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19.1.09
A Sociedade Brasileira de Dermatologia divulgou nota nesta segunda-feira afirmando que Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos, não tem o registro da entidade para trabalhar como dermatologista. Simone é investigada pela Polícia Civil por estelionato, falsificação de documentos e suspeita de ter aplicado golpe contra pacientes na Barra da Tijuca.
Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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A Sociedade Brasileira de Dermatologia divulgou nota nesta segunda-feira afirmando que Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos, não tem o registro da entidade para trabalhar como dermatologista. Simone é investigada pela Polícia Civil por estelionato, falsificação de documentos e suspeita de ter aplicado golpe contra pacientes na Barra da Tijuca.
Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Segundo a polícia, ela teria cobrado por procedimentos que nunca foram realizados. Pelo menos seis pacientes foram lesados. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil.
Segundo a Sociedade de Dermatologia, Simone também não consta como especialista no Conselho Regional de Medicina. A instituição afirmou que o registro profissional é obrigatório, conforme o Código de Ética Médica.


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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

fonte:G1
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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Réptil foi preso na maçaneta com fita isolante.Colin Cook considerou a brincadeira de mau gosto.
O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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O australiano Colin Cook, de 54 anos, encontrou um pequeno lagarto amarrado com fita isolante na maçaneta da porta de seu carro, na semana passada, após retornar de uma caminhada no parque Onkaparinga Gorge, segundo o jornal australiano "Southern Times Messenger".
Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Fotógrafo amador, Colin Cook disse que tinha ido ao parque para tirar fotografias de aves locais, mas quando voltou se deparou com um pequeno lagarto preso na porta do veículo. Ele considerou a brincadeira de mau gosto. Com não pôde retirar a fita, sem ferir o lagarto, Cook retornou para casa com o réptil preso à maçaneta para pegar um tesoura e liberá-lo. Ele contou que foi difícil soltá-lo, pois seus pés e dedos são extremamente delicados. Cook afirmou ainda que os estacionamentos próximos ao parque Onkaparinga Gorge são frequentemente alvo de vândalos e ladrões. "É difícil desfrutar da tranquilidade da mata quando você tem esse tipo de coisa acontecendo ao seu redor", afirmou.

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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


fonte:G1
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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
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Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


fonte:G1
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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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Criança estava com cordão umbilical, molhada e suja de terra.Menina segue internada e será encaminhada a abrigo quando receber alta

Uma recém-nascida foi abandonada em uma vala de esgoto, em Cuiabá, nesta segunda-feira (19). Quando foi encontrada, a menina estava com o cordão umbilical, molhada com a água do esgoto e suja de terra. A criança, que tem 1,5 quilo, foi levada ao hospital e está internada na UTI.
De acordo com os médicos, a menina sofreu uma hipotermia e, agora, seu estado de saúde é estável. O caso de abandono foi registrado no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) e será encaminhado para a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Dedica).
A polícia ainda não tem pistas dos pais da menina.
Segundo o coordenador do Conselho Tutelar de Cuiabá, Davino Mário de Arruda, a criança deve ser encaminhada para o abrigo Lar da Criança após receber alta.


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LONDRES - Interromper o sono em sua fase mais profunda pode provocar a perda de memória, indica estudo publicado na revista britânica "Nature Neuroscience" deste mês. O sono é dividido em quatro estágios, e é no estágio mais profundo que o cérebro trabalha para armazenar as novas informações. Se esta fase não acontece ou é interrompida, recordar certos momentos ou informações se torna mais difícil, afirmam pesquisadores do Instituto Holandês de Neurociência, responsável pelo estudo.
A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


fonte:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/01/19/sono-interrompido-pode-prejudicar-memoria-indica-estudo-754043863.asp
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LONDRES - Interromper o sono em sua fase mais profunda pode provocar a perda de memória, indica estudo publicado na revista britânica "Nature Neuroscience" deste mês. O sono é dividido em quatro estágios, e é no estágio mais profundo que o cérebro trabalha para armazenar as novas informações. Se esta fase não acontece ou é interrompida, recordar certos momentos ou informações se torna mais difícil, afirmam pesquisadores do Instituto Holandês de Neurociência, responsável pelo estudo.
A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
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Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


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A investigação foi coordenada pelo cientista Ysbrand Van Der Werf, que usou provas de memória e exames feitos com um eletroencefalograma para medir a atividade cerebral dos participantes de dia e durante as horas em que dormiam.
Os participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro, as pessoas eram acordadas toda vez que chegavam ao sono profundo, enquanto o segundo grupo era incentivado a dormir silenciosamente a noite inteira. Os dois grupos dormiam a mesma quantidade de horas diariamente.
Ao longo do dia, os cientistas aplicavam testes para medir os níveis de concentração e de memória dos participantes. Os indivíduos do primeiro grupo, que foram acordados algumas vezes durante a noite, tinham mais dificuldade do que os que tinham dormido a noite inteira para se lembrar das informações perguntadas pelos cientistas.
O estudo confirma que a memória depende da qualidade do sono, e quanto mais superficial a noite de descanso, maior será a dificuldade de lembrar dos fatos no dia seguinte.


