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5.1.09

Homem respirou a bactéria quando manuseava couro para fazer tambores.
Da BBC
Um artesão morreu este domingo num hospital de Londres, depois de inalar esporos de antraz.
Fernando Gomez, de 35 anos, teria sido contaminado manuseando couro animal importado durante a fabricação de tambores e obras de arte.
Ele ficou internado por mais de uma semana na unidade de tratamento intensivo do hospital Homerton, no leste da capital britânica, antes de sua condição de saúde se deteriorar.
Outras sete pessoas foram medicadas com antibióticos como precaução, mas a Agência de Proteção à Saúde disse que pessoas que vivem perto do apartamento ou do ateliê de Gomez, no bairro de Hackney, não correm perigo.
O chefe da agência, Nigel Lighfoot, afirmou que o risco de contaminação acontece quando se fabrica tambores usando couro animal, e não apenas pelo toque.
"Devemos, no entanto, alertar todos aqueles que fazem instrumentos de percussão usando couro importado que há risco de contato com antraz e que eles devem estar cientes disso e tomar as devidas precauções para se proteger enquanto estão fabricando os tambores", disse Lightfoot.
A Agência está tentando identificar de onde veio o couro infectado com antraz.
Um integrante da administração local do bairro onde Fernando Gomez vivia frisou que "este é um caso extremamente raro" e que "este tipo de antraz não pode ser transmitido de uma pessoa para outra".



Fonte: globo.com
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:02  comentar


Homem respirou a bactéria quando manuseava couro para fazer tambores.
Da BBC
Um artesão morreu este domingo num hospital de Londres, depois de inalar esporos de antraz.
Fernando Gomez, de 35 anos, teria sido contaminado manuseando couro animal importado durante a fabricação de tambores e obras de arte.
Ele ficou internado por mais de uma semana na unidade de tratamento intensivo do hospital Homerton, no leste da capital britânica, antes de sua condição de saúde se deteriorar.
Outras sete pessoas foram medicadas com antibióticos como precaução, mas a Agência de Proteção à Saúde disse que pessoas que vivem perto do apartamento ou do ateliê de Gomez, no bairro de Hackney, não correm perigo.
O chefe da agência, Nigel Lighfoot, afirmou que o risco de contaminação acontece quando se fabrica tambores usando couro animal, e não apenas pelo toque.
"Devemos, no entanto, alertar todos aqueles que fazem instrumentos de percussão usando couro importado que há risco de contato com antraz e que eles devem estar cientes disso e tomar as devidas precauções para se proteger enquanto estão fabricando os tambores", disse Lightfoot.
A Agência está tentando identificar de onde veio o couro infectado com antraz.
Um integrante da administração local do bairro onde Fernando Gomez vivia frisou que "este é um caso extremamente raro" e que "este tipo de antraz não pode ser transmitido de uma pessoa para outra".



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Homem respirou a bactéria quando manuseava couro para fazer tambores.
Da BBC
Um artesão morreu este domingo num hospital de Londres, depois de inalar esporos de antraz.
Fernando Gomez, de 35 anos, teria sido contaminado manuseando couro animal importado durante a fabricação de tambores e obras de arte.
Ele ficou internado por mais de uma semana na unidade de tratamento intensivo do hospital Homerton, no leste da capital britânica, antes de sua condição de saúde se deteriorar.
Outras sete pessoas foram medicadas com antibióticos como precaução, mas a Agência de Proteção à Saúde disse que pessoas que vivem perto do apartamento ou do ateliê de Gomez, no bairro de Hackney, não correm perigo.
O chefe da agência, Nigel Lighfoot, afirmou que o risco de contaminação acontece quando se fabrica tambores usando couro animal, e não apenas pelo toque.
"Devemos, no entanto, alertar todos aqueles que fazem instrumentos de percussão usando couro importado que há risco de contato com antraz e que eles devem estar cientes disso e tomar as devidas precauções para se proteger enquanto estão fabricando os tambores", disse Lightfoot.
A Agência está tentando identificar de onde veio o couro infectado com antraz.
Um integrante da administração local do bairro onde Fernando Gomez vivia frisou que "este é um caso extremamente raro" e que "este tipo de antraz não pode ser transmitido de uma pessoa para outra".



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Homem respirou a bactéria quando manuseava couro para fazer tambores.
Da BBC
Um artesão morreu este domingo num hospital de Londres, depois de inalar esporos de antraz.
Fernando Gomez, de 35 anos, teria sido contaminado manuseando couro animal importado durante a fabricação de tambores e obras de arte.
Ele ficou internado por mais de uma semana na unidade de tratamento intensivo do hospital Homerton, no leste da capital britânica, antes de sua condição de saúde se deteriorar.
Outras sete pessoas foram medicadas com antibióticos como precaução, mas a Agência de Proteção à Saúde disse que pessoas que vivem perto do apartamento ou do ateliê de Gomez, no bairro de Hackney, não correm perigo.
O chefe da agência, Nigel Lighfoot, afirmou que o risco de contaminação acontece quando se fabrica tambores usando couro animal, e não apenas pelo toque.
"Devemos, no entanto, alertar todos aqueles que fazem instrumentos de percussão usando couro importado que há risco de contato com antraz e que eles devem estar cientes disso e tomar as devidas precauções para se proteger enquanto estão fabricando os tambores", disse Lightfoot.
A Agência está tentando identificar de onde veio o couro infectado com antraz.
Um integrante da administração local do bairro onde Fernando Gomez vivia frisou que "este é um caso extremamente raro" e que "este tipo de antraz não pode ser transmitido de uma pessoa para outra".



Fonte: globo.com
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Homem respirou a bactéria quando manuseava couro para fazer tambores.
Da BBC
Um artesão morreu este domingo num hospital de Londres, depois de inalar esporos de antraz.
Fernando Gomez, de 35 anos, teria sido contaminado manuseando couro animal importado durante a fabricação de tambores e obras de arte.
Ele ficou internado por mais de uma semana na unidade de tratamento intensivo do hospital Homerton, no leste da capital britânica, antes de sua condição de saúde se deteriorar.
Outras sete pessoas foram medicadas com antibióticos como precaução, mas a Agência de Proteção à Saúde disse que pessoas que vivem perto do apartamento ou do ateliê de Gomez, no bairro de Hackney, não correm perigo.
O chefe da agência, Nigel Lighfoot, afirmou que o risco de contaminação acontece quando se fabrica tambores usando couro animal, e não apenas pelo toque.
"Devemos, no entanto, alertar todos aqueles que fazem instrumentos de percussão usando couro importado que há risco de contato com antraz e que eles devem estar cientes disso e tomar as devidas precauções para se proteger enquanto estão fabricando os tambores", disse Lightfoot.
A Agência está tentando identificar de onde veio o couro infectado com antraz.
Um integrante da administração local do bairro onde Fernando Gomez vivia frisou que "este é um caso extremamente raro" e que "este tipo de antraz não pode ser transmitido de uma pessoa para outra".



