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13.1.09
Um papagaio de sete anos chamado Chico ganhou fama ao apresentar ataques de ciúmes cada vez que sua dona, Joyce Greenslade (na foto), de 41 anos, se aproximava do marido, Stephen. Nesses episódios, relatados pelo jornal britânico Telegraph, Chico arrancava suas próprias penas raivosamente, ou voava para cima de Stephen com o intuito de agredi-lo.
Cientistas acreditam que Chico, que apesar do nome é fêmea, assumiu um papel de dominância na família, e precisa ser treinada e tratada para aceitar a sua posição real no lar. Para isso, veterinários passaram a lhe dar o calmante Haloperido, apelidado de “Prozac dos papagaios”, e a ave também tem frequentados cursos de comportamento.
“Estávamos desesperados para achar uma solução, pois é horrível ver um papagaio que amamos tanto sofrer assim”, disse Joyce Greenslade. “O Prozac dos papagaios salvou sua vida”, conclui a dona de Chico.



FONTE:http://colunas.epoca.globo.com/animal/2009/01/13/papagaios-tambem-amam/
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Um papagaio de sete anos chamado Chico ganhou fama ao apresentar ataques de ciúmes cada vez que sua dona, Joyce Greenslade (na foto), de 41 anos, se aproximava do marido, Stephen. Nesses episódios, relatados pelo jornal britânico Telegraph, Chico arrancava suas próprias penas raivosamente, ou voava para cima de Stephen com o intuito de agredi-lo.
Cientistas acreditam que Chico, que apesar do nome é fêmea, assumiu um papel de dominância na família, e precisa ser treinada e tratada para aceitar a sua posição real no lar. Para isso, veterinários passaram a lhe dar o calmante Haloperido, apelidado de “Prozac dos papagaios”, e a ave também tem frequentados cursos de comportamento.
“Estávamos desesperados para achar uma solução, pois é horrível ver um papagaio que amamos tanto sofrer assim”, disse Joyce Greenslade. “O Prozac dos papagaios salvou sua vida”, conclui a dona de Chico.



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Cientistas acreditam que Chico, que apesar do nome é fêmea, assumiu um papel de dominância na família, e precisa ser treinada e tratada para aceitar a sua posição real no lar. Para isso, veterinários passaram a lhe dar o calmante Haloperido, apelidado de “Prozac dos papagaios”, e a ave também tem frequentados cursos de comportamento.
“Estávamos desesperados para achar uma solução, pois é horrível ver um papagaio que amamos tanto sofrer assim”, disse Joyce Greenslade. “O Prozac dos papagaios salvou sua vida”, conclui a dona de Chico.



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Cientistas acreditam que Chico, que apesar do nome é fêmea, assumiu um papel de dominância na família, e precisa ser treinada e tratada para aceitar a sua posição real no lar. Para isso, veterinários passaram a lhe dar o calmante Haloperido, apelidado de “Prozac dos papagaios”, e a ave também tem frequentados cursos de comportamento.
“Estávamos desesperados para achar uma solução, pois é horrível ver um papagaio que amamos tanto sofrer assim”, disse Joyce Greenslade. “O Prozac dos papagaios salvou sua vida”, conclui a dona de Chico.



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Cientistas acreditam que Chico, que apesar do nome é fêmea, assumiu um papel de dominância na família, e precisa ser treinada e tratada para aceitar a sua posição real no lar. Para isso, veterinários passaram a lhe dar o calmante Haloperido, apelidado de “Prozac dos papagaios”, e a ave também tem frequentados cursos de comportamento.
“Estávamos desesperados para achar uma solução, pois é horrível ver um papagaio que amamos tanto sofrer assim”, disse Joyce Greenslade. “O Prozac dos papagaios salvou sua vida”, conclui a dona de Chico.



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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

JÁ ESTÃO MATANDO POR MATAR...SE PERDERAM NOS MOTIVOS!!!!!


link do postPor anjoseguerreiros, às 17:50  comentar

O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

JÁ ESTÃO MATANDO POR MATAR...SE PERDERAM NOS MOTIVOS!!!!!


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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.
Em um comunicado divulgado nesta terça-feira, o comitê diz que mais de 40% dos mortos no conflito são mulheres ou crianças, apesar de Israel ter assinado um protocolo da ONU que condena ataques em locais onde possa haver presença de menores de idade.
"O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas está profundamente preocupado com os efeitos devastadores que o atual conflito militar em Gaza tem sobre as crianças", diz o documento, divulgado em Genebra.
Segundo o comitê da ONU, os ataques terão graves efeitos emocionais e psicológicos em toda uma geração de menores em Gaza.
Funcionários dos serviços de saúde palestinos dizem que pelo menos 950 pessoas foram mortas e mais de 4,2 mil ficaram feridas desde o início da ofensiva, em 27 de dezembro. Israel diz que 13 israelenses morreram - três deles civis e 10 soldados.
Como Israel não permite a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, não é possível confirmar os números de mortos e feridos.
O grupo palestino de defesa dos direitos humanos Al-Mizan, que atua em Gaza, afirmou que mais de 90 mil pessoas deixaram suas casas para tentar fugir dos bombardeios israelenses.
Cruz Vermelha
Também nesta terça-feira, o presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, visitou a Faixa de Gaza, durante uma trégua de três horas no conflito entre Israel e militantes palestinos, para avaliar a extensão da crise humana no território.
Kellenberger foi até o principal hospital do território e também se encontrou com funcionários da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
"Eu queria ver esse hospital e só posso dizer que isso é realmente muito triste e dói muito ver o que eu acabei de ver", disse Kellenberger na visita ao hospital.
Em entrevista à BBC, um porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está tomando "enorme cuidado" para evitar a morte de civis em Gaza.
"Nós divulgamos um vídeo ontem (segunda-feira) de pilotos em operações, em missões, em que eles abortaram a missão porque podiam ver civis na área a ser atacada. Nós não atiramos contra civis inocentes, ponto final", disse Regev.
Esforços diplomáticos
Nesta terça-feira, 18º dia de combates, tropas israelenses entraram em confronto com militantes palestinos nos subúrbios da Cidade de Gaza, segundo testemunhas. Israel também realizou mais ataques aéreos contra alvos em Gaza.
Apesar da ofensiva israelense, militantes palestinos continuam a lançar foguetes contra o território de Israel. Israel afirma que a ação militar em Gaza tem o objetivo impedir que os militantes continuem lançando foguetes contra seu território.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a operação militar vai continuar até que os militantes parem de lançar foguetes e que o contrabando de armas para dentro da Faixa de Gaza seja interrompido.
No Cairo, continuam os esforços diplomáticos para tentar um cessar-fogo em Gaza. O presidente do Egito, Hosni Mubarak, e o monarca saudita, Abdullah, mantiveram reuniões para discutir o conflito.
No entanto, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que não há garantias de que o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, respeitaria um acordo de cessar-fogo.
Um porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que qualquer acordo deve incluir o fim dos ataques israelenses, a completa retirada de suas forças da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio imposto ao território, por meio da abertura de passagens na fronteira.
Ainda nesta terça-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, chega ao Oriente Médio para um giro que deve incluir encontros com líderes de Israel, Egito, Jordânia e Síria, além de uma reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas na Cisjordânia.

