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15.1.09
MADRI - As variações genéticas no gene que transporta serotonina, crucial na regulação das emoções e presente em macacos e em humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University (EUA), que aparece no último número da revista PLoS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.
Os humanos e os macacos são os únicos membros da família primata que têm este traço genético, que influi nos transtornos experimentados no âmbito das recompensas sociais. Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram o comportamento e a ansiedade social em dois grupos de macacos que apresentavam variações no gene transportador da serotonina. Já sabiam que existem duas versões do gene nos humanos: longa e curta, que podem se repetir no par de cromossomos ou aparecer combinadas. Aquelas pessoas que têm um gene de cada tipo sofrem uma maior incidência do transtorno da ansiedade social e de outros comportamentos.
Na experiência com o macaco rhesus (divididos em dois grupos de gene longo-gene longo e gene longo-gene curto), a presença da versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam um estímulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem.
O primeiro teste consistiu em mostrar aos animais imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes status social - esta espécie vive em sociedades despóticas e usa comportamentos dominantes ou submissos para expressar sua categoria social).
Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observarem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status.
Além disso, tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidade, um sinal que indica uma alta excitação.
Nos estudos realizados com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com freqüência amídalas cerebrais - que detectam as ameaças do ambiente - hiperativas.
Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.
Por último, os cientistas usaram um teste de recompensas.
Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.
Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos através das recompensas e dos castigos.
Como estas variações só ocorrem no ser humano e nos macacos, os cientistas propõem usar estes animais para estudar o que ocorre no cérebro das pessoas, algo que poderia lançar luz em transtornos como o autismo, a ansiedade social e a esquizofrenia.



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MADRI - As variações genéticas no gene que transporta serotonina, crucial na regulação das emoções e presente em macacos e em humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University (EUA), que aparece no último número da revista PLoS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.
Os humanos e os macacos são os únicos membros da família primata que têm este traço genético, que influi nos transtornos experimentados no âmbito das recompensas sociais. Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram o comportamento e a ansiedade social em dois grupos de macacos que apresentavam variações no gene transportador da serotonina. Já sabiam que existem duas versões do gene nos humanos: longa e curta, que podem se repetir no par de cromossomos ou aparecer combinadas. Aquelas pessoas que têm um gene de cada tipo sofrem uma maior incidência do transtorno da ansiedade social e de outros comportamentos.
Na experiência com o macaco rhesus (divididos em dois grupos de gene longo-gene longo e gene longo-gene curto), a presença da versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam um estímulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem.
O primeiro teste consistiu em mostrar aos animais imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes status social - esta espécie vive em sociedades despóticas e usa comportamentos dominantes ou submissos para expressar sua categoria social).
Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observarem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status.
Além disso, tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidade, um sinal que indica uma alta excitação.
Nos estudos realizados com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com freqüência amídalas cerebrais - que detectam as ameaças do ambiente - hiperativas.
Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.
Por último, os cientistas usaram um teste de recompensas.
Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.
Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos através das recompensas e dos castigos.
Como estas variações só ocorrem no ser humano e nos macacos, os cientistas propõem usar estes animais para estudar o que ocorre no cérebro das pessoas, algo que poderia lançar luz em transtornos como o autismo, a ansiedade social e a esquizofrenia.



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MADRI - As variações genéticas no gene que transporta serotonina, crucial na regulação das emoções e presente em macacos e em humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University (EUA), que aparece no último número da revista PLoS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.
Os humanos e os macacos são os únicos membros da família primata que têm este traço genético, que influi nos transtornos experimentados no âmbito das recompensas sociais. Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram o comportamento e a ansiedade social em dois grupos de macacos que apresentavam variações no gene transportador da serotonina. Já sabiam que existem duas versões do gene nos humanos: longa e curta, que podem se repetir no par de cromossomos ou aparecer combinadas. Aquelas pessoas que têm um gene de cada tipo sofrem uma maior incidência do transtorno da ansiedade social e de outros comportamentos.
Na experiência com o macaco rhesus (divididos em dois grupos de gene longo-gene longo e gene longo-gene curto), a presença da versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam um estímulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem.
O primeiro teste consistiu em mostrar aos animais imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes status social - esta espécie vive em sociedades despóticas e usa comportamentos dominantes ou submissos para expressar sua categoria social).
Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observarem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status.
Além disso, tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidade, um sinal que indica uma alta excitação.
Nos estudos realizados com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com freqüência amídalas cerebrais - que detectam as ameaças do ambiente - hiperativas.
Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.
Por último, os cientistas usaram um teste de recompensas.
Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.
Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos através das recompensas e dos castigos.
Como estas variações só ocorrem no ser humano e nos macacos, os cientistas propõem usar estes animais para estudar o que ocorre no cérebro das pessoas, algo que poderia lançar luz em transtornos como o autismo, a ansiedade social e a esquizofrenia.



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MADRI - As variações genéticas no gene que transporta serotonina, crucial na regulação das emoções e presente em macacos e em humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University (EUA), que aparece no último número da revista PLoS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.
Os humanos e os macacos são os únicos membros da família primata que têm este traço genético, que influi nos transtornos experimentados no âmbito das recompensas sociais. Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram o comportamento e a ansiedade social em dois grupos de macacos que apresentavam variações no gene transportador da serotonina. Já sabiam que existem duas versões do gene nos humanos: longa e curta, que podem se repetir no par de cromossomos ou aparecer combinadas. Aquelas pessoas que têm um gene de cada tipo sofrem uma maior incidência do transtorno da ansiedade social e de outros comportamentos.
Na experiência com o macaco rhesus (divididos em dois grupos de gene longo-gene longo e gene longo-gene curto), a presença da versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam um estímulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem.
O primeiro teste consistiu em mostrar aos animais imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes status social - esta espécie vive em sociedades despóticas e usa comportamentos dominantes ou submissos para expressar sua categoria social).
Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observarem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status.
Além disso, tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidade, um sinal que indica uma alta excitação.
Nos estudos realizados com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com freqüência amídalas cerebrais - que detectam as ameaças do ambiente - hiperativas.
Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.
Por último, os cientistas usaram um teste de recompensas.
Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.
Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos através das recompensas e dos castigos.
Como estas variações só ocorrem no ser humano e nos macacos, os cientistas propõem usar estes animais para estudar o que ocorre no cérebro das pessoas, algo que poderia lançar luz em transtornos como o autismo, a ansiedade social e a esquizofrenia.



