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6.1.09
Em Krasnoyarsk, Cristado Chinês foi decorado para o Natal Ortodoxo.Essa raça dominou a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.
(CHINESE CRESTED)

Julia Lesnikova, funcionária de um salão de beleza para animais, decora um cão Cristado Chinês, de 3 anos, na cidade de Krasnoyarsk (Rússia), para o Natal Ortodoxo. A raça Cristado Chinês é a mesma dos cães que dominaram nos últimos anos a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.

NEM POR ISSO MERECIA SER PINTADO!
MALDADE!


FONTE:G1
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Em Krasnoyarsk, Cristado Chinês foi decorado para o Natal Ortodoxo.Essa raça dominou a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.
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Julia Lesnikova, funcionária de um salão de beleza para animais, decora um cão Cristado Chinês, de 3 anos, na cidade de Krasnoyarsk (Rússia), para o Natal Ortodoxo. A raça Cristado Chinês é a mesma dos cães que dominaram nos últimos anos a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.

NEM POR ISSO MERECIA SER PINTADO!
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Em Krasnoyarsk, Cristado Chinês foi decorado para o Natal Ortodoxo.Essa raça dominou a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.
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NEM POR ISSO MERECIA SER PINTADO!
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Em Krasnoyarsk, Cristado Chinês foi decorado para o Natal Ortodoxo.Essa raça dominou a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.
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Em Krasnoyarsk, Cristado Chinês foi decorado para o Natal Ortodoxo.Essa raça dominou a eleição do cachorro mais feio do mundo nos EUA.
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NEM POR ISSO MERECIA SER PINTADO!
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Sachivalu Rambabu utiliza o nariz para pintar suas obras há oito anos.Ele teve a idéia de usar o nariz porque queria fazer algo diferente.
Em vez de pincéis, o indiano Sachivalu Rambabu usa o nariz para pintar seus quadros na cidade de Hyderabad, no estado de Andhra Pradesh (Índia).
Sachivalu Rambabu afirmou que utiliza o nariz para pintar suas obras de arte há oito anos.
Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


fonte:G1
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Sachivalu Rambabu utiliza o nariz para pintar suas obras há oito anos.Ele teve a idéia de usar o nariz porque queria fazer algo diferente.
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Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


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Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


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Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


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Sachivalu Rambabu afirmou que utiliza o nariz para pintar suas obras de arte há oito anos.
Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


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Sachivalu Rambabu utiliza o nariz para pintar suas obras há oito anos.Ele teve a idéia de usar o nariz porque queria fazer algo diferente.
Em vez de pincéis, o indiano Sachivalu Rambabu usa o nariz para pintar seus quadros na cidade de Hyderabad, no estado de Andhra Pradesh (Índia).
Sachivalu Rambabu afirmou que utiliza o nariz para pintar suas obras de arte há oito anos.
Ele disse ainda queria fazer algo diferente e, por isso, teve a idéia de usar o nariz no lugar do pincel.


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Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
O vendedor Ronaldo Nunes Abranches, 34 anos, pai da menina Ana Clara, de 1 ano e 9 meses, disse que ficou aliviado por reencontrar a filha. Ela passou quatro dias em um buraco após sumir durante as comemorações do réveillon em Ariquemes (RO), na manhã de quinta-feira (1º). A filha dele foi reencontrada por policiais militares nesta segunda-feira (5).
"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 18:53  comentar

Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
O vendedor Ronaldo Nunes Abranches, 34 anos, pai da menina Ana Clara, de 1 ano e 9 meses, disse que ficou aliviado por reencontrar a filha. Ela passou quatro dias em um buraco após sumir durante as comemorações do réveillon em Ariquemes (RO), na manhã de quinta-feira (1º). A filha dele foi reencontrada por policiais militares nesta segunda-feira (5).
"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
O vendedor Ronaldo Nunes Abranches, 34 anos, pai da menina Ana Clara, de 1 ano e 9 meses, disse que ficou aliviado por reencontrar a filha. Ela passou quatro dias em um buraco após sumir durante as comemorações do réveillon em Ariquemes (RO), na manhã de quinta-feira (1º). A filha dele foi reencontrada por policiais militares nesta segunda-feira (5).
"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
O vendedor Ronaldo Nunes Abranches, 34 anos, pai da menina Ana Clara, de 1 ano e 9 meses, disse que ficou aliviado por reencontrar a filha. Ela passou quatro dias em um buraco após sumir durante as comemorações do réveillon em Ariquemes (RO), na manhã de quinta-feira (1º). A filha dele foi reencontrada por policiais militares nesta segunda-feira (5).
"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
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"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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Ela desapareceu nas comemorações do réveillon em Ariquemes (RO).Vítima está internada com ferimentos leves e picadas de inseto.
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A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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O vendedor Ronaldo Nunes Abranches, 34 anos, pai da menina Ana Clara, de 1 ano e 9 meses, disse que ficou aliviado por reencontrar a filha. Ela passou quatro dias em um buraco após sumir durante as comemorações do réveillon em Ariquemes (RO), na manhã de quinta-feira (1º). A filha dele foi reencontrada por policiais militares nesta segunda-feira (5).
"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
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Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
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Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
Inicialmente, os familiares acreditavam que a menina tivesse caído em um rio, que fica a cerca de 300 metros do local da festa. Ela foi encontrada instantes depois de policiais terem encontrado a sandália que ela usava em um matagal perto do buraco.