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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
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- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
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- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
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- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
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SÃO PAULO - A adolescente Daiane Evelin de Oliveira Santos, de 14 anos, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira, quando sumiu da casa de avó em Guaianazes, zona leste da capital. A mãe da jovem, a cabeleireira Ivanilda de Oliveira, de 29, acusa seu ex-marido e padrasto da garota, o pedreiro Edinaldo Cícero Alves, de 38 anos, de a ter raptado. Na madrugada do dia 10 (sábado), foi registrado um boletim de ocorrência no 44º DP (Guaianazes) pela mãe da jovem, comunicando o desaparecimento. A mãe desconfia que o pedreiro tenha raptado a menina, sob ameaça, para ela ir embora com ele, ou que ele tenha seduzido a garota.
- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
O caso foi registrado como desaparecimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a polícia não tem pistas sobre o paradeiro da menina ou do pedreiro, que por hora não é considerado suspeito.


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- Essa denúncia é gravíssima, deve ser apurada com rigor pela polícia - afirma o conselheiro tutelar Marcelo Nascimento, de Guaianazes.
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RIO - Daqui a uma semana, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos tomará posse, depois de uma incrível campanha que mobilizou o mundo. Inscritos em programas de intercâmbio cujo roteiro passa pela Casa Branca, os estudantes Eric Silva, Giovani Batista e Ricardo Diuana, de 17 anos, não escondem a animação com a perspectiva de conhecê-lo. Claro que, às voltas com probleminhas como a crise econômica mundial e o sangrento conflito no Oriente Médio, a agenda de Obama não dá garantias de um encontro, mas a expectativa é grande.
- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
Já Giovani procurou saber mais sobre as eleições:
- O mundo está vivendo uma nova era, e é muito legal participar deste momento.


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RIO - Daqui a uma semana, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos tomará posse, depois de uma incrível campanha que mobilizou o mundo. Inscritos em programas de intercâmbio cujo roteiro passa pela Casa Branca, os estudantes Eric Silva, Giovani Batista e Ricardo Diuana, de 17 anos, não escondem a animação com a perspectiva de conhecê-lo. Claro que, às voltas com probleminhas como a crise econômica mundial e o sangrento conflito no Oriente Médio, a agenda de Obama não dá garantias de um encontro, mas a expectativa é grande.
- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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- Um dos tópicos abordados no programa é a questão racial americana. Com Obama lá, a gente torce para vê-lo, né? - diz Ricardo, que pretende fazer vestibular para Relações Internacionais este ano e optou por um intercâmbio voltado para o tema. Durante duas semanas, ele vai conhecer a sede do governo, o Congresso e, quem sabe, "o cara". Já Eric e Giovani venceram quase três mil estudantes numa seleção da embaixada americana e são os representantes do Rio dentre os 35 escolhidos para o programa "Jovens embaixadores". Hospedados em casas de família, os dois vão frequentar uma high school, onde farão uma apresentação sobre o Brasil, e terão a oportunidade de visitar marcos históricos e encontrar autoridades. Por questões de segurança, o encontro com o presidente não é confirmado.
- Pretendo ser o embaixador de Macaé - brincou Eric. - Vou falar sobre as qualidades do país, mas sem esquecer as da minha cidade.
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RIO - O ócio juvenil e o tédio causado pelo rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram uma menina californiana bater todos os recordes de envio de torpedos. Reina Hardesty, de 13 anos, mandou 14.528 mensagens de texto em um mês. A conta detalhada da operadora AT&T tinha 440 páginas, segundo o New York Post , e deixou o pai da menina, Greg Hardesty, incrédulo.
- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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RIO - O ócio juvenil e o tédio causado pelo rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram uma menina californiana bater todos os recordes de envio de torpedos. Reina Hardesty, de 13 anos, mandou 14.528 mensagens de texto em um mês. A conta detalhada da operadora AT&T tinha 440 páginas, segundo o New York Post , e deixou o pai da menina, Greg Hardesty, incrédulo.
- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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RIO - O ócio juvenil e o tédio causado pelo rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram uma menina californiana bater todos os recordes de envio de torpedos. Reina Hardesty, de 13 anos, mandou 14.528 mensagens de texto em um mês. A conta detalhada da operadora AT&T tinha 440 páginas, segundo o New York Post , e deixou o pai da menina, Greg Hardesty, incrédulo.
- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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RIO - O ócio juvenil e o tédio causado pelo rigoroso inverno no hemisfério norte fizeram uma menina californiana bater todos os recordes de envio de torpedos. Reina Hardesty, de 13 anos, mandou 14.528 mensagens de texto em um mês. A conta detalhada da operadora AT&T tinha 440 páginas, segundo o New York Post , e deixou o pai da menina, Greg Hardesty, incrédulo.
- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
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Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
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- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
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Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
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Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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- Primeiro eu ri. Depois pensei, 'isso é loucura, não dá'. E imediatamente peguei uma calculadora para ver se era humanamente possível - disse o pai de 45 anos.
Segundo os cálculos do Sr. Hardesty, sua filha enviou 484 mensagens por dia. Quando ele questionou Reina sobre a conta ela disse que o surto ocorreu porque "era inverno e estava entediada".
Em uma entrevista feita por SMS, um repórter do Orange County Register perguntou a Reina "Para quem você manda essas mensagens? Toda a sua escola?"
- Muitas das minhas amigas tem contas com mensagens ilimitadas. Eu converso com elas assim quase o tempo todo - respondeu ela.
Felizmente a menina também tem uma conta que dá direito a mensagens de texto ilimitadas por US$ 30 mensais. Senão o custo da brincadeira seria de US$ 2.905.60, estima Greg.
Segundo um estudo da Nielsen citado pelo New York Post a média mensal de envio de torpedos nos EUA entre adolescentes de 13 a 17 anos é 1.742. O pai de Reina admite enviar cerca de 900 mensagens por mês, 700 a mais que a média para a sua idade.


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RIO - Sete recém-nascidos desenvolveram uma infecção generalizada e correm o risco de morrer após um surto de infecção hospitalar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, em Recife.
Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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RIO - Sete recém-nascidos desenvolveram uma infecção generalizada e correm o risco de morrer após um surto de infecção hospitalar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, em Recife.
Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
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Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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Por causa do problema, a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) interditou a clínica, proibindo a internação de novos pacientes na UTI, que tem capacidade para dez bebês. Os partos também estão suspensos. A situação só voltará ao normal quando o problema for controlado.
A UTI também está com número de internos superior à capacidade. De acordo com a Coordenadora de UTI Nenonatal do Hospital das Clínicas, Lindeci Sampaio, a superlotação é crônica em todas as UTIs neonatais localizadas no estado, o que traz prejuízos na qualidade de assistência aos recém-nascidos. O hospital é tido como de referência no atendimento neonatal.
Segundo as autoridades sanitárias do estado, o microorganismo que atingiu as crianças ainda não foi identificado.


