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31.12.08
E ainda ensinam como entrar em 2009 com pé quente e cabeça fria

Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


DINHEIRO NO BOLSO:Desde pequena, a atriz Larissa Maciel segue a simpatia que aprendeu com a mãe. “Ela comprava calcinha amarela e, até hoje, passo com uma da mesma cor. Nunca me faltou dinheiro”.


fonte:O DIA Online

link do postPor anjoseguerreiros, às 17:08  comentar

E ainda ensinam como entrar em 2009 com pé quente e cabeça fria

Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


DINHEIRO NO BOLSO:Desde pequena, a atriz Larissa Maciel segue a simpatia que aprendeu com a mãe. “Ela comprava calcinha amarela e, até hoje, passo com uma da mesma cor. Nunca me faltou dinheiro”.


fonte:O DIA Online

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E ainda ensinam como entrar em 2009 com pé quente e cabeça fria

Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


DINHEIRO NO BOLSO:Desde pequena, a atriz Larissa Maciel segue a simpatia que aprendeu com a mãe. “Ela comprava calcinha amarela e, até hoje, passo com uma da mesma cor. Nunca me faltou dinheiro”.


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E ainda ensinam como entrar em 2009 com pé quente e cabeça fria

Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


DINHEIRO NO BOLSO:Desde pequena, a atriz Larissa Maciel segue a simpatia que aprendeu com a mãe. “Ela comprava calcinha amarela e, até hoje, passo com uma da mesma cor. Nunca me faltou dinheiro”.


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E ainda ensinam como entrar em 2009 com pé quente e cabeça fria

Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


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Rio - Uma taça de champanhe com sete uvas e três pulinhos com o pé direito. Desde que Susana Werner fez essa simpatia, na virada do ano em 2005, sua vida mudou. “Meu marido, o goleiro Julio César, é tricampeão pelo Internazionale. É sucesso no futebol italiano. Também como lentilha no primeiro dia do ano”, revela a atriz, que encerra 2008 ao lado da família e amigos no restaurante Milano, em Ipanema, com um vestido tomara-que-caia dourado.

Pela primeira vez, Emanuelle vai passar o Réveillon longe do mar, mas não abre mão de seus rituais. “Vou comer sete uvas. Antes da meia-noite, faço uma reflexão sobre o ano que passou e o que chega”, revela. De volta ao Rio, amanhã, ela já faz planos. “Vou dar um mergulho no mar. É energizante”, acredita ela, que adora rosas brancas. “Trazem energia boa”.


À meia-noite, Giovanna Ewbank, a Sharon de ‘A Favorita’, segue o mesmo ritual há anos: pula sete ondas, joga rosas na praia e faz uma

oração. Todas as vezes em que passou longe do mar, não se sentiu tão bem. “Tenho uma ligação muito forte com o mar. Passei três anos com meu ex- namorado na Holanda e não foi bom. Gosto de mergulhar antes ou depois da meia-noite, mesmo que esteja chovendo”, diz Giovanna.


Engana-se quem pensa que só as mulheres são ligadas em superstições. Os homens também têm suas dicas. Ricardo Pereira, o João de ‘Negócio da China’, revela seu ritual para a data: “Como 12 uvas passas, fazendo um pedido para cada uma delas. E entro o ano com o pé direito”, ensina.


A atriz Carolina Dieckmann segue à risca a receita que aprendeu com a família. “Bato no liqüidificador uma sopa de lentilhas, boto no copo e, na passagem de ano, tomo sete golinhos e faço sete pedidos. É uma tradição de família. Acreditamos que traz fartura de coisas boas no ano”.


Camila Pitanga não é supersticiosa, mas dá sua dica para começar 2009 com força total. “O fundamental é a família estar unida. Esse ano é especial porque é o meu primeiro como mãe”.



AGRADECIMENTO:O ator Murilo Rosa agradece pelas conquistas do ano antes de listar os novos pedidos. “Para dar sorte, uso roupa branca, azul ou amarela. Como uvas e estouro champanhe”.


SORTUDA:Cheia de superstições, a atriz Taís Araújo também faz de tudo um pouco para ter sorte no Ano Novo. “Pulo sete ondas, como uva, jogo champanhe na terra. Tem dado certo, por isso vou continuar”.


RAINHA DO MAR:Filha de Iemanjá, a atriz Juliana Paes jura não ser supersticiosa: “Gosto de estar perto do mar, mas não pulo sete ondas. Me sinto cheia de energia”.


PROSPERIDADE: As cores fazem parte da comemoração desta noite. A atriz Danielle Suzuki sempre veste roupa branca com algum detalhe em amarelo para “garantir dinheiro e um ano muito sereno”.


DINHEIRO NO BOLSO:Desde pequena, a atriz Larissa Maciel segue a simpatia que aprendeu com a mãe. “Ela comprava calcinha amarela e, até hoje, passo com uma da mesma cor. Nunca me faltou dinheiro”.


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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:49  comentar

PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

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PEQUIM - Cientistas encontraram no leste da China, o que acreditam ser o maior sítio arqueológico do mundo, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng, na província de Shandong, nos últimos sete meses.
egundo a agência de notícias Xinhua, os fósseis achados incluem restos de um hadrossauro, o chamado "bico de pato", ancentral dos ornitorrincos, de nada menos que 20 metros de comprimento, o que poderia ser um recorde.
"Este grupo de fósseis de dinossauros é o maior já encontrado no mundo em termos de área", disseZhao Xijin, paleontologista da Academia Chinesa de Ciências, ao jornal Beijing News.
Segundo ele, a descoberta de tantos dinossauros em uma mesma zona pode fornecer pistas sobre a extinção destes animais, ao fim do período cretáceo, há 65 milhões de anos.
Zhucheng, conhecida localmente como a "Cidade dos Dinossauros" da China, já revelou fósseis de dinossauros em 30 sítios, de acordo a imprensa local. Nesta região já foram encontradas mais de 50 toneladas de fósseis de dinossauros desde 1960.
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
A China, relativamente recém-chegada à paleontologia, aumentou suas explorações nos últimos anos e faz descobertas constantes de fósseis raros, que são normalmente contrabandeados e vendidos fora do país por grandes quantias.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.

fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/12/30/descoberto-na-china-maior-sitio-arqueologico-do-mundo-com-mais-de-7-600-fosseis-587732352.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


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- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


