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12.1.09
É o que se pode chamar de "profissão de risco". O gato Leo arrisca sua pele para ensinar cães a resistir à tentação de atuarem como velhos inimigos dos felinos. Nas fotos, a labrador Yoko, que está sendo treinada para ser uma cadela-guia, consegue frear o instinto. O treinamento é necessário para garantir que Yoko não vai abandonar o seu dono, geralmente cego, quando um gato cruzar o seu caminho na rua. A escola que deixa cães passivos diantes de bichanos funciona em Essex, na Inglaterra, e está preparando mais de mil animais para servirem de guia. O treinamento dura até 18 semanas.
Será que isso daria certo com um pitbull?

HÁ PESSOAS QUE DEVERIAM SEGUIR O EXEMPLO DESSE ANIMALZINHO INTELIGENTE...RESISTIR A TENTAÇÕES!!!
EVITARIAM MUITOS PROBLEMAS ...

fonte:G1
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É o que se pode chamar de "profissão de risco". O gato Leo arrisca sua pele para ensinar cães a resistir à tentação de atuarem como velhos inimigos dos felinos. Nas fotos, a labrador Yoko, que está sendo treinada para ser uma cadela-guia, consegue frear o instinto. O treinamento é necessário para garantir que Yoko não vai abandonar o seu dono, geralmente cego, quando um gato cruzar o seu caminho na rua. A escola que deixa cães passivos diantes de bichanos funciona em Essex, na Inglaterra, e está preparando mais de mil animais para servirem de guia. O treinamento dura até 18 semanas.
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Será que isso daria certo com um pitbull?

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RIO - O professor Aliomar de Andrade Baleeiro Filho, que teria mutilado parte do dedo de uma aluna sua, Lara Modesto Teixeira da Fonseca, de 10 anos, em agosto do ano passado, na Escola Roma, em Copacabana, foi indiciado nesta segunda-feira pelo crime de lesão corporal dolosa (quando há a intenção de ferir).
Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Aliomar prestou depoimento na 12ª DP (Copacabana), que investiga o caso. Na delegacia, o professor negou que tivesse tido a intenção de ferir Lara, alegando que a porta que acabou decepando parte do dedo médio da menina teria atigindo suas costas quando a garota a abriu, batendo de volta na mão da estudante. A delegada titular da 12ª DP, Martha Rocha, pretende enviar o inquérito, até o fim desta semana, para o Ministério Público.
Segundo a Secretaria municipal de Educação (SME), o engenheiro Aliomar Baleiro Filho não pertence aos quadros de funcionários da rede. De acordo com a SME, ele é voluntário de um programa de apoio educacional, muito tradicional, do qual está afastado desde agosto do ano passado, quando aconteceu o incidente com a estudante. Ainda segundo informações da Secretaria municipal de Educação, o engenheiro voluntário dava aulas de reforço de matemática, as quais Lara Modesto da Fonseca frequentou até o fim do ano letivo.


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Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
link do postPor anjoseguerreiros, às 20:43  comentar

Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
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Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
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Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
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Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
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Um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil e um dos especialistas mais procurados em sua área, Roger Abdelmassih, 65, está sendo investigado na Delegacia de Defesa da Mulher e no Ministério Público do Estado de São Paulo por suposto crime sexual contra pacientes.A polícia e os promotores colheram o depoimento de oito ex-pacientes e de uma ex-funcionária, que acusam o médico de tentar molestá-las. Ouviram também o marido de uma das acusadoras. São mulheres entre 30 e 40 anos, casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes, que não se conheciam. Nenhuma delas aceita revelar publicamente sua identidade -com exceção da ex-funcionária . Dizem ter sido surpreendidas por investidas do médico quando estavam sozinhas -sem o marido e sem enfermeira presente (os casos teriam ocorrido durante a entrevista médica ou nos quartos particulares de recuperação). Três afirmam ter sido molestadas após sedação. A investigação começou em maio no Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista. Para os promotores José Reinaldo Carneiro, Luiz Henrique Dal Poz e Roberto Porto, "já há indícios contundentes contra Abdelmassih, suficientes para denunciá-lo à Justiça"."São relatos detalhados de diferentes vítimas, mulheres que não ganham nada contando isso. As histórias têm muitas similitudes e são bastante verossímeis", afirma Dal Poz. Abdelmassih repudiou as acusações e disse ver ação orquestrada por concorrentes. "Não sou louco. Se sou alguém querido e a pessoa quer se irritar, quer entender que houve algo que não existiu, não posso fazer nada. Seis, sete mulheres [que acusam]? Tenho 20 mil pacientes que se submeteram à fertilização in vitro, são 7.500 crianças nascidas. Vou levar um caminhão de testemunhas", afirma o médico .O crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão. O médico ainda não foi ouvido e não teve acesso à identidade das acusadoras. Chamado a depor no Ministério Público em agosto, Abdelmassih apresentou atestado médico para não comparecer.Em novembro, o inquérito desapareceu no Fórum da Barra Funda, em São Paulo. Depois de 30 dias, foi dado oficialmente como perdido, e um novo foi refeito a partir de cópias dos depoimentos. Às vésperas do Réveillon, um segurança encontrou o inquérito, que tem cerca de cem páginas, em um banheiro do fórum. O Judiciário abriu sindicância para apurar o ocorrido.No mínimo. estranho........Uma das principais dificuldades dos promotores é convencer as supostas vítimas a depor. Apesar de se dizerem indignadas com o que teria ocorrido, a maioria reluta -além das nove depoentes, seis mulheres contaram suas histórias ao Ministério Público, mas não quiseram formalizar uma acusação.O Ministério Público não tem prova material contra o médico, apenas relatos.O promotor público Carneiro afirma que "este é um tipo de crime perverso, que nunca tem testemunhas , nem deixa marcas. Só na alma da mulher..........."
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Devido ao grande número de acessos e comentários que obtivemos nas notícias publicadas sobre o caso do médico Roger Abelmassih, que está sendo investigado por suposto crime sexual, contra suas pacientes, resolvemos postar uma série de matérias falando a respeito e abrindo espaço para que outras pessoas possam dar o seu depoimento, mesmo que anonimamente e colaborar para que se faça justiça.
Constam dessa série, relatos sobre a investigação; depoimentos das mulheres que sofreram abuso; resposta e perfil do acusado; declarações a favor do médico, feitas por amigos e ex-pacientes e por fim, nossa opinião e abertura ao público para discussão da questão.
Pedimos às pessoas que queiram contribuir com nossa pesquisa que entrem em contato conosco, através dos e-mails zenya1194@hotmail.com e maryceli2@terra.com.br.

Acompanhe a série!
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Constam dessa série, relatos sobre a investigação; depoimentos das mulheres que sofreram abuso; resposta e perfil do acusado; declarações a favor do médico, feitas por amigos e ex-pacientes e por fim, nossa opinião e abertura ao público para discussão da questão.
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Constam dessa série, relatos sobre a investigação; depoimentos das mulheres que sofreram abuso; resposta e perfil do acusado; declarações a favor do médico, feitas por amigos e ex-pacientes e por fim, nossa opinião e abertura ao público para discussão da questão.
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Constam dessa série, relatos sobre a investigação; depoimentos das mulheres que sofreram abuso; resposta e perfil do acusado; declarações a favor do médico, feitas por amigos e ex-pacientes e por fim, nossa opinião e abertura ao público para discussão da questão.
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Devido ao grande número de acessos e comentários que obtivemos nas notícias publicadas sobre o caso do médico Roger Abelmassih, que está sendo investigado por suposto crime sexual, contra suas pacientes, resolvemos postar uma série de matérias falando a respeito e abrindo espaço para que outras pessoas possam dar o seu depoimento, mesmo que anonimamente e colaborar para que se faça justiça.
Constam dessa série, relatos sobre a investigação; depoimentos das mulheres que sofreram abuso; resposta e perfil do acusado; declarações a favor do médico, feitas por amigos e ex-pacientes e por fim, nossa opinião e abertura ao público para discussão da questão.
Pedimos às pessoas que queiram contribuir com nossa pesquisa que entrem em contato conosco, através dos e-mails zenya1194@hotmail.com e maryceli2@terra.com.br.