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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
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Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



link do postPor anjoseguerreiros, às 14:43  comentar



Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Os últimos números divulgados pelas autoridades palestinas do setor de saúde informam que 205 crianças estão entre os cerca de 600 mortos na ofensiva na faixa de Gaza. O número de crianças entre os 2,9 mil feridos ainda é desconhecido, por causa do caos que se instalou no território palestino.

Enquanto os médicos trabalham sem pausa para tentar salvar o máximo de crianças, psiquiatras infantis na faixa de Gaza e no sul de Israel temem que algumas crianças nunca se recuperem dos danos psicológicos causados pela violência do conflito.Iyad Sarraj, diretor do Programa Comunitário de Saúde Mental da Faixa de Gaza, afirmou que "muitas pessoas" estão ligando para os funcionários do centro, mas o escritório da organização teve que ser abandonado depois que um ataque aéreo de Israel danificou janelas e móveis do local.

"Está realmente terrível para as crianças agora. Já passei por muitos episódios como este, mas este é o pior", afirmou.TraumaSarraj conta a história de um menino que tratou há cinco anos. A casa dele foi atingida em um ataque aéreo contra um militante do Hamas, que vivia na casa vizinha à dele. Tateando no escuro depois do ataque, o menino encostou a mão em algo molhado."Ele percebeu que era a carne da irmã, que ficou em pedaços (depois do ataque). Ele não conseguiu comer ou sentir cheiro de carne durante três anos. Tenho certeza de que ele vai sofrer algum impacto psicológico em longo prazo.""Este tipo de coisa deve estar acontecendo agora, enquanto conversamos", afirmou.

Sarraj não consegue sair de casa devido aos combates na faixa de Gaza e, por isso, não consegue visitar os hospitais, mas tem visto pela televisão as imagens de crianças traumatizadas e feridas."Estas crianças precisam de ajuda, mais do que qualquer outra pessoa. Elas parecem assustadas, horrorizadas e desnorteadas. Elas precisam de muita atenção, mas não podem receber, pois suas famílias também estão aterrorizadas", afirmou.
oque Salwi Tibi, da agência humanitária Save the Children e que vive ao norte da Cidade de Gaza, perto dos confrontos terrestres mais intensos, está monitorando o impacto nas crianças.Tibi conta sobre um menino de dois anos e meio de Beit Lahiya, local onde estão ocorrendo combates intensos, que foi levado para um hospital já sem vida. "Ele não estava ferido, estava bem de saúde. Os médicos me disseram que a criança morreu devido ao choque causado pelo som do bombardeio", afirmou.Tibi afirma que sua própria filha, Malak, de 7 anos, é um caso típico de criança afetada pela guerra. Malak começou a molhar a cama no primeiro dia dos ataques aéreos. "Onde quer que eu vá ela me segue - até ao banheiro. Assim que ela ouve o bombardeio, (...) fecha os olhos e grita 'parem, parem'", afirmou."Se eu tivesse um computador, deixaria que ela ouvisse música, brincasse com os jogos, para esquecer, mas não há eletricidade, tudo está silencioso, então tudo o que ela ouve são os bombardeios", acrescentou.

Os mesmos sintomas podem ser observados em crianças de Sderot, a cidade do sul de Israel perto da faixa de Gaza que foi atingida por 10 mil foguetes palestinos nos últimos dez anos. Quatro pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas na região desde o início da ofensiva. Não há estatísticas para o número de crianças, apesar de uma vítima ser um bebê ferido no rosto.Dalia Yosef, psicoterapeuta e diretora do Centro de Resistência local, afirmou que sua carga de trabalho aumentou antes e durante os combates.

Qualquer criança da cidade que tenha menos de 8 anos de idade conhece a vida com apenas 15 segundos para chegar a um abrigo quando as sirenes disparam."A criança não tem experiência de mundo com segurança - a casa não é segura, o quintal, a creche... isto influencia todo o ciclo de vida da criança", afirmou.Yossi Haimov, 10 anos, estava brincando fora de casa com sua irmã de 8 anos quando foi atingido por um foguete Qassam em fevereiro de 2008. "Despedaçou a mão dele, ele não pode usá-la. O osso foi completamente destruído do ombro para baixo (...). Ele ainda está traumatizado", afirmou o pai, Tashkent Haimov.Yossi costumava jogar futebol, mas agora a criança não se aventura para fora de casa temendo ser machucado e tem ataques de pânico.

Uma pesquisa realizada em Sderot concluiu que 30% das crianças da cidade mostram sintomas de estresse pós-traumático. Iyad Sarraj relata que cerca de um terço das crianças da faixa de Gaza apresentam sintomas psicológicos que precisam de tratamento.



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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


fonte: ODIAONLINE
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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Londres - Uma ex-campeã britânica de patinação no gelo que morreu após uma hemorragia no cérebro deu à luz a uma menina dois dias mais tarde, informaram jornais britânicos nesta terça-feira. Jayne Soliman, 41 anos, foi declarada morta no hospital John Radcliffe, em Oxford, mas os médicos mantiveram seu coração batendo para que a criança tivesse chance de nascer.
Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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Jayne estava com 25 semanas de gravidez quando teve de ser internada após fortes dores de cabeça. Segundo os médicos, a hemorragia foi causada por um tumor que estava bloqueando o fluxo sanguíneo. Após 48 horas da sua morte, Aya nasceu com 0,95 kg. Quando a mulher, já sem vida, deu à luz, o pai estava acompanhando de perto.
"Os médicos me disseram que já não podiam fazer nada para salvar Jayne, mas precisavam mantê-la forte para que minha filha pudesse nascer", disse Mahmoud. Segundo ele, a ex-patinadora estava muito feliz com a gravidez. "Eu me lembro do primeiro ultra-som. Nós apenas nos abraçávamos e chorávamos ao ouvir as batidas do coração do bebê".
David Phillips, 48 anos, um amigo da família, disse que Mahmoud teve o "pior e o melhor dia de sua vida". "É algo que você não consegue acreditar, perder sua mulher e companheira e ao mesmo tempo ver pela primeira vez sua filha", disse. Aya passa bem, e foi transferida para a unidade de tratamento intensivo do hospital Royal Berkshire .


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RIO - Uma loteria americana que tem como objetivo arrecadar fundos para um grupo que ajuda vítimas de abuso sexual teve um ganhador insólito: um homem condenado por ter cometido exatamente abuso sexual.
Alec Ahsoak, que, segundo a Justiça do Estado americano foi condenado em 1993 e 2000 por abusar sexualmente de menores, recebeu o prêmio de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,3 milhão) no sábado, segundo a imprensa do Alasca.
De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
Um representante da loteria Lucky Time Pull Tabs disse a um jornal local "Anchorage Daily News" que Ahsoak compraria uma casa com o prêmio e doaria parte do dinheiro para caridade, sem esclarecer para quem ou qual instituição.


