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18.1.09
Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina.Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.

O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical. “No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama). Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contraindicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.

A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carnavalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.

Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.
Como deve ser o ofurô
Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.
Maternidade ativa
Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.



fonte:G1
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Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina.Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.

O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical. “No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama). Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contraindicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.

A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carnavalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.

Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.
Como deve ser o ofurô
Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.
Maternidade ativa
Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.



fonte:G1
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Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina.Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.

O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical. “No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama). Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contraindicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.

A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carnavalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.

Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.
Como deve ser o ofurô
Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.
Maternidade ativa
Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.



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A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carnavalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.

Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.
Como deve ser o ofurô
Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.
Maternidade ativa
Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.



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Criança fica imersa em balde para reproduzir posição uterina.Água deve cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora.

O nascimento e a chegada repentina a um mundo completamente diferente pode não ser tão agradável para todos os bebês. Então, nada melhor do que um banho quentinho que lembre a barriga da mamãe. É isso o que propõe o ofurô para bebês: um banho dado dentro de um balde, com o bebê imerso e na posição vertical. “No útero da mãe o bebê estava na água, encolhido e acolhido, com o calor da mãe, e a banheira tradicional deixa esse bebê com a barriga para cima, que é a posição mais desagradável. A proposta do ofurô é fazer com que ele resgate um pouco o que sentia na barriga da mãe e se acalme”, diz Ana Cristina Duarte, coordenadora do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (Gama). Segundo o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Correa, o banho de ofurô não tem contraindicação e pode ser dado em bebês de qualquer idade, desde o seu nascimento. “O banho só traz benefícios para a criança e é um grande estímulo pela relação que o bebê tem com a água”, diz Correa.

A fisioterapeuta Regiane Albertini de Carnavalho, mãe de Rafael, de 4 meses, recorre ao banho desde que seu filho tinha apenas 1 mês. "O Rafael já é uma criança calma, mas ele gosta muito do banho. Costumo dar o banho convencional e à noite, antes de dormir, o banho no balde para que ele se acalme e brinque um pouco", diz ao G1.

Regiane conheceu o banho por meio da indicação de uma amiga e hoje recomenda. "Utilizo um balde especial, que é feito com um plástico mais resistente", afirma.
Como deve ser o ofurô
Os pais devem aquecer a água entre 37 e 38 graus, na quantidade suficiente para cobrir o corpo do bebê deixando só a cabeça para fora da água. Corrêa recomenda que o bebê esteja enrolado em um tecido limpo para reproduzir a posição em que a criança ficava no útero. Outra dica do especialista é que o banho seja realizado, se possível, no escuro e em silêncio. “Esse é um banho em que os pais devem estar atentos o tempo todo e o bebê pode ficar no balde até que a água comece a esfriar. É importante que a mãe apoie a cabeça do bebê durante o banho”, diz Ana Cristina. Segundo ela, por estar sempre assistido pela mão, o bebê pode inclusive dormir durante o banho.
Maternidade ativa
Ana Cristina afirma que a manternidade ativa, defendida pelo Gama, é um conceito que diz que os pais precisam fazer escolhas conscientes sobre tudo o que diz respeito ao bebê. "É importante que os pais façam pesquisas para fazer escolhas conscientes para a vida de seus filhos, porque nenhuma escolha é 100% garantida ou perfeita", diz.



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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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O número de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes ao serviço telefônico nacional Disque Denúncia 100 mais que triplicou nos últimos dois anos em relação a 2005 e 2006, segundo dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência.
Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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Em 2007 e 2008, o total de denúncias relacionadas especificamente a casos ligados ao turismo sexual no Brasil foi de 11.365, enquanto nos dois anos anteriores, esse número chegou a 3.551.
Em visita à Feira Internacional de Turismo da Holanda, em Utrecht, o consultor Francisco Rosário, da Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE), disse à BBC Brasil que considera o aumento um sinal positivo.
"Esse crescimento demonstra que as pessoas estão se sensibilizando, estão alertas para esta mazela que afeta pelo menos 930 municípios brasileiros, dos quais 436 fazem parte do mapa turístico no Nordeste do Brasil", afirmou.
O consultor ressalta que o Caribe e a América Latina, em especial o Brasil, passaram a atrair mais turistas depois do tsunami que atingiu a Ásia no final de 2004. Mas, segundo ele, boa parte desse turismo ainda é motivado pela exploração sexual infanto-juvenil. Nordeste
Além do aumento do total de denúncias, em 2008 o serviço viu crescerem as chamadas relacionadas a casos no Nordeste. "A região ocupava o segundo lugar na lista de denúncias, mas no ano passado passou para a primeira posição, com 2.226 ocorrências".
Nos últimos dez anos, o Nordeste, junto com o Rio de Janeiro, vem sendo o destino preferido por agentes de viagens europeus.
Segundo a Embratur, mais de 62% dos turistas que chegam ao Brasil são provenientes da União Européia e chegam em vôos fretados ou pacotes turísticos.
"Ao mesmo tempo em que esse turismo traz desenvolvimento econômico para a região, também provoca um aumento dos casos de exploração sexual, já que muitos turistas domésticos e estrangeiros acreditam ser mais fácil satisfazer suas intenções de explorar sexualmente menores em localidades da região", afirma Rosário. Campanha
O combate ao turismo com fins de exploração sexual infanto-juvenil já vem sendo praticado no Brasil com uma série de ações implementadas por instituições sociais públicas, privadas e acadêmicas. A legislação prevê condenações de até 30 anos de prisão para o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes, atendendo a itens incluídos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Há dois meses, o governo brasileiro começou a focar esse combate no exterior.
A campanha "Welcome to Brazil - Turismo Sustentável e Infância", promovida pelo Ministério do Turismo, através da CTI-NE, foi lançada em Buenos Aires, em novembro de 2008 e é voltada, principalmente, para a Europa.
O objetivo de Francisco Rosário na Feira Internacional de Turismo da Holanda é sensibilizar as operadoras e agentes de viagem, as companhias aéreas e todos ligados ao setor de turismo para a importância de denunciar e desestimular turistas que pretendem ir ao Brasil para explorar menores de idade.
Rosário espera que a receptividade dos operadores de turismo e outros profissionais ligados ao setor nas outras feiras que ele visitará na Europa seja a mesma que na Holanda. Ele está sendo procurado por profissionais do setor para esclarecer o significado de turismo sustentável voltado à proteção da criança no Brasil.
Desde 2006 que o Brasil vem assinando acordos de extradição com países da União Européia, o que significa que se um europeu praticar algum caso de exploração sexual de criança ou adolescente ele poderá ser julgado no seu país de origem, mas atendendo os critérios da lei brasileira de proteção ao menor.
Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.
O Disque Denúncia 100 passou a ser administrado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) em 2003. Naquele ano, o serviço registrou apenas 70 ocorrências.


