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9.1.09
SÃO PAULO - O Ministério Público estadual e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apuram denúncias de abuso sexual contra o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. O Cremesp informou que uma sindicância será aberta na segunda-feira, e que o órgão pedirá à Delegacia da Mulher e ao Ministério Público estadual o inquérito contra o médico. Pelo menos oito pacientes, todas entre 30 e 40 anos, denunciam Abdelmassih por abuso sexual durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos. O Cremesp, porém, não informa se já havia recebido outras denúncias contra o médico, alegando sigilo profissional.
O promotor Luiz Henrique Dal Poz disse que recebeu nesta sexta-feira uma nova denúncia contra Abdelmassih, que nega as acusações.
Em nota enviada por sua assessoria, o médico informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma o médico na nota.
E continua:
- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse. Médico foi convocado duas vezes para depor, mas não compareceu
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação. Ainda de acordo com o promotor, Abdelmassih foi convocado duas vezes para depor. Na primeira vez, pediu novo prazo. Depois, encaminhou um atestado de saúde para justificar sua ausência.
- O crime sexual raramente traz provas documentos. É um crime praticado quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesse caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que elas e o acusado se encontravam - disse Dal Poz.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
De acordo com ele, as oito vítimas que formalizaram as denúncias não se conhecem e apresentam relatos muito parecidos de como foi a abordagem.
- O conjunto de circunstâncias é sempre muito parecido e até mesmo as expressões que teriam sido usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma o promotor.
Uma primeira denúncia foi apresentada à Justiça, pelo Ministério Público, em setembro do ano passado, mas acabou sendo rejeitada. A juíza Kenarik Boujikian Felippe entendeu que o Ministério Público não poderia investigar as acusações sozinho. Por isso, a denúncia foi encaminhada à Delegacia da Mulher que abriu inquérito contra o médico.
O Cremesp informa que o médico e as vítimas devem ser ouvidas durante a sindicância. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, se a sindicância comprovar que há índicios contra Abdelmassih, será aberto um processo ético-disciplinar. Se ele for considerado culpado, ficará sujeito a cinco tipos de punição, de advertência sigilosa a cassação. Nesse último caso, é necessário aval do Conselho Federal de Medicina para que ele seja cassado.
Médico ganhou notoriedade ao atender celebridades
O especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato e o ex-presidente Fernando Collor. Todos recorreram ao 'homem que dá vida a bebês impossíveis'. Descendente de libaneses, o médico se formou em medicina na Universidade Estadual de Campinas. Depois de formado, ele trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do país.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.


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SÃO PAULO - O Ministério Público estadual e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apuram denúncias de abuso sexual contra o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. O Cremesp informou que uma sindicância será aberta na segunda-feira, e que o órgão pedirá à Delegacia da Mulher e ao Ministério Público estadual o inquérito contra o médico. Pelo menos oito pacientes, todas entre 30 e 40 anos, denunciam Abdelmassih por abuso sexual durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos. O Cremesp, porém, não informa se já havia recebido outras denúncias contra o médico, alegando sigilo profissional.
O promotor Luiz Henrique Dal Poz disse que recebeu nesta sexta-feira uma nova denúncia contra Abdelmassih, que nega as acusações.
Em nota enviada por sua assessoria, o médico informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma o médico na nota.
E continua:
- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse. Médico foi convocado duas vezes para depor, mas não compareceu
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação. Ainda de acordo com o promotor, Abdelmassih foi convocado duas vezes para depor. Na primeira vez, pediu novo prazo. Depois, encaminhou um atestado de saúde para justificar sua ausência.
- O crime sexual raramente traz provas documentos. É um crime praticado quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesse caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que elas e o acusado se encontravam - disse Dal Poz.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
De acordo com ele, as oito vítimas que formalizaram as denúncias não se conhecem e apresentam relatos muito parecidos de como foi a abordagem.
- O conjunto de circunstâncias é sempre muito parecido e até mesmo as expressões que teriam sido usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma o promotor.
Uma primeira denúncia foi apresentada à Justiça, pelo Ministério Público, em setembro do ano passado, mas acabou sendo rejeitada. A juíza Kenarik Boujikian Felippe entendeu que o Ministério Público não poderia investigar as acusações sozinho. Por isso, a denúncia foi encaminhada à Delegacia da Mulher que abriu inquérito contra o médico.
O Cremesp informa que o médico e as vítimas devem ser ouvidas durante a sindicância. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, se a sindicância comprovar que há índicios contra Abdelmassih, será aberto um processo ético-disciplinar. Se ele for considerado culpado, ficará sujeito a cinco tipos de punição, de advertência sigilosa a cassação. Nesse último caso, é necessário aval do Conselho Federal de Medicina para que ele seja cassado.
Médico ganhou notoriedade ao atender celebridades
O especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato e o ex-presidente Fernando Collor. Todos recorreram ao 'homem que dá vida a bebês impossíveis'. Descendente de libaneses, o médico se formou em medicina na Universidade Estadual de Campinas. Depois de formado, ele trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do país.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.


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SÃO PAULO - O Ministério Público estadual e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apuram denúncias de abuso sexual contra o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. O Cremesp informou que uma sindicância será aberta na segunda-feira, e que o órgão pedirá à Delegacia da Mulher e ao Ministério Público estadual o inquérito contra o médico. Pelo menos oito pacientes, todas entre 30 e 40 anos, denunciam Abdelmassih por abuso sexual durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos. O Cremesp, porém, não informa se já havia recebido outras denúncias contra o médico, alegando sigilo profissional.
O promotor Luiz Henrique Dal Poz disse que recebeu nesta sexta-feira uma nova denúncia contra Abdelmassih, que nega as acusações.
Em nota enviada por sua assessoria, o médico informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma o médico na nota.
E continua:
- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse. Médico foi convocado duas vezes para depor, mas não compareceu
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação. Ainda de acordo com o promotor, Abdelmassih foi convocado duas vezes para depor. Na primeira vez, pediu novo prazo. Depois, encaminhou um atestado de saúde para justificar sua ausência.
- O crime sexual raramente traz provas documentos. É um crime praticado quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesse caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que elas e o acusado se encontravam - disse Dal Poz.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
De acordo com ele, as oito vítimas que formalizaram as denúncias não se conhecem e apresentam relatos muito parecidos de como foi a abordagem.
- O conjunto de circunstâncias é sempre muito parecido e até mesmo as expressões que teriam sido usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma o promotor.
Uma primeira denúncia foi apresentada à Justiça, pelo Ministério Público, em setembro do ano passado, mas acabou sendo rejeitada. A juíza Kenarik Boujikian Felippe entendeu que o Ministério Público não poderia investigar as acusações sozinho. Por isso, a denúncia foi encaminhada à Delegacia da Mulher que abriu inquérito contra o médico.
O Cremesp informa que o médico e as vítimas devem ser ouvidas durante a sindicância. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, se a sindicância comprovar que há índicios contra Abdelmassih, será aberto um processo ético-disciplinar. Se ele for considerado culpado, ficará sujeito a cinco tipos de punição, de advertência sigilosa a cassação. Nesse último caso, é necessário aval do Conselho Federal de Medicina para que ele seja cassado.
Médico ganhou notoriedade ao atender celebridades
O especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato e o ex-presidente Fernando Collor. Todos recorreram ao 'homem que dá vida a bebês impossíveis'. Descendente de libaneses, o médico se formou em medicina na Universidade Estadual de Campinas. Depois de formado, ele trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do país.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.