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RIO - Uma loteria americana que tem como objetivo arrecadar fundos para um grupo que ajuda vítimas de abuso sexual teve um ganhador insólito: um homem condenado por ter cometido exatamente abuso sexual.
Alec Ahsoak, que, segundo a Justiça do Estado americano foi condenado em 1993 e 2000 por abusar sexualmente de menores, recebeu o prêmio de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,3 milhão) no sábado, segundo a imprensa do Alasca.
De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
Um representante da loteria Lucky Time Pull Tabs disse a um jornal local "Anchorage Daily News" que Ahsoak compraria uma casa com o prêmio e doaria parte do dinheiro para caridade, sem esclarecer para quem ou qual instituição.


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RIO - Uma loteria americana que tem como objetivo arrecadar fundos para um grupo que ajuda vítimas de abuso sexual teve um ganhador insólito: um homem condenado por ter cometido exatamente abuso sexual.
Alec Ahsoak, que, segundo a Justiça do Estado americano foi condenado em 1993 e 2000 por abusar sexualmente de menores, recebeu o prêmio de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,3 milhão) no sábado, segundo a imprensa do Alasca.
De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
Um representante da loteria Lucky Time Pull Tabs disse a um jornal local "Anchorage Daily News" que Ahsoak compraria uma casa com o prêmio e doaria parte do dinheiro para caridade, sem esclarecer para quem ou qual instituição.


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RIO - Uma loteria americana que tem como objetivo arrecadar fundos para um grupo que ajuda vítimas de abuso sexual teve um ganhador insólito: um homem condenado por ter cometido exatamente abuso sexual.
Alec Ahsoak, que, segundo a Justiça do Estado americano foi condenado em 1993 e 2000 por abusar sexualmente de menores, recebeu o prêmio de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,3 milhão) no sábado, segundo a imprensa do Alasca.
De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
Um representante da loteria Lucky Time Pull Tabs disse a um jornal local "Anchorage Daily News" que Ahsoak compraria uma casa com o prêmio e doaria parte do dinheiro para caridade, sem esclarecer para quem ou qual instituição.


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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
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De acordo com os estudos do FBI (polícia federal americana), o Alasca registra o maior número de casos de estupro nos EUA.
Um representante da loteria Lucky Time Pull Tabs disse a um jornal local "Anchorage Daily News" que Ahsoak compraria uma casa com o prêmio e doaria parte do dinheiro para caridade, sem esclarecer para quem ou qual instituição.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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RIO - O filme "Natale a Rio" arrecadou US$ 23,7 milhões, tornando-se a maior bilheteria da Itália em 2008, apesar de ter sido lançado no fim do ano, em 19 de dezembro. A comédia da produtora Filmauro, que teve apoio de produção da brasileira Conspiração, superou as bilheterias de "Madagascar 2" e "Kung Fu Panda", que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente. Os dados são do informativo Filme B.
"Natale a Rio" é o oitavo filme de uma série de comédias natalinas produzidas pela Filmauro. Realizados desde 2001 em diferentes países do mundo, como Egito, Índia e Estados Unidos, os filmes são, tradicionalmente, um sucesso de bilheteria da Itália.
Desta vez, o longa-metragem conta a história de um encontro inusitado e inesperado entre dois casais recém-separados e seus dois filhos no Rio de Janeiro. As filmagens foram feitas em setembro e outubro de 2008 e tiveram como cenários principais as praias, o Aterro do Flamengo e outros pontos turísticos.
O elenco conta com Christian De Sica, filho do lendário cineasta e ator Vittorio De Sica. A direção é de Neri Parenti e a produção é de Aurelio e Luigi De Laurentiis.


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


FONTE :VEJA on-line
EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


FONTE :VEJA on-line
EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:47  ver comentários (1) comentar

Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


FONTE :VEJA on-line
EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:47  ver comentários (1) comentar

Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


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Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


FONTE :VEJA on-line
EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:47  ver comentários (1) comentar

Ele se intitula "Doutor Vida", anuncia-se como "o homem que semeia bebês" e tem noções um tanto peculiares de ética. O especialista em fertilidade Roger Abdelmassih, 57 anos, virou celebridade nacional em 1996, quando anunciou o nascimento dos gêmeos do ex-jogador Pelé e de sua mulher, Assíria. No início do mês, os holofotes novamente se voltaram para ele, por causa de outro cliente ilustre, dessa vez Gugu Liberato. O apresentador de TV é o mais recente da longa lista de famosos – aí incluídos o ex-presidente Fernando Collor e o humorista Tom Cavalcante – que recorreram aos serviços do "homem que dá vida a bebês impossíveis", outro dos slogans com os quais Abdelmassih costuma vender Abdelmassih.
O herdeiro de Gugu e sua amiga Rose Miriam Di Matteo deve nascer no fim deste ano e foi concebido num casarão localizado no elegante bairro paulista dos Jardins – a clínica de reprodução humana de Abdelmassih, ou "a maravilhosa fábrica de bebês", como é louvada nos folhetos publicitários. Em doze anos de atividade, o laboratório deu origem a nada menos que 2.500 crianças de proveta, número que representa quase um terço do total de bebês nascidos pelo método de inseminação artificial no Brasil. Um sucesso que, como até os desafetos do médico admitem, é fruto de sua obsessão em ser o primeiro e o melhor.
Abdelmassih nasceu em família de imigrantes libaneses de poucas posses. Seu pai era mascate e a mãe, dona-de-casa. Tornou-se o orgulho dos dois ao passar no vestibular para medicina. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), já dava mostras de que o segundo lugar no pódio não lhe era suficiente. Seu companheiro de turma, Rui Marcontonio, hoje diretor do Hospital São Luiz, em São Paulo, lembra que o colega vigiava as notas de todos os outros alunos, para ver se eram mais altas que as dele e tentar superá-las. "A faculdade exibia um quadro com a avaliação dos estudantes e o Roger tinha o capricho de copiar número por número", lembra. Em 1973, já formado, passou a trabalhar com o médico Milton Nakamura, morto em 1998, o responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Em poucos anos, suplantou o mestre. Em 1989, montou a própria clínica, hoje a maior do gênero no Brasil, e também a mais cara: nela, cada tentativa de fertilização não sai por menos de 8.000 reais, sem contar o custo dos remédios. Suas taxas de sucesso, em compensação, comparam-se às dos melhores centros de fertilização dos Estados Unidos: 35% dos procedimentos realizados resultam em gravidez.
Ele foi o primeiro a introduzir no país o revolucionário método de Injeção Intracitoplasmática, o CSI, que permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo. A técnica, desenvolvida na Bélgica, contribuiu para aumentar em 20% as chances de sucesso de uma tentativa de fertilização. O talento de Abdelmassih como médico equipara-se ao seu pendor para as finanças. Sua clínica registra uma média de 1.200 tentativas de fertilização por ano e faturamento próximo a 1 milhão de reais mensais. Além das consultas e tratamentos, oferece de exames laboratoriais a serviços de atendimento psicológico. A sua linha de produção é completa, e ele a controla com a meticulosidade de um dono de armazém: não permite que se compre nem sequer uma pipeta sem a sua autorização. Como chefe, afirmam subordinados, tem gênio forte e temperamento explosivo. Ele confirma a avaliação, mas com uma ressalva: "O Roger pode até parecer bravo às vezes, mas tem um coração de ouro", diz. Abdelmassih, como muitos narcisos de outras áreas, só se refere a si na terceira pessoa.
Casado, com cinco filhos, dois dos quais trabalham com ele na clínica, o médico é marido e pai à moda antiga – ou libanesa. A mulher, Sonia, 50 anos, só pode sair sem ele se estiver na companhia de algum filho. Quando uma filha, já adulta, foi estudar na Europa, o médico tratou de providenciar uma "dama de companhia" para vigiar-lhe os passos. "O Roger é muito ciumento, mas não existe marido nem pai melhor do que ele", derrete-se Sonia, sem receio de mostrar seu amor pré-feminista. Pacientes, a quem o médico chama invariavelmente de "meu querido" e "minha querida", demonstram igual devoção. "Para mim, é Deus no céu e o doutor Roger na terra. Rezo por ele todas as noites", diz a administradora de empresas Renata Bonetti, mãe de duas meninas geradas na clínica.
Como é próprio das grandes personalidades, Abdelmassih está longe de ser uma unanimidade. No meio médico, há quem o acuse de passar feito um trator sobre certos princípios. É, por exemplo, um dos poucos que aceitam fazer a pré-seleção sexual, técnica que permite ao casal escolher o sexo do embrião – como quiseram, e conseguiram, o senador cassado Luiz Estevão e sua mulher, Cleucy, que apelaram ao médico para garantir que seu caçula seria menino. O Conselho Federal de Medicina só aprova o uso do recurso nos casos em que se trata de evitar doenças ligadas ao sexo do bebê. Abdelmassih simplesmente acha que as coisas não têm de ser bem assim. "Como posso negar a um árabe que tem três filhas o direito a um menino, que para ele é tão importante? A ciência tem de seguir a ética, mas, em muitos casos, a ciência acaba fazendo a ética", filosofa, obedecendo à lógica da dialética abdelmassihana.
Outro hábito do médico que costuma irritar a concorrência é o de brandir aos quatro ventos os sobrenomes de seus bebês famosos. As fotos dos gêmeos Joshua e Celeste, filhos de Pelé, constam até mesmo do site do especialista na internet. Aos que lhe criticam a atitude, Abdelmassih diz que, se não fosse a divulgação de seu trabalho, os colegas não teriam a metade da clientela que têm hoje. "Sou obrigado a dizer que a medicina reprodutiva no Brasil avançou muito graças ao Roger", afirma o próprio. Modéstia à parte.