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MADRI - As variações genéticas no gene que transporta serotonina, crucial na regulação das emoções e presente em macacos e em humanos, modelam o comportamento social. A descoberta da Duke University (EUA), que aparece no último número da revista PLoS One, poderia contribuir para criar um novo modelo para estudar o autismo, o transtorno de ansiedade social e a esquizofrenia.
Os humanos e os macacos são os únicos membros da família primata que têm este traço genético, que influi nos transtornos experimentados no âmbito das recompensas sociais. Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram o comportamento e a ansiedade social em dois grupos de macacos que apresentavam variações no gene transportador da serotonina. Já sabiam que existem duas versões do gene nos humanos: longa e curta, que podem se repetir no par de cromossomos ou aparecer combinadas. Aquelas pessoas que têm um gene de cada tipo sofrem uma maior incidência do transtorno da ansiedade social e de outros comportamentos.
Na experiência com o macaco rhesus (divididos em dois grupos de gene longo-gene longo e gene longo-gene curto), a presença da versão curta do gene influiu na hora de correr riscos quando enfrentavam um estímulo social: os animais apresentavam um estado emocional medroso e eram reticentes a se arriscarem.
O primeiro teste consistiu em mostrar aos animais imagens de rostos de macacos conhecidos de diferentes status social - esta espécie vive em sociedades despóticas e usa comportamentos dominantes ou submissos para expressar sua categoria social).
Os primatas com uma cópia do gene curto dedicaram menos tempo a olhar as imagens, foram menos propensos a desenvolver um comportamento social arriscado e a observarem aquelas imagens nas quais apareciam macacos de grande status.
Além disso, tiveram um maior diâmetro de pupila quando olhavam para os animais poderosos da comunidade, um sinal que indica uma alta excitação.
Nos estudos realizados com humanos se observou que as pessoas com a versão curta do gene têm com freqüência amídalas cerebrais - que detectam as ameaças do ambiente - hiperativas.
Após observar rostos de indivíduos poderosos, os macacos com a versão curta do gene estavam assustados e menos dispostos a enfrentarem riscos e escolhiam a opção segura de uma quantidade de suco ao invés de se arriscarem para conseguir uma maior quantidade.
Por último, os cientistas usaram um teste de recompensas.
Os macacos com as versões longas do gene deixaram de um lado o suco para olhar as imagens de machos dominantes, porém os que tinham a cópia curta tiveram que beber o suco para olhar para estes animais.
Segundo os pesquisadores, a variação genética na serotonina contribui para moldar o comportamento dos macacos através das recompensas e dos castigos.
Como estas variações só ocorrem no ser humano e nos macacos, os cientistas propõem usar estes animais para estudar o que ocorre no cérebro das pessoas, algo que poderia lançar luz em transtornos como o autismo, a ansiedade social e a esquizofrenia.



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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
"6) O Ministério da Saúde reforça que o acordo com a agência internacional constitui um marco político para o reconhecimento da competência nacional na produção de indicadores de saúde da população".


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RIO - O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira uma nota contestando os dados do Unicef sobre a situação da mortalidade infantil (de crianças até cinco anos) no Brasil. O relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", mostra que o país ocupa a 107ª posição num ranking de 194 países, com 22 mortes para cada 1.000 crianças nascidas vivas. O ministério acredita que o relatório "não reflete completamente a realidade brasileira" e "não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa)", que mostra que a taxa de mortalidade do país vem caindo constantemente e passou de 50,6/1.000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1.000 nascidos vivos em 2007. Leia abaixo a íntegra da nota:
"Com relação ao relatório "Situação Mundial da Infância 2009 - Saúde Materna e Neonatal", divulgado hoje (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Ministério da Saúde esclarece:
"1) O Escritório do Unicef no Brasil, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (15), reconhece que a publicação utilizou um banco de informações diferente do adotado no Brasil, já aceito pela própria entidade como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no país. O relatório ainda não contempla os dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa), utilizados pelo Ministério da Saúde.
"2) A situação gerou divergências em relação aos indicadores nacionais. Ao contrário do que informa o relatório do Unicef, os dados utilizados no Brasil apontam queda na mortalidade na infância (crianças menores de cinco anos) entre os anos de 2006 e 2007. O índice passou de 23.6 por mil nascidos vivos, em 2006, para 23.1 por mil nascidos vivos em 2007.
"3) Portanto, na visão do Ministério, o relatório não reflete completamente a realidade brasileira, que, de acordo com o escritório do próprio Unicef no Brasil, tem se caracterizado por avanços significativos em sua política de redução das mortalidades materna e infantil.
"4) Na avaliação do governo brasileiro e do escritório do Unicef no Brasil, o país conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 - quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro previsto será de 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade.
"5) O Unicef também já confirmou ao Ministério da Saúde que já na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância serão utilizados os dados produzidos pelos sistemas de informação do país, reconhecidos pelo Organismo pela sua eficiência, ampla cobertura de coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e consistente.
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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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CURITIBA - A área de risco de febre amarela já compreende 215 dos 399 municípios do Paraná. Cidades do oeste, noroeste e sudoeste, além da região de Guarapuava entraram para a lista após a constatação que o vírus que causa a doença circulou pelo interior do estado. Dois casos foram registrados em março de 2008 no município de Laranjal, na região central, sendo que uma das pessoas infectadas morreu.
Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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Quem for para localidades situadas em área de risco deve fazer a prevenção. Segundo a coordenadora de informação da Secretaria Estadual de Saúde, Angela Maron de Melo, a vacina está disponível em todos os postos de saúde do estado e deve ser aplicada dez dias antes da viagem. Ela disse ainda que a vacina tem validade de dez anos, e que não é recomendável tomá-la novamente a antes do fim desse período.
- Quem tomou a vacina nos últimos dez anos que fique tranquilo, pois pode circular por todo o estado - afirmou a coordenadora.
A vacina é contraindicada para menores de nove meses de idade, gestantes e pessoas com deficiência imunológica. Maiores de 60 anos de idade têm que ser avaliados antes da vacinação.
De acordo com Angela Maron de Melo explicou que os sintomas da febre amarela são febres, dores no corpo, especialmente na batata da perna, dores articulares e abdominais, amarelão e o quadro pode evoluir para insuficiência renal. Quem não tiver se vacinado e apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico imediatamente.