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campeão de comentários em vários locais, o Caso Abdelmassih revela-se um grande escândalo na área médica
veja , em destaque,os comentários recebidos por nosso blog e outros locais:

Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
18 de Janeiro de 2009 18:24


Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
19 de Janeiro de 2009 00:55


Como diz o ditado: "onde há fumaça, certamente, há fogo" e nesse caso tudo indica que há bem mais que fumaça...
19 de Janeiro de 2009 00:5
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:53  ver comentários (2) comentar

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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Como diz o ditado: "onde há fumaça, certamente, há fogo" e nesse caso tudo indica que há bem mais que fumaça...
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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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campeão de comentários em vários locais, o Caso Abdelmassih revela-se um grande escândalo na área médica
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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
18 de Janeiro de 2009 18:24


Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
19 de Janeiro de 2009 00:55


Como diz o ditado: "onde há fumaça, certamente, há fogo" e nesse caso tudo indica que há bem mais que fumaça...
19 de Janeiro de 2009 00:5
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:53  ver comentários (2) comentar

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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
18 de Janeiro de 2009 18:24


Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Acredito totalmente no que essa mulher (Mônika) está dizendo, Dr. Roger tenta beijar suas pacientes na boca sim e fica sozinho sim com elas sempre que pode, principalmente na volta da sedação, isso aconteceu comigo, ele tentou me beijar várias vezes e sempre me esquivava, um selinho ele conseguiu dar. Se não denunciamos na hora é justamente por saber que ele é mais poderoso e sabe como ninguém usar a mídia a seu favor. É claro que algumas mulheres vão entrar em sua defesa, ele certamente não tentou com elas. A justiça deve ficar atenta, isso é muito sério e a impunidade só irá contribuir para que outros doutores monstros continuem por aí.
18 de Janeiro de 2009 18:24


Tomara que uma investigação séria e um processo imparcial imperem nesse caso e não prevaleça o poder economico do acusado nem o interesse daquelas pacientes que atuarão para inocenta-lo por não terem sido vítimas. Afinal a boa sorte dessas não justifica o infortúnio das mulheres molestadas.
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Como diz o ditado: "onde há fumaça, certamente, há fogo" e nesse caso tudo indica que há bem mais que fumaça...
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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



por Paulo Roberto Lopes, jornalista
http://e-paulopes.blogspot.com/2009/01/ivanilde-acordei-e-vi-que-estava-com-o.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:40  comentar


A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
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"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



por Paulo Roberto Lopes, jornalista
http://e-paulopes.blogspot.com/2009/01/ivanilde-acordei-e-vi-que-estava-com-o.html
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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



por Paulo Roberto Lopes, jornalista
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link do postPor anjoseguerreiros, às 15:40  comentar


A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
Até sexta, 16, Adriano Salles Vanni, advogado do médico, queixava-se do fato de não saber dos nomes das ex-pacientes que fazem as acusações. Agora já tem o nome das duas mulheres e , provavelmente nos próximos dias o exemplo de coragem delas será seguido por outras vítimas.
Ainda que seja improvável que mais de 30 mulheres que não se conhecem estejam mentindo, a Justiça garante ao médico ampla direito de defesa. E é só a Justiça que condena. E é assim que ter de ser.
Mas, confirmadas as denúncias, este será o maior escândalo já registrado na história da medicina brasileira.



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A empresária Ivanilde Vieira Serebrenic (foto) é a segunda mulher que sai do anonimato para acusar o médico Roger Abdelmassih de abuso sexual. A primeira foi a fotógrafa Monika Bartkevitch, 43, que deu entrevista à Folha.


