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1.1.09
E QUE A MAROLINHA NÃO SE TRANSFORME EM TSUNAME ...É O QUE TODOS ESPERAMOS!!!!


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DESTROÇOS DO COLUMBIA

Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


COMO DEMORARAM A REVELAR!!!!!


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DESTROÇOS DO COLUMBIA

Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
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Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


COMO DEMORARAM A REVELAR!!!!!


fonte:G1
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DESTROÇOS DO COLUMBIA

Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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DESTROÇOS DO COLUMBIA

Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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DESTROÇOS DO COLUMBIA

Astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial.Em 2003, destroços caíram sobre uma extensa região do Texas.
Os sete astronautas do ônibus espacial Columbia, que se desintegrou em seu retorno à Terra em 1º de fevereiro de 2003, souberam que iriam morrer 40 segundos antes do contato da nave com a atmosfera terrestre, revelou nesta terça-feira (30) a Nasa em um relatório. Durante esses segundos, os astronautas avisaram que já não controlavam mais o ônibus espacial, cujos destroços caíram sobre uma extensa região do Texas, indica o documento, de 400 páginas. “Assim que o módulo da tripulação explodiu, acabaram-se as chances de eles sobreviverem com os recursos disponíveis”, destacou a Nasa. O desastre ocorreu quando o Columbia retornava de uma bem-sucedida missão científica de 16 dias e se preparava para aterrissar no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A tragédia matou o comandante Rick Husband, o piloto Willie McCool, o comandante de carga Michael Anderson e os especialistas David Brown, Kalpana Chawla, Laurel Clark e Ilan Ramon, este último o primeiro astronauta israelense. Segundo as investigações, o desastre foi causado por um pedaço de espuma isolante, que, ao fazer um buraco no lado esquerdo da nave, permitiu a entrada de ar quente no Columbia e, conseqüentemente, causou sua destruição.
Erro fatal
O furo na fuselagem do ônibus espacial ocorreu durante o lançamento, mas os danos nunca foram detectados durante a missão, diz o relatório oficial. O documento da Nasa também revelou que outros equipamentos dos astronautas tinham problemas, alguns dos quais sequer estavam sendo usados na hora da tragédia. Os capacetes, os trajes espaciais e até as correias para prender os astronautas terminaram causando “o trauma” que matou a tripulação, indica o documento da agência espacial americana, baseado na análise de vídeos, na perícia dos destroços do Columbia, em conclusões médicas e em simulações por computador.
Segundo os especialistas, que demoraram quatro anos para concluir o relatório, todos os sete astronautas usavam seus trajes espaciais, um deles estava sem capacete, três não usavam luvas e nenhum havia descido o visor antes da queda de pressão dentro da cabine. O relatório diz ainda que, depois que a tripulação perdeu a consciência por conta da despressurização da nave, as correias que deveriam prender os astronautas pelo ombro não funcionaram. Como resultado, os tripulantes ficaram expostos ao movimento rotatório do Columbia, presos apenas pelas pernas. Além disso, os capacetes se soltaram da cabeça dos astronautas. “Conseqüentemente, os tripulantes, inconscientes ou já mortos, sofreram um trauma letal, devido à falta de apoio (...) na parte superior do corpo”, declarou a Nasa. Porém, segundo a agência, nada que tivessem feito nesse momento seria capaz de salvar-lhes a vida, segundo o relatório. A queda de pressão na cabine “ocorreu tão rapidamente que os membros da tripulação ficaram incapacitados em poucos segundos e antes de conseguirem configurar o traje para se protegerem da despressurização da nave”, conclui o relatório.


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RIO - Foi identificado o equatoriano preso na Praia do Arpoador por tentativa de abuso sexual: Carlos Leonardo Herdoiza Araujo, de 40 anos, foi flagrado, na tarde desta quinta-feira, tentando abusar sexualmente de três adolescentes que brincavam no mar, sendo uma deficiente!
Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

VEIO PARA O BRASIL PARA ISSO?


fonte:http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/01/01/identificado-equatoriano-preso-por-tentativa-de-abuso-sexual-587753802.asp



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RIO - Foi identificado o equatoriano preso na Praia do Arpoador por tentativa de abuso sexual: Carlos Leonardo Herdoiza Araujo, de 40 anos, foi flagrado, na tarde desta quinta-feira, tentando abusar sexualmente de três adolescentes que brincavam no mar, sendo uma deficiente!
Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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Segundo policiais militares do 23º BPM (Leblon), as vítimas têm entre 15 e 16 anos, e uma delas, de Goiás, teria reagido com gritos ao ataque de Carlos Leonardo. O estrangeiro, aparentemente drogado, resistiu à prisão fugindo para o mar. Ele está detido na 14ª DP (Leblon).

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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


A MALDADE NÃO PERDOA ....NEM NO ANO NOVO ?????