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PORTO ALEGRE - Vacinação de casa em casa na área rural. Este foi o pedido feito pelo secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, aos municípios da área de risco para a febre amarela. Na quarta-feira, Terra fez a travessia de barca sobre o Rio Ijuí, que liga a comunidade de Linha Paraíso, em Santo Ângelo, a Entre-Ijuís, repetindo o trajeto da primeira vítima da doença, morta em 25 de dezembro.
A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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PORTO ALEGRE - Vacinação de casa em casa na área rural. Este foi o pedido feito pelo secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, aos municípios da área de risco para a febre amarela. Na quarta-feira, Terra fez a travessia de barca sobre o Rio Ijuí, que liga a comunidade de Linha Paraíso, em Santo Ângelo, a Entre-Ijuís, repetindo o trajeto da primeira vítima da doença, morta em 25 de dezembro.
A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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A morte da dona de casa Veridiana Teixeira, 31 anos, foi a primeira registrada no Rio Grande do Sul desde 1966. Esta semana também foi confirmado que o industriário Rudinei Cordeiro, 28 anos, morador de Nova Santa Rita, morreu em consequência da doença, no último dia 6, em Porto Alegre. Cordeiro tinha viajado para Pirapó, área de risco no noroeste gaúcho, para pescar durante o feriado de Natal.
Ainda na quarta-feira, Terra se reuniu com prefeitos e secretários de Saúde de 24 municípios e com técnicos do Ministério da Saúde e do estado que estão na região das Missões. O secretário destacou a importância de intensificar a vacinação na área rural, com a montagem de equipes voluntárias, sem descuidar da zona urbana.
- A maior estratégia que pode ser executada agora é essa, mobilizar equipes e chegar às pessoas que ainda não foram vacinadas - disse.
Segundo a Secretaria estadual da Saúde, 70% da população da área de risco já foi vacinada. A estimativa é que nas regiões da Fronteira Oeste, Missões e parte da Central onde estão os 109 municípios sob perigo vivem cerca de 1,4 milhão de pessoas. A secretaria já solicitou ao Ministério da Saúde mais 500 mil doses de vacinas, que serão entregues nos próximos dias.


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Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

NÃO É SÓ NO BRASIL QUE ACONTECE!!!!
SERÁ QUE NUNCA TEREMOS IMAGEM DE UMA FAMÍLIA FELIZ???


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:36  comentar

Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
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Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

NÃO É SÓ NO BRASIL QUE ACONTECE!!!!
SERÁ QUE NUNCA TEREMOS IMAGEM DE UMA FAMÍLIA FELIZ???


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Todos os dias (ou quase todos) tem uma notícia horrorosa sobre os requintes da violência que alguns pais empregam contra seus filhos. Mas de todos os casos dos últimos cinco anos acho que nenhum chocou mais que o de uma menininha chamada Alba. Há dois anos ela foi parar no hospital com fraturas e várias marcas de machucados, e de lá não saiu mais.
Aqui quando uma criança ou uma mulher chegam a um hospital com hematomas, o serviço médico imediatamente levanta a hipótese de violência familiar. Foi o que aconteceu, mas tarde demais porque foi a última surra que o padrasto e a mãe deram na garotinha. Alba não morreu, mas está em estado vegetativo. Os danos foram tão profundos que os médicos duvidam que poderá fazer coisas mínimas para uma vida autônoma. Uma tragédia mesmo.
Bom, ontem saiu o resultado do julgamento dos agressores. Eles escaparam da acusação de tentativa de assassinato, mas pegaram as penas máximas para lesões: 20 anos para a mãe (por ser omissa) e 22 para o padrasto.
Quando acontecem coisas assim, penso que a humanidade é mesmo de uma podridão impressionante. Umas bestas-feras. Gollums disfarçados. E nisso nao tem sistema judicial que dê jeito.
Outra punição...
Desta vez, achei curiosa. Dois pais de Córdoba foram condenados a um ano de prisão por não terem mandado a filha à escola. É. Achei exemplar a idéia de punir os pais por negligência... mas um ano de cadeia... Eles aceitaram a pena, que é menor que a que em princípio pedia a promotoria, de três anos. Vai entender...

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íntegra da nota emitida por Roger Abdelmassih

"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

o depoimento de Roger Abdelmassih

Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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íntegra da nota emitida por Roger Abdelmassih

"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

o depoimento de Roger Abdelmassih

Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

o depoimento de Roger Abdelmassih

Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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íntegra da nota emitida por Roger Abdelmassih

"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

o depoimento de Roger Abdelmassih

Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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íntegra da nota emitida por Roger Abdelmassih

"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
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Roger Abdelmassih

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Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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íntegra da nota emitida por Roger Abdelmassih