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Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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RIO - Enquanto a idade ideal para um intercâmbio no exterior não chega, soluções caseiras, como os acampamentos de imersão durante as férias, são cada vez mais procuradas por pais que querem que seus filhos tenham o contato diário com a língua inglesa fora da sala de aula, sem que para isso seja preciso abrir mão da parte lúdica. Caso da engenheira agrônoma Ana Paula Bernardef, que nas últimas férias escolares de julho deixou, por duas semanas, os filhos Felipe, de 10 anos, e Marina, 5, no English Camp, curso de imersão que funciona num sítio a 15 km de São Paulo. Segunda ela, lá as crianças são estimuladas diariamente ao contato diário com vocabulários e expressões da língua inglesa através de brincadeiras e atividades culturais, como peças de teatro, oficinas e show de talento.
- A evolução que meus filhos tiveram no idioma nesse período foi impressionante. O Felipe foi alfabetizado em inglês nos Estados Unidos e quando voltamos para o Brasil, ele criou um espécie de trauma com o idioma. No acampamento, ele venceu essa barreira e chegou a ganhar o prêmio de acampante revelação. Não só ele como a Marina foram muito estimulados. Eles voltaram mais independentes. Até a cama, a mais nova faz a agora - diverte-se Ana Paula, enquanto ressalta que apesar do acampamento não ser barato - sete dias no English Camp saem por R$ 1.661, para crianças entre 5 e 7 anos -, o investimento vale muito a pena.
Atividades e regras são explicadas em inglês
De acordo com a sócia do English Camp, Solange Pizzo, o curso de imersão é voltado para crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, que saibam ou não inglês. Os estudantes são divididos em grupos de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento do idioma, e são orientados por monitores jovens que só falam inglês. No entanto, Solange avisa que ninguém é obrigado a falar a língua, e o aprendizado acontece de forma natural:
- As atividades e as regras dos jogos são explicadas, primeiramente, em inglês. Se as crianças não entendem, os monitores fazem mímica e, apenas em último caso, esclarecem as dúvidas em português. Com três dias, elas estão falando palavras em inglês e depois de uma semana, já constroem frases completas e se comunicam entre elas. Elas aprendem brincando, o que ajuda a tirar a trava do idioma - explica Solange.
A empresária disse que a procura pelos acampamentos para a temporada de janeiro registrou um aumento de 78% em dezembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, incremento que ela credita, principalmente, à crise financeira mundial.
- O número de matrículas explodiu, porque muitos pais desistiram de tirar férias nesta época do ano com medo da crise, e optaram por colocar seus filhos em acampamentos de imersão, por uma semana ou duas. Além de ser um investimento educacional, eles não precisam se preocupar com a alimentação ou em entreter as crianças - acrescenta ela, lembrando que as inscrições podem ser feitas até um dia antes do início do acampamento, desde que ainda existam vagas.
Enquanto os menores passam a maior parte do dia brincando, os mais velhos - entre 14 e 17 anos - participam de atividades mais elaboradas, como a confecção do jornal do acampamento, de um programa de rádio, além de peças de teatro e oficinas de artesanato. A programação noturna ainda inclui discoteca e luau, que são embalados, é claro, por muita música inglesa e americana.
Serviço:
English Camp
site: http://www.englishcamp.com.br/
Datas: de 10 a 16 ou de 16 a 22 de janeiro
Duração: 7 dias
Valor:
5 a 7 anos: R$ 1.661 (com desconto de 10%)
8 a 17 anos: R$ 1.470 (com desconto de 10%)


fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2008/12/28/acampamento-de-imersao-solucao-caseira-para-aprender-ingles-durante-as-ferias-587713765.asp
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PARECE ATÉ PIADA .....


Um partido de extrema-direita italiano está oferecendo 1.500 euros (cerca de R$ 4.500) para pais que decidam dar a seus filhos o nome do líder fascista Benito Mussolini ou de sua mulher, Rachele.

O pequeno partido Movimento Sociale-Fiamma Tricolore (MS-FT) nega que a atitude tenha alguma conotação racista e afirma que os nomes Benito e Rachele são apenas "bons".Segundo o partido, o dinheiro deve servir para que os pais comprem berços, roupas e comidas para os bebês.

A recompensa está disponível em cinco áreas do sul da Itália e, segundo a agremiação, deve ajudar a combater os baixos índices de natalidade da região.

Apesar do grupo afirmar ter escolhido os dois nomes "casualmente", para grande parte dos italianos Benito e Rachele são uma referência óbvia ao líder fascista e sua mulher.Para ganhar a recompensa, pelo menos um dos pais precisa ser italiano.


QUE NÃO SAIA DE LÁ ESSA MODA!


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Um partido de extrema-direita italiano está oferecendo 1.500 euros (cerca de R$ 4.500) para pais que decidam dar a seus filhos o nome do líder fascista Benito Mussolini ou de sua mulher, Rachele.

O pequeno partido Movimento Sociale-Fiamma Tricolore (MS-FT) nega que a atitude tenha alguma conotação racista e afirma que os nomes Benito e Rachele são apenas "bons".Segundo o partido, o dinheiro deve servir para que os pais comprem berços, roupas e comidas para os bebês.

A recompensa está disponível em cinco áreas do sul da Itália e, segundo a agremiação, deve ajudar a combater os baixos índices de natalidade da região.

Apesar do grupo afirmar ter escolhido os dois nomes "casualmente", para grande parte dos italianos Benito e Rachele são uma referência óbvia ao líder fascista e sua mulher.Para ganhar a recompensa, pelo menos um dos pais precisa ser italiano.


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A recompensa está disponível em cinco áreas do sul da Itália e, segundo a agremiação, deve ajudar a combater os baixos índices de natalidade da região.

Apesar do grupo afirmar ter escolhido os dois nomes "casualmente", para grande parte dos italianos Benito e Rachele são uma referência óbvia ao líder fascista e sua mulher.Para ganhar a recompensa, pelo menos um dos pais precisa ser italiano.


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A recompensa está disponível em cinco áreas do sul da Itália e, segundo a agremiação, deve ajudar a combater os baixos índices de natalidade da região.

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O pequeno partido Movimento Sociale-Fiamma Tricolore (MS-FT) nega que a atitude tenha alguma conotação racista e afirma que os nomes Benito e Rachele são apenas "bons".Segundo o partido, o dinheiro deve servir para que os pais comprem berços, roupas e comidas para os bebês.

A recompensa está disponível em cinco áreas do sul da Itália e, segundo a agremiação, deve ajudar a combater os baixos índices de natalidade da região.

Apesar do grupo afirmar ter escolhido os dois nomes "casualmente", para grande parte dos italianos Benito e Rachele são uma referência óbvia ao líder fascista e sua mulher.Para ganhar a recompensa, pelo menos um dos pais precisa ser italiano.


