
Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


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Magda Alvarado e Andree Hickethier se conheceram em Coahuila, na região norte, e decidiram viajar até o centro do país para realizar seu sonho, de acordo com a emissora de rádio "Cinco Radio"."Eu trabalhava em um salão de beleza e cortava o cabelo dele. Nos conhecemos lá", disse Magda à Cinco Radio.
Ela não usou vestido de noiva, mas as condições climáticas permitiram que o casamento civil fosse celebrado com a presença de um juiz e de testemunhas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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SÃO PAULO - O peso do guindaste que será usado na demolição do templo da Renascer, no Cambuci, causou afundamento de 10 centímetros no chão do estacionamento da igreja, na manhã desta sexta-feira. A empresa responsável pela demolição deverá agora usar placas de metal para calçar o chão. O guindaste, que chegou ao local no fim da madrugada, pesa 60 toneladas e ainda terá um contrapeso de 20 toneladas.
O afundamento do chão e uma reunião que acontece desde o fim da manhã na 1ª Delegacia Seccional, no centro de São Paulo, causaram atraso na demolição, prevista para começar no início da tarde. Na delegacia estão reunidos o delegado Dejar Gomes Neto, responsável pelo caso, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e representantes da Renascer. Na reunião são apresentados todos os projetos de reformas no templo, instalação de ar condicionado e sistema de som, além de autorizações da Prefeitura e documentos do imóvel.
A demolição do templo, que deve durar de 10 a 15 dias, e o uso de dois veículos grandes no local, entre eles o guindaste, preocupa os moradores da região do Cambuci.
Contru: obras eram irregulares
Nesta quinta-feira, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo, o diretor de fiscalização do Contru, Silvio De Sicco, confirmou que foram constatadas irregularidades no templo da Igreja Renascer em Cristo que desabou no último domingo, matando 9 pessoas e deixando mais de 100 feridos. Em depoimento ao delegado Dejar Gomes, De Sicco relatou que fez uma vistoria no local em 2007. Na época, segundo ele, não tinha aparelhos de som ou de ar-condicionado nas tesouras do teto. No domingo, depois do desabamento, o delegado afirma que os técnicos do Contru viram dutos de ventilação e aparelho de som diferentes dos encontrados na época da vistoria, além de telhas de amianto. Para o delegado, o Contru cumpriu todos os trâmites necessários para a liberação do local. O alvará do templo havia sido renovado em julho de 2008, sem que fosse feita uma fiscalização pelo órgão no local. Segundo o delegado, o Contru só precisaria rever o imóvel se tivesse sido informado sobre reformas no local.
" Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia, diz delegado "
O delegado afirmou que o engenheiro e a empresa que fizeram a instalação do novos equipamentos, além da Renascer, podem ser punidos por não cumprir a lei que mandar avisar a Prefeitura em obras como essa.
- Não constatamos nenhuma falha da Prefeitura ou do Contru. Lei só obriga a fiscalizar quando tem alguma denúncia - afirmou Gomes Neto, acrescentando que a polícia agora vai quer saber quando e como os equipamentos foram trocados.
Além de De Sicco, o diretor do Contru, Vagner Monfardini Pasotti, responsável pela fiscalização de imóveis usados por mais de 500 pessoas também foi ouvido. De acordo com Gomes Neto, os dois apresentaram documentos que comprovam que a conduta do Contru no caso foi correta. O delegado contou ainda que, em 2007, De Sicco fez pessoalmente a vistoria do templo - a pedido da Ouvidoria do Município e do Ministério Público. Como não havia registro de reformas, o órgão renovou o alvará no ano passado com base em um atestado de segurança assinado por um engenheiro. A polícia afirma que esse tipo de procedimento é previsto em lei.
Em nota, a Igreja Renascer afirma que aguardará as conclusões das investigações "sobre as causas da lamentável tragédia ocorrida em sua sede mundial" para se pronunciar. A igreja Renascer negou que tenha havido instalação de equipamentos no teto ou alteração do projeto original.
Na última terça-feira, a própria igreja assumiu que uma reforma foi feita no telhado no final do ano passado. De acordo com o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida, a Prefeitura não foi informada das obras. Gomes Neto, no entanto, afirma que ainda é cedo para responsabilizar a igreja. Representantes da Renascer devem prestar depoimento na próxima terça-feira. Ao todo, 35 pessoas já foram ouvidas, entre vítimas, vizinhos do imóvel e representantes de órgãos públicos.
O delegado afirmou ainda que apenas o laudo do Instituto de Criminalística vai determinar as causas do acidente. Os peritos, porém, não podem trabalhar porque ainda há risco de desabamento no local. A hipótese de sobrepeso, causada pelos equipamentos presos ao telhado, deverá ser averiguada. Os peritos também constataram a presença de telhas novas em meio aos escombros. Parte das telhas é composta de amianto, uma substância proibida no estado de São Paulo há cinco anos. Por causa disso, a igreja foi multada em R$ 2 mil nesta quinta-feira. A empresa responsável pela obra recebeu multa de R$ 12 mil.
A demolição do que sobrou da sede da igreja Renascer foi autorizada no fim da tarde desta quinta-feira pela subprefeitura da Sé. Pelo plano de trabalho aprovado pelo Ministério Público e pela Prefeitura, um guindaste será usado para içar um técnico, que vai retirar individualmente os tijolos da parede que ameaça cair sobre nove imóveis vizinhos.
Duas vítimas do desabamento deixaram a UTI nesta quinta-feira. De acordo com o Hospital São Paulo, a menina Estefanie Banove de Sá, de 8 anos, que teve traumatismo craniano e passou por uma cirurgia no hospital, foi para uma enfermaria e não corre risco de morrer. O mesmo ocorre com Rebeca Martins da Silva, que também deixou a UTI e se recupera bem. Outros dois feridos graves no acidente, Fábio Jodas e Evelise Del Corso, ainda não apresentam melhora significativa. Ao todo, 19 vítimas ainda estão internadas.