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SÃO PAULO - O Ministério Público estadual e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apuram denúncias de abuso sexual contra o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. O Cremesp informou que uma sindicância será aberta na segunda-feira, e que o órgão pedirá à Delegacia da Mulher e ao Ministério Público estadual o inquérito contra o médico. Pelo menos oito pacientes, todas entre 30 e 40 anos, denunciam Abdelmassih por abuso sexual durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos. O Cremesp, porém, não informa se já havia recebido outras denúncias contra o médico, alegando sigilo profissional.
O promotor Luiz Henrique Dal Poz disse que recebeu nesta sexta-feira uma nova denúncia contra Abdelmassih, que nega as acusações.
Em nota enviada por sua assessoria, o médico informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma o médico na nota.
E continua:
- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse. Médico foi convocado duas vezes para depor, mas não compareceu
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação. Ainda de acordo com o promotor, Abdelmassih foi convocado duas vezes para depor. Na primeira vez, pediu novo prazo. Depois, encaminhou um atestado de saúde para justificar sua ausência.
- O crime sexual raramente traz provas documentos. É um crime praticado quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesse caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que elas e o acusado se encontravam - disse Dal Poz.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
De acordo com ele, as oito vítimas que formalizaram as denúncias não se conhecem e apresentam relatos muito parecidos de como foi a abordagem.
- O conjunto de circunstâncias é sempre muito parecido e até mesmo as expressões que teriam sido usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma o promotor.
Uma primeira denúncia foi apresentada à Justiça, pelo Ministério Público, em setembro do ano passado, mas acabou sendo rejeitada. A juíza Kenarik Boujikian Felippe entendeu que o Ministério Público não poderia investigar as acusações sozinho. Por isso, a denúncia foi encaminhada à Delegacia da Mulher que abriu inquérito contra o médico.
O Cremesp informa que o médico e as vítimas devem ser ouvidas durante a sindicância. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, se a sindicância comprovar que há índicios contra Abdelmassih, será aberto um processo ético-disciplinar. Se ele for considerado culpado, ficará sujeito a cinco tipos de punição, de advertência sigilosa a cassação. Nesse último caso, é necessário aval do Conselho Federal de Medicina para que ele seja cassado.
Médico ganhou notoriedade ao atender celebridades
O especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato e o ex-presidente Fernando Collor. Todos recorreram ao 'homem que dá vida a bebês impossíveis'. Descendente de libaneses, o médico se formou em medicina na Universidade Estadual de Campinas. Depois de formado, ele trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do país.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.


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SÃO PAULO - O Ministério Público estadual e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apuram denúncias de abuso sexual contra o médico Roger Abdelmassih, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil. O Cremesp informou que uma sindicância será aberta na segunda-feira, e que o órgão pedirá à Delegacia da Mulher e ao Ministério Público estadual o inquérito contra o médico. Pelo menos oito pacientes, todas entre 30 e 40 anos, denunciam Abdelmassih por abuso sexual durante as consultas, inclusive enquanto estariam sedadas para os procedimentos. O Cremesp, porém, não informa se já havia recebido outras denúncias contra o médico, alegando sigilo profissional.
O promotor Luiz Henrique Dal Poz disse que recebeu nesta sexta-feira uma nova denúncia contra Abdelmassih, que nega as acusações.
Em nota enviada por sua assessoria, o médico informou que seu advogado ainda não teve acesso integral ao inquérito, que ainda não está concluído. Segundo o médico, nem ele, nem as testemunhas foram ouvidas até agora.
- Não posso, portanto, prestar esclarecimentos sobre depoimentos de denunciantes por mim desconhecidos, de caráter notoriamente duvidoso, que sem provas cabais fazem depoimentos criminosos com o intuito de denegrir minha imagem profissional, construída ao longo de uma carreira de mais de 40 anos, muito bem sucedida - afirma o médico na nota.
E continua:
- Confio nos trâmites da Justiça e tenho a certeza de que estará nela a minha resposta. Minha família, meus amigos, meus 20 mil clientes estão nessa certeza comigo - diz o médico.
O advogado do médico Adriano Sales Vanni disse que há dois anos Roger Abdelmassih sofre acusações como esta, o que teria provocado, inclusive, problemas de saúde nele. Além disso, a defesa abriu dois inquéritos para apurar quem são os autores de uma página na internet que traz depoimentos de supostas vítimas. O advogado também afirma que nenhuma das supostas vítimas se apresentou à polícia ou ao Ministério Público em um prazo de seis meses depois do que teria acontecido, como exige a lei. Adriano disse que acha estranho o fato de muitos dos casais denunciantes continuarem o tratamento com Roger, mesmo com os supostos abusos sexuais. Para o advogado, isso desqualifica as denúncias.
- Todas essas pessoas que depõem no inquérito, que eu não tenho o nome, retornaram à clínica para continuar o tratamento após os supostos abusos. Ora, eu acho muito estranho porque se a minha esposa sofre um abuso eu jamais volto naquele local com ela. E veja bem, estamos falando de pessoas de nível alto, de classe A, classe B, gente que tem dinheiro porque esse tratamento é caro. Não estamos falando de gente da periferia que quer esconder a sua cara, que não conhece a lei e não tem alcance para chegar à Justiça - disse. Médico foi convocado duas vezes para depor, mas não compareceu
Segundo o promotor Dal Poz, Abdelmassih deve ser enquadrado no crime de atentado violento ao pudor, que prevê penas de seis a dez anos de prisão em caso de condenação. Ainda de acordo com o promotor, Abdelmassih foi convocado duas vezes para depor. Na primeira vez, pediu novo prazo. Depois, encaminhou um atestado de saúde para justificar sua ausência.
- O crime sexual raramente traz provas documentos. É um crime praticado quase sempre na clandestinidade. O que prepondera nesse caso é o relato verossímil das vítimas e as circunstâncias em que elas e o acusado se encontravam - disse Dal Poz.
De acordo com o promotor, as vítimas começaram a procurar o Ministério Público em maio de 2008. Nem todas são do estado de São Paulo. Além delas, uma ex-funcionária da clínica de Abdelmassih também acusa o médico de assédio.
- Algumas vítimas não quiseram formalizar a denúncia pelos mais diversos motivos, mas o principal é o constrangimento, por ter de assumir para a família e os amigos o que passou. Elas já estavam em uma condição de fragilidade, dependendo de ajuda médica para engravidar e ainda acabaram vítimas de violência - afirma o promotor.
De acordo com ele, as oito vítimas que formalizaram as denúncias não se conhecem e apresentam relatos muito parecidos de como foi a abordagem.