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SÃO PAULO - O último dia do ano foi comemorado na Liberdade com o Moti Tsuki Matsuri. Em português, significa festival do bolinho da prosperidade.
A cerimônia é realizada desde 1976 no Brasil e comemora a passagem do ano com base no Xintoísmo, religião oficial do Japão. O tambor deu as boas-vindas a 2009, ajudando a descarregar o ambiente. Segundo a tradição japonesa, o moti (bolinho de arroz) só pode ser comido no primeiro dia do ano. O ideal é comê-lo com molho shoyu, com açúcar.
Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
Na saída, um ministro xintoísta fica com os papeizinhos, que depois são encaminhados aos deuses de uma forma curiosa.
- Todos os pedidos a gente junta e queima em uma cerimônia, para que eles sejam atendidos - explica Lilian Tashima, ajudante.
O bolinho pode ser assado ou frito, mas deve ser dividido entre parentes e amigos, para reforçar o espírito de união e fraternidade que envolve o preparo da comida.


link do postPor anjoseguerreiros, às 13:53  comentar


SÃO PAULO - O último dia do ano foi comemorado na Liberdade com o Moti Tsuki Matsuri. Em português, significa festival do bolinho da prosperidade.
A cerimônia é realizada desde 1976 no Brasil e comemora a passagem do ano com base no Xintoísmo, religião oficial do Japão. O tambor deu as boas-vindas a 2009, ajudando a descarregar o ambiente. Segundo a tradição japonesa, o moti (bolinho de arroz) só pode ser comido no primeiro dia do ano. O ideal é comê-lo com molho shoyu, com açúcar.
Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
Na saída, um ministro xintoísta fica com os papeizinhos, que depois são encaminhados aos deuses de uma forma curiosa.
- Todos os pedidos a gente junta e queima em uma cerimônia, para que eles sejam atendidos - explica Lilian Tashima, ajudante.
O bolinho pode ser assado ou frito, mas deve ser dividido entre parentes e amigos, para reforçar o espírito de união e fraternidade que envolve o preparo da comida.


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Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
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SÃO PAULO - O último dia do ano foi comemorado na Liberdade com o Moti Tsuki Matsuri. Em português, significa festival do bolinho da prosperidade.
A cerimônia é realizada desde 1976 no Brasil e comemora a passagem do ano com base no Xintoísmo, religião oficial do Japão. O tambor deu as boas-vindas a 2009, ajudando a descarregar o ambiente. Segundo a tradição japonesa, o moti (bolinho de arroz) só pode ser comido no primeiro dia do ano. O ideal é comê-lo com molho shoyu, com açúcar.
Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
Na saída, um ministro xintoísta fica com os papeizinhos, que depois são encaminhados aos deuses de uma forma curiosa.
- Todos os pedidos a gente junta e queima em uma cerimônia, para que eles sejam atendidos - explica Lilian Tashima, ajudante.
O bolinho pode ser assado ou frito, mas deve ser dividido entre parentes e amigos, para reforçar o espírito de união e fraternidade que envolve o preparo da comida.


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SÃO PAULO - O último dia do ano foi comemorado na Liberdade com o Moti Tsuki Matsuri. Em português, significa festival do bolinho da prosperidade.
A cerimônia é realizada desde 1976 no Brasil e comemora a passagem do ano com base no Xintoísmo, religião oficial do Japão. O tambor deu as boas-vindas a 2009, ajudando a descarregar o ambiente. Segundo a tradição japonesa, o moti (bolinho de arroz) só pode ser comido no primeiro dia do ano. O ideal é comê-lo com molho shoyu, com açúcar.
Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
Na saída, um ministro xintoísta fica com os papeizinhos, que depois são encaminhados aos deuses de uma forma curiosa.
- Todos os pedidos a gente junta e queima em uma cerimônia, para que eles sejam atendidos - explica Lilian Tashima, ajudante.
O bolinho pode ser assado ou frito, mas deve ser dividido entre parentes e amigos, para reforçar o espírito de união e fraternidade que envolve o preparo da comida.


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SÃO PAULO - O último dia do ano foi comemorado na Liberdade com o Moti Tsuki Matsuri. Em português, significa festival do bolinho da prosperidade.
A cerimônia é realizada desde 1976 no Brasil e comemora a passagem do ano com base no Xintoísmo, religião oficial do Japão. O tambor deu as boas-vindas a 2009, ajudando a descarregar o ambiente. Segundo a tradição japonesa, o moti (bolinho de arroz) só pode ser comido no primeiro dia do ano. O ideal é comê-lo com molho shoyu, com açúcar.
Os onamoris são como amuletos, da sabedoria, do amor e da proteção. Em papéis, são escritos os pedidos para o ano que chega.
O bolinho é preparado por homens e mulheres, que se dividem entre as mesas e os pilões. Para os japoneses, a produção coletiva simboliza a união, um valor importante na cultura oriental.
Centenas de pessoas esperaram para pegar o seu bolinho e passar com ele, os amuletos e os pedidos pelo arco da purificação. A travessia do portal tem que ser feita com o pé direito.
Na saída, um ministro xintoísta fica com os papeizinhos, que depois são encaminhados aos deuses de uma forma curiosa.
- Todos os pedidos a gente junta e queima em uma cerimônia, para que eles sejam atendidos - explica Lilian Tashima, ajudante.
O bolinho pode ser assado ou frito, mas deve ser dividido entre parentes e amigos, para reforçar o espírito de união e fraternidade que envolve o preparo da comida.


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona hoje o projeto de lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Dois deles serão no Rio de Janeiro. A medida, segundo o governo, aumentará o número de vagas de 215 mil para meio milhão em cursos técnicos de nível médio, superiores de tecnologia e em licenciaturas. Os institutos usarão a rede federal de educação profissional já existente, com 168 campi e previsão de chegar a 311 em 2010.
- O que está acontecendo hoje é que o país está vivendo um momento de maior investimento em ciência e tecnologia. Este ano (2009) vamos inaugurar 100 escolas técnicas (2009), num país que tinha inaugurado 140 em um século - comparou Lula.
Apesar do corte orçamentário de R$ 1,6 bilhão sofrido pelo Ministério da Educação para o próximo ano, o ministro Fernando Haddad garantiu, após a solenidade no Palácio do Planalto, que esse montante será integralmente recomposto. O ministro disse que o Orçamento que sua Pasta terá no ano que vem é o maior da história.
- Nos 47 minutos do segundo tempo aprovamos uma emenda recompondo aquilo que foi retirado - afirmou.
Entre os programas atingidos pelo corte, está o Brasil Alfabetizado.
Para o ministro, os Ifets representam o maior avanço que o país já deu na área de ensino profissionalizante. Cada instituto oferecerá cursos voltados para a vocação econômica da região. Além da formação profissional, que abrangerá 50% das vagas, os novos centros capacitarão professores de química, física, biologia e matemática (20% das vagas) e cursos de engenharia e bacharelado tecnológico (30% das vagas).
Os dois institutos do Rio terão 15 mil vagas. As reitorias serão instaladas na capital e em Campos. O Instituto Federal do Rio de Janeiro, com sede na capital, terá oito campi. E o Instituto Federal Fluminense, com sede em Campos, terá seis unidades no interior.
Metade das vagas visarão ao ensino médio integrado ao profissional. Na educação superior, a prioridade será para engenharia e bacharelados tecnológicos (30% das vagas). E outros 20% serão reservados para licenciaturas em ciências da natureza, onde o país apresenta grande déficit de professores em física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.
"Estamos oferecendo ao país um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica, aproveitando o potencial da rede existente. Os institutos responderão de forma mais ágil e eficaz às demandas crescentes por formação de recursos humanos, difusão de conhecimentos científicos e suporte aos arranjos produtivos locais", diz Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional do Ministério da Educação.