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Venezuela - Uma nova espécie de peixe bagre descoberta na Venezuela possui um órgão pélvico externo e um tipo de "armadura óssea" que lhe permite escalar rochas e proteger a cabeça e a cauda de predadores, informou nesta quinta-feira o site científico Live Science. De acordo com os cientistas do Museu de História Natural de Nova York, o animal, batizado de Lithogenes wahari, tem características de duas diferentes famílias de bagres - a Loricariidae e a Astroblepidae.
Segundo os especialistas, o Lithogenes wahari é coberto por placas ósseas que protegem os seus membros em situações de risco. O mecanismo de defesa é comum em exemplares de Loricariidae, que são totalmente cobertos por uma armadura.
Além disso, um órgão externo ligado à boca pode se mover para frente e para trás, permitindo ao peixe nadar sobre superfícies verticais. Essa característica é encontrada na família de bagres escaladores dos Andes, os Astroblepidae.
"O formato do Lithogenes wahari é como se um caminhão tivesse passado por cima", explicou o antropólogo Sanford Zent, do Instituto Venezuelano de Investigações Científicas.
Há 20 anos, quando houve o primeiro registro da espécie, os pesquisadores tiveram dificuldades para determinar o local onde este peixe vivia. No entanto, não tardou para alguns exemplares serem descobertos nas águas acima do rio Cuao, um afluente do rio Orinoco.
Depois de capturar cerca de 84 exemplares, os cientistas conseguiram confirmar o parentesco do estranho peixe com as duas grandes famílias de bagres.


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Segundo os especialistas, o Lithogenes wahari é coberto por placas ósseas que protegem os seus membros em situações de risco. O mecanismo de defesa é comum em exemplares de Loricariidae, que são totalmente cobertos por uma armadura.
Além disso, um órgão externo ligado à boca pode se mover para frente e para trás, permitindo ao peixe nadar sobre superfícies verticais. Essa característica é encontrada na família de bagres escaladores dos Andes, os Astroblepidae.
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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Mariana Bridi, que teve mãos e pés amputados, tem hemorragia contida

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Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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VITÓRIA - A modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos, que amputou mãos e pés após infecção urinária, foi submetida a nova cirurgia no Hospital Dório Silva, em Serra (ES). Desta vez, para conter uma hemorragia interna. Segundo parentes, seu estado de saúde, muito grave, teve uma pequena piora por causa da operação, mas ela está lúcida.Blog do site http://www.marianabridi.com.br/, feito por amigos, informa que o estômago da modelo foi retirado para conter a hemorragia, mas a informação não foi confirmada oficialmente. A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo não informou a nova cirurgia e não quis comentar a hipótese de o problema ter começado devido a infecção hospitalar, como cogitaram especialistas ouvidos por O DIA. O último boletim dava conta de que o estado de saúde não havia se alterado.Segundo o namorado da modelo, Thiago Simões, 29 anos, os médicos conseguiram conter a hemorragia, mas ontem ela parecia um pouco mais debilitada. Mariana responde a estímulos, mas está sedada e respira com auxílio de aparelhos. “Ela abriu os olhos quando a chamei”, contou Thiago.

Campanha por doações de sangue

Por causa das cirurgias, a modelo Mariana Bridi precisa de doações de sangue. Seu tipo sanguíneo, ‘O’ negativo, é mais difícil de ser encontrado na sociedade e por isso está sendo feita uma campanha para doações.Na esperança de que ela se recupere, amigos e parentes também tentam arrecadar doações para eventuais próteses para Mariana. O caso causou comoção não só no Espírito Santo, mas também em várias partes do mundo. O site oficial da modelo vem recebendo mensagens de apoio de diversos países. Em sua página no Orkut, há centenas de recados de apoio e solidariedade. Amigos também incentivam as doações sangue pelo site de relacionamento.

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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
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SÃO PAULO - A maior parte dos parques da capital paulista deixa a desejar no quesito infraestrutura. Segundo pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), e divulgada nesta quinta, más condições das trilhas e pistas para caminhada, das quadras, dos banheiros e playgrounds, além de falhas na acessibilidade são os principais problemas encontrados por quem gosta de passear pelas áreas verdes e de lazer da capital paulista.
De acordo com o estudo, que avaliou 41 parques estaduais e municipais da capital e da Grande São Paulo, 34% das pistas e trilhas estão ruins ou regulares. Outros 34% não têm pistas. Pouco mais de um quarto dos banheiros públicos estão ruins ou atendem a condições mínimas de uso.
Ainda do total de parques avaliados, somente 30% foram avaliados como ótimos ou bons. Entre eles está o Burle Max, na zona oeste, considerado o melhor da cidade. Há um bebedouro a cada 20 metros, área de preservação e projeto paisagístico. Além de ser bem arborizado, árvores e plantas estão identificadas com placas.
O pior parque da capital, o Raposo Tavares, também na zona oeste, ganhou iluminação há três dias, segundo usuários. Com vegetação escassa, a aparência é de um terreno baldio. Parte da pista de cooper e caminhada está em obras. O percurso está sendo ladrilhado. A outra pista tem lama. Não tem bancos para se sentar, nem bebedouros.
- Isso aqui era um mato só. Se você acha ruim agora, é porque não viu antes. Onde você pisasse tinha lama. Agora, colocaram grades, luz e segurança - declarou Nelson Machado Filho, de 21 anos, que trabalha como pedreiro no parque.