Acompanhe a série!
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RIO - Maior festa popular de Salvador antes do carnaval, a Festa do Bonfim, na quinta-feira, vai reunir mais de 500 baianas no cortejo da lavagem das escadaria da Igreja do Senhor do Bonfim. Elas vão partir da Basílica de Conceição da Praia com flores e água perfumada, em um percurso de oito quilômetros, a pé e em carroças enfeitadas, até a igreja do Bonfim.
A programação da festa também inclui a apresentação de um coral e de uma missa solene. Um efetivo de 2.533 policiais militares vai garantir a segurança do evento, e a Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur) estará de plantão no Largo Cruzeiro São Francisco, no Pelourinho.

MAIS UMA INTERESSANTE PARA AS FÉRIAS!!!
É PRA QUEM TEM FÉ!!!!!

fonte:http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2009/01/12/lavagem-do-bonfim-reune-mais-de-500-baianas-na-quinta-feira-657205943.asp

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A programação da festa também inclui a apresentação de um coral e de uma missa solene. Um efetivo de 2.533 policiais militares vai garantir a segurança do evento, e a Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur) estará de plantão no Largo Cruzeiro São Francisco, no Pelourinho.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

SERÁ QUE VAI ALGUÉM VAI SE CANDIDATAR??
DIFÍCIL, NÃO???

fonte:BBCBRASIL
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:36  comentar

O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
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"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
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De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
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Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
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"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
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De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
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A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

SERÁ QUE VAI ALGUÉM VAI SE CANDIDATAR??
DIFÍCIL, NÃO???

fonte:BBCBRASIL
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:36  comentar

O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
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De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
"Acredito que o maior risco será que o empregado não vai querer ir para casa no final dos seis meses", disse Boyle.

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O governo do Estado de Queensland, na Austrália, está oferecendo o que considera "o melhor emprego do mundo": o de zelador de uma ilha paradisíaca.
O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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O local de trabalho é a ilha Hamilton, uma das 600 ilhas da Grande Barreira Coralina - o maior recife de coral do mundo, que abriga um complexo e diverso ecossistema.
A vaga é para um contrato de seis meses e o salário é de US$150 mil (R$235 mil) pelo semestre - o que representa pouco menos de R$ 40 mil mensais.
Entre as responsabilidades está a coleta das correspondências, alimentar tartarugas marinhas e peixes, limpar as piscinas, observar baleias e mergulhar.
O governo esclarece que o candidato não precisa de qualificações acadêmicas, mas saber mergulhar, nadar e ter espírito aventureiro.
"O fato de que o contratado será pago para explorar as ilhas da Grande Barreira Coralina, nadar, mergulhar e viver no estilo de vida de Queensland faz desse sem dúvidas o melhor emprego do mundo", disse o primeiro-ministro interino de Queensland, Paul Lucas.
Na ilha de Hamilton, o governo oferece acomodação em uma casa de três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para transporte na ilha.
Além de cuidar das tarefas rotineiras, o empregado também deverá manter blogs, diário de fotos e vídeos sobre o trabalho.
Marketing
De acordo com a ministra a ministra do Turismo de Queensland, Desley Boyle, além da contratação de um candidato apropriado para a vaga, o processo de seleção faz parte de uma campanha de marketing para incentivar o turismo na região.
"Queremos abrir nossas portas para o mundo e convidar um sortudo para viver em Queensland por seis meses e depois contar para o mundo sobre as experiências que teve por aqui", disse Boyle.
Os candidatos devem preencher uma ficha de inscrição e enviar um vídeo de 60 segundos para participar do processo de seleção. Os selecionados participarão de uma entrevista.
O processo de seleção está aberto até 22 de fevereiro e o nome do novo empregado será anunciado no dia 6 de maio. O contratado deve começar a trabalhar no início de julho.
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Sinônimos
Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

fonte:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?138
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Sinônimos
Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Sinônimos
Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

fonte:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?138
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Sinônimos
Anorexia, transtornos alimentares


O que é?
Anorexia nervosa é um transtorno alimentar no qual a busca implacável por magreza leva a pessoa a recorrer a estratégias para perda de peso, ocasionando importante emagrecimento. As pessoas anoréxicas apresentam um medo intenso de engordar mesmo estando extremamente magras. Em 90% dos casos, acomete mulheres adolescentes e adultas jovens, na faixa de 12 a 20 anos. É uma doença com riscos clínicos, podendo levar à morte por desnutrição.

O que se sente?
Perda de peso em um curto espaço de tempo.
Alimentação e preocupação com peso corporal tornam-se obsessões.
Crença de que se está gordo, mesmo estando excessivamente magro.
Parada do ciclo menstrual (amenorréia).
Interesse exagerado por alimentos.
Comer em segredo e mentir a respeito de comida.
Depressão, ansiedade e irritabilidade.
Exercícios físicos em excesso.
Progressivo isolamento da família e amigos.

Complicações médicas
Desnutrição e desidratação.
Hipotensão (diminuição da pressão arterial).
Anemia.
Redução da massa muscular.
Intolerância ao frio.
Motilidade gástrica diminuída.
Amenorréia (parada do ciclo menstrual).
Osteoporose (rarefação e fraqueza óssea).
Infertilidade em casos crônicos.

Quais são as causas?
Não existe uma causa única para explicar o desenvolvimento da anorexia nervosa. Essa síndrome é considerada multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. Alguns estudos chamam atenção que a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estaria fortemente associada à ocorrência desses quadros.

Como se desenvolve?
A preocupação com o peso e a forma corporal leva o adolescente a iniciar uma dieta progressivamente mais seletiva, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Aparecem outras estratégias para perda de peso como, por exemplo: exercícios físicos excessivos, vômitos, jejum absoluto.
A pessoa segue se sentindo gorda, apesar de estar extremamente magra, acabando por se tornar escrava das calorias e de rituais em relação à comida. Isola-se da família e dos amigos, ficando cada vez mais triste, irritada e ansiosa. Dificilmente, a pessoa admite ter problemas e não aceita ajuda de forma alguma. A família às vezes demora para perceber que algo está errado. Assim, as pessoas com anorexia nervosa podem não receber tratamento médico, até que tenham se tornado perigosamente magras e desnutridas.

Como se trata?
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatra, psicólogo, pediatra, clínico e nutricionista, em função da complexa interação de problemas emocionais e fisiológicos nos transtornos alimentares.
Quando for diagnosticada a anorexia nervosa, o médico deve avaliar se o paciente está em risco iminente de vida, requerendo, portanto, hospitalização.
O objetivo primordial do tratamento é a recuperação do peso corporal através de uma reeducação alimentar com apoio psicológico. Em geral, é necessário alguma forma de psicoterapia para ajudar o paciente a lidar com sua doença e com as questões emocionais subjacentes.
Psicoterapia individual, terapia ou orientação familiar, terapia cognitivo-comportamental (uma psicoterapia que ensina os pacientes a modificarem pensamentos e comportamentos anormais) são, em geral, muito produtivas.
Para o quadro de anorexia nervosa não há medicação específica indicada. O uso de antidepressivos pode ser eficaz se houver persistência de sintomas de depressão após a recuperação do peso corporal.
O tratamento da anorexia nervosa costuma ser demorado e difícil. O paciente deve permanecer em acompanhamento após melhora dos sintomas para prevenir recaídas.