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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:28  comentar

São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

Fonte: Elaine Patricia Cruz Repórter da Agência Brasil

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São Paulo - A maior parte dos casos de violência contra crianças e adolescentes registrados pelo Disque Denúncia são de violência sexual. O dado foi revelado em relatório da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), que leva em consideração denúncias feitas entre maio de 2003 e fevereiro de 2008.
Nesse período, o Disque Denúncia (ou Disque 100, como também é conhecido) recebeu e encaminhou 57.664 denúncias de todo o Brasil e conseguiu separar e classificar 49.599 em tipos de violência. De acordo com dados do relatório, cerca de 19% delas refletem casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, 13% de exploração sexual comercial e 0,56% de pornografia.
“No caso do Disque 100, a grande maioria das denúncias é de violência sexual tanto de abuso quanto de exploração, o que não significa que seja o maior caso de violência praticada no Brasil”, explicou Leila Paiva, coordenadora do Programa de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes da SEDH.
Uma denúncia feita no Disque 100 pode registrar mais de uma vítima ou envolver mais de um tipo de violência. De acordo com o relatório, os mais de 57 mil casos envolveram 90.568 vítimas de violência, sendo 61% delas do sexo feminino (em 2% dos casos não se determinou o sexo da vítima). Essas denúncias também se refletiram em 104.871 registros de violência praticados contra crianças e adolescentes, dos quais 10.107 representam casos de exploração sexual comercial, sendo 467 de prostituição e 51 de turismo sexual. Também foram registrados 431 casos de pornografia, com grande incidência na internet (229 casos) e 14.279 casos de abuso sexual.
Desde 2003, o número de denúncias feitas ao Disque 100 tem crescido, mas, segundo a coordenadora, isso não significa um aumento dos casos de violência. Em 2003, havia uma média de 12 denúncias feitas por dia. Hoje, o número chega a 92.
“Os números do Disque 100, de denúncias e de atendimento, têm crescido a cada ano, o que para nós reflete maior conscientização da população com relação a esse tipo de violência. A população está menos tolerante à violência”, afirmou Paiva.
O Disque Denúncia é um serviço de discagem direta e gratuita, que funciona diariamente das 8 às 22 horas em qualquer localidade brasileira. Recebe denúncias de violência, tráfico de pessoas e informações sobre paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos Conselhos Tutelares, órgãos de segurança pública ou Ministério Público, num prazo de 24 horas, mantendo sempre sigilo sobre a identidade do denunciante.
“A simples denúncia pode parecer um ato isolado, mas às vezes previne algumas violências que facilmente poderiam ser evitadas se as pessoas tivessem a coragem de denunciar”, disse Paiva.
Atualmente, o serviço faz cerca de 2.500 atendimentos diários. Só nos dois primeiros meses de 2008, o Disque Denúncia recebeu 5.947 denúncias.

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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


QUE BELO EXEMPLO A SER SEGUIDO!!!!
E SÃO CHAMADOS DE "ANIMAIS"!!!!!

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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


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No Jungle Park, na Flórida, uma chimpanzé adotou dois filhotes de tigre, recém-chegados de outro parque na Carolina do Sul.Os pequenos Mitra e Shiva ainda não se adaptaram ao calor de Miami, e desde a sua chegada, encontraram na macaca Anjana uma espécie de mãe adotiva.A treinadora China York conta que a chimpanzé oferece os próprios dedos para os tigres usarem como chupeta quando eles estão chorando e que os três bichos dormem e brincam juntos.A expectativa é que o relacionamento especial entre a macaca e os tigres continue até que eles cresçam e se tornem perigosos demais para conviver com a chimpanzé.Essa não foi a primeira vez que Anjana adota filhotes de outras espécies. Segundo a administração do parque Jungle Island, ela também já tratou de leõezinhos e de leopardos.


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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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Para 78% dos brasileiros, com idade entre 16 e 24 anos, a idade adequada para começar a trabalhar é 16 anos ou mais. Entre os cidadãos dessa mesma faixa etária, 82% tem a opinião de que a cadeia deve ser o destino daqueles que utilizam mão-de-obra infantil, expondo a criança a riscos. Para 55% dos entrevistados, o trabalho infantil gera pobreza, desemprego e é prejudicial para a economia do país. Para a população brasileira, a responsabilidade pela existência do trabalho infantil é do Estado (48%), da família (35%) e da sociedade (20%). Estes são alguns resultados da Pesquisa IBOPE de Opinião Pública sobre Trabalho Infantil, iniciativa da ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância, em parceria com a OIT - Organização Internacional do Trabalho, entidades integrantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).
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VISÃO MUNDIAL
A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental Cristã fundada em 1950 pelo jornalista Bob Pierce. O objetivo era atender às crianças vítimas da guerra na Coréia. A Visão Mundial chegou ao Brasil em 1975 trazendo na bagagem o ideal de transformação e hoje está presente em cerca de 100 países. Priorizando o trabalho com os mais pobres, a Visão Mundial concentra suas ações no Nordeste brasileiro, em Tocantins, no Norte de Minas Gerais, no Amazonas e em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com o compromisso de promover a vida, a Visão Mundial investe em projetos sociais que enfatizam o desenvolvimento da criança. Através de programas de saúde preventiva, a Visão Mundial busca oferecer uma vida mais digna às crianças brasileiras.Para que as crianças sejam atendidas com eficiência, a Visão Mundial concentra suas atividades em regiões específicas, buscando a mobilização de toda a comunidade para a solução dos problemas.Trabalhamos com projetos de longo prazo, que possibilitam o desenvolvimento auto-sustentável das famílias assistidas. A partir da organização social, as comunidades são incentivadas a encontrar alternativas transformadoras, até que consigam caminhar com as próprias pernas.Programa de Desenvolvimento de Área
A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental Cristã fundada em 1950 pelo jornalista Bob Pierce. O objetivo era atender às crianças vítimas da guerra na Coréia. A Visão Mundial chegou ao Brasil em 1975 trazendo na bagagem o ideal de transformação e hoje está presente em cerca de 100 países. Priorizando o trabalho com os mais pobres, a Visão Mundial concentra suas ações no Nordeste brasileiro, em Tocantins, no Norte de Minas Gerais, no Amazonas e em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com o compromisso de promover a vida, a Visão Mundial investe em projetos sociais que enfatizam o desenvolvimento da criança. Através de programas de saúde preventiva, a Visão Mundial busca oferecer uma vida mais digna às crianças brasileiras.Para que as crianças sejam atendidas com eficiência, a Visão Mundial concentra suas atividades em regiões específicas, buscando a mobilização de toda a comunidade para a solução dos problemas.Trabalhamos com projetos de longo prazo, que possibilitam o desenvolvimento auto-sustentável das famílias assistidas. A partir da organização social, as comunidades são incentivadas a encontrar alternativas transformadoras, até que consigam caminhar com as próprias pernas.Programa de Desenvolvimento de Área
A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental Cristã fundada em 1950 pelo jornalista Bob Pierce. O objetivo era atender às crianças vítimas da guerra na Coréia. A Visão Mundial chegou ao Brasil em 1975 trazendo na bagagem o ideal de transformação e hoje está presente em cerca de 100 países. Priorizando o trabalho com os mais pobres, a Visão Mundial concentra suas ações no Nordeste brasileiro, em Tocantins, no Norte de Minas Gerais, no Amazonas e em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com o compromisso de promover a vida, a Visão Mundial investe em projetos sociais que enfatizam o desenvolvimento da criança. Através de programas de saúde preventiva, a Visão Mundial busca oferecer uma vida mais digna às crianças brasileiras.Para que as crianças sejam atendidas com eficiência, a Visão Mundial concentra suas atividades em regiões específicas, buscando a mobilização de toda a comunidade para a solução dos problemas.Trabalhamos com projetos de longo prazo, que possibilitam o desenvolvimento auto-sustentável das famílias assistidas. A partir da organização social, as comunidades são incentivadas a encontrar alternativas transformadoras, até que consigam caminhar com as próprias pernas.Programa de Desenvolvimento de Área
A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental Cristã fundada em 1950 pelo jornalista Bob Pierce. O objetivo era atender às crianças vítimas da guerra na Coréia. A Visão Mundial chegou ao Brasil em 1975 trazendo na bagagem o ideal de transformação e hoje está presente em cerca de 100 países. Priorizando o trabalho com os mais pobres, a Visão Mundial concentra suas ações no Nordeste brasileiro, em Tocantins, no Norte de Minas Gerais, no Amazonas e em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com o compromisso de promover a vida, a Visão Mundial investe em projetos sociais que enfatizam o desenvolvimento da criança. Através de programas de saúde preventiva, a Visão Mundial busca oferecer uma vida mais digna às crianças brasileiras.Para que as crianças sejam atendidas com eficiência, a Visão Mundial concentra suas atividades em regiões específicas, buscando a mobilização de toda a comunidade para a solução dos problemas.Trabalhamos com projetos de longo prazo, que possibilitam o desenvolvimento auto-sustentável das famílias assistidas. A partir da organização social, as comunidades são incentivadas a encontrar alternativas transformadoras, até que consigam caminhar com as próprias pernas.Programa de Desenvolvimento de Área
A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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VISÃO MUNDIAL
A Visão Mundial é uma Organização Não Governamental Cristã fundada em 1950 pelo jornalista Bob Pierce. O objetivo era atender às crianças vítimas da guerra na Coréia. A Visão Mundial chegou ao Brasil em 1975 trazendo na bagagem o ideal de transformação e hoje está presente em cerca de 100 países. Priorizando o trabalho com os mais pobres, a Visão Mundial concentra suas ações no Nordeste brasileiro, em Tocantins, no Norte de Minas Gerais, no Amazonas e em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Com o compromisso de promover a vida, a Visão Mundial investe em projetos sociais que enfatizam o desenvolvimento da criança. Através de programas de saúde preventiva, a Visão Mundial busca oferecer uma vida mais digna às crianças brasileiras.Para que as crianças sejam atendidas com eficiência, a Visão Mundial concentra suas atividades em regiões específicas, buscando a mobilização de toda a comunidade para a solução dos problemas.Trabalhamos com projetos de longo prazo, que possibilitam o desenvolvimento auto-sustentável das famílias assistidas. A partir da organização social, as comunidades são incentivadas a encontrar alternativas transformadoras, até que consigam caminhar com as próprias pernas.Programa de Desenvolvimento de Área
A principal estratégia de intervenção para o fomento do desenvolvimento local utilizada pela Visão Mundial é o PDA, Programa de Desenvolvimento de Área. Esta é uma forma concreta de ação que gera impacto transformador em uma determinada área, incorporando às ações desenvolvidas os conceitos de fortalecimento institucional, mobilização, participação, planejamento e avaliação comunitária.O apoio a grupos vulnerabilizados social e economicamente, através dos programas desenvolvidos, pretende diminuir as desigualdades, promover a inclusão social, desenvolver o protagonismo e estimular a vida associativa das populações.Os programas desenvolvidos pela Visão Mundial cobrem as seguintes áreas de desenvolvimento: educação, saúde, desenvolvimento econômico, desenvolvimento rural, organização comunitária, direitos humanos, habilitação e socorro em situações de emergências humanitárias.