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Artigos sobre Acidentes e Intoxicações (Ordenados pelo mais atual)
23/01/2009 as 12:04

Acidentes e Intoxicações: Aumento de acidentes com picadas de escorpião no Rio de Janeiro.Um estudo recém-concluído por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na capital fluminense, aponta para um aumento considerável no número de casos de acidentes com escorpiões no Estado do Rio de Janeiro.Os resultados mostram um crescimento de 88% no número de acidentes em relação aos dados do estudo anterior, que são de 2000. Os números do novo levantamento levaram os pesquisadores a concluir que "os acidentes com escorpiões são considerados um grande problema da saúde pública fluminense".De acordo com a pesquisa, o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião amarelo, é o mais comum nos casos de maior gravidade registrados não apenas no Rio de Janeiro, mas também na Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Goiás.O fato de a população desse escorpião ser formada apenas por fêmeas, cuja reprodução se dá por partenogênese (independe do macho), pode explicar a sua expansão, segundo os cientistas da Fiocruz, que integraram o projeto Escorpionismo no Estado do Rio de Janeiro: aspectos epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos.Além da grande incidência de ocorrências em determinadas regiões do Estado do Rio de Janeiro, a pesquisa da Fiocruz foi impulsionada pela potencialidade dos casos que têm ocasionado quadros graves, alguns deles fatais, principalmente em crianças.A incidência foi destacada em um levantamento epidemiológico realizado anteriormente no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).O trabalho também mostra a alta incidência de acidentes com escorpião envolvendo crianças: dos 29 casos graves atendidos no Hospital das Clínicas entre janeiro de 1994 e dezembro de 2005, 28 eram de pacientes com menos de 14 anos.Ainda de acordo com o estudo da Fiocruz, os acidentes mais freqüentes ocorrem nos centros urbanos e a maioria das picadas se localiza nos membros superiores dos indivíduos. Além da intensa dor na hora da picada, as principais complicações são arritmias cardíacas e edema pulmonar, que podem levar a vítima ao óbito ainda que seja medicada a tempo. O projeto da Fiocruz foi financiado pelo Programa de Indução à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Icict e contou com a participação de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do próprio Icict, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da presidência da Fiocruz, do Instituto Vital Brazil e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

Consultor: professor Azor José de Lima


Fonte: Boletim FAPESP - www.agencia.fapesp.br
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Artigos sobre Acidentes e Intoxicações (Ordenados pelo mais atual)
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Acidentes e Intoxicações: Aumento de acidentes com picadas de escorpião no Rio de Janeiro.Um estudo recém-concluído por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na capital fluminense, aponta para um aumento considerável no número de casos de acidentes com escorpiões no Estado do Rio de Janeiro.Os resultados mostram um crescimento de 88% no número de acidentes em relação aos dados do estudo anterior, que são de 2000. Os números do novo levantamento levaram os pesquisadores a concluir que "os acidentes com escorpiões são considerados um grande problema da saúde pública fluminense".De acordo com a pesquisa, o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião amarelo, é o mais comum nos casos de maior gravidade registrados não apenas no Rio de Janeiro, mas também na Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Goiás.O fato de a população desse escorpião ser formada apenas por fêmeas, cuja reprodução se dá por partenogênese (independe do macho), pode explicar a sua expansão, segundo os cientistas da Fiocruz, que integraram o projeto Escorpionismo no Estado do Rio de Janeiro: aspectos epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos.Além da grande incidência de ocorrências em determinadas regiões do Estado do Rio de Janeiro, a pesquisa da Fiocruz foi impulsionada pela potencialidade dos casos que têm ocasionado quadros graves, alguns deles fatais, principalmente em crianças.A incidência foi destacada em um levantamento epidemiológico realizado anteriormente no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).O trabalho também mostra a alta incidência de acidentes com escorpião envolvendo crianças: dos 29 casos graves atendidos no Hospital das Clínicas entre janeiro de 1994 e dezembro de 2005, 28 eram de pacientes com menos de 14 anos.Ainda de acordo com o estudo da Fiocruz, os acidentes mais freqüentes ocorrem nos centros urbanos e a maioria das picadas se localiza nos membros superiores dos indivíduos. Além da intensa dor na hora da picada, as principais complicações são arritmias cardíacas e edema pulmonar, que podem levar a vítima ao óbito ainda que seja medicada a tempo. O projeto da Fiocruz foi financiado pelo Programa de Indução à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Icict e contou com a participação de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do próprio Icict, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da presidência da Fiocruz, do Instituto Vital Brazil e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

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Acidentes e Intoxicações: Aumento de acidentes com picadas de escorpião no Rio de Janeiro.Um estudo recém-concluído por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na capital fluminense, aponta para um aumento considerável no número de casos de acidentes com escorpiões no Estado do Rio de Janeiro.Os resultados mostram um crescimento de 88% no número de acidentes em relação aos dados do estudo anterior, que são de 2000. Os números do novo levantamento levaram os pesquisadores a concluir que "os acidentes com escorpiões são considerados um grande problema da saúde pública fluminense".De acordo com a pesquisa, o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião amarelo, é o mais comum nos casos de maior gravidade registrados não apenas no Rio de Janeiro, mas também na Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Goiás.O fato de a população desse escorpião ser formada apenas por fêmeas, cuja reprodução se dá por partenogênese (independe do macho), pode explicar a sua expansão, segundo os cientistas da Fiocruz, que integraram o projeto Escorpionismo no Estado do Rio de Janeiro: aspectos epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos.Além da grande incidência de ocorrências em determinadas regiões do Estado do Rio de Janeiro, a pesquisa da Fiocruz foi impulsionada pela potencialidade dos casos que têm ocasionado quadros graves, alguns deles fatais, principalmente em crianças.A incidência foi destacada em um levantamento epidemiológico realizado anteriormente no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).O trabalho também mostra a alta incidência de acidentes com escorpião envolvendo crianças: dos 29 casos graves atendidos no Hospital das Clínicas entre janeiro de 1994 e dezembro de 2005, 28 eram de pacientes com menos de 14 anos.Ainda de acordo com o estudo da Fiocruz, os acidentes mais freqüentes ocorrem nos centros urbanos e a maioria das picadas se localiza nos membros superiores dos indivíduos. Além da intensa dor na hora da picada, as principais complicações são arritmias cardíacas e edema pulmonar, que podem levar a vítima ao óbito ainda que seja medicada a tempo. O projeto da Fiocruz foi financiado pelo Programa de Indução à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Icict e contou com a participação de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do próprio Icict, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da presidência da Fiocruz, do Instituto Vital Brazil e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