Como se previne?
Uma diminuição da pressão cultural e familiar com relação à valorização de aspectos físicos, forma corporal e beleza pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É fundamental fornecer informações a respeito dos riscos dos regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", pois eles têm um papel decisivo no desencadeamento dos transtornos alimentares.

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Pouco mais de seis meses depois, a Polícia Militar decidiu expulsar o cabo William de Paula, um dos dois PMs envolvidos na morte do menino João Roberto, ocorrido em 6 de julho na Tijuca. A decisão foi tomada, por unanimidade, por um colegiado da corporação e foi atendida pelo comandante-geral, o coronel Gilson Pitta. O soldado Elias Gonçalves Costa Neto foi colocado de licença. A decisão foi publicada no Boletim da Polícia Militar de sexta-feira. Em julho do ano passado, Alessandra Amorim Soares chegou com seus dois filhos à rua Uruguai em seu Palio. O veículo foi atingido por vários disparos feitos pelos policiais, apesar do apelo da mãe alegando que não estava armada. Em dezembro, William de Paula foi absolvido pelo 2º Tribunal do Júri da Capital.

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Pouco mais de seis meses depois, a Polícia Militar decidiu expulsar o cabo William de Paula, um dos dois PMs envolvidos na morte do menino João Roberto, ocorrido em 6 de julho na Tijuca. A decisão foi tomada, por unanimidade, por um colegiado da corporação e foi atendida pelo comandante-geral, o coronel Gilson Pitta. O soldado Elias Gonçalves Costa Neto foi colocado de licença. A decisão foi publicada no Boletim da Polícia Militar de sexta-feira. Em julho do ano passado, Alessandra Amorim Soares chegou com seus dois filhos à rua Uruguai em seu Palio. O veículo foi atingido por vários disparos feitos pelos policiais, apesar do apelo da mãe alegando que não estava armada. Em dezembro, William de Paula foi absolvido pelo 2º Tribunal do Júri da Capital.

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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BRASÍLIA - A Central de Atendimento à Mulher registrou 32% mais atendimentos em 2008 que em 2007, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, um crescimento de 204.978 para 269.977. O órgão federal calcula que, entre as razões para o aumento da procura pelo serviço, que pode ser acessado pelo número de telefone 180 e funciona 24 horas todos os dias da semana, está a maior divulgação da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigorosa a punição a agressões domésticas contra mulheres.
No total de ligações em 2008, 24.523 (9,1%) foram relatos de violência. Desses, 52,5% foram denúncias de lesão corporal leve (12.876) e 26,5% de ameaças (6.499). Depois aparecem difamação (1.448), lesão corporal grave (793) e perseguições (729). Foram relatados ainda 298 casos de estupro, 261 tentativas de homicídio e 14 assassinatos de mulheres.
As mulheres do Distrito Federal foram as que mais, proporcionalmente, entraram em contato com a central, com 351,9 atendimentos para cada 50 mil mulheres. Em segundo lugar, está São Paulo (220,8) e Goiás em terceiro (162,8). Amazonas (42,1) e Piauí (31,1) aparecem na última posição. A maior parte das mulheres que entrou em contato com o 180 é negra (39,2%), tem entre 20 e 40 anos (53,2%), é casada (24,8%) e cursou parte ou todo o ensino fundamental (33,3%).

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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Subiu para 11 o número de supostas vítimas que afirmam ter sofrido abuso sexual do médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. As pacientes contaram à polícia e ao Ministério Público (MP) terem sofrido abusos durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos.
De acordo com o MP, os depoimentos são contundentes e muito parecidos. Abdelmassih, além dos supostos abusos, teria cometido outros crimes relacionados. O Conselho Regional de Medicina deve ouvir esta semana as supostas vítimas do médico. A defesa de Abdelmassih diz que o médico, além de inocente, é vítima de perseguição.
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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

link do postPor anjoseguerreiros, às 12:08  comentar

SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

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SÃO PAULO - Nos últimos três anos, o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação Casa (antiga Febem) cresceu 35%. No ano passado, foram 81 internações de menores com essa idade. Entre as causas mais comuns para a internação nessa faixa etária estão o chamado roubo qualificado (quando há violência contra pessoa), responsável por 51,9% dos casos em 2008.
A criminalidade nessa faixa etária ganhou destaque no noticiário com o caso de F.R.A., que aos 12 anos de idade já tem uma longa ficha criminal, com dez passagens pela polícia. O menino rouba carros. Mesmo assim ele não foi encaminhado para internação. O garoto deveria ter se apresentado ao promotor da infância e juventude, na semana passada, mas não compareceu.
A maioria desses adolescentes percorreu um longo caminho antes da internação. Muitos passaram pelo regime de Liberdade Assistida, em que o juiz determina uma série de condições que devem ser cumpridas. Entre elas, estão a obrigatoriedade de estudar e se apresentar ao juizado uma vez ao mês, além de prestaram serviço comunitário. Mas, por uma série de falhas no sistema, eles voltam a praticar delitos.
Foi assim com Carlos (nome fictício), de 12 anos, preso quatro vezes antes de ser encaminhado para cumprir medida sócio-educativa em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Na última, foi preso quando assaltava com outro menor um posto de gasolina.
- Queria o dinheiro para comprar uma moto - conta, sem dar detalhes e fazendo de tudo para mudar logo de assunto. Quieto e desconfiado, o garoto não hesita quando questionado se havia roubado antes de ser preso.
" Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa, conta menino de 12 anos internado por roubo "
- Roubei um monte de vezes - responde, com um jeito tímido de criança assustada.
Para Nilson Gomes Sena, que há sete meses dirige a Unidade de Franco da Rocha, entras as causas da reincidência está a dificuldade de preparar as famílias para receber de volta os adolescentes.
- Aqui na Fundação tentamos passar para eles o conceito do que é ser um cidadão, de como as regras são importantes. Mas, muitas vezes, quando eles deixam as unidades, não encontram isso lá fora - avalia.
- Tentamos fazer um trabalho com as famílias para que elas tenham condições de receber os meninos de volta, mas muitos já vêm de lares desfeitos e viviam nas ruas antes de serem presos - explica Maria Eli Bruno, diretora técnica da Fundação Casa.
Segundo ela, por conta dessa dificuldade, o trabalho desenvolvido é diferenciado.
- Eles ainda estão em fase de transição entre a infância e adolescência e muitos não tiveram a oportunidade de aproveitar a infância. Nas unidades, tentamos recuperar isso - explica Nilson.
Não raro, muitos saem da internação, mas voltam para a instituição em pouco tempo. Fábio (nome fictício), de 14 anos, é um exemplo. Sua primeira internação foi aos 12 anos de idade, depois que feriu uma pessoa com uma faca numa tentativa de roubo.
- Eu precisava do dinheiro - resume, sem querer falar mais.
Agora, cumpre sua segunda internação e está em uma unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha há 8 meses.
Franzino, o pequeno Marcos (nome fictício), de 12 anos, assaltou um posto de gasolina com uma arma de brinquedo. Está em uma das unidades da Fundação Casa em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Agora, ele faz planos: quer trabalhar e ser uma "boa pessoa".
Filho de mãe catadora de papelão e com outros três irmãos pequenos, Marcos diz que precisava do dinheiro para comprar "coisas para casa" e fez o roubo com a ajuda de um amigo de 15 anos. Essa, conta ele, foi a primeira vez em que se meteu em confusão.
- Antes eu trabalhava ajudando minha mãe a catar papelão e estava estudando na quarta série - relembra.
Às vezes, diz, chora escondido de saudade.
- Minha mãe vem me visitar uma vez por semana, mas eu tenho saudade de casa - conta o menino.
Reincidência de jovens chega a 30%
A internação para cumprimento de medida sócio-educativa é a última instância usada pela Justiça para lidar com adolescentes que cometeram delitos. Pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), a internação só é recomendada quando houve grave ameaça ou violência.
- Usamos a internação quando todas as medidas anteriores se mostraram ineficazes - diz o promotor da Vara da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira.
Segundo ele, a taxa de reincidência dos adolescentes que são atendidos anualmente pelo Fórum da Infância de Juventude é de cerca de 30%.
- Eles são pegos pela polícia e encaminhados para cá. Damos uma medida menos drástica, como trabalho comunitário ou liberdade assistida, mas eles cometem novos delitos - conta.
A fila, que todos os dias no começo da tarde começa a se formar no Fórum da Infância e Juventude, no Brás, é um exemplo disso: adolescentes, acompanhados de seus pais chegam lá para prestar depoimento e descobrir qual será o seu destino.
- Ele foi pego depois que roubou um celular. Sabia que era errado, mas ainda assim fez. Agora vamos ver o que ele vai ter que fazer para resolver isso - dizia um dos pais que acompanhava o filho de 13 anos na fila.
Depois de prestar depoimento aos promotores da Infância e Juventude é que os adolescentes ficam sabendo seu destino: são os promotores que pedem ou não ao juiz a internação ou recomendam outra medida, se for o caso.
- Avaliamos o caso com base no depoimento do jovem e do que foi descrito no boletim de ocorrência - diz o promotor Thales.
- Só a partir daí é que tomamos uma decisão - explica.