A agenda de inseminações de Abdelmassih

Rose e Gugu
O apresentador teimou que não fez, mas fez e aguarda o herdeiro

Collor e Rosane
Depois de uma tentativa frustrada, a ex-primeira-dama quer tentar de novo

Estevão e Cleucy
O ex-senador queria um menino e o doutor deu um jeitinho

Carlos Alberto da Nóbrega e Andréia
Com um tratamento, driblaram a vasectomia dele e tiveram gêmeos

Ricardo Rique e Kristhel Byancco
O deputado tinha quatro meninos e ganhou Rebeca

Pelé e Assíria
Vasectomizado, ele passou por um tratamento e teve Joshua e Celeste

Coelho, o ex-rei das quentinhas - Era sexagenário ao ter um casal de gêmeos

Patrícia e Tom Cavalcante
O humorista e a segunda mulher têm uma filha.
Thaís Oyama


FONTE :VEJA on-line
EDIÇÃO DE 18 JULHO DE 2001
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SÃO PAULO - O Ministério Público informou que mais 11 mulheres denunciaram o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil, por abuso sexual. De acordo do o promotor Luiz Henrique Dal Pozo, elas se somam a outras oito pacientes para já haviam denunciado Abdelmassih à polícia e ao Ministério Público (MP) por terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
- São quase duas dezenas de mulheres e algo que chama muito a atenção é a semelhança dos relatos. São mulheres que não se conhecem, mas que apresentam relatos muito parecidos da abordagem e até das expressões usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma Dal Pozo.
Segundo o promotor, novas vítimas ainda podem se apresentar à polícia ou ao Ministério Público.
- Quando um caso assim chega à Justiça, outras vítimas se sentem encorajadas a denunciar - afirmou o promotor.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) também abriu sindicância para apurar as denúncias. A instituição já pediu ao Ministério Público uma cópia do inquérito e deve ouvir as vítimas e também o médico. Segundo o Cremesp, a sindicância vai correr em sigilo e não há um prazo determinado para a apresentação do relatório.
De acordo com o Ministério Público, também não há prazo para a apresentação da denúncia formal contra o médico à Justiça.
- Cabe à polícia determinar o prazo necessário para finalizar o inquérito. Mas acreditamos que isso ocorra em pouco tempo - afirmou Dal Pozo.
A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição. Em nota, divulgada na semana passada, Abdelmassih informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma Abdelmassih na nota.

PERSEGUIÇÃO?

AINDA NÃO FALOU??? NÃO DISSE PORQUE NÃO O FEZ...NÃO COMPARECEU QUANDO FOI CHAMADO!!!!

TEMOS QUE ESPERAR AS INVESTIGAÇÕES....


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SÃO PAULO - O Ministério Público informou que mais 11 mulheres denunciaram o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil, por abuso sexual. De acordo do o promotor Luiz Henrique Dal Pozo, elas se somam a outras oito pacientes para já haviam denunciado Abdelmassih à polícia e ao Ministério Público (MP) por terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
- São quase duas dezenas de mulheres e algo que chama muito a atenção é a semelhança dos relatos. São mulheres que não se conhecem, mas que apresentam relatos muito parecidos da abordagem e até das expressões usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma Dal Pozo.
Segundo o promotor, novas vítimas ainda podem se apresentar à polícia ou ao Ministério Público.
- Quando um caso assim chega à Justiça, outras vítimas se sentem encorajadas a denunciar - afirmou o promotor.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) também abriu sindicância para apurar as denúncias. A instituição já pediu ao Ministério Público uma cópia do inquérito e deve ouvir as vítimas e também o médico. Segundo o Cremesp, a sindicância vai correr em sigilo e não há um prazo determinado para a apresentação do relatório.
De acordo com o Ministério Público, também não há prazo para a apresentação da denúncia formal contra o médico à Justiça.
- Cabe à polícia determinar o prazo necessário para finalizar o inquérito. Mas acreditamos que isso ocorra em pouco tempo - afirmou Dal Pozo.
A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição. Em nota, divulgada na semana passada, Abdelmassih informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
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Segundo o promotor, novas vítimas ainda podem se apresentar à polícia ou ao Ministério Público.
- Quando um caso assim chega à Justiça, outras vítimas se sentem encorajadas a denunciar - afirmou o promotor.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) também abriu sindicância para apurar as denúncias. A instituição já pediu ao Ministério Público uma cópia do inquérito e deve ouvir as vítimas e também o médico. Segundo o Cremesp, a sindicância vai correr em sigilo e não há um prazo determinado para a apresentação do relatório.
De acordo com o Ministério Público, também não há prazo para a apresentação da denúncia formal contra o médico à Justiça.
- Cabe à polícia determinar o prazo necessário para finalizar o inquérito. Mas acreditamos que isso ocorra em pouco tempo - afirmou Dal Pozo.
A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição. Em nota, divulgada na semana passada, Abdelmassih informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma Abdelmassih na nota.