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SÃO PAULO - A Vigilância Sanitária mandou recolher 14.600 unidades do talco cremoso Turma da Mônica das farmácias e supermercados. Desde sexta-feira, está proibida a venda de qualquer frasco do lote 7226, em todo o estado. A interdição foi publicada no Diário Oficial do estado de São Paulo. De acordo com a Vigilância Sanitária estadual, a proibição é uma medida cautelar, já que o produto não oferece riscos para a saúde dos consumidores.
A interdição foi feita porque exames feitos na Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Minas Gerais, mostraram que o lote está com o pH abaixo do registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pH é uma medida que indica a acidez de determinada substância. O pH registrado na Anvisa é de entre 6,3 e 6,7 (próximo a 7, ou seja, neutro, sem acidez nenhuma). As amostras testadas apontaram um pH de 6,16.
A empresa fabricante do produto, a Lipson Cosméticos, de Diadema, no ABC, fica obrigada a recolher as mercadorias nos pontos de venda.
Os outros lotes do produto continuam a ser vendidos normalmente. O lote interditado possui validade até agosto de 2009. De acordo com a Kimberly-Clark do Brasil, responsável pela marca Turma da Mônica, não há nenhum risco na utilização do produto do lote interditado.
A empresa diz também que já avisou os revendedores para retirar os produtos das prateleiras, e que o recolhimento começará a ser feito nos próximos dias.
O talco cremoso Turma da Mônica é uma espécie de hidratante desenvolvido para evitar irritações nas dobrinhas do bebê, protegendo os locais de atrito constante.



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A interdição foi feita porque exames feitos na Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Minas Gerais, mostraram que o lote está com o pH abaixo do registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pH é uma medida que indica a acidez de determinada substância. O pH registrado na Anvisa é de entre 6,3 e 6,7 (próximo a 7, ou seja, neutro, sem acidez nenhuma). As amostras testadas apontaram um pH de 6,16.
A empresa fabricante do produto, a Lipson Cosméticos, de Diadema, no ABC, fica obrigada a recolher as mercadorias nos pontos de venda.
Os outros lotes do produto continuam a ser vendidos normalmente. O lote interditado possui validade até agosto de 2009. De acordo com a Kimberly-Clark do Brasil, responsável pela marca Turma da Mônica, não há nenhum risco na utilização do produto do lote interditado.
A empresa diz também que já avisou os revendedores para retirar os produtos das prateleiras, e que o recolhimento começará a ser feito nos próximos dias.
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A interdição foi feita porque exames feitos na Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Minas Gerais, mostraram que o lote está com o pH abaixo do registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pH é uma medida que indica a acidez de determinada substância. O pH registrado na Anvisa é de entre 6,3 e 6,7 (próximo a 7, ou seja, neutro, sem acidez nenhuma). As amostras testadas apontaram um pH de 6,16.
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Os outros lotes do produto continuam a ser vendidos normalmente. O lote interditado possui validade até agosto de 2009. De acordo com a Kimberly-Clark do Brasil, responsável pela marca Turma da Mônica, não há nenhum risco na utilização do produto do lote interditado.
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A interdição foi feita porque exames feitos na Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Minas Gerais, mostraram que o lote está com o pH abaixo do registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pH é uma medida que indica a acidez de determinada substância. O pH registrado na Anvisa é de entre 6,3 e 6,7 (próximo a 7, ou seja, neutro, sem acidez nenhuma). As amostras testadas apontaram um pH de 6,16.
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A interdição foi feita porque exames feitos na Fundação Ezequiel Dias (Funed), de Minas Gerais, mostraram que o lote está com o pH abaixo do registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pH é uma medida que indica a acidez de determinada substância. O pH registrado na Anvisa é de entre 6,3 e 6,7 (próximo a 7, ou seja, neutro, sem acidez nenhuma). As amostras testadas apontaram um pH de 6,16.
A empresa fabricante do produto, a Lipson Cosméticos, de Diadema, no ABC, fica obrigada a recolher as mercadorias nos pontos de venda.
Os outros lotes do produto continuam a ser vendidos normalmente. O lote interditado possui validade até agosto de 2009. De acordo com a Kimberly-Clark do Brasil, responsável pela marca Turma da Mônica, não há nenhum risco na utilização do produto do lote interditado.
A empresa diz também que já avisou os revendedores para retirar os produtos das prateleiras, e que o recolhimento começará a ser feito nos próximos dias.
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SÃO PAULO - Subiu para 47 o número de denúncias contra o borracheiro José Barra Nova de Melo , de 46 anos, preso em Catanduva, a 379 km de São Paulo, suspeito de pedofilia. Depois da prisão de Melo, pais e mães de crianças de três bairros decidiram procurar o departamento de Educação da cidade para dizer que as crianças também foram abordadas por ele.
O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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SÃO PAULO - Subiu para 47 o número de denúncias contra o borracheiro José Barra Nova de Melo , de 46 anos, preso em Catanduva, a 379 km de São Paulo, suspeito de pedofilia. Depois da prisão de Melo, pais e mães de crianças de três bairros decidiram procurar o departamento de Educação da cidade para dizer que as crianças também foram abordadas por ele.
O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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SÃO PAULO - Subiu para 47 o número de denúncias contra o borracheiro José Barra Nova de Melo , de 46 anos, preso em Catanduva, a 379 km de São Paulo, suspeito de pedofilia. Depois da prisão de Melo, pais e mães de crianças de três bairros decidiram procurar o departamento de Educação da cidade para dizer que as crianças também foram abordadas por ele.
O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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SÃO PAULO - Subiu para 47 o número de denúncias contra o borracheiro José Barra Nova de Melo , de 46 anos, preso em Catanduva, a 379 km de São Paulo, suspeito de pedofilia. Depois da prisão de Melo, pais e mães de crianças de três bairros decidiram procurar o departamento de Educação da cidade para dizer que as crianças também foram abordadas por ele.
O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
Todos os menores e os responsáveis devem ser ouvidos nesta semana.


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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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O sofrimento de uma mãe revela os sentimentos de revolta e indignação. Os três filhos, que têm entre 5 e 10 anos de idade foram vítimas de abuso sexual. Ela só suspeitou depois que o mais velho chegou machucado em casa. Ameaçado de morte, o menino foi obrigado a levar os outros irmãos até a casa de Melo, 46, que vendia pipas e consertava bicicletas para atrair as crianças.
Segundo a mãe, os filhos foram molestados pelo pedófilo durante seis meses, mas ela só teve conhecimento no mês passado e comunicou a polícia. Ainda muito abalada, conta que toda família está passando por tratamento psicológico.
Outra mãe também denunciou o pedófilo quando a filha de 8 anos mostrou a ela uma foto tirada pelo criminoso.
Melo foi preso na última quinta-feira e está em uma cela separada na cadeia de Catanduva. Ele vai responder pelos crimes de atentado violento ao pudor e por expor crianças a material pornográfico. Durante um mês de investigação policiais encontraram na casa dele fotos de crianças nuas, além de filmes pornográficos. Ele estava foragido e era procurado pela polícia de Pernambuco, por cometer o mesmo tipo de crime.
Em Catanduva, onde morava há três anos, a delegacia de Defesa da Mulher apurou que muitas das vítimas eram abordadas na porta da escola onde estudam. Segundo a delegada, um dos exames de corpo delito comprovou que o acusado abusou sexualmente de um menino de 10 anos.
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SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
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O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
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- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
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- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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SÃO PAULO - Familiares dos empresários Robson Tempesta, de 39 anos, e Ana Paula Duca Tempesta, de 31, afirmaram que as filhas do casal, Camila, de 8 anos, e Laura, de 1 ano, foram torturadas pelos assassinos. A família foi brutalmente assassinada na última quarta-feira, em Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. Os corpos das meninas foram encontrados com sinais de estrangulamento, em Elias Fausto, a 50 quilômetros do local onde os pais morreram. (Leia mais: Polícia já tem retrato falado de dois suspeitos do crime )
- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
O lavrador revela que, próximo ao corpo de Camila, de 8 anos, alguns sinais indicavam que ela teria se debatido.
- Próximo aos pés havia marcas, como se ela tivesse tentado se arrastar. Tremi ao ver a cena.