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BRASÍLIA - Reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição de um domingo do GLOBO mostra que maus-tratos e abusos sexuais contra crianças motivam quase cem queixas diárias para o Disque Denúncia Nacional. E de cada 17 ligações recebidas pelo serviço do governo federal, uma resulta em denúncia.Os relatos aumentaram mais de seis vezes nos últimos três anos, aponta levantamento inédito da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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BRASÍLIA - Reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição de um domingo do GLOBO mostra que maus-tratos e abusos sexuais contra crianças motivam quase cem queixas diárias para o Disque Denúncia Nacional. E de cada 17 ligações recebidas pelo serviço do governo federal, uma resulta em denúncia.Os relatos aumentaram mais de seis vezes nos últimos três anos, aponta levantamento inédito da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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BRASÍLIA - Reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição de um domingo do GLOBO mostra que maus-tratos e abusos sexuais contra crianças motivam quase cem queixas diárias para o Disque Denúncia Nacional. E de cada 17 ligações recebidas pelo serviço do governo federal, uma resulta em denúncia.Os relatos aumentaram mais de seis vezes nos últimos três anos, aponta levantamento inédito da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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BRASÍLIA - Reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição de um domingo do GLOBO mostra que maus-tratos e abusos sexuais contra crianças motivam quase cem queixas diárias para o Disque Denúncia Nacional. E de cada 17 ligações recebidas pelo serviço do governo federal, uma resulta em denúncia.Os relatos aumentaram mais de seis vezes nos últimos três anos, aponta levantamento inédito da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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BRASÍLIA - Reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na edição de um domingo do GLOBO mostra que maus-tratos e abusos sexuais contra crianças motivam quase cem queixas diárias para o Disque Denúncia Nacional. E de cada 17 ligações recebidas pelo serviço do governo federal, uma resulta em denúncia.Os relatos aumentaram mais de seis vezes nos últimos três anos, aponta levantamento inédito da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal.
Coordenadora do programa, batizado de Disque 100, a subsecretária nacional de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen de Oliveira, diz que o crescimento no número de registros mostra que o país está menos tolerante com os abusos. Por outro lado, a psicanalista afirma que a escalada das denúncias também revela uma realidade amarga: o fato de que os menores estão mais expostos a ameaças. Ela define o fenômeno como "pedofilização", uma referência ao processo de erotização precoce das crianças:- As meninas que sofrem exploração sexual estão cada vez mais novas. Estão entrando mais meninos nesse mercado.