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O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. O ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE. Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!!

ALVARO CUNHA



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O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. O ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE. Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!!

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ALVARO CUNHA



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ALVARO CUNHA



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O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. O ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE. Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!!

ALVARO CUNHA



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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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SÃO PAULO -Cerca de 2,3 milhões de pessoas são esperadas para a festa do Ano Novo na Avenida Paulista, que começa às 20h e só termina às 2h30m. O palco de 800 metros quadrados está montado na altura da Ministro Rocha Azevedo, mas os telões garantem a festa em todo o trecho do evento, que vai da Rua Joaquim Eugênio de Lima até a Rua Augusta.
A Avenida Paulista ficará interditada até a manhã de quinta.
Cerca de mil PMs fazem o policiamento, em viaturas e em 10 bases comunitárias móveis montadas na região. Dez câmeras de vigilância foram distribuídas na Paulista e o comando da operação ficará instalado no casarão do número 1919, ao lado do palco. O público terá ainda à disposição uma tenda de atendimento médico com 10 leitos e 21 ambulâncias, três delas com UTI.
2009 chegará animado ao som de axé, rock e música sertaneja, com Babado Novo, Skank e o cantor Daniel. A escola de samba Vai-Vai encerra o evento.
Doze telões e painéis eletrônicos vão transmitir os shows e acompanhar a contagem regressiva. A chegada do Ano Novo será saudada com 15 minutos de queima de fogos, revoada de 10 mil balões coloridos e chuva de 5 milhões de confetes metalizados. A novidade deste ano é que os fogos serão lançados de dois prédios, cruzando no meio da avenida. Nos painéis, as mensagens para 2009 serão enviadas pelos próprios participantes do evento, por meio de torpedos de celular. Como chegar:
A melhor opção para chegar à Paulista é o metrô. As estações Paraíso, Brigadeiro, Consolação e Clínicas ficarão abertas durante a madrugada. A Trianon ficará fechada das 19h do dia 31 até as 4h40 do dia 1º. Público será revistado Quem for ao evento passará por revista pessoal, para verificação de porte de armas. A atuação de vendedores ambulantes está proibida. Carros estacionados em locais proibidos serão guinchados pela CET.
A PM informa que as pessoas devem evitar levar objetos contundentes ou cortantes, como sombrinhas, guarda-chuvas, embalagens de vidro, bicicletas, correntes etc. O que pode e o que não pode levar e as dicas de segurança
não será permitida a entrada de bebidas como vinhos, champagnes, cervejas, refrigerantes em lata etc
não será permitida a atuação de ambulantes; haverá 80 barracas autorizadas pelo evento para comercialização de bebidas e alimentos;
não será permitido o uso e/ou porte de fogos e artifícios;
deve se ter cuidado especial com as crianças e idosos, e em caso de extravios deverão procurar a tenda de serviços localizada atrás do palco;
deve se evitar a ostentação de jóias, carteiras; trazer apenas um documento e dinheiro apenas para o consumo no evento, tomando cuidado no manuseio de dinheiro;
cuidado na utilização dos celulares e câmeras dando preferência para uso em locais protegidos e trazendo-as, se possível, presas ao pulso;
evitar se deslocar para o evento com veículo particular, dê preferência transportes públicos;
caso venham de carro, colocar em estacionamentos credenciados;
as pessoas devem adquirir os bilhetes de metrô com antecedência.


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MONJES XINTOÍSTAS NO JAPÃO SE PREPARANDO PARA O ANO NOVO

RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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MONJES XINTOÍSTAS NO JAPÃO SE PREPARANDO PARA O ANO NOVO

RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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MONJES XINTOÍSTAS NO JAPÃO SE PREPARANDO PARA O ANO NOVO

RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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MONJES XINTOÍSTAS NO JAPÃO SE PREPARANDO PARA O ANO NOVO

RIO - Já é 2009 em alguns países da Oceania. Na Nova Zelândia o ano novo foi recebido com fogos nas principais cidades do país, como Auckland e a capital Wellington, às 9h no horário de Brasília. Na Austrália um show pirotécnico iluminou a Opera House e a ponte no porto de Sydney em um ensaio para a festa de logo mais.
No Japão, além das comemorações populares, há espaço também para manifestações mais tradicionais. Monjes xintoístas passaram por baixo de um portal de madeira chamado "torii" para sair do templo de Meiji, em Tóquio, durante um ritual preparatório para o Ano Novo. Cerca de três milhões de pessoas visitam o templo nos três primeiros dias do ano para rezar e pedir saúde.

A atual tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) fez questão de deixar uma mensagem de Ano Novo para o planeta a bordo do complexo orbital neste dia 31. Os astronautas Mike Fincke e Sandra Magnus, da Nasa, e o cosmonauta Yury V. Lonchakov, da agência espacial russa, aproveitaram para anunciar sua "resolução de Ano Novo": aumentar a tripulação permanente da ISS de três para seis pessoas. O toque final foi o desejo de "paz" para o mundo proclamado pelos viajantes espaciais nos nove idiomas dos países que participam do projeto da estação espacial: inglês, russo, japonês, francês, holandês, alemão, línguas escandinavas (a palavra "paz" é basicamente igual em todas elas), italiano e espanhol.
Em Nova York, o rapper P. Diddy (ex-Puffy Daddy) vai distribuir "vales-táxi" no valor de US$ 15 (aproximadamente R$ 34) para milhares de nova-iorquinos que passarão o Ano Novo na Times Square. A idéia é alertar as pessoas para o perigo de beber e dirigir.