Consultor: professor Azor José de Lima


Fonte: Boletim FAPESP - www.agencia.fapesp.br
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Acidentes e Intoxicações: Aumento de acidentes com picadas de escorpião no Rio de Janeiro.Um estudo recém-concluído por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na capital fluminense, aponta para um aumento considerável no número de casos de acidentes com escorpiões no Estado do Rio de Janeiro.Os resultados mostram um crescimento de 88% no número de acidentes em relação aos dados do estudo anterior, que são de 2000. Os números do novo levantamento levaram os pesquisadores a concluir que "os acidentes com escorpiões são considerados um grande problema da saúde pública fluminense".De acordo com a pesquisa, o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião amarelo, é o mais comum nos casos de maior gravidade registrados não apenas no Rio de Janeiro, mas também na Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Goiás.O fato de a população desse escorpião ser formada apenas por fêmeas, cuja reprodução se dá por partenogênese (independe do macho), pode explicar a sua expansão, segundo os cientistas da Fiocruz, que integraram o projeto Escorpionismo no Estado do Rio de Janeiro: aspectos epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos.Além da grande incidência de ocorrências em determinadas regiões do Estado do Rio de Janeiro, a pesquisa da Fiocruz foi impulsionada pela potencialidade dos casos que têm ocasionado quadros graves, alguns deles fatais, principalmente em crianças.A incidência foi destacada em um levantamento epidemiológico realizado anteriormente no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).O trabalho também mostra a alta incidência de acidentes com escorpião envolvendo crianças: dos 29 casos graves atendidos no Hospital das Clínicas entre janeiro de 1994 e dezembro de 2005, 28 eram de pacientes com menos de 14 anos.Ainda de acordo com o estudo da Fiocruz, os acidentes mais freqüentes ocorrem nos centros urbanos e a maioria das picadas se localiza nos membros superiores dos indivíduos. Além da intensa dor na hora da picada, as principais complicações são arritmias cardíacas e edema pulmonar, que podem levar a vítima ao óbito ainda que seja medicada a tempo. O projeto da Fiocruz foi financiado pelo Programa de Indução à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Icict e contou com a participação de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do próprio Icict, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da presidência da Fiocruz, do Instituto Vital Brazil e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

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Acidentes e Intoxicações: Aumento de acidentes com picadas de escorpião no Rio de Janeiro.Um estudo recém-concluído por pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na capital fluminense, aponta para um aumento considerável no número de casos de acidentes com escorpiões no Estado do Rio de Janeiro.Os resultados mostram um crescimento de 88% no número de acidentes em relação aos dados do estudo anterior, que são de 2000. Os números do novo levantamento levaram os pesquisadores a concluir que "os acidentes com escorpiões são considerados um grande problema da saúde pública fluminense".De acordo com a pesquisa, o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião amarelo, é o mais comum nos casos de maior gravidade registrados não apenas no Rio de Janeiro, mas também na Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Goiás.O fato de a população desse escorpião ser formada apenas por fêmeas, cuja reprodução se dá por partenogênese (independe do macho), pode explicar a sua expansão, segundo os cientistas da Fiocruz, que integraram o projeto Escorpionismo no Estado do Rio de Janeiro: aspectos epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos.Além da grande incidência de ocorrências em determinadas regiões do Estado do Rio de Janeiro, a pesquisa da Fiocruz foi impulsionada pela potencialidade dos casos que têm ocasionado quadros graves, alguns deles fatais, principalmente em crianças.A incidência foi destacada em um levantamento epidemiológico realizado anteriormente no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).O trabalho também mostra a alta incidência de acidentes com escorpião envolvendo crianças: dos 29 casos graves atendidos no Hospital das Clínicas entre janeiro de 1994 e dezembro de 2005, 28 eram de pacientes com menos de 14 anos.Ainda de acordo com o estudo da Fiocruz, os acidentes mais freqüentes ocorrem nos centros urbanos e a maioria das picadas se localiza nos membros superiores dos indivíduos. Além da intensa dor na hora da picada, as principais complicações são arritmias cardíacas e edema pulmonar, que podem levar a vítima ao óbito ainda que seja medicada a tempo. O projeto da Fiocruz foi financiado pelo Programa de Indução à Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Icict e contou com a participação de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do próprio Icict, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da presidência da Fiocruz, do Instituto Vital Brazil e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

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'Pintado' monta em triciclo e dá show na TV.Veja o cão-superstar.

Cão que anda de bicicleta faz sucesso no Japão.

Donos de cachorros geralmente acham que seus cães são os mais inteligentes do mundo.

Então tá, seu cachorro sabe andar de bicicleta? 'Pintado', um dálmata japonês, sabe. E por isso virou ídolo em um programa de TV em seu país.

Veja o vídeo no YouTube


FONTE:G1
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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


FONTE:G1
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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


FONTE:G1
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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


FONTE:G1
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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Ele foi levado à 7ª DP pela PM e ouvido durante a madrugada. Polícia chegou ao suspeito pelo Disque-Denúncia.

O delegado Marco Antônio da Silva, que investiga a morte do universitário Victor Emanuel Muanis, vítima de bala perdida na Lapa, confirmou que um suspeito foi ouvido durante a madrugada desta sexta-feira (23) na 7ª DP. O suspeito, segundo ele, foi levado por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) à delegacia após informações do Disque-Denúncia.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a esposa foram ouvidos entre 1h e 6h e após liberados. “Temos que checar todas as informações que são passadas ao Disque-Denúncia. Já tínhamos essa informação, mas o batalhão se antecipou e trouxe o suspeito à delegacia”, confirma o titular da 7ª DP. Segundo o delegado, o suspeito foi liberado porque não há nada de concreto contra ele.
A informação passada pelo batalhão é de que o suspeito foi detido na Rua do Riachuelo, via que fica próxima à rua onde o estudante foi baleado, por volta das 23h de quinta-feira (22). Segundo o batalhão, ele tem passagem pela polícia por roubo e furto. Ainda segundo a PM, a informação passada ao Disque-Denúncia relata que no dia em que o universitário foi atingido, o suspeito estava com uma pistola e teria ido ao local para se vingar de uma pessoa, quando atingiu o jovem.
Victor morreu no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, no dia 20, após ter sido baleado na cabeça na Lapa, no Centro, na semana passada. A delegacia investiga também a hipótese de o jovem ter sido baleado por um vizinho inconformado com o barulho na Lapa.
No dia em que foi atingido, Victor, que era estudante de engenharia naval na UFRJ, comemorava as boas notas do último período da faculdade. Ele gostava de velejar e jogar futebol e era torcedor do Fluminense.