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- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
De acordo com ele, o corpo de Laura não estava com sinais de tortura.
- Mas o modo como elas foram mortas foi extremamente violento - afirmou.
O delegado João José Dutra disse que o sinal de agressão não pode ser classificado como tortura.
- Ela pode ter levado a pancada quando se rebelou contra os assassinos, mas não houve tortura. Esse hematoma pode ter acontecido quando ela foi jogada fora do carro.
O segurança que encontrou o corpo do casal foi ouvido novamente pela polícia para esclarecer contradições de seu depoimento. Ele não é tratado como suspeito. O empresário estava em débito com mais de 20 pessoas e era ameaçado por credores. Lavrador ouviu gritos à noite
O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
Segundo ele, à noite não é possível visualizar sua residência da estrada.
- Os assassinos não imaginavam que havia moradores por perto. Se eles soubessem, não teriam escolhido esse local - falou.
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O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
O lavrador lembra que estranhou o barulho, porque dificilmente crianças costumam andar pelo acostamento à noite.
- Mas voltei a dormir quando tudo ficou em silêncio. Pensei que foi imaginação - disse.
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- No IML vimos que o corpo de Camila apresentava sinais de agressão por todo corpo. A cabeça dela ficou do tamanho de uma bola. Não há dúvidas de que elas foram torturadas - disse um familiar, que pediu para não ser identificado.
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- Por volta das 22h30m de quarta-feira, ouvi gritos de crianças vindos da estrada, mas pensei que eram os filhos dos vizinhos - contou.
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O lavrador Antônio dos Santos Ribeiro, de 48 anos, encontrou os corpos das meninas , por volta das 6h40m da última quinta-feira, quando saía para trabalhar com seu trator. A cena que chocou Antônio, aconteceu a pouco mais de 50 metros de sua casa, no acostamento de uma estrada, na zona rural de Elias Fausto, a 136 quilômetros de São Paulo.
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Para você que mora ou vai visitar São Paulo ou Brasília, temos duas dicas de transporte adaptado nessas cidades. Em São Paulo temos as empresas Projeto Carona e Happy Life, e em Brasília existe a Arcanjo.
As duas primeiras possuem vans e motoristas treinados para transportar cadeirantes, e a última, além do serviço de transporte, ainda oferece aluguel de carros adaptados para o cadeirante que também dirige.
Também queremos aproveitar este post para avisar que a Cooperativa de Táxis adaptados aqui do Rio - sobre a qual já falamos em outro post - estreou um site com maiores informações sobre serviços, tarifas etc. Confiram!
Adicionado em 03/12/2008:Estava dando uma olhada nas minhas anotações antigas e vi que esqueci de mais um serviço de transporte adaptado: o Rota da Vida em Santos, que atende toda Baixada Santista. Eles possuem uma van adaptada para cadeirantes e os contatos estão mais abaixo!
Adicionado em 18/01/2009:O pessoal da Gaivota Transporte Acessível, de SP, entrou em contato conosco e divulgou que também conta com um veículo adaptado com elevador, próprio para transporte de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. As informações estão logo abaixo.

Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
Gaivota Transporte Acessível (São Paulo)E-Mail: transporteacessivel@bol.com.brTels: (11) 3781-2397 / (11) 7188-8410 / (11) 9225-9515Arcanjo (Brasília)E-Mail: arcanjo.cadeirante@gmail.comSite: http://www.arcanjotransporte.com.br/Tels: (61) 3201-9194 / (61) 8542-0439
Rota da Vida (Santos)E-Mail: rotadavida@ig.com.brTels: (13) 3323-3635 / (13) 8118-2071


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Adicionado em 18/01/2009:O pessoal da Gaivota Transporte Acessível, de SP, entrou em contato conosco e divulgou que também conta com um veículo adaptado com elevador, próprio para transporte de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. As informações estão logo abaixo.

Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Adicionado em 03/12/2008:Estava dando uma olhada nas minhas anotações antigas e vi que esqueci de mais um serviço de transporte adaptado: o Rota da Vida em Santos, que atende toda Baixada Santista. Eles possuem uma van adaptada para cadeirantes e os contatos estão mais abaixo!
Adicionado em 18/01/2009:O pessoal da Gaivota Transporte Acessível, de SP, entrou em contato conosco e divulgou que também conta com um veículo adaptado com elevador, próprio para transporte de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. As informações estão logo abaixo.

Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
Gaivota Transporte Acessível (São Paulo)E-Mail: transporteacessivel@bol.com.brTels: (11) 3781-2397 / (11) 7188-8410 / (11) 9225-9515Arcanjo (Brasília)E-Mail: arcanjo.cadeirante@gmail.comSite: http://www.arcanjotransporte.com.br/Tels: (61) 3201-9194 / (61) 8542-0439
Rota da Vida (Santos)E-Mail: rotadavida@ig.com.brTels: (13) 3323-3635 / (13) 8118-2071


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:48  comentar

Para você que mora ou vai visitar São Paulo ou Brasília, temos duas dicas de transporte adaptado nessas cidades. Em São Paulo temos as empresas Projeto Carona e Happy Life, e em Brasília existe a Arcanjo.
As duas primeiras possuem vans e motoristas treinados para transportar cadeirantes, e a última, além do serviço de transporte, ainda oferece aluguel de carros adaptados para o cadeirante que também dirige.
Também queremos aproveitar este post para avisar que a Cooperativa de Táxis adaptados aqui do Rio - sobre a qual já falamos em outro post - estreou um site com maiores informações sobre serviços, tarifas etc. Confiram!
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Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Projeto Carona (São Paulo)Site: http://www.projetocarona.com.br/E-Mail: transporte@projetocarona.com.brTel: (11) 3814-4162Happy Life Tours (São Paulo)E-Mail: http://happylife@terra.com.brSite: http://www.happylife.tur.br/Tels: (11) 2506-3440 / (11) 8787-5001
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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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link do postPor anjoseguerreiros, às 17:42  comentar

Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Barack Obama tem apenas quatro anos para salvar o mundo. Esta é a dura avaliação do cientista da Nasa e especialista em clima Jim Hansen, que em entrevista ao jornal "The Observer", na semana passada, alertou que somente uma ação imediata no novo presidente poderia pôr um fim à devastação e às mudanças climáticas que ameaçam a Terra. E acrescentou ser fundamental que esta medida seja tomada na primeira administração de Obama.
Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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Elevados índices de emissão de carbono já estão causando o derretimento das calotas polares e ameaças de grandes inundações, desaparecimento de espécies e a mudança de padrões climáticos num futuro próximo.
"Não podemos mais esperar", disse Hansen. "Temos que adotar uma nova conduta com esta nova administração. Temos apenas quatro anos para que Obama se transforme em exemplo para o resto do mundo. Os Estados Unidos precisam assumir esta liderança".
Segundo Hansen, os atuais níveis de carbono presentes na atmosfera são suficientes para provocar um efeito estufa fora de controle. E os níveis continuam subindo apesar de todos os esforços de políticos e cientistas. "Somente os Estados Unidos possuem força política hoje para liderar o mundo e colocar um fim a este aumento", disse Hansen. Para ele, tendo se recusado a reconhecer que o aquecimento global representasse um risco real nos últimos oito anos, os Estados Unidos têm agora que assumir a liderança como maior emissor de carbono do mundo e maior economia do planeta. Projetos em que permissões para emissão são vendidas e compradas fracassaram, disse Hansen, e precisam ser substituídos por uma taxa imposta a todos os produtores de combustíveis fósseis. Ao mesmo tempo, é preciso haver uma moratória sobre novas usinas que queimam carvão, o pior emissor de carbono do mundo.
O primeiro alerta de Hansen - responsável pelo Goddard Institute of Space Studies e vencedor do maior prêmio de conservação da WWF's - de que a Terra estava em perigo por causa das mudanças climáticas foi feito em 1988. Durante todo o governo George Bush a Casa Branca tentou desacreditar suas opiniões.
O instituto de Hansen monitora a flutuação das temperaturas em diversos lugares ao redor do mundo, levantando dados que o levaram a concluir que a maioria das estimativas de elevação do nível dos oceanos pelo aquecimento global são muito baixas e conservadoras. O Painel Internacional de Mudanças Climáticas, por exemplo, prevê que um aumento de 20 a 60 centímetros seja esperado até o fim do século. Hansen, no entanto, afirma que a resposta do sistema climático já está acelerando o derretimento do gelo e causando a ameaça de colapso das calotas polares. O aumento do nível dos oceanos seria, consequentemente, bem maior - o alerta feito por um grupo de cientistas birtânicos, dinamarqueses e filandeses, na semana passada, informa que estudos sobre alterações climáticas indicam que uma previsão mais realista seria de que o nível dos oceanos subisse 1,4 metros, o suficiente para causar inundações em boa parte das maiores cidades do mundo e áreas baixas como Holanda, Bangladesh e outros países.
Seu temor sobre a elevação do nível dos oceanos levou Hansen a sugerir às academias de ciência britânica e americana que realizassem um estudo urgente sobre o estado das calotas polares. Mas até agora nada foi feito. "A primeira medida do setor responsável pelo clima no governo Obama deveria ser ordenar esta análise em caráter de urgência, acrescentou Hansen."


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


FONTE:EXTRA ON LINE
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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


FONTE:EXTRA ON LINE
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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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RIO - Madrugada do dia 4 de agosto do ano passado. A menina Iris Oliveira Sampaio, de 3 anos, chega morta ao Hospital Miguel Couto, na Gávea. Segundo a mãe, a menina começou a passar mal de repente. Mas para o médico, ela teve o fígado dilacerado após ser agredida. Depois de seis meses de investigação, policiais da 15 DP (Gávea) prenderam na madrugada de ontem Antônia Helena Oliveira Melo, mãe da menina, e Rosina Mendonça de Souza, amiga dela, na Favela da Rocinha.
- Não sabemos a dinâmica do crime, mas temos certeza de que a menina morreu quando estava na casa da Rosina. Segundo o laudo cadavérico, a Iris apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo - disse a delegada Bárbara Lomba Bueno, que também explicou qual seria a participação das duas:
- Testemunhas contaram que a Rosina costumava agredir as pessoas usando uma bengala. A mãe da menina está querendo defender alguém que tinha muita influência sobre ela. E a Rosina tem esse poder. A Antônia chama ela de mãe - disse Bárbara. "Bebê, me perdoa"
O primeiro a procurar a delegacia foi Raimundo Nonato Sampaio, pai da menina, que estava desconfiando das duas. Segundo familiares, Rosina esteve na diretoria do Hospital Miguel Couto e disse que gostaria de fazer logo o enterro da criança, sem passar pelo Instituto Médico-Legal (IML), o que não foi permitido pelos médicos. No mesmo dia, ainda segundo testemunhas, a Rosina teria passado a mão na cabeça de Iris e falou baixinho: "Bebê me perdoa, mas tinha que ser assim".
- Existem contradições no depoimento da Rosina. O que ela diz não bate com o depoimento da Antônia. Não é a mesma cena descrita por outras testemunhas sobre o dia do assassinato da menina. A Antônio mostrou ser submissa perante a Rosina - explicou Bárbara, que prendeu as duas dentro da delegacia, durante um depoimento sobre o caso.
A mãe da menina e a amiga foram acusadas de homicídio qualificado. As duas foram transferidas para uma carceragem da Polinter. Relato de agressão em cultos
No depoimento que a polícia considera o mais importante para a investigação, Gisele Aragão dos Santos, que é madrinha de Iris e também mora na Rocinha, disse que deixou de frequentar os cultos quando ficou grávida. Segundo Gisele, Rosina fez uma ameaça, falando que a "pombagira" (entidade) mataria o filho que ela estava esperando.
Ela disse também que Rosina já tinha espancado sua filha de 12 anos após ter dito incorporar "Zé Pilintra do Catimbó" e costumava usar uma bengala para agredir as pessoas durante as sessões.
- As testemunhas relataram que a Rosina pedia dinheiro durante os cultos. Ela não passava de uma charlatã - disse o delegado Gustavo Valentini, que também participou das investigações.
A testemunha contou ainda que ouviu quando Rosina falou para Antônia que a menina Iris não passaria dos sete anos.
- Com certeza existem outras vítimas, que têm medo dela. Esperamos que com a prisão da Rosina, outras pessoas apareçam na delegacia - disse a delegada Bárbara.
No depoimento, Gisele disse que a mãe de Iris "trabalha como escrava na casa de Rosina". Quando chegava do trabalho ela arrumava tudo, sem receber nada.
Os filhos de Rosina foram na delegacia ontem e prestaram depoimentos contraditórios. Um deles disse que a menina estava com machucados no joelho, cotovelo e cabeça porque teria caído da escada.