- O conjunto de circunstâncias é sempre muito parecido e até mesmo as expressões que teriam sido usadas pelo investigado (Abdelmassih) - afirma o promotor.
Uma primeira denúncia foi apresentada à Justiça, pelo Ministério Público, em setembro do ano passado, mas acabou sendo rejeitada. A juíza Kenarik Boujikian Felippe entendeu que o Ministério Público não poderia investigar as acusações sozinho. Por isso, a denúncia foi encaminhada à Delegacia da Mulher que abriu inquérito contra o médico.
O Cremesp informa que o médico e as vítimas devem ser ouvidas durante a sindicância. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, se a sindicância comprovar que há índicios contra Abdelmassih, será aberto um processo ético-disciplinar. Se ele for considerado culpado, ficará sujeito a cinco tipos de punição, de advertência sigilosa a cassação. Nesse último caso, é necessário aval do Conselho Federal de Medicina para que ele seja cassado.
Médico ganhou notoriedade ao atender celebridades
O especialista em fertilização in vitro Roger Abdelmassih ganhou notoriedade no país na década de 90. Foram seus clientes ilustres que o elevaram também à posição de celebridade na área. Entre eles, estão o ex-jogador Pelé, o apresentador do SBT Gugu Liberato e o ex-presidente Fernando Collor. Todos recorreram ao 'homem que dá vida a bebês impossíveis'. Descendente de libaneses, o médico se formou em medicina na Universidade Estadual de Campinas. Depois de formado, ele trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta do país.
Entre seus pares, Abselmassih é conhecido por sua determinação pelo trabalho. Em 1989, já tinha sua própria clínica, que hoje é a maior do país na área. Ela ocupa um elegante casarão no bairro do Jardim América, na zona sul de São Paulo. Abselmassih foi pioneiro no Brasil a utilizar o método de injeção intracitoplasmática. A técnica foi desenvolvida na Europa e permite injetar o espermatozóide diretamente no núcleo do óvulo, o que aumenta a chance de sucesso da fertilização.
No Brasil, ele é um dos poucos que aceita que o casal escolha o sexo do embrião. O método tem aprovação do Conselho Federal de Medicina, mas só para os casos necessários a evitar futuras doenças no bebê. Mesmo sendo criticado por isso pela concorrência, os especialistas dizem que a técnica de fertilização in vitro ganhou popularidade no país em grande parte por causa de Abselmassih. Principalmente por seus clientes famosos e pela propaganda que se fez deles.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A Vacinação é o meio mais seguro e por vezes, o único que permite resistir a infecções.
A criação das vacinas e dos programas Nacionais de Vacinação permitiu que houvesse uma grande redução do número de pessoas com infecções graves e da mortalidade que elas causavam.
O que é?
É um medicamento constituído por fracções de bactérias ou vírus ou pelas próprias bactérias ou vírus inactivados ou mortos. Administra-se em injecção ou pela boca.
Como atuam?
Uma vez aplicadas, os vírus, bactérias ou as suas fracções, provocam reacções no organismo que levam à formação de defesas (anticorpos) específicas, contra a infecção pelas mesmas bactérias ou vírus.
Qual o benefício?
O maior, é o facto de impedir que a pessoa se infecte. Pode haver ocasiões em que a defesa não é total, mas se a infecção surgir, é muito ligeira.
Outro benefício importante é o bloqueio da disseminação da doença ou a sua erradicação, quando grandes massas populacionais estão vacinadas, evitando-se contaminação entre as pessoas.
O que é o Programa Nacional de Vacinação (PNV.)?
É o esquema de vacinação proposto para toda a população, em que as diferentes vacinas e doses são distribuídas ao longo dos anos, desde o recém-nascido.
É criado pelo Ministério da Saúde
É gratuito.
Destina-se a toda a população
Incluí todos os tipos de vacinas indispensáveis
Pode variar com o País
Segue as orientações da Organização Mundial de Saúde
Na maioria das vacinas são necessárias várias doses para que haja defesa eficaz. As doses das diferentes vacinas são dadas ao longo da infância para a eficácia ser máxima.
A vacina da gripe não faz parte do PNV. No entanto, recomenda-se para as pessoas em risco, como idosos, debilitados, cardíacos, diabéticos, doentes pulmonares. A vacina varia todos os anos pelo que é necessário vacinar todos os anos.
A vacina contra a meningite estreptocócica não faz parte do PNV.
A vacinação pode ser feita em qualquer ocasião?
Não se deve vacinar se tiver:
Febre, infecções, doenças activas da pele, cancro, se estiver a tomar corticosteróides ou a fazer radiações, etc.
Se não se sentir perfeitamente bem ou se tiver uma doença crónica ou aguda, deve consultar o médico antes de vacinar.
As grávidas também não pode ser vacinadas com todas as vacinas. Algumas vacinas podem provocar infecção no feto e malformações.
As vacinas e as viagens
A Organização Mundial de Saúde recomenda as vacinas a tomar conforme o país, algumas das quais são obrigatórias como para a febre amarela.
Início
Idade
Vacinas
Recém-nascido
BCG (tuberculose)
VHB 1ª dose (hepatite B)
2 meses
DTP 1ªdose (difteria, tétano e pertussis);VIP (poliomielite); Hib (haemophilus influenza B) 1ªdose
VHB 2ªdose (hepatite B)
2 meses
Men C 1ªdose (meningite)
4 meses
DTP ; VIP; Hib 2ªdose
5 meses
Men C 2ªdose
6 meses
DTP ; VIP; Hib 3ªdose
VHB 3ªdose (hepatite B)
15 meses
VASPR 1ªdose (sarampo, parotidite e rubéola)
Men C 3ªdose
18 meses
DTP; Hib 4ªdose
5 - 6 anos
DTP 5ªdose; VIP 4ªdose
VASPR 2ªdose - nascidos em 93 é aos 13 anos
10 - 13 anos
Td (tétano e difteria - dose reduzida)
VHB as 3 doses (hepatite B) - nascidos até 98
de 10 em 10 anos
Td (tétano)Legenda: BCG - Vacina conta a Tuberculose; VIP - Vacina contra a Poliomielite (vírus inactivado); DTP - Vacina contra Difteria-Tétano-Tosse Convulsa (pertussis acelular); Td - Vacina contra Tétano-Difteria (Difteria em dose de adulto); Hib - Vacina contra doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b; VHB - Vacina contra Hepatite B; VASPR - Vacina contra Sarampo-Parotidite epidémica-Rubéola; Men C - Vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis do serotipo C.
Alterações do Programa Nacional de Vacinação Substituição da vacina oral atenuada contra a Poliomielite por uma vacina injectável inactivada; Substituição da vacina contra a Tosse Convulsa do tipo celular por uma acelular, apenas com antigénios;
Introdução de uma vacina combinada pentavalente contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa, Doença por Haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite;
Introdução de vacinas combinadas tetravalentes contra a Difteria, Tétano, Tosse Convulsa e Doença por Haemophilus influenzae tipo b;
Introdução da vacina conjugada contra a Doença por Neisseria meningitidis.
As alterações têm como finalidade a redução dos riscos das vacinas, a redução do número de injecções administradas e aumentar o número de doenças protegidas.
Para abranger as crianças nascidas antes de Outubro de 2004 desenvolve-se paralelamente uma campanha complementar de vacinação contra a Doença Neisseria meningitidis destinada a crianças até aos 18 anos.
Reacções às vacinas
As mais vulgares são: febre, borbulhas, mal-estar geral e inchaço, dor e vermelhidão no local da injecção. São reacções de curta duração.