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LONDRES - O ano de 2009 estará entre os cinco mais quentes dos que se tem registro histórico, segundo cientistas do Met Office (escritório meteorológico do Reino Unido) e da Universidade de Anglia Oriental, em Norwich. O prognóstico diz que a temperatura média no planeta se situará em 14,44 ºC, 0,44 graus acima da média oficial registrada desde a década de 60. Com essa média, 2009 se transformará no mais quente desde 2005 e confirmará, segundo meteorologistas, o lento, mas constante aumento das temperaturas no planeta.
Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
O ano de 2008, segundo o Met Office e a Universidade de Anglia Oriental, termina na 10ª posição entre os anos mais quentes.



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LONDRES - O ano de 2009 estará entre os cinco mais quentes dos que se tem registro histórico, segundo cientistas do Met Office (escritório meteorológico do Reino Unido) e da Universidade de Anglia Oriental, em Norwich. O prognóstico diz que a temperatura média no planeta se situará em 14,44 ºC, 0,44 graus acima da média oficial registrada desde a década de 60. Com essa média, 2009 se transformará no mais quente desde 2005 e confirmará, segundo meteorologistas, o lento, mas constante aumento das temperaturas no planeta.
Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
O ano de 2008, segundo o Met Office e a Universidade de Anglia Oriental, termina na 10ª posição entre os anos mais quentes.



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LONDRES - O ano de 2009 estará entre os cinco mais quentes dos que se tem registro histórico, segundo cientistas do Met Office (escritório meteorológico do Reino Unido) e da Universidade de Anglia Oriental, em Norwich. O prognóstico diz que a temperatura média no planeta se situará em 14,44 ºC, 0,44 graus acima da média oficial registrada desde a década de 60. Com essa média, 2009 se transformará no mais quente desde 2005 e confirmará, segundo meteorologistas, o lento, mas constante aumento das temperaturas no planeta.
Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
O ano de 2008, segundo o Met Office e a Universidade de Anglia Oriental, termina na 10ª posição entre os anos mais quentes.



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LONDRES - O ano de 2009 estará entre os cinco mais quentes dos que se tem registro histórico, segundo cientistas do Met Office (escritório meteorológico do Reino Unido) e da Universidade de Anglia Oriental, em Norwich. O prognóstico diz que a temperatura média no planeta se situará em 14,44 ºC, 0,44 graus acima da média oficial registrada desde a década de 60. Com essa média, 2009 se transformará no mais quente desde 2005 e confirmará, segundo meteorologistas, o lento, mas constante aumento das temperaturas no planeta.
Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
O ano de 2008, segundo o Met Office e a Universidade de Anglia Oriental, termina na 10ª posição entre os anos mais quentes.



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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
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Os registros sobre os quais se estabelece a temperatura média começaram em 1850 e mostram que dez dos anos mais quentes no último século e meio correspondem ao período 1997-2008. O ano considerado mais quente até agora foi 1998, quando a temperatura média alcançou os 14,52 ºC por causa do "El Niño", fenômeno meteorológico cíclico que aquece as águas do oceano Pacífico e aumenta a temperatura da terra.
Os cientistas também constataram que a temperatura do planeta aumentou entre 2000 e 2008 em 0,2 graus em relação à década dos anos 90, segundo destacou o professor Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da Universidade de Anglia Oriental em comunicado divulgado hoje pelo Met Office.
Os pesquisadores afirmaram que em 2009 a temperatura não subirá além desses 0,44 graus em relação à média graças à influência "refrescante" do fenômeno "La Niña", que em contraposição ao "El Niño" contribuirá para moderar a alta das temperaturas. No entanto, após 2009, os cientistas esperam que os níveis atuais de temperatura máxima sejam superados.
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VEJAM COMO COMEMORARAM!!!!
MUITO BONITO!!!!

O NOSSO JÁ ESTÁ QUASE CHEGANDO!!!


FELIZ 2009 PARA TODOS!!!!




fonte: OGLOBO
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RIO - Muitos turistas e cariocas já esperam a chegada do Ano Novo na Praia de Copacabana, principal palco das festas de réveillon no Rio, nesta quarta-feira pela manhã. Apesar do céu encoberto, faz calor, com temperaturas próximas dos 30 graus Celsius, e a maioria das pessoas aproveita para caminhar no calçadão e na pista sentido Leme da Avenida Atlântica, que está fechada.
Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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RIO - Muitos turistas e cariocas já esperam a chegada do Ano Novo na Praia de Copacabana, principal palco das festas de réveillon no Rio, nesta quarta-feira pela manhã. Apesar do céu encoberto, faz calor, com temperaturas próximas dos 30 graus Celsius, e a maioria das pessoas aproveita para caminhar no calçadão e na pista sentido Leme da Avenida Atlântica, que está fechada.
Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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RIO - Muitos turistas e cariocas já esperam a chegada do Ano Novo na Praia de Copacabana, principal palco das festas de réveillon no Rio, nesta quarta-feira pela manhã. Apesar do céu encoberto, faz calor, com temperaturas próximas dos 30 graus Celsius, e a maioria das pessoas aproveita para caminhar no calçadão e na pista sentido Leme da Avenida Atlântica, que está fechada.
Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
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A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
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Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
Na orla, a ocupação dos hotéis já beira os 100% desde a última segunda-feira, segundo o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. De acordo com números da Associação Brasileira da Indústria dos Hotéis (ABIH), em toda a cidade, excluindo o Centro, essa taxa é de 94,2%, enquanto as previsões apontavam uma ocupação entre 70% e 80%.
- Alcançamos resultados melhores do que em momentos sem crise. Na prática, é impossível fazer reservas nos hotéis da orla hoje. Na contramão desse quadro, outros destinos internacionais apresentaram redução na procura neste fim de ano - afirmou Medina. Câmeras auxiliarão na segurança
De acordo com a Riotur, são esperados cerca de 650 mil turistas na cidade para o réveillon. Apenas em Copacabana, estima-se que 2 milhões de pessoas assistam à queima de fogos e aos shows da virada. E toda essa multidão deve estar mais segura, ou pelo menos mais vigiada. Policiais militares estarão 24 horas observando toda a orla de Copacabana e no Leme. Desde ontem, 16 câmeras - dez delas em Copacabana - estão monitorando toda a movimentação nos dois bairros, mais dos que as dez do ano passado. Segundo o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Claudio Almeida Neto, as câmeras foram instaladas a cada 500 metros, ao longo da praia.
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Junto aos prédios, a mão está invertida desde o início da manhã e carros estacionados estão sendo rebocados, já que foi proibido parar no local desde as 23h de terça-feira. No palco dos shows está quase tudo pronto. Daqui a pouco, a bateria do Acadêmicos do Salgueiro realiza a passagem de som.
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A capacidade de cada olho eletrônico é de monitorar em um ângulo horizontal de 360 graus e em um vertical de 210 graus. As imagens serão transmitidas via ondas de rádio para uma central de monitoramento no 19 BPM (Copacabana), onde quatro policiais estarão de plantão e ligados diretamente com as equipes que despacham as patrulhas para o local de ocorrência.

