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4.1.09
MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


fonte:O DIA Online
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MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


fonte:O DIA Online
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MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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MEC distribui já este ano material sobre a reforma ortográfica. Prazo para adaptação é de quatro anos

Rio - Quando o ano letivo começar, em fevereiro, os estudantes do Rio travarão os primeiros contatos com a nova Língua Portuguesa, em vigor desde quinta-feira. Na rede pública, os livros didáticos adaptados só começarão a ser distribuídos em 2010, mas o MEC já prepara material com instruções sobre a reforma para uso em sala de aula. A definição completa das regras pela Academia Brasileira de Letras sairá apenas mês que vem.A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, disse que usará os 29 mil notebooks distribuídos aos mestres do município para realizar essa capacitação: “Já no primeiro bimestre, esse conteúdo começa a ser repassado gradativamente aos alunos de todas as séries”. A Secretaria Estadual de Educação, por sua vez, aguardará a definição completa das mudanças e já recomendou às escolas que não se comprem gramáticas, em virtude de todas as alterações não terem sido fixadas.Em 2010 chegarão os novos 70 milhões de livros dos alunos do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Os do sexto ao nono ano receberão em 2011. Em 2012, será adaptado o material didático das três séries do Ensino Médio. O Brasil tem 4 anos, até 31 de dezembro de 2012, para se adaptar ao acordo que unifica a grafia da língua nos 8 países que falam o idioma. O português é a sexta língua mais falada do mundo, usada por 230 milhões de pessoas. VESTIBULAR, SÓ EM 2012O chefe do departamento de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, professor Manoel de Carvalho Almeida, defende que os alunos comecem a lidar já este ano com as novas regras: “As alterações não são tão profundas em relação ao português do Brasil. Vale a pena investir quando as regras estiverem todas definidas para que os alunos comecem a se familiarizar”.Algumas editoras já estão lançando livros didáticos, dicionários e gramáticas adaptados ao acordo. A maioria das escolas particulares começará o ano abordando o assunto em sala. “Pretendemos introduzir a nova ortografia a partir deste ano. Não acho que demorarão a se adaptar. Não vamos cobrar a nova regra em provas e redações: só será exigida nos vestibulares a partir de 2012”, diz a professora Maria Lúcia Nunes da Silva, coordenadora de Português do Centro Educacional da Lagoa (CEL).PUBLICAÇÕES SEM VALIDADE
Apesar de várias publicações já estarem sendo editadas com as novas regras, elas não terão sua validade reconhecida até a publicação do ‘Vocabulário ortográfico da Língua Portuguesa’, da Academia Brasileira de Letras, que será lançado em fevereiro e esclarecerá pontos obscuros do acordo, como o uso do hífen.Como algumas das modificações ainda dependem de uma definição mais precisa, qualquer publicação lançada antes de um esclarecimento oficial poderá ser considerada incompleta.“O problema do hífen poderia ter sido resolvido definitivamente, porque não é um conjunto de regras 100% eficiente”, explica o filólogo e professor da Uerj José Pereira da Silva. O presidente da Comissão de Língua Portuguesa do MEC, Godofredo de Oliveira Neto, elogia a mudança: “O importante é o reforço da língua nos fóruns internacionais. Os documentos da ONU estão em português do Brasil e de Portugal”.


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FILHO REVÊ PAI

Jonathan Paes A. Costa, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, não via o pai há 7 anos e 11 meses. Seus pais foram casados durante quatro anos e se separaram em 2001, quando Jonathan tinha apenas quatro anos. Há sete anos, o jovem não vê o pai, Márcio A. Costa e faz tudo sozinho em casa, pois a mãe trabalha o dia todo. Jonathan foi ao Domingão contar sua história e não sabia que a produção tinha encontrado seu pai. Os dois se reencontraram no palco do Domingão. O pai, que hoje mora no Acre, explicou que ganha pouco, tem outra família e não tem como ir ver o filho sempre, mas disse que sente muitas saudades.
SERÁ QUE NÃO VAI MAIS VER O MENINO?????
FONTE:G1
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FILHO REVÊ PAI

Jonathan Paes A. Costa, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, não via o pai há 7 anos e 11 meses. Seus pais foram casados durante quatro anos e se separaram em 2001, quando Jonathan tinha apenas quatro anos. Há sete anos, o jovem não vê o pai, Márcio A. Costa e faz tudo sozinho em casa, pois a mãe trabalha o dia todo. Jonathan foi ao Domingão contar sua história e não sabia que a produção tinha encontrado seu pai. Os dois se reencontraram no palco do Domingão. O pai, que hoje mora no Acre, explicou que ganha pouco, tem outra família e não tem como ir ver o filho sempre, mas disse que sente muitas saudades.
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Projeto escolar de um menino de oito anos anima outros alunos e até adultos a descobrir como combater a doença.


Conheça Gabriel Souza, de oito anos. Ele mora em Rio das Ostras, litoral do Rio, e usa uma maquete para dar aulas a adultos e crianças de como eles podem combater o mosquito Aedes aegypti.

O projeto deu tão certo, que Gabriel e a amiga Cláudia Alice foram escolhidos para representar o colégio onde estudam em feiras. Além disso, o projeto ajuda Rio das Ostras a manter baixa a incidência de casos de dengue.

fonte:GLOBO COMUNIDADE
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Projeto escolar de um menino de oito anos anima outros alunos e até adultos a descobrir como combater a doença.


Conheça Gabriel Souza, de oito anos. Ele mora em Rio das Ostras, litoral do Rio, e usa uma maquete para dar aulas a adultos e crianças de como eles podem combater o mosquito Aedes aegypti.

O projeto deu tão certo, que Gabriel e a amiga Cláudia Alice foram escolhidos para representar o colégio onde estudam em feiras. Além disso, o projeto ajuda Rio das Ostras a manter baixa a incidência de casos de dengue.