Relato da empresária Ivanilde Vieira Serebrenic à Istoé:


"Era um final de tarde. Eu e meu marido fechamos um pacote com três tentativas de fertilização por cerca de R$ 32 mil, em 1999, com o próprio Roger Abdelmassih. No mesmo dia, colhi sangue e fiz um ultrassom intravaginal. O exame apontou um problema em uma das minhas trompas. Marcamos a cirurgia para uma semana depois. Dias após a operação, voltei na clínica para a retirada de um ponto no umbigo .No procedimento, ele sangrou, tive muita dor e entrei chorando na sala do dr. Roger. Enquanto me consolava, ele dizia: 'Você é uma paciente, está em um momento delicado da vida.' Ele me abraçou e, enquanto eu chorava, tentou me beijar. Como eu estava com batom vermelho, virei o rosto e manchei o jaleco dele. Saí da sala e fui embora sozinha. Meu marido estava viajando, na época. Parei em um posto de gasolina e fui ao banheiro. O cheiro do dr. não saía de mim, aquele cheiro de éter. Como já tinha pago o pacote de fertilizações, havia feito uma operação para a retirada da trompa, optei por iniciar o tratamento. Voltei à clínica quase dois meses depois. Lá, fui sedada e meus óvulos foram retirados para serem fecundados. Encaminhada para uma sala de recuperação, acordei com o dr. Roger apalpando os meus seios. Meio sonolenta, pensei: 'Acho que estou sonhando, não é real, é coisa da minha cabeça.' Meu marido estava me aguardando na clínica e fomos embora, numa boa. Mas fiquei com aquilo na cabeça, com medo de falar para qualquer um. Achava que eu tinha ficado com trauma por ele já ter tentado me beijar. Não engravidei nessa primeira tentativa de fertilização. Como tinha mais duas, retornei à clínica 50 dias depois. E fui molestada no mesmo processo. Acordando da sedação, ainda grogue, vi que eu estava com o pênis dele na mão. Ele viu que eu havia despertado, tentei me levantar, cheguei a sentar na maca. Aí, o dr. Roger abaixou o jaleco, disse 'calma, calma, calma', e saiu da sala. Saí na sequência, e não o vi mais ali na clínica. Fui chorando ao encontro do meu marido, que estava na recepção. Ele me perguntou o que tinha acontecido e eu disse: 'Tá doendo'. Mais tarde, meu marido até ligou na clínica pedindo algum medicamento para a dor. Mas eu teria de voltar na clínica para fazer a transferência (quando o embrião fecundado é implantado no útero da mulher), para pegar meu filho, claro. Bom, fui e fiz a transferência. Voltei para casa e aguardei dez dias para ver se dava certo. Não deu. Aí, eu fiquei mal. Estava irritada, muito gorda de tanto hormônio, com colesterol alto. Foi quando, em casa, disse ao meu marido que não queria mais ser mãe, que a experiência que tive com o dr. Roger estava acabando com meu físico e emocional. E contei para ele o abuso. Ele ficou revoltado, pensou em denunciar, mas não fizemos isso. Fui para um spa para emagrecer, quis ficar sozinha. Tempos depois consegui ter três filhos com a ajuda de um outro especialista em fertilização."
Hoje Ivanilde é presidente do Sincopetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo) do Estado de São Paulo. É sul-matrogrossense e mora em Sorocaba, cidade paulista de 577 mil habitantes que fica a 90 km da capital.
Na segunda-feira, a emrpesária pretende ir à Delegacia da Mulher e ao MP (Ministério Público) do Estado de São Paulo, para registrar a sua acusação, juntando-se a outras mulheres que depuseram na condição de vítimas do médico. Na última contagem, elas eram 35.
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Começou o processo 2009 para formação de novos Contadores de Histórias para crianças hospitalizadas, a Associação Viva e Deixe Viver tem como MISSÃO: Promover entretenimento, cultura e informação educacional através do estímulo à leitura e do brincar, visando transformar a internação hospitalar de crianças e adolescentes em um momento mais alegre e agradável, contribuindo positivamente para o bem estar de seus familiares e equipe multidisciplinar.
Estou há um ano trabalhando com o Viva no ICR (Instituto da Criança) e posso afirmar que é um trabalho maravilhoso e gratificante, cada sorriso é único, tirar a criança do ambiente hospitalar através da imaginação faz toda a diferença para todos os envolvidos.
Inscrições:
São Paulo-SP: começa dia 09 de fevereiro - 300 vagas - Acompanhe
Rio de Janeiro-RJ: já estão abertas - Inscrição
Conheça mais sobre o http://www.vivaedeixeviver.org.br/

fonte:depoimento de uma amiga que faz esse trabalho em SP
Simone Moreto
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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:59  comentar

Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
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As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:59  comentar

Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Uma equipe de pesquisadores da Escócia vai iniciar testes clínicos para verificar se células-tronco podem ser usadas para tratar pessoas que sofreram derrame.
As células, provenientes de células de um feto abortado, serão injetadas no cérebro de pessoas que sofreram derrames - nome comum dado ao acidente vascular cerebral, causado pela interrupção de fluxo sanguíneo no cérebro.
Os cientistas do Southern General Hospital, na cidade de Glasgow, esperam que as células regenerem áreas danificadas pelo derrame e aumentar a capacidade de movimento e habilidade mental.
Os testes, previstos para começar na metade deste ano, inicialmente vão envolver quatro grupos de três pacientes e vão durar dois anos.
Os médicos vão testar primeiro a segurança do procedimento, mas existe a possibilidade de que alguns pacientes se beneficiem do tratamento.
Primeiro será administrada uma dose pequena, com dois milhões de células-tronco fetais. Ela vai aumentar gradativamente durante o período de testes e, no final, chegará a 20 milhões de células, que os médicos acreditam ser o número suficiente para dar início ao processo de regeneração do tecido.
Keith Muir, especialista que lidera os testes no Southern General Hospital in Glasgow, disse: "Se funcionar, e funcionou em sistemas moldados em animais, (o tratamento) pode permitir que novas células nervosas cresçam ou regenerem células existentes e a recuperação real de funções em pacientes que, de outra forma, não conseguiriam recuperar funções."
Incapacitados
Um terço dos pacientes com derrame se recupera plenamente, mas os restantes morrem ou acabam permanentemente incapacitados porque tiveram o cérebro muito danificado.
Atualmente o único tratamento disponível é fisioterapia para restaurar movimentos e funções do cérebro.
Mas Muir acredita que a nova terapia tem o potencial de beneficiar pacientes que tiveram uma melhora limitada através de fisioterapia.
"Para a alta porcentagem de pacientes que conseguem uma recuperação incompleta, (o tratamento com células-tronco) tem o potencial de introduzir novas células que vão permitir novo crescimento."
"Do contrário, você está tentando potencializar a recuperação em áreas que estão fundamentalmente danificadas e não pode regenerar além de um certo nível básico."
"Você pode reorganizar o cérebro, pode ajudar esta reorganização com fisioterapia, mas não pode fazer novas células nervosas crescerem."
"A esperança com células-tronco é que, ao colocar uma nova célula e novo tecido, pode-se avançar esta recuperação."
Autorização para testes
A companhia que desenvolveu as células-tronco, Reneuron, pediu autorização pela primeira vez para começar os testes clínicos há dois anos, nos Estados Unidos.
Mas não conseguiu sinal verde da Food and Drug Administration (FDA, o órgão do governo americano que controla alimentos e remédios).
A Reneuron conseguiu agora satisfazer o critério do órgão regulamentador britânico Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency, de que a terapia é segura o suficiente para ser aplicada em pacientes de derrame.
Sinden acredita que seu sucesso levará outras companhias frustradas com a lentidão dos processos no FDA a pedirem autorização para testes na Grã-Bretanha e outras partes da Europa.
Mas o uso de um feto humano abortado para criar células-tronco é polêmico e tem provocado forte resistência de grupos que se opõem ao uso de embriões neste tipo de pesquisa médica.
Quando a Reneuron anunciou que iria pedir autorização para realizar testes clínicos à FDA, a Sociedade para a Criança Não-Nascida (Society for the Unborn Child) criticou duramente a proposta.
Um porta-voz declarou que os testes "envolvem canibalização de uma criança não-nascida".
"É antiético em todos os aspectos - matar um membro da raça humana para ajudar outro. Nós nos opomos totalmente a isto."
Em resposta Sinden disse que foi usado apenas um feto. "Nós só pegamos um tecido para fazer este produto."

"Nós temos uma tecnologia que pode multiplicar uma célula individual em todas as células necessárias para tratar milhares de pacientes."
"Nós achamos que esta é uma grande vantagem da tecnologia que temos e realmente anula as preocupações éticas sobre o uso original de tecido fetal".
"Seria eticamente errado negar tratamento."


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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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Verão é sinônimo de praia para muitas mulheres. E na praia, elas passam a maior parte do tempo com o biquíni molhado: ambiente perfeito para a candidíase. De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida.
A doença é causada por fungo chamado cândida, que faz parte da flora vaginal de toda mulher saudável.
- O fungo convive bem no organismo feminino. É uma questão de equilíbrio e defesa. Esporadicamente, essa defesa é quebrada e a vagina fica muito ácida, fazendo com que o fungo se prolifere em demasia - explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior.
Segundo o médico, gravidez, uso de medicamentos como antibióticos, e estresse, por exemplo, podem alterar o pH vaginal. No verão, a situação se agrava.
- No calor, a vagina fica mais úmida por causa do suor, o que altera a barreira e cria condição ideal para o fungo se proliferar - diz Mendes Júnior.
Os sintomas da doença, de acordo com o ginecologista, são corrimento, coceira, ferida e dor durante a relação sexual. Previna-se
O médico dá dicas para que a doença não estrague o verão das mulheres.
- A melhor maneira de se precaver é usar calcinha de algodão, porque a de nylon fica molhada com o corrimento. Também é bom recorrer à higiene externa, com banho de assento feito com a mistura de uma colher de chá rasa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Isso já protege bastante - garante.
Mendes Júnior recomenda também usar creme à base de lactobacilos durante uma semana, no período durante a menstruação. Ele sugere ainda que, na praia, a mulher se seque o máximo possível antes de sentar e evite vestir por muito tempo biquíni molhado. Risco para os homens
O ginecologista ainda alerta para o risco de infecções nos homens:
- Se o casal tem relação sexual sem camisinha, e a mulher está com candidíase, o homem pode pegar a infecção também. Nesse caso, os dois precisam tomar o medicamento.
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
Benezinha Paula Santos
Eduardo Alonso Gutierrez
Renize Nil
Hospital São Luiz
Andrea de Arruda Beltrão
Etiene Barraqui