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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SÃO PAULO - Um adolescente de 17 anos sofreu queimaduras de 3º grau em 80% do corpo, em Olímpia, a 437 km de São Paulo. Ele foi abordado por quatro homens que estavam em um carro na Avenida governador Ademar Pereira de Barros. Com medo, o adolescente se recusou a entrar no veículo. Ele foi levado para um terreno baldio e ameaçado de morte. O agressor ateou fogo na vítima, que foi encaminhada para a Santa Casa de Olímpia e depois transferida para o hospital Padre Albino em Catanduva.


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RIO - Um menino pesando 3,120 quilos e medindo 50 centímetros foi o primeiro bebê a nascer no ano de 2009 na cidade do Rio de Janeiro, de acordo com a Secretaria municipal de Saúde. Ele nasceu na Maternidade Oswaldo Nazareth, na Praça Quinze, à 0h20m. A mãe dele, que preferiu não se identificar, disse que pretende dar o nome de Felipe ao bebê. Ele nasceu de parto normal, apenas um dia depois de a mãe completar 37 anos. Mãe e filho passam bem.


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CANAL DO PANAMÁ

RIO - Numa época em que nem se sonhava com emails ou celular, os antigos cartões-postais tinham uma função mais nobre do que ser um complemento às fotos digitais ou aos vídeos que, hoje, fazemos de nossas viagens. Eram, muitas vezes, os únicos registros de aventuras mundo afora no começo do século XX. Mais do que paisagens, retratavam dos costumes de então (famílias reunidas ou trabalhadores exercendo seus ofícios) a flagrantes quase jornalísticos (catástrofes naturais ou festejos religiosos). Em "Do Brasil para as Américas" (Solaris Edições Culturais), os autores João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo reuniram quase 700 postais produzidos, no máximo, até a década de 40. Uma narrativa das Américas de outrora, da Groenlândia à Terra do Fogo... ( Confira alguns dos postais publicados no livro )
O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


ESSE É VALIOSO...DEVEMOS PROCURAR!


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RIO - Numa época em que nem se sonhava com emails ou celular, os antigos cartões-postais tinham uma função mais nobre do que ser um complemento às fotos digitais ou aos vídeos que, hoje, fazemos de nossas viagens. Eram, muitas vezes, os únicos registros de aventuras mundo afora no começo do século XX. Mais do que paisagens, retratavam dos costumes de então (famílias reunidas ou trabalhadores exercendo seus ofícios) a flagrantes quase jornalísticos (catástrofes naturais ou festejos religiosos). Em "Do Brasil para as Américas" (Solaris Edições Culturais), os autores João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo reuniram quase 700 postais produzidos, no máximo, até a década de 40. Uma narrativa das Américas de outrora, da Groenlândia à Terra do Fogo... ( Confira alguns dos postais publicados no livro )
O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
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- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
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Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
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RIO - Numa época em que nem se sonhava com emails ou celular, os antigos cartões-postais tinham uma função mais nobre do que ser um complemento às fotos digitais ou aos vídeos que, hoje, fazemos de nossas viagens. Eram, muitas vezes, os únicos registros de aventuras mundo afora no começo do século XX. Mais do que paisagens, retratavam dos costumes de então (famílias reunidas ou trabalhadores exercendo seus ofícios) a flagrantes quase jornalísticos (catástrofes naturais ou festejos religiosos). Em "Do Brasil para as Américas" (Solaris Edições Culturais), os autores João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo reuniram quase 700 postais produzidos, no máximo, até a década de 40. Uma narrativa das Américas de outrora, da Groenlândia à Terra do Fogo... ( Confira alguns dos postais publicados no livro )
O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


ESSE É VALIOSO...DEVEMOS PROCURAR!


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RIO - Numa época em que nem se sonhava com emails ou celular, os antigos cartões-postais tinham uma função mais nobre do que ser um complemento às fotos digitais ou aos vídeos que, hoje, fazemos de nossas viagens. Eram, muitas vezes, os únicos registros de aventuras mundo afora no começo do século XX. Mais do que paisagens, retratavam dos costumes de então (famílias reunidas ou trabalhadores exercendo seus ofícios) a flagrantes quase jornalísticos (catástrofes naturais ou festejos religiosos). Em "Do Brasil para as Américas" (Solaris Edições Culturais), os autores João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo reuniram quase 700 postais produzidos, no máximo, até a década de 40. Uma narrativa das Américas de outrora, da Groenlândia à Terra do Fogo... ( Confira alguns dos postais publicados no livro )
O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
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As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
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No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


ESSE É VALIOSO...DEVEMOS PROCURAR!