E QUAIS PROVIDÊNCIAS SERÃO TOMADAS?

link do postPor anjoseguerreiros, às 12:08  comentar

SÃO PAULO - Um novo caso de morte por febre amarela silvestre registrado na cidade de São Carlos levou a secretaria de estado da Saúde a ampliar o número de municípios com vacinação preventiva contra a doença para os viajantes. A nova relação das regiões consideradas de risco passa a incluir, a partir de agora, 38 municípios da região de Bauru e 11 da de Araraquara.
Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
Os postos de vacinação contra a febre amarela estão disponíveis no site: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm

MELHOR PREVENIR!!!

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link do postPor anjoseguerreiros, às 11:54  comentar

SÃO PAULO - Um novo caso de morte por febre amarela silvestre registrado na cidade de São Carlos levou a secretaria de estado da Saúde a ampliar o número de municípios com vacinação preventiva contra a doença para os viajantes. A nova relação das regiões consideradas de risco passa a incluir, a partir de agora, 38 municípios da região de Bauru e 11 da de Araraquara.
Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
Os postos de vacinação contra a febre amarela estão disponíveis no site: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm

MELHOR PREVENIR!!!

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SÃO PAULO - Um novo caso de morte por febre amarela silvestre registrado na cidade de São Carlos levou a secretaria de estado da Saúde a ampliar o número de municípios com vacinação preventiva contra a doença para os viajantes. A nova relação das regiões consideradas de risco passa a incluir, a partir de agora, 38 municípios da região de Bauru e 11 da de Araraquara.
Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
Os postos de vacinação contra a febre amarela estão disponíveis no site: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm

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SÃO PAULO - Um novo caso de morte por febre amarela silvestre registrado na cidade de São Carlos levou a secretaria de estado da Saúde a ampliar o número de municípios com vacinação preventiva contra a doença para os viajantes. A nova relação das regiões consideradas de risco passa a incluir, a partir de agora, 38 municípios da região de Bauru e 11 da de Araraquara.
Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
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A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
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Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
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Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
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- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
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A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
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A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
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Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
Os postos de vacinação contra a febre amarela estão disponíveis no site: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm

MELHOR PREVENIR!!!

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SÃO PAULO - Um novo caso de morte por febre amarela silvestre registrado na cidade de São Carlos levou a secretaria de estado da Saúde a ampliar o número de municípios com vacinação preventiva contra a doença para os viajantes. A nova relação das regiões consideradas de risco passa a incluir, a partir de agora, 38 municípios da região de Bauru e 11 da de Araraquara.
Qualquer pessoa, a partir dos 9 meses de idade, que for para uma destas 49 cidades deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos com 10 dias de antecedência, caso não tenha recebido nenhuma dose nos últimos 10 anos.
Desde dezembro a secretaria já vinha realizando, em parceria com as prefeituras das cidades incluídas na lista, a vacinação da população localizada em áreas rurais. A medida deve se estender até fevereiro, totalizando cerca de 80 mil pessoas vacinadas. Na seqüência deverá ser iniciada a imunização dos habitantes de áreas urbanas.
Segundo a secretaria, no caso da morte registrado em São Carlos, a vítima contraiu a doença em região de mata e o óbito aconteceu no final de 2008. Por isso, foi tomada a decisão de vacinar as pessoas a região de Araraquara. Já os municípios da região de Bauru também foram incluídos por ficarem próximos da região de São José do Rio Preto, onde no ano passado foram detectados óbitos em macacos, também por febre amarela silvestre.
Os novos municípios da região de Araraquara incluídos na lista de vacinação preventiva são: Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Ribeirão Bonito, Dobrada, Dourado, Ibitinga, Santa Ernestina, Tabatinga, Taquaritinga e Trabiju. A região de Bauru teve todos os seus municípios incluídos na área de risco. A lista completa de regiões do Estado de São Paulo e do Brasil para as quais a vacina contra a febre amarela é recomendada pode ser acessada pelo link http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/zoo/fa08_novas_areaviaja.htm.
- A vacinação é a única medida que temos para evitar a contaminação da doença. Por isso é muito importante que as pessoas que vão para essas regiões tomem a vacina com pelo menos 10 dias de antecedência - afirma Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria.
Doença é transmitida por mosquitos
A febre amarela é uma doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte em uma semana, se não for tratada rapidamente. Após a picada do mosquito infectado, a doença demora de três a seis dias para se manifestar. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de "borra de café" e diminuição da urina.
As pessoas que já foram imunizadas há menos de dez anos não precisam ser revacinadas. Pessoas imunodeprimidas (portadores de doenças que afetam o sistema imunológico do organismo) não devem tomar a vacina. Nesses casos, a vacinação é contra-indicada porque pode provocar reações graves, levando até mesmo à morte.
Os postos de vacinação contra a febre amarela estão disponíveis no site: http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/posto_fad1.htm

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SÃO PAULO - Uma adolescente de 13 anos, moradora de São Paulo, morreu afogada na tarde deste domingo, por volta das 14h, na praia do Ubatumirim, em Ubatuba. A jovem passava o dia com a família na praia, quando entrou no mar e se afogou. A vítima chegou a ser retirada da água e socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia Militar, mas não resistiu e morreu.

CUIDEM DE SEUS FILHOS!

FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/12/adolescente-de-13-anos-morre-afogada-em-ubatuba-655653851.asp

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Disposição, paciência e criatividade são requisitos fundamentais para os pais que desejam economizar na compra do material escolar. Um levantamento feito pelo EXTRA, em cinco lojas do Rio, mostra que a variação de preços de um mesmo item da lista pode chegar a 400%. A pesquisa constatou que o valor de uma régua de 20 centímetros pode pular de R$ 0,30 para R$ 1,50 Para quem não quer gastar sola de sapato, a saída é olhar sites ou enviar um fax pedindo orçamento para as lojas especializadas. Segundo a técnica da fundação Procon-SP Silmara Buzzo, para diminuir mesmo os gastos não tem como fugir da pesquisa de preço em diversos pontos de venda, de papelarias a lojas de departamento. De acordo com o gerente da Casa Cruz do Centro do Rio, Coraci Santos, a crise mundial não afetou as vendas e não causou reajuste nos preços. Além de 95% dos produtos vendidos pela loja serem nacionais e não sofrerem as variações do dólar, a linha de materiais escolares foi comprada em junho do ano passado, quando o abalo financeiro ainda não havia estourado. Segundo Coraci, o aumento dos produtos ficou entre 3% e 5%, dentro da inflação. Abordado por um pai que queria gastar menos, ele sugeriu:
- O que for para uso coletivo, compre o mais barato. O que for individual, compre o melhor - orientou o gerente, mostrando que uma cola colorida de uma marca mais conhecida custa R$ 8,50, enquanto a de outra marca, com a mesma quantidade, sai por R$ 4,90 (variação de 73,46%). Financiamento
A estudante Helena Araújo, de 11 anos, já pensando em não abrir mão do fichário que planejava exibir na escola antecipou a despesa dos pais:
- Como o que eu queria, o das "Menininhas", era mais caro, resolvi pedir de presente de Natal - revelou.
Para quem estourou o orçamento, os bancos Santander, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal oferecem financiamentos para os gastos de início de ano, como matrícula e materiais escolares. As taxas variam de 0,88% a 7,6% ao mês, e os prazos são de 12 a 96 meses.

A QUE PONTO CONSEGUIMOS CHEGAR!!!!!

FINANCIAMENTO PARA MATERIAL ESCOLAR!!!!!

É UM ABUSO...DE QUEM?????

E QUEREM EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE!


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A estudante Helena Araújo, de 11 anos, já pensando em não abrir mão do fichário que planejava exibir na escola antecipou a despesa dos pais:
- Como o que eu queria, o das "Menininhas", era mais caro, resolvi pedir de presente de Natal - revelou.
Para quem estourou o orçamento, os bancos Santander, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal oferecem financiamentos para os gastos de início de ano, como matrícula e materiais escolares. As taxas variam de 0,88% a 7,6% ao mês, e os prazos são de 12 a 96 meses.

A QUE PONTO CONSEGUIMOS CHEGAR!!!!!

FINANCIAMENTO PARA MATERIAL ESCOLAR!!!!!

É UM ABUSO...DE QUEM?????

E QUEREM EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE!


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:27  ver comentários (2) comentar

Disposição, paciência e criatividade são requisitos fundamentais para os pais que desejam economizar na compra do material escolar. Um levantamento feito pelo EXTRA, em cinco lojas do Rio, mostra que a variação de preços de um mesmo item da lista pode chegar a 400%. A pesquisa constatou que o valor de uma régua de 20 centímetros pode pular de R$ 0,30 para R$ 1,50 Para quem não quer gastar sola de sapato, a saída é olhar sites ou enviar um fax pedindo orçamento para as lojas especializadas. Segundo a técnica da fundação Procon-SP Silmara Buzzo, para diminuir mesmo os gastos não tem como fugir da pesquisa de preço em diversos pontos de venda, de papelarias a lojas de departamento. De acordo com o gerente da Casa Cruz do Centro do Rio, Coraci Santos, a crise mundial não afetou as vendas e não causou reajuste nos preços. Além de 95% dos produtos vendidos pela loja serem nacionais e não sofrerem as variações do dólar, a linha de materiais escolares foi comprada em junho do ano passado, quando o abalo financeiro ainda não havia estourado. Segundo Coraci, o aumento dos produtos ficou entre 3% e 5%, dentro da inflação. Abordado por um pai que queria gastar menos, ele sugeriu:
- O que for para uso coletivo, compre o mais barato. O que for individual, compre o melhor - orientou o gerente, mostrando que uma cola colorida de uma marca mais conhecida custa R$ 8,50, enquanto a de outra marca, com a mesma quantidade, sai por R$ 4,90 (variação de 73,46%). Financiamento
A estudante Helena Araújo, de 11 anos, já pensando em não abrir mão do fichário que planejava exibir na escola antecipou a despesa dos pais:
- Como o que eu queria, o das "Menininhas", era mais caro, resolvi pedir de presente de Natal - revelou.
Para quem estourou o orçamento, os bancos Santander, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal oferecem financiamentos para os gastos de início de ano, como matrícula e materiais escolares. As taxas variam de 0,88% a 7,6% ao mês, e os prazos são de 12 a 96 meses.

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Disposição, paciência e criatividade são requisitos fundamentais para os pais que desejam economizar na compra do material escolar. Um levantamento feito pelo EXTRA, em cinco lojas do Rio, mostra que a variação de preços de um mesmo item da lista pode chegar a 400%. A pesquisa constatou que o valor de uma régua de 20 centímetros pode pular de R$ 0,30 para R$ 1,50 Para quem não quer gastar sola de sapato, a saída é olhar sites ou enviar um fax pedindo orçamento para as lojas especializadas. Segundo a técnica da fundação Procon-SP Silmara Buzzo, para diminuir mesmo os gastos não tem como fugir da pesquisa de preço em diversos pontos de venda, de papelarias a lojas de departamento. De acordo com o gerente da Casa Cruz do Centro do Rio, Coraci Santos, a crise mundial não afetou as vendas e não causou reajuste nos preços. Além de 95% dos produtos vendidos pela loja serem nacionais e não sofrerem as variações do dólar, a linha de materiais escolares foi comprada em junho do ano passado, quando o abalo financeiro ainda não havia estourado. Segundo Coraci, o aumento dos produtos ficou entre 3% e 5%, dentro da inflação. Abordado por um pai que queria gastar menos, ele sugeriu:
- O que for para uso coletivo, compre o mais barato. O que for individual, compre o melhor - orientou o gerente, mostrando que uma cola colorida de uma marca mais conhecida custa R$ 8,50, enquanto a de outra marca, com a mesma quantidade, sai por R$ 4,90 (variação de 73,46%). Financiamento
A estudante Helena Araújo, de 11 anos, já pensando em não abrir mão do fichário que planejava exibir na escola antecipou a despesa dos pais:
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Para quem estourou o orçamento, os bancos Santander, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal oferecem financiamentos para os gastos de início de ano, como matrícula e materiais escolares. As taxas variam de 0,88% a 7,6% ao mês, e os prazos são de 12 a 96 meses.