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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
fonte:O DIA ONLINE
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

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As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
fonte:O DIA ONLINE
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Manipulação genética, robôs-cirurgiões, softwares e remédios aumentam esperança de pacientes

Rio - Os avanços na luta contra o câncer não param e incluem técnicas que há algum tempo seriam consideradas roteiro de filme de ficção científica: manipulação genética de embriões para gerar crianças imunes a certos tipos da doença; cirurgias feitas por robôs, que têm alto grau de precisão na retirada de tumores; e softwares capazes de fazer diagnósticos precoces e altamente confiáveis. Isso sem falar em remédios que impedem o crescimento dos tumores.
As novas descobertas são uma esperança não só para milhões de pessoas que aguardam uma cura. Representarão também alento para outras tantas que poderão desenvolver o mal no futuro. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de novos casos no mundo aumentará de 10 milhões para 15 milhões em 20 anos, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento.
Hoje em dia, porém, receber diagnóstico de câncer deixou de ser uma sentença de morte. Graças ao maior investimento na prevenção e promoção da saúde, o câncer já pode ser considerado doença crônica: em vários casos, houve significativo aumento da sobrevida dos pacientes.
Este novo cenário também já ocasionou estagnação de novos casos de câncer de colo de útero, e até a redução de mortes por tumores de estômago: em 1979, foram 14 mortes a cada 100 mil casos, enquanto em 2005 o número caiu para 10 óbitos.
De acordo com especialistas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), fator importante para esta redução está na melhora da alimentação e qualidade de vida dos brasileiros. Em 80% das vezes, o câncer está relacionado a maus hábitos e condições de vida precárias. São raros os casos que se devem exclusivamente a fatores hereditários e étnicos.
Para a oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, Daniele Evaristo Vieira, o futuro de bons resultados está associado à terapia ‘alvo molecular’ — tratamento capaz de atingir pontos específicos tomados pelo câncer, sem afetar partes sadias do organismo e causar efeitos colaterais para o paciente. É o que fazem as chamadas drogas antiangiogênicas, como o medicamento Sorafenibe, que impede diretamente o crescimento de novos vasos de sangue que alimentam os tumores de fígado. Seu uso tem aumentado a sobrevida e diminuído o sofrimento dos doentes.
Tratamento sob medida
Daniele explica que, além de inibir o desenvolvimento da doença, essas terapias estão ajudando a definir novas linhas de tratamento. Os chamados biomarcadores — moléculas que reconhecem características específicas de um tumor — individualizaram o tratamento e diminuíram os impactos dele em partes sadias do corpo.
Estes testes identificam se o paciente vai se beneficiar mais da quimioterapia, da radioterapia ou de uma combinação de tratamentos que pode incluir medicamentos. “Essas substâncias permitem até avaliar se um tratamento vai ou não ser eficaz. E ainda pode responder uma pergunta feita pelos pacientes: ‘por que deu certo com ele e não comigo?’”, resume.
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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


FONTE: O DIA ON LINE
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A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


FONTE: O DIA ON LINE
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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


FONTE: O DIA ON LINE
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Rio - Pode a presença de um cão mudar radicalmente a vida de uma pessoa? Para apaixonados por mascotes de quatro patas, sim. E eles garantem: melhor amigo do homem é pouco para definir essa relação tão especial. Exemplo recente é o caso do menino de rua L., e a cadela Pretinha, que comoveu os cariocas ao serem separados, semana passada, durante a Operação Choque de Ordem da prefeitura do Rio. L., que há dois anos perambulava pelas ruas, havia sido levado para um abrigo, mas sem a cadela. Ele fugiu de lá, mas a história, porém, teve final feliz. Atualmente, o menino recebe ajuda da Associação dos Moradores e da Vila Olímpica da Mangueira e voltou a ter a companhia de sua querida Pretinha.
A dona de casa Dirce Carvalho de Souza, 51 anos, emociona-se só de pensar na possibilidade de ficar longe de seu dengoso cão mestiço Feroz, 6. Quando o encontrou na rua, há 4 anos, muito debilitado devido a maus-tratos, ela nunca imaginou como sua vida pudesse se transformar tanto.
“Esse animal é muito especial. Quando o achei, niguém o queria, principalmente por ele não ter língua, devido a uma bicheira que o acometeu. Então resolvi cuidar dele com todo o meu amor. Hoje não sei o que seria de minha vida sem ele”, diz, emocionada. “As pessoas têm que ter um animal para entender o valor que eles nos dão, sem exigir nada em troca. O Feroz não tem língua, mas isso não o impede de ser feliz. Ele é muito amado”, destaca.
Em Senador Camará, o pit bull Ruffus, 7, é motivo de ainda mais orgulho para seus donos, o mecânico de refrigeração Rafael dos Santos, 23, e a atendente Andréa Fores Porto, 35. Em dezembro, em ato heróico, Ruffus salvou a vida de um bebê recém-nascido ao farejar a sacola plástica onde a criança estava embrulhada, na beira do Rio Sarapuí.
“Ele já era muito importante para nós, sempre fez parte da família e, depois desse episódio, nosso amor só cresceu. Dizem que os pit bull são feras assassinas, mas é tudo uma questão de amor e criação”, diz Rafael. “Ruffus é uma prova de que os animais têm amor e bondade. Ele foi incapaz de fazer mal ao neném e isso nos comoveu. Tê-lo em nossas vidas é uma felicidade imensa”, descreve Andréa.
Vira-latas fiel
Todos os dias, faça chuva ou faça sol, quando o porteiro Sebastião Guedes de Faria, 44 anos, sai de casa, na comunidade da Chacrinha, na Tijuca, para trabalhar em um prédio no bairro, ele tem uma companhia inseparável: seu cão vira-latas Boca, 7. O animal, que era de rua e foi adotado por ele ainda filhote, tem um amor tão incondicional pelo dono, que o segue para todos os cantos, sendo capaz de farejá-lo a quilômetros de distância. A fidelidade é tanta, que quase já lhe custou a vida e o emprego do dono.
“Várias vezes ameaçaram me despedir se meu cachorro voltasse a aparecer no trabalho. Mas não tem jeito. Deixo-o em casa e ele sempre dá um jeito de vir atrás de mim. Numa dessas vezes, ele foi atropelado. O susto foi enorme, me deu um aperto no coração, porque pensei que perderia meu melhor e mais fiel amigo que alguém poderia desejar. Ele só quer me proteger o tempo todo. É meu Anjo da Guarda canino”, conclui, emocionado.
A advogada deficiente visual Deborah Prates considera-se felizarda por contar com a companhia e a proteção, em tempo integral, do labrador Jimmy, 3 anos. O cão fez parte do Guide Dog Foundation, escola especializada no treinamento de cães-guia de Nova Iorque, Estados Unidos.
"Sofri de um glaucoma arrasador, mas por ter uma filha que precisava de mim, decidi que não teria tempo de chorar ou ficar deprimida. Parti em busca de um cão-guia e o Jimmy me ensinou que é possível ser feliz, acima de todas adversidades. Temos uma convivência maravilhosa, de confiança total. Dependo dele, e ele sabe disso. Brinco que sou uma ‘cachogente’ e ele um ‘pessocão’, porque somos praticamente um só”, declara.
Na casa da família Manguinho são quase 15 anos de convivência com um cachorro mais que especial, e amado por todos incondicionalmente: o poodle Bob. “Ele acompanhou a formação da família e cresceu com nossos três filhos. Ao longo desses anos, comprovou ser até mais que amigo, mas um companheiro que parecia entender os nossos momentos com sua meiguice, carinho e excepcional inteligência. A gente diz que ele só falta falar!”, comenta o militar Fernando Manguinho, 60, patriarca da família.
Com idade avançada, o animal, que é cardíaco, vem recebendo dedicação integral dos donos em seus últimos momentos de vida. “Quando o Bob se for, sentiremos saudade, mas não tristeza, pois sabemos que cumprimos nossa missão de sermos responsáveis por um cãozinho especial que apareceu em nossas vidas. E se Deus permitir, aguardamos que chegue o dia 15 de maio, quando ele ‘debutará’. E um bolo em formato de osso o espera!”, conta a dona de casa Manoela Mariza Manguinho, 48.
Chef homenageou cão com livro de receitas canina
No Leblon, onde mora a chef Roberta Sudbrack, não há quem não conheça o simpático golden retriever Frederico, 4. Ela o leva para passear pelo menos três vezes por dia. Vai com ele ao quiosque no Baixo Bebê para tomar água de coco, entre outros mimos. “Meu cachorro é alegria pura e, acima de tudo, um grande companheiro. Não tem mais nada lindo para mim do que chegar em casa tarde da noite, exausta, e ser recebida pelo Frederico cheio de sono, abanando o ‘rabão’”, relata a chef.
Apaixonada por cães, ela escreveu o livro de receitas caninas ‘Bom pra Cachorro (ed. Senac Rio), após perder um cão cão muito querido, que adoeceu e perdeu completamente o apetite. “Criei as receitas a partir dos ingredientes que a veterinária indicava como importantes para o animal. Esse projeto foi um misto de homenagem ao meu outro cão, já falecido, e de fechamento de um ciclo, pois um dia achei que seria veterinária”, revela.
No apartamento onde mora a modelo Ana Di Biase e o marido, o empresário João Tristão, ambos de 28 anos, a farra começa cedo. É quando os quatro ‘filhos caninos’ do casal, o labrador Tyson, 13, o pug Johnny, 4, a pit bull Tyra, 3 e o filhote de stafford shire bull terrier Jay-Z, 4 meses, invadem o quarto dos donos espalhando baba e pêlos por todos os lados.
“É sempre uma loucura, mas não nos importamos. Nossos cães são como filhos. Aliás, enquanto não providenciamos os nossos, vamos treinando com os cachorros”, diz Ana, aos risos. Ela conta que, quando conheceu o marido, há 8 anos, encantou-se à primeira vista ao vê-lo acompanhado do labrador Tyson.
“Ele me conquistou pelo ponto fraco: a paixão por cães. Depois vieram os outros cachorros e hoje temos essa família animal e linda!”, exalta. “Somos completamente apaixonados por eles e temos uma preocupação de pais, mesmo. Se viajamos, não os deixamos sozinhos, e ligamos a toda a hora para saber deles. Nossos bichos são amados demais!”, completa João.