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
AS ONGs NADA FAZEM A NÃO SER QUESTIONAR!!!!!


FONTE: O GLOBO

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
AS ONGs NADA FAZEM A NÃO SER QUESTIONAR!!!!!


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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
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FONTE: O GLOBO

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
AS ONGs NADA FAZEM A NÃO SER QUESTIONAR!!!!!


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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
AS ONGs NADA FAZEM A NÃO SER QUESTIONAR!!!!!


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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

SERÁ QUE SAIRIAM DAS RUAS POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE?????
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SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo buscará na Justiça autorização para obrigar crianças e adolescentes em situação de rua a irem para abrigos. A medida foi usada para retirar adolescentes que viviam em uma passarela no Vale do Anhangabaú, no centro, na semana passada, mas dos 16 retirados 13 já voltaram para a rua. A Secretaria de Assistência Social afirma que tem ordem judicial para mantê-los fora das ruas e eles serão levados novamente a abrigos caso sejam encontrados.Entre julho e setembro do ano passado, um levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) cadastrou 1.842 crianças e adolescentes nas ruas. Algumas apenas esmolavam ou trabalhavam e voltavam para a casa, mas 66% (1.215) acabavam dormindo ao relento.O primeiro alvo das ações deverá ser a Cracolândia, na região da Luz. O secretario Municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio de Oliveira Costa, afirma que há 20 pontos da cidade onde a Prefeitura pretende pedir autorização judicial para retirar crianças e adolescentes.Os menores retirados do Anhangabaú viviam há três anos dentro da passarela que passa sobre a Avenida 9 de Julho e o Terminal Bandeira. Na última sexta-feira, o juiz da Vara da Infância, Adalberto Camargo Aranha, julgou procedente o requerimento da Prefeitura.Retirados das ruas, crianças e adolescentes são obrigados a ir para Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Como não se trata de um local de internação, não há sistema de segurança.- Eles saem, pulam o muro e vão para outro lugar - diz o coordenador das equipes de assistência na rua, Walan Marques dos Santos.As crianças apreendidas devem ser levadas aos Crecas e ali permanecer até que a Justiça decida o destino de cada uma. Elas podem ser devolvidas às famílias, levadas para abrigos definitivos ou até para a Fundação Casa (ex-Febem) caso tenham cometido algum delito.Para o secretário, a situação de risco dos menores é a mesma dos ex-moradores da passarela no Vale do Anhangabaú.- Não existe diferença nenhuma. A maioria das crianças que estão na rua se recusa a ir para abrigos, mas elas não têm que decidir, nem sabem o que é melhor para elas - afirma.Segundo o secretário, o cadastro feito pelas equipes de assistência social será usado para identificar casos crônicos. O mais evidente é a Cracolândia, região da Luz conhecida pelo consumo de crack.- Não é tolerável deixar crianças no meio de adultos consumindo crack - diz.Dos moradores da passarela, a maioria foi para outros endereços. Nesta segunda, uma ex-moradora da passarela - que tem 18 anos, está grávida e continua nos arredores do Anhangabaú - disse que a maioria voltou para a região depois de fugir dos Crecas.- Eles não agüentam ficar sem a cola - diz.A passarela onde crianças e adolescentes viviam há três anos ficou conhecida depois de um incêndio causado pelo uso de velas no início do mês. Depois que os bombeiros apagaram as chamas, os menores voltaram a viver no local escuro, cheio de ratos e sujeira.A Prefeitura fez um requerimento à Justiça para retirá-los de lá. Agora, há pedras no buraco por onde as crianças entravam e dez seguranças particulares contratados pelo Metrô fazem a segurança de uma área vizinha à passarela por onde os adolescentes pulavam para entrar. Duas equipes da Secretaria de Assistência Social também fazem plantão no local.Para ONG, deve haver antes trabalho com famíliaPara Osvaldo Ataíde Norberto, gerente do Programa Educação na Rua da ONG Travessia, o poder público deveria procurar primeiro as famílias das crianças que vão para rua. O programa atua no centro diariamente na tentativa de convencer as crianças a voltarem para casa.Norberto concorda que é preciso tomar uma atitude em relação às crianças que estão vivendo na rua, mas acha que o encaminhamento forçado a abrigos não dá resultado.- Acho que realmente eles precisam sair da rua por questões de saúde, educação e até para não perder os vínculos de família e comunidade, mas a maioria tem família - diz.- Se houvesse uma política pública que criasse condições dele voltar para a família, que apóie os pais, melhore o bairro, eles voltavam - diz.Falta de estruturaNa avaliação de Norberto, as crianças fogem da periferia por falta de estrutura.- São lugares que têm escola, posto de saúde e mais nada. O desamparo começa pela família que não tem como cuidar da criança.A ONG deverá discutir ao longo desta semana as ações judiciais que a Prefeitura começou a adotar.- Queremos analisar com calma porque questões legais dependem muito de interpretação. Acho que a tentativa de olhar melhor o problema é válida, só que se os meninos forem levados à força, não vai dar resultado

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AS ONGs NADA FAZEM A NÃO SER QUESTIONAR!!!!!


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E DEFENDE EDUCAÇÃO SEXUAL

RIO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, no Rio, a lei que aumenta penas para crimes de pedofilia e tipifica o uso da internet nesse tipo de crime. Lula disse que não se pode permitir que o que chamou de hipocrisia religiosa atrapalhe a educação sexual das crianças e o combate a pedófilos. ( Infográfico: Saiba como combater a pedofilia )- A exploração sexual é um tema tão importante para a humanidade que não pode ter hipocrisia. É preciso convencer os pais do mundo todo de que educação sexual em casa é tão importante quanto comida - disse o presidente, na abertura do Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Riocentro.E seguiu:- Se não ensinarmos na escola, nossos adolescentes aprenderão animalescamente nas ruas. É preciso acabar com a hipocrisia religiosa, e isso vale para todas as religiões.O presidente afirmou que o crime de pedofilia não atinge só pobres, mas também classes média e alta. E criticou o papel dos meios de comunicação na educação sexual.- É importante que não tratemos a exploração sexual como questão dos pobres. É feita muitas vezes dentro da classe média. Há outro ingrediente: a degradação da família, pela qualidade das informações que recebemos dos meios de comunicação 24 horas por dia. Quem tem TV a cabo sabe do que falo: sexo e violência de manhã, de tarde e de noite.De acordo com a lei, sobe de dois a seis anos para quatro a oito anos de reclusão a pena para quem produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. As mudanças são feitas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Lei 8.069/90, a partir de projeto apresentado pela CPI da pedofilia. Está sujeito à mesma pena quem agenciar ou recrutar adolescentes e crianças para cenas de sexo explícito.