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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BRASÍLIA - O Brasil perdeu quatro posições e caiu do 76º para 80º lugar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas globais que a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulga nesta terça-feira. O relatório analisa dados de 2006 referentes a matrículas no ensino primário, analfabetismo de jovens e adultos, repetência e evasão e paridade entre gêneros no acesso à escola. Além de países que tradicionalmente aparecem à frente do Brasil nesse tipo de comparação - Cuba, Argentina e México -, o índice brasileiro é inferior ao de Bolívia (75º lugar), Equador (74º), Venezuela (69º) e Paraguai (68º).No topo da lista, está o Cazaquistão, com índice 0,995, na escala até 1, seguido por Japão, Alemanha e Noruega. Os últimos colocados são todos africanos. Na lanterna, com 0,408, aparece o Chade.O relatório destaca que o Brasil é a única nação da América Latina com mais de 500 mil crianças em idade escolar sem estudar. Em 2006, segundo o texto, eram 600 mil. Isso deixou o Brasil no grupo de 17 nações nessa situação. Entre elas, Iraque (500 mil), Burkina Faso (1,2 milhão), Índia (7,2 milhões) e Nigéria (8,1 milhões), que está na pior situação. O Brasil tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, com 18,7% na escola primária. Apenas o Suriname tinha indicador pior, com 20,3%. A média na América Latina era de 6,4%, sendo de 2,9% nos países do Caribe.Unesco prevê cumprimento da meta em 2015A Unesco prevê, porém, que o Brasil conseguirá cumprir a meta de universalização do ensino primário, reduzindo para 200 mil o número de crianças fora da escola em 2015. O mesmo que Iraque e Senegal.A entidade alerta que, no atual ritmo, o mundo não atingirá os objetivos de oferta e melhoria do ensino para 2015: pelo menos 29 milhões de crianças continuarão fora da escola primária (eram 75 milhões em 2006) e 700 milhões de jovens e adultos permanecerão analfabetos (era 776 milhões). A Unesco quer que os países ricos doem US$ 7 bilhões por ano às nações pobres para acelerar o ritmo."Se persistirem as atuais tendências, o objetivo de universalizar o ensino primário não será alcançado até 2015", escreveu o diretor-geral da Unesco, Koichira Matsuura, na abertura do Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos (EPT) 2009. "Os países em desenvolvimento não investem suficientemente na educação básica e os doadores não cumprem seus compromissos."O tema do relatório deste ano é "Superando a desigualdade: por que a governança é importante". O texto destaca que as desigualdades educacionais no planeta ameaçam as metas de 2015, que foram fixadas em 2000, sob a chancela da Unesco.O ranking é elaborado com base no Índice de Desenvolvimento de Educação para Todos (EDI, na sigla em inglês). Mesmo mantendo o mesmo índice da edição anterior (0,901), referente a 2005, o Brasil caiu porque foi ultrapassado por três países e perdeu outras cinco posições por causa da substituição de nações listadas no ranking.De 2005 para 2006, o Brasil foi ultrapassado por Turquia, com quem estava empatado, Colômbia e Emirados Árabes Unidos. Mas superou o Líbano e as ilhas de São Vicente e Granadinas, avançando duas posições. A queda seria de uma posição, mas a composição do ranking mudou: nove países foram substituídos, sendo que só dois estavam à frente do Brasil - Chile e Granada. Entre os que entraram, porém, cinco chegaram em melhor posição: Japão, Alemanha, Nova Zelândia, Catar e Belize



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RIO - Sentado num banco dentro da oca transformada em estação digital Wawã Paju, na aldeia escola de sua tribo, o cacique Benamo olha em volta com uma expressão que não deixa dúvidas: ele gosta do que está vendo. Só não o peçam para entender e usar os computadores. Aquilo é coisa para o filho, Zawandu, para a nora, para os outros jovens da aldeia. Não para ele. Se nem mesmo quis aprender a língua do branco, que dirá mexer naquelas máquinas que fazem aparecer letras numa tela. São coisas da cultura ocidental, que Benamo deixa tão distante dele quanto hoje é a tocha que usava para aliviar a escuridão. Mas respeita. Afinal, o velho cacique (ele não sabe dizer quantos anos tem, mas acha que está entre 50 e 60) entende que para os jovens de sua aldeia é importante ter acesso àquela cultura. Não aprender a usar o computador seria como entrar desarmado no território inimigo.
- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



INFORMÁTICA JÁ CHEGANDO AO ALCANCE DE TODOS!!!!!



FONTE:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/05/com-estacao-digital-aldeia-indigena-entra-em-nova-forma-de-comunicacao-com-mundo-587885003.asp
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RIO - Sentado num banco dentro da oca transformada em estação digital Wawã Paju, na aldeia escola de sua tribo, o cacique Benamo olha em volta com uma expressão que não deixa dúvidas: ele gosta do que está vendo. Só não o peçam para entender e usar os computadores. Aquilo é coisa para o filho, Zawandu, para a nora, para os outros jovens da aldeia. Não para ele. Se nem mesmo quis aprender a língua do branco, que dirá mexer naquelas máquinas que fazem aparecer letras numa tela. São coisas da cultura ocidental, que Benamo deixa tão distante dele quanto hoje é a tocha que usava para aliviar a escuridão. Mas respeita. Afinal, o velho cacique (ele não sabe dizer quantos anos tem, mas acha que está entre 50 e 60) entende que para os jovens de sua aldeia é importante ter acesso àquela cultura. Não aprender a usar o computador seria como entrar desarmado no território inimigo.
- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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FONTE:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/05/com-estacao-digital-aldeia-indigena-entra-em-nova-forma-de-comunicacao-com-mundo-587885003.asp
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RIO - Sentado num banco dentro da oca transformada em estação digital Wawã Paju, na aldeia escola de sua tribo, o cacique Benamo olha em volta com uma expressão que não deixa dúvidas: ele gosta do que está vendo. Só não o peçam para entender e usar os computadores. Aquilo é coisa para o filho, Zawandu, para a nora, para os outros jovens da aldeia. Não para ele. Se nem mesmo quis aprender a língua do branco, que dirá mexer naquelas máquinas que fazem aparecer letras numa tela. São coisas da cultura ocidental, que Benamo deixa tão distante dele quanto hoje é a tocha que usava para aliviar a escuridão. Mas respeita. Afinal, o velho cacique (ele não sabe dizer quantos anos tem, mas acha que está entre 50 e 60) entende que para os jovens de sua aldeia é importante ter acesso àquela cultura. Não aprender a usar o computador seria como entrar desarmado no território inimigo.
- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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FONTE:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/05/com-estacao-digital-aldeia-indigena-entra-em-nova-forma-de-comunicacao-com-mundo-587885003.asp
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RIO - Sentado num banco dentro da oca transformada em estação digital Wawã Paju, na aldeia escola de sua tribo, o cacique Benamo olha em volta com uma expressão que não deixa dúvidas: ele gosta do que está vendo. Só não o peçam para entender e usar os computadores. Aquilo é coisa para o filho, Zawandu, para a nora, para os outros jovens da aldeia. Não para ele. Se nem mesmo quis aprender a língua do branco, que dirá mexer naquelas máquinas que fazem aparecer letras numa tela. São coisas da cultura ocidental, que Benamo deixa tão distante dele quanto hoje é a tocha que usava para aliviar a escuridão. Mas respeita. Afinal, o velho cacique (ele não sabe dizer quantos anos tem, mas acha que está entre 50 e 60) entende que para os jovens de sua aldeia é importante ter acesso àquela cultura. Não aprender a usar o computador seria como entrar desarmado no território inimigo.
- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



INFORMÁTICA JÁ CHEGANDO AO ALCANCE DE TODOS!!!!!



FONTE:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/05/com-estacao-digital-aldeia-indigena-entra-em-nova-forma-de-comunicacao-com-mundo-587885003.asp
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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
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Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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- Quero que eles aprendam a cultura dos dois lados, do lado dos índios e do lado dos brancos. Eles precisam disso - disse na língua tupi-mondé, tendo o filho Zawandu como intérprete.
A preservação da cultura é uma das preocupações da etnia Zoró. E para recuperar sua história servirão também os computadores, assegura Ligia Neiva, assistente técnica de ensino da Funai, que viabilizou a parceria com a Fundação Banco do Brasil.
- Nas aulas, os jovens índios aprendem a digitar a partir da história de seu povo, contada por um orientador cultural . Eles digitam primeiro na língua tupi-mondé e depois na língua do branco. Vinte alunos já foram capacitados, dos quais 15 índios e cinco moradores da região. Estamos começando novo curso - disse ela.
Para receber a imprensa e mostrar os computadores que ganharam da Fundação Banco do Brasil há cerca de um ano, os índios da etnia Zoró organizaram uma gincana. Enfeitaram de penas a entrada da Aldeia Escola Anguytatua, que fica a mais de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso; vestiram-se com trajes de festa, uns de vermelho, outros de preto, e pintaram os rostos.
Ao todo, segundo informações da Funai, hoje há cerca de 650 zorós. Eles são um povo alegre, simpático. Mas as mulheres se calam diante de qualquer estranho, olham sempre para seus homens se alguém lhes pergunta alguma coisa, dão um sorriso tímido e se afastam.
A manutenção dos computadores está sendo feita pela Funai e uma parceria com a Prefeitura de Rondolândia garante o custo do servidor para o acesso à Internet. E é aí que entra a segunda vantagem da estação digital para os índios. Através de pesquisa, e trocando informações via e-mail, eles vão descobrindo maneiras mais eficazes de garantir seu sustento. Os zoró são extrativistas, vivem basicamente de colher castanha, quase cem toneladas por ano, e descobriram, trocando mensagens, uma forma nova e mais eficaz de secá-la.
Desde 2004, a Fundação Banco do Brasil desenvolve o Programa de Inclusão Digital: atualmente são 243 estações em todo o país.