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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

fonte:TVJORNAL
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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

fonte:TVJORNAL
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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

fonte:TVJORNAL
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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

fonte:TVJORNAL
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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

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A médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, participou de um bate-papo no JC OnLine, onde tirou dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis. Acompanhe!
JC OnLine fala para Todos: O JC OnLine inicia agora bate-papo com a médica Analíria Pimentel, presidente do 33º Congresso Brasileiro de Pediatria, que acontece de 6 a 11 deste mês, no Recife
Analiria Pimentel fala para Todos: Olá, internautas. Estou aqui à disposição de todos para responder as dúvidas sobre vacinas e doenças infecciosas infantis.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: Qual a importancia da vacinação?
Analiria Pimentel fala para curioso: A vacinação é importante para a proteção do indivíduo quando este entra em contato com um agente infeccioso.
Ivo pergunta para Todos: o que representa a furunculose em crianças com até 08 anos
Analiria Pimentel fala para Ivo: Normalmente a furunculose nesta idade é devido às mãos sujas, em que as bactérias tipo estreptococos entram na nossa pele. Nessa idade, a proteção da pele ainda não é perfeita.
vania pergunta para Todos: a criança com 10 anos que ainda não tomou a vacina contra catapora é aconselhável ainda tomar nessa idade?
Analiria Pimentel fala para Vania: A vacina de catapora deve ser aplicada em toda criança a partir de um ano de idade. No adulto e na criança maior, a catapora é considerada doença grave em virtude de suas complicações, como pneumonias, meningite e doenças de pele severas. Portanto, deve ser vacinada.
Sandra pergunta para Analiria Pimentel: tenho dois filhos, seis e quatro anos, gostaria de saber sobre a eficácia da vacina contra meningite.
Analiria Pimentel fala para Sandra: Contra a miningite nessa idade, temos apenas uma vacina que vale a pena ser aplicada. É a vacina contra o meningococo tipo C. As outras só em caso de doenças especiais, pois são vacinas polissacarídicas cuja proteção não é considerada eficaz.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais vacinas eu tevo dar ao meu filho que vai nascer?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: O recém-nascido deve receber como primeiras vacinas: BCG (tuberculose) e Hepatite B.
Curioso pergunta para Analiria Pimentel: como posso ficar informado sobre as campanhas de vacinação?
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Pediatra so trata de crianças?
Analiria Pimentel fala para curioso: Normalmente as campanhas de vacinação pelo Ministério da Saúde são divulgadas pela mídia.
Analiria Pimentel fala para Junior: Pediatra, sim. Mas o hebiatra é o pediatra que trata do adolescente. Alguns pediatras com formação ou especialização em tratar o adolescente atende a crinaças e jovens de até 18 anos.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Quais as vacinas indispensaveis para crianças ate 2 anos?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Até dois anos são indispensáveis: vacina contra hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e hemófilos B. A partir de um ano, a tríplice viral, ou seja, sarampo, papeira e rubéola. Essas são as vacinas indicadas pelo Min. da Saúde. Outras vacinas são encontradas em rede privada e são importantes na prevenção de: pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Na primeira consulta com o pediatra do seu filho, ele irá lhe orientar quais as vacinas que você deverá aplicar de acordo com a idade. É importante ter sempre à mão a sua caderneta de vacina.
LALA pergunta para Analiria Pimentel: como saber sobre vacinas que não são fornecidas pelo Ministério da Saúde?
Analiria Pimentel fala para LALA: Como já falamos, vacina contra pneumococos 7 e 23 e contra meningite C. A vacina de gripe está indicada para todas as crianças a partir dos 6 meses de vida pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Academia Americana de Pediatria.
Junior pergunta para Analiria Pimentel: Na fase de desmame, qual deve ser alimentação para esse periodo em diante?
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Boa Tarde!
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: O serviço público de saúde disponibiliza médicos pediatras de qualidade? Dá para levar o meu filho com segurança em um posto de saúde?
Analiria Pimentel fala para Todos: Junior, o que você entende por desmame? É após os seis meses de vida? Caso seja positivo, devem ser introduzidas as sopinhas, papinhas de frutas e sucos. Se a mãe for trabalhar fora e não tiver condição de armazer seu leite, é que infelizmente, indicaremos o leite artificial (de vaca).
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Toda escola médica teoricamente forma bons médicos. No serviço público, hoje em dia, só é admitido este profissional por concurso, consequentemente, deve ter uma boa formação.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Analiria, qual o maior perigo que um recen-nascido pode passar nos tempos atuais pela omissão dos pais que não levam seus filhos para um pediatra?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: É ficar sem uma boa orientação com respeito à prevenção, acompanhamento de sua curva de crescimento e desenvolvimento dentro do padrão da normalidade e outras coisas.
Ivo pergunta para Analiria Pimentel: É importante vacinar crianças contra a miningite bacteriana?? com até que idade??
Analiria Pimentel fala para Ivo: Para a meningite bacteriana, dependendo da idade, a única vacina que tem uma boa proteção é contra a meningite tipo C. A partir dos dois meses de vida.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria - tenho uma filha de 03 anos e ela tem apresentado alguns furúnculos, o que poderia ser o causador destes sintomas?
Analiria Pimentel fala para GUGU: Nessa idade a furunculose é liga à falta do hábito de lavar as mãos e as bactérias se encontram na natureza. A pele sem uma boa proteção propicia ao aparecimento desta furuculoses, cujos agentes são o estreptococos e o estafilococos. É importante orientar sua filha a sempre lavar as mãos após as brincadeiras com areia, pois essas bactérias são contagiosas e por isso que quando se tem um furúnculo, normalmnete, aparecem outros e outros na pele.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Existe uma super-vacina, que de uma vez imunizasse a criança, evitando idas e vindas ao médico?
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Este é o sonho de todo médico e, infelizmente, a tecnologia não conseguiu ainda esta super-vacina. Até seis meses de vida, seu bebê deve ir ao pediatra para acompanhamento não somente do peso e estatura, mas também de todo o tipo de orientação.
Analiria Pimentel fala para Todos: O 33º Congresso Brasileiro de Pediatria será realizado no Recife, no Centro de Convenções, onde se espera pediatrasde todo o Brasil e do exterior, um público de, em média, 5 mil pessoas. Os pediatras, que ainda não se inscreveram, poderão fazer suas inscrições no local, a partir das 7h30 do dia 6/10 (sexta). O Congresso acontece no período de 6 a 11 de outubro. Toda clínica médica pediátrica e do adolescente estará sendo abordada por especialistas do Brasil e de 22 países.
Analiria Pimentel fala para Todos: Para maiores informações (81) 3265.7419 - secretaria local.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: Escutamos muito falar em rota-virus e seus riscos, mas o que realmente isso significa? Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Por um lapso, omiti a vacina contra rotavírus que se encontra disponível na rede pública e deverá ser aplicada sua primeira dose no segundo mês de vida e a segunda dose até 5 meses e meio. Esta vacina irá proteger o seu bebê de uma infecção intestinal causada pelo vírus chamado Rotavírus, responsável por diarréia, vômitos e desidratação, tendo como conseqüência, a possibilidade de internamento.
FuturoPapai pergunta para Analiria Pimentel: uma ultima pergunta, para todas essa vacinas nao existe nenhum tipo de contraindicaçao?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental, gostaria de saber se a sra. trabalha com o plano de saúde CAMED?? estou atualmente com uma pediatra particular pois ela só aceita sulamerica e bradesco... então estou querendo um(a) boa pediatra para meu filho
Analiria Pimentel fala para FuturoPapai: Existe. Crianças com doenças ligadas à deficiência imunológica, alergia aos componentes das vacinas, em uso de drogas imunodepressoras são as principais contraindicações de vacinas. Por isso a improtância do acompanhamento do seu pediatra para a orientação devida.
Analiria Pimentel fala para Giu: Eu atendo pela sua rede médica.
GUGU pergunta para Analiria Pimentel: Drª Analiria, para as crianças que apresentam peles ressecadas, qual seria a orientação?
Giu pergunta para Analiria Pimentel: Dra. Analiria Pimental meu filho tem 5 meses e ainda não dei a vacina particular "Prevenar", gostaria de saber se ela realmente é importante??
Analiria Pimentel fala para GUGU: A pele ressecada tem várias causas. É prudente você procurar um especialista pois pele ressecada pode ser desde um problema ocasionado por um tipo de produto que você esteja usando (sabonete, shampoo) a doenças ligadas ao sistema imunológico.
Analiria Pimentel fala para Giu: A vacina pneumo 7 (Prevenar) é uma excelente vacina com proteção para mais de 10 anos e deve ser aplicada principalmente para crianças que têm problemas respiratórios (sinusite, otite e pulmonares).JC OnLine fala para Analiria Pimentel: O JC OnLine agradece a todos que participaram do bate-papo. Estaremos publicando a íntegra do chat em alguns minutos. Estejam atentos à nossa agenda!
Analiria Pimentel fala para Todos: Agradeço a oportunidade de poder transmitir orientação a todos aqueles que se interessam pelo bem-estar e saúde de seus filhos. Encontro-me à disposição na clínica Consúltórios Especializados, na Avenida Parnamirim, nº 95, Parnamirim - Recife. Telefone: (81) 3268.1500 e no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, setor de vacinas.

fonte:TVJORNAL
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


fonte:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=3965052654826A5FE04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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Especialistas garantem que a vacinação "é um processo cada vez mais seguro", mas há pais que duvidam dos benefícios da profilaxia.

Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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Não é um assunto consensual, mas é uma questão de saúde pública. A vacinação não é obrigatória em Portugal, basta assinar um termo de responsabilidade para não usar o boletim de saúde. Os técnicos defendem que as vacinas são "seguras e eficazes", todavia, há movimentos antivacinas - com significativa expressão na Holanda e França - que já conquistaram "adeptos" no nosso país. Há quem desconfie dos benefícios da profilaxia, apresentando argumentos éticos, filosóficos e religiosos para justificar a decisão. Além disso, os maiores cuidados de higiene e mudança de hábitos das sociedades contemporâneas são usados para explicar a evidente redução da mortalidade infantil, verificada nos últimos anos."Vários médicos defendem que o corpo de uma criança pequena é muito frágil para suportar os anticorpos de uma vacina. Só dei a vacina da BCG [contra a tuberculose] à minha filha mais velha, porque não estava informada. Depois falei com a minha médica e comecei a recusar todas as outras", garantia, há poucos meses, uma mãe de três crianças de 10, 9 e 5 anos, em declarações à Lusa. "Instalou-se o hábito de que é obrigatória a vacinação, razão por que levo sempre um termo de responsabilidade da médica quando vou fazer a inscrição numa escola", acrescentava. O pediatra Mário Cordeiro garante que as vacinas "são seguras e eficazes". "As vacinas são produtos externos, é verdade. E alteram a imunidade, também é verdade. Só que alteram num bom sentido, ou seja, no sentido de evitar as doenças para que são dirigidas e que podem, em muitos casos, ser graves". O médico considera que a decisão de vacinar ou não compete sempre aos pais, mas, em seu entender, há questões importantes a ponderar. "Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e se morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será mais complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico."Na opinião do pediatra, a decisão tem de ser bem sustentada. "Se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, porque não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda porque têm medo que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, como cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não os vacinarem. Não há nada que seja só bom", avisa. "A ideia de que as vacinas `mexeriam' com a nossa imunidade, podendo abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves", aponta. Mário Cordeiro lembra, a propósito, que a criança "se vacina todos os dias, especialmente se estiver num atendimento diurno (ama ou infantário), com muitas bactérias, vírus e outros microorganismos". "As vacinas que são administradas funcionam de modo semelhante. No fundo, é fazer contactar a criança com o micróbio, ou partes dele de modo a que se consiga obter a imunidade, ou seja, o desenvolvimento de defesas contra ele (anticorpos), mas sem os inconvenientes e perigos da doença", exemplifica. "O Plano Nacional de Vacinação (PNV) português tem constituído uma das formas mais eficazes e eficientes de medicina preventiva e muitos milhares de pessoas estão vivas e de boa saúde graças às vacinas e aos vacinadores". "Com algumas doenças a desaparecer - precisamente as que são evitáveis pela vacinação -, pode passar a ideia de que já não vale a pena vacinar. Nada de mais errado. É continuando a vacinar que se evitarão essas doenças", alerta Mário Cordeiro. Paula Ferreira, do Departamento de Imuno-Fisiologia e Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, não entende a decisão de não vacinar as crianças e fica preocupada com o desconhecimento que existe a este nível. "Uma criança que não é vacinada é que é um risco", comenta. "A vacinação é o melhor meio para erradicar uma doença", acrescenta. A teoria da higiene e da mudança de hábitos, habitualmente apresentada como uma espécie de substituta da vacinação, não a convence. "Isso não é suficiente". "As crianças devem ser vacinadas", reforça."A medicina tradicional chinesa nunca teve uma posição oficialmente contra as vacinas. Em qualquer intervenção da medicina convencional deve pesar-se a relação riscos/benefícios". Pedro Choy defende que a decisão de vacinar ou não uma criança é dos pais e que essa posição deve ser bem informada. "Existem vacinas indispensáveis. Se não houvesse vacinas, havia epidemias graves, que não era possível erradicar do Mundo como, por exemplo, a raiva". Em seu entender, é necessário analisar as vantagens e desvantagens. "A medicina convencional caracteriza-se por fazer mal para fazer bem, ter riscos para ter benefícios", sublinha. Pedro Choy não hesitaria em recomendar a vacina contra a tuberculose. "Mas tenho dúvidas em relação a uma criança ser vacinada contra a hepatite B". Isto porque, explica, há uma probabilidade, mesmo que seja ínfima, de "contrair a doença através da vacina". O actual Programa Nacional de Vacinação, processo que começou a ser implementado em Portugal em 1965, entrou em vigor em 2006. Foram feitas as alterações que se julgaram necessárias como, por exemplo, a introdução da vacina contra a meningite C. A subdirectora da Direcção-Geral de Saúde, Graça Freitas, esclarece, antes de tudo, que não subscreve a ideia de que há mais pais a recusar a vacinação aos filhos, sustentando que "não há estudos que confirmem" esse cenário. "Não sei se, de facto, está a aumentar, até porque o número de crianças vacinadas [cerca de 95%] tem-se mantido constante", diz. Há uma lei de 1962, que nunca foi revogada, em que apenas são obrigatórias as vacinas contra o tétano e contra a difteria", afirma Graça Freitas, acrescentando, no entanto, que "quem recuse uma vacina do PNV tem de assumir essa responsabilidade". Nos centros de saúde, os profissionais têm instruções para informar os pais da importância das vacinas. Se houver recusa, há um termo de responsabilidade para assinar. De qualquer forma, a Direcção-Geral de Saúde tem poder de tornar uma vacina obrigatória, caso haja uma doença grave que reapareça.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
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- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Antonio Nobre Folgado acredita que Lindemberg Alves, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deva ser julgado no começo de 2010. Nesta quinta-feira, após uma série de depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa, o juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais de Santo André, na Grande São Paulo, determinou que o jovem seja julgado por júri popular.
- A decisão do magistrado é perfeita e correta. Por conta do recurso da defesa, o julgamento deve demorar ainda mais de um ano. No começo de 2010 ele estará sendo julgado - diz Folgado.
Alves responde por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado, porte ilegal de armas e periclitação de vida. O crime aconteceu em outubro do ano passado. Lindemberg manteve Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, também de 15 anos, em cárcere privado por cerca de 100 horas , no apartamento em que Eloá morava com a família.
A advogada de Limdemberg, Ana Lúcia Assad, recorreu da decisão do juiz durante a audiência. Ela disse que a defesa não teve tempo de ver mais de 110 documentos, entre laudos e DVDs com matérias jornalísticas, que foram juntadas ao processo somente nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro. Ela também tentou anular a sessão alegando que o réu não poderia ser interrogado sem a análise detalhada esses documentos.
- O direito de defesa de Lindemberg foi cerceado - disse Edson Pereira, que também defende Lindemberg.
Ana Lúcia disse ainda que a audiência não poderia ocorrer sem a presença de dois policiais que participariam da invasão ao apartamento em que estavam as vítimas (Paulo Sérgio Schiavo e Frederico Mastria). O juiz, no entanto, não acolheu as suas alegações. Ele disse que os laudos não têm relação com a materialidade do crime. De acordo com o juiz, esclarecimentos periciais poderão ser requeridos pela defesa durante a preparação para o julgamento.
O juiz lembrou ainda que foram ouvidas nove testemunhas de defesa, quando o limite constitucional é oito. Uma das testemunhas foi apresentada como testemunha do juízo, atendendo pedido da defesa.
Ao todo, quatorze pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira. O depoimento de Limdemberg deveria ser o último, mas ele se manteve calado e de cabeça para baixo durante todo o tempo. Ao ser questionado pelo juiz José Carlos de França Carvalho Neto, da Vara do Júri de Execuções Criminais, ele disse:
- Prefiro me manter calado nesta oportunidade.
Lindemberg matou Eloá com dois tiros, logo depois que a polícia invadiu o apartamento da ex-namorada. A principal testemunha de acusação é a jovem Nayara Rodrigues, de 15 anos, que também ficou no apartamento sob a mira do revólver de Lindemberg no conjunto habitacional Jardim Santo André. Ela foi atingida por um tiro no rosto. Nayara foi a primeira a depor nesta quinta e não quis que o acusado pela morte da amiga ficasse na sala.




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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


fonte:G1
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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

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Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

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Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Estratégia é novo tipo de 'taxímetro' empregado por animais.Em superfície escorregadia, crustáceo perde noção da distância.

A maioria dos animais tem a habilidade de voltar para casa depois de uma saída para se alimentar, mesmo estando muito longe. Eles fazem isso, pelo menos em parte, através da integração do caminho – usando informações sobre direção e distância para retornar a um ponto de partida. Marinheiros e outros se referem a esse fenômeno como navegação estimada.

Porém, como os animais medem a distância ainda é um grande mistério. As abelhas aparentemente usam o fluxo da paisagem passando através de seu campo de visão. Alguns outros animais podem ser capazes de medir a aceleração linear e usá-la para determinar distâncias. Agora, Michael L. Walls e John E. Layne, da Universidade de Cincinnati, oferecem provas diretas de mais um método. Em artigo na publicação científica "Current Biology", eles mostram que o caranguejo Uca pugilator usa seu caminhar para medir distâncias. Os pesquisadores realizaram uma experiência na qual colocaram folhas adesivas de acetato escorregadio no caminho de caranguejos que se dirigiam a suas tocas. Eles deram o mesmo número de passos como se estivessem numa superfície normal, mas como não faziam nenhum progresso com alguns dos passos, acabaram ficando longe de suas tocas. Já que os caranguejos não se moviam, disse Layne, isso mostra que usavam movimentos das pernas como dica para medir a distância, ao invés de aceleração ou o movimento da paisagem em sua visão. Os pesquisadores descobriram que essa integração do caminhar era bastante flexível. Tanto com os caranguejos escorregadios quanto com aqueles que não encontraram os adesivos, eles descobriram que o número de passos dependia muito da distância à toca e da extensão do passo, que podia variar. “Nossa teoria é que eles não contam os passos,” disse Layne. “Eles simplesmente os somam, não importando o quão pequenos ou grandes sejam.” Ele acrescentou que o comportamento do caranguejo deve envolver sinais neuronais, indo ou vindo das pernas.


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Falha na forma como funciona o sistema nervoso pode estar por trás do fenômeno

Uma pesquisa realizada por dois médicos britânicos indica que o ato de espirrar pode estar relacionado à excitação sexual em algumas pessoas.
Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


fonte:G1
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Falha na forma como funciona o sistema nervoso pode estar por trás do fenômeno

Uma pesquisa realizada por dois médicos britânicos indica que o ato de espirrar pode estar relacionado à excitação sexual em algumas pessoas.
Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


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Uma pesquisa realizada por dois médicos britânicos indica que o ato de espirrar pode estar relacionado à excitação sexual em algumas pessoas.
Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


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Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


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Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

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Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

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Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

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Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
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Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


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Uma pesquisa realizada por dois médicos britânicos indica que o ato de espirrar pode estar relacionado à excitação sexual em algumas pessoas.
Os médicos decidiram investigar a relação entre as duas coisas depois de ler sobre o estranho caso de um paciente que tinha ataques incontroláveis de espirros toda vez que pensava em sexo.
Fazendo o levantamento em salas de bate papo na internet, eles descobriram outras 17 pessoas, de ambos os sexos, que tinham o mesmo problema.
A explicação para o fenômeno pode estar numa falha na forma como o sistema nervoso funciona, dizem os médicos no estudo, divulgado na publicação científica Journal of the Royal Society of Medicine.