"Diante da reportagem publicada por este jornal no dia 09/01/2009, pela jornalista Lilian Christofoletti, envolvendo o meu nome, gostaria de manifestar a minha indignação e esclarecer alguns fatos. Até o prezado momento, mesmo tendo requisitado, o meu advogado não teve acesso integral ao inquérito policial. Desconheço, portanto, o teor real dessas acusações, assim como a identidade das pessoas que me acusam. Outra questão importante é que ainda não fui nem sequer ouvido no referido inquérito. Como prezo a ética e a verdade acima de tudo, venho por meio deste comunicado me pronunciar e informar que confio nos trâmites da Justiça brasileira, sempre estive disponível à instituição e tenho certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, amigos e mais de 20 mil pacientes estão nesta certeza comigo. É tudo o que tenho a declarar no momento.
Atenciosamente
Roger Abdelmassih

o depoimento de Roger Abdelmassih

Roger Abdelmassih recebeu a reportagem da Folha na sala dele, em sua clínica no Jardim América, ao lado do advogado Adriano Vanni.O escritório é separado da sala de uma secretária por uma janela de vidro, que instalou após saber das acusações. "É uma forma de eu me proteger, para não se falar besteira", afirma o médico. Segundo alguns relatos de ex-pacientes, as investidas do médico teriam ocorrido exatamente nesta sala, quando ainda não havia janela de vidro, quando conversavam sobre o tratamento, momento em que não é praxe a presença de uma assistente. No início da entrevista, Abdelmassih fala da infância no interior, da determinação por estudar medicina, do crescimento da clínica e do sofrimento ao perder a mulher, Sônia, com quem foi casado por quase 40 anos. Ela morreu em agosto."Vou falar sobre o caráter do Roger, um homem que tem cinco filhos, graças a uma mulher maravilhosa que acabo de perder", diz, com a voz embargada. Dois filhos trabalham na clínica. "Sônia também trabalhava. A sala dela ainda está aí."Ele conta que, há um ano e meio, foi alvo de uma "campanha sórdida" desencadeada na internet. Foi criada uma página virtual ,onde eram deixadas mensagens acusando-o de assédio sexual. "Os nomes que apareciam eram falsos. Tinha um aspecto nítido de ter sido feito por uma só pessoa ou por duas, no máximo", diz o médico. Seu advogado pediu a abertura de investigação na Polícia Civil, que obteve na Justiça a ordem para retirar a página do ar. Abdelmassih afirma que, meses depois, médicos, jornalistas e amigos seus começaram a receber e-mails apócrifos que reiteravam as acusações contra ele."Fico pasmo com a vontade de me machucarem. Sabe por que acontece isso? Porque o resultado dos meus tratamentos é ótimo. Será que não tem, por trás disso, uma indução da concorrência? É óbvio, não posso afirmar, mas posso dizer que dá essa impressão", afirma.Sobre as acusações das ex-pacientes, Abdelmassih afirma não saber qual a "insatisfação dessas pessoas"."Sou inocente e confio na Justiça. Vou levar um caminhão de testemunhas. E vou querer saber baseado em que essas pessoas, que não se identificam, estão falando", diz. Os nomes das depoentes são mantidos em sigilo pela Justiça.Abdelmassih estranha o fato de algumas mulheres que o acusaram terem continuado o tratamento. "Elas voltam à clínica. Você voltaria?"Ao final da entrevista, Abdelmassih tira o jaleco, se levanta, arregaça as mangas da camisa até a altura dos ombros e se aproxima mostrando os bíceps. "Eu sou imenso? Tenho 1,80 m, mas acho que encolhi um pouco com a minha idade. Diga, sou forte ou sou gordo? Eu não tenho músculo nenhum.""E tem duas testemunhas dizendo que foram agarradas com a força bruta dele", completa o advogado.
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BRASÍLIA - Mais duas pessoas podem estar infectadas com o vírus da febre amarela silvestre no Rio Grande do Sul. O Instituto Adolfo Lutz está fazendo exame do material recolhido dos pacientes que estão internados no interior do estado. Nesta quarta-feira (14) o secretário de Saúde do estado, Osmar Terra, fez um apelo às prefeituras para que fizessem uma “busca ativa” em residências localizadas nas áreas rurais de 109 municípios do centro e noroeste do estado. De acordo com Osmar Terra, especialistas em febre amarela do Ministério da Saúde estão auxiliando no diagnóstico e triagem de pacientes que apresentem sintomas da doença, tais como febre alta, calafrios, dor de cabeça, vômito, diarréia e dor muscular. A população do Rio Grande do Sul pode obter outras informações sobre a doença e a vacinação por telefone, no número 150 da Secretaria de Saúde.
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BRASÍLIA - Mais duas pessoas podem estar infectadas com o vírus da febre amarela silvestre no Rio Grande do Sul. O Instituto Adolfo Lutz está fazendo exame do material recolhido dos pacientes que estão internados no interior do estado. Nesta quarta-feira (14) o secretário de Saúde do estado, Osmar Terra, fez um apelo às prefeituras para que fizessem uma “busca ativa” em residências localizadas nas áreas rurais de 109 municípios do centro e noroeste do estado. De acordo com Osmar Terra, especialistas em febre amarela do Ministério da Saúde estão auxiliando no diagnóstico e triagem de pacientes que apresentem sintomas da doença, tais como febre alta, calafrios, dor de cabeça, vômito, diarréia e dor muscular. A população do Rio Grande do Sul pode obter outras informações sobre a doença e a vacinação por telefone, no número 150 da Secretaria de Saúde.
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BRASÍLIA - Mais duas pessoas podem estar infectadas com o vírus da febre amarela silvestre no Rio Grande do Sul. O Instituto Adolfo Lutz está fazendo exame do material recolhido dos pacientes que estão internados no interior do estado. Nesta quarta-feira (14) o secretário de Saúde do estado, Osmar Terra, fez um apelo às prefeituras para que fizessem uma “busca ativa” em residências localizadas nas áreas rurais de 109 municípios do centro e noroeste do estado. De acordo com Osmar Terra, especialistas em febre amarela do Ministério da Saúde estão auxiliando no diagnóstico e triagem de pacientes que apresentem sintomas da doença, tais como febre alta, calafrios, dor de cabeça, vômito, diarréia e dor muscular. A população do Rio Grande do Sul pode obter outras informações sobre a doença e a vacinação por telefone, no número 150 da Secretaria de Saúde.
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:39  comentar


Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


FONTE:G1
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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Aspectos emocionais e da personalidade contam na área profissional.Por isso, estudante não deve se autocobrar em excesso.