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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
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. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
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. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
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. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
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. Caique Eleotério
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. Francisco Cipriano
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. Robert Juliano Rodrigues Custódio
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. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
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Hospital São Paulo
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. Jose de Souza Neto
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. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
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. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
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Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
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Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
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. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
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. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
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Renize Nil
Hospital São Luiz
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
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. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
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. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
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. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
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. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
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. Francisco Cipriano
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. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
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. Giovana Guedes Santos
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Hospital Bandeirantes
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Hospital Santa Helena
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Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
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Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
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Hospital Vergueiro
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Hospital Cruz Azul
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. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
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Hospital São Paulo
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. Adriana Nipetorio
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. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
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. Giovani
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Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
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. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
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. Monica Damasceno Bezerra
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Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
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Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
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Hospital Ipiranga
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. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
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Hospital Vergueiro
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. Hermínia B. dos Santos
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. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
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Hospital Cruz Azul
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. Belquior Custódio Júnior
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. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
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. Mary Selma Valdambrini dos Santos
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. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
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. Solange Cristina
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. Giovana Guedes Santos
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. Giovani
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Hospital Santa Cruz
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. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
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Hospital São Camilo
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. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
Benezinha Paula Santos
Eduardo Alonso Gutierrez
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Hospital São Luiz
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
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. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
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. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
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. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
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. Eleutério Cipriano
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. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
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. Roberta Martins da Silva
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. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
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. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
Benezinha Paula Santos
Eduardo Alonso Gutierrez
Renize Nil
Hospital São Luiz
Andrea de Arruda Beltrão
Etiene Barraqui

link do postPor anjoseguerreiros, às 11:40  comentar

São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
Benezinha Paula Santos
Eduardo Alonso Gutierrez
Renize Nil
Hospital São Luiz
Andrea de Arruda Beltrão
Etiene Barraqui