A PENA AUMENTOU
O PASSO FOI DADO....PARABÉNS!
QUANDO VAI COMEÇAR A SER APLICADA?




FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/11/25/lula_assina_lei_contra_pedofilia_na_internet-586555411.asp
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E DEFENDE EDUCAÇÃO SEXUAL

RIO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, no Rio, a lei que aumenta penas para crimes de pedofilia e tipifica o uso da internet nesse tipo de crime. Lula disse que não se pode permitir que o que chamou de hipocrisia religiosa atrapalhe a educação sexual das crianças e o combate a pedófilos. ( Infográfico: Saiba como combater a pedofilia )- A exploração sexual é um tema tão importante para a humanidade que não pode ter hipocrisia. É preciso convencer os pais do mundo todo de que educação sexual em casa é tão importante quanto comida - disse o presidente, na abertura do Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Riocentro.E seguiu:- Se não ensinarmos na escola, nossos adolescentes aprenderão animalescamente nas ruas. É preciso acabar com a hipocrisia religiosa, e isso vale para todas as religiões.O presidente afirmou que o crime de pedofilia não atinge só pobres, mas também classes média e alta. E criticou o papel dos meios de comunicação na educação sexual.- É importante que não tratemos a exploração sexual como questão dos pobres. É feita muitas vezes dentro da classe média. Há outro ingrediente: a degradação da família, pela qualidade das informações que recebemos dos meios de comunicação 24 horas por dia. Quem tem TV a cabo sabe do que falo: sexo e violência de manhã, de tarde e de noite.De acordo com a lei, sobe de dois a seis anos para quatro a oito anos de reclusão a pena para quem produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. As mudanças são feitas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Lei 8.069/90, a partir de projeto apresentado pela CPI da pedofilia. Está sujeito à mesma pena quem agenciar ou recrutar adolescentes e crianças para cenas de sexo explícito.


A PENA AUMENTOU
O PASSO FOI DADO....PARABÉNS!
QUANDO VAI COMEÇAR A SER APLICADA?




FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/11/25/lula_assina_lei_contra_pedofilia_na_internet-586555411.asp
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E DEFENDE EDUCAÇÃO SEXUAL

RIO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira, no Rio, a lei que aumenta penas para crimes de pedofilia e tipifica o uso da internet nesse tipo de crime. Lula disse que não se pode permitir que o que chamou de hipocrisia religiosa atrapalhe a educação sexual das crianças e o combate a pedófilos. ( Infográfico: Saiba como combater a pedofilia )- A exploração sexual é um tema tão importante para a humanidade que não pode ter hipocrisia. É preciso convencer os pais do mundo todo de que educação sexual em casa é tão importante quanto comida - disse o presidente, na abertura do Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Riocentro.E seguiu:- Se não ensinarmos na escola, nossos adolescentes aprenderão animalescamente nas ruas. É preciso acabar com a hipocrisia religiosa, e isso vale para todas as religiões.O presidente afirmou que o crime de pedofilia não atinge só pobres, mas também classes média e alta. E criticou o papel dos meios de comunicação na educação sexual.- É importante que não tratemos a exploração sexual como questão dos pobres. É feita muitas vezes dentro da classe média. Há outro ingrediente: a degradação da família, pela qualidade das informações que recebemos dos meios de comunicação 24 horas por dia. Quem tem TV a cabo sabe do que falo: sexo e violência de manhã, de tarde e de noite.De acordo com a lei, sobe de dois a seis anos para quatro a oito anos de reclusão a pena para quem produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. As mudanças são feitas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Lei 8.069/90, a partir de projeto apresentado pela CPI da pedofilia. Está sujeito à mesma pena quem agenciar ou recrutar adolescentes e crianças para cenas de sexo explícito.


A PENA AUMENTOU
O PASSO FOI DADO....PARABÉNS!
QUANDO VAI COMEÇAR A SER APLICADA?




FONTE:http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/11/25/lula_assina_lei_contra_pedofilia_na_internet-586555411.asp
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ATENÇÃO!!!!

RIO - Pediatras devem estar mais atentos ao câncer infantil. Este é o apelo que fazem o diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Luiz Antônio Santini, e o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Renato Melaragno. Os dois participaram do lançamento nesta quinta-feira, Dia Nacional de Combate ao Câncer, do estudo "Câncer na criança e no adolescente no Brasil: dados dos registros de base populacional e de mortalidade". O levantamento mostra que o câncer já é a primeira causa de morte por doença em crianças entre 5 e 18 anos, perdendo apenas para óbitos por causas externas como violência e acidentes. Os tumores infantis correspondem a 3% do total de cânceres no país. A previsão é que até o fim do ano 9,5 mil novos casos sejam diagnosticados em 2008, um a cada hora." Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso. (R. Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





FONTE:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/11/27/inca_pede_que_pediatras_deem_mais_atencao_ao_cancer_infantil-586582965.asp
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RIO - Pediatras devem estar mais atentos ao câncer infantil. Este é o apelo que fazem o diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Luiz Antônio Santini, e o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Renato Melaragno. Os dois participaram do lançamento nesta quinta-feira, Dia Nacional de Combate ao Câncer, do estudo "Câncer na criança e no adolescente no Brasil: dados dos registros de base populacional e de mortalidade". O levantamento mostra que o câncer já é a primeira causa de morte por doença em crianças entre 5 e 18 anos, perdendo apenas para óbitos por causas externas como violência e acidentes. Os tumores infantis correspondem a 3% do total de cânceres no país. A previsão é que até o fim do ano 9,5 mil novos casos sejam diagnosticados em 2008, um a cada hora." Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso. (R. Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





FONTE:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/11/27/inca_pede_que_pediatras_deem_mais_atencao_ao_cancer_infantil-586582965.asp
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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





FONTE:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/11/27/inca_pede_que_pediatras_deem_mais_atencao_ao_cancer_infantil-586582965.asp
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RIO - Pediatras devem estar mais atentos ao câncer infantil. Este é o apelo que fazem o diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Luiz Antônio Santini, e o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Renato Melaragno. Os dois participaram do lançamento nesta quinta-feira, Dia Nacional de Combate ao Câncer, do estudo "Câncer na criança e no adolescente no Brasil: dados dos registros de base populacional e de mortalidade". O levantamento mostra que o câncer já é a primeira causa de morte por doença em crianças entre 5 e 18 anos, perdendo apenas para óbitos por causas externas como violência e acidentes. Os tumores infantis correspondem a 3% do total de cânceres no país. A previsão é que até o fim do ano 9,5 mil novos casos sejam diagnosticados em 2008, um a cada hora." Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso. (R. Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