MUITO CARINHO E AMOR DESEJO PARA TODOS ELES!!!!


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


fonte:JB - on line
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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


fonte:JB - on line
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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
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Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
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Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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RIO - Quando um osso é fraturado, a dor é quase que insuportável. Mas convenhamos que a cicatrização é pior ainda: requer imobilização, às vezes, por meses. É por isso que cientistas britânicos acabam de desenvolver um produto que acelera esse processo.
Chamado Injectable Bone (Osso Injetável), a mistura de cerâmica com ácido polilático é capaz de “colar” os ossos quebrados, em minutos. Além disso, a pasta introduzida no corpo endurece à temperatura corporal – excluindo os riscos aos tecidos ao redor – e cria uma estrutura capaz de estimular o crescimento do osso.
Segundo os pesquisadores, o produto também poderá eliminar a necessidade de enxerto ósseo em muitos casos.
– O paciente não poderá sair andando do hospital com uma perna quebrada. A ideia é melhorar o processo de cura, acelerando-o – disse Robin Quirk, professor da Universidade de Nottingham e co-criador da tecnologia, desenvolvida pela empresa RegenTec.
O Injectable Bone, uma pasta branca, é injetado na área defeituosa. A alta temperatura interior do corpo faz com que os componentes misturem-se e, em minutos, formem uma massa dura esponjosa similar aos ossos do corpo.
– O produto endurece dentro do corpo sem gerar calor. Logo depois de introduzido, o material ganha porosidade e propriedades mecânicas do osso humano e fornece uma estrutura matriz que estimula a reparação óssea. O tempo de cura dependerá de cada caso – explica Quirk.
Como a pasta se solidifica em uma massa porosa, os pequenos buracos da estrutura dão suporte ao crescimento de novas células ósseas e permitem novos vasos sanguíneos. Embora, não tenha a função de substituir permanente o osso, o produto dá ao corpo tempo para este se auto-reparar.
O Injectable Bone não exclui a necessidade do uso dos moldes de gesso. A “cola” junta o osso, mas não é forte o suficiente para suportar um peso.
– Esperamos que o produto seja disponibilizado para qualquer tipo de fratura leve na espinha dorsal, bacia ou nas extremidades – informa Quirk. – Em cerca de 5% dos casos de fratura óssea, o osso fraturado não irá cicatrizar naturalmente. Como o Injectable Bone também é capaz de introduzir terapêuticos na área defeituosa, esperamos futuramente ter um produto com ativos que estimulem a cicatrização desses tipos de fratura.
Os cientistas dizem também que o produto poderá funcionar como substituto dos pinos de metal, atualmente usados em cirurgia.
Quirk enfatizou que o material poderá ainda eliminar a necessidade de enxerto ósseo, que muitas vezes são necessários, como em fraturas graves ou após a remoção de um tumor cancerígeno.
Diferencial
Embora já existam outros produtos similares ao Injectable Bone, o diferencial dessa tecnologia está no processo de endurecimento. Enquanto os cimentos ósseo antigos aquecem ao endurecer, matando os tecidos ao redor, esse produto se transforma em massa à temperatura corporal, sem gerar calor.
Depois de três a quatro meses, o osso injetável vai gradualmente se degradando na circulação sanguínea, antes de ser eliminado pela urina, e deixa o novo osso em seu lugar.
– As novas tecnologias visam métodos cada vez menos invasivos. O principal alvo desse tipo de produto são os idosos – avalia o ortopedista Gustavo Asmar.
Em dezembro do ano passado, o Injetable Bone ganhou o Prêmio Inovações Médicas do Futuro, na Inglaterra. Os cientistas esperam que o produto seja aprovado pela FDA em 18 meses.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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SÃO PAULO - As torres do World Trade Center desmoronavam em Nova York ao vivo nas TVs do mundo quando a dona-de-casa Francisca (nome fictício), então com 40 anos, chegava para a segunda consulta com o médico Roger Abdelmassih, um dos maiores especialistas em fertilização in vitro do país. Moradora de Campos, no Rio de Janeiro, e casada, Francisca optava por um dos últimos recursos para tentar engravidar do primeiro filho, já no segundo casamento.
Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Ela lembra que estava com a sobrinha, sentada na antessala da ampla clínica instalada num casarão na Avenida Brasil, nos Jardins, quando foi chamada para o atendimento. O médico, disse ela ao Globo, impedira a entrada da sobrinha, alegando preferir ficar a sós com a paciente. Já numa espécie de sala de reunião, Francisca conta que, depois de longa conversa sobre o tratamento, Abdelmassih se levantou:
- Ele pegou minha mão e tentou me beijar na boca, dizendo coisas que eu nem lembro mais.
Francisca diz que saiu dali correndo, puxou a sobrinha e caminhou em silêncio e sem rumo pelas ruas dos Jardins:
- Quando me recompus, já estava na (Avenida) Paulista, chorando muito. Só depois que me acalmei, contei a minha sobrinha o que aconteceu. E decidi que nunca mais voltaria à clínica.
Ela diz ter interrompido o tratamento na primeira fase, quando a paciente passa por exames laboratoriais e de ultrassonografia. O cheque de R$ 1.900 pago ao médico também ficou para trás.
- Para minha surpresa, três dias depois ele me ligou, perguntando por que eu não tinha voltado à clínica, e ainda me convidou para jantar - lembra ela, que apenas contou ao marido sobre a suposta investida de Abdelmassih meses depois, quando teria conseguido superar o trauma.
Hoje, aos 47 anos, Francisca não tem filhos.
Advogado de Abdelmassih, o criminalista Adriano Salles Vanni, alega que as acusações contra seu cliente são falsas. A defesa não teve acesso ao inquérito com os depoimentos das mais de 30 mulheres que já haviam denunciado o médico desde a semana passada, quando o caso veio à tona.
Mas, aos poucos, histórias como a de Francisca chegam aos gabinetes dos promotores do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco) do MP de São Paulo. Antônia (nome fictício), em depoimento formal, contou detalhes do suposto ataque do médico: segundo ela, Abdelmassih teria a encurralado e tentado beijá-la na boca. Clara, outra paciente, declarou que o médico teria dito que ela deveria ficar honrada por ele querer ter um caso com ela.
Além da investigação sobre suposto crime de abuso sexual, o MP apura uma polêmica técnica de inseminação artificial que teria sido utilizada na clínica de Abdelmassih. Pacientes que acusam o médico também relataram aos promotores que ele teria oferecido a elas a manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei e utilizada em outros países, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que ocorre em 2% dos casos, segundo pesquisas.