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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Crianças adoram dias de calor – elas vão a parques, piscinas e molham os pés na água do mar mesmo ainda bem pequenas. Mas a vigilância dos pais precisa ser grande porque a pele dos mais novos é bastante sensível e suscetível a doenças. Para você e sua família não perderem os dias de verão, fizemos uma parceria exclusiva com a Sociedade Brasileira de Dermatologia e trouxemos as últimas novidades e os melhores cuidados que você deve ter com a pele do seu filho. Saiba como evitar os cinco vilões da estação mais esperada do ano

1. A PRAIA
É bem na beirinha do mar, justamente onde as crianças mais gostam de brincar quando vão à praia, que fica uma das maiores ameaças à pele delas no verão: as águas-vivas. No último verão, esses animais invadiram o litoral brasileiro e se tornaram uma nova preocupação para os pais. Centenas de casos de queimaduras foram registrados no país e boa parte envolveu crianças. Apenas em Santa Catarina, pelo menos 50% dos acidentes registrados em janeiro atingiram os pequenos. O estado catarinense ao lado de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Espírito Santo foram os mais afetados.
As águas-vivas são animais aquáticos que liberam substâncias altamente irritantes quando entram em contato com algo. No último verão, chegaram à beira-mar por uma série de motivos ainda em estudo, que vão desde o aquecimento global até o aumento de turistas nas praias. A expectativa dos biólogos é que neste ano o problema continue.
Se alguém for atacado, deixe a parte em que os tentáculos estão presos embaixo da água do mar para se afrouxarem – ao tentar tirá-los, a quantidade de veneno será maior, assim como a dor. Banhe o local com água salgada ou jogue vinagre para neutralizar o veneno, assim as vesículas com a toxina não se rompem. Procure um médico, que prescreverá antiinflamatório e analgésico. A dor deve melhorar em algumas horas. Se o caso for grave, vá ao pronto-socorro imediatamente.
Outro inconveniente das praias para a pele do seu filho são os bichos geográficos. A única maneira de evitá-los é freqüentar areias em que cachorros e gatos sejam proibidos, porque eles são encontrados nas fezes desses animais. A regra deveria valer para toda a costa brasileira, o problema é que nem sempre é assim. Outra opção é andar de chinelos, mas além de não ser tão gostoso quanto caminhar descalço, na hora de correr para o mar não tem jeito: os pés estarão sem proteção. Quanto à areia, fique tranqüilo. Ela não vai causar alergia. Se a pele da criança for sensível e ficar irritada, jogue água doce no corpo dela, enxugue-a e deixe-a sobre uma canga ou toalha.

2. A PISCINA
Que criança resiste a um mergulho na piscina? Aquecida ou ao ar livre, é preciso cuidado ao freqüentá-la com seus filhos. Se ela não recebe tratamento de limpeza adequado pode causar doenças de pele, principalmente nas crianças. Uma das responsáveis seria a bactéria Pseudomonas aeruginosa, presente na água e transmissível ao toque, segundo pesquisa norte-americana. Ela deixa as unhas esverdeadas. Neste ano, seis bebês morreram nos Estados Unidos vítimas dessa bactéria. Descobriu-se que as enfermeiras da maternidade usavam unhas postiças e a bactéria estava ali. Por isso, o cuidado tem de ser também com quem cuida do bebê, sejam os pais, os avós ou a babá. Alguns sinais que podem o ajudar a escolher uma piscina livre de riscos são a cor e o odor da água. Se ela for escura e tiver cheiro ruim, fique longe. Conhecer o ambiente, pedir informações para quem o freqüenta e verificar como o tratamento da água é feito podem ajudá-lo, principalmente quando você viaja com as crianças para um local novo. Outro perigo – este sim mais freqüente – são as frieiras, um tipo de micose que atinge mais os pés. Se a água do lava-pés ou da piscina não é tratada e trocada com freqüência, a criança pode desenvolvê-las. O tratamento é feito com soluções tópicas ou remédios, sempre com indicação médica.
No caso da água das piscinas, o excesso de cuidado também pode ser prejudicial, por mais contraditória que essa informação pareça. O cloro, assim como as outras substâncias usadas no tratamento da água, pode provocar ressecamento da pele e até alergias em pessoas sensíveis ou que tenham a pele muito seca. Se seu filho é alérgico ao cloro, procure locais que não utilizem o produto, como piscinas salinizadas, que deixam a pele mais hidratada. Caso não tenha opção, deixe a criança na água com cloro por períodos curtos, leve-a para tomar uma ducha em seguida e passe hidratante pós-sol. Como não existe um produto específico para os cabelos das crianças que os proteja do sol e da água, aplique um pouco de condicionador nas pontas dos fios após o banho se você notar que ressecaram.

3. O SOL
O protetor solar é o mais importante aliado contra os problemas causados pelo sol, mas não é o único. No Brasil, a situação é assustadora. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia no ano passado, com mais de 31 mil pacientes com câncer de pele, mostrou que apenas 26,9% dos entrevistados usavam protetor ao se expor ao sol. Quem tem filhos corre outro risco: o filtro solar dá a falsa sensação de que as crianças estarão protegidas por horas. Além de ir à praia nos horários em que o sol está baixo, antes das 10 h ou depois das 16 h, você deve repor a cada duas horas o protetor com FPS 30 – acima disso, eles ficam quimicamente mais fortes e o efeito não é tão maior a ponto de compensar o uso. Se a criança entrar na água, é preciso enxugá-la e aplicá-lo de novo, imediatamente. Outro cuidado é com a quantidade: não basta usar pouco e espalhar bem. O ideal é 2 ml do produto por cm2 do corpo, traduzindo: um frasco não dura mais do que dois dias para uma família de quatro pessoas. Crianças a partir de 6 meses estão liberadas para usá-lo.
Se você está achando tanto cuidado um exagero, lembre-se de que se seu filho tomar banho de sol muito forte a probabilidade de ele ter melanona na fase adulta – o pior tipo de câncer de pele – pode dobrar. Não se esqueça também da proteção adicional, como chapéus com abas que protejam a nuca e as orelhas, óculos de sol de boa qualidade, camiseta de cor escura e trama cerrada e guarda-sol. Advertências descumpridas podem significar ardência na pele, que pode ser tratada com hidratante pós-sol ou alguma loção indicada pelo médico – e não com alguma combinação de ingredientes caseiros, que podem agravar a lesão e piorar o ardor.
Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. Áreas com sardas são as de maior concentração de células produtoras de pigmento (os melanócitos) e surgem cedo em pessoas mais claras como forma de defesa contra o sol. Ruivos, por exemplo, precisam ir periodicamente ao dermatologista e, ao contrário dos demais, usar filtro com proteção 30 (no mínimo!).
O sol pode, ainda, provocar outras alterações na pele se entrar em contato com frutas cítricas (como figo e limão), algumas gramíneas, perfumes florais e até aspargo fresco, que contêm uma substância fototóxica (psoraleno) em seu suco ou casca. Ao ser absorvida pela pele e com exposição solar, a substância provoca reações até 24 horas após o contato, que incluem de pigmentação leve até bolhas profundas. Em casos simples, lave bem o local e proteja-o do sol até completa regressão das manchas. Se forem intensas, procure um médico.