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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
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. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
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Eduardo Alonso Gutierrez
Renize Nil
Hospital São Luiz
Andrea de Arruda Beltrão
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
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Renize Nil
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
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Hospital São Paulo
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. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
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Benezinha Paula Santos
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
Regina Barbosa Melo Gutemberg
Benezinha Paula Santos
Eduardo Alonso Gutierrez
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São Paulo - A assessoria de imprensa da Igreja Renascer em Cristo divulgou lista com nomes de feridos no desabamento do teto do templo neste domingo, no bairro de Cambuci, em São Paulo. A listagem pode ter erros de grafia nos nomes e muitos já foram liberados, segundo a Igreja.
Hospital das Clínicas
. Cilene Aparecida
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Evani Delamares Lima
. Jade Milene de Queroz Ferreira
. Jade Mineria
. Maria Lourdes da Silva
. Maria Lucia da Silva
. Milene de Queiroz
. Olga Doloso Silva
Hospital Ipiranga
. Solange Ap Costa
. Sirlene Galvão dos Santos
. Alex Issa Junior
. Daniele Carvalho
. Elaine Cristina Dias Gomes
. Francisca Cavalcante
. Ludmila Betta Rocha
. Nadia Lucia de Souza
. Nelise (Nilce) Aprima
. Stephani Votoran dos Santos
. Viviane Meire dos Santos
Hospital Vergueiro
. Idaine O. de Freitas
. Angelina de O. Silva
. Carmelito Leonardo
. Daiane O. de Freitas
. Evelise Del Corso
. Giselma Maria Nascimento
. Gilmar V. da Silva
. Hermínia B. dos Santos
. Joselma Maria Nascimento
. Maria Aparecida Costa
. Marta Gomes
. Ofélia Batista
. Olga Bernardes
. Ruth F. da Silva
Hospital Cruz Azul
. Adriana Cristina de Oliveira dos Santos
. Cécia da Hora Alexandrino da Silva
. Aguinaldo do Espírito Santo Diniz
. Alcyr Fernando Gomes de Azevedo
. Ana Paula de Oliveira
. Antonio Carlos Costa de Oliveira Junior
. Belquior Custódio Júnior
. Cássia Dias Novakoski
. Caique Eleotério
. Cláudia Mara Oshiro
. Dalva Haremi Fukusig
. Francisco Cipriano
. Luciana Cristina Prudente de Lima
. Maria José da Anunciação
. Mary Selma Valdambrini dos Santos
. Melchior Custódio Júnior
. Michelle George Barrak
. Regina Barbosa de Melo Gutierrez
. Renata Ferreira Merussi
. Robert Juliano Rodrigues Custódio
. Rosimeire Maria da Anunciação
. Sébora Lúcia Pereira
. Solange Cristina
. Eleutério Cipriano
. Taiane Cipriano da Silva
. Thais Alberta Lorena Santana
. Vanda Divina
. Yoon Soon Kim
Hospital São Paulo
. Adriana Eleoterio
. Gustavo Gugla Santana
. Adriana Nipetorio
. Bruna Aparecida Prestes
. Dca Sonia Nunes
. Douglas Luis da Mata
. Gabriel Romao da Silva
. Giovana Guedes Santos
. Gustavo George Santana
. Jose de Cavalcante Souza Neto
. Jose de Souza Neto
. Marta Bispo Santos Vilela
. Oscar Aquira Tado
. Rebeca Martins da Silva
. Roberta Martins da Silva
. Sidneia Mendes Da Silva
. Giovani
. Everton da Silva
Hospital Santa Cruz
. Gilvania Guedes Santos
. Taisa Alberto Lorena Santa
. Debora Lucia Pereira
. Marta Gomes
. Adenilson Borges de Barros
. Cilene Galvao dos Santos
. Raimundo Sampaio Carvalho
. Cristina Rodrigues dos Santos
. Gilmar Pereira da Silva
. Herminia Bispo dos Santos
. Cessia Alexandrina da Silva
. Presbítera Cidinha
. Bruna Pretti
. Marta Bispo
. Maria de Lourdes da Silva
. Marisalva Santana Souza Costa
Hospital Dom Antonio Alvarenga
. Raimunda Sampaio Carvalho
Hospital Saboia
. Elisete Guedes Papalargo
. Roseli Aparecida do Prado
Hospital São Camilo
. Lucimar Rosana Paparrazo
. Pryscila Lindseyk Goncalves
. Rodrigo Aguiar
. Elizete Melo Mendonca
. Sheila Rosana de Lima
. Kauanny Brilhante Mendes Porto
. Kaue Goncalves da Silva
. Kaiky Goncalves da Silva
. Tauany Julia Ferreira Silva
. Marines Beijar Veneroso Russo
. Monica Damasceno Bezerra
Hospital Bandeirantes
. Erica Mello
Hospital Santa Helena
. Guilherme Scheidt
Hospital da Glória
Gabriel Monteiro da Silva Neto
Santa Casa de Misericórdia
Luiza Silva Tomiu
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Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:07  comentar

Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul

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A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.
A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.
Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


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Levantamento pesquisou 254 itens nas cinco regiões de São Paulo.Vinte e quatro produtos apresentam diferença de preço de 100% ou mais.
O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro. De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados. As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


FONTE:G1
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Levantamento pesquisou 254 itens nas cinco regiões de São Paulo.Vinte e quatro produtos apresentam diferença de preço de 100% ou mais.
O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro. De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados. As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro. De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados. As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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Levantamento pesquisou 254 itens nas cinco regiões de São Paulo.Vinte e quatro produtos apresentam diferença de preço de 100% ou mais.
O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro. De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados. As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


FONTE:G1
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Levantamento pesquisou 254 itens nas cinco regiões de São Paulo.Vinte e quatro produtos apresentam diferença de preço de 100% ou mais.
O preço do material escolar na cidade de São Paulo apresenta diferenças de preços que podem chegar a 233%, dependendo da região, informa pesquisa realizada pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) em São Paulo entre os dias 6 e 8 de janeiro. De acordo com o levantamento, que pesquisou dez estabelecimentos comerciais nas cinco regiões de São Paulo, 24 itens apresentaram diferença de preço de 100% ou mais. Segundo o Procon-SP, foram pesquisados 254 itens, mas em função da falta de alguns produtos, 181 foram divulgados. As duas maiores diferenças de preço encontradas foram do lápis preto nº 2, que custa R$ 1,00 (Centro) ou R$ 0,30 na Zona Norte, diferença que equivale a 233%.
A caixa de giz de cera com 12 unidades, que nas zonas Norte e Sul custa R$ 0,75, pode ser comprada por R$ 2,40 num estabelecimento da Zona Oeste – diferença de R$ 1,65 ou 220%. Das regiões comparadas, a Zona Norte foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço: 72 itens, segundo o Procon-SP. Na comparação de preços, entre menor e maior valor, foi constatado ainda que, entre os 181 itens, 09 itens tiveram diferença de preço abaixo de 50% da média; 48 tiveram diferença de preço entre 50 e 100% e 24 tiveram diferença de preço de 100% ou mais.