PERSEGUIÇÃO?

AINDA NÃO FALOU??? NÃO DISSE PORQUE NÃO O FEZ...NÃO COMPARECEU QUANDO FOI CHAMADO!!!!

TEMOS QUE ESPERAR AS INVESTIGAÇÕES....


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Baird está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 kms.Até agora, britânico de 65 anos já perdeu mais de sete quilos.

O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


FONTE:G1
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Baird está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 kms.Até agora, britânico de 65 anos já perdeu mais de sete quilos.

O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
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Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Baird está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 kms.Até agora, britânico de 65 anos já perdeu mais de sete quilos.

O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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Baird está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 kms.Até agora, britânico de 65 anos já perdeu mais de sete quilos.

O britânico David Baird, de 65 anos, está próximo do fim de percorrer cerca de 4.116 quilômetros empurrando um carrinho de mão na Austrália, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph". Ele começou sua aventura no dia 21 de dezembro, em Perth, e deve finalizá-la no dia 17 deste mês, na Praia de Manly, em Sydney. Quando terminar a aventura, Baird terá andado quase cem maratonas em apenas 112 dias. Durante a viagem, ele vem comendo principalmente frutas e legumes. Até agora, já perdeu mais de sete quilos.
Apesar de não ter sofrido nenhuma lesão, Baird disse que seus pés estão sofrendo com as caminhadas diárias, tanto que ele precisou comprar pares de tênis maiores, já que os pés aumentaram de tamanho.
"Em toda a minha vida adulta, usei tamanho 10, mas, depois de três semanas, tive de mudar para 11", afirmou o britânico. "Passadas mais duas semanas, já precisava de um tamanho 12", acrescentou ele.
Baird está arrecadando dinheiro para luta contra o câncer de mama e câncer de próstata. Até agora, segundo o periódico, ele arrecadou cerca de US$ 20 mil.


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RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

AFICCIONADOS...SE CUIDEM!!!!


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RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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RIO - Antes de se lançar na corrida pela beleza, o aspirante a beldade do verão deve se preocupar com a saúde. Os atestados médicos cobrados pelas academias são uma boa oportunidade de verificar se tudo vai bem com o coração e não devem ser negligenciados. Segundo o cardiologista Eduardo Saad, do Instituto Nacional de Cardiologia, especialista em arritmias cardíacas, exames simples podem afastar os riscos de um problema grave e até morte súbita. - Não é que o esforço físico seja o vilão. Ele apenas torna aparente um problema já existente - explica.
Saad diz que quem quer iniciar atividade física deve passar por avaliação com clínico geral ou cardiologista. Na consulta, é preciso informar o histórico da família, um dado que nem sempre os mais jovens têm de cabeça. É importante se inteirar de problemas de saúde de familiares próximos, como desmaios, palpitações e morte súbita:
- Essa conversa pode fornecer sinais de alerta. Além disso, é preciso fazer um eletrocardiograma e um teste de esforço. Alterações em qualquer desses exames podem indicar a necessidade de testes complementares como ecocardiograma, tomografia ou estudo eletrofisiológico. Segundo Saad, é comum que pessoas aparentemente saudáveis descubram num exame como esse que têm arritmias benignas, relacionadas a palpitações e desmaios. É como se houvesse um ponto de curto-circuito que provoca o mal-estar. Uma espécie de "solda" , a ablação, garante a cura a 90% a 95% dos pacientes, que podem praticar atividades físicas sem restrição.
Um grupo menor de pacientes, principalmente entre os que já têm histórico de doença cardíaca, pode ter arritmias ventriculares, que são malignas. Elas são a principal causa de morte súbita. Se a fração de ejeção (a quantidade de sangue bombeada) for abaixo de 30%, há indicação para a implantação de um desfibrilador implantável preventivo. O dispositivo é capaz de identificar a "pane" e, se for o caso, dar descarga elétrica necessária para ajustar o ritmo cardíaco.
Como poucas pessoas sabem se têm ou não a doença, Saad diz que todas as academias deveriam ter um desfibrilador externo automático.
- O aparelho custa de US$ 2 a 3 mil e é de fácil manuseio. Se um aluno passar mal, basta colar o adesivo do aparelho no peito e esperar. O equipamento faz a leitura e dá o choque sozinho - explica o cardiologista, acrescentando que em países desenvolvidos há desfibriladores instalados em shoppings, metrôs, estádios e outros locais públicos. - A cada minuto sem socorro o risco de morte aumenta em 10%. Após 3 minutos, o paciente poderá ter seqüelas, em dez estará morto. Por isso, é tão importante que uma medida rápida.