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Uma mulher e duas crianças morreram, segundo as autoridades.Oito crianças e três adultos ficaram feridos, e suspeito foi preso.

Um homem com o rosto pintado de preto e branco matou uma mulher e duas crianças a facadas em uma creche em Termonde, no oeste da Bélgica, nesta sexta-feira (23), segundo a polícia.
Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Um homem com o rosto pintado de preto e branco matou uma mulher e duas crianças a facadas em uma creche em Termonde, no oeste da Bélgica, nesta sexta-feira (23), segundo a polícia.
Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Um homem com o rosto pintado de preto e branco matou uma mulher e duas crianças a facadas em uma creche em Termonde, no oeste da Bélgica, nesta sexta-feira (23), segundo a polícia.
Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Um homem com o rosto pintado de preto e branco matou uma mulher e duas crianças a facadas em uma creche em Termonde, no oeste da Bélgica, nesta sexta-feira (23), segundo a polícia.
Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Um homem com o rosto pintado de preto e branco matou uma mulher e duas crianças a facadas em uma creche em Termonde, no oeste da Bélgica, nesta sexta-feira (23), segundo a polícia.
Onze pessoas - três mulheres e oito crianças -ficaram feridas. Três das crianças estão hospitalizadas em estado grave.
O homem, que ainda não foi identificado, foi preso em seguida, de acordo com o Ministério do Interior. Segundo a imprensa local, ele tem cerca de 30 anos e é paciente psiquiátrico.
A cidade (que, em holandês, chama-se Derdemonde) fica a cerca de 30 km ao norte da capital do país, Bruxelas.


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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

ARREPENDIMENTO...NÃO!!!
MEDO!!!!!

FONTE:G1
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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

ARREPENDIMENTO...NÃO!!!
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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

ARREPENDIMENTO...NÃO!!!
MEDO!!!!!

FONTE:G1
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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

ARREPENDIMENTO...NÃO!!!
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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

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Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

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Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Pai instalou câmera na sala, depois de desconfiar de maus-tratos.Em entrevista, mulher disse que está arrependida.

Uma babá de 29 anos foi flagrada agredindo uma criança de 3 anos, em Salvador. O pai instalou uma câmera na sala, depois que começou a desconfiar de maus-tratos e ouvir o alerta de alguns vizinhos, que disseram que ouviam gritos da menina. As imagens mostram a mulher puxando e balançando a garota com força no sofá.
Ela foi presa e levada para a Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente (Derca), onde foi agredida por outras detentas. Por isso, foi encaminhada para exames e, depois, para uma cela isolada.
A babá trabalhava há dez meses na casa da família. A criança passa bem. Em entrevista à TV Bahia, na noite de quinta-feira (22), a babá disse que está arrependida e queria pedir perdão aos pais e à menina pelo que fez.

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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


fonte:G1


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


fonte:G1


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


fonte:G1


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientista diz por que há quem ache que viver na Idade da Pedra era melhor.Marlene Zuk Zuk é bióloga na Universidade da Califórnia em Riverside.