4. AS ALERGIAS
As picadas de insetos e o aparecimento de brotoejas são as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos durante o verão. A primeira recomendação contra insetos que você vai ouvir é proteger as crianças com roupas que cubram braços e pernas – tática incompatível para quem mora em países tropicais. Nos Estados Unidos e na Europa, as queixas diminuíram depois da criação de um aparelho eletrônico, para carregar como colar no pescoço, que emite ondas capazes de afastar os insetos. A tecnologia não chegou ao Brasil; se você quiser comprar, aproveite os amigos que vão viajar para o exterior e peça um.
Se não tiver esse aparelho ou se o tempo não esfriar, você vai precisar proteger seu filho. Converse com o médico sobre o uso de um repelente específico para crianças, a partir do sexto mês. Aplique-o nas áreas de maior exposição no máximo duas vezes ao dia, porque o uso excessivo pode causar intoxicação. Não passe nem no rosto nem nas mãos por haver risco de ingestão do produto. Tomar vitamina B também funciona, mas algumas erupções, como espinhas, podem aparecer na pele.
Além do repelente, proteja sua casa a partir do início da tarde. Coloque telas nas janelas e não deixe portas abertas. Ventilador e ar-condicionado afastam os insetos, mas velas de citronela funcionam melhor contra moscas do que contra pernilongos e borrachudos. Você pode ter mosqueteiros em casa, que precisam ser higienizados com freqüência para não acumularem pó. Se usar aparelhos de tomada contra os mosquitos, ligue-os quando a criança não estiver no quarto e desligue-os quando ela for dormir. Tente fugir de hotéis e pousadas à beira-rio, à beira-mar ou próximos de mata fechada. As crianças que têm reações alérgicas graves podem usar, a partir de dois meses, um medicamento específico que tem eficácia de uma semana. Só o médico pode indicá-lo.
As brotoejas, bem como os pernilongos, são mais comuns no verão. A criança sua mais e as glândulas podem inflamar. Além do tratamento com loções à base de hidróxido de alumínio ou calamina pura, você deve refrescar seu filho com compressas frias e roupas frescas. Cuidado com medicamentos usados para tratar dermatites na região das fraldas. Como a área é úmida, a absorção de remédios também é maior. Se você usar errado ou sem prescrição médica, pode causar intoxicação.

5. OS EXCESSOS NA HIGIENE DIÁRIA
Você já deve ter se perguntado: quantos banhos por dia posso dar no meu filho? Não existe uma recomendação formal, mas três é um número razoável em dias quentes. Não é preciso lavar a cabeça dele todas as vezes; use o bom senso. Se vivem em regiões quentes, a melhor pedida é a água em temperatura ambiente, e não a gelada.
Não abuse de sabonetes e xampus. Só compre produtos específicos para crianças, com o mínimo de perfume e corante – de preferência os neutros, que dificilmente causam algum tipo de reação alérgica. Condicionador, hidratante e óleo corporal não precisam constar na sua lista de compras, a não ser que o médico recomende. Fuja do talco, que pode causar problemas respiratórios. A limpeza correta vai ajudar a cuidar da irritação com as fraldas. Assaduras são mais comuns no verão. Para evitá-las, seque bem o bebê e todas as dobrinhas depois do banho. O mesmo vale para lenços umedecidos.
O calor intenso pode provocar dermatite seborréica, como é conhecida a caspa no couro cabeludo nos primeiros seis meses de vida. O motivo seria uma superatividade das glândulas que produzem a secreção. Não dá para evitar, mas você pode tomar alguns cuidados. Meia hora antes do banho, massageie o couro cabeludo com óleo hidratante. Depois do banho, passe uma escova com cerdas macias para retirar as sobras. Se a espessura da caspa for grossa, converse com o médico. Ele poderá indicar um creme específico para tratar os casos mais graves.

Cuidados com a pele das crianças albinas no verão

Crianças albinas precisam de cuidados especiais por não ter melanina, substância protetora natural da pele e que dá cor a ela. Além da reposição do bloqueador solar durante todo o dia, o médico recomenda o uso de óculos escuros por conta da fotofobia, a intolerância a luz. O albinismo é genético. Eles não podem se expor ao sol forte, porque o resultado não será bronzeamento, mas sim queimaduras. Uma solução para o verão é inverter o horário da brincadeira: que tal montar uma piscina à noite? Ninguém vai ficar fora dessa.


fonte:Revista Crescer
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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:52  comentar



Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


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A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
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Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


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A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
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Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
link do postPor anjoseguerreiros, às 19:52  comentar



Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Este é o mundo dos "homens", seres viventes que se autodenominaram como "animais racionais".
Já pensaram para onde estamos indo com essa "racionalidade humana"?


(NÃO COLOCAMOS AS FOTOS, SÃO MUITO CHOCANTES)

Que Mundo é Esse?

A imagem é extremamente chocante mas temos que mostrá-la. As pessoas têm que saber desse tamanho desprezo à vida. Uma bebê recém-nascida jaz morta na rua, descartada como um pedaço de lixo, sob a indiferença dos que passam!
Ela é apenas mais uma vítima da política cruel do governo Chinês: o limite de um filho por família com aborto compulsório.
Aconteceu na província chinesa de Hunan. Uma cena inimaginável de horror e crueldade: o corpo de uma menina jogado na rua. Ônibus e bicicletas passam espirrando poeira e terra no cadáver. Dos que passam, poucos dão atenção. Durante horas, as pessoas ignoraram a menina...
Ela é mais uma das milhares de meninas recém-nascidas que são abandonadas a cada ano em conseqüência da política do governo Chinês: o aborto e o limite de 2 crianças por família. A única pessoa que tentou ajudar a criança declarou: "Acho que ela acabou de morrer. Eu a toquei e estava ainda quente. Ainda saía sangue de seu nariz."
Essa senhora chamou o pronto-socorro mas ninguém apareceu: "O bebê estava perto do escritório fiscal do governo e muitas pessoas passavam e não faziam nada... Eu tirei fotos porque isso é algo terrível... Os policiais quando chegaram ficaram mais preocupados com minhas fotos do que com o bebê." A polícia só liberou a senhora quando ela entregou o filme. Na China, muitos acreditam que "filhas são um desperdício"...


Mas Que Mundo É Esse?