Sistema nervoso autônomo

Mahmood Bhutta, um otorrinolaringologista do hospital John Radcliffe, da cidade de Oxford, foi um dos autores do estudo. Segundo ele, o fenômeno pode ser mais comum do que se pensa e ser até genético.
"Certamente parece esquisito, mas eu acho que esse reflexo demonstra a existência de relíquias evolucionárias na estrutura de uma parte do sistema nervoso chamada sistema nervoso autônomo", disse.
"Esta é a parte que comanda coisas sob as quais não temos controle, como nossos batimentos cardíacos ou a quantidade de luz que entra através de nossas pupilas."
"Às vezes, os sinais nesse sistema ficam cruzados, e eu acho que essa pode ser a razão de algumas pessoas espirrarem quanto pensam em sexo", explicou Bhutta.
O médico disse que vergonha ou timidez podem acabar fazendo as pessoas não admitirem o problema.


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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:13  comentar

Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:13  comentar

Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:13  comentar

Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


fonte:G1
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Estudo americano comprova que a primeira impressão é mesmo a que fica.

Em relacionamentos baseados em confiança mútua, traição logo no início da relação pode ser mais difícil de superar do que se ocorrer após os vínculos terem sido estabelecidos, de acordo com um estudo publicado no boletim científico "Personality and Social Psychology".
Embora trair a confiança do outro nunca seja bom para o relacionamento, os resultados mostram que quando a traição ocorre cedo, as sementes da dúvida uma vez plantadas podem permanecer para sempre, explicou Robert Lount, co-autor do estudo, professor do College of Business da Ohio State University, nos Estados Unidos.
"A primeira impressão é importante quando você quer construir uma confiança duradoura", disse Lount.
O estudo parece contrariar a crença popular de que muitos bons relacionamentos começam mal.
"Nossos resultados contrariam a fórmula hollywoodiana onde o ódio à primeira vista leva depois a um relacionamento apaixonado e maravilhoso", disse o especialista. "A probabilidade de isso acontecer na vida real é muito pequena".
"Se você começa com o pé esquerdo, o relacionamento pode não se recuperar completamente nunca mais".
"É mais fácil recobrar a confiança depois de uma deslealdade se você já tem um relacionamento forte", acrescentou.
Dilema do Prisioneiro
Em dois experimentos associados, Lount e sua equipe convidaram estudantes da faculdade a participar de jogos onde seus parceiros traíam sua confiança no início ou no meio do jogo.
O objetivo era verificar quão dispostos os estudantes estavam a cooperar com o parceiro após sua confiança ter sido traída.
Os pesquisadores usaram um jogo famoso em psicologia, o Dilema do Prisioneiro.
Nesta versão, os dois jogadores tinham de decidir isoladamente, sem falar um com o outro, se iriam cooperar mutuamente ou trair um ao outro em troca de uma recompensa financeira.
Se ambos decidissem cooperar, ganhavam US$ 24 cada.
Se um jogador decidia trair e o outro decidia cooperar, o traidor ganhava US$ 30 e o parceiro traído ganhava apenas US$ 6.
Se ambos se traíssem, ganhavam US$ 12 cada.
Segundo o especialista, os pagamentos recompensando a cooperação tinham o objetivo de incentivá-la.
Como parte do experimento, os participantes também leram um texto sobre cooperação, descrevendo quão benéfica ela é em jogos desse tipo.
E para estimular os participantes a levar o jogo a sério, os especialistas anunciaram que vários voluntários seriam selecionados aleatoriamente para receber em dinheiro real parte da quantia ganha durante o jogo.
No primeiro experimento, 138 estudantes jogaram várias rodadas em computadores que, segundo os pesquisadores, estavam conectados a estudantes em outra sala.
Entretanto, eles estavam na verdade jogando com a máquina, programada para traí-los em um ponto específico durante mais de 30 rodadas do jogo.
Alguns computadores estavam programados para trair o estudante nas duas primeiras rodadas do jogo. Outros, para trair o jogador nas rodadas seis e sete ou onze e doze.
Em todos os casos, os computadores foram programados para cooperar com o jogador nas 30 rodadas que sucederam a traição, independentemente das jogadas dos participantes.
Um outro grupo de estudantes jogou com máquinas programadas para sempre cooperar com os participantes, quaisquer que fossem suas jogadas durante o experimento.
Os participantes recebiam avisos do computador quando faltavam apenas dez rodadas para o fim do jogo.
"O jogo final é muito importante, porque se você decide ser desleal, seu parceiro não tem muitas oportunidades de se vingar de você", disse Lount. "Se você não confia no seu parceiro, é na última rodada que existe maior probabilidade de você o trair".
Neste experimento, os participantes que foram traídos nas duas primeiras rodadas do jogo apresentaram menor probabilidade de cooperar no final do jogo.
Seu índice de cooperação foi menor do que 70% nas dez últimas rodadas, ou seja, este grupo foi o que menos demonstrou confiança nos parceiros.
Participantes traídos mais tarde - após dez rodadas de cooperação - tiveram maior probabilidade de cooperar nas rodadas finais: acima de 90%.
Esse índice foi na verdade ligeiramente maior do que o obtido por participantes que não foram traídos durante todo o jogo.
'Difícil de superar'
Lount chamou a atenção para o fato de que, em todos os casos, o computador traiu os participantes o mesmo número de vezes - apenas duas vezes durante as mais de 30 rodadas do experimento. O momento das traições, no entanto foi crucial.
"Uma deslealdade imediata é particularmente difícil de superar, e traições mais tardias são consideravelmente menos prejudiciais", disse.
Em um questionário preenchido pelos voluntários após o experimento, os que foram traídos logo no início avaliaram seus parceiros como menos confiáveis do que aqueles cujos parceiros os traíram mais adiante.
O segundo experimento, feito com 108 estudantes, foi igual ao primeiro, mas os voluntários tiveram de responder a uma lista pequena de perguntas a respeito dos seus sentimentos e de sua percepção em relação ao parceiro imediatamente após a traição e, depois disso, a cada dez rodadas.
Participantes que tiveram sua confiança traída logo no início fizeram as avaliações mais negativas dos parceiros.
Embora essas avaliações tenham melhorado com a passagem do tempo, mesmo depois de 20 rodadas com cooperação após a primeira traição, a demonstração de deslealdade logo no início gerou avaliações mais negativas do que quando ela não ocorreu ou ocorreu mais tarde.
"Nossos resultados sugerem que traições da confiança no início são particularmente graves porque prejudicam seriamente as impressões que as pessoas têm a respeito de seu parceiro, e isso é difícil de reparar", ele disse.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:46  comentar

Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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Macho e fêmea sincronizam freqüência de 'canto' quando se encontram.Antes, achava-se que 'mosquita' era surda; achado pode ajudar controle.
A situação não podia ser mais romântica: o mosquito macho está voando como quem não quer nada, emitindo seu zumbido tradicional, quando escuta o som produzido por uma fêmea. O barulho que emitem está em "notas" diferentes, mas ao se ouvirem eles se afinam um com o outro, passando a "cantar" em uníssono. Segundo um novo estudo, é assim que começa o namoro entre dois Aedes aegypti, os temidos transmissores da dengue e da febre amarela.

A parceria musical entre os vilões foi esmiuçada por uma equipe sob a batuta de Ronald Hoy, do Departamento de Neurobiologia e Comportamento da Universidade Cornell (EUA). Em artigo na revista especializada americana "Science", Hoy e companhia relatam uma série de experimentos, os quais põem por terra o mito de que as "mosquitas" eram surdas. Além disso, eles verificaram que fêmeas não-virgens têm menos tendência a fazer duetos com machos, o que pode ajudar a controlar a reprodução indesejada da espécie.
Outro mito derrubado pela pesquisa é de que os "ouvidos" dos mosquitos (na verdade formados pelas antenas e por um aparato associado, o órgão de Johnston) só conseguem escutar sons de frequência abaixo de 800 Hz. Na verdade, o dueto apaixonado acontece numa frequência bastante acima, de 1.200 Hz.