Você se lembra de quando a vida era mais simples, e a alimentação não era repleta de alimentos processados e compostos químicos? Não, não falo dos anos 50. Cada vez mais, estamos desenvolvendo nostalgia por uma época muito anterior: o Pleistoceno, quando humanos viviam em pequenos grupos de caçadores-coletores e não se preocupavam com o colesterol. Filmes como "10.000 a.C." são populares porque apelam à nossa sensação de que a vida costumava estar mais em sintonia com o meio ambiente. Uma charge recente mostra uma daquelas progressões evolucionárias – de macaco para homem caminhando ereto, para homem encurvado na frente de um computador – com a legenda: "Em algum lugar, algo deu terrivelmente errado." Talvez nossas tristezas apareçam porque nossos genes da Idade da Pedra sejam lançados na vida da Era Espacial. Aquela barriga de cerveja? É de comer muitos carboidratos processados; nossos corpos evoluíram para comer somente comidas não-refinadas, principalmente carne, e nós saímos do equilíbrio desviando de nossa dieta ancestral. Alergias alimentares e sofrimentos digestivas? Nós, como os outros mamíferos, não deveríamos consumir laticínios após a amamentação. Quando os políticos caem em desgraça após cometer adultério, algum comentarista invariavelmente apontará que esse comportamento tem raízes evolucionárias: os melhores procriadores não eram os machos-alfa com olhos vagos?
Fantasia
Para resumir, nós temos o que a antropóloga Leslie Aiello chamou de "Paleofantasia." Ela se referia a histórias sobre a evolução humana baseada em evidências limitadas de fósseis, mas o termo se aplica igualmente bem para a nostalgia aos dias muito antigos como um critério para a maneira que a vida deve ser, e por que ela às vezes parece tão fora de esquadro. Como bióloga evolucionária, eu estava inicialmente cheia de entusiasmo pela ideia de uma falta de combinação moderna entre a vida cotidiana e nosso passado evolucionário. Mas uma análise mais detalhada revela que nem todas as ideias evolucionárias são criadas iguais; mesmo para darwinianos, o inferno está nos detalhes. A noção de que havia uma época de perfeita adaptação, da qual nós atualmente nos desviamos, é uma caricatura da maneira pela qual funciona a evolução. Primeiro, quando exatamente foi essa era de harmonia, e como ela era? Recolher restos, ou comer carcaças de animais mortos deixados por (ou roubados de) predadores como leões, foi provavelmente substituído por caçar ativamente e acumular plantas selvagens cerca de 55 mil anos atrás, e a agricultura parece ter se iniciado há apenas 10 mil anos. Nós fizemos muitas coisas diferentes ao longo de cada uma dessas épocas. Quanto da dieta no nosso idílico passado de caçadores era carne, e que tipo de plantas e animais eram usados, variavam amplamente com o tempo e espaço. Inuits tinham dietas diferentes dos aborígenes australianos ou habitantes das florestas Neotropicais. E sabemos pouco sobre os detalhes do início das estruturas familiares e outros aspectos do comportamento. Então, o argumento de que "devemos" comer certa proporção de carne, por exemplo, é altamente questionável. Qual de nossos ancestrais humanos estamos usando como modelo? Porém, a dificuldade em usar nossas personalidades de caçadores-coletores como ícones de bem-estar vai muito mais além. Não é como se finalmente houvéssemos atingido a mais perfeita harmonia com nosso ambiente durante o Pleistoceno. Em vez disso, a evolução se move em conjunto, com sucessivas gerações algumas vezes imutáveis, algumas vezes melhor adaptadas a seu ambiente em alguns pontos, mas não em outros. Em qualquer ponto, ocorre a adaptação: indivíduos que conseguem aguentar calor, frio ou fome deixam mais descendentes que seus colegas menos resistentes. Mas não existe um ponto onde alguém possa dizer: "Voilà! Terminou." Será que nossos ancestrais das cavernas sentem nostalgia pelos dias antes de se tornarem bípedes? Será que os caçadores-coletores estavam convencidos de que tomar uma gazela de um leão era superior àquele negócio moderno de correr atrás dela você mesmo? E por que parar por aí? Por que não desejar ser aquático, já que a vida surgiu naquela área? Falando nisso, pode ser bom ser unicelular: afinal, o câncer surge porque nossos diferentes tecidos enlouquecem. Células sozinhas não desenvolvem câncer. Você pode argumentar que os caçadores-coletores eram mais adaptados a seu ambiente simplesmente porque passaram muitos milhares de anos com ele – muito mais do que passamos sentados em frente a um computador ou comendo barras de chocolate. Isso é verdade para alguns atributos, mas não todos. A evolução não é o velho e enferrujado processo que costumávamos pensar. Cada vez mais, cientistas estão descobrindo que a taxa da evolução pode ser extremamente rápida ou lenta, ou qualquer grau de meio-termo. Consuma laticínios, uma das clássicas comidas modernas que nós supostamente não deveríamos comer. A maioria das pessoas que não os tolera não tem um gene que confere a habilidade de quebrar a lactose, o açúcar do leite, após a idade de desmamar. Nossos ancestrais da Idade da Pedra tampouco podiam digerir o leite enquanto adultos, mas um recente estudo mostra que cerca de 5 mil anos atrás, mutações que mantêm esse gene ligado se espalharam pelo norte da Europa. Foi também nessa época que o gado começou a ser domesticado; ser capaz de consumir leite, assim como queijos de lactose mais baixa, seria vantajoso como fonte de nutrição e fluidos. Interessantemente, a tolerância à lactose também é encontrada em algumas populações africanas; as mutações para isso são diferentes das encontradas em europeus, mas os resultados são os mesmos. Essa grande mudança na dieta – e nos genes – ocorreu num piscar de olhos evolucionário. Nós nunca fomos uma combinação perfeita com o ambiente. Em vez disso, nossa adaptação é mais como um zíper quebrado, com alguns dentes que se alinham e outros que pulam para fora. O paleontólogo Neal Shubin aponta que nosso peixe interno compele o desempenho e a saúde do corpo humano, pois as adaptações que apareceram num ambiente nos complicaram em outro. Soluços, hérnias e hemorróidas são todos causados por uma transferência imperfeita de tecnologia anatômica de nossos ancestrais peixes. Isso não significa dizer que não estaríamos melhor comendo menos alimentos processados. E certamente temos preocupações salutares que nunca atingiram nossos ancestrais. Mas não deveríamos nos flagelar por termos corpos modernos, e não deveríamos supor que corrigir a dieta ou a postura nos salvaria das doenças atuais. Isso é apenas uma paleofantasia sobre o futuro.


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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

É uma regra simples: se você quiser um trabalho bem-feito, escolha a ferramenta certa. Os marceneiros sabem disso muito bem; assim como os encanadores, pedreiros e mecânicos, para citar alguns. E, aparentemente, os macacos capuchinhos também sabem. Pesquisadores descobriram que macacos capuchinhos na selva selecionam a pedra mais eficaz para quebrar nozes, rejeitando aquelas que são leves demais ou facilmente quebráveis. Eles fazem a escolha certa observando as pedras, mas também levantando-as e batendo nelas, se necessário. Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências Cognitivas e Tecnologias do Conselho Nacional de Pesquisa em Roma, e colegas, estudaram um grupo de macacos no Brasil. Foi descoberto em 2003 que eles usam pedras como martelos para abrir frutos da palmeira, difíceis de quebrar. Até então, só havia alguns poucos relatórios sobre o uso de ferramentas por esses primatas.
Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

É uma regra simples: se você quiser um trabalho bem-feito, escolha a ferramenta certa. Os marceneiros sabem disso muito bem; assim como os encanadores, pedreiros e mecânicos, para citar alguns. E, aparentemente, os macacos capuchinhos também sabem. Pesquisadores descobriram que macacos capuchinhos na selva selecionam a pedra mais eficaz para quebrar nozes, rejeitando aquelas que são leves demais ou facilmente quebráveis. Eles fazem a escolha certa observando as pedras, mas também levantando-as e batendo nelas, se necessário. Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências Cognitivas e Tecnologias do Conselho Nacional de Pesquisa em Roma, e colegas, estudaram um grupo de macacos no Brasil. Foi descoberto em 2003 que eles usam pedras como martelos para abrir frutos da palmeira, difíceis de quebrar. Até então, só havia alguns poucos relatórios sobre o uso de ferramentas por esses primatas.
Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