O governo da China, país mais populoso do mundo com 1,3 bilhões de pessoas, impôs sua política de restrição à natalidade em 1979.
Os métodos usados causam muita miséria: os pais, aterrorizados de serem descobertos pelo governo, abandonam e matam seus próprios filhos.
Oficialmente, o governo condena o uso da força ou crueldade para controlar a natalidade. Mas na prática, os encarregados do controle sofrem tanta pressão para limitar a natalidade que recorrem a esquadrões de aborto. Esses esquadrões arrastam as mães "clandestinamente" grávidas e as mantêm em cárcere até se submeterem ao aborto.
Já houve mães que foram executadas por se recusarem a abortar. Outras famílias receberam penas de 10 mil yuans (sete vezes o salário anual de um camponês), esterilização compulsória e confisco de propriedade. Outras mães conseguem ter sua criança escondidas, mas sua família é perseguida e torturada para que denuncie o paradeiro da gestante e elas encontram suas casas incendiadas ao voltar.As crianças que nascem nessa situação não recebem instrução escolar, nem cuidados médicos ou qualquer outro benefício social. Muitos pais vendem suas crianças para outros casais a fim de escapar da punição do governo Chinês...
As meninas são as maiores vítimas da pressão intolerável para limitar a família. Na China rural, onde 80% da população vive, muitos camponeses acreditam que apenas os meninos podem levar a família adiante e consideram que seria uma grande desonra para seus ancestrais se eles não terem um herdeiro.
Normalmente, as filhas continuam vivendo com a família depois do casamento e são consideradas um "investimento perdido". Nas regiões rurais se permite um segundo filho(a), mas quando a segunda criança é outra menina, isso é tido como um desastre. Um homem ficou tão revoltado ao ter a segunda filha que ele estrangulou as duas. Um outro jogou sua filha em um poço abandonado para que ninguém soubesse que ela existiu.
De acordo com estatísticas oficiais, 97,5% das crianças abortadas são meninas. Se acredita que muitas são vendidas à casais inférteis para que as autoridades não tomem conhecimento.
O resultado é um desequilíbrio entre as populações masculina e feminina. Milhões de homens não conseguem encontrar uma esposa. Já existe o tráfico de mulheres. Em alguns lugares há 6 homens para cada mulher.
Por fim, um senhor pegou o corpo da menina, colocou em um caixote e jogou na lata de lixo...

Mas Que Mundo É Esse?

Estima-se que 17 milhões de meninas estejam "faltando" na população da China. O infanticídio e abandono são os principais fatores. O aborto selecionado por sexo é proibido, mas o exame de ultra-som que determina o sexo é facilmente conseguido com suborno.
As crianças que sobrevivem acabam em orfanatos precários. O governo Chinês insiste na política de limitar as famílias e ignora o problema da discriminação contra filhas mulheres.
A assistente social Wu Hongli explica que "Os programas educacionais têm tido bastante sucesso em algumas áreas rurais, mas ainda há um vasto trabalho a ser feito. Tantas tragédias são ignoradas a cada dia que sinto vontade de chorar."


FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE - REPORTAGEM PUBLICADA EM 2001
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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


fonte:VEJA on-line

link do postPor anjoseguerreiros, às 19:30  comentar

Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


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O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


INACREDITÁVEL O QUE ACONTECE POR LÁ!!!!


fonte:VEJA on-line

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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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Um bilhão em movimento

O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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O país mais populoso do planeta vive em constante transição: seu mais de um bilhão de habitantes há décadas se movimenta entre as tradições e princípios dos antepassados e os desafios do futuro. Se avançou em muitos aspectos, em dezenas de outros pontos a sociedade chinesa continua bastante parecida à que viu Mao Tsé-tung assumir o poder há mais de meio século. A seguir, a situação dos chineses em diversos setores de suas vidas neste novo século:

Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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Família
Enfrentando a perspectiva de uma explosão populacional, a China implementou rígidas leis de controle de natalidade nos anos 70. A famosa lei que permitia que cada casal tivesse somente um filho aparentemente fez efeito. O índice de natalidade caiu - a população na virada do século era de 1,2 bilhão de pessoas, contra a previsão de 1,5 bilhão se não houvesse o programa. Há indícios, no entanto, de que o sucesso do controle foi obtido às custas do desrespeito aos direitos humanos - os relatos de abortos forçados e esterilizações compulsórias atraíram condenação da comunidade internacional. Surgiu também um fenômeno trágico: a multiplicação dos casos de infanticídio. Como os homens são mais valorizados por sua força de trabalho braçal nas áreas rurais, muitas meninas eram sacrificadas por causa da lei de um filho por casal.

Migração e Terceira idade

Uma das principais ameaças ao controle de população na China é o número crescente de migrantes, uma população flutuante que reúne mais de 100 milhões de pessoas em constante trânsito pelas áreas rurais. De acordo com os registros do governo, essas pessoas tendem a desrespeitar as regras de natalidade e planejamento familiar, inflando a população total e aumentando a demanda por trabalho e serviços públicos. Além disso, a expectativa de vida dos chineses dobrou desde a tomada do poder por Mao, em 1949. Na virada do século, o índice era de 70 anos em média. Com poucos nascimentos e cada vez mais idosos, a China corre o risco de, no futuro, abrigar a população mais envelhecida já vista no mundo.


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RIO - A Secretaria especial de Ordem Pública decidiu o cronograma para deflagrar, esta semana, a operação Bacana em sete novos bairros do Rio. Depois de começar as operações amanhã pela Tijuca e pela Gávea, o choque de ordem, agora sob o comando da prefeitura, chegará na quarta-feira ao Flamengo, a Botafogo, ao Largo do Machado (no Catete) e à Glória. No dia seguinte, será a vez do Centro. Moradores de rua são o principal desafio do novo governo.
Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


QUE CONSIGAM MESMO!!!
E QUE NENHUMA ONG APAREÇA PARA DAR PALPITE CONTRA!


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RIO - A Secretaria especial de Ordem Pública decidiu o cronograma para deflagrar, esta semana, a operação Bacana em sete novos bairros do Rio. Depois de começar as operações amanhã pela Tijuca e pela Gávea, o choque de ordem, agora sob o comando da prefeitura, chegará na quarta-feira ao Flamengo, a Botafogo, ao Largo do Machado (no Catete) e à Glória. No dia seguinte, será a vez do Centro. Moradores de rua são o principal desafio do novo governo.
Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
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Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
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O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
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O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


QUE CONSIGAM MESMO!!!
E QUE NENHUMA ONG APAREÇA PARA DAR PALPITE CONTRA!


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RIO - A Secretaria especial de Ordem Pública decidiu o cronograma para deflagrar, esta semana, a operação Bacana em sete novos bairros do Rio. Depois de começar as operações amanhã pela Tijuca e pela Gávea, o choque de ordem, agora sob o comando da prefeitura, chegará na quarta-feira ao Flamengo, a Botafogo, ao Largo do Machado (no Catete) e à Glória. No dia seguinte, será a vez do Centro. Moradores de rua são o principal desafio do novo governo.
Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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RIO - A Secretaria especial de Ordem Pública decidiu o cronograma para deflagrar, esta semana, a operação Bacana em sete novos bairros do Rio. Depois de começar as operações amanhã pela Tijuca e pela Gávea, o choque de ordem, agora sob o comando da prefeitura, chegará na quarta-feira ao Flamengo, a Botafogo, ao Largo do Machado (no Catete) e à Glória. No dia seguinte, será a vez do Centro. Moradores de rua são o principal desafio do novo governo.
Mesmo em bairros onde a operação Bacana começou - ainda sob a coordenação da Subsecretaria estadual de Governo -, há muito o que fazer. A estréia da iniciativa aconteceu em 19 de abril de 2007, com o CopaBacana, que ultrapassou os limites de Copacabana, estendendo-se para o Leme. Presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães lamenta que a população de rua ainda continue sendo um problema grave no bairro. Os trechos da praia com sombras proporcionadas por coqueiros permanecem como as áreas que mais atraem mendigos:
- Trata-se de uma questão crônica em Copacabana, que se agrava nos períodos de festas de fim de ano e de férias escolares, quando aumenta o número de turistas, que compram produtos nas ruas e dão esmola. A prefeitura deveria elaborar um plano de verão de assistência social, para reduzir a população de rua - sugere Horácio. (Na Barra, ainda há muito a se fazer)
O furto de cabos em túneis - como o Velho e o do Pasmado -, é outra marca persistente da desordem urbana na região. O mesmo acontece com o lixo, encontrado em várias calçadas do bairro, e com os camelôs, que, até semana passada, aproveitavam brechas deixadas pelos guardas municipais, que se ausentavam na hora do almoço e após as 18h.