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CANAL DO PANAMÁ

RIO - Numa época em que nem se sonhava com emails ou celular, os antigos cartões-postais tinham uma função mais nobre do que ser um complemento às fotos digitais ou aos vídeos que, hoje, fazemos de nossas viagens. Eram, muitas vezes, os únicos registros de aventuras mundo afora no começo do século XX. Mais do que paisagens, retratavam dos costumes de então (famílias reunidas ou trabalhadores exercendo seus ofícios) a flagrantes quase jornalísticos (catástrofes naturais ou festejos religiosos). Em "Do Brasil para as Américas" (Solaris Edições Culturais), os autores João Emilio Gerodetti e Carlos Cornejo reuniram quase 700 postais produzidos, no máximo, até a década de 40. Uma narrativa das Américas de outrora, da Groenlândia à Terra do Fogo... ( Confira alguns dos postais publicados no livro )
O livro "Do Brasil para as Américas" é uma compilação de 688 cartões-postais, apresentados como se registrassem uma viagem pelas Américas, partindo do Rio (cidade que, aliás, ilustra a capa da obra, numa encantadora imagem de 1910 da Avenida Central, hoje Rio Branco, com o Pão de Açúcar ao fundo). A jornada segue pelo Brasil - São Paulo, Manaus, Belém, Recife, Salvador e Porto Alegre - e logo começa a explorar os países vizinhos. Desce até o extremo Sul, passando por hermanos como Argentina, Uruguai e Chile. Depois, sobe rumo à Groenlândia, visitando a América Central e atravessando a América do Norte. Por fim, o Caribe entremeia a expedição imaginária.
Engenheiro químico e administrador por formação, João Emilio Gerodetti é um aficionado colecionador de postais desde que era menino. Conheceu na década de 90 o jornalista e escritor Carlos Cornejo, também pesquisador de História, e não tardou para que os dois se unissem numa série de sete projetos, que começou com o agora esgotado "Lembranças de São Paulo - A capital paulista", e inclui livros sobre as capitais, os portos e as ferrovias do país. Ao todo, são mais de 3.700 imagens, nunca repetidas, contando o passado por meio de postais. Ambicioso, o projeto das Américas é o mais recente fruto da extensa pesquisa histórica e bibliográfica da dupla.
- A maioria das imagens é de minha coleção pessoal, mas uns 20% são empréstimos de amigos. Datam principalmente de 1890 a 1940 - diz Gerodetti, hoje com 69 anos.
As 240 páginas de "Do Brasil para as Américas" desfiam curiosidades como índios ainda fiéis a seus costumes em Roraima, Rondônia ou Espírito Santo. Na Argentina, carruagens aparecem diante dos jardins de Palermo, em Buenos Aires, em 1902, enquanto um bonde passa diante da Casa Rosada em 1910. Nas Ilhas Malvinas, pingüins ilustram postais; na Terra do Fogo, indígenas cobertos de peles são retratados.
No Peru, a Plaza de Armas de Cuzco aparece ainda não descoberta pelos turistas, e, na Colômbia, vêem-se as muralhas e a Torre do Relógio da Cartagena, símbolos da charmosa cidade. No Caribe, o leitor descobre corridas no hipódromo, plantações de açúcar e fábricas de charutos em Cuba, por volta de 1915; vê Martinica superando a tragédia causada pelo vulcão Pelée, em 1902, e conhece paraísos como Bahamas, Santa Lúcia e Curaçao, bem antes da era dos grandes resorts.
Se hoje trocam-se e-mails e mensagens por celular, no começo do século XX trocavam-se cartões-postais. Para muitos, era a melhor maneira de apresentar os locais onde viviam ou pelos quais passavam a amigos e familiares, explica João Emilio Gerodetti, co-autor de "Do Brasil para as Américas". Eram relatos de uma época. Mostravam praças e igrejas, claro. Mas também divulgavam enchentes, incêndios e catástrofes como o terremoto que devastou São Francisco, nos EUA, em 1906.
- Os postais eram muito bem produzidos, por fotógrafos experientes, e tinham ótimo acabamento. Isso num tempo em que nem existia Photoshop - brinca. - E acho interessante como apresentavam, além de paisagens, povos como os inuítes da Groenlândia, ou as moças descendentes de antigas civilizações no Panamá ou no México, trajando tradicionais roupas coloridas.
Gerodetti costuma engordar seu acervo visitando feiras de antiguidades no Rio e em São Paulo, e fora, em cidades como Nova York ou Paris. Mas a internet também o ajuda muito na compilação. Em especial quanto a destinos que não eram exatamente capitais turísticas no século XX.
- Não é difícil conseguir postais de lugares como Nova York, por exemplo - lembra. - Agora, achar um da caribenha Granada, ou de Belize, já não é tarefa tão simples. Precisamos fuçar em sites e em feiras especializadas.


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O tradicional hábito de fazer uma lista de resoluções para o ano novo pode fazer mais mal do que bem, advertiu uma ONG britânica para saúde mental.
Segundo Mind, resoluções que se concentram em imperfeições físicas, como perder peso, criam uma auto-imagem negativa.
E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
Ser ativo, pois exercício libera endorfinas (substâncias químicas naturais do organismo e que despertam uma sensação de euforia e bem-estar) e até uma caminhada leve traz benefícios à saúde mental.
Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
Ajudar a comunidade, que pode trazer satisfação tanto para quem faz a colaboração quanto para quem a recebe.

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O tradicional hábito de fazer uma lista de resoluções para o ano novo pode fazer mais mal do que bem, advertiu uma ONG britânica para saúde mental.
Segundo Mind, resoluções que se concentram em imperfeições físicas, como perder peso, criam uma auto-imagem negativa.
E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
Ser ativo, pois exercício libera endorfinas (substâncias químicas naturais do organismo e que despertam uma sensação de euforia e bem-estar) e até uma caminhada leve traz benefícios à saúde mental.
Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
Ajudar a comunidade, que pode trazer satisfação tanto para quem faz a colaboração quanto para quem a recebe.