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"A mão de Deus ajudou minha filha a sobreviver", disse Abranches, que é evangélico. "Nunca perdemos a fé em reencontrá-la. Oramos todos os dias para que tivéssemos boas notícias. Felizmente ela apareceu."
A menina comemorava o réveillon com familiares em um sítio quando os pais sentiram falta dela por volta das 10h de quinta-feira.
O Corpo de Bombeiros e policiais militares foram chamados para fazer as buscas na região.
Ana Clara Abranches, segundo a polícia, teria perdido cerca de três quilos durante o período.
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RECIFE - Uma baleia adulta e um filhote encalharam na praia do Leão, em Fernando de Noronha, na tarde de segunda-feira. O filhote nadava, mas a mãe não conseguia sair do lugar. Com a ajuda de biólogos e do Corpo de Bombeiros, os animais foram levados para longe da praia. Para os pesquisadores, as chances de a mãe sobreviver são remotas. Ela teria inspirado areia e pode ter tido o funcionamento dos pulmões comprometido.


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RECIFE - Uma baleia adulta e um filhote encalharam na praia do Leão, em Fernando de Noronha, na tarde de segunda-feira. O filhote nadava, mas a mãe não conseguia sair do lugar. Com a ajuda de biólogos e do Corpo de Bombeiros, os animais foram levados para longe da praia. Para os pesquisadores, as chances de a mãe sobreviver são remotas. Ela teria inspirado areia e pode ter tido o funcionamento dos pulmões comprometido.


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RECIFE - Uma baleia adulta e um filhote encalharam na praia do Leão, em Fernando de Noronha, na tarde de segunda-feira. O filhote nadava, mas a mãe não conseguia sair do lugar. Com a ajuda de biólogos e do Corpo de Bombeiros, os animais foram levados para longe da praia. Para os pesquisadores, as chances de a mãe sobreviver são remotas. Ela teria inspirado areia e pode ter tido o funcionamento dos pulmões comprometido.


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RECIFE - Uma baleia adulta e um filhote encalharam na praia do Leão, em Fernando de Noronha, na tarde de segunda-feira. O filhote nadava, mas a mãe não conseguia sair do lugar. Com a ajuda de biólogos e do Corpo de Bombeiros, os animais foram levados para longe da praia. Para os pesquisadores, as chances de a mãe sobreviver são remotas. Ela teria inspirado areia e pode ter tido o funcionamento dos pulmões comprometido.


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RECIFE - Uma baleia adulta e um filhote encalharam na praia do Leão, em Fernando de Noronha, na tarde de segunda-feira. O filhote nadava, mas a mãe não conseguia sair do lugar. Com a ajuda de biólogos e do Corpo de Bombeiros, os animais foram levados para longe da praia. Para os pesquisadores, as chances de a mãe sobreviver são remotas. Ela teria inspirado areia e pode ter tido o funcionamento dos pulmões comprometido.


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MATO GROSSO - Rir para não chorar. A Coordenação de Exames Vestibulares (CEV) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFTM) divulgou alguns exemplos das respostas de candidatos que prestaram o vestibular 2009 da instituição. As 'pérolas', respostas absurdas, apontadas pelos candidatos, a princípio causam risos. No entanto, demonstram o despreparo dos estudantes na compreensão e interpretação das questões apresentadas nas provas discursivas.
Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
O resultado final do vestibular 2009 da UFMT deve ser divulgado ainda este mês.


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MATO GROSSO - Rir para não chorar. A Coordenação de Exames Vestibulares (CEV) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFTM) divulgou alguns exemplos das respostas de candidatos que prestaram o vestibular 2009 da instituição. As 'pérolas', respostas absurdas, apontadas pelos candidatos, a princípio causam risos. No entanto, demonstram o despreparo dos estudantes na compreensão e interpretação das questões apresentadas nas provas discursivas.
Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
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- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
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A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
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Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
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A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
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Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
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Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
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A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
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O resultado final do vestibular 2009 da UFMT deve ser divulgado ainda este mês.