Dia desses, um internauta indagou qual seria a melhor maneira de alavancar seu aprendizado. Isso porque, apesar de ter notas regulares e altas, não conseguia estar entre os melhores da classe e sentia não ter boa memória. Questionava se um profissional da área da aprendizagem o ajudaria. Há poucos elementos para dizer qual seria a melhor maneira para ele melhorar seu aprendizado. Um profissional que trabalha com aprendizagem provavelmente ajudaria. Não sei se seria para tanto, visto que seu desempenho era bom. Fator que também leva a crer que não tenha grandes problemas de memória. Porém, suas dúvidas permitem pensar sobre aqueles que são exigentes consigo próprios e nem sempre estão satisfeitos com sua performance, mesmo ela sendo boa. Algumas pessoas são assim. Por mais que a realidade mostre que elas têm qualidade e aprendem sem problemas, não se satisfazem com suas notas. Ficam se comparando com os “melhores” da classe.
Em primeiro lugar, temos que lembrar que cada um tem um jeito, inclusive para aprender. A nota é um índice de nosso aproveitamento, mas não é absoluta. Ela não é garantia de que o desempenho como profissional no futuro, por exemplo, será bom. Principalmente se lembrarmos que o fator intelectual por si só não garante nada. Aspectos emocionais e da personalidade também contam muito.

Quando a família é exigente
E o que poderia levar uma pessoa a ser tão exigente? Vários fatores. Mas um deles pode vir de casa: a própria exigência de alguns pais. Não que os pais não tenham de ser exigentes. Devem sim, mas dentro da medida do razoável. Algumas pessoas precisam ser mais exigidas, outras menos. Acontece que, em algumas famílias, além da alta exigência, falta o reconhecimento daquilo que é conseguido. Nesses casos, quando vem uma nota boa, parece que a criança não fez mais que a obrigação. Mas quando vem uma nota ruim, aí a casa cai. Com raras exceções, uma criança geralmente tem seus altos e baixos. Quando a nota não é boa, ninguém precisa passar a mão na cabeça. Para o pai que acompanha a escolaridade de seu filho de perto, fica fácil saber o que está acontecendo – inclusive se o pequeno deixou de estudar. E aí poderá ajudá-lo. Se for o caso, deve até chamar a atenção para o fato de não ter estudado. Porém, diante do bom desempenho, é necessário que o estudante seja reconhecido no seu valor. Só assim, ele próprio poderá reconhecer suas qualidades e não desanimar no processo de aprender. Do contrário, ele se frustrará. Confiando em sua capacidade de realização, a pessoa poderá se arriscar mais nos caminhos do conhecimento. No caso do internauta, ele parece ter o ideal de ser um dos melhores. Isso pode gerar a idéia de ter uma falha no seu aprender, já que não está entre os primeiros. Em casos assim, a pessoa poderia se dedicar a aprender coisas que ainda não sabe, caso se preocupasse menos em ser o melhor da classe. Provavelmente, ele não consegue perceber que tem qualidades. O reconhecimento das características positivas de uma pessoa ajuda a elevar sua autoestima, possibilitando que seja alguém mais confiante. É algo simples de pais e professores fazerem. E, com certeza, ajudará muitos estudantes a serem mais seguros e felizes na escola e na vida.


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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

E O CARINHO????ESQUECEU???
O QUE O CONSELHO TUTELAR VAI FAZER COM O OUTRO MENINO ?????


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:28  comentar

Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

E O CARINHO????ESQUECEU???
O QUE O CONSELHO TUTELAR VAI FAZER COM O OUTRO MENINO ?????


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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

E O CARINHO????ESQUECEU???
O QUE O CONSELHO TUTELAR VAI FAZER COM O OUTRO MENINO ?????


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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

E O CARINHO????ESQUECEU???
O QUE O CONSELHO TUTELAR VAI FAZER COM O OUTRO MENINO ?????


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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

E O CARINHO????ESQUECEU???
O QUE O CONSELHO TUTELAR VAI FAZER COM O OUTRO MENINO ?????


FONTE:G1
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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

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Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

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Criança passou mal após ser agredida em Cajamar, no interior de SP.Mulher teria confessado o crime, segundo a Polícia Civil.
Uma professora de 42 anos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (6) por suspeita de espancar e matar o filho adotivo de 5 anos na casa onde moravam, em Cajamar, na Grande São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a mulher confessou o crime. A criança morreu no hospital após passar mal e vomitar. Lá, os médicos notaram que a criança apresentava diversas marcas de agressões pelo corpo. De acordo com o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí, a 60 km de São Paulo, a causa da morte foi por conta dos ferimentos da agressão. A professora foi indiciada por homicídio doloso e encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Mairiporã, a 35 km de SP. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima era filho adotivo da professora desde 18 de março de 2008. O irmão do garoto morto, de 4 anos, também é filho adotivo da suspeita.

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Segundo polícia, ela deu facada no filho para separar briga de irmãos.O caso ocorreu na noite de terça-feira (13) em Campos do Jordão.
Uma mulher, de 39 anos, foi presa na noite da terça-feira (13), suspeita de ter matado o próprio filho de 20 anos na casa da família em Campos do Jordão, a 181 quilômetros de São Paulo. Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 23h30 durante uma discussão entre os familiares. De acordo com o registro do boletim de ocorrência, o assassinato ocorreu porque o rapaz chegou em casa e começou a brigar com seus irmãos, um de 18 e outra de 15 anos. Segundo a polícia, enquanto os dois menores estavam no chão, sendo agredidos pelo irmão mais velho, a mãe, de 39 anos, pegou uma faca e feriu o braço do mais velho, na tentativa de acabar com a briga. Com raiva, ele teria começado a brigar com a mãe, que o esfaqueou, de acordo com a polícia. O jovem chegou a ser levado para uma unidade de saúde, mas, segundo as atendentes do local, já chegou morto. A mãe foi levada para a delegacia de Campos do Jordão, onde está presa. De acordo com a polícia, o rapaz tinha nove facadas no corpo, um número elevado para configurar legítima defesa.