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Inquérito Policial Militar já foi entregue ao Ministério Público Estadual.Nayara diz que Lindemberg só atirou após movimentação do Gate.
Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Inquérito Policial Militar já foi entregue ao Ministério Público Estadual.Nayara diz que Lindemberg só atirou após movimentação do Gate.
Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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Inquérito Policial Militar já foi entregue ao Ministério Público Estadual.Nayara diz que Lindemberg só atirou após movimentação do Gate.
Após três meses de apuração, a Polícia Militar de São Paulo concluiu que houve “infração disciplinar” na conduta dos policiais envolvidos na operação de resgate que terminou com a morte de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008. A versão preliminar do Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado à época foi entregue na sexta-feira (16) à tarde ao Ministério Público Estadual (MPE).
O promotor José Roberto Jauhar Julião, designado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado para acompanhar o caso, tem agora duas alternativas: arquivar o IPM ou enquadrar os policiais em crimes previstos no Código Penal Militar e denunciá-los à Justiça Militar. O promotor diz que só decidirá o que fazer depois que todas as perícias forem anexadas ao IPM, o que deve levar alguns dias.
Mantida em cárcere privado pelo ex-namorado Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, por mais de 100 horas, Eloá foi morta em meio a invasão do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) ao apartamento em Santo André, na Grande São Paulo.
A amiga dela Nayara Rodrigues da Silva, que havia sido libertada dias antes e acabou retornando ao cativeiro a pedido dos PMs, foi baleada na boca, mas sobreviveu. Em depoimento, a adolescente afirmou que Lindemberg só efetuou os disparos contra ela e a amiga após perceber a movimentação do Gate.
No dia 8, juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André, decidiu que Alves vai a júri popular. A defesa do acusado recorreu da decisão do júri popular durante a própria audiência.

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SÃO PAULO - A Polícia Federal de Santos não descarta a possibilidade de imperícia médica na morte do empresário Diego Mendes de Oliveira, de 26 anos, que faleceu na madrugada de sábado, a bordo do navio Soberano, no litoral paulista. O rapaz começou a passar mal na sexta-feira porque teria ingerido ostras em uma das paradas do navio, em Salvador (BA). Ele teve três atendimentos antes de morrer, por insuficiência cardiorrespiratória. Diego foi enterrado neste domingo no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André, no ABC, diante da presença de dezenas de amigos e familiares.
O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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SÃO PAULO - A Polícia Federal de Santos não descarta a possibilidade de imperícia médica na morte do empresário Diego Mendes de Oliveira, de 26 anos, que faleceu na madrugada de sábado, a bordo do navio Soberano, no litoral paulista. O rapaz começou a passar mal na sexta-feira porque teria ingerido ostras em uma das paradas do navio, em Salvador (BA). Ele teve três atendimentos antes de morrer, por insuficiência cardiorrespiratória. Diego foi enterrado neste domingo no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André, no ABC, diante da presença de dezenas de amigos e familiares.
O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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SÃO PAULO - A Polícia Federal de Santos não descarta a possibilidade de imperícia médica na morte do empresário Diego Mendes de Oliveira, de 26 anos, que faleceu na madrugada de sábado, a bordo do navio Soberano, no litoral paulista. O rapaz começou a passar mal na sexta-feira porque teria ingerido ostras em uma das paradas do navio, em Salvador (BA). Ele teve três atendimentos antes de morrer, por insuficiência cardiorrespiratória. Diego foi enterrado neste domingo no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André, no ABC, diante da presença de dezenas de amigos e familiares.
O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


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SÃO PAULO - A Polícia Federal de Santos não descarta a possibilidade de imperícia médica na morte do empresário Diego Mendes de Oliveira, de 26 anos, que faleceu na madrugada de sábado, a bordo do navio Soberano, no litoral paulista. O rapaz começou a passar mal na sexta-feira porque teria ingerido ostras em uma das paradas do navio, em Salvador (BA). Ele teve três atendimentos antes de morrer, por insuficiência cardiorrespiratória. Diego foi enterrado neste domingo no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Santo André, no ABC, diante da presença de dezenas de amigos e familiares.
O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