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Segundo Mind, resoluções que se concentram em imperfeições físicas, como perder peso, criam uma auto-imagem negativa.
E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
Ser ativo, pois exercício libera endorfinas (substâncias químicas naturais do organismo e que despertam uma sensação de euforia e bem-estar) e até uma caminhada leve traz benefícios à saúde mental.
Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
Ajudar a comunidade, que pode trazer satisfação tanto para quem faz a colaboração quanto para quem a recebe.

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O tradicional hábito de fazer uma lista de resoluções para o ano novo pode fazer mais mal do que bem, advertiu uma ONG britânica para saúde mental.
Segundo Mind, resoluções que se concentram em imperfeições físicas, como perder peso, criam uma auto-imagem negativa.
E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
Ser ativo, pois exercício libera endorfinas (substâncias químicas naturais do organismo e que despertam uma sensação de euforia e bem-estar) e até uma caminhada leve traz benefícios à saúde mental.
Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
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E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
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"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
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Segundo Mind, resoluções que se concentram em imperfeições físicas, como perder peso, criam uma auto-imagem negativa.
E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
Ser ativo, pois exercício libera endorfinas (substâncias químicas naturais do organismo e que despertam uma sensação de euforia e bem-estar) e até uma caminhada leve traz benefícios à saúde mental.
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E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
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E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
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"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
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O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
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Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
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O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
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E se os planos não se materializarem, podem despertar sentimentos de fracasso e inadequação, de acordo com a ONG.
O diretor-executivo da organização, Paul Farmer, disse que se concentrar em problemas ou questões que causam insegurança pode trazer uma sensação de desespero, baixa auto-estima e até uma leve depressão.
"Nós nos punimos pelo que percebemos como falhas e estabelecemos objetivos irreais para mudar o nosso comportamento. Então, não é de surpreender que, quando deixamos de manter as resoluções, acabamos nos sentindo pior do que quando começamos", disse ele.
"Em 2009, ao invés de adotar uma resolução de Ano Novo, pense de maneira positiva sobre o ano que começa e no que você pode conquistar." Ao invés de resoluções facilmente violáveis, a ONG sugeriu alguns passos para uma melhoria geral da saúde mental em 2009. Abaixo, as recomendações:
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Abraçar a ecologia, uma vez que evidências mostram que uma ligação com a natureza pode melhorar o humor.
Aprender alguma coisa nova, pois isso vai manter a mente estimulada e fomentar a confiança.
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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:20  comentar

RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:20  comentar

RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:20  comentar

RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

TODOS FINALMENTE TERÃO OPORTUNIDADE!