E CONTINUAM SE MATANDO.....


fonte:G1
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Segundo polícia, ela deu facada no filho para separar briga de irmãos.O caso ocorreu na noite de terça-feira (13) em Campos do Jordão.
Uma mulher, de 39 anos, foi presa na noite da terça-feira (13), suspeita de ter matado o próprio filho de 20 anos na casa da família em Campos do Jordão, a 181 quilômetros de São Paulo. Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 23h30 durante uma discussão entre os familiares. De acordo com o registro do boletim de ocorrência, o assassinato ocorreu porque o rapaz chegou em casa e começou a brigar com seus irmãos, um de 18 e outra de 15 anos. Segundo a polícia, enquanto os dois menores estavam no chão, sendo agredidos pelo irmão mais velho, a mãe, de 39 anos, pegou uma faca e feriu o braço do mais velho, na tentativa de acabar com a briga. Com raiva, ele teria começado a brigar com a mãe, que o esfaqueou, de acordo com a polícia. O jovem chegou a ser levado para uma unidade de saúde, mas, segundo as atendentes do local, já chegou morto. A mãe foi levada para a delegacia de Campos do Jordão, onde está presa. De acordo com a polícia, o rapaz tinha nove facadas no corpo, um número elevado para configurar legítima defesa.

E CONTINUAM SE MATANDO.....


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Uma mulher, de 39 anos, foi presa na noite da terça-feira (13), suspeita de ter matado o próprio filho de 20 anos na casa da família em Campos do Jordão, a 181 quilômetros de São Paulo. Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 23h30 durante uma discussão entre os familiares. De acordo com o registro do boletim de ocorrência, o assassinato ocorreu porque o rapaz chegou em casa e começou a brigar com seus irmãos, um de 18 e outra de 15 anos. Segundo a polícia, enquanto os dois menores estavam no chão, sendo agredidos pelo irmão mais velho, a mãe, de 39 anos, pegou uma faca e feriu o braço do mais velho, na tentativa de acabar com a briga. Com raiva, ele teria começado a brigar com a mãe, que o esfaqueou, de acordo com a polícia. O jovem chegou a ser levado para uma unidade de saúde, mas, segundo as atendentes do local, já chegou morto. A mãe foi levada para a delegacia de Campos do Jordão, onde está presa. De acordo com a polícia, o rapaz tinha nove facadas no corpo, um número elevado para configurar legítima defesa.

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LOS ANGELES (Reuters) - Whoopi Goldberg está voltando de uma breve aposentadoria como atriz para aventurar-se onde poucas estrelas já foram antes dela: a ficção científica online.
Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

BOM TÊ-LA DE VOLTA!!!


FONTE:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/15/whoopi-goldberg-volta-atuar-em-ficcao-cientifica-online-709913048.asp


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LOS ANGELES (Reuters) - Whoopi Goldberg está voltando de uma breve aposentadoria como atriz para aventurar-se onde poucas estrelas já foram antes dela: a ficção científica online.
Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

BOM TÊ-LA DE VOLTA!!!


FONTE:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/15/whoopi-goldberg-volta-atuar-em-ficcao-cientifica-online-709913048.asp


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LOS ANGELES (Reuters) - Whoopi Goldberg está voltando de uma breve aposentadoria como atriz para aventurar-se onde poucas estrelas já foram antes dela: a ficção científica online.
Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
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A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
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Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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Duas décadas depois de aparecer pela primeira vez em "Jornada nas Estrelas - Generations", a atriz premiada com o Oscar está produzindo e estrelando uma nova série de ficção científica intitulada "Stream" que estréia nesta quinta-feira no site de horror e rede de vídeo em sistema pay-per-view FEAR.net.
A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
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Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
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Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
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Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
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A série está estreando um ano depois de Goldberg, 53 anos, ter anunciado que estava se aposentando como atriz para concentrar-se em seu trabalho de apresentadora do programa de bate-papo diurno "The View". no qual tomou o lugar de Rosie O'Donnell desde setembro de 2007.
Goldberg disse que a idéia de atuar nessa nova mídia realmente a atraiu, assim como a oportunidade de atuar em ficção científica e horror, dois de seus gêneros favoritos.
Ela ganhou uma base grande de fãs de ficção científica com seu trabalho em "Jornada nas Estrelas - Generations", no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Goldberg contou que desde sua infância é "Trekkie", ou fã de "Jornada nas Estrelas" ("Star Trek"), na qual o criador da série de TV original dos anos 1960, Gene Roddenberry, incluiu personagens negros.
"Outros filmes de ficção científica que a gente via não tinham personagens negros em lugar algum. Eu quis levar adiante essa tradição", disse ela.
Em "Stream," que terá seis episódios de cinco minutos cada, Goldberg é Jodi Quinn, uma personagem que luta contra demônios pessoais. A história se alterna entre três fases de sua vida.
Whoopi Goldberg, que já atuou em mais de 40 filmes e recebeu um Oscar em 1990 por seu papel coadjuvante no drama romântico "Ghost - Do Outro Lado da Vida", disse que acabou fazendo principalmente comédias porque ninguém a convidava para fazer papéis em filmes de ficção científica ou terror.
"Foi só com 'Jornada nas Estrelas' que as pessoas viram que eu era capaz de fazer ficção científica, e ainda não fiz um filme de horror", disse ela. "Eu adoraria ser um monstro."
"Stream" é o sexto seriado original criado pela FEARnet, uma joint venture formada pela Comcast Corp, Sony Pictures Television e Lionsgate.