É uma regra simples: se você quiser um trabalho bem-feito, escolha a ferramenta certa. Os marceneiros sabem disso muito bem; assim como os encanadores, pedreiros e mecânicos, para citar alguns. E, aparentemente, os macacos capuchinhos também sabem. Pesquisadores descobriram que macacos capuchinhos na selva selecionam a pedra mais eficaz para quebrar nozes, rejeitando aquelas que são leves demais ou facilmente quebráveis. Eles fazem a escolha certa observando as pedras, mas também levantando-as e batendo nelas, se necessário. Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências Cognitivas e Tecnologias do Conselho Nacional de Pesquisa em Roma, e colegas, estudaram um grupo de macacos no Brasil. Foi descoberto em 2003 que eles usam pedras como martelos para abrir frutos da palmeira, difíceis de quebrar. Até então, só havia alguns poucos relatórios sobre o uso de ferramentas por esses primatas.
Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


fonte:G1
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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

É uma regra simples: se você quiser um trabalho bem-feito, escolha a ferramenta certa. Os marceneiros sabem disso muito bem; assim como os encanadores, pedreiros e mecânicos, para citar alguns. E, aparentemente, os macacos capuchinhos também sabem. Pesquisadores descobriram que macacos capuchinhos na selva selecionam a pedra mais eficaz para quebrar nozes, rejeitando aquelas que são leves demais ou facilmente quebráveis. Eles fazem a escolha certa observando as pedras, mas também levantando-as e batendo nelas, se necessário. Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências Cognitivas e Tecnologias do Conselho Nacional de Pesquisa em Roma, e colegas, estudaram um grupo de macacos no Brasil. Foi descoberto em 2003 que eles usam pedras como martelos para abrir frutos da palmeira, difíceis de quebrar. Até então, só havia alguns poucos relatórios sobre o uso de ferramentas por esses primatas.
Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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Cientistas observaram comportamento de animais brasileiros.Macacos conseguem pegar a melhor pedra para quebrar nozes.

É uma regra simples: se você quiser um trabalho bem-feito, escolha a ferramenta certa. Os marceneiros sabem disso muito bem; assim como os encanadores, pedreiros e mecânicos, para citar alguns. E, aparentemente, os macacos capuchinhos também sabem. Pesquisadores descobriram que macacos capuchinhos na selva selecionam a pedra mais eficaz para quebrar nozes, rejeitando aquelas que são leves demais ou facilmente quebráveis. Eles fazem a escolha certa observando as pedras, mas também levantando-as e batendo nelas, se necessário. Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências Cognitivas e Tecnologias do Conselho Nacional de Pesquisa em Roma, e colegas, estudaram um grupo de macacos no Brasil. Foi descoberto em 2003 que eles usam pedras como martelos para abrir frutos da palmeira, difíceis de quebrar. Até então, só havia alguns poucos relatórios sobre o uso de ferramentas por esses primatas.
Os pesquisadores deixaram no ambiente pedras de tamanhos e tipos diversos e observaram as atitudes dos macacos na escolha de duas ou três. Em quase todos os casos, os macacos não tiveram problemas em encontrar a pedra mais sólida e mais pesada, informam os pesquisadores na Current Biology. "Eles pareciam saber imediatamente que o peso é algo essencial", disse Visalberghi. Além dos humanos, esse tipo de seletividade de ferramentas só foi demonstrado em chimpanzés, com próxima relação com a nossa espécie. Os capuchinhos são parentes muito mais distantes. "Aqui, mostramos que uma espécie separada dos humanos há 35 milhões de anos é capaz de ser extremamente seletiva em relação ao uso de ferramentas", explicou Visalberghi. "Estou longe de argumentar que isso seja extremamente especial e único. Talvez seja mais simples do que esperávamos".


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O médico Josef Mengele, cuja missão no regime de Adolf Hitler era criar uma raça superior, teria chegado a Cândido Godói em 1963, onde se ofereceu para tratar de gestantes e lhes dar drogas experimentais. Depois de sua chegada, a média de nascimento de gêmeos é de um a cada cinco partos – quase todos loiros e de olhos azuis.
O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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O regime nazista de Adolf Hitler tinha como uma de suas maiores ambições criar uma raça “pura”, ariana, para se tornar predominante na Alemanha. Essa missão foi confiada ao médico Josef Mengele, conhecido como Anjo da Morte por escolher quais presos em campos de concentração seriam executados ou serviriam de cobaias para seus estudos. Até hoje, não se tinha conhecimento de que alguma de suas experiências genéticas pudesse ter dado certo. Mas o caso de Cândido Godói, no Rio Grande do Sul, por onde ele passou nos anos 1960, pode mudar essa história. No livro Mengele, o Anjo da Morte na América do Sul, o historiador argentino Jorge Camarasa diz que o médico alemão é o responsável pela alta incidência de gêmeos no pequeno município gaúcho – uma ocorrência a cada cinco partos. Na maioria dos casos, as crianças nascem loiras e de olhos azuis, modelo considerado ideal por Hitler. As informações são do jornal inglês Daily Telegraph.

Por muitos anos, pesquisadores tentaram entender por que Cândido Godói, de apenas 6,6 mil habitantes, registra uma taxa de nascimento de gêmeos tão elevada – a incidência normal é de uma gestação a cada 80. Camarasa diz que o primeiro casal de gêmeos da cidade nasceu em 1963, justamente o ano dos primeiros relatos da passagem de Mengele por aquela região.
O médico fugiu da Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial e passou a viver clandestinamente na América do Sul. Depois de viver em uma colônia alemã no Paraguai, passou a fazer viagens constantes a Cândido Godói, também uma comunidade fundada por descendentes de alemães, perto da fronteira com a Argentina. “Há testemunhas de que ele fez o tratamento de algumas grávidas, acompanhou as gestações e deu a elas novos tipos de drogas”, diz o historiador.
No começo, ele se apresentou na cidade como veterinário e até fez alguns experimentos de inseminação artificial em vacas, mas depois tornou-se uma espécie de médico rural. “Todo mundo se lembra de que ele costumava tirar sangue das pacientes e guardar amostras’, afirma Anencia Flores da Silva, médica e ex-prefeita de Cândido Godói que se dedicou a investigar a passagem de Mengele pela cidade. O agricultor Aloísio Finkler diz que se lembra das visitas do médico. “Ele parecia ser um homem culto e digno”. Mengele morreu no Brasil, em 1979, sem ter sido julgado por seus supostos crimes cometidos durante o nazismo.
Ainda não há nenhuma evidência científica de que as experiências eugenistas de Mengele foram bem-sucedidas, mas Jorge Camarasa tem convicção de que a “cidade dos gêmeos” no Rio Grande do Sul, que até tem um museu sobre sua peculiaridade demográfica, é a concretização do sonho do médico nazista de uma raça superior.