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FONTE:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/01/05/com-estacao-digital-aldeia-indigena-entra-em-nova-forma-de-comunicacao-com-mundo-587885003.asp
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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

fonte:MÃES EM REDE
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:34  comentar

Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

fonte:MÃES EM REDE
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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

fonte:MÃES EM REDE
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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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Confesso que tive dificuldades para entender que creche também tem férias. Tudo bem que todo mundo merece um final de ano com a família e um descanso da labuta (aliás, feliz 2009 para todos!) mas parte-se do pressuposto de que a maior parte dos pais que deixa os filhotes na creche não tem onde deixá-los, por isso a necessidade da creche.
Mas enfim... a creche do Gui fechou por vinte dias e ficamos, eu e meu marido, numa situação complicada. Onde deixar nosso pequeno, uma vez que continuamos nossa rotina de trabalho, mesmo com as festas todas? Bem, tivemos que adequar várias situações - num esquema Feitiço de Áquila, meu marido ficou dois dias de folga numa semana e eu, dois dias na outra. Aí ganhamos quatro dias. No dia 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 e 1 de janeiro, ficamos todos em casa. Ufa! Mais uma batalha vencida. E nos outros dias, minha empregada e minha sogra, que mora longe, se revezaram para tomar conta do tchutchu.
Que, por sua vez, estranhou esse negócio de ficar longe dos amiguinhos e das tias todas. Acho que ele sentiu falta nos primeiros dias (ao contrário de muita gente, eu fico feliz sabendo que o meu bebê adora as tias e sente falta delas, o que é um bom sinal) e ficou muito agitado. Além disso, na creche ele está sempre gastando energia, que ele acabou consumindo em casa, dando um banho de cansaço em todo mundo.
Num dia, cheguei a ficar sem banho e sem comer até às 17h, porque ele chegou a uma fase em que detesta o carrinho, o cercadinho, o cadeirão, e adora um colo, ficar de pé tentando andar (a gente segurando os bracinhos, claro) ou sentado no tapetão, mas com alguém do lado.
Foram dias difíceis em que o bichinho testou a voz umas 200 vezes - agora que está com mais de oito meses, pegou essa mania. Assim, convivemos com dias e dias de louca gritaria. Some-se a isso o fato de os dentinhos de cima estarem brotando, vocês podem imaginar como a casa ficou animada.
Mas tivemos coisas muito boas - primeiro que mesmo passando aperto, ficamos mais tempo com ele. E eu que não ficava um dia inteiro sozinha com o meu amor (desde o final da licença-maternidade), curti bastante o retorno dessa convivência. Além disso, as doencinhas, que estavam nos deixando doidos, deram uma sumida.
Hoje a creche voltou e lá fui eu deixar meu amorzinho, maiorzinho, com dois dentes a mais e bem mais pesado. Apesar do cansaço, etc, vou sentir falta daquela bagunça doida. E assim voltamos à programação normal...

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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

E AINDA TÊM A CORAGEM DE RIR!!!!!


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/05/apos-ser-dado-como-morto-bebe-encontrado-vivo-em-necroterio-de-hospital-587884984.asp
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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

E AINDA TÊM A CORAGEM DE RIR!!!!!


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/05/apos-ser-dado-como-morto-bebe-encontrado-vivo-em-necroterio-de-hospital-587884984.asp
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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

E AINDA TÊM A CORAGEM DE RIR!!!!!


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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
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Giovana estava virada dentro do útero materno.
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Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
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Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
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Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
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Giovana estava virada dentro do útero materno.
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Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
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O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

E AINDA TÊM A CORAGEM DE RIR!!!!!


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/05/apos-ser-dado-como-morto-bebe-encontrado-vivo-em-necroterio-de-hospital-587884984.asp
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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
- A médica que fazia o parto precisou de ajuda. Não conseguiu sozinha. Então entrou um médico mais velho e começou a puxar meu bebê. Eu disse que estava doendo. A minha filha estava fora de mim. Mas a cabeça dela não. Ficou uns 15 minutos ou mais com a cabeça dentro de mim. Os médicos disseram que ela nasceu morta. Ficou dependurada em mim. Parecia sem vida, mesmo - lamentou a mãe.
Segundo o delegado André Luiz Pimentel, titular da delegacia local, o feto, de 23 centímetros e 720 gramas, foi enrolado em um pano e levado para o necrotério do hospital. O pai do bebê fez boletim de ocorrência da morte da filha. Estava na posse da guia de encaminhamento de cadáver número 8667, atestando óbito fetal natimorto, às 18h25m.
O carro de cadáver foi acionado pela delegacia. Chegou ao hospital à noite e quase levou a menina. Mas, segundos antes, uma faxineira entrou na sala para limpá-la e viu a o pano que envolvia Giovana se mexendo. Ela chamou os médicos.
- Eles riram, mas depois foram ver. Quase desmaiaram quando abriram o pano e viram Giovana chupando o dedo - contou a mãe.
A criança está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

E AINDA TÊM A CORAGEM DE RIR!!!!!


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/01/05/apos-ser-dado-como-morto-bebe-encontrado-vivo-em-necroterio-de-hospital-587884984.asp
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SÃO PAULO - "Alô, seu Alexandre? Venha correndo para cá. Aconteceu um milagre." Esse foi o telefonema que o motorista Alexandre Vieira Goes, de 32 anos, recebeu do Hospital Leonor Mendes de Barros, no Belém, zona leste da capital, às 22h30m do dia 2 de janeiro. Quando chegou na Avenida Celso Garcia, 2.477, soube que a filha Giovana, que teve a morte atestada pelos médicos quatro horas antes, estava viva e que foi salva por uma faxineira, antes de ser levada pelo IML (Instituto Médico Legal). O 81º Distrito Policial (Belém) instaurou inquérito para apurar negligência médica.
Segundo a mãe da criança, a dona-de-casa Renata Alves de Oliveira, de 32 anos, a filha prematura realmente parecia morta. Ela fala em milagre .
- Estava roxa, sem sinais. Mas eu sou leiga nesse assunto. Até perguntei se não fariam nenhum exame. O que responderam foi: 'fazer exame para quê, se a criança está morta? - lembrou.
Renata também disse que pediu para que as médicas fizessem cirurgia cesariana. A resposta que ela disse ter ouvido foi a seguinte:
- Renata, não vamos te cortar. As chances (do bebê) são pequenas - contou a mãe.
Giovana estava virada dentro do útero materno.
- E também na parte externa da placenta - acrescentou a dona-de-casa, reproduzindo o que ouviu do corpo médico.
Em 28 de dezembro, a mãe começou a se sentir mal e teve sangramento. Tinha a sensação de que não conseguiria segurar o bebê na barriga. Moradora do bairro do Cangaíba, na zona leste, foi levada às pressas até o hospital e maternidade Leonor Mendes de Barros, onde ficou internada.
No dia 2, pouco depois das 18h, entrou em trabalho de parto normal. O feto tinha apenas seis meses. A criança foi tirada pelas pernas.
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NÓS....CÁ!!!