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O currículo do responsável pelo atendimento será enviado nos próximos dias ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para saber se ele estava apto para trabalhar no cruzeiro organizado pela operadora de turismo CVC. Diego viajou com um primo, um amigo e o irmão, o também empresário Tiago Mendes de Oliveira, de 25 anos. A família da vítima acredita que houve falha do médico. Antes de morrer o rapaz havia passado mal, com febre, vômitos e diarréia, e chegou a ser atendido três vezes pela equipe médica.
Colombiano, o médico integrava uma equipe composta por quatro profissionais, responsáveis pelo atendimento médico de 2.500 passageiros, que embarcaram no dia 10, no Porto de Santos, para um passeio de sete dias pela costa brasileira. Era a primeira vez que ele trabalhava em um cruzeiro e precisava do auxílio de um intérprete para se comunicar com os passageiros.
- Vamos investigar para saber se esse médico estrangeiro poderia atender na costa brasileira, apesar de não falar o mesmo idioma da maioria dos passageiros - antecipou o delegado da PF, Moisés Eduardo Ferreira, responsável pela investigação do caso.
Para o delegado as empresas que organizam as viagens (no caso, a CVC) deveriam aprimorar o atendimento médico nos navios.
- A estrutura é para emergências, mas as mortes podem servir para que as empresas melhorem o centro médico nos navios - disse Ferreira.
Segundo o Instituto Médico Legal de Santos (IML), a morte do empresário foi causada por um edema pulmonar, que resultou em uma insuficiência respiratória.
Essa foi a terceira morte registrada na temporada de cruzeiros este ano.
Com base no depoimento de Tiago Mendes de Oliveira, irmão da vítima, o delegado Moyses Eduardo Ferreira, da Polícia Federal, disse que a vítima não consumiu drogas. "A princípio, pode ter sido algo que ele ingeriu, ou alimentação ou bebidas". A causa, para a PF, foi intoxicação alimentar .
Tiago contou que o irmão começou a passar mal na noite de quinta, com sintomas de vômito e manchas pelo corpo.
Diego faleceu pouco antes de a embarcação aportar no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto de Santos, após o cruzeiro de sete dias que passou por Ilhéus e Salvador, na Bahia.
No terceiro atendimento, o rapaz chegou a apresentar melhora. No entanto, acabou sofrendo insuficiência respiratória.
O irmão disse que ele piorou pouco tempo depois de medicado. Além da febre, passou a sentir dores nas pernas e passou a ter manchas vermelhas pelo corpo. O pai não se conforma com o atendimento médico no navio.
- Não bebe, não fuma, não faz nada. Bebe socialmente. Morreu porque teve negligência médica mesmo - disse o pai de Diego, Valdir de Oliveira, de 51 anos, que não estava no navio, veio a Santos buscar os filhos e só na cidade soube da morte de Diego.
- Difícil saber. Somente quando fizer análise no corpo dele é que vamos detectar o que levou a esse mal estar - disse delegado da Polícia Federal, Moyses Ferreira.
A CVC descarta que tenha ocorrido intoxicação alimentar dentro do navio, pois não foram registrados outros casos de pessoas passando mal na embarcação.
Segundo a fretadora, a embarcação tem todas as condições para fazer o atendimento médico. Três mortes em um mês
No último dia 19 de dezembro, a estudante de Direito Isabella Baracat Negrato , de 20 anos, morreu a bordo de um navio que fazia um cruzeiro no litoral norte e São Paulo. Segundo o delegado da Polícia Federal em Santos, Moyses Eduardo Ferreira, a passageira tenha morrido por ingestão conjunta de álcool e drogas.
A morte de Isabella aconteceu quando o navio estava atracado em Ilhabela, na tarde do último dia 19. Uma grande quantidade de bebida teria sido encontrada no quarto da garota.
No último sábado, Clony Resende, de 74 anos morreu enquanto fazia o check-out no transatlântico MSC Musica. A embarcação também havia atracado no Porto de Santos. Segundo a assessoria de imprensa do transatlântico, a vítima teria sofrido uma parada cardíaca e estava com a família no momento do acidente.


FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/18/pf-nao-descarta-erro-medico-na-morte-de-empresario-em-cruzeiro-754033930.asp
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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


NATURALMENTE COMO JÁ FOI DITO NO POST ANTERIOR SOBRE MÉDICOS...NADA VAI ACONTECER!


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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


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Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


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Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


NATURALMENTE COMO JÁ FOI DITO NO POST ANTERIOR SOBRE MÉDICOS...NADA VAI ACONTECER!


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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.


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Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
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