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MATO GROSSO - Rir para não chorar. A Coordenação de Exames Vestibulares (CEV) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFTM) divulgou alguns exemplos das respostas de candidatos que prestaram o vestibular 2009 da instituição. As 'pérolas', respostas absurdas, apontadas pelos candidatos, a princípio causam risos. No entanto, demonstram o despreparo dos estudantes na compreensão e interpretação das questões apresentadas nas provas discursivas.
Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
O resultado final do vestibular 2009 da UFMT deve ser divulgado ainda este mês.


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MATO GROSSO - Rir para não chorar. A Coordenação de Exames Vestibulares (CEV) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFTM) divulgou alguns exemplos das respostas de candidatos que prestaram o vestibular 2009 da instituição. As 'pérolas', respostas absurdas, apontadas pelos candidatos, a princípio causam risos. No entanto, demonstram o despreparo dos estudantes na compreensão e interpretação das questões apresentadas nas provas discursivas.
Em uma das questões, é apresentada uma charge onde o morador de uma pequena ilha se surpreende com um navio de guerra com a bandeira norte-americana. Ele questiona o que aquela frota faz no Caribe. Outro morador responde que o navio deve estar procurando armas de destruição em massa. Com base nesta charge, a UFMT perguntou em que fato histórico se baseou a ironia da charge. Como resposta, pretendia obter dos candidatos argumentos referente à invasão americana no Iraque. Candidatos responderam, jocosamente ou não, fatos históricos que nada têm a ver com o que propunha a charge. Um deles citou a descoberta do Brasil. Outro disse que o fato se refere ao ataque às Torres Gêmeas.
- Baseia-se na Segunda Guerra Mundial em que os EUA, buscou armas e ajuda no Caribe exatamente na Ilha Pearl Mabor (sic) - afirma um outro candidato.
- Lendo a charge o fato baseia um pouco com o Brasil, que compra contrabando de outros estados - atesta outro candidato.
Uma questão apresentava uma propaganda da Petrobras sobre suas ações em prol da natureza. A pergunta era sobre como a construção da propaganda favorece a natureza e não privilegia a cultura. A resposta correta seria sobre a frase que a Petrobras não deixará a natureza virar peça de museu, igualando a arte a nada.
A idéia não foi entendida por muitos candidatos.
- Se o peixe-boi não é peixe não é boi para que preservar? - questionou um estudante.
- Possibilita dizendo que a grande parte da população brasileira tem como cultura visitar, passear com a família em museus. Assim tornando uma coisa com mais livre acesso - tentou argumentar outro vestibulando. - A propaganda só nos ensina que devemos proteger somente o peixe-boi, quando o certo seria explicar que devemos cuidar de toda à natureza, todos os dias e criar-mos uma cultura de preservação - diz um terceiro candidato.
A CEV mostrou-se preocupada com o nível das respostas dos candidatos. Para a UFMT, essa amostra evidencia que a produção de leitura vai além do conhecimento lingüístico.
- Abarca o conhecimento das diversas disciplinas escolares, o contexto familiar, a vivência do aluno; evidencia também a necessidade de discussão, reflexão principalmente no momento em que se ensina leitura - explica.
O resultado final do vestibular 2009 da UFMT deve ser divulgado ainda este mês.


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SÃO PAULO - Um menino de 9 anos atacou um estuprador que atacava a mãe dele, em Bauru, a 323 quilômetros da capital, na manhã de segunda-feira. Além de impedir o crime, ele provocou um corte que garantiu dez pontos na orelha do agressor, que acabou preso. Paulo Henrique Ferreira, de 35 anos, invadiu a casa da vítima e abraçou a dona-de-casa G.M., também de 35, por trás. A vítima contou que, inicialmente, achou que era o marido e virou sorridente, mas deu de cara com o homem e se pensou que se tratava de um assalto.
Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
A família e os vizinhos passaram a tarde desta segunda-feira prestando depoimento na delegacia, enquanto o suspeito era examinado por médicos. Ferreira já tem passagem por lesão corporal e direção perigosa.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/06/menino-de-9-anos-salva-mae-de-estupro-em-bauru-587906929.asp
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SÃO PAULO - Um menino de 9 anos atacou um estuprador que atacava a mãe dele, em Bauru, a 323 quilômetros da capital, na manhã de segunda-feira. Além de impedir o crime, ele provocou um corte que garantiu dez pontos na orelha do agressor, que acabou preso. Paulo Henrique Ferreira, de 35 anos, invadiu a casa da vítima e abraçou a dona-de-casa G.M., também de 35, por trás. A vítima contou que, inicialmente, achou que era o marido e virou sorridente, mas deu de cara com o homem e se pensou que se tratava de um assalto.
Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
A família e os vizinhos passaram a tarde desta segunda-feira prestando depoimento na delegacia, enquanto o suspeito era examinado por médicos. Ferreira já tem passagem por lesão corporal e direção perigosa.