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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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WASHINGTON - Um novo medicamento pode ajudar a prevenir e também diminuir o avanço do vírus da herpes no organismo, afirmam pesquisadores americanos. O creme, desenvolvido pela Alnylam Pharmaceuticals Inc, teria o poder de evitar a contaminação de herpes por uma semana após uma única aplicação.
- O medicamento protege contra a Herpes Simplex 2 (HSV-2), vírus que causa a herpes genital - afirma a coordenadora da pesquisa Deborah Palliser, da Harvard Medical School, em Boston, e do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.
"Um microbicida vaginal capaz de proteger o corpo contra a transmissão do HSV-2 pode contribuir significativamente para o controle das doenças sexualmente transmissíveis", escreveu a equipe de Palliser na publicação Cell Host & Microbe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 536 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras de herpes genital, um doloroso e incurável vírus altamente infeccioso que pode causar a morte em recém-nascidos. O vírus da herpes vai direto para as células nervosas, por onde permanece latente durante toda a vida do indivíduo, causando crises periódicas.
O aciclovir e drogas similares podem suspender os sintomas, mas não têm a capacidade de prevenir uma infecção. Somente nos Estados Unidos, estima-se que um em cada cinco adultos tenha a doença.
A nova droga atua no gene nectin-1. Em estudos anteriores, foi provado que ratos geneticamente modificados para não ter este gene eram menos propensos a desenvolver a doença.
Uma única aplicação do creme teria o poder de proteger o organismo durante uma semana, dizem os pesquisadores. Para eles, o mesmo princípio deste medicamento pode ser testado na prevenção de outras doenças sexualmente transmissíveis, entre elas a Aids.

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RIO - Durante muito tempo cientistas que estudam as mudanças climáticas na Terra acreditaram que enquanto o planeta aquecia, grande parte da Antártica esfriava. Mas isso mudou. O único continente que parecia imune ao aquecimento global está esquentando rapidamente, revela reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Globo. Novos estudos mostram que nos últimos 50 anos a região registrou uma elevação média na temperatura de 0,5 grau Celsius, cerca de 0,1 grau por década. Os dados foram publicados na revista britânica "Nature". Estas mudanças têm influência direta no Brasil, pois a Antártica participa da regulação do clima no país.
Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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RIO - Durante muito tempo cientistas que estudam as mudanças climáticas na Terra acreditaram que enquanto o planeta aquecia, grande parte da Antártica esfriava. Mas isso mudou. O único continente que parecia imune ao aquecimento global está esquentando rapidamente, revela reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Globo. Novos estudos mostram que nos últimos 50 anos a região registrou uma elevação média na temperatura de 0,5 grau Celsius, cerca de 0,1 grau por década. Os dados foram publicados na revista britânica "Nature". Estas mudanças têm influência direta no Brasil, pois a Antártica participa da regulação do clima no país.
Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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RIO - Durante muito tempo cientistas que estudam as mudanças climáticas na Terra acreditaram que enquanto o planeta aquecia, grande parte da Antártica esfriava. Mas isso mudou. O único continente que parecia imune ao aquecimento global está esquentando rapidamente, revela reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Globo. Novos estudos mostram que nos últimos 50 anos a região registrou uma elevação média na temperatura de 0,5 grau Celsius, cerca de 0,1 grau por década. Os dados foram publicados na revista britânica "Nature". Estas mudanças têm influência direta no Brasil, pois a Antártica participa da regulação do clima no país.
Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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RIO - Durante muito tempo cientistas que estudam as mudanças climáticas na Terra acreditaram que enquanto o planeta aquecia, grande parte da Antártica esfriava. Mas isso mudou. O único continente que parecia imune ao aquecimento global está esquentando rapidamente, revela reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Globo. Novos estudos mostram que nos últimos 50 anos a região registrou uma elevação média na temperatura de 0,5 grau Celsius, cerca de 0,1 grau por década. Os dados foram publicados na revista britânica "Nature". Estas mudanças têm influência direta no Brasil, pois a Antártica participa da regulação do clima no país.
Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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RIO - Durante muito tempo cientistas que estudam as mudanças climáticas na Terra acreditaram que enquanto o planeta aquecia, grande parte da Antártica esfriava. Mas isso mudou. O único continente que parecia imune ao aquecimento global está esquentando rapidamente, revela reportagem publicada na edição desta quinta-feira do jornal O Globo. Novos estudos mostram que nos últimos 50 anos a região registrou uma elevação média na temperatura de 0,5 grau Celsius, cerca de 0,1 grau por década. Os dados foram publicados na revista britânica "Nature". Estas mudanças têm influência direta no Brasil, pois a Antártica participa da regulação do clima no país.
Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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Cerca de 90% do gelo do planeta encontra-se na Antártica. Até agora, a comunidade científica pensava que todo o interior do continente gelado estava esfriando e que a temperatura só aumentava na sua península, próxima ao extremo da América do Sul. Com base em análises de registros de estações terrestres e satélites, agora os autores da pesquisa contestam a ideia de que as temperaturas se mantêm em equilíbrio entre o oeste e o leste do Continente Polar.
A temperatura subiu de 1957 a 2006, especialmente no inverno e na primavera. É verdade que a parte leste da Antártica esfriou entre 1970 e 2000, mas desde então reaqueceu. Com isto, a média sobe, explicou um dos coordenadores do estudo, Eric Steig, da Universidade de Washington e diretor do Quaternary Research Center.
"O aquecimento na Antártica ocidental (oeste) tem sido de um décimo de grau Celsius por década nos últimos 50 anos, anulando completamente o esfriamento da parte leste (oriental) durante o período de 1970 a 2000", disse um comunicado da Universidade de Washington.

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colaboradores: carmen e maria celia

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