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No próximo mês de março, o mundo assistirá em Viena a uma reunião geral da UNCND, a Comissão das Nações Unidas sobre Narcóticos, que avaliará os resultados dos dez anos da política internacional da entidade sobre drogas. Já se sabe que a avaliação de quase todos os participantes - da Europa e da América Latina, com certeza - será de que a política, baseada na repressão ao tráfico e na ilegalidade do consumo, foi um retumbante fracasso. Nesse contexto, algumas propostas bastante ousadas deverão alimentar os debates que, também este ano, ajudarão a construir as políticas da ONU sobre o assunto para os próximos dez anos. Uma destas ideias surgiu no seio de uma das instituições acadêmicas para estudos sobre substâncias psicoativas mais conceituadas da Inglaterra: a Fundação Beckley, formada por estudiosos de diversas universidades e altos assessores de governo. O relatório que a fundação elaborou, como parte das propostas inglesas para a reunião da UNCND, propõe que se mude as leis do país para permitir que o governo cultive e distribua maconha para uso recreacional. Parece surpreendente, mas é exatamente isso que os sisudos "sirs" e "lordes" da fundação concluíram depois de estudar por anos a fio qual seria a melhor forma de minimizar o mal que a maconha causa a seus consumidores e à sociedade. Que não se pense, claro, que a Fundação Berkeley não vê malefícios no consumo da cannabis. Pelo contrário. O relatório, disponível no site da entidade, aponta que a droga prejudica a saúde de quem a consome em grande quantidade, principalmente se o consumo foi iniciado durante a adolescência. O documento diz ainda que que o abuso da droga pode causar problemas mentais, pulmonares e cardíacos, além de aumentar, estatisticamente, as taxas de abandono escolar e de acidentes de trânsito. O estudo avalia também que a droga vendida nas ruas do país aumentou em até três vez a concentração de THC nos últimos dez anos, o que aumenta sua perioculosidade em casos de uso excessivo e prolongado. Por outro lado, o relatório afirma que, no mundo inteiro, só há registro oficial de duas mortes por overdose de maconha na história, contra as 200 mil mortes anuais causadas por outras drogas ilegais, mais as 2,5 milhões de mortes anuais ligadas ao álcool e as cinco milhões relacionadas ao tabaco. Após elencar estes e muitos outros fatos, os estudiosos que assessoram o governo inglês concluem e recomendam que a maconha seja vendida legalmente na Inglaterra, sujeita a critérios rigorosos que limitem sua concentração de THC a níveis incapazes de produzir problemas psicológicos e com restrições rígidas de idade. As medidas, segundo eles, teriam como principal benefício o enfraquecimento da estrutura criminosa e violenta que sustenta o comércio ilegal da droga. Apesar de embasada em estudos bem estruturados, além de boa discussão, a proposta inglesa dificilmente seduzirá realmente algum participante da reunião de março em Viena. Isso porque praticamente todos os países membros da ONU ainda seguem a Convenção Única Sobre Drogas, imposta em 1961 pelos Estados Unidos, que prevê que todos os seus signatários criminalizem não apenas a venda, mas a posse de maconha. Nem mesmo a Holanda, apesar de suas famosas experiências liberais sobre o assunto, consegue escapar dessa imposição. Compreensível, na medida em que o país que desistir de assinar a convenção sofrerá retaliações econômicas norte-americanas. E essa onda, obviamente, ninguém segura.

TODOS OS DIAS VEMOS NOVIDADES VINDAS DE LÁ!!!
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:44  comentar

No próximo mês de março, o mundo assistirá em Viena a uma reunião geral da UNCND, a Comissão das Nações Unidas sobre Narcóticos, que avaliará os resultados dos dez anos da política internacional da entidade sobre drogas. Já se sabe que a avaliação de quase todos os participantes - da Europa e da América Latina, com certeza - será de que a política, baseada na repressão ao tráfico e na ilegalidade do consumo, foi um retumbante fracasso. Nesse contexto, algumas propostas bastante ousadas deverão alimentar os debates que, também este ano, ajudarão a construir as políticas da ONU sobre o assunto para os próximos dez anos. Uma destas ideias surgiu no seio de uma das instituições acadêmicas para estudos sobre substâncias psicoativas mais conceituadas da Inglaterra: a Fundação Beckley, formada por estudiosos de diversas universidades e altos assessores de governo. O relatório que a fundação elaborou, como parte das propostas inglesas para a reunião da UNCND, propõe que se mude as leis do país para permitir que o governo cultive e distribua maconha para uso recreacional. Parece surpreendente, mas é exatamente isso que os sisudos "sirs" e "lordes" da fundação concluíram depois de estudar por anos a fio qual seria a melhor forma de minimizar o mal que a maconha causa a seus consumidores e à sociedade. Que não se pense, claro, que a Fundação Berkeley não vê malefícios no consumo da cannabis. Pelo contrário. O relatório, disponível no site da entidade, aponta que a droga prejudica a saúde de quem a consome em grande quantidade, principalmente se o consumo foi iniciado durante a adolescência. O documento diz ainda que que o abuso da droga pode causar problemas mentais, pulmonares e cardíacos, além de aumentar, estatisticamente, as taxas de abandono escolar e de acidentes de trânsito. O estudo avalia também que a droga vendida nas ruas do país aumentou em até três vez a concentração de THC nos últimos dez anos, o que aumenta sua perioculosidade em casos de uso excessivo e prolongado. Por outro lado, o relatório afirma que, no mundo inteiro, só há registro oficial de duas mortes por overdose de maconha na história, contra as 200 mil mortes anuais causadas por outras drogas ilegais, mais as 2,5 milhões de mortes anuais ligadas ao álcool e as cinco milhões relacionadas ao tabaco. Após elencar estes e muitos outros fatos, os estudiosos que assessoram o governo inglês concluem e recomendam que a maconha seja vendida legalmente na Inglaterra, sujeita a critérios rigorosos que limitem sua concentração de THC a níveis incapazes de produzir problemas psicológicos e com restrições rígidas de idade. As medidas, segundo eles, teriam como principal benefício o enfraquecimento da estrutura criminosa e violenta que sustenta o comércio ilegal da droga. Apesar de embasada em estudos bem estruturados, além de boa discussão, a proposta inglesa dificilmente seduzirá realmente algum participante da reunião de março em Viena. Isso porque praticamente todos os países membros da ONU ainda seguem a Convenção Única Sobre Drogas, imposta em 1961 pelos Estados Unidos, que prevê que todos os seus signatários criminalizem não apenas a venda, mas a posse de maconha. Nem mesmo a Holanda, apesar de suas famosas experiências liberais sobre o assunto, consegue escapar dessa imposição. Compreensível, na medida em que o país que desistir de assinar a convenção sofrerá retaliações econômicas norte-americanas. E essa onda, obviamente, ninguém segura.

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No próximo mês de março, o mundo assistirá em Viena a uma reunião geral da UNCND, a Comissão das Nações Unidas sobre Narcóticos, que avaliará os resultados dos dez anos da política internacional da entidade sobre drogas. Já se sabe que a avaliação de quase todos os participantes - da Europa e da América Latina, com certeza - será de que a política, baseada na repressão ao tráfico e na ilegalidade do consumo, foi um retumbante fracasso. Nesse contexto, algumas propostas bastante ousadas deverão alimentar os debates que, também este ano, ajudarão a construir as políticas da ONU sobre o assunto para os próximos dez anos. Uma destas ideias surgiu no seio de uma das instituições acadêmicas para estudos sobre substâncias psicoativas mais conceituadas da Inglaterra: a Fundação Beckley, formada por estudiosos de diversas universidades e altos assessores de governo. O relatório que a fundação elaborou, como parte das propostas inglesas para a reunião da UNCND, propõe que se mude as leis do país para permitir que o governo cultive e distribua maconha para uso recreacional. Parece surpreendente, mas é exatamente isso que os sisudos "sirs" e "lordes" da fundação concluíram depois de estudar por anos a fio qual seria a melhor forma de minimizar o mal que a maconha causa a seus consumidores e à sociedade. Que não se pense, claro, que a Fundação Berkeley não vê malefícios no consumo da cannabis. Pelo contrário. O relatório, disponível no site da entidade, aponta que a droga prejudica a saúde de quem a consome em grande quantidade, principalmente se o consumo foi iniciado durante a adolescência. O documento diz ainda que que o abuso da droga pode causar problemas mentais, pulmonares e cardíacos, além de aumentar, estatisticamente, as taxas de abandono escolar e de acidentes de trânsito. O estudo avalia também que a droga vendida nas ruas do país aumentou em até três vez a concentração de THC nos últimos dez anos, o que aumenta sua perioculosidade em casos de uso excessivo e prolongado. Por outro lado, o relatório afirma que, no mundo inteiro, só há registro oficial de duas mortes por overdose de maconha na história, contra as 200 mil mortes anuais causadas por outras drogas ilegais, mais as 2,5 milhões de mortes anuais ligadas ao álcool e as cinco milhões relacionadas ao tabaco. Após elencar estes e muitos outros fatos, os estudiosos que assessoram o governo inglês concluem e recomendam que a maconha seja vendida legalmente na Inglaterra, sujeita a critérios rigorosos que limitem sua concentração de THC a níveis incapazes de produzir problemas psicológicos e com restrições rígidas de idade. As medidas, segundo eles, teriam como principal benefício o enfraquecimento da estrutura criminosa e violenta que sustenta o comércio ilegal da droga. Apesar de embasada em estudos bem estruturados, além de boa discussão, a proposta inglesa dificilmente seduzirá realmente algum participante da reunião de março em Viena. Isso porque praticamente todos os países membros da ONU ainda seguem a Convenção Única Sobre Drogas, imposta em 1961 pelos Estados Unidos, que prevê que todos os seus signatários criminalizem não apenas a venda, mas a posse de maconha. Nem mesmo a Holanda, apesar de suas famosas experiências liberais sobre o assunto, consegue escapar dessa imposição. Compreensível, na medida em que o país que desistir de assinar a convenção sofrerá retaliações econômicas norte-americanas. E essa onda, obviamente, ninguém segura.