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SORTE É PRA QUEM TEM!!!!!!!












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Conhecendo seu filho

“ Uma das coisas mais importantes que você pode fazer como pai mãe ou tutor, é compreender a criança. Uma vez que ela aprende através da observação, a maneira como você mostrar amor e compreensão será em geral diretamente proporcional à maneira como você se sente a respeito de si próprio. A criança, da mesma forma que o adulto, possui uma natureza e personalidade individuais formados por pontos fortes e fraquezas. Se você observar atentamente, perceberá que as crianças dizem muito sobre si mesmas através das suas ações. Em situações de grupo, uma criança tomará a liderança, ao passo que outra seguirá o fluxo. Outra criança ainda poderá brilhar o tempo todo, enquanto que outra chora. Antes de serem moldadas como adultos, as crianças são basicamente livres e inocentes, fornecendo-nos uma imagem mais verdadeira da sua natureza. Como pai ou mãe, quanto melhor você compreender os seus filhos e orientá-los, melhores adultos eles serão. Você poderá encontrar indicações úteis na numerologia”.


NÃO CUSTA NADA EXPERIMENTAR... MÉTODOS QUE PODERÃO DAR CERTO!



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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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link do postPor anjoseguerreiros, às 10:19  comentar


Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Criança Índigo
Nos últimos tempos recebi muitas perguntas sobre este tema, e quando o José Roberto pediu para que eu escrevesse sobre o assunto, notei que seria a hora certa. Falar sobre as crianças índigo não é uma tarefa fácil, pois se trata de um fenômeno que muitos observam, mas cada um com um olhar diferente. Os místicos as vêem de uma forma, os educadores de outro, os pais de outro. Enfim, se eu escolher uma visão para expor o assunto, as outras perderão espaço. Portanto, tentei resolver este dilema estudando o assunto nas diversas vertentes e tentarei expor a vocês de uma forma resumida, alguns pontos de vista. Não quero agradar a gregos e troianos. A esperança é que desta maneira amplie-se a forma de entendimento sobre estas pessoinhas especiais.
Vamos primeiro entender quem são estas Crianças Índigo. Observou-se que desde a década de 70, muitas crianças têm apresentado características especiais bem diferentes do que se estava acostumado a ver e conviver até então. A partir desta observação, notou-se que entre estas crianças, ditas especiais, havia certos padrões de comportamento que se repetiam. Elas apresentavam comportamentos diferentes das crianças ditas normais. O fenômeno não foi registrado em somente uma área populacional, mas sim em diferentes países, em diferentes comunidades ao mesmo tempo. Por exemplo, não ocorreu só nos Estados Unidos, e sim no Brasil, na África, em Portugal, no Japão, enfim em vários pontos do planeta ao mesmo tempo. Embora estas crianças se encontrassem em pontos distantes do planeta, elas possuíam características em comum.
O nome Crianças Índigo foi designado pelos místicos e espiritualistas, pois dizem que esta seria a cor predominante de sua aura: o azul índigo. Esta cor de aura também seria atribuída aos grandes mestres. Mas como a aura muda sua cor conforme o humor e o estado emocional, a cor azul índigo seria percebida quando a criança está em um estado de paz e quietude interna. Portanto, mesmo na presença de outras cores, este tom de azul predominaria.
Ainda para os espiritualistas, estas Crianças Índigo são espíritos evoluídos que estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente, tendo o hemisfério esquerdo menos desenvolvido, e o direito mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas são mais intuitivas, vão além do plano intelectual, além do racional.
Se olharmos do ponto de vista da evolução humana, poderíamos encaixar estas crianças como sendo fruto do nosso desenvolvimento. A tecnologia promoveu grandes mudanças e o ser humano hoje está exposto a muito mais estímulos do que há séculos. Hoje uma criança pequena já domina o computador e se notarmos, os adolescentes estão cada vez mais altos, provavelmente devido a melhores condições alimentares a que temos acesso na atualidade, bem como à cura mais rápida de certas doenças e vacinas eficazes. Estas crianças especiais poderiam ser frutos desta evolução? Bem, tudo são suposições e diferentes pontos de vista.
Notou-se que as Crianças Índigo apresentam uma inteligência excepcional e muita energia para brincar, o que pode ser extenuante para os adultos. Não aceitam ordens, principalmente as do tipo: “faça isso porque estou mandando ou porque eu quero”. Elas sempre procuram debater e negociar cada instrução, cada ordem. E só a seguirão se encontrarem uma razão para isso. Não é correto impor nada e sim dar escolhas para a criança e conversar sobre qual será a melhor. A família que tem uma criança dessas, deve se reestruturar para tentar educá-la não seguindo os moldes tradicionais, pois estes não trarão efeito algum sobre elas. Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela.
Entendem que todos os seres humanos são iguais e por isso não entendem figuras de autoridade. Entendendo profundamente que somos todos iguais quando se deparam com comportamentos ditatoriais, sejam eles de pais, professores, de quem for, apresentam nestes momentos uma ira incomum.
São muito ricas em sentimentos, amam os animais e respeitam qualquer forma de vida, por isso muitas já se tornam vegetarianas desde cedo. São muito sensíveis a toxinas, rejeitando certos alimentos.
Têm alta sensibilidade, sentem tudo a sua volta como se possuíssem uma lente de aumento. Tudo o que dizem deve ser ouvido, pois muitas vezes estas crianças mostram claramente onde estão as dificuldades dos pais, sendo muitas vezes o espelho da casa.
São serelepes, tem muita energia, são rápidas no raciocínio e com respostas bem criativas. Apesar do bom nível de inteligência, não vão muito bem na escola, distraem-se facilmente ou tem baixo poder de concentração.
Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. A escola ideal para elas seria aquela que desenvolveria seus potenciais criativos e não imporia tarefas monótonas e enfadonhas, sem sentido para estas crianças. Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e na matemática.
São criativas, possuem grandes idéias. Adoram leitura e podem se entreter por muito tempo nesta atividade. Elas freqüentemente encontram uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, o que as fazem parecer questionadores e inconformistas.
Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse, por isso, muitas vezes a estas crianças são atribuídos déficit de atenção, ou hiperatividade. É sempre necessária muita cautela na atribuição destes diagnósticos, sendo prudente deixar para profissionais capacitados.
Outra característica marcante destas crianças é que elas possuem um sentimento de realeza e freqüentemente agem desta forma. Mostram e falam claramente o que querem e o que precisam. Tem uma boa auto-estima e falam de seus valores abertamente e não entendem porque as outras pessoas não fazem isso também. (Acho que temos muito a aprender com elas).