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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
A família e os vizinhos passaram a tarde desta segunda-feira prestando depoimento na delegacia, enquanto o suspeito era examinado por médicos. Ferreira já tem passagem por lesão corporal e direção perigosa.


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Ferreira começou a arrancar a roupa da mulher, que reagiu e entrou em luta com ele. O estudante Y.M.L, de 9 anos, dormia na hora da invasão e acordou ao ouvir o barulho. Ao ver a mãe se debatendo pulou nas costas do agressor e mordeu uma das orelhas do estuprador, que retribuiu com cabeçadas. O menino não largou o bandido, que desistiu e fugiu com a orelha sangrando.
Uma testemunha viu o homem entrar na casa dele, que fica perto da vítima, com a orelha sangrando. O vizinho acionou a Polícia Militar, que prendeu Ferreira em casa. Ele foi levado ao Pronto-Socorro de Bauru, onde levou 10 pontos na orelha. De lá, foi direto para a delegacia.
A família e os vizinhos passaram a tarde desta segunda-feira prestando depoimento na delegacia, enquanto o suspeito era examinado por médicos. Ferreira já tem passagem por lesão corporal e direção perigosa.


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Exército de Israel não confirma as informações.Confrontos mataram 635 e deixaram 2.900 feridos em 11 dias.
Duas escolas da ONU foram atingidas nesta terça-feira (6) na Faixa de Gaza por ataques israelenses, segundo testemunhas e fontes médicas palestinas.
Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
O Exército de Israel não confirmou as informações e disse que está investigando os casos.

JÁ ULTRAPASSARAM TODOS OS LIMITES!

FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:41  comentar

Exército de Israel não confirma as informações.Confrontos mataram 635 e deixaram 2.900 feridos em 11 dias.
Duas escolas da ONU foram atingidas nesta terça-feira (6) na Faixa de Gaza por ataques israelenses, segundo testemunhas e fontes médicas palestinas.
Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
O Exército de Israel não confirmou as informações e disse que está investigando os casos.

JÁ ULTRAPASSARAM TODOS OS LIMITES!

FONTE:G1
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Exército de Israel não confirma as informações.Confrontos mataram 635 e deixaram 2.900 feridos em 11 dias.
Duas escolas da ONU foram atingidas nesta terça-feira (6) na Faixa de Gaza por ataques israelenses, segundo testemunhas e fontes médicas palestinas.
Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
O Exército de Israel não confirmou as informações e disse que está investigando os casos.

JÁ ULTRAPASSARAM TODOS OS LIMITES!

FONTE:G1
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Exército de Israel não confirma as informações.Confrontos mataram 635 e deixaram 2.900 feridos em 11 dias.
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Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
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Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
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Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
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Exército de Israel não confirma as informações.Confrontos mataram 635 e deixaram 2.900 feridos em 11 dias.
Duas escolas da ONU foram atingidas nesta terça-feira (6) na Faixa de Gaza por ataques israelenses, segundo testemunhas e fontes médicas palestinas.
Em uma delas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte do território palestino, pelo menos 40 pessoas morreram e "dúzias ficaram feridas" depois de um bombardeio próximo ao prédio. Entre as vítimas, estão pessoas que tentavam se abrigar de ataques e moradores locais. As Nações Unidas confirmaram pelo menos 30 mortes.
Mais cedo, um ataque aéreo israelense havia matado três palestinos em outra escola administrada pelas Nações Unidas no campo de refugiados de Chati. (assista ao vídeo ao lado)
Os prédios estão sendo usados como abrigos de moradores que se escondem dos confrontos entre tropas de Israel e militantes do Hamas.
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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


FONTE:EXTRA ON LINE
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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
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Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
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- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
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Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