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Disposição, paciência e criatividade são requisitos fundamentais para os pais que desejam economizar na compra do material escolar. Um levantamento feito pelo EXTRA, em cinco lojas do Rio, mostra que a variação de preços de um mesmo item da lista pode chegar a 400%. A pesquisa constatou que o valor de uma régua de 20 centímetros pode pular de R$ 0,30 para R$ 1,50 Para quem não quer gastar sola de sapato, a saída é olhar sites ou enviar um fax pedindo orçamento para as lojas especializadas. Segundo a técnica da fundação Procon-SP Silmara Buzzo, para diminuir mesmo os gastos não tem como fugir da pesquisa de preço em diversos pontos de venda, de papelarias a lojas de departamento. De acordo com o gerente da Casa Cruz do Centro do Rio, Coraci Santos, a crise mundial não afetou as vendas e não causou reajuste nos preços. Além de 95% dos produtos vendidos pela loja serem nacionais e não sofrerem as variações do dólar, a linha de materiais escolares foi comprada em junho do ano passado, quando o abalo financeiro ainda não havia estourado. Segundo Coraci, o aumento dos produtos ficou entre 3% e 5%, dentro da inflação. Abordado por um pai que queria gastar menos, ele sugeriu:
- O que for para uso coletivo, compre o mais barato. O que for individual, compre o melhor - orientou o gerente, mostrando que uma cola colorida de uma marca mais conhecida custa R$ 8,50, enquanto a de outra marca, com a mesma quantidade, sai por R$ 4,90 (variação de 73,46%). Financiamento
A estudante Helena Araújo, de 11 anos, já pensando em não abrir mão do fichário que planejava exibir na escola antecipou a despesa dos pais:
- Como o que eu queria, o das "Menininhas", era mais caro, resolvi pedir de presente de Natal - revelou.
Para quem estourou o orçamento, os bancos Santander, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal oferecem financiamentos para os gastos de início de ano, como matrícula e materiais escolares. As taxas variam de 0,88% a 7,6% ao mês, e os prazos são de 12 a 96 meses.

A QUE PONTO CONSEGUIMOS CHEGAR!!!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:43  comentar