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No próximo mês de março, o mundo assistirá em Viena a uma reunião geral da UNCND, a Comissão das Nações Unidas sobre Narcóticos, que avaliará os resultados dos dez anos da política internacional da entidade sobre drogas. Já se sabe que a avaliação de quase todos os participantes - da Europa e da América Latina, com certeza - será de que a política, baseada na repressão ao tráfico e na ilegalidade do consumo, foi um retumbante fracasso. Nesse contexto, algumas propostas bastante ousadas deverão alimentar os debates que, também este ano, ajudarão a construir as políticas da ONU sobre o assunto para os próximos dez anos. Uma destas ideias surgiu no seio de uma das instituições acadêmicas para estudos sobre substâncias psicoativas mais conceituadas da Inglaterra: a Fundação Beckley, formada por estudiosos de diversas universidades e altos assessores de governo. O relatório que a fundação elaborou, como parte das propostas inglesas para a reunião da UNCND, propõe que se mude as leis do país para permitir que o governo cultive e distribua maconha para uso recreacional. Parece surpreendente, mas é exatamente isso que os sisudos "sirs" e "lordes" da fundação concluíram depois de estudar por anos a fio qual seria a melhor forma de minimizar o mal que a maconha causa a seus consumidores e à sociedade. Que não se pense, claro, que a Fundação Berkeley não vê malefícios no consumo da cannabis. Pelo contrário. O relatório, disponível no site da entidade, aponta que a droga prejudica a saúde de quem a consome em grande quantidade, principalmente se o consumo foi iniciado durante a adolescência. O documento diz ainda que que o abuso da droga pode causar problemas mentais, pulmonares e cardíacos, além de aumentar, estatisticamente, as taxas de abandono escolar e de acidentes de trânsito. O estudo avalia também que a droga vendida nas ruas do país aumentou em até três vez a concentração de THC nos últimos dez anos, o que aumenta sua perioculosidade em casos de uso excessivo e prolongado. Por outro lado, o relatório afirma que, no mundo inteiro, só há registro oficial de duas mortes por overdose de maconha na história, contra as 200 mil mortes anuais causadas por outras drogas ilegais, mais as 2,5 milhões de mortes anuais ligadas ao álcool e as cinco milhões relacionadas ao tabaco. Após elencar estes e muitos outros fatos, os estudiosos que assessoram o governo inglês concluem e recomendam que a maconha seja vendida legalmente na Inglaterra, sujeita a critérios rigorosos que limitem sua concentração de THC a níveis incapazes de produzir problemas psicológicos e com restrições rígidas de idade. As medidas, segundo eles, teriam como principal benefício o enfraquecimento da estrutura criminosa e violenta que sustenta o comércio ilegal da droga. Apesar de embasada em estudos bem estruturados, além de boa discussão, a proposta inglesa dificilmente seduzirá realmente algum participante da reunião de março em Viena. Isso porque praticamente todos os países membros da ONU ainda seguem a Convenção Única Sobre Drogas, imposta em 1961 pelos Estados Unidos, que prevê que todos os seus signatários criminalizem não apenas a venda, mas a posse de maconha. Nem mesmo a Holanda, apesar de suas famosas experiências liberais sobre o assunto, consegue escapar dessa imposição. Compreensível, na medida em que o país que desistir de assinar a convenção sofrerá retaliações econômicas norte-americanas. E essa onda, obviamente, ninguém segura.

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RIO - O nascimento, pela primeira vez, de uma menina britânica sem o gene que aumenta em 80% a chance de ter câncer de mama abre caminho para a geração de bebês livres dessa doença e outros tumores hereditários. O diagnóstico pré-implante de embriões é autorizado em alguns países para alterações como fibrose cística e outras síndromes. No Brasil já há pesquisa de seleção de embriões sem predisposição a cânceres raros.
Há cinco anos o gene BRCA 1, um dos responsáveis por câncer de mama e ovários, é conhecido. A pré-seleção do embrião sem a mutação foi realizada na unidade de fecundação assistida do hospital da University College, em Londres. O pai do bebê é portador do gene e três gerações de mulheres de sua família, incluindo sua avó, mãe, irmã e uma prima foram diagnosticadas com o tumor. Em junho passado, o casal recorreu à técnica.
- Esta menina não deverá enfrentar a ameaça dessa forma genética de câncer de mama ou de ovários quando adulta - afirmou em comunicado Paul Serhal, diretor da unidade. - Os pais evitaram o risco de transmitir a doença à sua filha. A herança que deixarão será ter eliminado a transmissão dessa forma de câncer que devastou suas famílias durante gerações.

VAMOS FALAR DOS NOSSOS PESQUISADORES TAMBÉM!!!!


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Há cinco anos o gene BRCA 1, um dos responsáveis por câncer de mama e ovários, é conhecido. A pré-seleção do embrião sem a mutação foi realizada na unidade de fecundação assistida do hospital da University College, em Londres. O pai do bebê é portador do gene e três gerações de mulheres de sua família, incluindo sua avó, mãe, irmã e uma prima foram diagnosticadas com o tumor. Em junho passado, o casal recorreu à técnica.
- Esta menina não deverá enfrentar a ameaça dessa forma genética de câncer de mama ou de ovários quando adulta - afirmou em comunicado Paul Serhal, diretor da unidade. - Os pais evitaram o risco de transmitir a doença à sua filha. A herança que deixarão será ter eliminado a transmissão dessa forma de câncer que devastou suas famílias durante gerações.

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