FONTE:EXTRA ON LINE
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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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RIO - O nascimento do pequeno Gabriel era para ser um momento especial, mas trouxe uma dúvida que atormenta a vida de uma família há dois meses. Os pais do menino acreditam que seu bebê tenha sido trocado no Hospital Azevedo Lima, em Niterói, onde ele nasceu em 23 de novembro. Gabriel, um bebê branco com olhos azuis, causou admiração a Alexsandra e Alexandre Maciel, ambos de 34 anos: ambos são negros.O hospital, todavia, nega a troca . Horas depois
Segundo Alexsandra, o bebê não foi entregue em seus braços no momento do parto, e que apenas o viu cerca de cinco horas depois. Ela o achou um pouco pálido, mas disse que, na hora, não desconfiou de qualquer problema. Depois de receber alta, ela voltou ao hospital porque o bebê havia nascido com icterícia e precisava ser internado. A partir daí, começaram as buscas por informações sobre o que teria acontecido no dia do parto.
- Quando fui para casa, olhamos os documentos e vimos que o horário do nascimento dele escrito na pulseirinha estava trocado. Meu sobrenome também estava errado em documentos entregues a mim, está Alexsandra Simões e não Santos. Sem contar a cor da pele.
Tanto Alexsandra quanto Alexandre contam que, assim como eles, outras pessoas estranham o fato de um bebê branco com olhos azuis ser filho de pais negros. Vizinhos desconfiados
E não é só a desconfiança dos vizinhos que tem magoado a família.
- As pessoas olham com desconfiança. Olham com maldade - diz Alexsandra. - Não está sendo fácil para nós. Mas o principal é que nos afeiçoamos ao bebê. Como irá ficar daqui para frente? Ele não é um par de sapatos que se troca na loja. É uma criança. Sinto muita dor, porque tive seis filhos, este é o sétimo e, Deus que perdoe, mas não sinto que sou a mãe biológica dele, como senti dos outros seis. Mãe sabe. Exame de DNA
O diretor do Hospital Estadual Azevedo Lima, José Luiz Medeiros, informou que irá realizar um exame pericial nas digitais e fará um exame de DNA para que tudo seja esclarecido, embora o diretor afirme que Gabriel é filho de Alexsandra.
- Todo o procedimento médico foi feito de forma correta. O que houve foi o erro de uma funcionária na hora de escrever o sobrenome da mãe nos documentos que ela levou para casa. O hospital afirma que não houve uma troca de bebês, mas faremos os exames para dar tranquilidade a essa mãe.
Para Alexsandra, o fato do procedimento médico ter sido correto não prova nada.
- Isso só prova que eu dei entrada na unidade e tive o meu filho lá. Se uma pessoa trocou os bebês, ela realmente não se daria ao trabalho de trocar os documentos - deduz ela.


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

TOMARA QUE CHEGUEM MESMO!


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

TOMARA QUE CHEGUEM MESMO!


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

TOMARA QUE CHEGUEM MESMO!


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

TOMARA QUE CHEGUEM MESMO!


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

TOMARA QUE CHEGUEM MESMO!


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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
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O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
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- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
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- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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SÃO PAULO - O Tribunal de Contas da União (TCU) pode atrasar o processo de compra do notebook educacional pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), mas a empresa de Comércio Representação Importação e Exportação (Comsat), vencedora, já se prepara para entregar os equipamentos no início do ano letivo.
O governo realizou um pregão eletrônico no dia 17 de dezembro para adquirir 150 mil notebooks para equipar 300 escolas públicas, no âmbito do projeto Um Computador por Aluno (UCA).
O menor preço foi oferecido pela brasileira Comsat, que pediu R$ 550,30 por equipamento, o que garante 82,550 milhões de reais pela compra total. A companhia já havia iniciado os testes de aderência com as máquinas, para provar a adequação dos equipamentos às exigências, mas o Tribunal de Contas pediu mais informações sobre os detalhes técnicos do edital ao ministério, o que interrompeu a fase de testes.
O presidente da Comsat, Jakson Alexandre Sosa, explicou que, a partir da liberação pelo TCU, bastariam algo como mais dois dias de testes para que a Comsat encerrasse essa exigência. O MEC tem até esta quinta-feira para encaminhar as respostas às perguntas do tribunal. Equipes são treinadas
Enquanto aguarda a retomada, a Comsat já está montando a estratégia de distribuição e de manutenção dos notebooks, além de iniciar o treinamento de sua equipe junto ao pessoal da indiana Encore, de quem ela utiliza a tecnologia para o laptop educacional.
Além de produzir os equipamentos que serão fornecidos para o governo brasileiro, a Comsat também espera participar de outras licitações semelhantes em países da América Latina este ano. No ano passado, ela já saiu vitoriosa em uma concorrência das Filipinas.
A máquina com a qual a Comsat venceu a licitação tem aplicativos pedagógicos pré-instalados, bateria com 8 horas de duração, recarga de 50 minutos e tela sensível ao toque (touch screen).
As exigências do edital incluíam sistema operacional Linux instalado, manual em português, memória RAM de no mínimo 512 MB e tela a partir de sete polegadas.
No final de 2007, o governo já havia realizado um pregão para adquirir notebooks educacionais, mas o menor preço ainda foi considerado alto demais e, por isso, o processo foi cancelado.
A Positivo Informática foi a vencedora na ocasião e reduziu seu preço a até R$ 580, mas não conseguiu o contrato.
Desta vez, a Positivo também participou da licitação, mas ficou em terceiro lugar, atrás da Comsat e da CCE, com uma oferta de notebooks a R$ 668,26.
Segundo Sosa, a Comsat não teve de abrir mão de margens além do que esperava para ganhar o processo.
- Tínhamos bem claro o nosso preço, não tivemos que cortar as margens - diz.