Um trecho do livro ”The índigo Children” de Lee Carroll e Jan Tober de 1999, diz o seguinte: "Se você está constantemente obtendo resistência de um Índigo, cheque você primeiro. Eles podem estar segurando um espelho para você ou estar pedindo, de uma forma inconformista, ajuda para descobrir novos limites, ajustamento fino nas suas habilidades ou talentos, ou ir para o próximo nível de crescimento.", "Índigos já nascem Mestres, todos sem exceção! Nós temos que entender que eles esperam que todos nós façamos o que eles fazem de forma natural e, se não fizermos, eles permanecerão pressionando nossos botões até que cumpramos nosso papel de forma correta. Ou seja, até que nos tornemos mestres de nossas próprias vidas. Portanto, quando meu filho fez suas coisas, ele ensinou a todos uma lição silenciosa, incluindo a mim mesmo."
Eles vivem de forma intensa e têm um sentimento de "desejar estar aqui" e ficam surpresos quando os outros não compartilham isso.
Educando Crianças Índigo
Os índigos surgiram por volta da década de 70 e por volta do ano dois mil, começaram a nascer seres mais evoluídos ainda, as Crianças Cristal. Elas seguem as Índigo e sua missão é completar o trabalho começado por estas, renovando e construindo uma nova terra. Elas quebram velhos paradigmas e maneiras presas de pensar, trazendo mais liberdade e autenticidade, fazendo com que as pessoas aprendam suas reais potencialidades, seus valores.
Para reconhecer uma Criança Cristal: elas têm olhos penetrantes e fitam as pessoas nos olhos por longos períodos. Fazem isso desde bebês. Eles reconhecem as pessoas olhando dessa maneira e se o adulto fizer o mesmo e encará-lo, olhando profundamente para os seus olhos ele esboçará um sorriso, pois o contato e o reconhecimento foram feitos. É assim que eles se comunicam. São calmos, serenos e muito apegados à mãe. Procuram sempre ajudar e são muito sensíveis ao sofrimento alheio. São sensíveis também ao ambiente em que estão, podendo não se sentir bem em certos lugares onde a energia não lhes é benéfica. Freqüentemente os assuntos não resolvidos da família são sentidos pela criança, que será afetada negativamente por essas emoções. Não suportam o sofrimento de animais e geralmente são vegetarianas, como as Índigo.
A tarefa de educar uma Criança Índigo ou uma Cristal é um desafio. Os pais devem sempre ter em mente que eles e seus filhos são parceiros de jornada, e para tanto devem respeitar, amar, e principalmente ouvir muito sua criança. Ela não é uma criança comum, então os pais devem cumprir sua missão de ensinar, mas principalmente, devem ter humildade suficiente para aprender com essa relação. Não se é pai ou mãe de uma Criança Índigo ou Cristal à toa, é como um presente. Os pais escolhidos podem crescer muito com essa relação fazendo um “upgrade” na sua evolução.
Para educar bem essas crianças, os pais devem se acostumar aos desafios constantes que elas lhes impõem e terão de lidar com uma força de vontade muito forte e lutas de poder freqüentes. Portanto paciência é tudo.
Respeite as opiniões da sua criança e não a force a se enquadrar nos velhos padrões, o que deu certo com você pode não dar certo com ela. Aceite que ela é um ser único, individual, diferente de você e a respeite por isso. Ela tem vontades e quereres que não são iguais aos seus. Antes de criticar ou dizer que algo é errado, tente ver com os olhos da criança, procure entender o que ela quer lhe mostrar, como ela está sentindo e vendo aquela situação.
Uma Índigo ou Cristal tem um contato íntimo com a natureza e sente-se muito bem em contato com ela. Promova passeios onde a criança possa tocar plantas, pisar na terra, brincar com animais. Praia, montanhas, cachoeiras, matas, lugares com abundância de natureza são como bálsamo para estes pequeninos. Já lugares como shoppings centers, onde há muito barulho e aglomeração deixam essas crianças irritadiças e nervosas. É muito comum vermos uma Criança Índigo ou Cristal tendo um “ataque de nervos” nestes lugares.
Essas crianças vivem de forma muito intensa e rápida, como se não pudessem desperdiçar nenhum segundo sequer. Por isso muitas vezes são confundidas como portadoras de défict de atenção ou alguma forma de hiperatividade. Mas essa agitação toda tem a ver com a consciência que essas crianças possuem do momento presente. Elas não vivem no passado ou se preocupando com o futuro, elas sabem que a vida é vivida no presente. Ah, quanta coisa a gente tem a aprender com essas crianças, não é?
Se seu filho é um Índigo ou Cristal, você precisa aprender a arte de negociar. Negocie sempre. Ele nunca vê um adulto como diferente dele, pois enxerga os seres humanos como todos iguais, por isso apresenta muitos problemas emobedecer a ordens. Ajude-o negociando, explicando o porquê de tudo e cheguem juntos a uma forma justa de conduta. A criança precisa entender o motivo de agir desta ou daquela maneira. Dê a ela escolhas.
Quando você der uma ordem, elas têm que ter razões sólidas senão não convencerão a criança que não obedecerá. Use sempre a verdade e nunca tente enganar a criança, pois ela perderá o respeito por você. Tome cuidado: tudo o que for prometido, deve ser cumprido. Manter a palavra sempre.
Evite críticas. Elas não levam a lugar algum. Nunca diminua seu filho, cuide da auto-estima dele, dizendo sempre palavras de encorajamento e otimismo. Não “ponha medo” na criança, com ameaças que ela sente como não tendo fundamento e que só servem para atrapalhar o bom desenvolvimento emocional dela. Medo nunca ajudou em nada e não será agora que vai ajudar. Esqueça histórias do tipo “o bicho –papão vai te pegar”, ou coisas assim, que tenham como objetivo persuadir a criança pelo medo – é péssimo. Os filhos devem se sentir seguros ao lado dos pais, e estes devem dar suporte e prover toda proteção de que eles precisam. Como eles se sentirão seguros se é justamente os pais que dizem que o “bicho vem te pegar”?
Tanto os pais como os professores devem estar aptos a definir e manter os limites claros para a criança e serem flexíveis para fazerem os ajustes conforme as necessidades dos pequeninos. Devem ser firmes, porém mansos. Essas crianças tem fome de aprender, e os pais devem prover o máximo de informações possível, com livros, teatro, dando a oportunidade deles terem experiências diferentes constantemente: uma comida de outro país, bem diferente da cotidiana, uma música clássica, um balé, um museu, um filme diferente, enfim, tanto a criança como os pais se beneficiarão.
Tanto os Índigo como os Cristais tem seus sentidos muito sensíveis. Não suportam sons altos, comidas de sabores fortes, cheiros fortes e são sensíveis ao tato. O ambiente doméstico deve ser harmonioso, calmo, e se ele fizer algo errado, evite gritos, palavras rudes e ordens. Como são sensíveis ao tato, então toque na criança, pegue na mão, abrace. E se houver necessidade de dar uma “bronca”, segure sua mão ou braço e converse de maneira firme e clara (nunca agressiva), olhando fixo nos olhos dela. Nunca puna. A punição não tem efeito sobre essas crianças, só geram uma tristeza profunda e um sentimento de culpa, que poderá acompanhar essas crianças até a idade adulta.
Dêem aos seus filhos muita atenção, tolerância e muito, muito amor. Esta será uma relação de troca em que a família toda se beneficiará. Ajudem seus filhos com sabedoria nas palavras e ouvidos bem atentos para o que eles têm a ensinar.