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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quarta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista - de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos. Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou. Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


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Por Flávio Freire - O Globo


SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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Por Flávio Freire - O Globo


SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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Por Flávio Freire - O Globo


SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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Por Flávio Freire - O Globo


SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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Por Flávio Freire - O Globo


SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Paralelo à investigação sobre suposto crime de abuso sexual que seria praticado pelo médico Roger Abdelmassih contra pacientes, o Ministério Público de São Paulo apura uma polêmica técnica de inseminação artificial utilizada na mesma clínica. As supostas vítimas relataram aos promotores que o médico ofereceu a elas a utilização de manipulação de óvulos, com a implantação de óvulos jovens em mulheres mais velhas. Embora regulamentada por lei, praticada também em outros países e cuja investigação de uma outra denúncia fora arquivada no ano passado, a técnica pode gerar modificações genéticas no embrião, com misturas de DNAs, o que acontece em 2% dos casos, segundo pesquisas científicas.
- Estamos apurando essas denúncias com cautela, já que algumas mulheres, além de terem sido molestadas, também dizem que receberam e recusaram propostas para terem o óvulo turbinado - disse o promotor do MP, José Reinaldo Guimarães Carneiro.
Nesta quarta-feira, quando mais quatro mulheres procuraram promotores para denunciar Abdelmassih por suposto crime de abuso sexual - já chega a 32 o número de eventuais vítimas -, Carneiro informou que algumas delas disseram que a proposta para utilização de técnica de manipulação do óvulo ocorreu em momentos em que tais mulheres estariam muito sensibilizadas.
O médico, em nota oficial assinada por seu advogado, explicou que o processo de manipulação de óvulos é oficialmente reconhecido como transferência de citoplasma, e que tal procedimento já foi alvo de investigação do MP e arquivado a pedido da promotora de Justiça do Consumidor, Eliana Moreira Scucuglia, "por entender que não há qualquer ilicitude na técnica oferecida pela clínica do doutor Roger".
Segundo o documento, a técnica permite "melhorar a qualidade de óvulos, em especial para pacientes de idades avançada, otimizando os resultados da fertilização in vitro". O procedimento foi regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de abril de 2006. Os óvulos utilizados para manipulação seriam doados, já que o Brasil não permite a compra ou venda de sangue ou tecidos, por exemplo. Ainda segundo Abdelmassih, os pacientes assinam Termo de Consentimento para Tratamento com Material Intracelular (Citoplasma) de Óvulo de Doadora.
- Dessa forma, é lamentável que uma técnica que aumenta a probabilidade de pais e mães realizarem o sonho de ter filhos e constituírem uma família seja mistificada e combatida de forma obscurantista e autoritária - diz a nota do médico. Inquérito
Até o momento, todas as pacientes que denunciaram o médico preferiram manter as identidades sob sigilo absoluto. Os promotores disseram ter ouvido também os depoimentos de mulheres do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e interior de São Paulo, todas com a mesma acusação contra Abdelmassih.
Em depoimentos informais - as vítimas estão sendo encaminhadas para a 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo para a abertura de inquérito policial -, elas dizem que o médico teria praticado o crime na fase de recuperação, na própria clínica, ou durante a consulta, também em sala reservada. Algumas disseram que teriam sido molestadas sexualmente quando estavam sedadas, após procedimento de inseminação artificial. O médico nega as acusações.
- Os relatos são extremamente parecidos. Os atos sempre aconteciam na clandestinidade, seja na fase da recuperação, da consulta ou mesmo enquanto as vítimas ainda estavam sedadas. Normalmente, é quando a paciente está sozinha com o médico, sem a presença do marido ou de qualquer funcionário da clínica - disse o promotor público José Reinaldo Gomes Carneiro.
Rebatendo a defesa de Abdelmassih, de que as vítimas retornaram ao tratamento na clínica mesmo após os supostos ataques, o promotor diz que isso acontece por causa da dificuldade que as mulheres teriam para abandonar um acompanhamento médico que envolve um possível futuro filho.
- Um embrião fecundado é um filho que a vítima ainda tem dentro da clínica, por isso a dificuldade de abandonar o tratamento apesar do assédio - disse ele, que nesta terça-feira ouvia uma mulher do interior de São Paulo.
Enquanto as denúncias não param, o Ministério Público aguarda para oferecer a denúncia porque todas as mulheres estão sendo ouvidas na Delegacia da Mulher. Só depois os promotores vão ouvi-las formalmente, quando poderá oferecer denúncia formal contra o médico, que está sendo investigado por atentado violento ao pudor.
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SÃO PAULO - Será inaugurada, esta sexta-feira, em São Paulo a primeira sala de cinema com a tecnologia Imax (diminutivo para Image Maximun), capaz de transformar a experiência de ir ao cinema na sensação de participar de cada cena.
Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



ANTES TARDE DO QUE NUNCA

SERÁ QUE OUTROS VIRÃO???




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SÃO PAULO - Será inaugurada, esta sexta-feira, em São Paulo a primeira sala de cinema com a tecnologia Imax (diminutivo para Image Maximun), capaz de transformar a experiência de ir ao cinema na sensação de participar de cada cena.
Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
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É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
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Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
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O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
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É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
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Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



ANTES TARDE DO QUE NUNCA

SERÁ QUE OUTROS VIRÃO???




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SÃO PAULO - Será inaugurada, esta sexta-feira, em São Paulo a primeira sala de cinema com a tecnologia Imax (diminutivo para Image Maximun), capaz de transformar a experiência de ir ao cinema na sensação de participar de cada cena.
Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