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Em meio a dados crescentes de crimes contra crianças dentro da própria casa - 95% envolvendo maus tratos - um estudo realizado pela psicóloga Leila Rute Oliveira Gurgel do Amaral, pesquisadora da UNESP,revela uma constatação nada animadora: os pediatras, que mantém vínculo estreito com as crianças e famílias, não se sentem seguros para identificar a violência familiar, notificar o problema e lidar com ele. Segundo a UNICEF, 80% dos maus-tratos são praticados por parentes mais próximos.
Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
Leila Gurgel afirma que todos os segmentos envolvidos nessa questão devem se empenhar para romper esse círculo vicioso.
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Em meio a dados crescentes de crimes contra crianças dentro da própria casa - 95% envolvendo maus tratos - um estudo realizado pela psicóloga Leila Rute Oliveira Gurgel do Amaral, pesquisadora da UNESP,revela uma constatação nada animadora: os pediatras, que mantém vínculo estreito com as crianças e famílias, não se sentem seguros para identificar a violência familiar, notificar o problema e lidar com ele. Segundo a UNICEF, 80% dos maus-tratos são praticados por parentes mais próximos.
Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
Leila Gurgel afirma que todos os segmentos envolvidos nessa questão devem se empenhar para romper esse círculo vicioso.
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Em meio a dados crescentes de crimes contra crianças dentro da própria casa - 95% envolvendo maus tratos - um estudo realizado pela psicóloga Leila Rute Oliveira Gurgel do Amaral, pesquisadora da UNESP,revela uma constatação nada animadora: os pediatras, que mantém vínculo estreito com as crianças e famílias, não se sentem seguros para identificar a violência familiar, notificar o problema e lidar com ele. Segundo a UNICEF, 80% dos maus-tratos são praticados por parentes mais próximos.
Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Em meio a dados crescentes de crimes contra crianças dentro da própria casa - 95% envolvendo maus tratos - um estudo realizado pela psicóloga Leila Rute Oliveira Gurgel do Amaral, pesquisadora da UNESP,revela uma constatação nada animadora: os pediatras, que mantém vínculo estreito com as crianças e famílias, não se sentem seguros para identificar a violência familiar, notificar o problema e lidar com ele. Segundo a UNICEF, 80% dos maus-tratos são praticados por parentes mais próximos.
Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Em meio a dados crescentes de crimes contra crianças dentro da própria casa - 95% envolvendo maus tratos - um estudo realizado pela psicóloga Leila Rute Oliveira Gurgel do Amaral, pesquisadora da UNESP,revela uma constatação nada animadora: os pediatras, que mantém vínculo estreito com as crianças e famílias, não se sentem seguros para identificar a violência familiar, notificar o problema e lidar com ele. Segundo a UNICEF, 80% dos maus-tratos são praticados por parentes mais próximos.
Na pesquisa realizada por Leila, os pediatras demonstram que consideram bater uma prática normal, quando a criança está sendo intransigente, desde que “seja no lugar correto e só depois de tentar o diálogo”. Apesar da aparente segurança, a psicóloga identificou sentimentos conflitantes dos profissionais quanto a bater ou não e concluiu que eles não têm uma postura definitiva sobre o assunto.
De acordo com a legislação em vigor, os maus tratos contra a criança devem ser encaminhados para os Conselhos Tutelares, que acionam o Ministério Público. Mesmo sabendo por alto dos procedimentos legais, os entrevistados se sentem “perdidos” na hora de fazer uma notificação de violência. E depois ainda ter que lidar com a família.
A psicóloga acredita que enquanto estão trabalhando em um hospital-escola, “eles se sentem amparados, pois podem encaminhar o problema para o psicólogo de plantão ou para o assistente. Mas quando estiver trabalhando sozinho, como fazer?” – eles se perguntam.
Crianças que chegam para consulta com sintomas de estresse pós-traumático ou outra conseqüência da violência, precisam de dedicação para serem conduzidas. Isso é impossível por falta de tempo, demanda muito grande e cobrança pelo atendimento. Diante disso, os pediatras acabam encaminhando o problema, sem saber o que vai acontecer depois. Para Leila Gurgel é uma forma de aliviar a consciência, já que se sentem despreparados para enfrentar o problema. Um dos médicos entrevistados chegou a dizer que preferia não se comprometer – “Deixa como acidente mesmo, assim a gente evita dor de cabeça. Às vezes pode ser agressão, mas o pai depois pode se arrepender...”
Outra pesquisa, feita pela mesma profissional mostrou que acidentes não são casuais. A cada ano 160 mil crianças e adolescentes brasileiros morrem ou se tornam incapazes, vítimas de acidentes. Leila Gurgel cita Freud para lembra a existência de fatores psicológicos envolvidos nos atos acidentais, classificando de simplista a versão que defende que “crianças bem cuidadas não se acidentam.” A criança pode estar bem cuidada fisicamente, mas não emocionalmente, ou seja, ela pode ser provida de um ambiente seguro, porém desprovida de afetividade, do vínculo, da presença. Abre-se aí a possibilidade de acidentes infantis acontecerem. Os acidentes podem representar um desejo de proteção e auxílio materno, indicando ainda uma necessidade de amor e vida “- explicou a psicóloga. Para ela, acidentes e violência caminham muitas vezes juntos, já que o primeiro pode servir como dissimulador do segundo.
Em algumas ocasiões, os acidentes apresentam-se nebulosos, capazes de confundir não só o olhar do leigo, mas também do profissional. “Não porque este não saiba diferenciá-lo, mas talvez porque a realidade acabe despertando o temor de envolver-se em uma denúncia” – alerta.
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Senhora de 89 anos diz estar cansada de achar coisas em seu quintal.Casal diz que, com cinco filhos, não consegue pagar um advogado.