Maria de Fátima Hiss OlivaresPsicóloga - Dezembro/2006
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Sobre as Crianças Autistas….
"As Crianças Autistas são as verdadeiras “crianças das estrelas”.
São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Sobre as Crianças Autistas….
"As Crianças Autistas são as verdadeiras “crianças das estrelas”.
São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Sobre as Crianças Autistas….
"As Crianças Autistas são as verdadeiras “crianças das estrelas”.
São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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"As Crianças Autistas são as verdadeiras “crianças das estrelas”.
São seres das dimensões supremas que escolheram que a maior parte da sua energia permaneça nas dimensões superiores. Desta forma, elas estão a prestar um enorme “serviço” ao planeta. Elas sustentam os portais energéticos nas frequências mais altas, coisa que vocês foram incapazes de realizar até hoje, já que mantêm a maior parte das vossas energias nos níveis mais baixos. É esta a razão pela qual tantas crianças autistas estão atualmente presentes no planeta. Elas assumem um papel essencial na ascensão do planeta para as frequências superiores. O seu trabalho é muito importante. Elas são importantes.
Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Estas crianças chamadas de “autistas” escolheram reter a energia da sexta dimensão e de outras, mais superiores ainda. Isto faz com que se sintam bastante “incomodadas” nas frequências mais baixas. A frequência da sua alma é tão alta que elas lutam para se sentir bem na vossa realidade. Elas não podem ser como vocês são, e vocês não as deixam ser quem são.
Muitas crianças autistas lutam contra os “rótulos” que gostam de pôr nelas; chamam-nas de “disfuncionais” e “ de crianças com dificuldades na aprendizagem”, e vocês não conseguem ver as dádivas que elas vos oferecem. É vosso privilégio cuidar destes seres que vos guardam as portas das estrelas abertas, para que possam penetrar naquela dimensão.
Nós pedimos que vejam quão belas e queridas são. E como, na sua “estranha” forma de ser, elas vos demonstram que os seres humanos podem ser multidimensionais e demonstram também que viver quase sempre nas dimensões superiores cria uma experiência muito diferente do que viver quase permanentemente nas frequências mais baixas.
Estas crianças são um presente sagrado vindo das estrelas. E é considerado uma dádiva vossa, o fato de cuidarem delas e de amá-las. Estimem-nas e vejam-nas exatamente como elas são: a lembrança de que o Cosmos é mais largo, mais estranho e muito maior do que vocês podem aperceber-se condicionados que estão pelas vossas crenças limitadas, oriundas das baixas frequências.
À medida que vão aceder a estas altas frequências, vão “encontrar” essas crianças, e vão aprender a honrá-las como viajantes das estrelas das dimensões superiores. E, à medida que vão começar a compreendê-las, vão-se tornar cada vez mais iguais a elas, em vez de querer mudá-las para que sejam iguais a vocês! Mas este ainda é um mistério e um ensinamento que vos será revelado nos próximos anos, a medida que vão abrir os vossos corações a essas crianças que vieram cá para serem os vossos mestres no caminho das estrelas!"
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Como Guardião Angélico das Novas Crianças, o Arcanjo Miguel dá esta mensagem especialmente para aqueles que educam as Novas Crianças.


"Vocês são numerosos, seres valentes e corajosos que educam ambas Crianças Índigo e Cristal, ou apenas Crianças Cristal. E muitos de vocês são ansiosos quanto à maneira de educar essas crianças e se estão a fazer as coisas “certas” para elas. Sim, elas são diferentes. Elas são fortes, mais poderosas e muitas vezes têm mais energia que as outras crianças. Aqueles que têm ambas Crianças Índigo e Cristal lutamtêm dificuldade com as diferenças entre elas.
Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Como Guardião Angélico das Novas Crianças, o Arcanjo Miguel dá esta mensagem especialmente para aqueles que educam as Novas Crianças.


"Vocês são numerosos, seres valentes e corajosos que educam ambas Crianças Índigo e Cristal, ou apenas Crianças Cristal. E muitos de vocês são ansiosos quanto à maneira de educar essas crianças e se estão a fazer as coisas “certas” para elas. Sim, elas são diferentes. Elas são fortes, mais poderosas e muitas vezes têm mais energia que as outras crianças. Aqueles que têm ambas Crianças Índigo e Cristal lutamtêm dificuldade com as diferenças entre elas.
Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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"Vocês são numerosos, seres valentes e corajosos que educam ambas Crianças Índigo e Cristal, ou apenas Crianças Cristal. E muitos de vocês são ansiosos quanto à maneira de educar essas crianças e se estão a fazer as coisas “certas” para elas. Sim, elas são diferentes. Elas são fortes, mais poderosas e muitas vezes têm mais energia que as outras crianças. Aqueles que têm ambas Crianças Índigo e Cristal lutamtêm dificuldade com as diferenças entre elas.
Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
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Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
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Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
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Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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Como Guardião Angélico das Novas Crianças, o Arcanjo Miguel dá esta mensagem especialmente para aqueles que educam as Novas Crianças.


"Vocês são numerosos, seres valentes e corajosos que educam ambas Crianças Índigo e Cristal, ou apenas Crianças Cristal. E muitos de vocês são ansiosos quanto à maneira de educar essas crianças e se estão a fazer as coisas “certas” para elas. Sim, elas são diferentes. Elas são fortes, mais poderosas e muitas vezes têm mais energia que as outras crianças. Aqueles que têm ambas Crianças Índigo e Cristal lutamtêm dificuldade com as diferenças entre elas.
Mas saibam que as Crianças Cristal procuram lares onde já haja pais ou irmãos Índigos porque ao nível energético, as Crianças Cristal dependem da forte energia aguerrida dos Índigos. Os Índigos conseguem “sustentar” a energia para as Crianças Cristal.
Todavia, ambos os tipos de crianças são “difíceis” para os pais. Como pais, serão desafiados pela presença de alta-frequência dos vossos filhos, afim de acelerar o vosso crescimento pessoal. Além disso, os vossos dotes educacionais serão questionados de todas as maneiras, e na verdade, esta é parte da “missão” das Crianças Índigos e Cristal: ensinar-vos como acompanhar e auxiliar dum modo amoroso, sábio e compassivo.
Isto ás vezes é muito difícil para vocês. Poucos receberam esse tipo de acompanhamento. Não foi porque os vossos pais não vos amavam, mas porque não sabiam de outra maneira. Eles aprenderam a partir dos modelos criados no medo e na conformidade. Os vossos filhos estão cá para vos ajudar a pôr de lado esses padrões antigos e criar novos modelos de acompanhamento.
Mas, para chegar lá, vocês teem de fazer uma mudança interna. Pode se tornar muito cansativo; trabalhar nos padrões antigos e nos novos também como no vosso crescimento rápido, enquanto zelam na educação de crianças altamente inteligentes e energéticas.
Queremos que percebam que cada um de vocês que aceitou esse papel, é um pioneiro. Criam novos caminhos, e apesar das dificuldades, estão a cumprir esse papel da melhor forma. No colectivo, estão a criar um Novo Paradigma Educacional, para que as crianças da Nova Terra sejam educadas com amor e respeito.
Saibam que, nas dimensões superiores, vocês e os vossos filhos têm um contrato de aliança afectiva, no qual ambos aprendem e criam este novo Arquétipo Colectivo.
Portanto, como pais, saibam que o vosso trabalho é imprescindível para o futuro do planeta. Todos os dias, participam na criação da Nova Terra. Estejam confiantes e em paz com os vossos esforços, saibam que os vossos filhos reconhecem esses esforços e que eles vos dão valor também como ao vosso trabalho. As futuras gerações Cristal vos honrarão, como sendo os Anciãos Sábios que criaram os Arquétipos da Nova Terra."


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