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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/01/06/causa-da-morte-de-filho-de-travolta-foi-falha-cardiaca-587899851.asp
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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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NASSAU (Reuters) - O filho do ator John Travolta, Jett, morreu após uma "falha cardíaca", informou na segunda-feira o representante de uma casa funerária em Bahamas após os exames de autópsia no corpo do adolescente que sofreu um mal súbito na última semana enquanto passava férias com a família.
Autoridades de Bahamas não divulgaram os resultados da autópsia, que foi acompanhada pelo médico da família Travolta. O comissário da Polícia Reginald Ferguson disseram que os laudos não serão divulgados porque "não há nada criminoso sobre a situação".
Keith McSweeney, diretor da casa funerária Restview Memorial Mortuary, em Freeport, para onde o corpo do garoto foi mandado após a autópsia, disse que a certidão de óbito traz "falha cardíaca" como causa da morte.
Jett, 16 anos, tinha histórico de mal súbitos. Ele foi encontrado inconsciente no banheiro da casa de veraneio da família, na manhã de sexta-feira. Ele foi declarado morto após ter sido levado de ambulância para o Rand Memorial Hospital em Freeport.
Dezenas de familiares voaram para Bahamas para confortar John Travolta e sua mulher, a atriz Kelly Preston, disse Obie Wilchcombe, um parlamentar da região.
O casal, que tem um filha de oito anos, Ella, divulgou um comunicado no domingo dizendo que estavam arrasados pela perda do filho.
"Jett foi o filho mais maravilhoso que dois pais poderiam pedir e iluminou a vida de todos aqueles que encontrou", disse Travolta em declaração.
Travolta e os paramédicos tentaram, sem sucesso, reanimar o garoto.
A declaração da família não fez menção ao histórico médico de Jett ou possível causa da morte. No entanto, os advogados Michael Ossi e Michael McDermott, disseram no domingo que Jett sofria de uma doença que poderia causar perda de consciência.


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SIDNEY, Austrália - Quatro crianças dmorreram e seus país ficaram gravemente feridos em um incêndio que destruiu a casa onde moravam, na cidade neo-zelandesa de Auckland. As informações foram divulgadas pelos bombeiros e pelo diário New Zealand Herald. As crianças de 2, 9, 11 e 15 anos morreram asfixiados, enquanto outras duas crianças foram resgatadas com vida e levadas para um hospital da região. Dois adultos que dormiam em um cômodo na parte de trás da casa nada sofreram.
Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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SIDNEY, Austrália - Quatro crianças dmorreram e seus país ficaram gravemente feridos em um incêndio que destruiu a casa onde moravam, na cidade neo-zelandesa de Auckland. As informações foram divulgadas pelos bombeiros e pelo diário New Zealand Herald. As crianças de 2, 9, 11 e 15 anos morreram asfixiados, enquanto outras duas crianças foram resgatadas com vida e levadas para um hospital da região. Dois adultos que dormiam em um cômodo na parte de trás da casa nada sofreram.
Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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SIDNEY, Austrália - Quatro crianças dmorreram e seus país ficaram gravemente feridos em um incêndio que destruiu a casa onde moravam, na cidade neo-zelandesa de Auckland. As informações foram divulgadas pelos bombeiros e pelo diário New Zealand Herald. As crianças de 2, 9, 11 e 15 anos morreram asfixiados, enquanto outras duas crianças foram resgatadas com vida e levadas para um hospital da região. Dois adultos que dormiam em um cômodo na parte de trás da casa nada sofreram.
Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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Segundo o chefe do serviço de bombeiros, Larry Cocker, as chamas assinalou começaram na cozinha e se estenderam "a uma velocidade alarmante" pela casa. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Evaldo Augusto, de 45 anos, o Zenon, morreu afogado após salvar o filho e um garoto de 13 anos em Ubatuba, no Litoral Norte, domingo à tarde. Zenon, que ganhou esse apelido pela semelhança com o craque do Corinthians da década de 80, se tornou policial rodoviário após abandonar os gramados. Ele foi enterrado nesta segunda-feira em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, com a presença de cerca de 300 pessoas.
Evaldo viajou para o litoral no dia 29 de dezembro, acompanhado da mulher Rose, de 43 anos, e dos filhos Lucas, de 14, e Sabrina, de 8. Eles se hospedaram em uma pousada com a família do chefe de Evaldo, o inspetor Andrew. No domingo, eles foram à praia de Ubatumirim. Por volta das 14h30m, da areia, Zenon viu que seu filho e o filho do inspetor Andrew pediam socorro no mar.
- Os garotos ficaram presos em algum buraco - conta Altair Raimundo, de 39 anos, cunhado de Evaldo.
O ex-jogador nadou até onde os garotos estavam, empurrou Lucas em direção à praia e conseguiu tirar o outro menino do buraco de areia. Mas ficou preso. Andrew tentou socorrê-lo.
- Um grupo de surfistas ajudou a tirá-lo do mar, prestamos os primeiros socorros na praia, mas ele já estava inconsciente - lembra o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O helicóptero Águia da PM levou a vítima ao Hospital Municipal. O ex-jogador morreu antes de descer da aeronave. Amigos, familiares, ex-jogadores e agentes da PRF prestaram a última homenagem a Zenon no Cemitério Nossa Senhora do Monte Negro, em Jundiaí, cidade onde Evaldo morava.
O enterro, que aconteceu no dia em que a família voltaria de viagem, foi marcado pela emoção.
- Diante de nós, está um herói. Não só pela forma como ele morreu, mas por tudo o que fez em vida - afirmou o pastor da igreja frequentada por Zenon.
Visivelmente emocionada, Rose, mulher da vítima, ficou o tempo todo abraçada aos filhos.
- É uma perda sem tamanho - disse, antes de ser consolada por Otacílio Augusto, de 55 anos, tio de Evaldo.
- Vamos aguardar o tempo. O tempo é que apaga essa dor.
Meio-campo habilidoso
Habilidoso com a bola nos pés, Evaldo começou a jogar futebol na Ponte Preta, em Campinas, com 15 anos. Em 1979, passou em uma peneira do Paulista de Jundiaí, cidade onde nasceu.
No clube, ganhou o apelido de Zenon, por se parecer com o meio-campo que atuou no Corinthians na década de 1980.
- Tecnicamente, ele era excepcional. Muito habilidoso. E um grande sujeito - lembra Ricardo Narusevicius, de 47 anos, o Diabo Loiro, atacante do Paulista de Jundiaí.
Assim como Ricardo, Evaldo participou do acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista conquistado em 1984. A carreira de Zenon durou pouco devido a uma séria lesão no joelho esquerdo. Evaldo fez faculdade de Direito e prestou concurso na Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na corporação, Zenon chegou a ocupar o cargo de chefe do Setor de Inteligência da PRF em todo o estado.
- Era um exemplo para os outros policiais - disse o inspetor Bosco, chefe do policial.
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ACABOU!!!!