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Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
OS ADVOGADOS SEMPRE DIZEM QUE NÃO TIVERAM ACESSO!!!
FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:57  comentar

Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

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Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

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“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

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“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

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“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

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Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

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“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

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Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

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O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
OS ADVOGADOS SEMPRE DIZEM QUE NÃO TIVERAM ACESSO!!!
FONTE:G1
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Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
Lindemberg Alves, 22 anos, acusado da morte da ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, tem trabalhado na cozinha do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, segundo a advogada Ana Lúcia Assad. O jovem a manteve refém durante mais de 100 horas em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro do ano passado. "Ele está calmo e não fica ocioso, está trabalhando na cozinha da Penitenciária do Tremembé", afirmou em uma entrevista coletiva neste sábado (17) em seu escritório em Guarulhos, na Grande São Paulo. Indagada se Lindemberg está arrependido, a advogada disse apenas: "Certamente, certamente".
A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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Acusado da morte da ex-namorada Eloá está preso em Tremembé.Tribunal de Justiça paralisou ação penal para analisar habeas corpus.
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A entrevista havia sido convocada para comentar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, tomada na quinta-feira (15), de suspender a tramitação da ação penal até que seja analisado um pedido de habeas corpus feito pela defesa.

Prazo maior
Um dos itens pedidos nesse recurso é a concessão de um prazo maior para analisar documentos e DVDs incluídos no processo na véspera da audiência, realizada no dia 8 de janeiro da Vara do Júri e Execuções Criminais de Santo André.
“Essa decisão é um sinal de que o Tribunal de Justiça vislumbrou por hora o que a defesa pediu na liminar, ou seja, que o acusado quer se pronunciar sobre todas as provas", afirmou Édson Pereira Belo da Silva, outro advogado do acusado. A defesa alega “explícito cerceamento de defesa”, o que os teria impedido de orientar adequadamente o seu cliente.
Na audiência do dia 8 de janeiro, Lindemberg não se pronunciou, por uma orientação de seus advogados, justamente porque alegavam que não sabiam do conteúdo do material recém-anexado ao processo.
“Isso inviabilizou o interrogatório dele porque não havia possibilidade de ele se manifestar sobre todos os documentos, pois não tinha conhecimento do seu conteúdo”, disse Silva.
Na ocasião, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, decidiu que Lindemberg irá a júri popular. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), duas tentativas de homicídio (contra Nayara e um sargento da Polícia Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Processo parado
“O processo vai ficar parado enquanto estiver sendo julgado o mérito do habeas corpus, que pede a concessão de um prazo para que a defesa possa ter conhecimento sobre as provas apresentadas horas antes da audiência”, afirmou Silva. Os advogados também pedem que sejam ouvidos os depoimentos de dois policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais, da Polícia Militar) e que seja feita a análise de uma arma de um policial em que foi encontrado sangue.

O caso
Eloá Cristina Pimentel, a amiga Nayara Silva e mais dois adolescentes foram feitos reféns por Lindemberg no dia 13 de outubro do ano passado em um apartamento em Santo André. Os dois jovens foram libertados no mesmo dia e as duas meninas seguiram no apartamento. Nayara deixou o local no dia 14, mas retornou no dia 16 após uma tentativa frustrada de negociação. No dia seguinte, a polícia invadiu o apartamento e as duas acabaram baleadas. Eloá morreu atingida por dois tiros.
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O navio aportou na manhã deste sábado no porto de Santos. Segundo um parente, ele começou a passar mal na noite de quinta (15).




Um empresário de 26 anos morreu a bordo de um navio no litoral sul de São Paulo na madrugada deste sábado (17). O navio é de uma empresa espanhola e foi fretado pela operadora de turismo CVC para fazer um cruzeiro pela costa brasileira.
O cruzeiro acabou nesta manhã no porto de Santos. Segundo um parente do empresário, ele começou a passar mal na noite de quinta-feira (15). A vítima teve febre alta e estava vomitando.
O empresário era morador de Santo André, no ABC, e havia embarcado no sábado (10) em Santos no cruzeiro que percorreu o litoral brasileiro até a Bahia.
O rapaz viajava acompanhado do irmão e de dois amigos. Ele foi atendido três vezes por um médico do navio. Na última vez, o passageiro não estava mais com febre, mas apresentava vermelhidão no rosto e estava hipertenso. Segundo nota divulgada pela CVC, os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele morreu por insuficiência cardíaca.De acordo com a CVC, nenhum outro passageiro passou mal. Passageiros do navio disseram ter visto o empresário comendo ostra em Salvador.
O navio, segundo a CVC, é de uma empresa espanhola e foi fretado pela operadora. Ele iniciou seus cruzeiros pela costa brasileira no dia 10 com chegada prevista para este sábado no Porto de Santos.