Uma senhora de 89 anos, moradora de Cincinnati, está cansada de ver os brinquedos dos vizinhos caindo em seu quintal.
Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

FONTE:G1

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Uma senhora de 89 anos, moradora de Cincinnati, está cansada de ver os brinquedos dos vizinhos caindo em seu quintal.
Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
Os pais das crianças consideram o processo "muito bobo", mas estão com medo - afinal, dizem, fica difícil pagar um advogado e ao mesmo tempo sustentar cinco filhos.

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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
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Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
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Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
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Por isso, ela está processando os pais "irresponsáveis". Edna Jester pede uma quantia de dinheiro não revelada e diz que sofreu emocionalmente, de tanto ser incomodada pelas bolas e outros brinquedos das crianças que surgiam em seu jardim.
Ela chegou a ser levada para a delegacia, quando foi acusada de roubo por se recusar a devolver uma bola das crianças.
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Surya é uma moradora ilustre do Instituto de Espécies Raras e Ameaçadas, em Miami, na Flórida. A macaca orangotango adora colocar roupa de banho de criança para ir à piscina e pilotar um jet ski inflável. Mas Surya odeia molhar a cabeça. Assim, os responsáveis pelo centro americano deram a ela um colete salva-vidas para que ela não afunde ao cair na água. Enquanto outros orangotangos do instituto preferem ficar se banhando, Surya não larga o brinquedo. Os visitantes adoram.

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Surya é uma moradora ilustre do Instituto de Espécies Raras e Ameaçadas, em Miami, na Flórida. A macaca orangotango adora colocar roupa de banho de criança para ir à piscina e pilotar um jet ski inflável. Mas Surya odeia molhar a cabeça. Assim, os responsáveis pelo centro americano deram a ela um colete salva-vidas para que ela não afunde ao cair na água. Enquanto outros orangotangos do instituto preferem ficar se banhando, Surya não larga o brinquedo. Os visitantes adoram.

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Surya é uma moradora ilustre do Instituto de Espécies Raras e Ameaçadas, em Miami, na Flórida. A macaca orangotango adora colocar roupa de banho de criança para ir à piscina e pilotar um jet ski inflável. Mas Surya odeia molhar a cabeça. Assim, os responsáveis pelo centro americano deram a ela um colete salva-vidas para que ela não afunde ao cair na água. Enquanto outros orangotangos do instituto preferem ficar se banhando, Surya não larga o brinquedo. Os visitantes adoram.

FONTE:G1

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Surya é uma moradora ilustre do Instituto de Espécies Raras e Ameaçadas, em Miami, na Flórida. A macaca orangotango adora colocar roupa de banho de criança para ir à piscina e pilotar um jet ski inflável. Mas Surya odeia molhar a cabeça. Assim, os responsáveis pelo centro americano deram a ela um colete salva-vidas para que ela não afunde ao cair na água. Enquanto outros orangotangos do instituto preferem ficar se banhando, Surya não larga o brinquedo. Os visitantes adoram.

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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
"Essa nova tecnologia é inteligente porque significa que diferentes drogas possam ser liberadas. Mas apesar de animador, o trabalho ainda está em uma fase inicial e ainda não está pronto para ser testado em pacientes."
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
"Essa nova tecnologia é inteligente porque significa que diferentes drogas possam ser liberadas. Mas apesar de animador, o trabalho ainda está em uma fase inicial e ainda não está pronto para ser testado em pacientes."
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
"Essa nova tecnologia é inteligente porque significa que diferentes drogas possam ser liberadas. Mas apesar de animador, o trabalho ainda está em uma fase inicial e ainda não está pronto para ser testado em pacientes."
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
"Essa nova tecnologia é inteligente porque significa que diferentes drogas possam ser liberadas. Mas apesar de animador, o trabalho ainda está em uma fase inicial e ainda não está pronto para ser testado em pacientes."
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
"Essa nova tecnologia é inteligente porque significa que diferentes drogas possam ser liberadas. Mas apesar de animador, o trabalho ainda está em uma fase inicial e ainda não está pronto para ser testado em pacientes."
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Pesquisadores americanos afirmam ter descoberto uma forma de usar nanopartículas de ouro para melhorar o uso de remédios no tratamento de doenças como câncer.
Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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Segundo cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o sistema torna possível liberar uma quantidade determinada de remédios em partes específicas do corpo durante intervalos controlados.
A tecnologia funciona porque as nanopartículas desenvolvidas pelo MIT se dissolvem quando expostas a diferentes níveis de luz infravermelha.
Com isso, os cientistas poderiam fazer com que as partículas carregassem remédios e liberassem a droga no corpo humano de forma controlada.
A pesquisa foi publicada na revista científica ACS Nano.
'Assunto quente'
Uma das vantagens de se levar remédios diretamente a lugares específicos do corpo é que isso permite que drogas relativamente mais tóxicas e eficientes sejam usadas com menos risco de danos colaterais a outros órgãos do corpo.
No caso do câncer, os remédios poderiam ser aplicados diretamente em tumores, evitando alguns dos efeitos colaterais de terapias tradicionais, como a quimioterapia.
Algumas nanopartículas de ouro chegam a ter apenas um nanômetro, que equivale a um bilionésimo de um metro.
Quando elas chegam ao local do corpo onde o remédio deve agir, o corpo é exposto à luz infravermelha, que penetra a pele. A alta temperatura dissolve a nanopartícula, que libera a droga do seu interior.
A tecnologia desenvolvida pelo MIT envolve dois tipos diferentes de nanopartículas, que têm pontos diferentes de derretimento. Isso permite que diferentes remédios sejam liberados de forma separada, em intervalos controlados.
"Apenas ajustando a luz infravermelha, nós conseguimos escolher a hora para liberar (o remédio)", disse Andy Wijaya, cientista que liderou a pesquisa.
Para Kat Arnety, da entidade Cancer Research UK, as nanopartículas são o "assunto quente" na pesquisa sobre câncer.
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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