Eu já ouvi gente dizer que não está nem aí para "jornalismo colaborativo" porque segundo eles isso contribui para os jornais não contratarem mais jornalistas e os leitores trabalharem de graça. Esse pensamento é totamente retrógrado e tipicamente corporativista. A mídia faz um caminho sem volta em direção a dois sentidos: o entretenimento e a participação do público (leitor/espectador/consumidor). Confesso que ainda não sei claramente se isso é bom ou ruim, mas é um fato que não pode deixar de ser levado em conta.
No caso específico do jornalismo colaborativo eu considero importante a produção de conteúdo pela audiência porque isso aumenta o nível de consciência social do cidadão. Não basta mais ler jornal. É preciso tentar mudar o que está errado no mundo, no continente, no país, no estado, na cidade e, é claro, na nossa vizinhança.
Nesse contexto, eu me sinto apenas como um canal da expressão do leitor e no caso da campanha deflagrada por este blog, dos Mapas da Desordem Urbana, então, a participação do leitor é fundamental. Outro dia um leitor da Zona Norte me escreveu dizendo que está sentindo falta dos mapas daquela região. Pois eu também sinto falta de informações daquela área da cidade, onde aliás eu moro. O mesmo ocorreu na série de mapas de crime, onde houve pouca participação de moradores da Barra e da Zona Norte.
Estou dizendo isso tudo para saudar mais uma vez os moradores de Ipanema por seu alto senso de mobilização comunitária. Bastou uma troca de e-mails com uma moradora para ela acionar todo mundo. Eles enviaram por email o mais completo mapa da desordem que já recebi, com fotos e tudo. Só tive o trabalho de mudar a ordem das queixas, dando destaque à denúncia de que o bairro tem uma indústria de aluguel de crianças para pedir esmolas. Os moradores apontam também uma série de problemas em frente às agências bancárias e caixas-eletrônicos. A segurança dos bancos não está nem aí para a população de rua que ali se instala para pedir dinheiro e intimidar os clientes.
O mapa foi feito por um grupo de abnegados que compõem o Projeto de Segurança de Ipanema, que como todo movimento comunitário também tem oposição, é claro. Mas ao menos está trabalhando por toda uma coletividade. Eles amam Ipanema, como poucos moradores amam seus bairros nesta cidade. Meus sinceros agradecimentos. Fizeram até um site bacana, o Projeto Segurança de Ipanema. Conseguiram levar o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a uma reunião, e convidam para a próxima, no dia 27 deste mês. Eu não moro em Ipanema, mas estou pensando em ir para adotar o modelo do Projeto de Segurança de Ipanema no meu bairro. Quem topa ir?
"MAPA DA DESORDEM URBANA DE IPANEMA – Projeto de Segurança de Ipanema
RUA VISCONDE DE PIRAJÁ - Moradores de rua, inclusive com menores, são o problema que mais incomoda o bairro. Há uma indústria montada com aluguel de crianças, que proliferam à vontade, morando nas ruas sem qualquer ação das autoridades tutelares. Todos já foram retirados pela operação Ipabacana, mas acabam retornando. Normalmente chegam de ônibus de outras localidades para “trabalhar” de mendigos durante o dia. São poucos que acabam realmente dormindo em Ipanema. - Em frente ao nº 281, ponto de uma “mãe” com criança de colo. - Em frente ao Bradesco, idoso com uma perna ensangüentada, pedindo dinheiro e constrangendo a quem passa. - Um homem com a perna enfaixada, em frente à Loja Futurista, nº 259 ( há anos no local e todos desconfiam que ele já não tem mais problemas na perna. É o chefe de uma família grande que atua na região, com mais de 10 membros ). - Mulheres com crianças, em frente à Igreja N.S.da Paz. - Homem deficiente num skate, incomodando as pessoas com palavrões ( vive bêbado ). - Papeleiros emporcalhando as ruas ao longo de toda a Visconde de Pirajá. - Bicicletas de entregas em alta velocidade, não respeitando as pessoas. - Bicicletas particulares trafegando pelas calçadas em velocidade. Já houve vários acidentes. - Pivetes ameaçando com pedras quem não der dinheiro, em frente ao HSBC - Depósito de lixo à tarde e no início da noite em frente a todas as Lojas Americanas. Colocam seu lixo na rua para que os papeleiros façam o recolhimento. Fica tudo espalhado. Já foram contatados pelo PSI para encontrarem outra forma de descartar seu lixo, mas ignoram os pedidos da população. No local próximo à Joana Angélica tem um ponto de ônibus que acaba ficando intransitável por conta disso. - Camelôs – agem livremente em toda a extensão da rua, especialmente nas imediações das ruas Teixeira de Melo, Farme de Amoedo, Vinicius de Moraes, Henrique Dumont e Aníbal de Mendonça. - Flanelinhas intimidando guardadores autorizados. Quando o turno de cobrança autorizada se encerra, às 23:00h, a ação violenta dos flanelinhas se intensifica por todo o bairro. - Vários pontos de jogo do bicho ( em quase todas as esquinas ). Aqui em Ipanema, essa atividade parece até ser legal. - Dormitório de mendigos, dentro do UNIBANCO, perto da Garcia D’Ávila. Entram e dormem no ar condicionado. - O Supermercado Kikarnes que fica localizado na rua Visconde de Pirajá, entre as ruas Farme e Vinícius de Moraes, onde colocam bicicletas, caixas com mercadoria, vasos etc., ocupando boa parte da calçada, além de caminhões que param para descarregar a qualquer momento. O PSI foi conversar com o proprietário tentando explicar os transtornos que causa e ele me informou que agora tem autorização do ex-sub-prefeito. - Camelôs na Visconde de Pirajá em frente ao nº 500, ultimamente agressivos com os porteiros do prédio, quando chamados atenção por estarem obstruindo a entrada do prédio. - Na Visconde de Pirajá esquina de Garcia d’Ávila na calçada da Sapataria Maturi, do lado direito da Visconde, um mendigo sempre bêbado passa os Domingos com uma caixinha de balas e à noite vem dormir na calçada em frente ao nº 500, onde inclusive urina obrigando os porteiros e lojistas a lavarem o local pela manhã. - Segunda-feira à noite barracas de frutas em frente à Visconde de Pirajá nº 605. - Venda de flores na esquina da Visconde de Pirajá com Henrique Dumont. - "Ponto" de táxi irregular na esquina de Visconde de Pirajá com Paulo Redfern. - Calçada do Supermercado Zona Sul usada como depósito de caixas atrapalhando os pedestres no lado ímpar da Visconde de Pirajá. - Sapataria Maturi: Visconde de Pirajá nº 475 – ponto de moradores de rua. - Zona Sul da bagunça na calçada - Visconde de Pirajá nº 577. - Moradores de rua em frente ao banco Santander. - Visconde de Pirajá 525 é uma loja fechada (onde era Drogaria Pirajá) há bastante tempo, é lugar de mendigos dormindo e de um ponto de jogo de bicho.
A barraca da Guarda, onde, segundo os moradores, os servidores só sabem aproveitar a praia
AVENIDA VIEIRA SOUTO - PRAIA - No Arpoador, hippies e barraqueiros dormindo no local. - Ciclistas em alta velocidade na área de lazer aos domingos e feriados, quando deveriam andar somente na ciclovia. - Vendedores de mate – alguns vendem drogas, escondidas nas tampas dos galões em sacos plásticos. - Hippies (bolivianos) em frente à Rua Vinícius de Morais, vendem mercadorias e consomem drogas. Já foram flagrados vendendo entorpecentes. Foram denunciados à Polícia federal, que se limitou a lhes dar uma notificação “exigindo” sua saída do país, que não surtiu efeito algum. Durante a semana, agem no início da noite na calçada da Visconde de Pirajá com Vinicius de Moraes. - Barraqueiros – invasão de barraqueiros, ocupando a praia (alguns sem licença), colocando cadeiras marcando suas áreas. - Barraqueiros – Alguns moram nas barracas, lá fazendo suas necessidades e vendendo drogas. - Cães passeiam sem coleira pela manhã. - Frequentadores levam seus cães a todas as praias, o que é proibido em todas elas. - Pessoas fumando maconha em diversos pontos da praia. - Falta de lixeiras que comportem cocos. - Lixo na areia – cidadãos e visitantes não recolhem seu lixo.
- Vendedores de queijo coalho, com seus braseiros e espetos afiados .Vários acidentes com adultos e crianças já aconteceram, com queimaduras e perfurações. Ao fim do dia, jogam a brasa na areia, próximo aos quiosques. É necessária uma rápida alteração na forma de exercício desta atividade. Todos gostam de saborear o queijo coalho na brasa, mas é necessário que seja feito com segurança. - A barraca da Guarda Municipal na areia da praia, em frente à Rua Joaquim Nabuco, deveria ser nomeada colônia de férias da guarda. Os guardas não saem jamais da sombra, e os frequentadores do local nunca os viram reprimindo nenhuma atividade ilegal como futebol ou frescobol na beira da água, braseiros na areia, bombas de água elétricas própria ou cachorros pit-bull sem focinheira. As bombas autorizadas atualmente são a gasolina, que também são um sério problema de segurança. Há que se adotar a mesma medida do Leblon, onde a prefeitura em conjunto com as quadras de vôlei criou uma infra-estrutura com segurança para utilização das bombas. - Excesso de velocidade na Vieira Souto e Francisco Otaviano é rotina. Acidentes com mortes ocorrem com frequencia, inclusive com queda de carros na areia da praia . - Nos finais de semana flanelinhas mal-encarados e agressivos aparecem na orla e na Francisco Otaviano, orientando o estacionamento em locais proibidos, coagindo motoristas e, alguns, distribuindo entorpecentes. - Kombis estacionadas nas vagas do canteiro central que são depósitos de barraqueiros [A Secretaria especial de Ordem Pública rebocou várias dessas Kombis em operação neste domingo]. - Burrinhos sem rabo estacionados frequentemente no calçadão. - Carrinhos de burro sem rabo que transportam mercadorias para os ambulantes lotadas até o alto, podendo causar um enorme acidente nas ruas e ciclovias se cair em cima de alguém. - Barracas sem fiscalização, cometendo várias irregularidades, inclusive venda de drogas (temos o nome de algumas barracas, que preferimos não colocar aqui). - Vendedores de milho que transitam em frente a Joaquim Nabuco na areia entre os banhistas (muitas crianças) com botijões de gás, sem segurança. - Falsos catadores de latinha, falsos vendedores com isopor, falsos tatuadores que tem circulado entre os banhistas para roubar principalmente turistas. - Os quadriciclos da PM que deveriam tão somente nos garantir segurança, andam na maioria das vezes correndo de forma perigosa tanto na areia como na ciclovia podendo causar um grave acidente como o de Copacabana, onde na ciclovia um ciclista abriu a cabeça num acidente. - Os barraqueiros precisam ser obrigados a deixarem o seu entorno limpo no final do dia. Devem disponibilizar cestos de lixo e sacos para armazenarem o lixo que produzem. A areia vai piorando a cada dia e não aguenta tanta imundície. Parabéns a Comlurb pelo excelente trabalho na limpeza da praia, que é o que reduz o impacto do problema. RUA PRUDENTE DE MORAIS - Assaltos em bicicletas, principalmente aos fins de semana e feriados. A iluminação tem que ser feita como nos moldes da Visconde de Pirajá, com postes baixos nas calçadas. Os postes tradicionais são encobertos pelas árvores, deixando as calçadas escuras, à mercê dos assaltantes. Vários voluntários e moradores inúmeras vezes assistem aos assaltos de suas janelas. - Flanelinhas tentam expulsar os guardadores autorizados, se dizendo donos do pedaço (entre Vinicius de Moraes e Joana Angélica). Atuam em toda extensão da rua. - Esquina com Maria Quitéria: grupos de capoeira fazem exibição na rua, frequentemente, por volta de 23:30h com um barulho infernal. - Carros estacionados na calçada do Country Club por sócios e seus convidados de forma a dificultar a passagem dos pedestres. No final de semana e em dia de festa é um absurdo.
PMs também gostam de comprar em camelô PRAÇA GENERAL OSÓRIO - Dormitório de mendigos e papeleiros, sujeira por todos os lados. - Na feira Hippie, aos domingos, tem várias barracas não autorizadas e os próprios artesãos estão estacionando ao redor da Praça e Prudente de Moraes, em fila dupla, atrapalhando o trânsito e dificultando a passagem de um lado para outro da rua. O trânsito fica muito difícil no local, engarrafando vários quarteirões da Visconde de Pirajá. Além disso, muitos dos barraqueiros trabalham com mercadorias importadas ou até mesmo falsas. A estrutura das barracas é de baixa qualidade e destrói o calçamento de pedras portuguesas da praça. Com isso, a praça tem uma constante aparência de abandonada. É necessário reformular as barracas e suas estruturas, para garantir a essência da feira, patrimônio cultural da cidade. O problema também acontece na feira livre que ocorre nas terças na praça. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de terças-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. PRAÇA NOSSA SENHORA DA PAZ - Grades esburacadas que servem de refúgio para os moradores de rua se esconderem e dormirem. - Turmas de desocupados jogando um jogo proibido, num canto da praça onde tem umas mesinhas de cimento e urinando ali mesmo. Já houve até tiro nas brigas entre eles. - Falta de guardas na praça, que acabam permitindo todo tipo de irregularidade, como algazarras excessivas e moradores de rua. - Pivetes se escondem, agora atrás da banca "a cena muda", instalada ao apagar das luzes do governo César Maia, e assaltam os pedestres. - O excesso de sujeira após as feiras-livres de sextas-feiras. Os feirantes não têm nenhuma preocupação com o lixo que deixam. - Vendedor de flores que usa um carrinho de burro e deixa a calçada toda suja. - Quiosque de flores e plantas na calçada da praça, em frente à igreja, que começou pequeno e hoje é uma verdadeira floresta. De madrugada, os vasos de plantas viram mictórios. RUA BARÃO DA TORRE - Moradores de rua, com carrinhos tipo “burro sem rabo”, moram no local, com cachorros inclusive. - Barulho – bares e restaurantes ao longo da rua. - Falta de fiscalização – as brigas e tragédias que ocorrem no quarteirão em frente à Praça N.Sra.da Paz, nas boate Baroneti e no Bar Informal. É comum a presença de pessoas armadas no local. Voluntários do PSI já foram vítimas de forte violência ali. - Flanelinhas – alguns até usando coletes da Prefeitura. Estão entre os mais agressivos do bairro. Atuam em frente aos restaurantes, extorquindo os motoristas e causando tumulto no trânsito e barulho. - Estacionamento irregular ( lado direito ). - A utilização comercial chegou ao limite. Causa tumulto no trânsito, sujeira, poluição por exaustores etc. - Na esquina das ruas Barão da Torre e Vinicius de Moraes, os carros estão estacionando às sextas à noite, sábados e domingos, em todos os cantos. Os pedestres são obrigados a passar pela rua. Os manobreiros do Restaurante Capriciosa estacionam os carros em qualquer lugar (inclusive atrás do abrigo de um ponto de ônibus), sem respeitar ninguém, e ainda são agressivos quando lhes recomendamos o contrário. Há uma máfia de “Valet Parking” no bairro, que atuam em todos os bares e restaurantes da região. Eles bloqueiam vagas com cones para que possam utilizar com exclusividade. RUA VINÍCIUS DE MORAES - Moradia de um catador de papel em frente ao nº 71. - Bares e restaurantes que não respeitam o espaço público, colocando mesas e cadeiras obstruindo a passagem de pedestres. - Estacionamento irregular de vans e kombis, em frente ao nº 204. - Churrasquinho nos bares com música e sujeira, que ficam nas esquinas da Visconde de Pirajá. - No Conversa Fiada, nº 75 da Vinicius de Moraes, estão colocando mesas na calçada e vasos jardineiras e ainda colocam cones na rua para estacionar carros de clientes. - No antigo kikarnes, esquina com a Visconde, festas que se espalham pela calçada e até dentro do estabelecimento. - Jogo do bicho com mobiliário (cadeiras e mesas e até poltrona), em frente à loja Honório, entre Visconde de Pirajá e Barão da Torre. - Família de 12 pessoas, em frente ao nº 71. - Flanelinhas fazem ponto em frente à veterinária (entre Visconde de Pirajá e Vinícius de Moraes). - Essa rua é a mais imunda do bairro. Um monte de lixo. - Boteco que vende drogas aos alunos da faculdade da Cidade, perto da Lagoa. Já foi amplamente denunciado, mas continua sem ser incomodado. - Sinal de trânsito que nunca é respeitado na esquina com a Visconde de Pirajá. Há acidentes constantes. RUA FARME DE AMOEDO - Todos os dias têm carros parados em cima da calçada e em fila dupla. O trânsito é um inferno, especialmente no trecho entre Visconde de Pirajá e Prudente de Moraes. - Caminhões que descarregam mercadorias param dos dois lados da pista e fecham o trânsito. - Restaurantes que fecham a calçada com mesas e cadeiras todas as noites. - Agora, com a chegada do CARNAVAL, entre as Ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá a Farme fica fechada! Há dois hospitais neste trecho e o público que freqüenta faz sexo a céu aberto, urinam, usam drogas e colocam o som dos carros nas alturas. Ambulantes armam suas barraquinhas e ficam sem que ninguém os incomode. Quem tenta passar pela Alberto de Campos para chegar em casa não recebe nenhum aviso da CET-Rio que a Farme se encontra fechada. Com isso os motoristas ficam presos no trânsito virando alvo fácil para os assaltantes do Cantagalo (há 5 anos acontece isso). RUA FRANCISCO OTAVIANO - A rua é rota de fuga de assaltantes de bicicleta. A Guarda Municipal na rua costuma ter atitude passiva, que esperamos que mude com a nova administração. - A rua é ponto tradicional de roubo e assalto a turistas. Todos os finais de semana são ouvidos gritos de “socorro” e “pega-ladrão”. A simples presença mais firme da GM inibiria as ações, visto que boa parte dos roubos acontecem sem armas, apenas com o elemento surpresa. Rotas de fuga freqüentes dos assaltantes de bicicleta: Rua Joaquim Nabuco, Rainha Elizabeth , Teixeira de Melo e Bulhões de Carvalho. - Estacionamento irregular até na ciclovia, onde não há, jamais, nenhuma espécie de fiscalização. RUA HENRIQUE DUMONT - Na Henrique Dumont, quarteirão da praia, muro do Country é usado como banheiro. Nesta rua há sempre água parada a céu aberto. JARDIM DE ALAH - Estacionamento irregular nas calçadas pelos restaurantes no Jardim de Alah entre Visconde de Pirajá e Prudente, à noite e fins de semana. RUA GARCIA D’ÁVILA - Ponto de Jogo do Bicho na Garcia D’Avila esquina com Visconde de Pirajá, em frente ao Bob’s. RUA JOANA ANGÉLICA - Carrinho que vende balas e bebida alcoólica (para porteiros da rua e outros). - Moradores de rua alojados na marquise da Faculdade nos finais de semana. - A rua é uma das mais fedorentas do bairro, com fezes caninas e humanas."