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RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/01/09/nasce-menina-britanica-geneticamente-modificada-para-nao-carregar-gene-do-cancer-589661691.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:39  comentar

RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/01/09/nasce-menina-britanica-geneticamente-modificada-para-nao-carregar-gene-do-cancer-589661691.asp
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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/01/09/nasce-menina-britanica-geneticamente-modificada-para-nao-carregar-gene-do-cancer-589661691.asp
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RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/01/09/nasce-menina-britanica-geneticamente-modificada-para-nao-carregar-gene-do-cancer-589661691.asp
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RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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RIO - A primeira criança selecionada geneticamente para não carregar um gene do câncer nasceu nesta sexta-feira, afirmou à "CNN" um porta-voz do University College of London. A técnica utilizada pelos cientistas permite gerar embriões in vitro selecionando apenas os que não carregam a versão maligna do gene BRCA-1, que causa em 80% dos casos de câncer de mama ou de ovário, para serem implantados no útero materno.
Os jornais britânicos já batizaram o neném como "cancer free" baby (bebê livre do câncer). O embrião foi implantado depois de os cientistas checarem se estava livre do gene causador dos cânceres de mama ou ovário.
- Essa menina não terá que enfrentar o fantasma de desenvolver esses tipos de câncer quando for adulta - disse Paul Serhal, do University College of London.
Os pais da menina, que não se identificaram para a imprensa, resolveram gerar o bebê desta forma porque nas últimas três gerações da família do marido havia ocorrido o diagnóstico de câncer de mama em mulheres com cerca de 20 anos. Sem a seleção genética, qualquer filha poderia ter grandes chances de desenvolver os dois tipos de câncer.
- Seus pais poderão ficar tranquilos em relação ao risco de influenciar no desenvolvimento dessa doença na filha.
A mãe, de 27 anos, explica qual foi a sua intenção ao participar do procedimento laboratorial.
- Isso era algo que eu tinha que tentar porque se a minha filha nascesse com aquele gene e ficasse doente eu não conseguiria olhar para o rostinho dela sabendo que não tentei - afirmou a mulher.
A técnica, no entanto, causou polêmica. Vários grupos "pro-life", ou seja, contrários ao aborto, afirmam que é moralmente errado destacar bebês imperfeitos. Eles descrevem a técnica como "instrumento para achar e matar".
- Essa técnica é simplesmente um mecanismo que impede o nascimento de qualquer pessoa que possa sofrer dessa doença - disse Josephine Quintavalle, uma das fundadoras da organização Comment on Reproductive Ethics.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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JERUSALÉM - As Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta sexta-feira que retomarão as suas operações em Gaza após receber "garantias críveis" do alto comando militar israelense de que suas tropas respeitarão os trabalhos humanitários da organização.
- Os deslocamentos do pessoal da ONU, que haviam sido suspensos, serão retomados assim que for possível - disse a porta-voz Michèle Montas.
A distribuição de alimentos e medicamentos às vítimas do conflito foi interrompida depois que a organização humanitária foi alvo de uma série de ataques da artilharia israelense. Na terça-feira, duas escolas administradas pela ONU foram alvejadas na Faixa de Gaza, matando dezenas de pessoas. Na quinta, um ataque de Israel contra um comboio que cruzava a passagem de Erez matou dois funcionários da entidade .
Nesta sexta-feira, as Nações Unidas também acusaram as forças de Israel de abrigar um grupo de palestinos em uma casa na Faixa de Gaza e depois atacar o local com tanques, matando 30 dos refugiados. A ofensiva israelense lançada há 14 dias contra o Hamas já teria deixado mais de 770 palestinos mortos, a maioria deles civis e crianças. No lado israelense, foram registradas dez mortes, na maioria militares.
O Conselho de Segurança da organização aprovou nesta madrugada uma resolução pedindo o cessar-fogo imediato entre o grupo radical islâmico Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e as forças de Israel, além da retirada das tropas israelenses, mas os dois lados voltaram a atacar. O premier de Israel, Ehud Olmert, disse que a "decisão é impraticável".
O Exército israelense disse que está investigando o novo incidente denunciado pela ONU. Um relatório do Escritório do Coordenador de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) tornado público nesta sexta diz que, no dia 4 de janeiro, soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa na área de Zeitoun, no centro de Gaza, dizendo a eles para não saírem do local. Citando testemunhas, o relatório informa que, depois, a casa foi atingida por bombas, que mataram 30 pessoas.
Médicos palestinos disseram que, no dia 5 de janeiro, receberam 12 corpos de uma mesma família numa casa atingida pela artilharia israelense. Segundo eles, o número total de mortos subiu para 30, já que mais corpos foram retirados dos escombros. Eles identificaram a maioria dos mortos como membros de uma família de sobrenome Samouni. O Ocha disse que, entre os mortos, há três crianças. No 14º dia de conflito, aviões israelenses lançaram bombas na periferia de Gaza. Em outra região da Faixa de Gaza, ao norte, na localidade Beit Lahiya, médicos palestinos contaram que seis pessoas de uma mesma família foram mortas quando a casa onde elas viviam foi destruída por tanques.
O relatório do Ocha também afirma que, segundo o Ministério Palestino de Saúde, 758 palestinos foram mortos até quinta-feira e mais de 40% deles são mulheres e crianças.


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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:13  comentar

“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



fonte:G1
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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



fonte:G1
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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



fonte:G1
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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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A estudante falou nesta quinta (8) à Justiça, em Santo André.Ela disse que Lindemberg sempre quis matar a ex-namorada.
Durante o depoimento de quase duas horas que deu nesta quinta-feira (8) no fórum de Santo André, no ABC, a estudante Nayara da Silva respondeu todas as perguntas feitas pelo juiz sobre o caso Eloá. A adolescente, que adotou novo visual (pintou os cabelos loiros com a cor vermelha), se manteve tranquila, de acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nayara, no entanto, não soube dizer de quem partiram os dois disparos no momento em que policiais do Grupo de Atuações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar invadiram o apartamento onde ela e Eloá Pimentel, de 15 anos, eram mantidas reféns em Santo André, em outubro do ano passado. Os disparos atingiram o rosto de Nayara e a cabeça de Eloá, que morreu dias depois.
Segundo a sobrevivente, a PM só entrou após Lindemberg colocar a mesa encostada na porta da sala. Seu objetivo era criar uma barricada para dificultar uma entrada da polícia. Depois disso, ela ouviu um “estampido”, sem determinar se se tratava de um tiro ou bomba. Em seguida, houve os dois disparos. Nayara contou ao juiz José Carlos de França Carvalho Neto que, ao sair do apartamento, olhou para trás e viu a amiga Eloá desacordada, deitada no sofá. Ela manteve o discurso que deu à polícia sobre o motivo do seqüestro. “Ele entrou [no apartamento] para matar a Eloá. Não admitia que ela não o aceitasse de volta”, teria dito a menina, segundo o Tribunal de Justiça. A adolescente também disse ao magistrado que Lindemberg a culpava por Eloá ter terminado o relacionamento de dois anos e sete meses com ele. Segundo Nayara, quando Lindemberg entrou no imóvel, ele não tocou a campainha porque a porta estava destrancada. Nayara, Eloá e dois amigos se preparavam para fazer um trabalho de escola. Com o tempo, os pais dos jovens começaram a ligar preocupados, Lindemberg ficou nervoso e não deixou ninguém atender o telefone. Um PM foi até a casa de Eloá e, de acordo com Nayara, Lindemberg atirou contra eles. Durante todo o seqüestro mais quatro disparos teriam sido feitos por Lindemberg: uma na tela de um computador, um no teto, e dois contra a multidão que acompanhava o caso do lado de fora. A jovem relatou que Alves alternava momentos de humor e discutia muito com a ex-namorada. “Ele se gabava e dizia que era o príncipe do gueto”, teria dito a menina no fórum. Sobre a volta ao apartamento – Nayara tinha sido solta um dia após o início do seqüestro – a adolescente contou que foi a polícia quem pediu para que ela, por telefone, convencesse Alves a se entregar e soltar Eloá. A jovem disse ter sido “orientada” pelo criminoso a entrar no imóvel. Ela então entrou assim que viu pela fresta da porta que Eloá tinha um revólver apontado para a cabeça. O depoimento de Nayara ocorreu entre 9h20 e 11h desta quinta-feira. Os dois outros meninos que também foram mantidos reféns no apartamento foram ouvidos por volta das 12h20.