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RIO - A estudante Marina Bignardi Vaz Fernandes David, 25 anos, tem dislexia. Para fazer a prova de vestibular da Universidade de Campinas (Unicamp) ano passado, ela e mais 50 vestibulandos fizeram valer o decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que determina no artigo 27 às instituições de todo o país a obrigatoriedade de oferecer adaptações de provas e tempo adicional, conforme as características da deficiência.
Para Marina, que já tentava a classificação pela segunda vez, o tempo extra e o auxílio de um professor que lia e escrevia as respostas que ela ditava foram essenciais para sua aprovação.
- A Unicamp me deu todo o suporte necessário para fazer o exame. Fiquei numa sala isolada e com um professor especialmente treinado para aplicar a prova a portadores de necessidades especiais - conta Marina, que está no 1º ano do curso de medicina.
Segundo a Unicamp, as provas adaptadas são realizadas no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, no campus de Campinas. Para que os candidatos tenham todas as necessidades supridas, o grupo recebe atendimento especializado de uma equipe diferenciada de fiscais. Profissionais da área médica, como psicólogos e fisioterapeutas, ou interpretes da linguagem de sinais prestam assistência aos vestibulandos. Para alguns casos a universidade providencia mobiliário especial e outros equipamentos como computadores e lupas.
O decreto 3.298 também pode ser usado para casos especiais como do vestibulando Gustavo Dussrayer, 19 anos, que já tinha feito sua inscrição no vestibular quando descobriu, poucos meses antes da prova, que precisava ser internado para uma cirurgia cardíaca.
- Estava preparado para a prova da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) quando tudo aconteceu. Após a cirurgia me sentia bem e resolvi fazer o exame. Como não podia sair do hospital, minha família, de posse de um laudo médico, entrou com um pedido na universidade para a prova ser aplicada na enfermaria - diz Gustavo, que não se classificou para a segunda fase por apenas um ponto.
Segundo Maria Inês Melo, coordenadora do processo seletivo da Uerj, a 'atenção especial' durante a prova deve ser solicitada no ato da matrícula do vestibular, mediante comprovação médica.
- Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital. - explica Maria Inês.
A coordenadora alerta para a importância de descrever o nível da deficiência para a elaboração de uma prova mais adequada ao candidato. - Os portadores de deficiência visual são classificados de acordo com o nível de visão. Os que não enxergam nada fazem a prova no Instituto Benjamin Constant, na Urca, onde são aplicadas as provas das universidades públicas do Rio. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova - diz Maria Inês Melo, explicando que a impressão da prova passa a ter o tamanho de um jornal, com letras garrafais.
De acordo com dados de um censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de portadores de deficiência nas universidades cresceu 179% em 5 anos. Nesse período as matrículas teriam passado de 2.155 para 6.022. O maior crescimento foi registrado nas instituições de ensino superior privadas. Se considerados os alunos superdotados, os matriculados subiram de 2.173 para 6.328 e o aumento percentual foi de 191%.
MPF pede que MEC só autorize cursos adaptados para deficientes
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo recomendou que o Ministério da Educação (MEC) a partir desse ano, só autorize e reconheça cursos superiores que tenham instalações adaptadas para deficientes obedecendo à lei brasileira que determina a eliminação de barreiras físicas. No Rio, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi notificada pelo MPF para adequar suas instalações com o objetivo de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Uma inspeção do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/ RJ) revelou, porém, que os prédios da UFRJ não estão acessíveis e não satisfazem as condições técnicas estabelecidas na NBR 9050 da ABNT, exigidas no decreto.
O MPF quer que a universidade entregue, no prazo de 60 dias, um relatório conclusivo de adequação às exigências da norma da ABNT para cada prédio, unidade, hospital e dependência. A procuradora da República pede ainda que a UFRJ apresente respostas ao formulário do CREA/RJ sobre a acessibilidade dos seus ambientes e relatório sobre as condições de acesso das pessoas com deficiência aos pontos de ônibus e veículos que circulam no campus do Fundão.
Após a entrega desses relatórios, o MPF quer que a UFRJ mostre, em 30 dias, projetos para implementar a acessibilidade com os respectivos cronogramas das obras. A instituição deve garantir também o acesso de profissionais do CREA/RJ para acompanhar o andamento das obras. A recomendação é um instrumento usado por procuradores da República para defender o interesse público sem recorrer a um processo judicial.
Serviço:
Os portadores de necessidades especiais devem requerer a adaptação de suas provas no ato da inscrição do vestibular. A deficiência deve ser comprovada através de laudo médico. Os vestibulandos que se acidentaram depois de ter feito sua inscrição devem enviar um requerimento juntamente com um laudo médico para a universidade requerendo prova adaptada. Dependendo da gravidade a prova pode ser aplicada no hospital.
Deficiência visual: No Rio os portadores de deficiência visual fazem as provas no Instituto Benjamin Constant, na Urca. Dependendo do grau de deficiência visual o candidato faz o exame na própria universidade com o auxilio de uma lupa ou é feita uma ampliação da prova.
Deficiência auditiva: O exame para surdos e mudos são aplicados normalmente, junto com os outros estudantes.
Dificuldade de locomoção:Os candidatos cadeirantes fazem as provas em locais próximos a sua residência em salas no térreo.
Dislexia: Fazem a prova numa sala isolada com tempo extra, além de receber ajuda de um professor que lê as questões.
Paralisia cerebral ou dificuldade motora: Esses estudantes fazem o exame numa sala separada com um profissional qualificado para atendê-los. Para eles também é disponibilizado tempo extra.

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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
Oficina do Saber - Avenida Jansen de Melo 174, Centro, Niterói. Informações: (21) 2629-9609



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RIO - Os pré-vestibulares comunitários são uma opção para estudantes de baixa renda que querem cursar uma faculdade pública, mas têm dificuldades de acesso à educação ou problemas para arcar com mensalidades de um cursinho pré-vestibular. Em todo o estado do Rio de Janeiro existem dezenas de pré-vestibulares comunitários, a maioria com ofertas de vagas de baixo custo ou até gratuitas.
Segundo Grace Kelly, secretária-geral do pré-vestibular comunitário da Maré, na Zona Norte do Rio, a maior parte destes cursos comunitários oferece uma boa preparação para as provas.
- No ano passado tivemos uma média de 14% de alunos aprovados em universidades públicas - diz Grace.
Quem estudou nos chamados "pré-comunitários" e foi aprovado no vestibular, garante que o ensino oferecido dá ao aluno uma boa preparação.
- O nível de instrução aqui é ótimo, não perde em nada para os outros pré-vestibulares, que são mais caros. Eu fiz o cursinho da Maré por dois anos e consegui passar para Biologia na Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), - conta Fernanda Santiago, de 21 anos.
Força de vontade e dedicação são o que os alunos dos pré-vestibulares comunitários alegam ter de sobra. Vivian Almeida, de 18 anos, passou para Medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) após tentar o vestibular três vezes. Para a estudante, a ajuda do cursinho de pré-vestibular comunitário foi essencial para ela não desistir.
- Eu não tinha dinheiro para pagar um cursinho particular, e estudar sozinha não me ajudava muito. Já no pré-vestibular comunitário eu tinha a ajuda que precisava e ainda pagava apenas uma mensalidade de R$ 35 - comenta Vivian.
Para Luciana Carla, a coordenadora do pré-vestibular comunitário da comunidade Dona Marta, em Botafogo, Zona Sul da capital, além de um preparatório para o vestibular o curso é um espaço democrático que procura abrir os olhos dos estudantes para novos horizontes.
- O nosso curso começou há cinco anos por iniciativa de um grupo de alunos da PUC-Rio, que começou um trabalho voluntário. Hoje a corrente continua, muitos ex-alunos do pré-vestibular que estão cursando nível superior em instituições de referência estão aqui dando aulas como voluntários - conta Luciana.