ANTES TARDE DO QUE NUNCA

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SÃO PAULO - Será inaugurada, esta sexta-feira, em São Paulo a primeira sala de cinema com a tecnologia Imax (diminutivo para Image Maximun), capaz de transformar a experiência de ir ao cinema na sensação de participar de cada cena.
Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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SÃO PAULO - Será inaugurada, esta sexta-feira, em São Paulo a primeira sala de cinema com a tecnologia Imax (diminutivo para Image Maximun), capaz de transformar a experiência de ir ao cinema na sensação de participar de cada cena.
Para produzir esse efeito, a tela do Imax é curva e levemente inclinada. Tem quase o dobro das medidas das salas de cinema tradicionais - 21 metros de largura por 14 de altura - e um poderoso sistema de som, com cinco caixas de 12 mil watts de potência. Por isso, ver um filme em uma sala Imax, especialmente em três dimensões (3D), é quase como estar dentro dessa telona. Estreia é com documentário sobre fundo do mar
Foram oito anos de negociações antes de a Cinearte decidir investir na construção de uma sala Imax no Brasil. O custo do cinema, que tem 327 poltronas e sete lugares para portadores de necessidades especiais, foi de R$ 6 milhões, o que corresponde a seis vezes o valor gasto em uma sala normal, explica Adhemar Oliveira, diretor da Cinearte.
É emblemático que o primeiro filme exibido na Sala Unibanco Imax seja um documentário em 3D, "Fundo do mar", do oceanógrafo Howard Hall. A ideia de Oliveira é alternar filmes de caráter educativo, atraindo professores e escolas, com blockbusters produzidos no formato Imax em 2D ou 3D, como "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (em 2D), que reestreia na sala em 13 de fevereiro. Também estão previstas para este ano as exibições de "Monstros vs. Alienígenas", "Jornada nas estrelas" e "Harry Potter e o enigma do príncipe".
- Para obter o retorno do investimento, buscamos não ter horários ociosos, exibindo filmes das 10h às 24h, diariamente - conta Oliveira, que vai cobrar ingressos de R$ 30, mesmo valor das salas Imax em Nova York.
Até o meio deste ano, o Imax brasileiro exibirá filmes em película (17mm). Depois, a sala passará a ter também um projetor digital.
Sobre a construção de novas salas Imax no país, Adhemar Oliveira é reticente. O empresário diz preocupar-se primeiro com a manutenção da primeira sala e espera que ela atraia turistas de outros estados, interessados em conferir a novidade.
Sabe-se, no entanto, que o Shopping Palladium, em Curitiba, está construindo sua própria sala Imax, parte do sistema Multiplex, com a previsão de inaugurá-la este ano.
Já há mais de 300 salas Imax no planeta
O Imax chega ao Brasil com 40 anos de atraso em relação aos Estados Unidos, onde a primeira sala com a tecnologia foi inaugurada em 1970. Hoje, há mais de 300 salas Imax espalhadas em 42 países, mas cerca de 60% delas estão nos Estados Unidos.
O Unibanco Imax, que fica no Shopping Bourbon Pompéia, tem cadeiras com lugares marcados. Os ingressos podem ser comprados pela internet ( http://www.cinemaunibanco.com.br/index.asp ) ou na bilheteria. Às quinta-feiras, o ingresso tem preço promocional: R$ 20.



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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Documentos encontrados na Grã-Bretanha indicam que um inglês pode ter mapeado a Lua antes de Galileu Galilei.
Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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Thomas Harriott teria traçado mapas completos da superfície lunar há 400 anos, meses antes do gênio italiano.
O professor Allan Chapman, da Universidade de Oxford, afirma que Harriott compilou um mapa completo da superfície lunar em uma série de folhas.
"O conjunto completo marca o nascimento da cartografia moderna, antecede Galileu e o próximo trabalho semelhante só apareceria 30 anos mais tarde", diz Chapman.
O pesquisador defende que, em seu 400º aniversário de nascimento, Thomas Harriott seja comemorado como um dos grandes cientistas da história britânica.
Harriott era um rico nobre inglês que, segundo historiadores, não almejava fama e fortuna, diferentemente de Galileu.
Quatro séculos mais tarde, os mapas de Harriott vão ser expostos pela primeira vez, e talvez o inglês venha a ser mais reconhecido por seu trabalho pioneiro.


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RIO - Agora não há mais dúvida. Gabriel, com apenas dois meses de vida, é mesmo filho de Alexsandra Santos de Oliveira, de 34 anos. O fim da incerteza foi constatado por um exame de DNA realizado por mãe e filho. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira .A polêmica em torno do parentesco de Alexsandra e Gabriel começou quando o bebê nasceu, em 23 de novembro. Os pais de Gabriel são negros, mas o menino tem a pele clara e os olhos azuis.
As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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RIO - Agora não há mais dúvida. Gabriel, com apenas dois meses de vida, é mesmo filho de Alexsandra Santos de Oliveira, de 34 anos. O fim da incerteza foi constatado por um exame de DNA realizado por mãe e filho. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira .A polêmica em torno do parentesco de Alexsandra e Gabriel começou quando o bebê nasceu, em 23 de novembro. Os pais de Gabriel são negros, mas o menino tem a pele clara e os olhos azuis.
As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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RIO - Agora não há mais dúvida. Gabriel, com apenas dois meses de vida, é mesmo filho de Alexsandra Santos de Oliveira, de 34 anos. O fim da incerteza foi constatado por um exame de DNA realizado por mãe e filho. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira .A polêmica em torno do parentesco de Alexsandra e Gabriel começou quando o bebê nasceu, em 23 de novembro. Os pais de Gabriel são negros, mas o menino tem a pele clara e os olhos azuis.
As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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RIO - Agora não há mais dúvida. Gabriel, com apenas dois meses de vida, é mesmo filho de Alexsandra Santos de Oliveira, de 34 anos. O fim da incerteza foi constatado por um exame de DNA realizado por mãe e filho. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira .A polêmica em torno do parentesco de Alexsandra e Gabriel começou quando o bebê nasceu, em 23 de novembro. Os pais de Gabriel são negros, mas o menino tem a pele clara e os olhos azuis.
As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
- O drama acabou. Agora, temos certeza que o Gabriel é nosso filho mesmo. Vamos esquecer tudo o que passamos e curtir o nosso mais novo herdeiro - disse, entusiasmado, Alexandre.


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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
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As diferenças físicas colocaram Alexsandra e o marido, Alexandre Assunção Maciel, também de 34 anos, num dilema: eles começaram a suspeitar que garoto não era seu filho, e que poderia ter ocorrido uma troca de bebês na maternidade do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói.
No início de janeiro, a direção do hospital decidiu realizar um exame genético dos pais e da criança, no Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes, na Uerj. O resultado, confirmando que o pequeno Gabriel é filho dos dois encheu de alegria Alexsandra, o marido e os outros sete filhos do casal.
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