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Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu reforçar, em 2009, a política de investimento maciço em ações de planejamento familiar. Entre os carros-chefes da ofensiva, estarão a compra de 1,2 bilhão de camisinhas, um recorde em todo o mundo, e a distribuição da maior parte do estoque de 458 mil pílulas do dia seguinte, iniciada em dezembro. Também são previstas novas licitações para a compra de anticoncepcionais injetáveis e pílulas convencionais - só no ano passado, foram distribuídas 50 milhões de cartelas.
Entre os formuladores da política de saúde do governo predomina o discurso de que o aumento do uso de contraceptivos é sinônimo de desenvolvimento. Segundo a última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde, divulgada em julho passado, a porcentagem das mulheres que tomam pílula (22,1%) ultrapassou, pela primeira vez, a procura pela laqueadura de trompas (21,8%). Para o diretor de Ações Estratégicas do ministério, Adison França, o resultado é animador:
- Há dez anos, o método predominante era, de longe, a esterilização das mulheres. Isso mostra que a sociedade brasileira está avançando.
Também relacionada à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, a compra de camisinhas representa o triplo das 406 milhões de unidades distribuídas no ano passado. Se o novo estoque fosse dividido igualmente entre todos os brasileiros entre 15 e 70 anos, segundo o último Censo do IBGE, cada um receberia 22 preservativos no ano. A coordenadora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, lembra que 96% dos brasileiros sabem que a camisinha é fundamental para evitar a transmissão da doença.
- Além disso, 40% dos homens que não usam preservativo numa relação não o fazem porque não dispõem dele na hora. O papel do governo é justamente de facilitar o acesso - acrescenta ela.
Além de aumentar as compras, o governo inaugurou, em 2008, a primeira fábrica estatal de camisinhas, em Xapuri (AC). O primeiro lote, de um milhão de unidades, foi entregue no último dia 18. Projeto enfrenta resistência da Igreja Católica
O aumento dos investimentos federais em políticas de planejamento familiar enfrenta forte resistência da Igreja Católica. A distribuição gratuita de preservativos e pílulas anticoncepcionais é responsável, junto à defesa da descriminalização do aborto, pelo clima de tensão entre o clero e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Condenada pelo Papa Bento XVI, a compra de pílulas e camisinhas continua a ser alvo de duras críticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Integrante da Comissão para Vida e Família da CNBB, o médico dom Antonio Augusto Dias Duarte, bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, afirma que o estímulo ao uso de contraceptivos ameaça a dignidade das mulheres.
- O governo quer diminuir a população através da distribuição massiva de pílulas, em vez de educar o povo para a maturidade no exercício da sexualidade - critica. Religiosos e ONGs desafiam orientação oficial
Em novembro, O GLOBO mostrou que a pregação oficial contra a camisinha já começa a ser desafiada por padres, freiras e leigos que atuam em pastorais e ONGs e, sem alarde, distribuem preservativos e cartilhas educativas. É o caso da ONG Aids: Apoio, Vida, Esperança (Aave), de Goiânia, dirigida pela freira Margaret Hosty. A religiosa coordena a Pastoral da Aids no Centro-Oeste, ligada à CNBB e presente em 118 dioceses.
Apesar das dissidências na base da Igreja, os bispos se mantêm firmes na defesa do uso exclusivo de métodos naturais de planejamento familiar, como a abstinência sexual, e elevam o tom das críticas.
- A Igreja lamenta tanto investimento de dinheiro público nessas políticas, enquanto outras questões básicas, como o combate à dengue, não são olhadas com a mesma responsabilidade - critica dom Antonio.
Evitando polemizar diretamente com a cúpula católica, o diretor de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adison França, diz que não há confusão de prioridades nos investimentos federais.
- Não estamos descuidando de outros tipos de assistência - sustenta ele.
Outro tema que opõe a Igreja ao governo, a polêmica sobre a descriminalização do aborto, deve ganhar força este ano. Empunhada pelo ministro Temporão desde sua posse, em 2007, a bandeira foi reforçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 15, quando ele disse, pela primeira vez, que a questão é de saúde pública e merece amplo debate.

SERÁ QUE QUEM É CONTRA VAI SUSTENTAR OS QUE NASCEREM SEM OS PAIS TEREM CONDIÇÕES DE CRIAR?


FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/03/governo-distribui-1-2-bilhao-de-camisinhas-para-reforcar-politica-de-planejamento-familiar-587814783.asp







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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
  • "Você não precisa se sentir inferior e nem triste só porque tem depressão e toma o seu remedinho."
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  • Ajude a pessoa a procurar tratamento.
  • Marque a primeira consulta.
  • Se possível, acompanhe a pessoa em suas consultas.
  • Não despreze conversas, ameaças nem tentativas de suicídio.
  • Convide a pessoa para um passeio, um filme ou qualquer atividade que ela costumava gostar.
  • Ouça o que a pessoa tem a dizer, se ela quiser falar alguma coisa. Nem sempre é necessário dar conselhos, o mais importante é ouvir com paciência.
  • Ofereça-se para fazer pequenas obrigações, como levar o cachorro para passear, lavar louça, cozinhar. Lembre-se de que a pessoa não está sendo preguiçosa por não fazer esse tipo de coisa. No auge da depressão, até levantar da cama é uma tarefa importante.
  • Deixe comida preparada. É importante que a pessoa com depressão não deixe de comer, mas cozinhar é impossível para ela nesse momento.
  • Aprenda tudo o que puder sobre a doença. Quanto mais souber, mais pode ajudar.
  • Informação é poder e compreensão. Entenda o processo químico da doença.
  • Não deixe que a pessoa falte a suas consultas médicas nem que se esqueça de tomar sua medicação na hora certa.
  • Cuide de você também. Reconheça que tem necessidades e valores, e não se deixe levar pela depressão alheia. Mantenha a cabeça no lugar!




AS PIORES COISAS PARA SE DIZER:
  • "Isso é coisa da sua cabeça."
  • "Tem tanta gente pior do que você." (Essa é péssima porque demonstra desconhecimento a respeito da doença e, pior, só nos faz sentir mais e mais culpados)
  • "Você tem tudo, não tem porque se sentir deprimido." (Uma variação da frase acima)
  • "O dia está tão lindo!"
  • "A gente escolhe ser feliz ou não." (CULPA! CULPA!)
  • "Bom, pelo menos não aconteceu nada." (Depois que você disse que não sabia exatamente por que estava tão triste fazia alguns meses)
  • "Você deveria parar de tomar esse monte de remédios."
  • "Ânimo!!""A gente precisa se ver" (Ah, sim, claro)
  • "Dorme um pouco. É o que eu faço quando fico triste."
  • "Mas você é tão jovem!""Você está com TPM?"
  • "Todo mundo passa por bons e maus momentos."
  • "Você está sendo muito egoísta.""Você é carente e só quer atenção."
  • "Como você é preguiçosa!"
  • "Eu sei como é." (Não, você não sabe!)
  • "Arranje um objetivo."
  • "Reze que passa."
  • "Leia isso, isso ,esse e mais esse..."
  • Não sei porque você esquenta a cabeça, larga pra lá.
  • "Você não está doente".
  • ". Brincadeiras de mau gosto quando você está se sentindo um lixo..."
  • "Você tem que sair disso sozinha, e não é se entupindo de remédios antidepressivos que vai conseguir".
  • "Você esta ficando louca e totalmente descontrolada. Vai tomar o seu anti-depressivo, vai?
  • " Deixe de fazer pirraças, moleque!"
  • "Isso é que dá trabalhar com loucos"
  • 'Todo mundo passa por isso."
  • "Não se entrega, não!"
  • "Depressão, que nada!Essa é a desculpa mais usada no exército para quem quer se aposentar mais cedo."