SÃO PAULO - O homem que mantinha a mulher e a filha de 3 anos reféns dentro de uma casa em Poá, na Grande São Paulo, se entregou há pouco, por volta das 8h35m, após 23 horas de seqüestro. De acordo com as primeiras informações ninguém ficou ferido. O cárcere privado começou por volta das 10h desta segunda-feira, após uma briga entre o casal Geraldo Mário, de 45 anos, e Maria Jovanice dos Santos. Geraldo foi levado para o Distrito Policial de Poá.


PELO MENOS TERMINOU BEM!!!!

FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/06/homem-que-mantinha-refens-mulher-filha-se-entrega-em-poa-apos-23-horas-587899766.asp

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SÃO PAULO - Continua em estado grave o bebê que no dia 2 de janeiro nasceu e foi considerado morto pelos médicos do Hospital Leonor Mendes de Barros, na zona leste. Quatro horas depois, a criança foi encontrada com vida pela faxineira no necrotério do hospital. Segundo o hospital, o bebê, prematuro de seis meses, continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela toma soro via venal e um antibiótico por causa de uma pequena infecção. Ela está na incubadora e respira por aparelhos.
- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


DESPREPARO DOS MÉDICOS????

E A VIDA DA MENINA??????

FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/06/bebe-que-havia-sido-considerado-morto-por-medicos-continua-em-estado-grave-587899731.asp
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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
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- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
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Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


DESPREPARO DOS MÉDICOS????

E A VIDA DA MENINA??????

FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/06/bebe-que-havia-sido-considerado-morto-por-medicos-continua-em-estado-grave-587899731.asp
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SÃO PAULO - Continua em estado grave o bebê que no dia 2 de janeiro nasceu e foi considerado morto pelos médicos do Hospital Leonor Mendes de Barros, na zona leste. Quatro horas depois, a criança foi encontrada com vida pela faxineira no necrotério do hospital. Segundo o hospital, o bebê, prematuro de seis meses, continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela toma soro via venal e um antibiótico por causa de uma pequena infecção. Ela está na incubadora e respira por aparelhos.
- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


DESPREPARO DOS MÉDICOS????

E A VIDA DA MENINA??????

FONTE:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/06/bebe-que-havia-sido-considerado-morto-por-medicos-continua-em-estado-grave-587899731.asp
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SÃO PAULO - Continua em estado grave o bebê que no dia 2 de janeiro nasceu e foi considerado morto pelos médicos do Hospital Leonor Mendes de Barros, na zona leste. Quatro horas depois, a criança foi encontrada com vida pela faxineira no necrotério do hospital. Segundo o hospital, o bebê, prematuro de seis meses, continua na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela toma soro via venal e um antibiótico por causa de uma pequena infecção. Ela está na incubadora e respira por aparelhos.
- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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E A VIDA DA MENINA??????