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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


fonte:Mães em Rede
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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Período de férias lá em casa também é sinônimo de chamar amigos para brincar ou ir fazer o mesmo na casa deles. Esta primeira semana do ano foi bem assim: a cada dia um amigo em casa ou um filho fora. Meu mais velho chegou a emendar dois dias sem me ver. E na terça foi a vez de um amigo do Lucas estrear dormir fora de casa lá com a gente. Pedro tem cinco anos e é amigo do meu caçula desde os tempos de engatinhar no pátio da creche. Foram para escolas diferentes, mas mantiveram o vínculo e a sintonia, gostam das mesmas brincadeiras, nunca discordam, sabem brincar juntos e sem disputas. Na terça, quando a mãe foi buscá-lo ele me perguntou: posso ficar e dormir aqui? “Por mim, tudo bem”, respondi, antes de descobrir que seria a “estréia” dele na casa de amigos. Mas ao saber, confesso, fiquei meio tensa. Imediatamente lembrei que os pais moram bem perto e acreditei que não teria problema. E não teve mesmo. Jantamos, brincamos com alguns jogos de tabuleiros e na hora de dormir ele simplesmente virou para o lado e apagou. Mas o episódio me fez pensar nessa questão: quando deixar nossos bebês ganharem essa maioridade ? Ok, casa de avós, tios e parentes vale de teste-piloto, mas é quase uma extensão da nossa casa. Tenho amigos cujos filhos não dormem fora de jeito algum e outras que deixaram com bem menos idade.
O que é melhor? Não sei.
Danilo inaugurou sua fase com uns cinco anos e nunca me preocupou porque sempre foi mais descolado. Já Lucas dormiu fora na casa de amigos pela primeira vez no carnaval do ano passado, já com cinco anos, mas tinha com ele a companhia do irmão. Nunca dormiu sozinho, nunca pediu nem provocou oportunidade. Mas acho que está chegando a hora de dar mais esse voo e estimulá-lo a ganhar mais autonomia. Quem sabe na casa do próprio amigo Pedro ainda nessas férias?


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Trabalho perto dos “nóinhas”. Expulsos da Cracolândia, na região central de São Paulo, os meninos de rua que cheiram cola, fumam crack e têm o olhar desnorteado vieram morar sob os viadutos da Paulista. Tenho medo da sua falta de medo.
Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

ACHO QUE AQUI NÃO VAI COLAR...SERÁ QUE ALGUÉM VAI TENTAR TIRÁ-LOS DA RUA?


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Trabalho perto dos “nóinhas”. Expulsos da Cracolândia, na região central de São Paulo, os meninos de rua que cheiram cola, fumam crack e têm o olhar desnorteado vieram morar sob os viadutos da Paulista. Tenho medo da sua falta de medo.
Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
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“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
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Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Trabalho perto dos “nóinhas”. Expulsos da Cracolândia, na região central de São Paulo, os meninos de rua que cheiram cola, fumam crack e têm o olhar desnorteado vieram morar sob os viadutos da Paulista. Tenho medo da sua falta de medo.
Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

ACHO QUE AQUI NÃO VAI COLAR...SERÁ QUE ALGUÉM VAI TENTAR TIRÁ-LOS DA RUA?


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Trabalho perto dos “nóinhas”. Expulsos da Cracolândia, na região central de São Paulo, os meninos de rua que cheiram cola, fumam crack e têm o olhar desnorteado vieram morar sob os viadutos da Paulista. Tenho medo da sua falta de medo.
Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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Lembrei deles ao encontrar a notícia de que a rede pescou de jeito os meninos de rua de Buenos Aires. Segundo a BBC Brasil informa, “um levantamento realizado pelo governo da cidade revelou que 97% dos meninos que vivem nas ruas já usaram internet alguma vez na vida. Deste total, 30% navegam duas ou três vezes por semana e 55% passam mais de uma hora conectados à rede.”
“A mesma pesquisa apontou que 30% do total destes usuários gastam entre seis e 20 pesos por semana (entre R$ 4 e R$ 14) para pagar o acesso à internet nos cybercafés. A maioria deles (65%) prefere trocar mensagens com os amigos, já que quase a metade tem e-mail. A pesquisa ainda revelou que 20% já possuem um fotolog.
Os resultados são possíveis porque em Buenos Aires – e no resto da Argentina também – existe praticamente um “locutório” (como os argentinos chamam os cybercafés) em cada esquina. Os preços pela hora na internet variam, mas são considerados acessíveis para a maioria da população e podem custar entre 50 centavos e um peso.
Para facilitar o acesso dos meninos carentes à informática, o governo da cidade de Buenos Aires criou dois “locutórios” gratuitos e exclusivos para essas crianças.
Do total de usuários argentinos, 64,2% têm computador em casa, 19,4% entram na internet no trabalho e os outros 4,2% o fazem de universidades e outras instituições.”
Com internet à disposição, como ficaria o olhar dos nóinhas?

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RIO - É um novo dia para os Estados Unidos e o Homem-Aranha embarca nesta viagem! Para celebrar a posse do futuro presidente americano, Barack Obama, a Marvel Comics vai presentear seus leitores com uma nova aventura que une Obama e o super-herói na mesma história em quadrinhos: "Spidey Meets the President" (Aranha encontra com o presidente).
A aventura acontece na capital americana, Washington DC, no dia da posse de Obama. Durante a cerimônia, um velho inimigo do herói tenta estragar a festa. Os fãs do super-herói poderão encontrar a edição de número 583 nas lojas de quadrinhos a partir do dia 14 de janeiro.
- Quando descobrimos que o presidente eleito Obama era um colecionador de revistas do Homem-Aranha, sabíamos que as duas figuras históricas deveriam se encontrar nos quadrinhos do "Universo Marvel" - disse o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada.
- Momentos históricos, como a posse de um presidente, são reproduzidos em nossos quadrinhos porque o "Universo Marvel" fica no mundo real. Um fã do Homem-Aranha se mudando para a Casa Branca é um evento que deve ser celebrado nas páginas de O Extraordinário Homem-Aranha.
A Marvel já apresentou a maioria dos presidentes americanos, mas normalmente como coadjuvante.
- Acho que talvez o presidente Nixon tenha aparecido na capa, mas não em boas condições - disse o editor.
O presidente eleito disse que quando era criança colecionou revistas do Homem-Aranha e de Conan o Bárbaro. Em sua página virtual do Senado, Obama colocava fotos na frente de uma estátua do Super-Homem.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:18  comentar

RIO - É um novo dia para os Estados Unidos e o Homem-Aranha embarca nesta viagem! Para celebrar a posse do futuro presidente americano, Barack Obama, a Marvel Comics vai presentear seus leitores com uma nova aventura que une Obama e o super-herói na mesma história em quadrinhos: "Spidey Meets the President" (Aranha encontra com o presidente).
A aventura acontece na capital americana, Washington DC, no dia da posse de Obama. Durante a cerimônia, um velho inimigo do herói tenta estragar a festa. Os fãs do super-herói poderão encontrar a edição de número 583 nas lojas de quadrinhos a partir do dia 14 de janeiro.
- Quando descobrimos que o presidente eleito Obama era um colecionador de revistas do Homem-Aranha, sabíamos que as duas figuras históricas deveriam se encontrar nos quadrinhos do "Universo Marvel" - disse o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada.
- Momentos históricos, como a posse de um presidente, são reproduzidos em nossos quadrinhos porque o "Universo Marvel" fica no mundo real. Um fã do Homem-Aranha se mudando para a Casa Branca é um evento que deve ser celebrado nas páginas de O Extraordinário Homem-Aranha.
A Marvel já apresentou a maioria dos presidentes americanos, mas normalmente como coadjuvante.
- Acho que talvez o presidente Nixon tenha aparecido na capa, mas não em boas condições - disse o editor.
O presidente eleito disse que quando era criança colecionou revistas do Homem-Aranha e de Conan o Bárbaro. Em sua página virtual do Senado, Obama colocava fotos na frente de uma estátua do Super-Homem.


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A aventura acontece na capital americana, Washington DC, no dia da posse de Obama. Durante a cerimônia, um velho inimigo do herói tenta estragar a festa. Os fãs do super-herói poderão encontrar a edição de número 583 nas lojas de quadrinhos a partir do dia 14 de janeiro.
- Quando descobrimos que o presidente eleito Obama era um colecionador de revistas do Homem-Aranha, sabíamos que as duas figuras históricas deveriam se encontrar nos quadrinhos do "Universo Marvel" - disse o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada.
- Momentos históricos, como a posse de um presidente, são reproduzidos em nossos quadrinhos porque o "Universo Marvel" fica no mundo real. Um fã do Homem-Aranha se mudando para a Casa Branca é um evento que deve ser celebrado nas páginas de O Extraordinário Homem-Aranha.
A Marvel já apresentou a maioria dos presidentes americanos, mas normalmente como coadjuvante.
- Acho que talvez o presidente Nixon tenha aparecido na capa, mas não em boas condições - disse o editor.
O presidente eleito disse que quando era criança colecionou revistas do Homem-Aranha e de Conan o Bárbaro. Em sua página virtual do Senado, Obama colocava fotos na frente de uma estátua do Super-Homem.


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RIO - É um novo dia para os Estados Unidos e o Homem-Aranha embarca nesta viagem! Para celebrar a posse do futuro presidente americano, Barack Obama, a Marvel Comics vai presentear seus leitores com uma nova aventura que une Obama e o super-herói na mesma história em quadrinhos: "Spidey Meets the President" (Aranha encontra com o presidente).
A aventura acontece na capital am