Serviço:

Centro de Estudos da Maré - Praça dos Caetés 7, Morro do Timbau, Maré. Mensalidade a R$ 10. Informações: (21) 2561-4965 e 2561-4604 ou por e-mail (coordenaçãocpv2008@gmail.com )
Dona Marta - Interessados devem agendar entrevista por e-mail ( lcarlarangel@ig.com.br ) ou pelo telefone (21) 2226-3240, das 17h às 20h. São 32 vagas. Contribuição mensal de R$ 30. O curso é em Botafogo, na Igreja Metodista (Rua São Clemente, 295)
Educafro - São 57 núcleos da Educafro no Estado. A mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações: (21) 2510-2066 e 2509-3141.
Instituto Educarte - São 18 unidades no Estado. A mensalidade é de R$ 35 a R$ 45 para cobrir custos com material didático. Informações no site do instituto ( www.institutoeducarte.org.br) ou pelo telefone 0800-282-9183
Lima Barreto - Rua Mem de Sá, nº 39, Centro. A mensalidade é R$ 30. O curso é exclusivo para alunos negros e/ou carentes. Há análise socioeconômica para verificar a carência. Informações: (21) 2221-9313 e 3327-1740.
Pré-vestibular popular da UFF - Escola da Engenharia da UFF (Rua Passo da Pátria 156, São Domingos, Niterói). Mensalidade de R$ 5. Informações: (21) 2629-5604 ou no site (www.uff.br/prevestengenharia ) Pré-vestibular comunitário de Oswaldo Cruz - Rua Cananéa nº 143, bairro Oswaldo Cruz. A mensalidade é R$ 15. Informações: (21) 3350-2993 ou por e-mail (cccp.pportela@ibest.com.br )
Pré-vestibular Social Opção Certa - Rua General Mitre 573, bairro Vinte e Cinco de Agosto, Caxias. Alunos da rede pública e com renda familiar de até dois salários mínimos têm preferência. Informações: (21) 2673-9304.
Pré-vestibular Solidário Reação - Instituto de Química da UFF (Campus do Valonguinho, Centro de Niterói). É necessário levar documento de identidade. Informações: (21) 2629-2122.
Pré-vestibular para Negros e Carentes - Mensalidade custa, no máximo, R$ 35. Informações no site oficial (www.pvnc.org).
Santo André - Rua Bela 1.265, bairro de São Cristóvão. Mensalidade é de R$ 30. Informações: (21) 2580-2249.
São Salvador - Rua São Salvador 56, bairro de Laranjeiras. Taxa mensal de R$ 35, para o material didático. Informações: (21) 2556-6797 ou pelo site (www.cursosaosalvador.com)
Vetor - Avenida Ataulfo de Paiva 527, Leblon. Informações no site (www.vetorvestibular.com.br) ou pelos telefones (21) 8802-6606 (Marcello) e (21) 8802-6605 (Wallace)
Dominantes - Mensalidade de R$ 39. Informações: (21) 2610-5199 ou pelo site (www.dominantes.com.br )
Escola Parque - Rua Marquês de São Vicente 355, Gávea. Informações: (21) 2245-1041 ou pelo site (www.escolaparque.g12.br).
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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SÃO PAULO - Um levantamento feito com 1.046 vestibulandos verificou que 56,3% dos estudantes apresentaram sintomas de ansiedade, considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave. As candidatas do sexo feminino se mostraram mais ansiosas do que os homens. De todos os participantes da amostra, 947 (90,5%) responderam ainda que o vestibular alterou seus hábitos de vida, sendo as principais modificações na vida social com amigos, no relacionamento familiar, no sono, na atividade física e na alimentação. O estudo foi comandado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
- A influência da família é determinante na escolha, mas pode não estar de acordo com os desejos e a vocação do adolescente - aponta o pesquisador gaúcho.
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Segundo o estudo, os cinco sintomas mais freqüentes identificados com o problema foram nervosismo, medo de que aconteça o pior, incapacidade de relaxar, sensação de calor e indigestão.
Os participantes foram selecionados em quatro cursos pré-vestibulares na cidade de Porto Alegre (RS). O trabalho teve seus resultados publicados na Revista de Psiquiatria Clínica, do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
- Em seus diferentes níveis, a ansiedade pode ser saudável e motivar os candidatos a estudar mais, fazendo com que se preparem melhor para o vestibular. Mas a ansiedade também é uma doença que prejudica o rendimento, a concentração e a memorização - diz um dos autores do trabalho, o médico psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), à Agência Fapesp.
A avaliação dos candidatos foi realizada por meio de um questionário estruturado e pela aplicação da Escala Beck de Ansiedade (BAI), que mede a intensidade dos sintomas relacionados à ansiedade.
O questionário tinha 24 questões que abordavam o perfil sociodemográfico e a escolha profissional, enquanto a BAI é constituída de 21 afirmações descritivas de sintomas de ansiedade que foram avaliadas a partir de uma escala de quatro pontos, incluindo itens como incapacidade de relaxar, aceleração do coração, dificuldade de respirar, nervosismo, sensação de sufocação, tremores nas mãos e medo de perder o controle.
Os entrevistados pelo trabalho, realizado por Rodrigues e pela psicóloga Cátula Pelisoli, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tinham idade média de 18 anos, 88,1% apenas estudavam e 1,6% estudavam e trabalhavam.
Além da escolha decisiva por uma profissão ocorrer na adolescência, o que exige o conhecimento prematuro de variáveis como mercado de trabalho, área de atuação e salário, outro fator que contribui para a ansiedade, segundo os autores do estudo, é o fato de os processos seletivos se caracterizarem por uma acirrada competição que não depende apenas do próprio esforço do candidato, mas também do desempenho dos outros.
- Os alunos de cursos pré-vestibulares vivem sob pressão, o que pode estar relacionado com a instalação de quadros de ansiedade generalizada. Para que a ansiedade não gere problemas mentais mais graves, levando a transtornos como síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático, a preparação para provas ou concursos deve ser psico-educacional - revela Rodrigues. Foco acadêmico e clínico
O estudo mostra que, durante a fase de preparação para o vestibular, o adolescente enfrenta, além das incertezas relacionadas ao seu desempenho no dia da prova, a forte cobrança da família e de amigos, situação que também acaba contribuindo para o surgimento da ansiedade que, em muitos casos, ultrapassa os limites da normalidade e prejudica o desempenho do candidato.
- É fundamental que as instituições de ensino voltadas ao vestibular invistam em serviços de apoio psicológico ao aluno. Para o sucesso nos exames, a habilidade para lidar com o estresse e a ansiedade é um elemento tão importante quanto o próprio conhecimento acadêmico - diz Rodrigues.
Entre os cursos pretendidos pelos participantes da pesquisa, medicina, direito, administração e odontologia se destacaram como os mais procurados. Os cursos cujos candidatos apresentaram maiores níveis de ansiedade foram publicidade e propaganda, farmácia, medicina veterinária, medicina e odontologia.
- Muitos indivíduos bem preparados cognitivamente vêm sendo reprovados, às vezes por anos sucessivos. Nesse caso, o problema pode não estar nos estudos e o próprio candidato sabe que tem capacidade de ser aprovado. Trata-se de uma questão psicológica específica do momento da prova, que normalmente é negligenciada pelos candidatos durante a fase de preparação - aponta o pesquisador.
De acordo com o estudo, o sentimento de obrigação de fazer o concurso e o fato de considerá-lo decisivo na vida foram duas variáveis que tiveram efeito importante na ansiedade dos vestibulandos.
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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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link do postPor anjoseguerreiros, às 17:53  comentar


Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
O estudo foi reproduzido na publicação especializada Clinical Câncer Research


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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que extrato de sementes de uva pode destruir células cancerígenas.
Os cientistas, da Universidade de Kentucky, realizaram experiências de laboratório e mostraram que, em 24 horas, 76% de células de leucemia expostas ao extrato foram mortas e as células saudáveis ficaram intactas.
A pesquisa abre caminho para novos tratamentos contra o câncer, mas os especialistas disseram que ainda é muito cedo para recomendar que as pessoas comam uvas como forma de evitar a doença.
As sementes de uva contêm alta concentração de antioxidantes, conhecidos por sua propriedades contra o câncer.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato da semente da fruta pode ser eficaz no combate a células cancerígenas da pele, mama, intestino, pulmão, estômago e próstata.
Suicídio
No entanto, o estudo americano é inédito ao provar as ações do extrato contra a leucemia.
Na experiência, os cientistas expuseram as células doentes a altas doses do extrato, levando várias delas a "cometerem suicídio", em um processo conhecido como apoptose.
Os pesquisadores observaram que o extrato ativou a proteína JNK, que ajuda a regular o processo de auto-destruição celular. Ao exporem as células de leucemia a um agente que inibe a proteína JNK, o efeito do extrato da semente de uva foi interrompido.
O autor do estudo, Xianglin Shi, disse que os resultados podem levar à incorporação de novos agentes na prevenção ou tratamento da leucemia e de outros tipos de câncer.
"O que todos buscam é um agente que tenha um efeito nas células cancerígenas, mas que deixe as saudáveis intactas. E o extrato de semente de uva se encaixa nesta categoria", afirmou o pesquisador.
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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
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  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
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  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
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  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

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  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
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Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
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Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
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  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
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Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

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  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
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  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
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Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Hora de curtir as festas de final de ano, sair de férias, mas em breve as mamães e papais que trabalham fora, terão q escolher um bom lugar para deixar seus filhos, caso não possam contar com familiares e/ou não confiem em babás. Algumas regrinhas básicas irão facilitar essa escolha:

  • Visitem o lugar: o local deve ser seguro, ventilado, organizado, bonito e com espaço para brincadeiras
  • Os móveis devem ser proporcionais ao tamanho e à força dos pequenos
  • O banheiro dos adultos, separado do das crianças As refeições, além de balanceadas, também precisam ser saborosas
  • Avaliem se a equipe é suficiente para atender o número de crianças Apurem se as pessoas responsáveis são especializadas e observem se elas têm paciência para lidar diariamente com as crianças
  • Analisem a proposta pedagógica da escola e o grau de instrução dos profissionaisVerifiquem as condições de higiene
  • Se a creche não conta com um médico ou enfermeira na equipe, perguntem como agiriam em uma situação de emergência e se contam com algum serviço especializado à disposição
  • Perguntem se existe muita rotatividade na equipe, o que pode afetar emocionalmente as crianças
  • Verifiquem a segurança do local e como os responsáveis se comportam em relação à entrega das crianças
  • Olhem o estado de conservação dos brinquedos ao ar livre e se eles oferecem algum tipo de risco
  • Vistoriem as instalações: o ambiente não pode conter tomadas baixas, nem locais onde as crianças possam subir e cair (janela)
  • Observem se a creche oferece material suficiente de estimulação
  • Informem-se sobre a rotina escolar e atividades

As mães tendem a relacionar a creche com abandono, mas, na verdade, ela pode ser um local bastante estimulante para seu bebê, inclusive em termos de socialização. Uma das grandes preocupações é em relação à violência, porém, por se tratar de um local com muitos profissionais, os casos de agressão são raros. Lembrem-se:

  • Não se deixem enganar pelas aparências. Antes de fazer a escolha definitiva, peçam indicação a amigos e familiares
  • Conheçam várias creches. Deêm preferência às instituições próximas a sua casa
  • Confiram se a instituição tem alvará de funcionamento junto à Secretaria de Educação e demais órgãos governamentais

Depois de escolher a creche, mantenham contato e comunicação diária com as pessoas responsáveis. Saibam que será necessário contar com um tempo de adaptação tanto para vocês como para a criança nos primeiros dias. Essa adaptação será muito mais fácil se vocês estiverem seguros de que o lugar que escolheram reúne as condições necessárias e está de acordo com o modo de vida da família.

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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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Uma exposição na Alemanha traz à tona seres curiosos das regiões mais profundas dos oceanos.
A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
Para o mergulho a quase 11 mil metros de profundidade, seu veículo teve que suportar uma pressão de água correspondente a 170 mil toneladas.
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A mostra, chamada Tiefsee ("Mar Profundo", em tradução livre) oferece um passeio virtual pela escuridão da chamada zona abissal dos mares. Situada a centenas de metros de profundidade, é uma das áreas menos conhecidas do globo, apesar de representar mais de 70% da biosfera do planeta.
A mostra está em cartaz até o fim de junho no Museu de História Natural Senckenberg, em Frankfurt, oeste da Alemanha, e ocupa um espaço de mil metros quadrados, distribuídos em dois andares.
Neles, são apresentados 45 animais originais conservados em álcool, mais de 35 modelos especialmente produzidos para a exibição, além de equipamentos históricos usados na exploração a grandes profundidades.
Um deles é o globo submarino "Bathysphere", com o qual os americanos Charles William Beebe e Otis Barton alcançaram em 1934 a então marca recorde de 923 metros de profundidade.
Viagem virtual
Os visitantes podem realizar uma viagem virtual em um modelo de submarino com 11 metros de comprimento cujos monitores transmitem a sensação de uma viagem por um mundo caracterizado por temperaturas geladas e completa falta de luz, além de uma pressão que chega a ser dezenas e até centenas de vezes maior que a da superfície.
Esse aspecto é um dos responsáveis pela ausência de animais vivos no evento.
"Os organismos não podem ser levados, sob as mesmas condições de alta pressão, do fundo do mar até um aquário", explica o biólogo marinho Michael Türkay, diretor do setor do departamento de zoologia marinha do Instituto de Pesquisas Senckenberg.
Elaborada em conjunto com o Museu de História Natural de Basiléia, a exposição traz habitantes do fundo do mar de aparência curiosa. São peixes brilhantes e que emitem luz, com grandes olhos e dentes, lulas transparentes e medusas gigantes, além de um modelo de filhote de cachalote de cerca de sete metros de comprimento.
Expedições
Durante muito tempo, os especialistas acreditavam ser impossível haver vida em grandes profundidades marinhas.
Essa crença foi derrubada pelas primeiras expedições de cientistas ingleses e alemães no final do século 19. Nos anos 30 foram realizadas as primeiras viagens tripuladas a profundidades de até mil metros.
O pesquisador suíço Jacques Piccard, morto em novembro aos 86 anos, alcançou em 1960 pela primeira vez a Fossa das Marianas, no Pacífico, tripulando um submarino construído por ele e por seu pai.
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