DEVE ESTAR FALTANDO FISCALIZAÇÃO PARA ESSES NAVIOS QUE FAZEM CRUZEIRO!!!!!


FONTE:G1

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O navio aportou na manhã deste sábado no porto de Santos. Segundo um parente, ele começou a passar mal na noite de quinta (15).




Um empresário de 26 anos morreu a bordo de um navio no litoral sul de São Paulo na madrugada deste sábado (17). O navio é de uma empresa espanhola e foi fretado pela operadora de turismo CVC para fazer um cruzeiro pela costa brasileira.
O cruzeiro acabou nesta manhã no porto de Santos. Segundo um parente do empresário, ele começou a passar mal na noite de quinta-feira (15). A vítima teve febre alta e estava vomitando.
O empresário era morador de Santo André, no ABC, e havia embarcado no sábado (10) em Santos no cruzeiro que percorreu o litoral brasileiro até a Bahia.
O rapaz viajava acompanhado do irmão e de dois amigos. Ele foi atendido três vezes por um médico do navio. Na última vez, o passageiro não estava mais com febre, mas apresentava vermelhidão no rosto e estava hipertenso. Segundo nota divulgada pela CVC, os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele morreu por insuficiência cardíaca.De acordo com a CVC, nenhum outro passageiro passou mal. Passageiros do navio disseram ter visto o empresário comendo ostra em Salvador.
O navio, segundo a CVC, é de uma empresa espanhola e foi fretado pela operadora. Ele iniciou seus cruzeiros pela costa brasileira no dia 10 com chegada prevista para este sábado no Porto de Santos.




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O rapaz viajava acompanhado do irmão e de dois amigos. Ele foi atendido três vezes por um médico do navio. Na última vez, o passageiro não estava mais com febre, mas apresentava vermelhidão no rosto e estava hipertenso. Segundo nota divulgada pela CVC, os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele morreu por insuficiência cardíaca.De acordo com a CVC, nenhum outro passageiro passou mal. Passageiros do navio disseram ter visto o empresário comendo ostra em Salvador.
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O rapaz viajava acompanhado do irmão e de dois amigos. Ele foi atendido três vezes por um médico do navio. Na última vez, o passageiro não estava mais com febre, mas apresentava vermelhidão no rosto e estava hipertenso. Segundo nota divulgada pela CVC, os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele morreu por insuficiência cardíaca.De acordo com a CVC, nenhum outro passageiro passou mal. Passageiros do navio disseram ter visto o empresário comendo ostra em Salvador.
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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.

PODEMOS CONFIAR EM QUEM?

FONTE:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/01/16/medica-vai-ser-indiciada-por-lesar-pacientes-754021188.asp
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RIO - Após oito meses de investigações, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, da 16ª DP (Barra da Tijuca), vai indiciar, por estelionato, falsificação de documentos particulares e uso de documentos falsos, a dermatologista Simone Ribeiro Marques Moreira, de 37 anos. Segundo a polícia, ela lesou pelo menos seis pacientes e seus parentes, cobrando exames que não foram feitos, operações não realizadas e remédios não entregues. Uma das vítimas perdeu R$ 52 mil. Procurada em casa e no trabalho, Simone não foi encontrada. Ela também não retornou as ligações.
Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.

PODEMOS CONFIAR EM QUEM?

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Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
Uma de suas vítimas foi a economista Virgínia Antunes Bastos, de 35 anos. Ela perdeu cerca de R$ 52 mil quando tentou curar seu filho, de 4 anos, de dermatite atópica, uma doença crônica, que causa inflamação da pele, levando ao aparecimento de lesões e coceira. Simone Ribeiro, que aos pacientes dizia ser pesquisadora de imunogenética da Universidade da Califórnia, foi desmascarada com a ajuda de sua secretária Mariluze Menezes Correia, que, ao ver várias pessoas sendo enganadas, decidiu contar a verdade à polícia e a pacientes.

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Além de um consultório particular, no Barra Life Medical Center, na Barra da Tijuca, a acusada também atua como coordenadora de saúde no Instituto Marcos Freitas, colégio para crianças, no Recreio dos Bandeirantes, de propriedade de Marcos Freitas, conhecido como Marquinho Peçanha. Cunhado da médica, ele é ex-vereador, ex-deputado estadual e, até dezembro passado, era secretário de Cultura de Duque de Caxias. Depois que começou a ser investigada, a médica fechou seu consultório na Barra.
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CIDADE DO VATICANO - O Vaticano terá em breve seu próprio canal no site de compartilhamento de vídeos YouTube, onde os fiéis católicos ou curiosos poderão assistir ao Papa Bento XVI ou a eventos da Igreja, conforme afirmou uma fonte do Vaticano neste sábado.
Detalhes do acordo devem ser apresentados na sexta-feira em uma coletiva de imprensa com autoridades do Vaticano, bem como Henrique de Castro, diretor administrativo de soluções midiáticas do Google, que detém o YouTube.
A iniciativa envolverá o Google, o Centro de Televisão do Vaticano e a Rádio do Vaticano. A parceria marcará a imersão mais profunda da sede da Igreja Católica na mídia. O Vaticano lançou seu próprio site, http://www.vatican.va/phome_po.htm , em 1995.

EVOLUÇÃO!!!!

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CIDADE DO VATICANO - O Vaticano terá em breve seu próprio canal no site de compartilhamento de vídeos YouTube, onde os fiéis católicos ou curiosos poderão assistir ao Papa Bento XVI ou a eventos da Igreja, conforme afirmou uma fonte do Vaticano neste sábado.
Detalhes do acordo devem ser apresentados na sexta-feira em uma coletiva de imprensa com autoridades do Vaticano, bem como Henrique de Castro, diretor administrativo de soluções midiáticas do Google, que detém o YouTube.
A iniciativa envolverá o Google, o Centro de Televisão do Vaticano e a Rádio do Vaticano. A parceria marcará a imersão mais profunda da sede da Igreja Católica na mídia. O Vaticano lançou seu próprio site, http://www.vatican.va/phome_po.htm , em 1995.

EVOLUÇÃO!!!!

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CIDADE DO VATICANO - O Vaticano terá em breve seu próprio canal no site de compartilhamento de vídeos YouTube, onde os fiéis católicos ou curiosos poderão assistir ao Papa Bento XVI ou a eventos da Igreja, conforme afirmou uma fonte do Vaticano neste sábado.
Detalhes do acordo devem ser apresentados na sexta-feira em uma coletiva de imprensa com autoridades do Vaticano, bem como Henrique de Castro, diretor administrativo de soluções midiáticas do Google, que detém o YouTube.
A iniciativa envolverá o Google, o Centro de Televisão do Vaticano e a Rádio do Vaticano. A parceria marcará a imersão mais profunda da sede da Igreja Católica na mídia. O Vaticano lançou seu próprio site, http://www.vatican.va/phome_po.htm , em 1995.

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