AS MELHORES COISAS.........
  • O melhor é ouvir mais do que falar, mas, de qualquer maneira...
  • "Eu me importo com você."
  • "Você não tem que passar por isso sozinha."
  • "Quando tudo isso passar, eu ainda vou estar aqui."
  • "Ei, você não é louca!"
  • "Eu nunca passei por isso e não posso ter a noção exata da sua dor, mas estou aqui de qualquer maneira."
  • "Se você precisar de um amigo..."
  • Uma boa frase para dizer a quem está deprimido: "Gosto muito de você e preciso de você bem. Vamos tratar disso juntos. A sua ajuda é importante para mim."
  • "Conta como é, que um dia a gente ainda vai rir de tudo isso."
  • "Minha filha, estou contigo, eu faço o que for preciso pra você sair dessa, sua alegria e bom humor fazem falta ...Eu te amo!!!"
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RIO - Imagens geradas para entender o cérebro se destinam agora a desafiar a mente. Fotografias de neurônios feitas em alguns dos princiapis laboratórios de neurociência do mundo foram reunidas sob a inédita forma de uma exposição de artes plásticas que já passou por Barcelona e Chicago e será inaugurada depois de amanhã no Rio de Janeiro. O que já serviu à compreensão de estruturas cerebrais e como base de tratamentos médicos serve, desta vez, para provocar os sentidos.
- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
Paisagens Neuronais pode ser vista na Casa da Ciência (Rua Lauro Muller, n 3, em Botafogo) até o dia 15 de fevereiro, de terça a domingo. A entrada é franca.


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RIO - Imagens geradas para entender o cérebro se destinam agora a desafiar a mente. Fotografias de neurônios feitas em alguns dos princiapis laboratórios de neurociência do mundo foram reunidas sob a inédita forma de uma exposição de artes plásticas que já passou por Barcelona e Chicago e será inaugurada depois de amanhã no Rio de Janeiro. O que já serviu à compreensão de estruturas cerebrais e como base de tratamentos médicos serve, desta vez, para provocar os sentidos.
- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
Paisagens Neuronais pode ser vista na Casa da Ciência (Rua Lauro Muller, n 3, em Botafogo) até o dia 15 de fevereiro, de terça a domingo. A entrada é franca.


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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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RIO - Imagens geradas para entender o cérebro se destinam agora a desafiar a mente. Fotografias de neurônios feitas em alguns dos princiapis laboratórios de neurociência do mundo foram reunidas sob a inédita forma de uma exposição de artes plásticas que já passou por Barcelona e Chicago e será inaugurada depois de amanhã no Rio de Janeiro. O que já serviu à compreensão de estruturas cerebrais e como base de tratamentos médicos serve, desta vez, para provocar os sentidos.
- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
Paisagens Neuronais pode ser vista na Casa da Ciência (Rua Lauro Muller, n 3, em Botafogo) até o dia 15 de fevereiro, de terça a domingo. A entrada é franca.


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RIO - Imagens geradas para entender o cérebro se destinam agora a desafiar a mente. Fotografias de neurônios feitas em alguns dos princiapis laboratórios de neurociência do mundo foram reunidas sob a inédita forma de uma exposição de artes plásticas que já passou por Barcelona e Chicago e será inaugurada depois de amanhã no Rio de Janeiro. O que já serviu à compreensão de estruturas cerebrais e como base de tratamentos médicos serve, desta vez, para provocar os sentidos.
- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
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A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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- As imagens foram obtidas pelos cientistas para suas pesquisas. Não têm, portanto, nenhuma intenção estética - esclarece o curador da exposição Paisagens Neuronais, o espanhol Jorge Wagensberg. - Cada pesquisador tem sua forma particular de tratar a amostra (corte, tintura para contraste, magnificação etc), de acordo com seu interesse e com o que esteja procurando. Essa é a graça, claro....
A variedade de formas, cores e efeitos luminosos vistos nas fotos remete, como apontam especialistas, ao trabalho de grandes nomes das artes plásticas. Ao mesmo tempo, oferece um desafio aos artistas contemporâneos, ao apresentar para eles imagens de um mundo normalmente invisível.
A exposição, uma co-produção do Instituto Cervantes, apresenta 50 imagens - selecionadas pela curadoria entre 433 enviadas por 62 laboratórios de neurociências de todo o mundo - e ainda 20 desenhos do espanhol Santiago Ramón y Cajal, um dos pioneiros da neurociência moderna, ganhador do Nobel de Medicina em 1906.
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SÃO PAULO - O seqüestrador Lindemberg Alves, de 22 anos, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deve acompanhar os depoimento das testemunhas de acusação do caso. A informação é da advogada do rapaz, Ana Lucia Assad. Os depoimentos estão marcados para a próxima quinta-feira, às 9h, no Fórum de Santo André.
- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

SERÁ QUE NINGUÉM SABE ONDE ESTÁ ESSE PAI EXEMPLAR???

E NEM QUANDO VAI VAI APARECER?


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SÃO PAULO - O seqüestrador Lindemberg Alves, de 22 anos, acusado de matar com dois tiros a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, em outubro do ano passado, deve acompanhar os depoimento das testemunhas de acusação do caso. A informação é da advogada do rapaz, Ana Lucia Assad. Os depoimentos estão marcados para a próxima quinta-feira, às 9h, no Fórum de Santo André.
- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
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Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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- Ele terá de comparacer ao fórum para assinar alguns papéis. Deve acompanhar o depoimento das testemunhas, a não ser que a testemunha exija que ele se retire da sala - diz Ana Lucia.
Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

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Devem ser ouvidos pelo juiz responsável pelo caso a adolescente Nayara Rodrigues, ferida por um tiro disparado por Lindemberg, os adolescentes Iago e Vitor, rendidos pelo seqüestrador no momento em que faziam um trabalho escolar no apartamento de Eloá, além do irmão mais novo da vítima e de policiais militares que participaram das negociações com o seqüestrador, que manteve Eloá refém por 100 horas.
Na seqüência, o juiz deve marcar a data para o depoimento das testemunhas de defesa. Segundo a advogada de Lindemberg, nessa primeira fase do processo, devem ser ouvidas cerca de vinte pessoas, entre testemunhas de defesa e de acusação. Só depois é que Lindemberg deve ser ouvido pela Justiça.
No fim de outubro, o Ministério Público denunciou Lindemberg por homicídio duplamente qualificado; duas tentativa de homicídio (contra Nayara e um policial Militar), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Na mesma denúncia, Everaldo Pereira dos Santos, pai de Eloá, foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Everaldo, que é ex-cabo da PM de Alagoas, é acusado de integrar um esquadrão da morte. Ele permanece foragido.

SERÁ QUE NINGUÉM SABE ONDE ESTÁ ESSE PAI EXEMPLAR???

E NEM QUANDO VAI VAI APARECER?


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:38  comentar

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