SE TODOS DE TODOS OS BAIRROS SE UNIREM E DENUNCIAREM...PODEREMOS TER UMA CIDADE COMEÇANDO A ENTRAR EM ORDEM

COLABOREM!!!

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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


PODE-SE TENTAR....COISAS SIMPLES QUE PODEM DAR UM BOM RESULTADO


FONTE: e-mail da amiga e veterinária Leila Mendonça
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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

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Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


PODE-SE TENTAR....COISAS SIMPLES QUE PODEM DAR UM BOM RESULTADO


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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


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Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


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1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


PODE-SE TENTAR....COISAS SIMPLES QUE PODEM DAR UM BOM RESULTADO


FONTE: e-mail da amiga e veterinária Leila Mendonça
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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


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As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C. 2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). (eu faco isso todas as vezes que faco cafe e quando como cereal) 3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- mastigar os vegetais por mais tempo.Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina.E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. (nao reclamem mais porque eu como devagar) 5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração. 6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão. 7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais. 8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza. 9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas. 10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos. 11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, (mulheres finas nao mascam chicletes) pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo. 12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos. 13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. 14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã. 15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração. 16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado. (estou na duvida se compro um cachorro ou um cao) 17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School. 18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo. 19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes. 20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida: -comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio. - pensar positivamente.Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente. - ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família. - conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...

É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:' 'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'


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colaboradores: carmen e maria celia

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