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RIO - Pediatras devem estar mais atentos ao câncer infantil. Este é o apelo que fazem o diretor do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Luiz Antônio Santini, e o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Renato Melaragno. Os dois participaram do lançamento nesta quinta-feira, Dia Nacional de Combate ao Câncer, do estudo "Câncer na criança e no adolescente no Brasil: dados dos registros de base populacional e de mortalidade". O levantamento mostra que o câncer já é a primeira causa de morte por doença em crianças entre 5 e 18 anos, perdendo apenas para óbitos por causas externas como violência e acidentes. Os tumores infantis correspondem a 3% do total de cânceres no país. A previsão é que até o fim do ano 9,5 mil novos casos sejam diagnosticados em 2008, um a cada hora." Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso. (R. Melaragno, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) "- Os sintomas de câncer são muito semelhantes aos de outras doenças da infância. O pediatra tem que incluí-lo no painel de possibilidades de diagnóstico. E normalmente ele não pensa nisso - afirma Melaragno.Segundo Santini, o diagnóstico precoce é fundamental para que os pequenos pacientes atinjam a cura, que atualmente pode chegar a 85% dos casos, dependendo do tipo.- Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, quem faz o diagnóstico do câncer infantil não é o oncologista. É o pediatra, o médico de família. E estudos mostram que entre a primeira visita ao pediatra e o diagnóstico há um intervalo de quatro a seis consultas. Isso pode ser um tempo muito grande. O objetivo é encurtar ao máximo esse tempo - afirma Santini. - Quando uma criança tem câncer, a família toda adoece. Quando essa criança morre, a família fica doente para sempre. Não há tratamento para isso.Por este motivo, a chefe da Pediatria do Inca, Sima Ferman, defende que, sempre que possível, a criança seja acompanhada pelo mesmo profissional:- Se num primeiro momento, o pediatra viu a criança e não suspeitou do câncer, numa segunda visita, vão surgir sinais que vão fazê-lo suspeitar de câncer. Qualquer sintoma persistente deve ser levado em consideração porque criança não inventa sintoma. Se ela diz que está com dor de cabeça, ela está com dor de cabeça.O levantamento realizado pelo Inca é o primeiro a reunir dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Vinte cidades enviaram dados sobre a doença: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Fortaleza, Goiânia, Jaú, João Pessoa, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Vitória. O Rio não foi incluído no estudo porque, segundo o Inca, não há registros da Secretaria estadual de Saúde.- Não tínhamos no Brasil ainda dados precisos sobre a situação no país. Nossos dados eram inferências da literatura internacional - afirma Santini, explicando que a publicação vai ajudar a nortear as políticas públicas de controle e tratamento.As leucemias são o tipo de câncer mais comum entre crianças e adolescentes em todo o mundo. No Brasil, elas representam 29% dos casos. Já os tumores do sistema linfático (linfomas) representam 15,5% dos casos e aqueles do sistema nervoso central, 13,4%. Das 20 cidades que forneceram dados epidemiológicos para o estudo do Inca, Goiânia é aquela com maior incidência de câncer em crianças e adolescentes. Mas os médicos disseram não poder afirmar que a estatística está relacionada ao vazamento de Césio em 1987. Entre 1999 e 2003, foram registrados 212 casos em meninas e 249 em meninos. A média nacional é de 108 casos para meninas e 160 para meninos. A medicina ainda não sabe por que o câncer é mais freqüente em indivíduos do sexo masculino. Em relação à mortalidade, a média é de 40 óbitos para cada um milhão de crianças. Mas se há 30 anos a taxa de mortalidade era de 85%, hoje, em alguns casos, esta é a porcentagem da chance de cura." Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. "- No geral, as oportunidades para tratamento se modificaram muito nos últimos anos. Há 20 anos, um diagnóstico de câncer para uma criança praticamente correspondia a uma condenação. Hoje é o contrário, a maior parte dos casos de câncer é curável. O importante é procurar o serviço adequado e ter o bom atendimento - diz Santini.A tradutora Helen Smith passou por isso. Há dois anos, seu filho João Guilherme, que ia completar 13 anos, recebeu diagnóstico de um câncer no cérebro, que apesar de ser o terceiro em prevalência, é o segundo em mortalidade. Antes disso, porém, chegou a ser tratado como se tivesse uma verminose, por causa de enjôos freqüentes e sonolência. Hoje, depois de ser operado e passar por ciclos de quimioterapia e aplicações de radioterapia, ele é um dos melhores alunos de sua turma do nono ano (antiga oitava série).- Os exames de rotina não mostravam nada. Depois de desmaiar duas ou três vezes, uma ressonância mostrou um tumor do tamanho de uma bola de tênis. O pior é a sensação de impotência. Se eu pudesse teria trocado de lugar com ele.Segundo os médicos, os fatores de risco não estão claros. Pesquisas mostram que consumo de determinadas drogas e alimentação incorreta da mãe podem contribuir para a incidência de câncer nas crianças..





FONTE:http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/11/27/inca_pede_que_pediatras_deem_mais_atencao_ao_cancer_infantil-586582965.asp
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Curitiba está entre as quatro capitais pesquisadas pela ONG Criança Segura

Um estudo realizado pela ONG Criança Segura apontou a existência de diferença significativa entre a percepção das mães e a realidade dos acidentes infantis, principalmente os acidentes domésticos. Pela conclusão do estudo, “as mães parecem estar mais preocupadas em serem capazes de solucionar os problemas do que agir preventivamente”. Em outras palavras, é como se ignorassem, pelo menos em parte, potenciais riscos domésticos, como o manuseio por crianças de produtos de limpeza ou brinquedos sem certificação.O estudo cruzou dados oficiais de mortes e hospitalizações de crianças de 0 a 14 anos com as visões de mundo das mães, fornecidas por meio de grupos de discussão. Foram formados quatro grupos, com até dez mães cada um, em quatro capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba.“Muitas vezes, as mães só se dão conta do perigo quando vêem um caso na TV, como quando uma criança cai da janela”, afirma Luciana O’Reilly, coordenadora nacional da ONG Criança Segura. “Houve diferença da percepção e da realidade. Os acidentes são subestimados (pelas famílias).” As quedas, por exemplo, lideraram o número de hospitalizações de crianças de 0 a 14 anos no Brasil, em 2005, e aparecem entre as cinco principais causas de morte.

fonte:http://www.bemparana.com.br/index.php?n=86307&t=ong-diz-que-maes-ignoram-riscos-de-acidente-domestico
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colaboradores: carmen e maria celia

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