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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
- A gente quer agradecer o que ela fez. Devo a vida da minha filha a Deus, mas ela foi instrumento dele - disse a mãe.
A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
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Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
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A Polícia ainda não identificou a faxineira que encontrou a criança viva. Mas fizeram contato com a empresa que a contratou.
Estado de letargia é incomum em recém-nascidos
Estado de letargia não é comum em bebês
Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
- Eu nunca vi um caso desses - afirmou o médico pediatra José Hugo Lins Pessoa, presidente do Departamento de Pediatria da Associação Paulista de Medicina (APM). Como ele, Meire Nagaiasso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, também desconhece situação parecida.
Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
- Sei que não terei ajuda do governo se minha filha precisar de um tratamento médico, mas não pensei em processo. Isso fica para o futuro. Por enquanto, ela está reagindo bem e está sem sequelas - contou a mãe.
Os pais reafirmaram que não pretendem processar o hospital.
- A polícia vai investigar. Se houve negligência a gente vai saber, mas isso cabe ao delegado - afirmou o pai da menina, o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos.
Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
- Por tudo que passei, foi um milagre ela estar viva. Por isso escolhemos esse nome - explicou a mãe.
Renata contou que pediu ao hospital o contato da faxineira que encontrou Geovanna com vida, mas a direção não lhe deu resposta.
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Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
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- Ela consegue respirar sozinha, mas os médicos a colocaram no aparelho para não forçar seus pulmões - explicou a dona-de-casa e mãe da criança, Renata Alves de Oliveira Goes, de 32 anos, que esteve nesta segunda-feira com a filha Geovanna.
A dona-de-casa disse que nem os médicos souberam explicar como a criança demonstrou sinais de vida, pois logo após o parto foi declarada morta.
- A médica que fez o parto me pediu desculpas e disse para eu não perguntar como, mas a minha filha estava viva. Ela não soube explicar o que aconteceu.
A equipe médica disse aos pais que a criança poderá apresentar sequelas, pois sofreu falta de oxigenação na hora do parto.
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Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
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Os pais decidiram registrá-la como Geovanna Vida Alves Goes.
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Não é comum bebês prematuros ou recém-nascidos perderem os sinais vitais e "reviverem", como se estivessem em estado de letargia (suspensão das forças vitais generalizada, que dá ao corpo todas as aparências da morte), mais frequente em adultos.
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Os dois pediatras ressaltaram, no entanto, que não poderiam comentar o caso de Geovanna por não serem os médicos da criança. Mas disseram que há exames, como o eletroencefalograma e eletrocardiograma, que devem ser feitos para atestar a morte de um bebê durante ou depois do parto.
Os possíveis erros médicos estão sendo investigados por uma sindicância do hospital e acompanhada pela Secretaria de Estado da Saúde. Ontem, o Conselho Regional de Medicina (CRM) também abriu uma sindicância para apurar violação ao código de ética. O Sindicato dos Médicos irá acompanhar as investigações.


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SÃO PAULO - Um homem mantém a mulher e a filha de três anos de idade reféns desde as 10h desta segunda-feira dentro de uma casa localizada em um condomínio de classe média-baixa em Poá, na Grande São Paulo. O drama da família começou após uma discussão na rua entre Geraldo Mário, de 45 anos, e a mulher, Maria Jovanice dos Santos. Durante a briga, Geraldo teria acusado a mulher de traição e obrigou Maria a entrar na casa, segundo vizinhos.
Homens do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar chegaram ao local às 17h e tentam convencer o sequestrador, que está armado, a libertar os reféns. Maria está amarrada em uma cadeira, dentro de um dos quartos da casa. A criança, segundo a PM, chegou a dormir durante a madrugada.
A PM não informou se Geraldo fez algum tipo de exigência. As negociações continuam nesta manhã.
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Homens do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar chegaram ao local às 17h e tentam convencer o sequestrador, que está armado, a libertar os reféns. Maria está amarrada em uma cadeira, dentro de um dos quartos da casa. A criança, segundo a PM, chegou a dormir durante a madrugada.
A PM não informou se Geraldo fez algum tipo de exigência. As negociações continuam nesta manhã.
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Homens do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar chegaram ao local às 17h e tentam convencer o sequestrador, que está armado, a libertar os reféns. Maria está amarrada em uma cadeira, dentro de um dos quartos da casa. A criança, segundo a PM, chegou a dormir durante a madrugada.
A PM não informou se Geraldo fez algum tipo de exigência. As negociações continuam nesta manhã.
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